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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

DE DILMA PARA PAPAI NOEL

domingo, 27 de dezembro de 2015

NOVA ESQUERDA? R HOUVE ALGO NOVO NO ESQUERDISMO??

"O importante é que não se discuta [com os comunistas]… não importa o que você diz, eles possuem mil maneiras de distorcer suas palavras e rebaixá-lo a alguma categoria inferior de ser humano: ‘fascista’, ‘liberal’, ‘trotskista’, desqualificando-o tanto intelectualmente quanto pessoalmente no processo."

A citação acima é de F. Scott Fitzgerald que — apesar de ter sido ridicularizado por Edmund Wilson como alguém que tinha talento mas não tinha cérebro — era, talvez, o único membro da Geração Perdida astuto o bastante para não se iludir com o comunismo. O modo de atuação que ele atribui aos comunistas de Hollywood na década de 30 passou despercebido durante décadas até reaparecer no meio acadêmico. Nós, estudantes já formados, vimos isso em ação. Certa vez, fui testemunha de um estudante questionando um professor por que não havia livros conservadores na grade curricular para fazer contrabalancear os livros esquerdistas, ao que o professor respondeu: “porque são todos fascistas”. E assim foi.

Essa tendência é comprovada no estudo de Roger Scruton sobre os “pensadores” da Nova Esquerda — Fools, Frauds, and Firebrands (“Tolos, Fraudes e Agitadores” em tradução livre). Ao levar o leitor a cada um destes pensadores e seus “ismos” em particular — o pós-modernismo de Michel Foucault, o marxismo baseado no protestantismo de Eric Hobsbawm e E. P. Thompson — o resultado final é sempre o mesmo. Todos são impacientes com as imperfeições da civilização ocidental. Todos procuram uma ideologia mais eficiente. Todos se preparam para uma guerra civil, adotando a categorização de classes por seus efeitos explosivos em uma sociedade coesa. Todos eles defendem a justiça de sua causa, apropriando-se de uma linguagem e selecionando palavras de exaltação que expressam sua vaidade moral.
Deste modo, eles praticam o maniqueísmo, rotulando de “maus” todos os que se opõem à sua agenda de “justiça social” com palavras aterrorizantes tais como “capitalistas” e “fascistas”. Até mesmo aqueles que possuem uma relação muito vaga com o marxismo, como Foucault, encontram opressão e discórdia na civilização ocidental. Para Foucault, o próprio conceito de objetividade já é fascista (verbos por sua vez são construções opressivas).
É nessa área da linguagem que Scruton identifica o sucesso desses intelectuais no domínio do meio acadêmico. A exemplo de George Orwell, Scruton descreve como eles pautam a linguagem do debate e, uma vez que se auto-proclamam os defensores da humanidade, todos os que se opõem a eles são contra a humanidade – ou ervas daninhas que sufocam o jardim.
Apesar da retórica de estarem dispostos a confrontar a realidade, Scruton enfatiza que suas ideologias são criadas para evitar a realidade. Em nenhum lugar isso é tão nítido quanto na realidade vivida pela União Soviética. Eric Hobsbawm louvava Lênin por ter libertado os russos do czar e compreendia seus métodos cruéis pós-Revolução como necessários ao progresso da humanidade. Tal manipulação de linguagem exige uma omissão dos fatos, como a perseguição e o assassinato de intelectuais ordenados por Lênin. Vasculhe a obra de Hobsbawm e verá que não há uma menção sequer sobre o fato de Stalin ter diminuído para 12 anos a idade mínima para a aplicação da pena de morte.
Estes intelectuais são tão confiantes de seu poder que entram em estado de choque quando um dos seus abandona o grupo. E. P. Thompson se sentiu “ferido e traído” quando um de seus colegas condenou a brutalidade do comunismo no Leste Europeu.
Apesar de todas suas críticas, o britânico Scruton é tolerante em relação aos pensadores da Nova Esquerda britânica. Thompson tinha “uma mente investigativa brilhante”. Por não aderirem à agenda internacionalista, os socialistas britânicos possuem a “atrativa” qualidade de buscar os interesses de sua terra natal somente. Este “amor pela terra natal e seu território” torna possível o diálogo sobre pontos em comum com os conservadores britânicos.
Ao contrário de muitos conservadores, Scruton não é somente um refutador, mas delineia uma rota de saída do marxismo. Dá-se pelo Estado de Direito — não por um movimento revolucionário — em que os cidadãos têm a proteção das instituições enquanto que tais instituições estão sujeitas à lei e aos seus cidadãos.
O livro de Scruton, com sua análise sobre os excedentes de commodities e métodos de consciência, pode ser de difícil leitura. Os desinteressados em discussões filosóficas sobre o que constitui as realidades de classe  podem se perder no caminho. Porém, aos que queiram ver como – após a implosão do comunismo – a esquerda inflexível dominou o mundo acadêmico e ainda se mantém nele até os dias de hoje, o livro pode ser recompensador.

