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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Aqui tá está nesse ritmo!!!

Marx apontava três etapas para se alcançar o comunismo: uma delas era tributar o IR à ponto da propriedade ser confiscada pelo Estado, e assim a "classe burguesa" ser extirpada do convívio social.
Pois bem, diante de todos estes manifestos e deste turbilhão de reivindicações, criou-se o terreno perfeito o para o governo do PT fazer a ruptura entre o Estado que estávamos e o Estado pretendido por eles. 
De todas essas medidas tomadas pelo Congresso nos últimos dias como por exemplo a PEC 37 ou de tornar crime hediondo a corrupção, nenhuma preocupou-me mais do que àquela aprovada ontem na CCJ, onde propriedades que se comprovem trabalho análogo a escravo serão desapropriadas e entregues a Reforma Agraria.
Querem melhor maneira do que esta para acabar com a propriedade e de lambuja legitimados por um discurso moralmente correto aos olhos dos leigos.
Com tudo, o grande problema está em dizer o que classifica um trabalho análogo a escravo?
O que é degradante em um trabalho?
Eu ir ao Fórum carregar 10 processos escada à cima é ser escravo?
O boia-fria cortando cana-de-açúcar em um calor de 40 graus quando o proprietário não tem condições de comprar uma moderna máquina, é trabalho escravo?
Sem falar no pequeno comerciante que é tratado como bandido pelos órgãos fiscalizadores com poderes de polícia, não seria trabalho escravo?
O grande perigo está na subjetividade da norma, e aí meu amigo este filme eu já conheço.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

MAIS GRAMSCI....

GRAMSCI, Antonio
1891 – 1937




Especializando-se em “Teoria Política”, foi um autor prolífico e, também, como Editor de diversos jornais Comunistas, contribuiu efetivamente para a divulgação das Ideias da Esquerda, tanto em quantidade, quanto em qualidade.
A propósito, é oportuno registrar que lhe coube à missão de fundar o “L’ORDINE Nuovo”, em conjunto com Palmiro Togliatti, em 1919. E também mencionar a valiosa contribuição que prestou para a criação do “La Cittá Futura”.
Quanto à prática política, registre-se que pouco tempo após a fundação do “L’ORDINE Nuovo”, ele e o grupo que o fundou e aqueles que se tornaram colaboradores e/ou simpatizantes, aliaram-se a Amadeo Bordiga (e à ala Comunista Abstencionista do Partido Socialista Italiano [PSI]), e fundaram o Partido Comunista Italiano – PCI – em 21 de Janeiro de 1921.
Graças à sua importância junto à Intelectualidade e aos correligionários, logo foi elevado à condição de liderança partidária, mas até 1924 foi mantido como subordinado a Bordiga em razão de detalhes formais.
Só com a queda de Amadeo Bordiga, no citado ano de 1924, é que pôde assumir de fato e de direito a direção da agremiação.
A partir de então as suas teses passaram a ser oficialmente adotadas pelo PCI e se tornaram quase que inquestionáveis a partir do Congresso Partidário realizado em 1926.
Antes, porém, um fato marcou a sua vida pessoal. Estando na Rússia como representante do Partido, conheceu a jovem violonista Giulia Schultz que lhe deu dois filhos.
Outro fato ocorrido nesse mesmo ano também teve importância capital em sua vida, embora naquele momento não se tivesse a exata noção do que representaria o advento do Fascismo na Itália.
GRAMSCI, de fato, desdenhou o Movimento Ultra Direitista e o classificou como mais um estertor sem importância da Burguesia.
Contudo, na URSS, a visão sobre o fato já era mais sombria e realista e foi por isso que ele recebeu da Internacional a missão de juntar as Forças Esquerdistas em uma Frente Ampla – preferencialmente sob a liderança dos Comunistas – para dar combate sem trégua ao novo inimigo.
Desse modo, coube-lhe não só uma missão, mas duas, haja vista que além de combater as hordas de Mussolini ele deveria levar o PCI à liderança da Frente Ampla, dando aos Comunistas o status de “A Nova Força Política”.
É claro que tal pretensão encontrou feroz resistência em todo o leque das Forças Progressistas.
Para o Partido Socialista era inaceitável abandonar a sua sólida posição de supremacia, que já durava um largo tempo. E outros segmentos temiam perder espaço e poder.
Mesmo dentro do PCI, houve quem temeu acabar sendo subordinado aos Socialistas, não obstante o esforço que fizessem para que tal não ocorresse.
Contudo, apesar das divergências, GRAMSCI prosseguiu em sua tarefa e em 1924 foi eleito Deputado pela região de Vêneto e com isso ganhou uma tribuna importante para lançar seus ataques contra o Fascismo que, então, já ensaiava um galope rumo ao Poder.
Paralelamente ao Legislativo, GRAMSCI trabalhava na fundação de mais um jornal a serviço da Causa, o “L’Unitá” (que posteriormente passaria a ser o órgão oficial de Imprensa do Partido Comunista) e mantinha estreita colaboração com Moscou, quer através dos caminhos oficiais, quer através dos contatos feitos por sua família que ali ficara residindo por questões de segurança e de afinidade ideológica, enquanto ele se transferira para Roma.
Em 1926 outros dois acontecimentos importantes sacudiram sua rotina e marcaram sua atuação política.
O primeiro foi a carta que enviou ao Komiterm criticando as manobras da Ala Esquerda do Partido Bolchevique (representada por Zinoviév e por Lev Davidovitsch Bronstein, mais conhecido por TROTSKY) em oposição a Stalin; mas, também, apelando ao mesmo para que não castigasse aqueles opositores.
Missiva, aliás, que foi interceptada por motivos não revelados, por Palmiro Togliatti, que estava em Moscou representado o Partido.
A interceptação iniciou um duradouro desentendimento entre ambos que nunca foi totalmente resolvido.
NOTA do AUTOR – Togliatti após a morte de GRAMSCI cuidou da edição de suas obras, mas nem por isso aceitou fazer qualquer comentário sobre a suposta simpatia do companheiro a Trotski, tampouco sobre a desavença entre ambos.
O segundo episódio foi deveras marcante. Pode-se dizer que foi mesmo crucial. Ocorreu em 08 de Novembro quando a Policia o prendeu.
Após o julgamento, GRAMSCI foi condenado a cinco anos de reclusão na remota ilha de Ustica e no ano seguinte a mais vinte anos, na cidade de Turim, na região de Púglia.
Certamente que essas condenações, oriundas muito mais de injunções políticas do que jurídicas, agravaram seu estado de saúde que já vinha debilitado há algum tempo.
A rápida evolução de suas enfermidades fez com que lhe fosse concedida Liberdade Condicional, em 1934, mas ele pouco desfrutou dessa semiliberdade, pois faleceu pouco depois aos 46 anos de idade.

