Free Shoutcast HostingRadio Stream Hosting

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Festas juninas são tema de encontro em Nova Petrópolis


Na noite desta terça-feira, 28, a equipe da Biblioteca Pública Municipal Professora Elsa Hofstätter da Silva promoveu a quinta edição da Literatura Comentada. O tema abordado foram os festejos juninos, apresentados pelo CTG Pousada da Serra, de Nova Petrópolis. Em função do incêndio que atingiu o prédio da Biblioteca, onde vinha ocorrendo o evento, a Literatura Comentada foi realizada nas dependências do Centro de Convivências da Terceira Idade, junto ao Parque Aldeia do Imigrante.

A INICIATIVA DO EVENTO  É SALUTAR, POREM COMO TRABALHAR CULTURA DE FORMA COERENTE, SE QUALQUER PESSOA SEM O EMBASAMNENTO NECESSARIO ESTÁ APTO A PALESTRAR.
AINDA MAIS SE TRATANDO DE MEMBROS DO MTG COMENTANDO CULTURA NACIONAL? NÃO COMENTAM CORRETAMENTE NEM A HISTORIA DO RS, APENAS RECITAM A CARTILHA ELABORADA POR PAIXÃO CORTES, NOEL GUARANI....
É COMPLICADO ASSIM SE TER UM TRABALHO VOLTADO A CULTURA COM QUALIDADE E LISURA.

Tem coisas que só acontecem em Nova Petrópolis, mesmo!

Nas ultimas semanas nossa cidade veio observando fatos fora da rotina pacata que para os mais atentos é motivo de alerta em vários setores.
A violência em todos os seus segmentos vem encontrando na cidade um vasto campo de atuação: drogas, estupro, assaltos.
Sabemos que os órgãos de segurança por “n” razões não é mais eficiente não por má vontade, mas o que se nota é o avanço da criminalidade e em mais um novo governo estadual petista, não enxergamos boas perspectivas de melhora para a segurança pública, para variar, apenas promessas de campanha.
Recentemente tivemos assalto, um ataque de estuprador no centro da cidade (o horário da ocorrência não justifica a falta de segurança) onde teoricamente isso não deveria ocorrer, pois estupros sempre são cometidos em locais desertos, e deixou claro o abandono do centro da cidade.
As drogas, essas nem se fala, é um câncer generalizado no país e aqui não é diferente, temos Caxias muito próximo para abastecer a cidade e pouco se ouve falar de apreensões ou investigações sobre o assunto.
Temos também a violência no transito que provocou varias vitimas no município e que também é um assunto que não depende apenas do poder publico, por ser outro problema generalizado no país.
Mas o que me chamou atenção através dos órgãos de imprensa local foram dois acontecimentos: um incêndio e o inicio da corrida a eleição 2012.
O incêndio ocorrido em nossa biblioteca publica e que também sediava a câmara de vereadores e o arquivo? Histórico, consternou boa parte da população pelo tamanho das perdas do sinistro.
Pois bem, se lança uma campanha de doação de livros que posteriormente passou a incorporar doação financeira para restauro do prédio.
Primeiramente, vou deixar um questionamento: É correto um prédio publico de grande serventia e com valor histórico não ter cobertura de seguro?
Acredito que os cidadãos jamais iriam imaginar que algum patrimônio público estaria descoberto de seguro. É correta a forma que a prefeitura vem cuidando do patrimônio publico?
Afinal, seria mais correto segurar o patrimônio publico ou adquirir um veículo oficial novo? O que seria mais caro e necessário para os cofres públicos?
Mas o que mais me deixou pasmo, e que não atingiu apenas a minha pessoa, mas de outros cidadãos ao lerem a edição do Jornal Nossa Terra é a seguinte afirmação:
“... E livros velhos, enciclopédias antigas, livros didáticos, revistas, jornais e demais materiais serão vendidos para reciclagem, para que, posteriormente, com esse valor, possamos adquirir livros novos.”
Enquanto cidadãos até de outros municípios se dispõem a doar, os responsáveis da biblioteca têm uma visão errônea do que sejam livros, revista, jornais antigos a ponto de considerarem papel reciclável.
Uma biblioteca de verdade além das estantes de uso normal, tem o seu acervo especial com edições antigas, assim como muitas bibliotecas tem, com livros até do século XIX tratados como raridades e disponível a pesquisa, jornais e revistas encadernados tudo disponível e jamais visto como papel reciclável.
Acredito que tenha sido um equivoco esta afirmação ou é um desconhecimento total sobre a importância de qualquer material impresso para uma biblioteca.
Falar em cidade culta, leitora, exemplo de preservação cultural e trazer uma afirmação dessas a público, é muito desastroso. Mostra desconhecimento e irresponsabilidade dos responsáveis da área cultural de nossa prefeitura.
Assim como há muito tempo se observa o desprezo sobre o arquivo histórico que se resume numa sala trancada e pouco divulgada e utilizada pelos cidadãos, e que na verdade deveria ser o exemplo do referencial de identidade cultural e histórico do nosso município, assim como em tantas outras cidades da região, os arquivos são referencias para estudos, e tratado com a devida importância para a manutenção da identidade cultural da cidade.
Pois bem, criaram-se muitos cargos na prefeitura nessa atual gestão, mas apesar da prefeitura afirmar sobre a importância dos elementos culturais de nossa cidade, estes que certamente vem antes de festivais, mascote do turismo local entre outras coisas, ainda não receberam a devida atenção e desenvolvimento de um trabalho profissional, tanto na biblioteca, que não se resume em cadastrar títulos e encher prateleiras, nem o arquivo histórico que certamente podemos afirmar estar esquecido de sua existência e importância para a cidade.
Cultura nos últimos tempos se resume em festival do folclore, bandinhas e outros elementos que possam trazer comercio para o município. Pelos valores que ainda temos o que vem sendo feito é pouco e está deixando se perder para as futuras gerações a verdadeira cultura local, em minha opinião por falta de conhecimento específico sobre o assunto.
O município pode ser pequeno, mas acredito que temos pessoas capacitadas nessa área que poderiam proporcionar um trabalho mais sério e com melhores resultados sobre os nossos valores culturais e investir melhor as verbas para a preservação e manutenção de nossos valores e patrimônios históricos e culturais, seguindo exemplo de outros municípios de nossa região.
Por fim, a corrida as eleições 2012. Com todas essas informações e questionamentos relatados acima será que a oposição lembrou-se de algum deles ou só lembrará meses antes da eleição como promessa de campanha? Não questiono a situação, pois está à frente, então deixo apenas a minha critica, deveras construtiva.
A lista de candidatos está grande, mas analisando friamente ainda se mostra com poucas opções de qualidade políticas e administrativas. Mas obvio que espero que melhore não só os candidatos, mas todas as demandas defasadas da gestão atual.