Publicado na National Review.

SINDROME DE SALOMON

Em 1951, o reconhecido psicólogo americano Solomon Asch foi a um instituto para realizar um teste de visão. Pelo menos isso foi o que ele disse aos 123 jovens voluntários que participaram – sem saber – de um experimento sobre a conduta humana em um entorno social. O experimento era muito simples. A uma turma de um colégio foi introduzido um grupo de sete alunos, que estavam mancomunados com Asch. Enquanto isso, um oitavo estudante entrava na sala achando que o resto dos garotos participava da mesma prova de visão que ele.
Fazendo-se passar por oculista, Asch mostrava três linhas verticais de diferentes comprimentos, desenhadas junto a uma quarta linha. Da esquerda para a direita, a primeira e a quarta mediam exatamente o mesmo. Então, Asch pedia que dissessem em voz alta qual das três linhas verticais era igual à outra desenhada justo ao lado. E organizava a atividade de tal maneira que o aluno que servia como cobaia do experimento sempre respondesse por último, depois de escutar a opinião do resto dos companheiros.
A conformidade é o processo por meio do qual os membros de um grupo social mudam seus pensamentos, decisões e comportamentos para estar de acordo com a opinião da maioria
(Solomon Asch)

A resposta era tão óbvia e singela que quase não havia como errar. No entanto, os sete estudantes que haviam feito um acordo com Asch escolhiam sempre a mesma resposta incorreta. Para dissimular um pouco, um ou dois podiam escolher outra opção, que também estivesse equivocada. Este exercício foi repetido 18 vezes por cada um dos 123 voluntários que participaram do experimento. Todos compararam as mesmas quatro linhas verticais, dispostas em diferente ordem.
Cabe ressaltar que apenas 25% dos participantes mantiveram seu critério todas as vezes que a pergunta foi feita; o resto se deixou influenciar pelo menos uma vez pela opinião dos demais. Os alunos cobaias responderam incorretamente mais de um terço das vezes para não ir contra o que dizia a maioria. Uma vez finalizado o experimento, os 123 alunos voluntários reconheceram que “distinguiam perfeitamente a linha correta, mas que não tinham dito em voz alta por medo de se equivocar, de ser exposto ao ridículo ou de ser o elemento discordante do grupo”.
Atualmente, este estudo continua a fascinar as novas gerações de pesquisadores da conduta humana. A conclusão é unânime: estamos muito mais condicionados em relação ao que pensamos. Para muitos, a pressão da sociedade continua sendo um obstáculo intransponível. O próprio Asch se surpreendeu ao ver o quanto está equivocado afirmar que os seres humanos são livres para decidir o próprio caminho na vida.
Além do famoso experimento, no jargão do desenvolvimento pessoal se diz que padecemos da síndrome de Solomon quando tomamos decisões ou adotamos comportamentos para evitar sobressair, se destacar ou brilhar em um determinado grupo social, e também quando nos boicotamos para não sair do caminho trilhado pela maioria. De forma inconsciente, muitos tememos chamar atenção em excesso – e inclusive triunfar – por medo de que nossas virtudes e nossas conquistas ofendam os demais. Esta é a razão pela qual, em geral, sentimos um pânico atroz ao falar em público. Não em vão, por uns instantes, nos transformamos no centro das atenções. E ao nos expormos abertamente, ficamos à mercê do que as pessoas possam pensar de nós, o que nos deixa em uma posição de vulnerabilidade.