LULLA CANTA...ESSE CARA SOU EU...

O homem que esteve à frente desta nação e não teve coragem, nem competência, nem vontade para implantar reforma alguma neste país, pois as reformas tributárias e trabalhistas nunca saíram do papel, e a educação, a saúde e a segurança ficaram piores do que nunca. 

O homem que mais teve amigos safados e aliados envolvidos, da cueca ao pescoço, em corrupção e roubalheira, gastando com os cartões corporativos e dentro de todos os tipos de esquemas. 

O homem que conseguiu inchar o Estado brasileiro e as empresas estatais com tantos e tantos funcio-nários, tão vagabundos quanto ele, e ainda assim fazê-lo funcionar pior do que antes. 

O homem que tem uma mulher medíocre, inútil, vulgar e gastadeira, que usava, indevidamente e desbragadamente, um cartão corporativo, ao qual ela não tinha direito constitucional, que ia de avião presidencial para São Paulo "fazer escova" no cabelo e retornar a Brasília. 

O homem que ajudou seu filho a enriquecer, tornando-o milionário do dia para a noite, sem esforço próprio algum, só às custas de conchavos com empresas interessadas em mamar nas “tetas” do governo. E depois ainda disse para a nação que “esse garoto é um fenômeno”, e lhe concedeu um passaporte diplomático. 

O homem que mais viajou inutilmente, quando presidente deste país, comprando um avião caríssimo só para viajar pelo mundo e hospedar-se às custas da nação brasileira nos mais caros hotéis, tão futilmente e às custas dos impostos que extorquiu do povo. 

O homem que aceitou passivamente todas as ações e humilhações contra o Brasil e contra os brasileiros diante da Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai. 

O homem que, perdulária e irresponsavelmente, e debochando da nossa inteligência, perdoou dívidas de países também corruptos, cujos mandatários são “esquerdistas”, e enviou dinheiro a título de doação para eles, esquecendo-se que no Brasil também temos miseráveis, carentes de bons hospitais, de escolas decentes e de um lugar digno para viver. 

O homem que, por tudo isso e mais um elenco de coisas imorais e absurdas, transformou este país num chiqueiro libertino e sem futuro para quem não está no seu "grande esquema". 

O homem que transformou o Brasil em abrigo de marginais internacionais, FARC'anos etc., negando-se, por exemplo, a extraditar um criminoso vaga-bundo, para um país democrático que o julgou e condenou democraticamente. Esse homem representa o que mais nos envergonha pelo Mundo afora!! 

O homem que transformou corruptos e bandidos do passado em aliados de primeira linha.

O homem que transformou o Brasil num país de parasitas e vagabundos, com o Bolsa-Família, com o repasse sem limite de recursos ao MST, o maior latifúndio improdutivo do mundo e abrigo de bandidos e vagabundos e que manipulam alguns ingênuos e verdadeiros colonos.

Para se justificar a estes novos vagabundos, o homem lhes afirma ser desnecessário ESTUDAR e que, para se "dar bem" neste País, basta ser vagabundo, safado, esquerdista e esperto. Aliás, neste caso, o homem fez inverter uma das mais importantes Leis da Física, que é a Lei da Atração e repulsão; significa que força de idênticos sinais se repelem e as de sinais contrários se atraem. Mas esse homem inventou que forças do mesmo sinal se atraem. Por exemplo: ele (o homem) atrai, para sua base, políticos como JOSÉ SARNEY, COLLOR, RENAN... que ficaram amiguinhos de seus comparsas JOSÉ DIRCEU, GENOÍNO, GUSCHIQUEN, e ainda agregaram o apoio de juristas como LEWANDOVSKI, TOFOLI, etc. ...

É, homem... Você é o cara... É o cara-de-pau mais descarado que o Brasil já conheceu. 

Você é o homem que deveria apanhar na cara, porque envergonha todo brasileiro honesto e trabalhador. 

É, homem, você é o cara... É o cara que não tem um pingo de vergonha na cara, não tem escrúpulos, é "o cara" mais nocivo que tivemos a infelicidade de ter como presidente do Brasil!

Mas ...como diz o velho ditado popular: 
NÃO HÁ MAL QUE SEMPRE DURE... 

Caio Lucas Macedo
Advogado-OAB 4536-SPBR

A História oficial de 1964 - Olavo de Carvalho


A História oficial de 1964

Olavo de Carvalho
O Globo, 19 de janeiro de 1999



Se houve na história da América Latina um episódio sui generis, foi a Revolução de Março (ou, se quiserem, o golpe de abril) de 1964. Numa década em que guerrilhas e atentados espoucavam por toda parte, seqüestros e bombas eram parte do cotidiano e a ascensão do comunismo parecia irresistível, o maior esquema revolucionário já montado pela esquerda neste continente foi desmantelado da noite para o dia e sem qualquer derramamento de sangue.

O fato é tanto mais inusitado quando se considera que os comunistas estavam fortemente encravados na administração federal, que o presidente da República apoiava ostensivamente a rebelião esquerdista no Exército e que em janeiro daquele ano Luís Carlos Prestes, após relatar à alta liderança soviética o estado de coisas no Brasil, voltara de Moscou com autorização para desencadear – por fim! – a guerra civil no campo. Mais ainda, a extrema direita civil, chefiada pelos governadores Adhemar de Barros, de São Paulo, e Carlos Lacerda, da Guanabara, tinha montado um imenso esquema paramilitar mais ou menos clandestino, que totalizava não menos de 30 mil homens armados de helicópteros, bazucas e metralhadoras e dispostos a opor à ousadia comunista uma reação violenta. Tudo estava, enfim, preparado para um formidável banho de sangue.

