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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Bilderberg 2014

Bilderberg 2014

sexta-feira, 23 de maio de 2014

EDITORIAL CONFRONTO BY GUILHERME MACALOSSI - DESMONTE DE LULLA

CONFIRAM O EDITORIAL DO AMIGO GUILHERME MACALOSSI QUE COM BRILHANTISMO DESMONTA, ELUCIDA E DEIXA CLARO QUEM É O GRANDE LIDER E MAESTRO DO DESMANCHE BRASILEIRO.

https://soundcloud.com/radiosonorafm/editorial-confronto-23-05


PROGRAMA RADAR NEWS ESPECIAL PART I, II, III - FORO DE SÃO PAULO, SOCIALISMO FABIANO, MARXISMO, LENINISMO, GRAMSCISMO


PROGRAMA RADAR NEWS ESPECIAL PART I. II, III - FORO DE SÃO PAULO, SOCIALISMO FABIANO, MARXISMO, LENINISMO, GRAMSCISMO, AS VERDADES OMITIDAS.

LINKS PARA AUDIÇÃO NA PAGINA OU DOWNLOAD DOS ARQUIVOS


PARTE II - http://www.4shared.com/mp3/W77xOGjcba/230559.html?

PART III - http://www.4shared.com/mp3/NFt4LdeXba/223801.html?

Dr. Mengele e os gêmeos de Auschwitz

Dr. Mengele e os gêmeos de Auschwitz

domingo, 18 de maio de 2014

Freirianismo ou Plagio?

O Método Laubach de alfabetização de adultos foi criado pelo missionário protestante norte-americano Frank Charles Laubach (1884-1970). Desenvolvido por Laubach nas Filipinas, em 1915, subseqüentemente foi utilizado com grande sucesso em toda a Ásia e em várias partes da América Latina, durante quase todo o século XX.