A síndrome de Solomon evidencia o lado obscuro de nossa condição humana. Por um lado, revela nossa falta de autoestima e de confiança em nós mesmos, ao pensarmos o quanto o nosso valor enquanto pessoas depende de como os outros nos avaliam. E, por outro lado, constata uma verdade inconveniente: continuamos fazendo parte de uma sociedade na qual se tende a condenar o talento e o sucesso alheios. Embora ninguém fale sobre isso, em um plano mais profundo, o fato de prosperar é mal visto. E mais agora, em plena crise econômica, com a precária situação que assola milhões de cidadãos.
Por trás de condutas assim se esconde um vírus, tão escorregadio quanto letal, que não só nos adoece, mas também paralisa o progresso da sociedade: a inveja. A Real Academia Espanhola define esta emoção como o “desejo de algo que não se possui”, o que provoca “tristeza ao se observar o bem alheio”. A inveja surge quando nos comparamos com outra pessoa e concluímos que ela tem algo que queremos ou ao que aspiramos. Isso nos leva a pôr o foco em nossas carências, que se acentuam na medida em que pensamos nelas. E assim se cria o complexo de inferioridade; de repente, sentimos que somos menos porque outros têm mais.
“Os cães ladram e a caravana passa”
(dito popular)

Sob o feitiço da inveja, somos incapazes de ficar felizes com as alegrias alheias. De forma quase inevitável, essas atuam como um espelho onde costumamos ver refletidas nossas próprias frustrações. No entanto, reconhecer nosso complexo de inferioridade é tão doloroso, que necessitamos canalizar nossa insatisfação julgando a pessoa que conseguiu o que invejamos. E para encontrar motivos para criticar alguém basta ter um pouco de imaginação.
O primeiro passo para superar o complexo de Solomon consiste em compreender a futilidade que é se deixar incomodar pela opinião que as outras pessoas têm sobre nós. Se pensarmos minuciosamente, temos medo de nos destacar devido ao que certas pessoas – movidas pelo desgosto gerado por seu complexo de inferioridade – possam dizer de nós para compensar suas carências e sentir-se melhor consigo mesmas.
E o que fazer com a inveja? Como se supera? Muito simples: deixando de demonizar o sucesso alheio para começar a admirar e a aprender com as qualidades e com os pontos fortes que permitiram que outros realizassem seus sonhos. Apesar de que aquilo que cobiçamos nos destrói, o que admiramos nos constrói. Essencialmente porque passamos a cultivar esses sentimentos em nosso interior. Por isso, a inveja é um mestre que nos revela os dons e talentos inatos que ainda podemos desenvolver. Em vez de lutar contra o externo, devemos utilizá-la para nos aperfeiçoarmos interiormente. E no momento em que superemos coletivamente o complexo de Solomon, possibilitaremos que cada um contribua – de forma individual – com o melhor de si mesmo para sociedade.

http://brasil.elpais.com/brasil/2013/05/17/eps/1368793042_628150.html

sábado, 26 de dezembro de 2015

Gerard Menuhin: "Diga a verdade e envergonhe o Diabo"

                

Gerard Menuhin e seu novo livro: “Diga a verdade e envergonhe o diabo”.

O livro existe momentaneamente apenas em inglês e pode ser encomendado pela Amazon.