Princípios de uma política conservadora

 Olavo de Carvalho

1) Ninguém é dono do futuro. "O futuro pertence a nós" é um verso do hino da Juventude Hitlerista. É a essência da mentalidade revolucionária. Um conservador fala em nome da experiência passada acumulada no presente. O revolucionário fala em nome de um futuro hipotético cuja autoridade de tribunal de última instância ele acredita representar no presente, mesmo quando nada sabe desse futuro e não consegue descrevê-lo se não por meio de louvores genéricos a algo que ele não tem a menor ideia do que seja.
Quando o ex-presidente Lula dizia "não sabemos qual tipo de socialismo queremos", ele presumia saber: (a) que o socialismo é o futuro brilhante e inevitável da História, quando a experiência nos mostra que é na verdade um passado sangrento com um legado de mais de cem milhões de mortos; (b) que ele e seus cúmplices têm o direito de nos conduzir a uma repetição dessa experiência, sem outra garantia de que ela será menos mortífera do que a anterior exceto a promessa verbal saída da boca de alguém que, ao mesmo tempo, confessa não saber para onde nos leva.
A mentalidade revolucionária é uma mistura de presunção psicótica e de irresponsabilidade criminosa.
2) Cada geração tem o direito de escolher o que lhe convém. Isto implica que nenhuma geração tem o direito de comprometer as subsequentes em escolhas drásticas cujos efeitos quase certamente maléficos não poderão ser revertidos jamais ou só poderão sê-lo mediante o sacrifício de muitas gerações. O povo tem, por definição, o direito de experimentar e de aprender com a experiência, mas, por isso mesmo, não tem o direito de usar seus filhos e netos como cobaias de experiências temerárias.
3) Nenhum governo tem o direito de fazer algo que o governo seguinte não possa desfazer. É um corolário incontornável do princípio anterior. As eleições periódicas não fariam o menor sentido se cada governo eleito não tivesse o direito e a possibilidade de corrigir os erros dos governos anteriores. A democracia é, portanto, essencialmente hostil a qualquer projeto de mudança profunda e irreversível da ordem social, por pior que esta seja em determinado momento.
Nenhuma ordem social gerada pelo decurso dos séculos é tão ruim quanto uma nova ordem imposta por uma elite iluminada que se crê, sem razão, detentora do único futuro desejável. No curso dos três últimos séculos não houve um só experimento revolucionário que não resultasse em destruição, morticínio, guerras e miséria generalizada. Não se vê como os experimentos futuros possam ser diferentes.
4) Nenhuma proposta revolucionária é digna de ser debatida como alternativa respeitável num quadro político democrático. A revogabilidade das medidas de governo é um princípio incontornável da democracia, e toda proposta revolucionária, por definição, nega esse princípio pela base. É impossível colocar em prática qualquer proposta revolucionária sem a concentração do poder e sem a exclusão, ostensiva ou camuflada, de toda proposta alternativa. Não se pode discutir alternativas com base na proibição de alternativas.
5) A democracia é o oposto da política revolucionária. A democracia é o governo das tentativas experimentais, sempre revogáveis e de curto prazo. A proposta revolucionária é necessariamente irreversível e de longo prazo. A rigor, toda proposta revolucionária visa a transformar, não somente uma sociedade em particular, mas a Terra inteira e a própria natureza humana.
É impossível discutir democraticamente com alguém que não respeita sequer a natureza do interlocutor, vendo nela somente a matéria provisória da humanidade futura. É estúpido acreditar que comunistas, socialistas, fascistas, eurasianos e tutti quanti possam integrar-se pacificamente na convivência democrática com facções políticas infinitamente menos ambiciosas. Será sempre a convivência democrática do lobo com o cordeiro.
6) A total erradicação da mentalidade revolucionária é a condição essencial para a sobrevivência da liberdade no mundo. A mentalidade revolucionária não é um traço permanente da natureza humana. Teve uma origem histórica - por volta do século 18 - e terá quase certamente um fim. O período do seu apogeu, o século 20, foi o mais violento, o mais homicida de toda a História humana, superando, em número de vítimas inocentes, todas as guerras, epidemias, terremotos e catástrofes naturais observadas desde o início dos tempos.
Não há exagero nenhum em dizer que a mentalidade revolucionária é o maior flagelo que já se abateu sobre a humanidade. É uma questão de números e não de opinião. Recusar-se a enxergar isso é ser um monstro de insensibilidade. Toda política que não se volte à completa erradicação da mentalidade revolucionária, da maneira mais candente e explícita possível, é uma desconversa criminosa e inaceitável, por mais que adorne sua omissão com belos pretextos democráticos, libertários, religiosos, moralísticos, igualitários, etc.

Reagan homenageado na hungria como libertador do comunismo


Brasil do PT, brasil de hoje

1 – Nos obriga a votar – se não votamos temos que pagar R$ 7,02 por dois turnos faltosos para não perdermos nosso “precioso” título eleitoral e consequentemente o direito de tirar passaporte, fazer crediário, se matricular em instituições públicas, tirar documentos se o perdermos e isto nos faz cidadãos de segunda classe como consequência.


2 – Nos obriga a servir as suas falidas, sucateadas e miseráveis “forças armadas”- caso dos homens – temos que pagar multas que variam de 2 a 7 reais para sustentarmos quartéis sem comida, caindo aos pedaços e recrutas sem nenhum jeito para a vida militar. Forças armadas pobres que necessitam do alistamento militar obrigatório para sobreviver.

3 – Nos obriga a descontar um dia por ano para seus sindicatos pelegos e lacaios do governo. Um assalto a um dia de trabalho de quem não quer se sindicalizar.

4 – Nos obriga a ouvir Voz do Brasil em um determinado horário, sem opção de escolha. Herança da ditadura Vargas.

5 – Nos sufoca com uma carga tributária da Suécia e nos oferece serviços públicos do nível da África sub-saariana.

6 – Nos faz reféns dentro de nossas casas, enquanto os bandidos e criminosos estão soltos e aterrorizando cidadãos honestos.

7 – Tem um povo semialfabetizado, que tem cultura abaixo do nível para lutar por direitos básicos de cidadania.

8 – A saúde do povo é caótica, sofrendo de doenças como tuberculose, hanseníase, doença de Chagas, esquistossomose, cólera, malária, dengue e outras mazelas de países pobres.

9 – A corrupção de políticos, todo ano envolvido em escândalos e maracutáias.

10 – A política habitacional não existe, condenando gerações à especulação imobiliária e sem posse da sonhada casa.

Em suma, o Brasil é uma republiqueta. Charles De Gaulle estava certo, isto aqui não é um país sério.

Vídeo mostra a antessala do inferno.

 

Ninguem pode retrucar, se assumem veados e semideuses tb.


Agora tá! quem é Bolsonaro é homofóbico! O lider dos veados na camara não se ofende ao ser chamado de veado, mas pq o filho de Bolsonaro retrucou a gayzada é homofobico, criminoso?
O movimento gay é tão burro que n~çao enxergam serem massa de manobra da esquerda e do petismo, como podemos respeitar alguem, se eles proprios não se respeitam? se não fizessem o alarde que fazem por qualquer coisa que ocorra em relação a causa deles, seria muito mais etico que jogar as plumas e purpurinas pro alto.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Demóstenes Torres denuncia: Livros do MEC promovem MST, incesto, estupro, pedofilia e agressão a professores para alunos do ensino fundamental!

|

TEM GENTE METENDO A MÃO FORTE COM A IGREJA.QUE FALTA DE RESPEITO!

O PAPA DESBOCADO NO TWITTER

Witty Comics   O Papa Desbocado no Twitter
Clique na imagem para ampliar.

PT, DILMA, MULHERADA NO PODER...PURA TAPEAÇÃO!

De 1° de julho a 31 de dezembro de 2010, o palanqueiro ambulante acampou nas cercanias de quadras esportivas já em funcionamento, creches inacabadas e buracos de pedras fundamentais, para induzir a plateia a acreditar que contemplava mais uma etapa da construção do Brasil Maravilha.

Muito barulho por nada, avisa o balanço dos últimos seis meses do governo Lula.

Além da eleição de Dilma Rousseff, não foi concluída nenhuma obra efetivamente importante.

Administrativamente, foi um semestre perdido.

Tão perdido quanto o primeiro semestre do governo Dilma. Mãe do PAC e Madrinha do Pré-Sal, a candidata apresentou-se durante a campanha eleitoral como parteira do país mais que perfeito que Lula concebeu.

Tinha tanta intimidade com a máquina administrativa que os retoques finais no Brasil Maravilha começariam já no dia da posse.

Pura tapeação.

Passados seis meses, continuam nos palanques de 2010 as 500 Unidades de Pronto Atendimento, as 8 mil Unidades Básicas de Saúde, as 800 Praças do PAC, os 2.800 postos de polícia comunitária e as escolas de educação infantil, fora o resto.
A transposição das águas do São Francisco não tem prazo para ficar pronta.

O leilão do trem-bala será adiado pela terceira vez.

Os canteiros de obras da Copa e da Olimpíada estão despovoados.

Há seis anos no Palácio do Planalto, a superexecutiva acaba de descobrir que só a privatização livrará os aeroportos do completo colapso.

A compra dos caças reivindicados pela Aeronáutica ficará para quando Deus quiser.

As fronteiras seguem desprotegidas.

Das 6 mil creches prometidas na campanha, apenas 54 foram entregues.

Menos de 500 casas populares ficaram prontas.

