Free Shoutcast HostingRadio Stream Hosting

terça-feira, 30 de julho de 2013

REVOLUÇÃO CULTURAL PARA BAIXINHOS

Iludem-se aqueles que imaginam que as cartilhas e livros governamentais são os únicos materiais nocivos dos quais nossas crianças precisam ser protegidas. Sim, neles há toda sorte de erros, de concepções ideológicas travestidas de "fatos", estímulos às drogas, ao desenvolvimento prematuro da sexualidade, entre outras coisas. No entanto, nossos adversários são bem mais espertos do que isso e seus braços são bem mais longos também.
Não raras vezes vejo pais e mães comemorando o interesse dos filhos em livrinhos infantis. Dizem, aliviados, que os filhos gostam de ler, que pegaram gosto pela coisa, que serão estudiosos e por aí vai. O problema é que poucas vezes os pais têm o mesmo entusiasmo para averiguar o tipo de conteúdo presente nos livrinhos e a respectiva mensagem que eles transmitem. Tal imprudência é mais ou menos o mesmo que deixar a criança entregue à TV, alegando que, afinal de contas, trata-se de um inofensivo canal de TV a cabo infantil.
Os engenheiros sociais sabem que juntamente com a influência dos pais (cada vez menor, dado o esfacelamento das famílias e as altíssimas cargas horárias de atividades que as crianças cumprem, hoje em dia, fora do cuidado e da supervisão familiar), a influência exercida sobre o imaginário infantil através das histórias, desenhos, fábulas e até músicas será decisiva para a construção do tipo de "cidadão" desejável. Não por acaso vivemos em uma época em que a nova moda é desconstruir os velhos contos e reescrevê-los, esvaziando-os totalmente dos ensinamentos morais e espirituais que auxiliavam no desenvolvimento, manutenção e fortalecimento das virtudes características da cultura judaico-cristã. 

Como exemplos concretos daquilo a que me refiro, citarei apenas dois casos, dos mais óbvios dentre muitos outros e mais sutis:
Super Why é um desenho exibido no Discovey Kids Brasil, um canal de TV a cabo voltado para o público da primeira infância, desde bebês até crianças por volta dos seis anos de idade. Sob o pretexto de ensinar novas palavras às crianças, expandindo seu vocabulário, o Super Why reescreve os contos clássicos, tais como "O lobo mau" e "João e o pé de feijão", alterando-lhes por completo o sentido. No episódio, por exemplo, do lobo mau, que é a representação alegórica do pedófilo, é transformado na raposa legal, de modo que todo o desenrolar da trama original é adulterado, e, portanto, a moral da história, que pretendia alertar as meninas para os perigos das conversas com homens desconhecidos, é perdida. 

The night dad went to jail
Lançado em 2011, nos EUA, o livrinho acima, cuja tradução do título poderia ser "A noite em que papai foi para prisão", faz parte de uma série chamada Life's Challenges, da CapstoneComo vocês podem imaginar, a proposta do livro é bastante explícita em sua intenção de ajudar as crianças a lidar com problemas reais e cada vez mais comuns nas famílias (se você não se chocou com o que acabei de escrever, por favor, faça soar o alarme). A obra, bem como a série da qual faz parte, não receberam, até onde pude averiguar, tradução para a língua portuguesa, mas se não o receberam, certamente apontam para uma nova tendência e para um novo nicho do mercado editorial infantil. Já pensaram no quão úteis podem ser historinhas como "O dia em que mamãe virou prostituta", "Quando meu irmão tornou-se um dependente químico" e coisas semelhantes?
Em outras palavras, não basta apenas que as crianças adquiram o hábito da leitura ou assistam a programações pretensamente selecionadas de acordo com a idade em que estão. Não. É preciso que adquiram o hábito da leitura lendo boas obras, preferencialmente mais antigas e clássicas, as quais ainda transmitem a riqueza do patrimônio imaginativo e cultural sobre o qual se assenta o Ocidente. Investindo em obras desse tipo, que geralmente encontram-se disponíveis em sebos a preços bem mais em conta do que os últimos lançamentos editoriais, bem como investindo em brinquedos e jogos que realmente estimulem a imaginação e a participação das crianças, não haverá tanto tempo nem tanto desejo de programas de TV. Além disso, é preciso que tenhamos sempre claro que, assim como a qualidade daquilo que comemos afetará nossa saúde física, assim também a qualidade daquilo que lemos, assistimos e ouvimos repercutirá sobre nossa saúde psíquica, moral e espiritual. Os engenheiros socias sabem muito bem disso. Mas e nós, pais e mães brasileiros?