Em 1915, Frank Laubach (foto) fora enviado por uma missão religiosa à ilha de Mindanao, nas Filipinas, então sob o domínio norte-americano, desde o final da guerra EUA/Espanha. A dominação espanhola deixara à população filipina uma herança de analfabetismo total, bem como de ódio aos estrangeiros.
A população moura filipina era analfabeta, exceto os sacerdotes islamitas, que sabiam ler árabe e podiam ler o Alcorão. A língua maranao (falada pelos mouros) nunca fora escrita. Laubach enfrentava, nessa sua missão, um problema duplo: como criar uma língua escrita, e como ensinar essa escrita aos filipinos, para que esses pudessem ler a Bíblia. A existência de 17 dialetos distintos, naquele arquipélago, dificultava ainda mais a tarefa em meta.
Com o auxílio de um educador filipino, Donato Gália, Laubach adaptou o alfabeto inglês ao dialeto mouro. Em seguida adaptou um antigo método de ensino norte-americano, de reconhecimento das palavras escritas por meio de retratos de objetos familiares do dia-a-dia da vida do aluno, para ensinar a leitura da nova língua escrita. A letra inicial do nome do objeto recebia uma ênfase especial, de modo que aluno passava a reconhecê-la em outras situações, passando então a juntar as letras e a formar palavras.
Utilizando essa metodologia, Laubach trabalhou por 30 anos nas Filipinas e em todo o sul da Ásia. Conseguiu alfabetizar 60% da população filipina, utilizando essa mesma metodologia. Nas Filipinas, e em toda a Ásia, um grupo de educadores, comandado pelo próprio Laubach, criou grafias para 225 línguas, até então não escritas. A leitura dessas línguas era lecionada pelo método de aprendizagem acima descrito. Nesse período de tempo, esse mesmo trabalho foi levado do sul da Ásia para a China, Egito, Síria, Turquia, África e até mesmo União Soviética. Maiores detalhes da vida e trabalho de Laubach podem ser lidos na Internet, no site Frank Laubach.
Na América Latina, o método Laubach foi primeiro introduzido no período da 2ª Guerra Mundial, quando o criador do mesmo se viu proibido de retornar à Ásia, por causa da guerra no Pacífico. No Brasil, este foi introduzido pelo próprio Laubach, em 1943, a pedido do governo brasileiro. Naquele ano, esse educador veio ao Brasil a fim de explicar sua metodologia, como já fizera em vários outros países latino-americanos.
Lembro-me bem dessa visita, pois, ainda que fosse muito jovem, cursando o terceiro anoGinasial, todos nós estudantes sabíamos que o analfabetismo no Brasil ainda beirava a casa dos 76% - o que muito nos envergonhava - e que este era o maior empecilho aodesenvolvimento do país.
A visita de Laubach a Pernambuco causou grande repercussão nos meios estudantis. Ele ministrou inúmeras palestras nas escolas e faculdades – não havia ainda uma universidade em Pernambuco - e conduziu debates no Teatro Santa Isabel. Refiro-me apenas a Pernambuco e ao Recife, pois meus conhecimentos dos eventos naquela época não iam muito além do local onde residia.
Houve também farta distribuição de cartilhas do Método Laubach, em espanhol, pois a versão portuguesa ainda não estava pronta. Nessa época, a revista Seleções do Readers' Digest publicou um artigo sobre Laubach e seu método - muito lido e comentado por todos os brasileiros de então, que, em virtude da guerra, tinham aquela revista como único contato literário com o mundo exterior.
Naquele ano, de 1943, o Sr. Paulo Freire já era diretor do Sesi, de Pernambuco - assim ele afirma em sua autobiografia - encarregado dos programas de educação daquela entidade. No entanto, nessa mesma autobiografia, ele jamais confessa ter tomado conhecimento da visita do educador Laubach a Pernambuco. Ora, ignorar tal visita seria uma impossibilidade, considerando-se o tratamento VIP que fora dado àquele educador norte-americano, pelas autoridades brasileiras, bem como pela imprensa e pelo rádio, não havendo ainda televisão. Concomitante e subitamente, começaram a aparecer em Pernambuco cartilhas semelhantes às de Laubach, porém com teor filosófico totalmente diferente. As de Laubach, de cunho cristão, davam ênfase à cidadania, à paz social, à ética pessoal, ao cristianismo e à existência de Deus. As novas cartilhas, utilizando idêntica metodologia, davam ênfase à luta de classes, à propaganda da teoria marxista, ao ateísmo e a conscientização das massas à sua “condição de oprimidas”. O autor dessas outras cartilhas era o genial Sr. Paulo Freire, diretor do Sesi, que emprestou seu nome à essa “nova metodologia" - da utilização de retratos e palavras na alfabetização de adultos - como se a mesma fosse da sua autoria.
Tais cartilhas foram de imediato adotadas pelo movimento estudantil marxista, para a promulgação da revolução entre as massas analfabetas. A artimanha do Sr. Paulo Freire "pegou", e esse método é hoje chamado Método Paulo Freire, tendo o mesmo sido apadrinhado por toda a esquerda, nacional e internacional, inclusive pela ONU.