E os flagelados da Região Serrana do Rio não deixarão tão cedo os abrigos onde sobrevivem desde as tempestades de janeiro.

A diferença entre o primeiro semestre da afilhada e o último do padrinho é que o ilusionista teve de deixar o palco em que esgotou o estoque inteiro de truques.

Livres da discurseira atordoante, os brasileiros puderam contemplar a paisagem mais atentamente.
O que estão vendo não rima com o que ouviram durante oito anos. Milhões já sabem que o paraíso só existe no cartório. Descobriram que o governo Dilma é a continuação do governo Lula, mas sem som e sem efeitos especiais.

Disso resulta a sensação de que a coisa conseguiu ficar pior.

Mesmo que sejam ambos bisonhos, a versão falada parecerá sempre melhor que o filme mudo.

Depoimento infeliz e vergonhoso

O ex-marido da presidente Dilma Rousseff, Carlos Araújo, afirmou em depoimento gravado para a novela ‘Amor e Revolução’, do SBT, que sua ex-mulher sente orgulho do que fez durante a ditadura. Fonte: Estadão

Sentir orgulho por ter lutado e derramado sangue de inocentes para implantar uma ditadura no proletariado no Brasil?

Deveria ter vergonha! Deveria estar arrependida.
Dilma mente ao dizer que lutou pela democracia no Brasil. Todos nós que vivemos aquela época sabemos disto.  A guerrilha lutava por um regime comunista nos moldes cubanos, esta é a verdade

O QUE FAZER PRA TRABALHAR EM DIAS DE FRIO!

ESSE É O FRIO DA SEMANA NA SERRA GAUCHA!

TEM MUITOS DESSES NO BRASIL

No video mostra uma aula de religião, mas no Brasil estamos repletos destes pseudo professores apoiados pela pedogogia esquerdista freiriana que não ensinam, compartilham, nada é importante, tudo é um paraíso... E assim a educação brasileira vai para o ralo. O video mostra bem o que é os professores no Brasil, mas pelo jeito o freirianismo chegou tb na terra de Tio Sam pelas maos dos democratas.

JEAN VEADO WILLYS, MOSTRANDO A OUTRA PARTE DO BRASIL QUE NÃO CONHECIAMOS!

Por dez votos a sete, o Conselho de Ética da Câmara rejeitou nesta quarta-feira a representação contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). A maioria dos integrantes do colegiado entendeu que o deputado tem o direito de expressar a sua opinião e portanto votou contra o relatório de Sérgio Brito (PSC-BA), que pedia a abertura do processo. Durante a sessão, Bolsonaro trocou acusações com Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Chico Alencar (PSOL-RJ). Wyllys disse que Bolsonaro tinha que limpar sua boca para lhe dirigir a palavra. "Tenho orgulho de ser chamado de veado por outro veado. E o sr. tem que lavar a boca, pois sou homossexual com 'h' maiúsculo, de homem, coisa que o sr. não é", afirmou. Wyllys disse que Bolsonaro usou da homofobia, que não é crime, para justificar o crime de racismo

JEAN "ASSUMIDO" WILLYS TÁ SURTANDO OU SE APAIXONOU POR BOLSONARO?



O Conselho de Ética da Câmara rejeitou, como se lê abaixo, a representação contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). Como? Bolsonaro é uma pessoa de defesa incômoda? Não para quem tem, como este escriba, a Constituição como referência. Processá-lo seria ferir os artigos 5º e 53 da Constituição. Simples assim. Pouco importa se eu ou você gostamos dele ou não. A Constituição não está aí para que a gente persiga aqueles de quem não gosta, não é mesmo, deputado Jean Wyllys? E só para considerar rapidamente o mérito: restou evidente que Bolsonaro se confundiu ao dar a resposta a Preta Gil — isso não torna a sua fala necessariamente boa, mas esse é outro problema. Ignorar que o deputado é casado com uma mulher que os próprios militantes negros chamariam “negra” é querer condená-lo contra a evidência. No que diz respeito à senadora Marinor Brito, há uma inversão óbvia: foi ela quem agrediu Bolsonaro fisicamente, não o contrário. Adiante.
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), dando seqüência à sua sede pelo estrelado, também acha, vejam vocês, que chamar alguém de “veado” é uma ofensa! Não aceitarei que vocês façam isso aqui e cortarei comentários com este teor, já advirto, mas estará apenas fazendo a vontade de Wyllys quem, a partir de agora, o chamar de “o deputado veado Jean Wyllys”. Como deixou claro, ele se orgulha. Se bem que fez uma ressalva: esse orgulho está condicionado ao fato de o outro também ser “veado”. Bolsonaro, que se saiba, é heterossexual. Mas estamos vivendo dias em que os “veados” decidem quem é e quem não é um deles.
Há um paradoxo no destempero da Natalie Lamour da Câmara — referência apenas à sua atração pelos holofotes, não à sua condição sexual ou a seus dons da natureza: se o PLC 122 já tive tivesse sido aprovado, só a imunidade parlamentar livraria o deputado de um processo por homofobia. NOTEM QUE ELE CHAMOU DE “VEADO” UM ADVERSÁRIO POLÍTICO, alguém que visivelmente detesta; apela a uma suposta condição sexual para ofender a outra parte. Não estaria caracterizada a “homofobia”? Alguém diria: “Que absurdo! Jean é que é homossexual; Bolsonaro, não!” Sim, eu sei. Mas quem quer criminalizar palavras são os defensores da PLC 122, como Wyllys.
Ou, então, imaginem o seguinte diálogo:Juiz - Sr. Jean, o senhor chamou o sr. Bolsonaro de veado?
Jean - Chamei, sim, meritíssimo.
Juiz - Foi para desqualificá-lo que o fez?
Jean - Confesso que sim, meritíssimo.
Juiz - Sr. Bolsonaro, o senhor é veado?
Bolsonaro - Não, meritíssimo.
Juiz - Então não há crime aqui.
Agora outro:Juiz - Sr. Bolsonaro, o senhor chamou o sr. Jean Wyllys de veado?
Bolsonaro - Chamei, sim, meritíssimo.
Juiz - Foi para desqualificá-lo que o fez?
Bolsonaro - Confesso que sim, meritíssimo.
Juiz - Sr. Jean, o senhor é veado?
Jean - Sou, meritíssimo.
Juiz -
Então, sr. Bolsonaro, eu o condeno por homofobia.
Entre os privilégios pretendidos pelos sindicalistas gays com o PLC 122, estaria o monopólio do direito de chamar seus desafetos de “veados”? A “homofobia” praticada por homossexuais seria ou não passível de punição?
A sessão do Conselho de Ética evidenciou o grau de seriedade do debate. Wyllys pode até ser homossexual” com “H” maiúsculo. Precisa aprender que nem ele tem o direito de ser um parlamentar e de usar um vocabulário com, respectivamente, “p” e “v” minúsculos. Ser veado não desqualifica ninguém, como ele sugere. Mas também não dá direitos especiais a ninguém. Não ainda ao menos.
Por Reinaldo Azevedo

REUNIÃO DOS CAQUETICOS DO FORO DE SAO PAULO

Na reunião dos caquéticos marxistas do Foro de São Paulo, Dilma se sentiu bem a vontade, até cara de tonta ( como ela é) fez para os fotografos. uma vergonha atrás de outra.
Presidanta perdida, ex presideus que não larga a teta, corrupção comendo solta, impostos nas alturas, inflação ressuscitada pelo PT, e o povo se preocupa com Seleção Brasileira, Movimento Gay, Novela da globo.... por favor! o caos está batendo a porta e nem a direita e muito menos menos a esquerda burra e cega enxergam o estrago que este Partidão está fazendo no Brasil. Chorar depois não adianta, se algo tem de ser feito é já.