Na noite de 31 de março para 1o. de abril, uma mobilização militar meio improvisada bloqueou as ruas, pôs a liderança esquerdista para correr e instaurou um novo regime num país de dimensões continentais – sem que houvesse, na gigantesca operação, mais que duas vítimas: um estudante baleado na perna acidentalmente por um colega e o líder comunista Gregório Bezerra, severamente maltratado por um grupo de soldados no Recife. As lideranças esquerdistas, que até a véspera se gabavam de seu respaldo militar, fugiram em debandada para dentro das embaixadas, enquanto a extrema-direita civil, que acreditava ter chegado sua vez de mandar no país, foi cuidadosamente imobilizada pelo governo militar e acabou por desaparecer do cenário político.

Qualquer pessoa no pleno uso da razão percebe que houve aí um fenômeno estranhíssimo, que requer investigação. No entanto, a bibliografia sobre o período, sendo de natureza predominantemente revanchista e incriminatória, acaba por dissolver a originalidade do episódio numa sopa reducionista onde tudo se resume aos lugares-comuns da "violência" e da "repressão", incumbidos de caracterizar magicamente uma etapa da história onde o sangue e a maldade apareceram bem menos do que seria normal esperar naquelas circunstâncias.

Os trezentos esquerdistas mortos após o endurecimento repressivo com que os militares responderam à reação terrorista da esquerda, em 1968, representam uma taxa de violência bem modesta para um país que ultrapassava a centena de milhões de habitantes, principalmente quando comparada aos 17 mil dissidentes assassinados pelo regime cubano numa população quinze vezes menor. Com mais nitidez ainda, na nossa escala demográfica, os dois mil prisioneiros políticos que chegaram a habitar os nossos cárceres foram rigorosamente um nada, em comparação com os cem mil que abarrotavam as cadeias daquela ilhota do Caribe. E é ridículo supor que, na época, a alternativa ao golpe militar fosse a normalidade democrática. Essa alternativa simplesmente não existia: a revolução destinada a implantar aqui um regime de tipo fidelista com o apoio do governo soviético e da Conferência Tricontinental de Havana já ia bem adiantada. Longe de se caracterizar pela crueldade repressiva, a resposta militar brasileira, seja em comparação com os demais golpes de direita na América Latina seja com a repressão cubana, se destacou pela brandura de sua conduta e por sua habilidade de contornar com o mínimo de violência uma das situações mais explosivas já verificadas na história deste continente.

No entanto, a historiografia oficial – repetida ad nauseam pelos livros didáticos, pela TV e pelos jornais – consagrou uma visão invertida e caricatural dos acontecimentos, enfatizando até à demência os feitos singulares de violência e omitindo sistematicamente os números comparativos que mostrariam – sem abrandar, é claro, a sua feiúra moral – a sua perfeita inocuidade histórica.

Por uma coincidência das mais irônicas, foi a própria brandura do governo militar que permitiu a entronização da mentira esquerdista como história oficial. Inutilizada para qualquer ação armada, a esquerda se refugiou nas universidades, nos jornais e no movimento editorial, instalando aí sua principal trincheira. O governo, influenciado pela teoria golberiniana da "panela de pressão", que afirmava a necessidade de uma válvula de escape para o ressentimento esquerdista, jamais fez o mínimo esforço para desafiar a hegemonia da esquerda nos meios intelectuais, considerados militarmente inofensivos numa época em que o governo ainda não tomara conhecimento da estratégia gramsciana e não imaginava ações esquerdistas senão de natureza inssurrecional, leninista. Deixados à vontade no seu feudo intelectual, os derrotados de 1964 obtiveram assim uma vingança literária, monopolizando a indústria das interpretações do fato consumado. E, quando a ditadura se desfez por mero cansaço, a esquerda, intoxicada de Gramsci, já tinha tomado consciência das vantagens políticas da hegemonia cultural, e apegou-se com redobrada sanha ao seu monopólio do passado histórico. É por isso que a literatura sobre o regime militar, em vez de se tornar mais serena e objetiva com a passagem dos anos, tanto mais assume o tom de polêmica e denúncia quanto mais os fatos se tornam distantes e os personagens desaparecem nas brumas do tempo.

Mais irônico ainda é que o ódio não se atenue nem mesmo hoje em dia, quando a esquerda, levada pelas mudanças do cenário mundial, já vem se transformando rapidamente naquilo mesmo que os militares brasileiros desejavam que ela fosse: uma esquerda socialdemocrática parlamentar, à européia, desprovida de ambições revolucionárias de estilo cubano. O discurso da esquerda atual coincide, em gênero, número e grau, com o tipo de oposição que, na época, era não somente consentido como incentivado pelos militares, que viam na militância socialdemocrática uma alternativa saudável para a violência revolucionária.

Durante toda a história da esquerda mundial, os comunistas votaram a seus concorrentes, os socialdemocratas, um ódio muito mais profundo do que aos liberais e capitalistas. Mas o tempo deu ao "renegado Kautsky" a vitória sobre a truculência leninista. E, se os nossos militares tudo fizeram justamente para apressar essa vitória, por que continuar a considerá-los fantasmas de um passado tenebroso, em vez de reconhecer neles os precursores de um tempo que é melhor para todos, inclusive para as esquerdas?

Para completar, muita gente na própria esquerda já admitiu não apenas o caráter maligno e suicidário da reação guerrilheira, mas a contribuição positiva do regime militar à consolidação de uma economia voltada predominantemente para o mercado interno – uma condição básica da soberania nacional. Tendo em vista o preço modesto que esta nação pagou, em vidas humanas, para a eliminação daquele mal e a conquista deste bem, não estaria na hora de repensar a Revolução de 1964 e remover a pesada crosta de slogans pejorativos que ainda encobre a sua realidade histórica?
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Se não fossem os MILITARES....
Uma imagem diz mais que mil palavras...
31 DE MARÇO, COMEMORE ESTA DATA. 
A PRESIDENTE DILMA NOS PROIBIU DE COMEMORARMOS A REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA DE 1964, MAS ORDENS ABSURDAS NÃO SE CUMPREM !
BRASIL ACIMA DE TUDO !
(Imagem de Associação Nacional dos Militares do Brasil - ANMB)

Se houve na história da América Latina um episódio sui generis, foi a Revolução de Março (ou, se quiserem, o golpe de abril) de 1964. Numa década em que guerrilhas e atentados espoucavam por toda parte, seqüestros e bombas eram parte do cotidiano e a ascensão do comunismo parecia irresistível, o maior esquema revolucionário já montado pela esquerda neste continente foi desmantelado da noite para o dia e sem qualquer derramamento de sangue.