No entanto, o método Laubach – o autêntico - fora de início utilizado com grande sucessoem Pernambuco, na alfabetização de 30.000 pessoas da favela chamada "Brasília Teimosa", bem como em outras favelas do Recife, em um programa educacional conduzido pelo Colégio Presbiteriano Agnes Erskine, daquela cidade. Os professores eram todos voluntários. Essa foi a famosa Cruzada ABC, que empolgou muita gente, não apenas nas favelas, mas também na cidade do Recife, e em todo o Estado. Esse esforço educacional é descrito em seus menores detalhes por Jules Spach, no seu recente livro, intitulado, Todos os Caminhos Conduzem ao Lar (2000).
O Método Laubach foi também introduzido em Cuba, em 1960, em uma escola normal em Bágamos. Essa escola pretendia preparar professores para a alfabetização de adultos. No entanto, logo que Fidel Castro assumiu o controle total do poder em Cuba, naquele mesmo ano, todas as escolas foram nacionalizadas, inclusive a escola normal de Bágamos. Seus professores foram acusados de “subversão”, e tiveram de fugir, indo refugiar-se em Costa Rica, onde continuaram seu trabalho, na propagação do Método Laubach, criando então um programa de alfabetização de adultos, chamado Alfalit.
A organização Alfalit foi introduzida no Brasil, e reconhecida pelo governo brasileiro como programa válido de alfabetização de adultos. Encontra-se hoje na maioria dos Estados: Santa Catarina (1994), Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Sergipe, São Paulo, Paraná, Paraíba e Rondônia (1997); Maranhão, Pará, Piauí e Roraima (1998); Pernambuco e Bahia (1999).
A oposição ao Método Laubach ocorreu desde a introdução do mesmo, em Pernambuco, no final da década de 1950. Houve tremenda oposição da esquerda ao mencionado programa da Cruzada ABC, em Pernambuco, especialmente porque o mesmo não conduzia à luta de classes, como ocorria nas cartilhas plagiadas do Sr. Paulo Freire. Mais ainda, dizia-se que o programa ABC estava "cooptando" o povo, comprando seu apoio com comida, e que era apenas mais um programa “ïmperialista”, que tinha em meta unicamente "dominar o povo brasileiro".
Como a fome era muito grande na Brasília Teimosa, os dirigentes da Cruzada ABC, como maneira de atrair um maior número de alunos para o mesmo, se propuseram criar uma espécie de "bolsa-escola" de mantimentos. Era uma cesta básica, doada a todos aqueles que se mantivessem na escola, sem nenhuma falta durante todo o mês. Essa bolsa-escola tornou-se famosa no Recife, e muitos tentavam se candidatar a ela, sem serem analfabetos ou mesmo pertencentes à comunidade da Brasília Teimosa. Bolsa-escola fora algo proposto desde os dias do Império, conforme pode-se conferir no livro de um educador do século XIX, Antônio Almeida, intitulado O Ensino Público, reeditado em 2003 pelo Senado Federal, com uma introdução escrita por este Autor.
No entanto, a idéia da bolsa-escola foi ressuscitada pelo senhor Cristovam Buarque, quando governador de Brasília. Este senhor, que é pernambucano, fora estudante no Recife nos dias da Cruzada ABC, tão atacada pelos seus correligionários de esquerda. Para a esquerda recifense, doar bolsa-escola de mantimentos era equivalente a "cooptar" o povo. Em Brasília, como “idéia genial do Sr. Cristovam Buarque”, esta é hoje abençoada pela UNESCO, espalhada por todo o mundo e não deixa de ser o conceito por trás do programa Fome Zero, do ilustre Presidente Lula.
O sucesso da campanha ABC – que incluía o Método Laubach e a bolsa-escola - foi extraordinário, sendo mais tarde encampado pelo governo militar, sob o nome de MOBRAL. Sua filosofia, no entanto, foi modificada pelos militares: os professores eram pagos e não mais voluntários, e a bolsa-escola de alimentos não mais adotada. Este novo programa, por razões óbvias, não foi tão bem sucedido quanto a antiga Cruzada ABC, que utilizava o Método Laubach.
A maior acusação à Cruzada ABC, que se ouvia da parte da esquerda pernambucana, era que o Método Laubach era "amigo da ignorância" - ou seja, não estava ligado à teoria marxista, falhavam em esclarecer seus detratores - e que conduzia a “um analfabetismo maior”, ou seja, ignorava a promoção da luta de classes, e defendia a harmonia social. Recentemente, foi-me relatado que o auxílio doado pelo MEC a pelo menos um programa de alfabetização no Rio de Janeiro – que utiliza o Método Laubach, em vez do chamado “Método Paulo Freire” - foi cortado, sob a mesma alegação: que o Método Laubach estaria "produzindo o analfabetismo” no Rio de Janeiro. Em face da recusa dos diretores do programa carioca, de modificarem o método utilizado, o auxílio financeiro do MEC foi simplesmente cortado.
Não há dúvida que a luta contra o analfabetismo, em todo o mundo, encontrou seu instrumento mais efetivo no Método Laubach. Ainda que esse método hoje tenha sido encampado sob o nome do Sr. Paulo Freire. Os que assim procederam não apenas mudaram o seu nome, mas também o desvirtuaram, modificando inclusive sua orientação filosófica. Concluindo: o método de alfabetização de adultos, criado por Frank Laubach, em 1915, passou a ser chamado de “Método Paulo Freire”, em terras tupiniquins. De tal maneira foi bem sucedido esse embuste, que hoje será quase que impossível desfazê-lo.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