BOLSONARO ABSOLVIDO

Jair Bolsonaro durante discussão com Marinor Britto - Foto de André Coelho BRASÍLIA - Por 10 votos a 7, o Conselho de Ética da Câmara não aceitou, nesta quarta-feira, a admissibilidade do processo contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) por quebra de decoro parlamentar. Embora o deputado federal Sérgio Brito (PSC-BA), relator do processo disciplinar contra Bolsonaro, tenha elaborado um parecer que pede a continuidade da investigação, o documento foi rejeitado.
Antes da votação, Bolsonaro declarou ter certeza de que seria absolvido.
- O que está em questão é minha prerrogativa de manifestar minha opinião - afirmou, completando: - Se eu estivesse errado, a presidente Dilma (Rousseff) não teria mandado recolher ao armário o kit gay.

O processo foi provocado por uma representação do PSOL, que acusa Bolsonaro de abusar das prerrogativas de parlamentar ao disseminar preconceito e estimular violência com declarações contra negros e homossexuais. A representação cita declarações do parlamentar e uma discussão entre ele e a senadora Marinor Brito (PSOL- PA) em maio, durante debate sobre o projeto que criminaliza a homofobia que tramita no Senado.
Ainda nesta quarta-feira, o deputado participou de audiência sobre a Comissão da Verdade, realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias. O debate, com parentes de desaparecidos políticos, girava entorno do Projeto de Lei que institui a Comissão Nacional da Verdade.
Havia cerca de 100 parentes no local, e o deputado, que defende o papel dos militares no regime que vigorou entre 1964 e 1985, entrou no Plenário sob gritos de "canalha", "torturador", "o erro foi vocês não terem matado todos".
Depois de passar cerca de dez minutos em pé, entre os participantes, e em silêncio, Bolsonaro deixou o Plenário.

A FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL


O buraco da UnB. O símbolo de uma administração falida. É assim que o PT cuida do Brasil

ESSE É O BRASIL DO PT! E OS HERMANOS MAIS POBRES COM CARROS MAIS BARATOS

DA CARTILHA DO PT E SUA MANADA DE CEGOS SEGUIDORES.

"Acuse-os do que você faz, ensinava Lênin".

Essa maxima o PT pratica ao pé da letra. Bela cartilha nosso governo se baseia, cartilha mentirosa, corrupta e totalitaria. parabens petistas, vcs são muito inteligentes...pra o que não presta.

INTEGRAÇÃO DO HOLODOMOR (HOLOCAUSTO UCRANIANO) COM A MEMÓRIA CULTURAL EUROPÉIA E MUNDIAL

Yurii Shapoval
Em 11.05.2011 na "Kyivo-Mohylianska Academia" foi apresentado o livro do professor americano, da Universidade de Stanford Norman Naymark



"Genocídios de Stalin" 

 

 

Wikileaks: Para China, Brasil não tem capacidade de liderar

Documentos obtidos pelo Wikileaks e revelados pela agência A Pública mostram que, na avaliação do ex-embaixador chinês em Brasília, a China acredita que o Brasil não tem "capacidade e influência" para ser líder e que as ambições do país excedem seu verdadeiro peso no cenário internacional.

O Crack continua fazendo vítmas. E a grana para a Copa vai sigilosamente

Durante a campanha de 2010 a então cãdidata Dilmarionete Rousseff disse que iria que uma de suas prioridades de governo se eleita seria o combate ao crack.
Bem, já se vão ai quase 7 meses de governo e o que vejo é aumentar o número de crianças e jovens se jogando no uso da droga. Os governos nada fazem, as autoridades políciais dizem que é um problema de saúde e os prefeitos dizem que é um problema polícial.
O que acontece na verdade é a total falta de política séria para combater o tráfico, que é um problema polícial, e para ajudar aos viciados, que é um problema de saúde.
Em algumas cidades como SP, a cracolândia situa-se no centro, e em uma área em que a prefeitura pretende reurbanizar, e a solução está em fazer pressão até que os viciados se mudem para outro lugar. Simples assim.
No Rio de Janeiro a prefeitura em colaboração com o governo do estado está retirando das ruas "na marra" os menores de idade que são usuários das pedras, e levando-os para locais apropriados para possível tratamento.
A iniciativa do Rio é a única até agora que parece que vai levar adiante o combate ao uso das mortais pedras. Até que algum gênio das leis não se meta nessa encrenca e faça alguma ação pública proibindo as autoridades cariocas de retirarem os menores à força. Sabem como é...a velha conversa de liberdade individual.
Aqui em Santos os viciados em crack se situam no Bairro do José Menino, ao longo da antiga linha férrea que foi desativada há alguns anos. O local é praticamente fora da visão da população da cidade, e isso traz para os usuários uma certa "privacidade". Acontece que o uso por lá é totalmente liberado, mas o dinheiro para que se consiga a tal pedra é buscado no entorno da região, nos comércios ou pedindo aos transeuntes, pequenos roubos e furtos estão aumentando na área, e a polícia....
Ontem pela manhã por motivos profissionais fui até o bairro e ao estacionar o carro tive um triste encontro que vou relatar abaixo.

Ao estacionar o carro percebo a aproximação de uma adolescente de no máximo dezesseis anos, morena, cabelos longos, até que muito bem arrumadinha, e batante bonita para a idade. O rosto ainda carrega as marcas de espinhas, e o que me chamou a atenção e me deixou em alerta foi o fato de apesar das boas roupas ela estava descalça. Os pés muito sujos e machucados.

- Moço, tem uma moeda para me dar?
- Não, não tenho.
- Um Real?
- Não!
- Por dez eu faço uma chupeta para você!
- Menina, quantos anos você tem?
- Eu quero dinheiro, minha idade não te interessa,  você tem dinheiro para me dar?
- Já disse que não!
- Quer trepar? 30 reau.
- Menina onde está a sua família?
- Se não tem dinheiro para me arranjar e não quer trepar, vai tomar no **!!
- Olha, você é jovem, é bonitinha, deve ter uma família, o que é que você está fazendo na rua menina?
- Olha tio eu quero grana para comprar pedra.
- Mas e sua família?
- Quer me comer é 30 reau, por 40 dou o **!!
- Vá embora menina..
- Vo sim e voce...vai se fude!!

Ela virou-se e foi em direção ao final da rua onde é a entrada da cracolândia.
Esse encontro me deixou extremamente indignado, e ao chegar à loja de meu amigo comentei o fato e ele disse saber quem é a menina. 
Segundo ele, a mocinha é filha de uma família pobre, os pais da menina sempre estão por lá em sua busca, as vezes conseguem retira-la do local, levam para casa dão banho e comida tentar internação que nunca acontece.
Na região existem várias casas antigas que são muito grandes e acabaram se tornando alojamento para peões de obra da construção civil. E é nesses locais que segundo o meu amigo, essas meninas de...PASMEM, 10,12,14 anos circulam vendendo favores sexuais para sustentar o vício.
A promiscuidade e a falta de cultura desses homens faz com que meninas cada vez mais novas viciadas em Crack se prostituam em busca de dinheiro. Elas chegam a fazer em uma noitada vários programas seguidos. Agora pergunto...qual a estrutura física de uma menina de dez anos para fazer sexo com adultos diversas vezes por noite?  O que será o futuro dessa criança? 
Minha indignação chegou ao ponto de eu buscar ajuda na polícia.
Ligo para 190 e relato o acontecido, a resposta. O Crack é um prolema de saúde pública, tem que ligar para a prefeitura na secretaria da saúde.
Ligo na secretaria e me mandam ligar para a guarda municipal.
Ligo para a guarda municipal e a resposta: Isso é com a polícia.
Procuro o conselho tutelar, eles se propuseram a me ouvir e pedir uma investigação sobre a PROSTITUIÇÃO, o crack não é com eles.
Agora pergunto. Quem é que é o responsável por essa situação?
A população fica à mercê de pequenos zumbis totalmente drogados.
As autoridades se fingindo de mortas.
E a peãozada se "divertindo" com a tragédia humana. 
E nada é feito para que essa situação acabe.
Fico imaginando o que acontece com aquela menina que se ofereceu a mim...Se nas ruas ela aceita fazer programas com desconmhecidos em troca de dinheiro, o que ela será capaz de fazer lá no meio dos viciados em troca de uma pequena pedra?
Enquanto isso lá em Brasília os honestos e probos deputados votaram pelo sigilo nas obras da copa. Para estádio de futebol a grana é farta, para reabilitar essa juventude que se perde nas drogas não existe dinheiro.
E o povão feliz feito pinto no lixo com futebol e celessão brazileira.