Camila Hochmüller Abadie é mãe, esposa e mestre em filosofia

Análise psicológica PERFEITA de um esquerdopata




Foram péssimos estudantes, a maioria com várias repetições de ano. Mas são de família de classe média, onde sempre sofreram pressão pra “ser alguém na vida”. Como são preguiçosos, SEM DISCIPLINA e folgados; precisam arrumar um jeitinho pra se dar bem e se fazerem passar por coisas que NÃO SÃO: pensam ser! FINGIR QUE É CULTO, “engajado”, e “crítico” rende pontos.

Assim, prestam vestibular sem concorrência, de preferência em um curso de Geografia, Ciências Sociais e História.
Então, começam sua carreira de charlatanismo. Alguns pouquíssimos estão em cursos como Direito , Medicina, Engenharia; mas, como não são chegados a estudar, terminam por trancar a matrícula ou mudam de Curso.
E, muito dificilmente, se enturmam quando tentam esses Cursos acima e assemelhados.

Ali, na universidade, encontram todas as FERRAMENTAS: professores barbudinhos, livros de esquerda, palestras com “doutores” no assunto; e até o assédio de políticos “guerreiros” do PT, do PC do B et caterva. É claro que não estudam nada! Vivem o tempo todo no DCE, deitados no chão, passeando no campus com aquelas mochilas velhas, calças cargo, sandálias de couro e CABELOS ENSEBADOS.

Alguns começam a se INFILTRAR NOS SINDICATOS E NAS REUNIÕES DOS SEM-TERRA. Já começam a se achar revolucionários e reserva intelectual das massas proletárias exploradas; e também das causas revolucionárias.
Assim, se passam por intelectuais, cultos, moderninhos, e diferentes.

Sentem-se mais seguros para atacar as mulheres, achando que elas são doidas por esse TIPO DE GENTE. Começam a ver os amigos que estão trabalhando ou cursando Engenharia, Direito, Medicina ou administração como pobres coitados que não tiveram a chance da “ILUMINAÇÃO”.

COMO NÃO TRABALHAM e vivem apenas da mesada, estão sempre sem grana.
Aí começa a brotar a INVEJA, o ÓDIO de quem se veste um pouco melhor ou tem um carrinho popular. Estes, são os chamados “porcos capitalistas” ou “burgueses reacionários”! Começam uma fase ainda mais ALOPRADA da vida quando passam a ouvir Chico Buarque e músicas andinas. Nessa fase, já começam a pensar em se tornar terroristas, lutar ao lado dos norte-coreanos, admiram Cuba e, muitos deles, apoiam o Irã e NÃO ACREDITAM NO HOLOCAUSTO JUDEU! Não usam mais desodorante; e a cada 5 minutos aparece nas suas mentes a imagem de um MacDonald’s totalmente destruído.

Mas, é claro que o que querem não é a revolução, isso é apenas uma desculpa. COMO SÃO INCOMPETENTES pra quase tudo, até mesmo para bater um prego na parede, e como sentem vergonha de fazer trabalhos mais simples, POR SEREM ARROGANTES o suficiente para não começar por baixo, querem saltar etapas. QUEREM, no fundo, a coisa que todo esquerdista (ESQUERDOPATA!) mais deseja, mesmo que de forma sublimada: UM EMPREGO PÚBLICO! Mas, aí surge um outro problema: é a coisa mais difícil passar em um concurso! É PRECISO ESTUDAR (argh!).

Por isso, SONHAM com a “revolução” proletária, com a tomada do poder por uma elite da esquerda, nas quais eles estão incluídos, obviamente, afinal são da mesma TRIBO! Consequentemente, ocuparão, POR INDICAÇÃO, UM CARGO COMISSIONADO EM ALGUMA REPARTIÇÃO QUALQUER , onde ganharão um bom salário para poder aplicar seus "vastos e necessários conhecimentos" adquiridos durante anos na luta pela derrubada do SISTEMA CAPITALISTA imundo.