PROGRAMA CONFRONTO 13 05 2014 - Gulherme Macalossi e Prof. Marlon Adami

PROGRAMA RADAR NEWS ESPECIAL FORO DE SP

 RadarNews "Tudo sobre o Foro de São Paulo" Com o Professor e Historiador Marlon 
Boone Adami



 

LINK DE AUDIO E DOWNLOAD DO PROGRAMA

PROGRAMA CONFRONTO 13.05.2014

No Confronto desta terça feira o entrevistado foi o polêmico professor Marlon Adami. Na pauta do programa, as eleições presidenciais. Marlon analisou as candidaturas de Aécio Neves, Dilma Rousseff, Eduardo Campos, Pastor Everaldo e também as pré-candidaturas de Jair Bolsonaro e Denise Abreu. Marlon afirmou que não há distinção entre os três principais candidatos. Diretamente de Brasília, o professor também relatou o andamento dos debates sobre o Estatuto da Família.

https://soundcloud.com/radiosonorafm/13-5-14a

sexta-feira, 2 de maio de 2014

A REELEIÇÃO DA INTRAGÁVEL JOIO


A maioria é contra a tal de reeleição. Mas, é um bando de tolos silenciosos.
No Brasil, o concorrente à reeleição tem 90 % de possibilidades de reemplacar, e pouco interessa à população idiotizada que a sua gestão tenha sido uma boçal porcaria.
Sabemos do afastamento do detentor do cargo por algum tempo, para que não interfira no processo a seu favor, contudo só imbecis desconhecem que ele utilizará o seu cargo anterior para conseguir a reeleição, pois no imaginário popular e muito mais entre os pilantras, “é preciso levar vantagem em tudo”.
Ainda mais que a nossa jeitosa população e os empedernidos puxa - sacos continuarão a chamar o candidato de “excelência”, como se ele não tivesse se afastado da função, conforme a Constituição.
Eventualmente, vemos um candidato à reeleição que não obteve êxito, e juramos que não foi por falta de sua interferência no processo, e de fato foi tão ruim na sua gestão, que apesar de todas as maracutaias, o péssimo candidato foi devidamente expurgado.
Breve, teremos novas eleições e lá estará a “falta de sintonia verbal” concorrendo. Embora a campanha não tenha começado, em breve o ícone da patifaria e responsável pela eleição da inútil, irá percorrer o País em campanha pela sua reeleição.
Por vezes, ficamos meditando sobre o que a “metamorfose” falará para prestigiar a incompetente dama, pois ela nada fez, e encontramos o seu débil tirocínio numa série de fracassos em todos os campos.
Com ela pioramos, e basta olhar as pesquisas que periodicamente são realizadas por entidades e órgãos mundiais para saber que vivenciamos uma decadência clamorosa. Mas, imediatamente, o nosso desgoverno rebate com veemência a comprovação de que estamos numa descendente trajetória
Hoje, é impossível encontrar algo que seja favorável aos últimos doze anos que dilapidaram o País, em todos os campos, pois as débâcles são gritantes.
Pioramos na educação, na infraestrutura, nas estradas, na saúde, na segurança pública, na corrupção, na falta de vergonha, no descrédito, mas mesmo torcendo para que a inútil não seja reeleita, estamos tão descrentes no julgamento do povaréu, que sem surpresas, admitimos que a patifaria prosseguirá, como se vivêssemos no melhor dos mundos.
Por vezes, empolgados com a notícia de que “a justiça às vezes tarda, mas nunca falha”,imaginamos que a população poderia decidir que chegou a hora do basta.