O fato é tanto mais inusitado quando se considera que os comunistas estavam fortemente encravados na administração federal, que o presidente da República apoiava ostensivamente a rebelião esquerdista no Exército e que em janeiro daquele ano Luís Carlos Prestes, após relatar à alta liderança soviética o estado de coisas no Brasil, voltara de Moscou com autorização para desencadear – por fim! – a guerra civil no campo. Mais ainda, a extrema direita civil, chefiada pelos governadores Adhemar de Barros, de São Paulo, e Carlos Lacerda, da Guanabara, tinha montado um imenso esquema paramilitar mais ou menos clandestino, que totalizava não menos de 30 mil homens armados de helicópteros, bazucas e metralhadoras e dispostos a opor à ousadia comunista uma reação violenta. Tudo estava, enfim, preparado para um formidável banho de sangue.

Na noite de 31 de março para 1o. de abril, uma mobilização militar meio improvisada bloqueou as ruas, pôs a liderança esquerdista para correr e instaurou um novo regime num país de dimensões continentais – sem que houvesse, na gigantesca operação, mais que duas vítimas: um estudante baleado na perna acidentalmente por um colega e o líder comunista Gregório Bezerra, severamente maltratado por um grupo de soldados no Recife. As lideranças esquerdistas, que até a véspera se gabavam de seu respaldo militar, fugiram em debandada para dentro das embaixadas, enquanto a extrema-direita civil, que acreditava ter chegado sua vez de mandar no país, foi cuidadosamente imobilizada pelo governo militar e acabou por desaparecer do cenário político.

Qualquer pessoa no pleno uso da razão percebe que houve aí um fenômeno estranhíssimo, que requer investigação. No entanto, a bibliografia sobre o período, sendo de natureza predominantemente revanchista e incriminatória, acaba por dissolver a originalidade do episódio numa sopa reducionista onde tudo se resume aos lugares-comuns da "violência" e da "repressão", incumbidos de caracterizar magicamente uma etapa da história onde o sangue e a maldade apareceram bem menos do que seria normal esperar naquelas circunstâncias.

Os trezentos esquerdistas mortos após o endurecimento repressivo com que os militares responderam à reação terrorista da esquerda, em 1968, representam uma taxa de violência bem modesta para um país que ultrapassava a centena de milhões de habitantes, principalmente quando comparada aos 17 mil dissidentes assassinados pelo regime cubano numa população quinze vezes menor. Com mais nitidez ainda, na nossa escala demográfica, os dois mil prisioneiros políticos que chegaram a habitar os nossos cárceres foram rigorosamente um nada, em comparação com os cem mil que abarrotavam as cadeias daquela ilhota do Caribe. E é ridículo supor que, na época, a alternativa ao golpe militar fosse a normalidade democrática. Essa alternativa simplesmente não existia: a revolução destinada a implantar aqui um regime de tipo fidelista com o apoio do governo soviético e da Conferência Tricontinental de Havana já ia bem adiantada. Longe de se caracterizar pela crueldade repressiva, a resposta militar brasileira, seja em comparação com os demais golpes de direita na América Latina seja com a repressão cubana, se destacou pela brandura de sua conduta e por sua habilidade de contornar com o mínimo de violência uma das situações mais explosivas já verificadas na história deste continente.

No entanto, a historiografia oficial – repetida ad nauseam pelos livros didáticos, pela TV e pelos jornais – consagrou uma visão invertida e caricatural dos acontecimentos, enfatizando até à demência os feitos singulares de violência e omitindo sistematicamente os números comparativos que mostrariam – sem abrandar, é claro, a sua feiúra moral – a sua perfeita inocuidade histórica.

Por uma coincidência das mais irônicas, foi a própria brandura do governo militar que permitiu a entronização da mentira esquerdista como história oficial. Inutilizada para qualquer ação armada, a esquerda se refugiou nas universidades, nos jornais e no movimento editorial, instalando aí sua principal trincheira. O governo, influenciado pela teoria golberiniana da "panela de pressão", que afirmava a necessidade de uma válvula de escape para o ressentimento esquerdista, jamais fez o mínimo esforço para desafiar a hegemonia da esquerda nos meios intelectuais, considerados militarmente inofensivos numa época em que o governo ainda não tomara conhecimento da estratégia gramsciana e não imaginava ações esquerdistas senão de natureza inssurrecional, leninista. Deixados à vontade no seu feudo intelectual, os derrotados de 1964 obtiveram assim uma vingança literária, monopolizando a indústria das interpretações do fato consumado. E, quando a ditadura se desfez por mero cansaço, a esquerda, intoxicada de Gramsci, já tinha tomado consciência das vantagens políticas da hegemonia cultural, e apegou-se com redobrada sanha ao seu monopólio do passado histórico. É por isso que a literatura sobre o regime militar, em vez de se tornar mais serena e objetiva com a passagem dos anos, tanto mais assume o tom de polêmica e denúncia quanto mais os fatos se tornam distantes e os personagens desaparecem nas brumas do tempo.

Mais irônico ainda é que o ódio não se atenue nem mesmo hoje em dia, quando a esquerda, levada pelas mudanças do cenário mundial, já vem se transformando rapidamente naquilo mesmo que os militares brasileiros desejavam que ela fosse: uma esquerda socialdemocrática parlamentar, à européia, desprovida de ambições revolucionárias de estilo cubano. O discurso da esquerda atual coincide, em gênero, número e grau, com o tipo de oposição que, na época, era não somente consentido como incentivado pelos militares, que viam na militância socialdemocrática uma alternativa saudável para a violência revolucionária.