Um pouco da História do Brasil

Este é o Socialismo que Leonardo Boff e o PT querem para o Brasil

FRIO NA SERRA GAUCHA


Com o frio rigoroso que atinge a serra gaúcha neste inverno, sete pinguins da espécie magalhães passam o tempo entre a água e o ambiente aquecido com ar condicionado no zoológico de Gramado. Quando a temperatura baixa dos 3ºC, o equipamento é acionado.
Além das aves, primatas e répteis do local estão sendo auxiliados com cobertores e aquecedores a óleo.
— O ar fica acionado em torno de 25ºC até que a temperatura do ambiente deles suba dos 10ºC, o que é ideal para esta espécie — explica o médico-veterinário do GramadoZoo, Rafael Pagani.

terça-feira, 28 de junho de 2011

RINGO STARR EM PORTO ALEGRE!

Damian Dovarganes / AP
Luís Bissigo  

Vai começar tudo de novo: expectativa, disputa por ingressos, vigília em aeroporto e hotéis, nostalgia. Um ano depois da apoteose de Paul McCartney, agora é Ringo Starr quem vem à cidade, em 10 de novembro.

Ele mesmo, Ringo: o beatle mais engraçado, o baterista que já era estrela em Liverpool antes de os Beatles se consolidarem, o sujeito que cantou Yellow Submarine e With a Little Help From My Friends, o primeiro a sair da banda (por alguns dias, durante as gravações do Álbum Branco de 1968), o único que conseguiu gravar com todos os outros ex-companheiros depois do fim do grupo.

Ringo vem com sua All-Starr Band, uma caravana que se reúne a cada dois verões, desde 1989, para turnês despretensiosas, nas quais o repertório é de sucessos - de Ringo, dos Beatles e de quem estiver na trupe. A formação é mutante - Roger Hodgson (Supertramp), Jack Bruce (Cream) e Colin Hay (Men at Work) são alguns que já tocaram com Ringo nesse circo. Na escalação deste ano, que está em turnê pela Europa, o nome mais reluzente é o do saxofonista e tecladista Edgar Winter - que inclusive já veio a Porto Alegre.

Com a All-Starr, Ringo está sempre cercado de excelentes músicos. Ele mesmo também o é, embora não pareça - mesmo sem grandes virtuosismos, era ele o baterista certo para o som dos Beatles, e isso diz tudo.

Pode não ter desenvolvido uma carreira solo tão consistente, mas tem seus bons momentos - o disco mais recente, Y Not (2010), por exemplo, merece uma conferida.

Ringo vai completar 71 anos no próximo dia 7, tocando na mesma Hamburgo em que dividia o palco com os Beatles nas noitadas roqueiras pré-estrelato. E agora, o cara mais bonachão do rock'n'roll surpreende a todos anunciando que vem ver de perto o fervor dos fãs brasileiros.

Assim a beatlemania não vai acabar mesmo.

O FRIOOOOOOO!


O frio das manhãs deve se manter ao longo da semana no Rio Grande do Sul. Nesta quarta-feira, ainda pode ocorrer geada forte e registro de temperaturas negativas em alguns pontos.
A partir de quinta-feira, a tendência é de temperaturas acima de 5 e 6°C na maioria das cidades. As tardes ficarão gradativamente mais agradáveis, com o predomínio de sol e pouco vento.
A instabilidade deve retornar no fim de semana. Entre a sexta e o sábado volta a chover no norte do Estado com risco de chuva forte localizada.
Em Gramado, segundo a Estação Meteorológica da RBS, a mínima deve ser de 1ºC nesta madrugada, com sensação de -4ºC.

GREVE DOS PROFESSORES EM SC

Em greve há 40 dias, os professores da rede estadual de ensino de Santa Catarina realizaram um "panelaço" diante da secretaria de estado da Educação, no centro de Florianópolis, na tarde desta terça-feira. Cerca de mil professores, de acordo com os cálculos da Polícia Militar, caminharam pelo centro de cidade e pararam diante do prédio da secretaria.
Acompanhados por um trio elétrico, os grevistas pediram a saída do secretário da pasta, o engenheiro Marco Tebaldi (PSDB). Após caminharem por várias ruas do centro e passarem pelo prédio da Assembleia Legistativa, os professores pararam diante da secretaria.
Com muitos cartazes e inclusive participação de pais de alunos matriculados na rede estadual, os professores gritaram, apitaram e chegaram a promover danças de quadrilha. Com panelas e frigideiras na mão, os manisfestantes fizeram muito barulho e chegaram a "batucar" nas grades do prédio público.
De acordo com a PM catarinense, não houve maiores incidentes durante o manifesto. A cordenação do Sindicato de Trabalhadores da Educação de Santa Catarina informou que o ato contou com a participação de professores da região metropolitana e de cidades como Criciúma, Chapecó, Itajaí e Joaçaba.

LABORATORIO EDUCACIONAL DOS BILDERBERG

Os professores e funcionários da pré-escola "Egalia" evitam usar palavras como "ele" ou "ela" e em vez disso se dirigem aos mais de 30 meninos e meninas, de idades variando entre 1 e 6 anos, como "amigos".
"A sociedade espera que as meninas sejam garotinhas gentis e elegantes, e que os meninos sejam viris, duros e expansivos", Jenny Johnsson, uma professora de 31 anos na escola que é sustentada por impostos dos trabalhadores suecos, disse para o jornal Daily Mail. "Egalia lhes dá uma oportunidade fantástica de ser quem quer que eles queiram ser". A diretora Lotta Rajalin disse para a Associated Press que a escola contratou um "pedagogo de diversidade sexual" para ajudar os professores e funcionários a remover as referências masculinas e femininas na linguagem e conduta, indo ao ponto de garantir que os jogos infantis de blocos Lego e outros brinquedos de montagem sejam mantidos próximos aos brinquedos de utensílios de cozinha a fim de evitar que algum papel sexual tenha preferência. Os pronomes suecos "han" e "hon" (ele e ela), por exemplo, foram substituídos na escola pela palavra sexualmente neutra "hen", um termo inventado que não existe em sueco, mas é amplamente usado pelas feministas e homossexuais.
"Nós usamos a palavra 'Hen' por exemplo, quando um médico, policial, eletricista ou encanador, etc., está vindo à pré-escola", disse Rajalin. "Nós não sabemos se é ele ou ela. Por isso, dizemos: 'Hen está vindo aqui lá pelas 14h'.
Então as crianças poderão imaginar tanto um homem quanto uma mulher. Isso amplia a perspectiva delas".
Além disso, não há livros infantis tradicionais como Branca de Neve, Cinderela ou os contos de fadas clássicos, disse Rajalin. Em vez disso, as prateleiras têm livros que lidam com duplas homossexuais, mães solteiras, filhos adotados e obras sobre "maneiras modernas de brincar".
"Um exemplo concreto poderia ser quando as meninas estão brincando de casinha e o papel de mãe já foi pego por uma e elas começam a disputar", disse Rajalin. "Então sugerimos duas ou três mães e assim por diante".
Contudo, nem todos os pais suecos estão apoiando a agenda de seu país que está eliminando os papéis sexuais.
"Diferentes papéis sexuais não são problemáticos enquanto têm valor igual", Tanja Bergkvist disse para a Associated Press, denunciando o que ela chamou de "loucura da diversidade sexual" na Suécia.
Bergkvist comentou que aqueles que estão promovendo a igualdade entre os sexos com iniciativas que demolem os papéis sexuais "dizem que há uma hierarquia onde tudo o que os meninos fazem recebe importância mais elevada, mas fico pensando: quem é que decide o que é que tem valor mais elevado? Por que há um valor mais elevado em brincar com carros?"
Bergkvist, que é uma crítica eloquente da promoção que o Estado faz de uma estrutura sexualmente neutra nas escolas e de ambientes acadêmicos focados em estudos de diversidade sexual, comentou em seu blog como exemplo da "loucura da diversidade sexual" no país que o Conselho de Ciências da Suécia, que é sustentado pelo governo, deu uma verba de 80 mil dólares para bolsas de estudos de pós-doutorado para pesquisas no "trompete como símbolo de diversidade sexual".

