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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

AUDIÊNCIA PÚBLICA




COMISSÃO DE EDUCAÇÃO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS
PRESIDENTE: Alice Portugal – PCdoB – Partido Comunista do Brasil
REQUERENTE DA AUDIENCIA: deputado Rogério Marinho (PSDB-RN)
PAUTA: assédio ideológico nas escolas brasileiras de educação básica
DEBATEDORES:
A representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Dra. Em Sociologia, Iolanda Barbosa da Silva.
O professor da Universidade de Brasília, sociólogo Bráulio Tarcísio Porto De Matos.
O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação ligado a CUT, Roberto Franklin de Leão.
O coordenador do Movimento Escola sem Partido, Miguel Nagib.
O professor da Universidade de Brasília, Erlando da Silva Rêses, representando o Grupo de Estudos e Pesquisas em materialismo Histórico e Dialética Marxista da faculdade de educação da UnB/DF
Declinaram do convite da comissão: Olavo de Carvalho, Rodrigo Constantino, Marilena Chauí, Pastor Silas Malafaia.
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A intenção desse texto é relatar não só a reunião-debate, mas todo o ambiente e a mentalidade dos que estão debatendo o ensino nacional, que insistem em denominar de “educação”, construção de cidadania e outros termos que nada tem a ver com o que precisamos.
Os pronunciamentos opinativos foram proferidos pelos membros da mesa acima citados, onde passarei a relatar o posicionamento de cada um.

Prof. de história da arte, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação ligado à CUT, Roberto Franklin de Leão:
“Conheci e aprendi política no tempo que era do grêmio estudantil de minha escola. A cidadania se constrói dentro do ambiente escolar convivendo e participando da pluralidade e diversidade da sociedade.
 “A escola é, sim, um lugar de discussão política e de construção de posições ideológicas. Impedir a livre manifestação seria um retrocesso na democracia, lembra Leão: “A escola não é um espaço isolado do mundo, eu concordo que não tem que ser de política partidária, mas o debate político, o incentivo à participação na vida da sociedade é fundamental. A escola deve ter esse papel. Caso contrário, vamos ter um monte de robôs, jovens e adolescentes que vão sair da escola treinados sem saber exatamente o que eles vão encontrar fora da escola. E nós precisamos preparar o aluno para a vida, essa é a grande missão da escola”. 
Bem, por essas citações, podemos contatar que lá em 68 no grêmio estudantil que participou, já existia militância esquerdista fazendo o trabalho doutrinário em favor da construção de militância esquerdista/marxista; o que derruba a tese sempre apresentada pela intelectualidade, os formadores de opinião que tivemos um regime ditatorial militar censor, pois havia liberdade para se doutrinar já nessa época dentro das escolas ou a esquerda fazia um trabalho clandestino e subversivo sobre os alunos que foi extremamente eficaz.
Esse professor, foi instigado e formatado a ser um militante desde jovem, afinal afirmou que o que tem de errado os estudantes lutarem juntos com seus professores em campanhas salariais e criticar junto com seus mestres as políticas e práticas dos governos que não contemplam a classe!

Dra. em Sociologia, representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Iolanda Barbosa da Silva:
Através de um discurso rançoso e de alto grau de exibicionismo acadêmico, desde suas primeiras palavras foi de defender com unhas e dentes a pluralidade, a diversidade, que levou a afirmar que o projeto vetado no congresso contra ideologia de gênero foi um retrocesso, e mais uma vez pudemos ver os doutrinados do passado defendendo de forma acirrada as bandeiras das estratégias marxistas de construir uma sociedade para o socialismo, onde tudo que defendem é correto e tudo que for contra o que defendem é um crime praticado por fascistas opressores da sociedade capitalista. Não recomendo ler nada que essa intelectual produziu na academia pois se depender do que defende e como defende é outra doutrinadora e criminosa nos ambientes escolares e acadêmicos.

Professor/Sociólogo da Universidade de Brasília, Bráulio Tarcísio Pôrto De Matos:
Após duas explanações tendenciosas e que nos comprova a doutrinação ideológica em sala de aula de longa data e tendo nos oradores defensores desse modelo emburrecedor e doutrinador nas escolas e universidades, como algo extremamente benéfico e necessário para os futuros cidadãos, o prof. Bráulio nos contemplou com uma explanação coerente academicamente e pautado nas causas e consequências de fatos notórios há tempo por muitos brasileiros, só não reconhecido pelo MEC, Gestores e intelectuais, simplesmente porque foram  e aplicam a doutrinação que receberam.
Mas, podemos festejar a postura e o combate que o prof. Bráulio vem travando contra esse sistema através de críticas e exposições de fatos e dados com profundidade.
Confira o vídeo com uma participação do prof. Bráulio nessa audiência que comento:

Professor/Sociólogo da Universidade de Brasília, Erlando da Silva Rêses.
Esse sociólogo nos dá mais um exemplo assim como os outros dois participantes (socióloga Iolanda Barbosa da Silva e o professor Roberto Leão) de que realmente a doutrinação não é novidade no Brasil.
Através de projetos que participou e participa como coordenador, como por exemplo:
Grupo de Estudos e Pesquisa em Materialismo Histórico e Dialética Marxista na Faculdade de Educação da UnB/DF.
Envolvimento eleitoral na UnB através do movimento sindical
Difusão do sócio construtivismo de Paulo Freire na formação para EJA.
Fica notório a difusão e pratica das ferramentas ideológicas marxistas no seu trabalho e na sua própria mentalidade, como algo normal e necessário.
O grupo de estudos que coordena é uma arma letal na juventude para a construção de militância e massa de manobra em favor do projeto de poder esquerdista no país, fomentando partidos como PSOL e PSTU de novos idiotas uteis para participar da luta revolucionaria socialista no país.
A participação eleitoral através do movimento sindical dispensa maiores comentários, já que os sindicatos acompanham o pensamento e os ditames socialistas.
E a defesa e difusão do sócio construtivismo seja no EJA ou no ensino regular e propagar e aplicar uma metodologia que emburrece, destrói a mente dos alunos e os transforma em militância a serviço do socialismo, pior no EJA porque se aproveita da ignorância dos alunos adultos e subvertem na fase adulta com suas mentiras utópicas de sua ideologia esquerdista.

Advogado e Coordenador do Movimento Escola sem Partido, Miguel Nagib.
Apresentou de forma categórica exemplos práticos e mensagens de estudantes denunciando a pratica doutrinaria nas escolas para de forma subliminar e simpática formar massa de manobra e militância para o projeto socialista no país.
O Escola sem Partido ajudou a formatar dois projetos de lei federal que tratam do tema: o PL 867/2015, do deputado Izalci Lucas (PSDB-DF), intitulado “Escola sem partido”, elimina a concepção paulo-freiriana de transmissão do conhecimento. Para Paulo Freire, o objetivo da educação é conscientizar e ensinar o estudante a ler o mundo para poder transformá-lo.
Já o PL 1.411/2015, do deputado Rogério Marinho (PSDB/RN), torna crime a manifestação ideológica, instituindo pena de reclusão e multa aos professores que expressarem suas ideias políticas em sala de aula. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação aponta que as propostas retiram a liberdade do professor de ensinar e o direito do aluno de aprender. O presidente Roberto Leão ressaltou a importância de os educadores estimulares a participação organizada de crianças e jovens para o exercício da cidadania.
Para o combate efetivo dessa nefasta pratica com os estudantes não serão leis intimidatórias ou punitivas que mudarão o cenário, apesar de ser a primeira iniciativa legal contra esse sistema educacional emburrecedor.

Deputado e prof. de história Rogério Marinho (PSDB-RN)
O deputado que encampou a ideia do Escola sem Partido e emgrossa fileiras contra a doutrinação ideológica nas escolas e universidades, por ser também professor, mas na audiência teve a função de mediar o debate, proferiu várias opiniões que contradizem e se encontra no discurso dos ideólogos doutrinadores da esquerda.
Exemplo: citou o modelo e qualidade do ensino nacional na época da “ditadura”. Desconhece os fatos e propaga o revisionismo imposto pelos ideólogos da esquerda. Compara e iguala o Comunismo com o Fascismo, sem analise da realidade do povo que aceitou o fascismo na Italia e o nacional Socialismo na Alemanha. Ponto negativo para o deputado. Compara a doutrinação nas escolas, como se quisessem negar o holocausto judeu...Além de um deputado social democrata – socialista fabiano é outro professor que combate a doutrinação esquerdista, mas pensa e pratica o que recebeu nos bancos escolares e acadêmicos, ou seja, doutrinação, mas em grau menos elevado do que vem sendo praticado atualmente.


Presidente da Comissão de Educação e Deputada Comunista, Alice Portugal/PCdoB
A participação da deputada comunista dispensa comentários, tamanha histeria e exposição de lavagem cerebral doutrinária que exibiu. Vou me eximir de comentar para que cada leitor após ver seu pronunciamento tire suas próprias conclusões.
https://www.youtube.com/watch?v=yRUEO7YZs6s
Em resumo, temos pessoas combatendo a doutrinação ideológica nas escolas, mas com baixo índice de argumentos e dados para enfrentar as inúmeras justificativas e afirmações colocadas pelos agentes de esquerda em não aceitar esse combate.
Falta muito para podermos realmente enfrentar essa guerra, pois da forma pífia através de leis e debates que é tudo que a esquerda mais gosta para assim se armar no discurso, com combatentes contaminados pela doutrinação e pelo discurso e práticas politicamente corretas, fica cada dia mais distante o final desse massacre sobre outras gerações de jovens no país, lembrando que estamos indo para uma 6ª geração de doutrinados e contaminados em menor graus pelo ideário esquerdista.

Constata-se que o aparelhamento e tomada da máquina estatal para propagar a revolução com todos os métodos e práticas possíveis foi realizado com sucesso e constitucionalismo álibi em um legislativo de maioria esquerdista não é o caminho para uma solução eficaz, ainda mais não relacionando as causas ou ferramentas aplicadas para sugerir sua mudança, mesmo que seja impossível.