Durante toda a história da esquerda mundial, os comunistas votaram a seus concorrentes, os socialdemocratas, um ódio muito mais profundo do que aos liberais e capitalistas. Mas o tempo deu ao "renegado Kautsky" a vitória sobre a truculência leninista. E, se os nossos militares tudo fizeram justamente para apressar essa vitória, por que continuar a considerá-los fantasmas de um passado tenebroso, em vez de reconhecer neles os precursores de um tempo que é melhor para todos, inclusive para as esquerdas?

Para completar, muita gente na própria esquerda já admitiu não apenas o caráter maligno e suicidário da reação guerrilheira, mas a contribuição positiva do regime militar à consolidação de uma economia voltada predominantemente para o mercado interno – uma condição básica da soberania nacional. Tendo em vista o preço modesto que esta nação pagou, em vidas humanas, para a eliminação daquele mal e a conquista deste bem, não estaria na hora de repensar a Revolução de 1964 e remover a pesada crosta de slogans pejorativos que ainda encobre a sua realidade histórica?
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terça-feira, 25 de junho de 2013

A Primavera Árabe e o Inverno Brasileiro


Prof. Marlon Adami

Há décadas não se via uma mobilização popular tão grande no país, porém por trás de tantas manifestações, violência e uma mistura de indignação com desejos populares, poderemos constatar que o Brasil não tomará um novo rumo agindo e pensando dessa forma exposta na semana que passou e nesta que inicia.
Vamos observar o lado positivo do atual cenário brasileiro...Indignação popular e impaciência com a carga tributária, transporte publico precário, saúde quase inexistente, educação de péssima qualidade, corrupção, sistema político (as PEC's, PL's e o PNDH-3), os esbanjamentos com a Copa do Mundo, excesso da intervenção estatal na sociedade, desemprego, ou seja, a mobilização que começou por causa de 0,20 centavos de aumento nas passagens de onibus em S.Paulo, tomou outros rumos e com proporções que ninguem imaginava que fosse tomar.
Era previsível a infiltração de membros de partidos radicais da esquerda entre os manifestantes, para desqualificar o movimento, lembrando que o Movimento Passe Livre, uma ONG patrocinada com verbas publicas sempre foi ligada ao movimento social e ao PT, ou seja, tentaram montar um teatro e o tiro saiu pela culatra, o povo aproveitou o momento e começou a expor toda a sua insatisfação não apenas com o transporte mas com tudo e todos. A violência assistida pela tv era prevista para os mais céticos, pois onde existe movimento popular, protestos, sempre haverá algum ato de violência, afinal o ser humano não é igual aos demais e aí as difenças surgem através de atos recriminados pela maioria da sociedade.
Outro detalhe curioso é o monopólio político da esquerda e do petismo, explico; após 10 anos de governo socialista/social democrata do PT e sua coalizão ideologicamente afinada, a esquerda chegou ao poder mas manteve o estigma de esquerda perpetua no cenário político, onde apenas seus anões amestrados promovem criticas, manifestações, greves, tudo orquestrado pelo proprio governo.
E após alguns dias de turbulência nas ruas eis que surge a presidenta em 10 minutos de pura enrolação e mantendo a estratégia de que tudo está sob controle, tem solução para tudo e justificativas que de nada servem para amenizar os animos, pois a credibilidade da presidente e de toda a classe politica já foi para o ralo há muito tempo.
Na tarde de ontem em regime de urgência e politicamente correta da presidente, novamente o discurso vazio e promessas incumpríveis (será que criei esta palavra?kk) voltam a cena e ainda aumenta a pauta falaciosa com plebiscito (inconstitucional) e constituinte exclusiva para a reforma política. É uma maldade o que o petismo vem fazendo com a população, abusando da ignorancia e da falta de conhecimento dos assuntos juridicos e de governo, tentando a cada aparição enganar e ludibriar a nação com propostas e promessas que é sabido, não podem ser cumpridas ou por dependencia do congresso ou por serem inconstitucionais.
Os pactos com saúde, educação, transporte, reforma política e responsabilidade fiscal (combate a corrupção), são pactos e/ou promessas que vem sendo feitas desde que o petismo gatinhava na política e se não foi feito nada até agora é por ingerencia ou realmente o caos favorece a permanência do petismo no poder.
Rafael Siqueira, o jovem de TRINTA E OITO ANOS?... com cara que caiu do caminhão que voltava de Woodstock, concedeu entrevista E AFIRMOU que o movimento que o Passe Livre é de esquerda e decidirá a permanencia nas ruas e proposta de  atuação após conversar, veja com quem: MPST (Movimento Popular dos Sem Terra), MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra), Ocupação Mauá e Periferia Ativa.
Não precisamos mais de nenhuma investigação para tudo que está acontecendo, é obra da esquerda em todas as suas vertentes e tudo está vinculado ao projeto de poder já exposto por Lula há anos aqui e no Foro de SP, que inicialmente a proposta é do petismo ficar VINTE ANOS NO PODER.
Dilma, a amestrada da cupula do Foro de SP, em seus pronunciamentos apenas desinformou e reciclou o que já foi prometido e algumas até iniciadas, mas abandonadas pela corrupção ou ingerencia que proporcionou o enriquecimento ilicito de empreiteiras, politicos e obvio do caixa do partido.
Encerro com um questionamento...A antiga elite foi empobrecida e atirada a classe media, a classe politica, principalmente a marxista vigente, se tornou a real elite nacional, se essas duas fatias da sociedade estão nas ruas se defrontando em manifestações, onde estão os pobres verdadeiros, favelados e moradores de rua nessa historia? Minha sugestão é que estejam calados e omissos, pois a "bolsa tudo" que o governo distribui, aliena e cala a verdadeira massa de oprimidos que o governo lulista diz agora estar ouvindo.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

A GUERRA DE HITLER?