NESSA FASE, mudam e se contradizem: cortarão o cabelo, usarão terno, passarão a apreciar bons vinhos e restaurantes. E, dependendo do cargo que ocuparão, até motorista particular terão! E, SEM DÓ, ENFIARÃO A MÃO – E COM MUITO TESÃO – no dinheiro dos cofres da NAÇÃO!!! Claro, que pela nobre causa socialista e para o bem dos trabalhadores, POSTURA SEM NOÇÃO!

EDSON F. NASCIMENTO -
PSIQUIATRA E PSICOTERAPEUTA

As manifestações e a visita papal




As manifestações e a visita papal
Prof. Marlon Adami
Após uma avalanche de manifestações pelas mais diversas causas “legitimas” da sociedade brasileira, acompanhadas de alguns momentos de quebradeira terrorista e pelo que tudo leva a crer, orientadas por ideologias e partidos de esquerda, observamos uma calmaria se abatendo nos ânimos da nação.
Para o governo foi ótimo a visita papal ao Brasil, mudou o foco da imprensa e a calmaria se consolidou, tendo a nação se voltado à espiritualidade e a curiosidade por saber e ver como o papa iria se postar perante seus fiéis. Quanto ao papa, nada a declarar, perfeito, sereno e coerente, além de deixar muitas recomendações à população com relação à politica e a cidadania, mas quanto ao governo foi mais um show de horrores e destemperos, tanto pelo lado federal, quanto o estadual e municipal.
Dilma fazendo palanque eleitoral na abertura da JMJ, a segurança falha em sua chegada ao centro do Rio de Janeiro, o atoleiro previsível patrocinado pelas obras de preparação do espaço para o evento em Guaratiba, que era sabido que ocorreria em caso de mau tempo, e para concluir as diversas gafes nacionais diante das câmeras da mídia mundial, temos o ministro Joaquim Barbosa sendo desprezado protocolarmente pela Dilma e o dueto Dilma/Cristina Kirchner numa cafonice e deselegância total nos seus pretinhos básicos.
Aliás, a comitiva brasileira e porque não latino americano na missa dominical em Copacabana estava mais preocupado em acompanhar seus Iphones e redes sociais que prestar atenção nas sábias palavras do pontífice.
As mensagens e recados deixados pelo papa Francisco bateram fundo nas praticas implementadas na América latina sob a batuta do Foro de São Paulo, lembrando que o pontífice é argentino e conhece muito bem o desenvolvimento do pensamento e praticas marxistas na América latina nas ultimas décadas.
A sensatez e humildade exibida pelo papa Francisco poderia e pode ser um excelente exemplo a todos, principalmente para os eletivos do poder, mas parece não ter sido significativo esta exibição papal, pois nem bem o papa retornava a Roma e a avalanche de informações escandalosas começou a pipocar nas manchetes dos sites sérios e não entregues as benesses do poder.
Até o Min. Joaquim Barbosa que parecia ser a bola da vez para tentar melhorar a imagem de politico e estadista no país, mostrou sua face petista de ser. Para adquirir um imóvel em Miami, abriu uma empresa utilizando o endereço residencial funcional e como diretor. O homem da lei e da justiça que a nação estava confiando quase que cegamente mostrou não se importar com elas quando o interesse é próprio, passando por cima das regras assim como qualquer petista ou politico exercendo cargo e trabalhando para a base aliada do governo.
O papa veio e foi, mas a saúde não tem perspectivas satisfatórias enquanto Genoíno, Lula e em breve Sarney se hospedam no Spa Sírio Libanês para ter o que há de melhor em tratamento de saúde...SUS para eles é apenas para direcionar quem os sustenta para o que há de pior e desumano em termos de ciência médica, não pelos profissionais, mas pelo que o governo promove para essa área que é responsável e que rende muitos votos nos pleitos.
Mesmo em tempo de calmaria nas manifestações em Brasília na ultima quinta feira (25/07) houve uma manifestação onde jovens, profissionais das mais diversas áreas se mobilizaram para manter acesa a chama da cidadania que esmoreceu com a vinda do papa e por si só começou a deixar aquém das expectativas depois do mutirão do legislativo, seguido das férias parlamentares.
Deparamo-nos com um cenário que em resumo nos mostra que a oposição não é entre esquerda e conservadores, mas entre racionalidade e insanidade. A insanidade vigente baseada na revolução cultural marxista que baniu de forma sucinta a cultura de direita no país, agora deixa explicitar como é que a esquerda cumpre, respeita e valoriza a sociedade e sua base ética e moral, onde o vandalismo, marcha de vadias, movimentos que nada tem a ver com a ética e moral da nação e são patrocinados e apoiados pelo Estado petista.
Mas para fechar, a maior de todas... ”Não haverá volta Lula, por que ele nunca saiu”- Dilma Rousseff, precisa mais para ter a certeza do projeto ditatorial deste partido que pregou a ética, moral e o humanismo?