Contudo, sovados pela incúria da massa, tememos que ela prefira, que de novo, é a hora da BOSTA.
Sabemos que o nosso “Doutor Honoris sem causa” é capaz de enunciar um palavreado sem nexo, e talvez destile para a platéia o que a dama fará no futuro, inundando a todos com um festival de promessas e compromissos eleitoreiros que nunca serão cumpridos.
O “laureado estrume” deverá destacar o recente aumento de 10% nos benefícios na Bolsa Família (acima da inflação, é claro), como mais um grande e despretensioso feito, por coincidência, antes das eleições presidenciais.
Podemos imaginar quantas dificuldades, quantos estudos e quantas homéricas questões a inútil enfrentou, até decidir aumentar, demagogicamente, a bolsa - família.
Por certo, teve crises de consciência em decidir que os outros é que pagarão pela sua bondade, mas não importa, tudo será transformado em votos, portanto o sacrifício dos tolos é por uma boa causa.
 “Ai dos vencidos” declarou com a voz empolgada o seu sábio mentor.
Realmente, fomos vencidos, massacrados e pagaremos caro pela nossa incapacidade em separar o joio do trigo, e o pior, jogamos no lixo o trigo e cultivamos o joio, e, na prática, somos o adubo para que a maléfica semente tóxica prolifere em nossa débil Pátria.
Ao cultivarmos o joio, colheremos uma tirânica ditadura como eles gostam, igual a de Cuba, da Coreia do Norte, da Venezuela, e doutros rincões antidemocráticos.
Brasília, DF, 02 de maio de 2014
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Nacionalismo e Socialismo – por Hermann Göring

Nacionalismo e Socialismo – por Hermann Göring

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Influência da KGB no Mundo: filme feito em 1984.

LEGIO VICTRIX: Aleksandr Dugin - Alguns sugestões sobre os prospe...

LEGIO VICTRIX: Aleksandr Dugin - Alguns sugestões sobre os prospe...: por Aleksandr Dugin Para chegarmos à Quarta Teoria Política, nós devemos começar de três pontos ideológicos. Do Liberalismo à...

DESABAFO ESCLARECEDOR!!!!

Desabafo sobre política em época de eleições... O Brasil ainda é composto por capitanias hereditárias.

Precisamos buscar uma nova direção na política brasileira, quando vejo o atual quadro político esgoto minhas esperanças de uma novidade que atenda os anseios da população, vejo sempre os mesmos projetos de poder, de governo e muito pouca gente falando de Estado, de povo de vontade sincera de mudar o foco de EU para NÓS.

Cansei de ler sobre o que um determinado político, ou grupo, pretende, estamos sempre financiando, direta ou indiretamente projetos de poder, bem ou mal intencionados, qualquer que seja a matiz partidária. Sim, todos os partidos tem projetos de poder e nenhum político tem a coragem de abrir mão dele em nome do Estado BRASILEIRO.

O PT tem o dele, O PSDB também teve, apenas não conseguiu colocá-lo de pé por uma série enorme de fatalidades. Morreram em sequência algumas das principais figuras do projeto de PODER do PSDB, entre eles Sérgio Mota, Mário Covas e Luís Eduardo Magalhães. Criado este vácuo o PT inteligentemente aproveitou a oportunidade e implementou o dele, por sinal muito bem estruturado e com uma sorte conjuntural de assustar.