O filme que exibimos abaixo, “A guerra de Hitler? O que Guido Knopp está omitindo” é uma tentativa de estabelecer um relato imparcial dos acontecimentos anteriores ao início do conflito, livre das lentes de contato do politicamente correto.
O Revisionismo procura corrigir um relato histórico distorcido e politicamente direcionado
Guido Knopp é um historiador e jornalista proveniente do espectro da esquerda. Ele ganhou fama com suas reportagens e opiniões nada imparciais sobre a pessoa de Adolf Hitler e, pelos seus documentários distorcidos da história, ganhou diversos prêmios como por exemplo, a Bundesverdienstkreuz e a condecoração do Centro Simon Wiesenthal.
Desde 1984, Guido Knopp é responsável direto na emissora pública alemã ZDF pela maioria das séries sobre o Nacional-Socialismo como, por exemplo, “Hitler, um balanço”, “Os ajudantes de Hitler”, “Os guerreiros de Hitler”, e contribui para consolidar junto à nova geração alemã a culpabilidade da Alemanha pela deflagração da Segunda Guerra Mundial. Apesar de ser bastante criticado por não apresentar suas fontes ou provas daquilo que exibe, ele ainda continua recebendo vários elogios de uma classe política alemã que governa um país ainda sem constituição ou tratado de paz.
O filme que exibimos abaixo, “A guerra de Hitler? O que Guido Knopp está omitindo” é uma tentativa de estabelecer um relato imparcial dos acontecimentos anteriores ao início do conflito, livre das lentes de contato do politicamente correto. E cada vez mais surgem ações judiciais contra o “historiador”, numa clara indicação de despertar político da população alemã.
Artigo publicado pela primeira vez em nosso site a 03/02/2012.

DIPLOMA!!!!!


sábado, 22 de junho de 2013

DIRMA TEU DISCURSO NÃO CONVENCI...TEU PASSADO TE CONDENA!!!!


A geração de Dilma Rousseff não tinha absolutamente nada a ver com a maioria pacífica mencionada por Dilma.
Na década de 1960, a única maioria pacífica era a população brasileira, que participou da Marcha pela Família com Deus e pela Liberdade, liderada pela Igreja Católica. E, do lado evangélico, havia as grandes reuniões nacionais, lideradas pelo Pr. Enéas Tognini, um batista renovado, para colocar o povo evangélico em oração e jejum.
Tanto a reunião católica quanto a reunião evangélica foram marcadas por paz e amor à família e ao Brasil. As duas reuniões tinham como objetivo explícito resgatar o Brasil da tirania comunista que estava derrubando governos em todos os cantos do mundo, com o patrocínio da União Soviética. Enéas Tognini colocou o Brasil evangélico de joelhos diante de Deus para suplicar livramento contra a ameaça comunista.
O outro grupo, uma minoria que era muito mais violenta do que a minoria condenada hoje por Dilma, era composto de militantes comunistas armados, treinados em países comunistas, que assaltavam bancos, torturavam, sequestravam, assassinavam e praticavam ataques a bomba.
O que eles queriam? Nada demais. Apenas implantar no Brasil o mesmo sistema de ditadura anticristã que dominava na União Soviética. Para alcançar essa finalidade, toda e qualquer violência era justificável para a minoria comunista do Brasil.

 Dr. Alberto Thieme teve oportunidade de testemunhar o trabalho sujo dessa minoria, metralhando pessoas inocentes no centro de São Paulo.
Dilma Rousseff fazia parte dessa minoria, mas hoje reclama que a “violência coloca muita coisa a perder.”
O Brasil de fato perdeu muita coisa com a violência da minoria de Dilma. Depois que essa minoria tomou o poder, o povo enganado e cada vez mais iludido sofre todo tipo de violência: um Estado que não protege os cidadãos de serem vítimas de mais de 50 mil assassinatos por ano, mas protege com uma abundância de leis absurdas assassinos e estupradores menores de 18 anos.
Outras grandes ameaças estão a caminho. Desde pelo menos o início da década de 1990, todos os projetos de lei para ameaçar com aborto os bebês em gestação do Brasil são de autoria de parlamentares esquerdistas. Quem foi que disse que comunista não come criancinhas?
E quem pode esquecer a ditadura gay, que a esquerda brasileira quer impor através de leis que essencialmente paralisarão a liberdade de expressão dos cristãos e outros?
E há a ditadura de impostos, onde uma carga abusiva de impostos — que sustentam mil e um absurdos no Brasil — faz todos os brasileiros gemerem dia e noite.
Tiradentes lutou, mais de duzentos anos atrás, contra uma tirania de impostos de 20 por cento. A tirania agora é de 40 por cento, e não há hoje um Tiradentes para tirar essa dor de dente do Brasil, o gigante adormecido diante de belos e enganadores discursos.
Tudo o que há é uma minoria no governo, a mesma minoria da violência e safadeza de 40 anos atrás, que hoje trata o povo como gado de pasto, pronto para ir para o matadouro dos experimentos políticos radicais
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sexta-feira, 21 de junho de 2013

