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quarta-feira, 9 de maio de 2012

DOUTRINANDO AS ESCOLAS PÚBLICAS POR MEIO DA"LÍNGUA PORTUGUESA" - NADA ESCAPA DOS ESQUERDOPATAS





Por Adilson J. da Silva
Meus amigos, nesta edição o nosso colaborador Adílson J. da Silva nos fornece mais uma denúncia sobre doutrinação ideológica em livros e revistas didáticos. Vejam por si mesmos os abusos que seus editores cometem!


Há um grupo de homens pensantes neste país, como em muitos outros, que sempre se mantiveram - e se mantêm - em constante esforço para nos revelar a real natureza da mentalidade revolucionária no Brasil: seu funcionamento, suas estratégias, sua vigilância e suas aspirações.

Pessoas como Olavo de Carvalho, Julio Severo, Pe. Paulo Ricardo, Nivaldo Cordeiro, Percival Puggina, Graça Salgueiro, e muitos outros de igual dedicação, vêm, com justiça, realizando uma grande produção intelectual de boa qualidade, beleza racional e dentro de uma ética rigorosa. Ao contrário das mentes esquerdistas, as quais, lançando mão de todo tipo de mentiras, perversidades e infâmias, continuam distorcendo os fatos da maneira que lhes bem lhes convêm. Mas, o que esperar deles, se são herdeiros e árduos amantes do modelo revolucionário de Gramsci? Como nos advertiu o Esposo da Igreja, o objetivo do Maligno é matar, roubar e destruir; e tais tipos não são outra coisa que não servos do Maligno.
Mas ainda que nossos grandes intelectuais supracitados tenham colaborado arduamente para nos deixar a par da hostilidade esquerdista, este que escreve, na categoria de leitor deles, sempre nutriu a ideia de que nós, defensores da tradição ocidental, da ordem e da liberdade, devemos, ao lado deles, desenvolver e alimentar a boa observação sobre tudo que a mente vermelha vem disseminando em nosso país. Nesse sentido, recentemente me lancei sobre algumas publicações, isto é, verdadeiros instrumentos da ideologia marxista, que desde o governo Lula vêm compondo o catálogo do material doutrinador enviado às escolas públicas. Algumas dessas publicações de que tenho conhecimento, além dos livros, são os periódicos “Carta Na Escola” e “Língua Portuguesa”, ferramentas macabras, custeada com dinheiro público pelo MEC, através do FNDE. Lembrando que a primeira é uma versão da revista esquerdista Carta Capital, e a segunda é uma publicação da UOL, que pertence ao grupo FOLHA, que todos sabem ser de tendência esquerdista.
Compartilho aqui algumas das perversões intelectuais impressas na edição de dezembro de 2011, número 74, desta revista.
Como aqui não há espaço para abordar toda a extensão da publicação em questão, quero me ater duas seções: Retrospectiva 2011 e Oratória. Na seção Retrospectiva 2011, os editores não estão nem aí para discutir a estrutura da língua portuguesa, pois o objetivo é a velha ladainha: perverter os fatos e hostilizar os americanos, o conservadorismo, a direita, e por aí se vai. Nessa seção, de forma vaga os autores das coluninhas fingem que abordam algumas notícias (manchetes em 2011) para fingir discutir a etimologia de algumas palavras e, por fim, impor suas ideias vermelhas ao leitor. Mas não é qualquer notícia que lhes serve, mas aquela cujo contexto lhes interessa, funcionando como plataforma para destilarem o velho veneno vermelho: eles contam com a desinformação dos estudantes e dos professores, alvos das publicações.




 Vejamos algumas amostras de como as notícias que foram manchetes internacionais em 2011 são relembradas. Sobre a posse da presidente Dilma, os autores fingem abordar a etimologia da palavra “posse”, para desdenhar as críticas feitas a sua capacidade de governar durante as campanhas eleitorais em 2010. No entanto, a mesma coluna não menciona o autoritarismo da eleita no uso da palavra presidenta, nem tampouco as inúmeras demissões de ministros corruptos.
O site WikiLeaks é tratado pela revista como “especializado” em
vazamento de informação sobre corrupção, violações de direitos humanos e trapalhadas, mas o fato de Julian Assange ter cometido crime contra a segurança de muitos países sequer é levado em consideração, sem falar que o mesmo é muito próximo de organismos que praticam terrorismo no Ocidente.
Bin Laden é apenas conceituado como homem que “abriu feridas profundas e sem precedentes no orgulho dos norte-americanos”, mas não como aquele que matou, em nome de seu ódio ao Ocidente, centenas de pessoas inocentes. O estranho que o mesmo tratamento não é dispensado a Muamar Kadhafi. Já com respeito ao caso de Anders Behring Breivik, usa a expressão ultra-conservadorismo para associá-lo ao conservadorismo e o insinua à ideia de extremismo!
Ao falar da ocupação criminosa da reitoria da USP, a edição do texto é demasiadamente perversa: afirma que tudo começou com a prisão de “estudantes”, acusa a polícia de cometer abuso e oculta o envolvimento daqueles estudantes com o tráfico de drogas.
Por fim, na seção oratória do periódico aqui em questão, percebe-se o autoritarismo do MEC em transformar as escolas públicas em verdadeiras academias da doutrina esquerdista. O autor da coluna demonstra ser enfático: disseminar as mentiras e teorias não fundadas contra os governos militares e louvar os dois últimos governos. Contra os militares é sustentado serem seus modelos de discursos presidenciais a causa do desinteresse dos brasileiros pelos discursos dos políticos.
Nas palavras do autor do artigo, os generais faziam uso de termos
eruditos que nada esclareciam. Todavia, ao falar sobre os discursos de
posse do ex-presidente Lula e da presidente Dilma, os elogios chegam
causar ânsia. Escrevendo com exagerada simpatia esquerdista e tentando falar difícil, o autor do artigo se contradiz e nega os fatos da
história: tudo o que Lula e Dilma disseram em seus discursos de posse
só funcionou como meros discursos hipócritas onde as palavras diziam
uma coisa e suas práticas.
Lembro que no seu discurso de posse para o primeiro mandato, o
ex-presidente Lula falou muito em reforma, mas praticamente nada foi feito. Lula falou em combate à corrupção e na defesa da ética no trato da coisa pública, e que isso seriam objetivos centrais e permanentes do seu governo. Todavia, foi no seu governo que houve os maiores casos de corrupção na história desse país. Lula também falou em combater a impunidade, mas até o presente momento nenhum dos mensaleiros foi  colocado na prisão. Pelo contrário, na história do Brasil, o governo
Lula foi o que mais incentivou a impunidade.
Afirmo ao leitor, que desde que me lancei a observar o material acima citado, tenho me espantado. E embora Olavo sempre nos advirta a não subestimar a mente revolucionária, dada à sua absoluta perversão, creio que meu espanto se deve ao velho hábito de desprezar os limites da dedicação dos esquerdistas em usurpar o Estado de Direito para alcançar seus objetivos.

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