Dona Marina Silva não fica atrás ou alguém acha, que mesmo com esta carinha de Santa ela não tem o projeto de pequeno poder com a criação da REDE, um partido que se envergonha (ou se aproveita da lógica populista de não se chamar de partido) de se chamar de partido.

Analisando friamente o cenário estamos no túnel do tempo novamente (ou no mesmo pesadelo de 50 anos atrás), conseguimos a proeza que nem Einstein com sua teoria da relatividade conseguiu, ouvimos os mesmos nomes (ou sobrenomes) e os mesmos projetos de 1964, sim, verdade, conseguimos o impossível. Voltamos a 1964, com uma chance enorme de revivermos inclusive a Guerra fria, afinal, provando minha teoria de BRASILCENTRISMO, o mundo enlouqueceu também e a Rússia resolveu engrossar este meu pesadelo, invadindo a Ucrânia e fazendo a anexação da Criméia.

Mas vamos voltar ao Brasilzinho, que é nosso problema e onde podemos atuar mais diretamente. Vamos analisar os principais pré-candidatos (uma piada hipócrita e ridícula, já que todos eles são candidatos declarados e únicos de seus feudos... ooops desculpe, partidos), vamos por ordem alfabética para não haver nenhuma predileção inclusa:

Aécio NEVES - capitão hereditário da província de MINAS GERAIS, neto de Tancredo Neves (que é a única credencial que o herdeiro tem)
O Aécio tem diversas qualidades, um cara bacana, jovem, muito bem formado, que se auto-proclama um gestor moderno por implantar métodos de gestão patrocinados pelo Jorge Gerdau (o conselheiro da PETROBRAS, que junto com a presidente Dilma aprovou a compra da refinaria de Pasadena), criado no meio político que seu avô dominou por mais de meio século da história do Brasil, sendo governo em quase toda a história deste País, desde Getúlio até sua morte. Dirão alguns que foi oposição durante o Regime Militar no MDB, tenho minhas dúvidas, mas teria que alongar muito este texto para explicar minha visão, fica para outro dia.

Mas vamos ao outro lado da história, deixando os escândalos dos trens ( ironia que um político de Minas tenha seu partido envolvido com um TREM que não seja bão). o mensalão do PT é cria de um esquema....ops mecanismo, já que esquema é coisa de bandido e não estamos tratando de quadrilha conforme decisão do STF, criado em Minas, que serviu para inundar a campanha de re-eleição do então governador Eduardo Azeredo do PSDB (dizem alguns mais radicais que também bancou a compra de votos da emenda da re-eleição para cargos do executivo, presidência inclusa), que perdeu uma eleição ganha por se recusar a ir ao último debate com o ex- presidente Itamar Franco ( não ir a debates mostra quanto o jogo de poder é mais importante do que o projeto d]e Estado, pois os assuntos lá tratados devem ser unicamente projetos de Estado e não de governo, como muitos se regozijam em fazer). Um dos réus no processo é um sr chamado Clésio Andrade presidente eterno da CNT, sócio financiador do Sr Marcos Valério na SMP&B e na DNA propaganda, que foi Vice governador, nos dois governos do Aécio. Coincidência ou não, o jogo de poder mostra suas garras mais uma vez, mesmos personagens. Por incrível que pareça, o Aécio, tal qual Lula, lança um poste....ooops desculpe o Anastasia para governador, tendo "escondido" (por vergonha do passado conhecido deste vice talvez ou por poder controlar melhor um do que o outro) seu vice em uma candidatura a suplente de Senador. Nesta transmissão da capitânia resta saber quem é o herdeiro, com sobrenome Neves ou não.