O inverno que chega quente


Prof. Marlon Adami

Assistimos na semana que se encerra, as mais variadas formas de manifestação popular. Alias, curioso como de tempos em tempos o cenário social brasileiro se agita, por que será? De um lado observamos a inoperancia e a incapacidade de gestão do modelo petista de governar, baseado nas falácias ideológicas marxistas, nos projetos políticos e de tomada de poder advindos da utopia marxista abarcadas pela OLAS (Organização Latino Americana de Solidariedade) nos anos 60 e revitalizadas através do Foro de SP a partir dos anos 90, atrevés da batuta de Fidel e do recem candidato derrotado, o Lula.
Pode parecer ficção no momento em que coloco com tanta veemencia tais informações e termos, como o marxismo na pauta da américa latina do seculo XXI, pois são apenas algumas informações omitidas por décadas pela mídia que para sua sobrevivencia e progresso se vendeu para as gordas verbas publicitárias do Estado, através da publicidade do proprio governo e de sua maquina de empresas estatais que há muito vem fomentando o que muito poderia ser patrocinado pela iniciativa privada, porem com a extorsão fiscal do Estado o que sobra para a inciativa incentivar? Quase nada, pois o que sobra mal consegue manter a sobrevida da iniciativa privada nesse capitalismo intervencionista do estatismo petista.
No lado oposto, surgem a cada dia grupos "ditos" sociais querendo legitimar suas reivindicações através de legislações ou de descumprimento das mesmas, alias recentemente um ideologo brasileiro petista, afirmou: "Desrespeitar as leis para avançar", com um detalhe, não explicitou avançar para onde nem no que avançar.
Tivemos a presença dos indigenas, diga-se de passagem, desaculturados da sua condição de indigenas, nativos da terra brasilis ou silvicolas, como eram chamados, aterrorizando o campo e praticando uma violencia descabida, pois se vieram a Brasilia conversar e dialogar com o governo sobre sua causa, a violencia promovida como terrorismo rural não faz e nem fez sentido algum, porem observamos que tais praticas são identicas as praticadas por grupos como MST e Via Campesina, ligadas ao governo e sustentadas com verbas publicas para promover a utopica reforma agraria. Sabe-se que por tras desse episódio existem questões políticas e de intrigas entre tribos, mas podemos ter a certeza que politicamente o governo vem tirando lucro e vantagens do episódio, afinal o MST desgastado e manjado pela sociedade como baderneiros e nada produtivos para o setor agropecuario nacional não poderia manter suas praticas para não acabarem sendo taxados pela sociedade como personas non grata. Aí vemos os indigenas, vitimas históricas tomando o posto e as praticas terroristas do MST.
Para completar a onda de terror velado eis que surge o movimento Passe Livre, que mantem uma ONG e um website com verbas da lei Rouanet, Ministerio da Cultura e se não bastasse até a Petrobras os patrocina. Essa ONG, mais a serviço de uma agenda revolucionaria bolchevista, ocasionou e não se sabe quando irá parar seu terrorismo, utilizando uma juventude doutrinada nas universidades e escolas nos ditames marxistas e utopicos da igualdade e da justiça social. Um pai de um jovem detido, informou que seu filho nunca utilizou transporte publico, pois tem carro proprio, ou seja, baderneiro a serviço do caos. Bandidagem, mesmo!
A presidente Dilma, como sempre, se não está encastelada, está viajando e tentando exibir ao mundo um país que não existe. Exemplo foi dado na viagem a Portugal onde não respondeu uma só questão do primeiro ministro portugues sobre a ajuda brasileira a Portugal, mas aproveitou a oportunidade para dar aula e conselhos economicos a União Européia...Infelizmente a nação brasileira tem que aguentar tais atitudes de quem pouco ou quase nada aprendeu na sua faculdade de economia, mesmo cursando já adulta, pois na juventude estava preocupadíssima em promover o comunismo no Brasil.
Brasilia, 13 de Junho...o Governador Agnelo Queiroz (PT) anuncia que neste final de semana devido a abertura da Copa das Confederações, nenhum hospital do DF está autorizado a fazer cirurgias. Ou seja, está a beira da morte, vai morrer. Mas na verdade é a forma encontrada para evitar da população encarar o caos que são os hospitais da capital federal. Por nada os "governantes" quando precisam de saúde de qualidade vão a São Paulo nos melhores e referenciais hospitais do país.
Tivemos neste final de semana a abertura da copa das confederações, onde o Estado mostrou que pode sim promover segurança publica, explico, foram colocados na rua policia militar, civil, as forças armadas por terra e ar com um aparato tecnológico de primeiro mundo para apenas um jogo de futebol, mas o mais interessante é que quando a população clama por segurança a resposta é sempre a mesma, "falta verba",mas quando é para o pão e circo dinheiro nunca falta.
Além desse absurdo e afronta a sociedade civil, ainda temos o complemento do "pão e circo" que foram os shows e estrutura montada para o povo na esplanada dos ministerios (shows nacionais, estrutura de alimentação, segurança e nove telões) para a grande maioria que não teve R$ 800,00 para custear o ingresso mais barato para o evento da FIFA.
E para fechar essa coluna não poderia deixar de comentar sobre os baderneiros que protestam em varias capitais do país. Baderneiros sim, massa de manobra criada nas universidades e sindicatos em prol das praticas xiitas e revolucionarias de partidos como PT, PCdoB, PSTU,PCO e outras organizações patrocinadaas com dinheiro publico para aterrorizar e criar um cenario que favoreça poder socialista que está na governança, estamos vivendo momentos de experiencia bolivariana. Esse modus operantis de manipular informações, imagens e a imprensa ajoelhada para o poder atrves de verbas publicitarias estatais, nada mais é que praticas fascistas, aquelas que qualquer um que for contra é taxado e demonizado. Cidadão de bem, não está na rua participando de tais atos está preocupado com a sua familia, trabalho, futuro e jamais serve a este tipo de circo dos horrores ao qual a juventude doutrinada se presta corroborar.
E dessa forma, vamos terminando o outono e esperando o inverno de forma quente e ruidosa para pior, pois os ventos da pseudo democracia brasileira não nos mostra que os ventos tragam melhoras para a nação.

O ontem, o hoje e o amanhã.