sexta-feira, 26 de julho de 2013

RESENHA DO LIVRO "DIRCEU", POR GUILHERME MACALOSSI

UMA BIOGRAFIA PARA REMEMORAR A ERA DA MEDIOCRIDADE

Em Dirceu, Otávio Cabral conta como o menino crescido em Passa Quatro se tornou um dos quadros mais importantes da política nacional. De sua ascensão na militância estudantil até sua decadência quando condenado no Julgamento do Mensalão. 

Quando falamos de José Dirceu de Oliveira e Silva, imediatamente nos vem a mente o episódio do mensalão. Talvez, para a posteridade, tal fato venha a ser aquele pelo qual nos lembraremos do personagem título desta biografia. A prostituição do Congresso, promovida pelo Governo Lula por meio do seu “capitão do time”, diretamente do Ministério da Casa Civil, é, sem sombra de dúvida, o momento culminante na história de vida de José Dirceu. Sua biografia, entretanto, conta muito mais do que isso.

Escrito por Otávio Cabral, tarimbado jornalista que hoje é editor de VEJA, Dirceu – A Biografia, ao mesmo tempo que rememora parte da história do país, narra também a vida do menino de Passa Quatro que, em seus sonhos áureos, esperava a faixa presidencial, mas que, por meio de sua ação direta, ao longo da carreira política, teve que se contentar em esperar o camburão da polícia.

A primeira parte do livro mostra como Dirceu, um jovem ambicioso e idealista, integrante de uma família conservadora, acabou no ativismo político do movimento estudantil. Na faculdade um tenaz contrariador dos regimentos, tornou-se elemento aglutinador de um séquito de seguidores os quais, por causa do comportamento rebelde e pouco afeito a regras, acabou batizado de “os canalhas”. Rui Falcão, hoje presidente do PT, era um desses colegas.

Garoto ambicioso, estudante rebelde, revolucionário e guerrilheiro. O livro de Otávio Cabral também se detém nas desventuras de Dirceu no combate a ditadura militar. Da arruaça promovida no Prédio da Faculdade de Filosofia da USP, transformado em bunker pelos revolucionários de esquerda que o mantinham invadido, até seu treinamento militar em Cuba onde, sob instruções e ordens do Regime Ditatorial de Fidel Castro, foi destacado para comandar movimentos terroristas no interior do Brasil, a biografia de Dirceu conta como esse senhor mudou tantas vezes de nome sem nunca mudar de objetivo: estar no poder.

Se a primeira parte do livro se debruça em cima de um Dirceu como ativo militante de esquerda, a segunda mostra o arguto estrategista político que, nos bastidores, trocou a rebeldia ineficiente pelo pragmatismo de resultado. Pragmatismo que o fez varrer do PT os elementos mais radicais do partido e resultados que, por meio de alianças e amplos poderes internos, o projetaram, junto com Lula, ao Planalto. E ai a biografia de Dirceu também funciona como bom remédio de memória. Nos bastidores do Governo Lula somos, a todo momento, lembrados de episódios, acontecimentos e figuras que, por causa da profusão de escândalos na época, acabaram sendo soterrados em nossas lembranças.

Otávio Cabral narra todos os fatos com absoluta sobriedade, da infância ao julgamento do mensalão, medindo a importância de cada acontecimento e dando a ele o devido destaque na narrativa. O autor se vale de depoimentos e entrevistas feitas com personagens que presenciaram em primeira pessoa muitos aquilo que é narrado. Há também fartura de informações vindas de documentos públicos e de notícias que foram retiradas dos arquivos dos grandes jornais.

