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domingo, 31 de outubro de 2010

Eleição Halloween

Por Jorge Serrão

Eleição no Dia das Bruxas, com o monstruoso esquema político tupiniquim, é uma ironia aterrorizante da História. Uns vão apostar na Bruxa. Outros votarão no Vampiro. Mas já se sabe que o vencedor será a Mula Sem Cabeça do PMDB. Este Frankenstein é quem dá as cartas no jogo da politicagem brasileira. E PT saudações.

Para a Oligarquia Financeira Transnacional que comanda os negócios globalitários, tanto faz se a mágica urna eletrônica indicará a Bruxa, o Vampiro ou a Mula Sem Cabeça. O Brasil continuará governado do mesmo econômico. O que pode variar, um pouco, é o esquema de politicagem. No mais, tudo muda para ficar a mesma coisa.

Os especuladores, os bancos e as empreiteiras nunca tiveram tão tranqüilos na véspera de uma eleição que se decide apenas no joguinho de aparências do Teatro do João Minhoca. Os eleitores atuam como marionetes no banquinho da plateia. Uns ficarão feito torcedores fanáticos na arquibancada. Outros nem vão aparecer para a dedada na urna pós-moderna.

O espetáculo é mágico. Em duas ou três horas após o fim da votação, teremos o milagre da proclamação do “vencedor”. Milagrosa a velocidade com que são inseridos os dados das urnas para a totalização final dos votos. A rapidez causa estranheza. Na eleição passada, Lula foi emplacado vencedor em tempo recorde. Logo mais a história deve se repetir...

Enfim, o negócio agora é curtir o Halloween eleitoreiro. O resultado político, verdadeiro, vem alguns meses depois, quando o chefão Lula tiver de passar o bastão para sua candidata ou para o suposto opositor. Até lá, tudo caberá em um filme de Zé do Caixão, estrelado pelo Harry Potter

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