O Brasil, aquele que era para ser o país do futuro, da ordem e do progresso, vive um dilema que só é possivel compreender observando um pouco do seu passado recente para compreender a sua atualidade e termos de alguma forma, mesmo superficial uma projeção do que será dessa nação futuramente.
Construímos uma república atrevés de varios movimentos revoltosos de norte a sul do país, uma ditadura civil e populista de 15 anos num momento mundial de transformações politicas, econômicas e sociais, passando por dois conflitos mundiais e nesse entrevero todo, a primeira tentativa de tomada do poder pelo marxismo internacional. Assim transcorremos a primeira metade do seculo XX.
A segunda metade do seculo XX vem com progressos e inovações, mas seguindo a tendência mundial da época, fomos mais uma vez surpresados com mais uma tentativa de tomada de poder pelo marxismo internacional, em meio a um cenario mundial de guerra fria e disputas políticas entre a bandeira capitalista e socialista nos cinco continentes.
Passamos por vinte anos de regime militar onde o principal objetivo não era manter uma ditadura, mas varrer do nosso territorio os riscos de uma comunização a moda soviético/cubano.
E fechamos o seculo XX com a redemocratização e a prova maior que a nação ainda se mantinha longe de ser uma nação capaz de praticar a democracia e a liberdade tão almejada. Culpar o regime militar por isso? Muito facil, mas o problema ou a causa é muito mais complexa de se explicar do que se imagina. Na verdade fomos tomados de assalto novamente pela mesma turma que o os militares colocaram para correr do país, agora mais moderados, travestidos de intelectuais e humanistas preocupados com o bem estar social.
Pois, bem viramos o século com um sociólogo, intelectual e marxista no poder que hipnotizou o país com o controle da inflação e a preocupação com os pobres. Semeou o vasto terreno da sociedade brasileira com um paternalismo e um intervencionismo estatal que não foi possível por questão de tempo, colher os frutos e praticar o que foi planejado em oito anos de mandato social democrata...mas gostaria de lembrar que a tal social democracia nada mais é que um galho da arvore do marxismo que objetiva a socialização e a ditadura do proletariado, apenas de maneira diferente e menos agressiva do que foi o periodo guerrilheiro de Dilma, Jose Dirceu e tantos outros que estão no poder.
Pois, então estamos neste momento amargando um terceiro mandato dos ex guerrilheiros do regime de 64, verdadeiros lobos em pele de cordeiro, que por oito anos utilizaram um testa de ferro (Lula) à frente da implementação do neo socialismo que estamos vivenciando e se instala a passos largos no país.
Comissões da Verdade para reescrever a história nacional a seu favor, escandalos inumeraveis de corrupção, violencia e trafico de drogas como uma verdadeira epidemia nacional, derrubada dos valores sociais cultuados a seculos e o pior um Estado intervencionista radical que participa e é fundador da organização que está implementando o socialismo na america latina, o Foro de São Paulo, é a realidade do tal partido dos trabalhadores que estão aí para não sair mais.
Esta organização para os leigos foi fundada por Fidel castro e Lula em 1990 e formada por partidos marxistas, organizações guerrilheiras, FARC e até o PCC, com o simples objetivo de transformar a américa latina numa nova União Sovietica. Nos ultimos anos para encobrir suas ações se escondeu atras da sigla da UNASUL, mas sua atuação continua cada vez mais intensa e forte, tendo a Venezuela, Bolivia e Argentina os grandes laboratorios de seus projetos e o Brasil como a espinha dorsal e praticante dos projetos testados e aprovados nos laboratórios periféricos da américa latina.
Observamos nos ultimos anos um aparelhamento das instituições por militantes do projeto de poder do petismo, um controle do legislativo, já de baixa qualidade, sendo controlado pelo poder executivo através de emendas parlamentares e por que não dizer, que o país está sendo governado ditatorialmente por medidas provisórias alinhavadas pelo PT e sua base aliada, diga-se de passagem, toda formada por partidos de esquerda de todas as linhas possíveis e imaginaveis que possam praticar o pensamento marxista. O povo que não teve nos ultimos 20 anos nada de melhor qualidade que tinhamos no periodo do regime militar, vem sendo doutrinado e imbecilizado em serie nas escolas e universidades, fato esse já comentado em meios de comunicação de países europeus, mas que infelizmente a população brasileira ainda não se deu conta do estrago feito com gerações de estudantes e continua sendo feito.
Desta vez a tomada de poder não foi feita por armas, mas utilizando estratégias de varios pensadores da esquerda mundial (Marx, Lenin, Gramsci, Stalin, Mao, Fidel), alem da propaganda e do intervencionismo tipicos do fascismo. Ou seja, uma colcha de retalhos que nada de democratico, humanista ou realmente social tem para proporcionar a sociedade.
Depois do exposto nestes paragrafos, o que podemos pensar do futuro da nação brasileira? Boa pergunta...para alguns está tudo certo, para outros o inferno vermelho evitado por algumas vezes vem a tropelando a fragil democracia e ainda contamos com aqueles que desconhecem e nem querem saber o que está ou irá acontecer, basta viver!!!
Prof. Marlon Adami - mm64mar@gmail.com
Graduado em História pela Universidade de Caxias do Sul/RS

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Fundamentos econômicos do Nacional-Socialismo

Fundamentos econômicos do Nacional-Socialismo

Tá aí a verdade, quem quer isso para si???? EU TO FORA E LUTO COMO PUDER PARA QUE ISSO NÃO ACONTECA!!!!



O verdadeiro motivo do protesto não é o preço da passagem. O transporte público do Movimento Passe Livre não é o fim, é o meio. Os objetivos são: 1) Reduzir o valor das passagens. 2) Tornar o transporte público gratuito para todos em todo o Brasil. 3) Estatizar todas as empresas de transporte público. 4) Estatizar todos os serviços, como a Educação em todos os níveis, todas as formas de Transporte, a Saúde, a manutenção das estradas, os Portos, a Construção Civil, a Indústria, o Comércio e todos os Serviços. Toda atividade produtiva e de serviços deve ser estatizada. O Poder Legislativo deve ser extinto, pois o Comitê Central do Bem Estar do Povo tomará sempre as decisões acertadas em benefício de todos . O Poderes Executivo e o Judiciário serão exercidos por Comitês Populares e a Segurança Pública ficará a cargo de Inspetores do Bairro e a Justiça será função dos Tribunais Populares sem a necessidade de longos processos. Toda propriedade privada será estatizada se tornando propriedade do povo. Os salários serão simbólicos, já que o Governo Popular proverá todas as necessidades da população anulando-se, desta forma, todas as diferenças sociais. Trótski, Stalin e Lenin terão lugar de destaque na educação desde as primeiras séries escolares. Operários que exercem atividades que exigem baixa ou nenhuma escolaridade terão salários semelhantes aos de médicos e engenheiros. Atividades como as de advogados, psicólogos, assistentes sociais e as relacionadas aos Tribunais Eleitorais serão extintas, já que se tornarão desnecessárias. Os publicitários do governo exercerão papel de destaque pois caberá a eles executar a Campanha Permanente de Enaltecimento das Virtudes do Governo. Estas manifestações pela redução das passagens são apenas o meio. A finalidade maior é a caminhada para atingirmos o ideal do Admirável Mundo Novo, acima descrito. Avante, companheiros! A luta continua! O Movimento Passe Livre, o PSTU e o PSOL organizam e incentivam a justa revolta da juventude!"