Por certo que José Dirceu é uma figura importante de nosso cenário político, ainda mais quando examinado o período que vai de 1989 até 2012. Sua biografia se faz, desta forma, item obrigatório não só para o entendimento das motivações e origem do personagem, mas também para sabermos os procedimentos usados por ele para criar o tipo de política que faz co quem parte do país dê errado.

Máfia dos Bancos: “Nós controlamos o mundo”

Máfia dos Bancos: “Nós controlamos o mundo”

segunda-feira, 22 de julho de 2013

COMUNISMO HUMANITARIO????


Para quem duvida que a intenção de Lênin/Stalin era usar a Alemanha como laranja, fazendo o povo alemão dominar a Europa para logo em seguida a Rússia dominar a Alemanha, segue palavras de Lênin: "Quem controla Berlim controla a Alemanha, e quem controla a Alemanha controla a Europa."

Reação à crise marxista




A Primeira Guerra Mundial representou uma crise teórica para o marxismo, pois este esperava que os trabalhadores se unissem contra seus empregadores, mas o que aconteceu foi exatamente o contrário

A Primeira Guerra Mundial representou uma crise teórica para o marxismo, pois este esperava que os trabalhadores se unissem contra seus empregadores, mas o que aconteceu foi exatamente o contrário: os trabalhadores se uniram uns contra os outros. A grande pergunta que surgiu foi a seguinte: quem alienou os trabalhadores desta forma? Um alienado[1], segundo o marxismo, é alguém que renunciou aos seus direitos de classe para dá-los a outra pessoa. Quando ele para de lutar pelos seus direitos de classe, está servindo a outra classe. Quem alienou o proletário, o pobre? A resposta do marxismo: a civilização ocidental.

Dois pensadores diferentes encontraram a mesma resposta para o dilema da alienação: o primeiro foi Antonio Gramsci, que na URSS viu os limites da teoria marxista, tomando consciência da necessidade da mudança de cultura para a implantação da mentalidade socialista; o outro foi Georg Lukács, que em união com Felix Weil, fundou, em 1923, o Instituto para Pesquisa Social[2], contando também com a colaboração de outros pensadores, tendo como objetivo o estudo da civilização ocidental com o intuito de destruí-la. Este Instituto também ficou conhecido como escola de Frankfurt, tendo como principais membros Max Horkheimer, Theodor Adorno, Herbert Marcuse, Erich Fromm, Wilhelm Reich[3].

Mas, voltando à crise do marxismo após a Primeira Guerra, uma das tentativas de solução foi oferecida pelo fascismo: o otimismo nacional. Tal empreitada ficou caracterizada pela tentativa de se criar uma sociedade justa, um estado totalitário, através da bandeira do otimismo nacional, da raça, do nobre selvagem. Hitlear, por exemplo, considerava que o cristianismo abastardou a nobreza da nação alemã.

A nação alemã, que Hitler liga diretamente aos gregos admirados por Nietzsche, tem a nobreza do pagão pré-cristão, do bárbaro, que rejeita a civilização racionalista. Hitler admirava o trabalho de Nietzsche, o valor do não racional, das trevas, das forças ctônicas[4]. A partir do homem que tem força, que se libertou dos grilhões da racionalidade, Hitler promovia a possibilidade de criar uma nova nação a partir da fidelidade à própria raça, às próprias origens.

Uma segunda reação à crise marxista foi a reação pessimista[5] da Escola de Frankfurt, que via na civilização ocidental como algo extremamente negativo[6]. A tentativa de descontrução do mundo ocidental era a força de seu trabalho, através da proposição da Teoria Crítica como um caminho a ser adotado, numa atitude de constante crítica e destruição ante a civilização ocidental. Se ela cair, o mundo será melhor. A escola de Frankfurt, porém, não tinha um projeto para o pós-destruição, pois também acreditava no poder criativo do mal, na certeza de que se houvesse destruição, a ordem, de alguma maneira desconhecida, iria surgir.