FRIO NA SERRA GAUCHA: MANHÃ DE 28/06/2011



ATAQUE DA GAYSTAPO!


A primeira é sobre o vilipêndio religioso ocorrido na última Parada Gay de São Paulo. Sobre isto, cabe dizer:
1. Nada de novo sob o sol, porque qualquer pessoa que esteja minimamente familiarizada com o Movimento Gay sabe do que eles são capazes [veja-se, à guisa de exemplo, este vídeo profundamente blasfemo (sem sombra de exagero, não é recomendado para pessoas sensíveis) feito em San Francisco, durante a última Páscoa; deste eu havia visto algumas fotos, mas o vídeo é muito mais chocante - salvem antes que ele seja retirado do youtube].
2. É bastante óbvio que tal ato configura “vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso” e, portanto, é crime.
3. Pior do ser crime, tal ato revela uma degeneração moral que chega às raias do patológico, uma hipocrisia tão gigantesca que não se encontra em pessoas normais: ninguém pode nem olhar torto para um gay que eles começam a rasgar as vestes histericamente, gritando “homofóbico, homofóbico!”, mas eles próprios se arrogam o direito de debochar da Fé Católica e de colocar imagens de santos em situações eróticas sem que vejam nenhum problema com isso!

A ENFERMEIRA DE HUGO CHAVEZ


Revelação de foto da enfermeira que cuida do ditador venezuelano, capturada em cartaz do movimento homoafetivo espanhol.

A NOTÍCIA PROIBIDA DE SER DIVULGADA


O suicídio do general Valter BischoffPor José Geraldo PimentelCap Ref EB


A imprensa não noticiou o suicídio do general Valter Bischoff, fato ocorrido em Brasília. Alguns sites transcreveram a nota escrita por Félix Maier (site Usina de Letras), seu amigo particular. Surgiram interpretações na Internet dando uma causa escabrosa para a atitude estremada do oficial. Essas informações não puderam ser confirmadas, dado que o suicídio foi abafado. Eu, no meu site, transcrevi os fatos baseados nos e-mails de pessoas que estiveram próximas do local da tragédia. Comentaristas conhecidos como Cláudio Humberto e Ancelmo Gois, papas da informação em primeira mão, emudeceram.
Não é certo negar-se o direito da imprensa informar para os seus leitores os acontecimentos. Essa proibição revela a fragilidade dos nossos meios de comunicação.


No Brasil a imprensa é livre, mas até certo ponto. Uma ameaça de fechar as portas para contratos de publicidade institucional, e a mordaça está aplicada. Ninguém quer tirar de circulação o seu veiculo de informação por falta de publicidade.
A ‘pedido’ do (a) missivista Ananda Tostes retirei de minha matéria a parte que não chegou a ser confirmada oficialmente. Este cidadão ou cidadã poderia ser mais formal. Ameaças de processos, ressarcimentos por danos morais e outras filigranas jurídicas, são coisas de ditaduras fascistas.
"Não existe liberdade de imprensa pela metade". Já disse o ministro do Tribunal Superior Militar, Artur Vidigal de Oliveira.


Faço este ajuste no texto em respeito aos familiares do morto. Mas no momento que me chegarem documentos comprobatórios do que realmente aconteceu, -resultado da perícia técnica, testemunhos, etc., - voltarei à carga.
O silêncio gera especulações, e a verdade passa a ser meia verdade.


Não me cabe fazer juízo de valor sobre a natureza do suicídio. Não vejo desdouro e nem covardia o indivíduo dar cabo de sua própria vida. É preciso muita coragem para chegar a este ponto. Se um dia me sentir na contingência de apelar para o suicídio, tenho certeza que o farei, e não me sentirei um covarde no momento do ato extremo.
O general Valter Bischoff é o terceiro oficial graduado que se suicida nos últimos anos. E nem será o último.


Fazer crer que a dor de uma família de um general é maior do que o sofrimento de outra família de menor projeção na mídia, é um ato de discriminação. É prepotência, incabível em qualquer sistema de governo. Ou a democracia em que vivemos é de mentirinha? A verdade só é válida para os outros? As mazelas de nós militares e as patifarias dos que nos governam, são sagradas?
O Exército não pode ocultar a verdade sobre a morte do general Valter Bischoff. Os bizus que circulam no meio militar são muito fortes. Os generais que se mataram no Haiti e em Juiz de Fora também tiveram as causas de suas mortes escamoteadas. Isso não é bom para a democracia e para uma instituição séria como as Forças Armadas. Esconder a verdade, só deixa as especulações prosperarem!

Se o Exército fosse menos ‘cuidadoso’ em esconder os fatos que acontecem com seus quadros, não haveriam questionamentos. Os fatos são fatos e acontecem. Não tem como esconder! Dá menos trabalho falar a verdade, do que depois querer remediar o que deixou de ser dito.
Pergunto: Por que as nossas autoridades militares aceitam caladas todos os tipos de provocações contra a instituição militar e se fazem de ‘macho/man’ contra a imprensa, negando-lhe o direito de noticiar fatos que acontecem eventualmente na vida de um militar? Será que a pessoa física é mais importante do que a instituição militar?


O militar é um cidadão como qualquer outro indivíduo. Tem suas fraquezas, suas paixões, seus arroubos, traem e matam por amor; do contrário a instituição militar seria formada por robôs. É bom que o militar demonstre os seus sentimentos, porque se mostra exatamente igual à qualquer cidadão de carne e osso!

Abomino os certinhos. Desprezo os que acham que o militar não pode errar por ser um soldado! Errar no sentido do ser humano. Não nas práticas delituosas useiras e vezeiras dos nossos políticos e empresários pouco afeitos à moralidade pública.


Todos amamos e gostamos de ser amados! Quem nunca errou que atire a primeira pedra. Os falsos puritanos imaginam que ser um soldado, é ser um eunuco. “Se é casado, não trai!” Apelam. Não existem homens exemplarmente fiéis. Mulheres comportadas, só até receberem a primeira cantada. Se são muito quietinhas, são as mais vulneráveis! (Não vão as mulheres quererem avançar sobre mim com um rolo de amassar trigo! Se querem uma desforra, procurem-me com carinho. Sou igual a um bebê chorão. Adoro um colo de mulher!).


Nem as patricinhas do clube das certinhas, que interferem na indicação dos candidatos ao generalato, conseguem acertar em seus julgamentos. (Antes que duvidem desta observação, a informação partiu de um conceituado oficial general!).


- Este não pode ser promovido, porque é um comedor. Diz uma das presentes à reunião.
- Ah! Este já devia ter saído general. É uma moça! Imagina ele ser uma galinha! Defende uma observadora.
Engano completo. Na hora da seleção ao quadro do generalato, os coronéis, todos, transformam-se nuns santinhos. Santinhos de pau oco! Só suas esposas que sabem da verdade!
As patricinhas reúnem-se no Santo Ofício e fazem a seleção preliminar dos oficiais que poderão ter acesso ao generalato. São rigorosas na seleção. Não admitem que um Don Juan entre no ciclo de seus maridos. ‘Uma laranja podre contamina todo o cesto.’ Neste ponto concordo com elas. Na preservação do cesto de laranjas!


Feita a seleção preliminar, os aprovados reúnem-se com as esposas e começam a fazer planos para o futuro. Seleção do taifeiro, do estilo da casa onde passarão a morar, do modelo do carro e a aquisição do novo enxoval. Claro: A escolha do carregador de mala! (Vulgarmente chamado ‘ajudante de ordem’!). Problemas com a situação da tropa, nem depois de oficialmente promovidos. Cansa pensar em baixos salários, em interstícios e promoções para graduados. O ministro da Defesa que resolva! Se veste um uniforme de general, deve ter competência para gerenciar a instituição militar. E lavam as mãos!


O rigor na seleção dos candidatos ocorre no acesso ao generalato. Depois passa a pesar para as promoções futuras o grau de habilidade em lidar com as circunstâncias, como ser mais bajulador, cumprir rigorosamente as ordens do comandante de área, do ministro da Defesa, etc.