O filho do grande violinista Yehudi Menuhin causa um terremoto-monstro na maior mentira da história da humanidade. “O Holocausto é a maior mentira da História. A Alemanha não tem culpa pela Segunda Guerra Mundial e Adolf Hitler foi o único homem de Estado do mundo que quis salvar o planeta do perigo da plutocracia judaica, libertando assim novamente um mundo subjugado.”
Um judeu famoso deu agora o pontapé inicial, ele não podia mais suportar a grande mentira e decidiu encarar as consequências por revelar “a grande mentira da História” e o mais violento estelionato da humanidade. Em seu livro que foi editado inicialmente em inglês – “Tell the Truth & Shame the Devil”, ele atravessa todos os tabus puníveis pela lei. Ele escreve: “O Holocausto é a maior mentira da História. A Alemanha não tem culpa pela Segunda Guerra Mundial e Adolf Hitler foi o único homem de Estado do mundo que quis salvar o planeta do perigo da plutocracia judaica, libertando assim novamente um mundo subjugado.”
O autor, Gerard Menuhin, conhecido cineasta e autor, filho do mundialmente famoso violinista Yehudi Menuhin, descreve agora a Holocaust-Story – que nos é imposta – como a maior mentira da História. Ele apresenta publicamente esta revelação, justamente porque seu pai faz parte da geração que vivenciou esta época e conhece a verdade. E tem ainda muito mais do que apenas expor a holo-mentira. O que até agora era inimaginável, foi dito publicamente por este nobre homem de origem judaica – e seguirá um terremoto. Imaginem um judeu famoso declarando que é justa a esperança da humanidade em ver em Adolf Hitler, o homem que queria libertar o mundo do domínio monetário judaico. Menuhin enfatiza em seu livro que foi necessária a mais cruel e terrível guerra de todos os tempos para evitar que a humanidade fosse salva do domínio monetário judaico. Os fatos são bem conhecidos pelos esclarecidos, mas que um judeu famoso, uma pessoa de tal nobre caráter, faça isso publicamente, isso ninguém esperava.
Gerard Menuhin escreve ainda em seu livro: “Apenas o fato de que o ‘holocausto’ judeu não pode ser questionado e que a pressão judaica forçou as sociedades democráticas a aprovar leis que evitam perguntas indesejadas – enquanto este suposto inquestionável “holocausto’ é sempre requentado através da propaganda e a crença nele é consolidada por doutrinação – isso já revela tudo. Isso prova que ele deve ser uma mentira. Por que não seria permitido duvidar de sua historiografia? Porque isso poderia ofender os sobreviventes? Porque ofende a memória das vítimas? Não são argumentos suficientes para evitar uma discussão! Não, tais leis foram aprovadas porque a revelação da maior de todas as mentiras iria expor tantas outras mentiras, que poderia provocar o desabamento de todo o parco edifício.”
Este livro apresenta talvez uma contribuição decisiva: arrebentar definitivamente “a maior mentira da História”. Menuhin poderia se tornar a inspiração para outras personalidades, para finalmente dizer a verdade e contribuir para o início da libertação de toda a humanidade.
Menuhin continua: “Enquanto os povos do mundo continuam a se envolver em guerras intermináveis, os Bankster se enriquecem cada vez mais com este dinheiro de sangue. As pessoas deste mundo foram completamente impedidas de participar destes importantes processos decisórios. Não importa de forma alguma em qual sistema as pessoas vivam, seja em uma democracia, república, teocracia ou ditadura. Sempre a elite dominante torna-se mais rica e forte, enquanto as pessoas responsáveis pela criação das riquezas mal podem sobreviver. Atrás dos bastidores, manipuladores étnicos controlam suas marionetes que foram colocadas em posições chaves de nosso sistema. Como o mundo pode afundar neste pântano? Quem poderia ter evitado este nosso destino e o que podemos fazer hoje para nos salvar?”
Estas são as perguntas colocadas por Menuhin.
O livro divide-se em três partes. A primeira parte trata da mentira do holocausto e do suposto criminoso Adolf Hitler. A segunda parte do livro desvenda as atividades dos verdadeiros criminosos e oferece uma visão histórica sobre o desenrolar de seus crimes, como eles operam. Principalmente como eles usam seu poder financeiro e mediático em seus crimes. A terceira parte trata de ambas as guerras mundiais, das atuais leis contra a liberdade de opinião e do surgimento de um Estado global orwelliano.
Como dito, não se trata de um autor qualquer, mas sim do filho de um famoso violinista nascido nos EUA, Yehudi Menuhin. Embora ele provenha de uma antiga linha rabínica, ele condena com toda severidade os crimes do Estado judeu de Israel, em relação ao roubo de terras palestinas.
Para acreditar nisso, é preciso ler este livro!
