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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

TOLERÂNCIA ZERO


Uma das mais impressionantes tolerâncias é a nacional.
Explica - se ou tenta - se.
Como o povinho nativo é movido ao jeitinho, aparentemente, tudo se pode, e cada vivente assume uma tolerância inimaginável em relação às patifarias, pequenas ou imensuráveis dos outros na esperança de que receba o seu beneplácito, quando ele cometer os seus deslizes.
sem - neurônio vai mal, em todas as instâncias, e, incompreensivelmente, sobe nas pesquisas; o metamorfose é denunciado, diariamente, e a cada engodo patrocinado pelo indigitado patife, é mais aplaudido e agraciado com títulos de Doutor Honoris Causa.
São tantos reconhecimentos pela sua imbatível capacidade de manipular, que os TÍTULOS o reconhecem como um mestre.
Em qualquer ramo que sejamos pesquisados, lá estamos no topo da esbórnia.
Dá tesão ser brasileiro.
Em especial, quando ponteamos como a terra do tudo pelo social, também nos candidatamos ao de Nação de maior licenciosidade do planeta.
Se, no passado, alguns países europeus declaravam - se como liberais ao extremo, acreditando no elevado nível educacional de suas populações; no Brasil, com reconhecido nível moral no grau de zero à esquerda, a liberalização caminha mais para o lado da putarialiberada do que para a liberdade social ou de minorias.
Aqueles que se preocupam com o futuro, estão temerosos de que preparamos para o futuro, uma Nação sem um mínimo de padrões que possa salvaguardá - la como uma pátria que cause orgulho aos seus cidadãos.
Muito falamos de que as nações necessitam de seus heróis, de seu passado, edificado com a dedicação e o esforço de seus antepassados.
Na atualidade, nada temos; nem memória, nem heróis, nem parâmetros, nem paradigmas, nem vergonha.
E assim, vivemos num contexto no qual as denúncias que nos sufocam são tantas e sempre renovadas, e envolvendo quantias estratosféricas, que já nem nos importamos.
Podemos afirmar que somos um navio à matroca.
Mas não adianta, são alertas aos ventos.
E ao que tudo indica, a galera prossegue disposta aceitar o nosso triste destino. Parece que no coração de cada individuo, repousa uma desclassificável tolerância zero, desde que ele possa alcançar algum benefício na inconcebível permissividade.
Muitos nacionais sentem inveja dos golpistas, que sem fazer força abocanham milhares de reais.
Contudo, aproxima - se o Natal e um Novo Ano, e como cristãos desejamos ao povaréu muitas felicidades, saúde e paz, e aspiramos que seja ungido pela intolerância, que seja severo com os corruptos, implacável com os cretinos e com os políticos que se locupletam nas suas funções de representantes.
Como estamos bestificados pela esperança, aspiramos, ainda, que a ignara plebe valorize o mérito, cultue o dever da cidadania e não tenha piedade com os irresponsáveis, e que seja menos jeitosa e respeite o direito dos outros.
Amém!
Brasília, DF, 16 de dezembro de 2013
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

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