Uma cadeia de superiores a quem deve obediência. O passo seguinte, - que dá maior visibilidade ao futuro candidato ao posto imediato, - é fazer parte do clube dos ‘mercadores de medalhas’! Distribuir o maior número de medalhas para os ex terroristas e guerrilheiros. Tem agraciados que nas formaturas carregam medalhas no bolso, pois não sobra espaço no peito para tantas insígnias militares. E para não deixar passar em branco a presença dessas medalhas, deixam parte da fita do lado de fora do bolso. É como dizer: “Aqui tem mais medalhas!” Mais uma forma de dar visibilidade ao candidato é freqüentar finais de banquetes. Cumprimentam os presentes e depois passam na cozinha.


- Moço. Diz para o maître. Estou indisposto. Prepara uma quentinha para levar para casa. Janto depois.
Estes senhores são ‘persona non grata’ nas reuniões comuno-petistas. Comem as sobras de banquete!
O artifício tem levado muitos generais a ultrapassar as medidas da cintura.
No hospital o endocrinologista recomenda.
- General, o senhor tem que cuidar mais da saúde. Está acima do peso. Diminua a quantidade do alimento e faça caminhadas!
- Eu, caminhar? Putz grill!

Para muitos, os generais são umas máquinas de cumprir ordens. Disciplinados!
Os muitos disciplinados são por natureza uns covardes. Uns ‘Gados fardados’! O dia 31 de março último desnudou a maioria deles!
Vivam os que amam; e por amar, são capazes de matar! Mas não matem! Quem ama verdadeiramente, não mata! E nem se suicida. Continuem vivos para amar!

BRASIL: VOCE É BRANCO, CRSTÃO E HETERO? QUE AZAR, HEIN!

Ives Gandra da Silva Martins*Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se autodeclarem

Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles!
Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.


Os índios que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado.
Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios, que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.


Aos "quilombolas", que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências (algo que um cidadão comum jamais conseguiria!)

Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse "privilégio", porque cumpre a lei.

Desertores, assaltantes de bancos e assassinos que, no passado participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para "ressarcir" aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que é de perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?

Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.

(* Ives Gandra da Silva Martins é renomado professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo).

VIDEOS BOMBASTICOS! CONFIRAM

BOMBÁSTICO!!!

Testamento ideológico de Horst Mahler


Última tomada de posição antes da sua detenção em 25.02.2009


É desta maneira que tenho de os contactar, pois deixei de ter a possibilidade de me fazer ouvir de outra forma. Vou ser condenado e preso. Aproveito a ocasião para voltar a explicar, resumidamente, do que se trata, na realidade.


Muitos perguntam-me: porque é que o fizeste? Podias ter sido muito mais eficaz cá fora. Vais desaparecer, e ninguém ganhará nada com isso.


Essa é uma maneira de ver as coisas totalmente errada. Não se trata de nos terem tirado o direito de manifestarmos livremente a nossa opinião. Isso ainda poderíamos aceitar. O facto de eu emitir, ou não, a minha opinião, não abala o mundo. Não se trata de termos o direito de emitir opinião, não se trata de termos liberdade de opinião e de a darmos a conhecer.



O advogado alemão Horst Mahler


Quando sabemos, como é o meu caso, que a religião do Holocausto, na sua essência, visa a destruição do povo alemão, que a religião do Holocausto é o assassínio da alma do povo alemão – e que cada alemão é atingido por isso – então, trata-se do direito à defesa. Esperam que nos deixemos assassinar sem oferecer resistência, que deixemos matar a nossa alma? Quem quer provar com argumentos legítimos que isso seria algo criminoso?


Nós, o povo, somos seres vivos. Temos uma alma. Somos seres espirituais. E a maneira mais segura de acabar com um ser espiritual é destruir o seu espírito, a sua alma, de forma que já não saiba quem é. Esta é precisamente a estratégia do nosso inimigo quando nos obriga a não questionar essa religião do Holocausto, a não demonstrar que o Holocausto não existiu, e consequentemente não ter de o provar. Ele quer que aceitemos isto. Sabemos quem nos fala – um assassino, um genocida! Então, não vou escutar os seus argumentos, vou procurar a maneira de o afastar do poder que ele tem sobre nós.


A única arma que temos ao nosso alcance é a verdade.


A particularidade da história da minha vida é eu ter entrado para a política de uma forma bastante violenta, na Fracção do Exército Vermelho (RAF) que aderira ao conceito da luta armada contra o sistema (afirmo-o de uma forma geral). O motivo que nos levou a seguir este caminho foi o facto de acreditarmos no Holocausto! Acreditávamos no que nos ensinavam nas escolas, no que toda a imprensa proclamava. É o que eu tinha interiorizado, e procurava uma forma de me libertar desse complexo de culpa.


Não vou enumerar aqui os pormenores desse processo. Isso é um outro capítulo. Importante é saber que eu acreditava no Holocausto.


A dada altura, fui confrontado com a pergunta se, como advogado, eu queria defender Frank Rennicke, um cantor alemão, que fora acusado de negar o Holocausto e condenado na primeira instância.


Evidentemente que sim. Quando me fazem uma pergunta dessas, como advogado, respondo: sim, eu vou defender-te.


Isso obrigou-me a debruçar-me intensivamente sobre os factos e as hipotéticas provas daquilo que chamamos ‘Holocausto’. Porém, verifiquei que não existem provas. Apenas existe a afirmação de que existiu e que fora investigado extensivamente. Nenhum outro fenómeno histórico foi investigado tão a fundo como o Holocausto.


É mentira!


Quando o Tribunal Federal afirma que mil testemunhos confirmam esse acontecimento, é mentira. É algo que o Tribunal também sabe, evidentemente, tal como sabe que não somos um Estado soberano, mas que estamos sob domínio estrangeiro – segundo afirmou Carlo Schmid, um dos pais da lei fundamental, num discurso fundamental, nomeadamente, que a Alemanha Federal não é um Estado, mas sim a forma estrutural de uma modalidade do domínio estrangeiro. Todas as instituições que os senhores estrangeiros nos impuseram como lei fundamental, não têm qualquer valor legítimo. As palavras de Carlo Schmid, professor de Direito Público e Direito Internacional, são muito claras.


Ainda podemos perguntar se as potência vencedoras, ou se o vencedor da II Guerra Mundial (só existe um vencedor, isto é, os judeus do mundo inteiro) não asseguraram que os fundamentos da sua futura hegemonia mundial, ou seja, a religião do Holocausto, fossem intocáveis e estivessem totalmente protegidos. Eles concretizaram esse interesse através da constituição da RFA. Sabemos que o Tribunal Federal mantém uma espécie de jurisdição para que a vida continue, mas que, no fundo, tem ordens da potência estrangeira para proteger o Holocausto, o fundamento da potência estrangeira, a todo o custo. Na realidade, trata-se da destruição arbitrária de todas as bases existenciais do povo alemão, através do assassínio da sua alma.


Quão tolos teríamos de achar os nossos inimigos, o nosso inimigo mais poderoso, se não se tivesse precavido para garantir o seu domínio sobre nós. Sim, porque ele não despoletou esta guerra contra nós de uma forma qualquer, para depois da vitória das armas materiais desistir do seu objectivo de guerra contra nós, e dar-nos praticamente a possibilidade, através de uma justiça de cariz legalista, de nos libertarmos da mentira através de análises de processos judiciais. O nosso inimigo não é tão estúpido quanto isto. Ele, que sabe empregar os métodos mais refinados, certificou-se que essa Justiça fosse totalmente complacente neste assunto.


Pergunto a cada um – e peço que considerem a pergunta como uma possibilidade para raciocinarem livremente, segundo o princípio: se esse for o caso, que é que segue, sem termos de nos comprometer – quem for de opinião que se está a perpetrar o assassínio da alma do povo alemão em prosseguimento do objectivo bélico do nosso inimigo, esse não poderá esperar que um alemão se submeta à proibição de contestar o Holocausto e que não erga a voz bem alto a dizer que se está a dar um atentado contra o povo alemão, um assassínio da alma, que diz respeito a todos nós. Que espécie de pessoa seria eu, alguém sem qualquer valor, se, sabendo de tudo isto, me calasse, me deixasse ficar calmamente sentado à espera que, a dada altura, a verdade surgisse à luz do dia. Não, o desafio é para todos!