Horkheimer e Adorno escreveram um livro chamado A Personalidade Autoritária[7], buscando apresentar uma íntima ligação entre a civilização ocidental e o fascismo, conseguindo, através de um contorcionismo lógico, convencer as pessoas de que o capitalismo, a civilização ocidental e o cristianismo são a verdadeira origem do fascismo[8]. Ao perceber que os americanos nutriam um verdadeiro horror diante do fascismo, não medindo esforços para lutar a favor da liberdade contra qualquer governo autoritário ou totalitário, a Escola de Frankfurt encontrou um caminho para difundir seus propósitos.

Horkheimer e Adorno buscam convencer os americanos de que os próprios americanos são os maiores fascistas. No já citado livro Personalidade autoritária, criam uma escala de fascismo, mensurando os graus, os traços de fascismo em cada pessoa[9].

Herbert Marcuse, outro grande expoente da Escola de Frankfurt, escreveu um livro chamado Eros e Civilização, na década de 50, no qual traça, com toda clareza, o programa da revolução hippie, da revolução sexual, do pacifismo. Marcuse propõe uma junção do pensamento de Freud e Marx ao defender a tese de que o americano é puritano e que por reprimir o sexo é extremamente agressivo. Para superar tal agressividade, os americanos precisam fazer guerra. Como o sistema capitalista precisa de mercados, as guerras são úteis para o imperialismo americano conquistar o mundo. A repressão sexual seria um dos meios para manter o sistema capitalista de pé, segundo Marcuse, pois ao tornar as pessoas agressivas, leva a guerras e, automaticamente, acaba por atrasar a implantação da nova sociedade marxista no mundo.

É preciso, então, que o homem reprimido, puritano, faça sexo. Daí surge o lema de Marcuse: faça amor, não faça a guerra[10]. A revolução hippie é fruto direto do pensamento de Marcuse. Segundo ele, fazendo sexo os jovens iriam se tornar pacifistas, não fariam guerras, o que faria com que o sistema capitalista caísse. Assim, o movimento hippie e Woodstock, que pareciam ser fruto da decadência do modelo da sociedade americana, fruto do capitalismo decadente e materialista, na realidade são fenômenos inoculados na sociedade americana pelos marxistas.

A Escola de Frankfurt buscou, dessa forma, alavancar a revolução marxista mudando a forma de a pessoa se relacionar com a sua própria sexualidade, pois percebeu que ao impor um novo padrão de sexualidade, a implantação da sociedade socialista se tornava mais fácil[11]. Porém, não é verdade que ao destruir a moral sexual, surja automaticamente uma sociedade melhor. Para que os jovens da década de 70 transgredissem, violentassem a própria consciência, as regras morais, eram necessárias altas doses de drogas para que a libertinagem sexual fosse vivenciada. Só assim diziam não à moral cristã, conservadora. Os jovens de hoje, infelizmente, estão numa situação diferente, pois muitos já experimentaram o fundo do poço: mesmo na mais tenra idade já há pessoas deprimidas e que, desiludidas pela experiência do hedonismo, acabam por perceber, desde cedo, que o prazer não responde à sede de sentido de vida que lhes é peculiar