O livro de Menuhin já causou o primeiro terremoto na Suíça. Sob a alcunha de Carlo I e nome de guerra “a raposa”, o ativista suíço e holo-combatente Marcel Sauder iniciou novamente sua luta em prol do esclarecimento público através de um programa de rádio que atinge um raio de 500 km. Com uma voz calma ele fala ao microfone: “O holocausto nunca aconteceu. Ele é a maior mentira do século XX. No máximo morreram algumas dezenas de milhares de judeus durante a Segunda Guerra Mundial e todos eram traidores e sabotadores, que tinham merecido morrer.”
Todos os judeus eram traidores? Aquele que pratica tal erro primário, generalizando atos de traição para todos os judeus que morreram nos campos de concentração – principalmente vítimas do tifo – arriscam a credibilidade de todo seu ativismo, além de fornecer ao inimigo a necessária munição para retaliação – NR.
“Der Fuchs” (a raposa) Marcel Sauder, começou novamente
sua luta pelo esclarecimento sobre o suposto holocausto!
E o que até então era inimaginável, aconteceu de fato. Embora a Federação Israelita Suíça (SIG) tenha abordado a promotoria pública de Thurgau com todo seu ímpeto, forçando-a a agir com todo o rigor contra o ativista da verdade, pois “a negação pública do holocausto é uma clara violação da lei de racismo”, como resmungou o secretário geral da SIG, Jonathan Kreutner (37), nada aconteceu. “Desta vez tem que acontecer algo mais severo”. Kreutner refere-se à denúncia feita a alguns anos contra Carlo I pela SIG e Ministério das Comunicações (Bakom), porque ele já revelara através do rádio, naquela época, a holo-mentira. A promotoria pública de Thurgau condenou o ativista a uma multa de 1.000 francos suíços.
Sempre a mesma indignação! Pouco importa se pessoas são presas por expressar suas opiniões; pouco importa se famílias são destruídas. Esses miseráveis apóstolos da mentira não cansam de cuspir sua hipocrisia sobre o mundo. Corrompem os governos e zombam do povo. Um dia a paciência das pessoas irá acabar e a justiça restabelecer-se-á. Então julgará o povo e que Deus tenha piedade – NR.
Após sua condenação há quatro anos, Carlo I. silenciou-se. Porém agora, depois do aparecimento do livro de Menuhin, “a raposa está novamente no ar e alcança um público maior do que nunca. Ele utiliza agora estações de transmissão na Alemanha, no Zugspitze ou em Feldberg. Com isso ele alcança ouvintes em um raio de 500 km. Da República Tcheca até a Itália pode-se ouvir suas notícias”, anuncia uma surpreendida mídia a serviço das organizações judaicas. E o líder dos judeus na Suíça, o infame Johathan Kreutner, ameaça a justiça: “Até quando ainda? A discriminação racial é um delito oficial. Nós esperamos que a promotoria pública de Thurgau atue contra o radialista.”
Mas estranhamente isso não é o caso. A promotoria pública de Thurgau tergiversa: “Para que possamos atuar contra tal ato, nós precisamos de uma denúncia concreta, que seja fundamentada em respectiva documentação”, disse Hans-Ruedi Graf (61), chefe da promotoria pública de Thurgau. “Não basta, se alguém não nos fornece uma determinada prova audível”. E o que soa ainda mais estranho é a declaração oficial do Ministério das Comunicações (Bakom). A porta-voz Silvia Canova (29) disse: “nós sabemos que a ‘raposa’ está ativa novamente. Um processo está pendente no momento. O Ministério pode agir contra o radialista no que concerne à lei de transmissão radiofônica – mas não por causa de suas declarações racistas.”
“A raposa” não deve ser molestada por causa de sua conhecida “negação do holocausto”, embora ele tenha exposto em seu programa de rádio o holocausto como “a maior mentira da História”? Isso nunca aconteceu. Carlo I. nada declarou publicamente até agora. Há três dias, quando estavam investigando-o, ele disse: “Eu sou um patriota. As autoridades querem acabar comigo.”
Para a justiça suíça, o caso é picante. Gerard Menuhin é cidadão suíço. Como judeu famoso, ele deveria, portanto, ser levado aos tribunais por causa de seu livro. Mas aparentemente a justiça suíça não quer fazer isso, e assim ela procura uma saída. Pois qual motivo deveria ter um judeu para não apenas descrever Adolf Hitler como o redentor da humanidade diante do domínio monetário judaico, mas também inocentá-lo com fatos irrefutáveis das repugnantes holo-acusações? Menuhin é um judeu e não um “nazista”, seja qual for aqui seu entendimento quando alguém diz a verdade sobre Hitler.
E se Menuhin não for levado aos tribunais, onde ele foi muito mais além com suas declarações do que Carlo I,, então aí é que “a raposa” não poderá ser executada judicialmente. Um dilema para os mentirosos mundiais. Um terremoto se inicia, a liberdade da humanidade tornou-se novamente possível.