A Lei manda prestar socorro a quem precisa, a Lei dá o direito à legítima defesa, a Lei obriga a socorrer quem corre perigo. Quem se recusar a prestar esta ajuda pode incorrer numa pena. Isso constitui uma omissão de prestação de auxílio, um facto que por si é punível.


Eu tornar-me-ia culpado se negasse assistência ao povo alemão – ao meu povo – se, com conhecimento dos factos, sabendo que o Holocausto não existiu da maneira como é afirmado, me calasse e recusasse a minha ajuda. Neste caso, eu seria um criminoso!


Não se trata de eu, agora, fazer alguma coisa, para obter maiorias partidárias, fundar um partido, ou interagir num partido e, depois, eliminar esta lei através do Parlamento, quando chegasse a devida altura. Trata-se, simplesmente, de ter de fazer o que só eu posso fazer. E eu sozinho, apenas posso repetir a verdade. Eu fiz uma jura sagrada na Internet, portanto, publicamente, de proclamar esta verdade sempre que tenha ocasião para tal. O Holocausto é uma mentira, a afirmação de que foi provado, é mentira. Não existem provas!


Aquilo que o bispo Richard Williamson disse é precisamente o que eu próprio constatei.


Por acreditar no Holocausto, vi-me numa situação em que tive de me debruçar sobre as provas. Foi então que descobri que as tais provas não existem. Pudemos apresentar em vários processos que tiveram lugar, um trabalho do Professor Jagschitz, de Viena, um professor de História da época, que teve a mesma experiência que eu. Ele também afirmou: Sim, é sabido, e eu parti do princípio de que seria muito fácil. Um tribunal que o intimou a transmitir que o Holocausto era um conhecido acontecimento da época.


Mediante esta ordem do tribunal, ele pesquisou toda a literatura existente, durante 3 anos. No fim desse tempo, escreveu ao tribunal a dizer que a sua suposição inicial, que tudo era claro, deixara de ser sustentável. Ele chegou explicitamente à conclusão que, em seu entender, deixara de ser legítimo – aplicando uma bitola do Estado de direito – basear a condenação a uma pena na afirmação da existência factual do Holocausto. Foi Jagschitz, Williamson e, dentro em breve, serão muitos mais que chegarão a estas mesmas conclusões.


Trata-se de exercer a legítima defesa. Como alemão, também eu sou atingido por esse ataque. E o povo alemão, como um todo, está numa situação em que ele não só tem o direito, mas o dever de exercer a legítima defesa. Como povo no centro da Europa, que tem em si esta substância cultural, temos o dever de resistir à tentativa de matarem a nossa alma e o nosso espírito e, deste modo, de nos exterminarem como povo. É isto que está em jogo!


Não vou esperar que outros o façam, eu próprio vou agir!


Eu digo a verdade, tal como ela se me afigura. E a verdade é a seguinte: O Holocausto não existiu. É por isso que não existem provas, apenas existe a afirmação, com a qual os media judaicos não param de nos encher a cabeça, nomeadamente, que existiu o Holocausto e que há uma quantidade de provas para tal.


Quem aceitar isto, sem ter verificado a veracidade do assunto por si próprio, comete um crime contra o povo alemão. Os principais criminosos são os juízes supremos que sancionam todas as decisões dos tribunais menores baseadas na factualidade da existência do Holocausto. Não é apenas uma deturpação da lei, mas é a encenação do assassínio da alma do povo alemão. Do facto acusei inúmeras vezes as togas vermelhas (do Supremo Tribunal) de Karlsruhe.


Não vou parar de o repetir, ainda que eu agora esteja preso. Tenho uma pena de prisão de cerca de 12 anos para cumprir. O que é que resultará disso? Tenho 73 anos, portanto, será pena perpétua.


Na prática, quem não quiser submeter-se à mentira, arrisca uma pena de prisão perpétua, na Alemanha. Evidentemente, os judeus fazem-nos a proposta seguinte: primeiro, incorre-se numa pena leve; talvez uma multa, ou uma pena de prisão de alguns meses, transformada em pena suspensa. Ao submetermo-nos à mentira, deixaremos de ter problemas de futuro. É este o objectivo dos inimigos.


Porém, quem achar e se convencer que não vale a pena viver a sua vida se tiver de se submeter à mentira, esse desaparece atrás das grades para sempre. Como em muitos casos me pronunciei publicamente sobre este assunto, sabendo que acabaria por ser atingido e metido na cadeia para o resto da vida, era preciso demonstrar que era mesmo disto que se tratava.


Se não nos submetermos à mentira, nós alemães arriscamo-nos a apodrecer perpetuamente nos calabouços dos nossos inimigos. Eu digo, aconteça-nos o que acontecer, tal como está no Evangelho segundo S. Mateus: “Quem não carregar com a sua cruz, não é digno de mim”.


Não somos dignos de ser chamados alemães, se não nos empenharmos pela verdade, se nos submetermos à mentira. Estou confiante que a sorte vai virar. Agora, a luta está acesa pela demonstração da existência do Holocausto, na Igreja católica. Ela continua a ser uma potência, por muito que já esteja minada pelos judeus.


A Igreja católica, com os seus mais de mil e cem milhões de fiéis, é um factor contra o qual os judeus acabarão por esbarrar. Eles terão agora o seu Waterloo. Uma vez iniciada, será impossível travar esta discussão. Quando chegar ao ponto de o Papa, em relação com o assunto do bispo Williamson, se vir obrigado a voltar a excomungá-lo – algo que o chefe da ADL, a organização de combate dos judeus, exige para desta forma o humilhar – ou se sob a pressão dos media judaicos, o Papa Bento XVI vagar o trono de Pedro, ou seja, se abdicar “de livre vontade”, será um choque tremendo para o mundo católico, e é agora que a verdade virá ao de cima.


A fé assenta na rocha da verdade. A verdade liberta-nos, e a vontade de ser livre tornar-se-á mais forte e irresistível, e nós venceremos.


É por isso que eu digo:


O que pude fazer, eu fiz. Não tive a possibilidade de fazer mais, mas que sirva de exemplo. Eu sempre disse: Temos a revolução mais fácil de toda a História para fazer. Basta alguns milhares de pessoas levantarem-se e dizerem a verdade tão aberta e inequivocamente como foi o caso do bispo Richard Williamson, como eu tentei fazer e como outros, que se auto-denunciaram depois de terem divulgado o livro de Germar Rudolf “Conferências sobre o Holocausto”.


É inevitável a derrota da judiaria. A vitória da verdade é a certeza mais segura. O que é incerto é o tempo que ainda vai levar e as circunstâncias que possibilitarão o triunfo da verdade. É o que vamos ver.


Estamos numa fase de derrocada do sistema financeiro mundial. A base do poder dos judeus – o poderio mundial do seu deus Iavé, ou seja, do dinheiro – foi ferida no seu âmago pelo colapso do sistema bancário. O poder judaico é o poder sobre o dinheiro e, consequentemente, o poder sobre a Imprensa. Eles estão agora a perder o poder sobre o dinheiro, acabarão por perder também o poder sobre a Imprensa, e então vão ficar numa situação lastimosa.


Nessa altura, terão de se dar por contentes se dermos algum valor à sua História de redenção e assim aprendermos a entender a sua obra de destruição como fazendo parte do caminho de Deus através do mundo para o encontro consigo próprio, e, por conseguinte, os respeitarmos como sendo Satanás inerente à História da redenção, na certeza de que, através da nossa acção, teremos feito vingar e redimido a verdade no mundo.


Os judeus estão altamente carenciados de salvação, e um dia ainda nos serão reconhecidos por isso.


Projecto Grifo


Original em alemão


Outros artigos sobre Horst Mahler:


Horst Mahler: condenado por delito de opinão
Sobre a condenação a 12 de prisão fechada por delito de opinião!


Aquele que mente não é páreo para tal força
Forçada a condenar o advogado, justiça alemã é obrigada atropelar a ordem jurídica.