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Comunicado do TERNUMA

Aos Membros, Amigos e Simpatizantes do Ternuma.
Informamos aos diletos Membros, aos Amigos e Simpatizantes, que no dia 25 de junho de 2013, foram encaminhados pelo Ternuma dois expedientes tratando da Constituição da Comissão Nacional da Verdade (CNV).
O primeiro Expediente (anexo 01) foi encaminhado para a Casa Civil.
 Nele, declaramos a nossa convicção sobre a composição ilegal da CNV,  e destacamos o procedimento inadequado e aético adotado na condução dos seus trabalhos, em particular a Audiência do Cel. Ustra. 
Em consequência, requeremos a imediata exoneração dos seguintes membros da CNV: Drª Rosa Maria Cardoso da Cunha, Dr. Paulo Sérgio Pinheiro e Drª Maria Rita Kehl, em virtude de não possuírem as condições legais para permanecer em seus cargos, conforme o disposto no art. 2º da Lei 12.528/2011.
O segundo expediente (anexo 02), de semelhante teor, foi encaminhado para a Procuradoria Geral da República (PGR), e, conforme o seu andamento e resultados, poderemos judicializar a questão.
 Procuramos, apesar do prazo existente entre a entrada dos Expedientes e esta mensagem, informar aos prezados Membros que o Ternuma, cumprindo o prescrito em seu Estatuto, busca atuar de forma mais proativa, com ações que possam redundar na extinção ou enfraquecimento de um instrumento, criado para desvirtuar a verdade.
Silenciosamente, por nada ter de impactante para divulgar na imprensa que possa denegrir os seus alvos, e sem o estardalhaço esperado, a Comissão Nacional da Verdade prossegue na sua sanha.
No entanto, por vezes, descortinamos na mídia, as ações, em geral espalhafatosas realizadas por suas afilhadas, as Comissões Regionais da Verdade Estaduais, que se aventuram em investigações que alardeiam como bombásticas e acusatórias para os ex - agentes da repressão.
Já nos basta o recente desconforto, determinado pelo Governo, que instituiu um Grupo de Trabalho para investigar 23 casos de denúncias de violações de direitos humanos nos quartéis das Forças Armadas, conforme estudo elaborado pelo Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro (GTNM-RJ).
O Ternuma, diante do descalabro, na ausência de qualquer reação das Instituições atingidas, procura adotar dentro de suas possibilidades, uma atitude mais incisiva sobre esta Comissão criada para, explicitamente, servir de instrumento ao revanchismo.
Atenciosamente,
Brasília, DF, 19 de julho de 2013.

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Presidente do Ternuma

quarta-feira, 3 de julho de 2013

A Revolução Russa - A verdade omitida!!!



Segundo um testemunho do Congresso dos Estados Unidos de outubro de 
1919 [20] o apoio financeiro do John D. Rockefeller (à Lenin e Trotsky) provocou 
a (fracassada) Revolução Comunista de 1905. A biografia do Rockefeller omite um 
detalhe «insignificante», isto é, a afirmação feita em público por parte do banqueiro
investidor da família Rockefeller e presidente da empresa de investimentos de Nova
Iorque, Kuhn, Loeb & CO, o jesuíta Jacob Schiff, também fundador da Reserva
Federal, de que sem sua influência financeira a revolução russa nunca teria êxito.

Outro fato omitido é que o emissário pessoal do John D. Rockefeller,
George Kennan, passou vinte anos promovendo a atividade revolucionária contra
o czar da Rússia; quem financiou e por que? A que custo? Além
do desejo de criar um monopólio globalizador tinha, John D. Rockefeller, alguma
razão pessoal para desejar a queda do czar e apoiar a revolução?
A resposta segue hoje tão atual como há cem anos: pelo petróleo! Antes da
Revolução Bolchevique, a Rússia sucedeu aos Estados Unidos como o maior
produtor de petróleo do mundo. [21] Em 1900, os campos de azeite de Bakú, na
Rússia, produziam mais petróleo cru que todo os Estados Unidos e em 1902 mais
da metade das extrações mundiais eram russas.
O caos e a destruição da revolução destruíram a indústria petrolífera russa.

«Por volta de 1922 a metade dos poços estavam parados» [22] e a outra metade
apenas funcionava devido a falta de tecnologia para fazer os produtos.
A outra razão, que tampouco se menciona na biografia de Rockefeller, é a
concorrência. Como afirma Gary Alien, «a revolução eliminou durante vários anos
a concorrência russa de Standard Oil nos quais a empresa americana pôde mover as
peças e fazer-se com parte do negócio do petróleo russo».

Quando o czar abdicou em 1916, Trotsky - com dez mil dólares de
Rockefeller para gastos de viagem - foi conduzido ao Kristianiafiord (deixou Nova
Iorque em 26 de março de 1917) com trezentos revolucionários comunistas de
Nova Iorque. De onde tirou Trotsky seu passaporte? Quem o pagou? Quem lhe
arrumou o trâmite e por que? Foi o mesmo Rockefeller quem conseguiu um 103
passaporte especial para o Trotsky através de Woodrow Wilson, o presidente dos
Estados Unidos, e enviou Lincoln Steffens, um comunista americano a serviço de
Rockefeller, «com ele para assegurar-se de que retornaria são e salvo à Russia.