Não existe interesse publico no candidato, existe um projeto de pequeno poder que está acima do interesse de ESTADO, se houvesse interesse público não haveria "escondidas" de coligações com determinadas pessoas que serviram ao projeto de poder dele em Minas. Cabe aqui também uma nota sobre a postura de apoio ao candidato do partido dele em Minas nas eleições de 2010, talvez nem todo mundo saiba mas o Serra tem profunda mágoa da puxada de escada que o Aécio deu nele, histórias para outro texto também.

Dilma Roussef - herdeira política de Joao Goulart (JANGO), Brizola e Lula
Taí, vão me chamar de louco, mas é um fato, esqueçamos o histórico pessoal dela, todo jovem é comunista aos 20 anos, ser comunista aos 40 já é desonestidade intelectual, mas ces´t la vie.

A Presidente hoje representa, creio eu que mesmo a contra-gosto muitas vezes, uma herança pesada de políticos que traziam no seu DNA um revanchismo intrínseco contra liberdades básicas, não me cabe aqui discutir se boas ou ruins, apenas a genealogia da política. Infelizmente o PT se contaminou com o que de pior existe na natureza humana, VAIDADE, GANÂNCIA, GULA e com sua busca insana pelo PROJETO DE PODER deixou de lado valores fundamentais a um projeto de ESTADO entre eles: humildade, serenidade, honestidade intelectual, boa-vontade, defesa incansável da moralidade e lutar pelo interesse público.

Direta ou indiretamente estamos vendo uma reedição de 64 e ao "ameaçar" com sua volta, seja agora ou em 2018, o ex-presidente Lula em nada auxilia na mudança da minha percepçao que vivemos em capitanias hereditárias da qual falo neste texto, ou seja, acredita-se que uma figura forte é mais importante que um Estado forte e voltamos aos projetos de poder.

Eduardo Campos - herdeiro da capitania hereditária de Pernambuco e neto do ex-governador Miguel Arraes.

Lamento, mas novamente temos um herdeiro de um político "dono" de um estado, que se utiliza da mesma imagem moderna patrocinada pelo mesmo conselheiro da PETROBRAS (Jorge Gerdau) para vender uma gestão moderna, que tem problemas sérios em saúde, educação, segurança e ainda convive com rincões de extrema pobreza em seu estado, prega uma política antiga dizendo-se oposição de um governo (projeto de poder) que patrocinou durante o vento de popa (2002 a 2012) e do qual desembarcou por discordar oportunamente quando o projeto de poder entrou em uma situação adversa, vendo uma possibilidade de trocar um projeto de poder por outro um pouco mais egoísta e onde ele poderá ser rei ao invés de capitão de um quinhão menor.

Reclamamos muito de velhas dominações políticas e rimos quando falamos que o Maranhão é da família Sarney, Alagoas dos Collor de Melo, São Paulo é do PSDB, que o PMDB é do Michel Temer (Sarney, Jader, Renan), o PP do Paulo Maluf, o PPS é do Roberto Freire, que muitos municípios do Brasil sao de um político ou de um partido há décadas e para finalizar como não poderia deixar de lembrar que Cuba é dos irmãos Castro (independente de qualquer apoio de quem quer que seja) mas sinceramente trocando um pelo outro nosso PAÍS é destes capitães hereditários e ninguém reclama, rí ou faz piadas (afinal rir da desgraça alheia é mais engraçado), fazemos bullying com nosso País e nossos destinos, trocamos de capitao há 50 anos e continuamos com os mesmos "donos"

Proponho , por mais ingênuo que seja, um pacto, não pelo governo como tantos outros, pactos pelo governo sempre levam a um projeto de poder e excluem um grupo dele, proponho o PRIMEIRO PACTO PELO ESTADO BRASILEIRO, PELO POVO BRASILEIRO, queria ver políticos trocando seus projetos de governo (ou poder) por um único PROJETO DE ESTADO

Alguém sinceramente acredita que alguma coisa vai mudar nos próximos 50 anos se não pensarmos antes em mudar quem gere os recursos que disponibilizamos através de nossos imposto
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