Possivelmente, poderia resumir o grau de crueldade com um exemplo: «Para
os Rockefeller o socialismo não é um sistema para redistribuir a riqueza (e muito
menos para redistribuir sua própria riqueza), a não ser um sistema para controlar às
pessoas e à concorrência. O socialismo, põe todo o poder nas mãos do governo. E
como os Rockefeller controlam os governos, isso significa que eles têm o controle
de fato, mesmo que você não saiba, não significa que eles não saibam!» [28] Como
curiosidade, Trotsky se casaria depois com a filha de um dos banqueiros mais ricos,
Livotovsky, quem também respaldou a Revolução Bolchevique.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Brasil, entre o futebol e a realidade


Prof. Marlon Adami

Foram duas semanas onde o país se dividiu entre futebol e manifestações, mas podemos tirar algumas conclusões desses dois momentos que andaram de mãos dadas neste mes que findou.
No futebol, tudo muito previsível, trocaram o tecnico, convocaram alguns jogadores novos e como um passe de magica a seleção começou a jogar por musica. Não estou desmerecendo o trabalho feito até então, mas que existe muitas situações que acontecem nos bastidores e nada ficamos sabendo, aí não tenho duvidas.
O momento futebolistico precisava terminar de forma positiva, afinal paralelamente ocorriam cenas desagradaveis e que desestabilizava a tranquilidade do povo, sem contar as já costumeiras dos noticiarios como a violencia, o caos da saúde, a educação pessima, a infra estrutura capenga e superfaturamento das mesmas e claro, a corrupção, essa que não nos abandona e hoje vem trazendo na sua carona a inflação.
Mas a Dilma foi vaiada, o Lula apareceu como lider das massas novamente, deputado corrupto foi para a cadeia, os partidos de esquerda querem novamente serem os protagonistas das manifestações e senhores das ruas e do pensamento politico nacional e por fim, a Dilma fugiu de novas vaias. Mas ficou claro que o ópio do futebol irá durar pouco e logo as massas estarão se degladiando nas ruas reclamando como sempre das consequencias mas sem combater as causas desse processo que vivemos nos ultimos 20 anos, com a estruturação de um neo marxismo no Brasil e na américa latina atraves do Foro de São Paulo.
Vimos e iremos continuar vendo a indignação do povo, manifestações ordeiras e outras nem tanto, mas a questão esbarra no desconhecimento e na desinformação sobre o cenario politico nacional, que deixa as pessoas numa desigualdade perante os militantes da esquerda,seja ela, extremista, petista ou como dizem apartidaria.
A vitória sobre a PEC 37 foi exatamente identica a vitória da seleção sobre a Espanha, achavamos que seria dificil e naturalmente e porque não dizer rapidamente tudo se resolveu. Para mim fica muito obvio, a manipulação e as articulações nos bastidores tanto do futebol quanto da politica nacional, pois o que interessa ao poder é a massa calma, trabalhando e rendendo tributos ao caixa do planalto. 
Reclamações sempre haverão, mas a calma e a pacificidade da nação é que precisa ser mantida, afinal nem Cristo foi unanime, porque o petismo e sua presidenta precisam ser.
Não bastasse essa mescla de pão e circo criada com a copa das confederações e manifestações, a presidanta surge com uma reforma politica na manga que indiscutivelmente tem orientação do Foro de São Paulo, da mesma maneira que Hugo Chavez reformou a contituição da Venezuela, transformando aquele país numa ditadura avalizada pelo voto, o que não permite que chamam de ditadura, afinal o voto popular mantem o status democratico no cenario politico.
Alem de inconstitucional existe o inconveniente de que no proximo ano temos eleições, o que não dá nem tempo muito menos coerencia para se fazer algo realmente pensado e privilegiando os anseios da nação. Sem contar que seriam em torno de 500 milhões gastos num projeto que jamais poderia sair do executivo, ou seja, tudo errado.
Arnaldo Jabor em uma frase resumiu o cenario nacional,"o país passa por um momento de ignorancia politica onde a massa fica desorientada".
Para completar esse circo dos horrores que passa a politica nacional, a presidanta diga-se de passagem, muito abatida, compara seu governo ao jeito Felipão de dirigir um time de futebol...só se for pelo bigode!