National Journal, 12/12/2015.
http://inacreditavel.com.br/wp/gerard-menuhin-o-holocausto-e-a-maior-mentira-da-historia/

A ORIGEM DA PALAVRA GAÚCHO

(Fonte: História ilustrada do Rio Grande do Sul - CEEE
No início, quando toda a atividade se resumia à extração do couro do gado selvagem, os habitantes do pampa eram designados como guascas, palavra que significa tira de couro cru.
Só mais tarde, por volta de 1770, de acordo com o historiador argentino Emilio Coni, vai aparecer o termo gaudério, aplicado aos "aventureiros paulistas que desertavam das tropas regulares para se tornarem coureadores e ladrões de gado".
Considerado pioneiro nas pesquisas sobre o tema, Coni afirma que a expressão "gaúcho" torna-se corrente nos documentos a partir de 1790 como sinônimo de gaudério e também para designar os ladrões de gado que atuavam nos dois lados da fronteira.

O pesquisador uruguaio Fernando Assunção informa ter encontrado em 1771 uma correspondência ao governador Vertiz, de Buenos Aires, pedindo providências contra "alguns gahuchos" que andavam assaltando estâncias e roubando na região.
Uma coisa é certa: até a metade do século dezenove, o termo gaúcho era ainda depreciativo, "aplicado aos mestiços de espanhol e português com as índias guaranis e tapes missioneiras". Saint Hilaire, nos seus minuciosos apontamentos de 1820, ainda menciona "esses homens sem religião nem moral, na maioria índios ou mestiços que os portugueses designavam pelo nome de Garruchos ou Gahuchos".
Quanto à origem da palavra, há muitas divergências. Alguns autores afirmam que o termo gaúcho vem do Guarani. Significaria "homem que canta triste", aludindo provavelmente à "cantilena arrastada dos minuanos".
A maioria dos autores rio-grandenses, no entanto, aceita outra explicação: seria uma corruptela da palavra Huagchu, de origem quêchua, traduzida por guacho, que significa órfão e designaria os filhos de índia com branco português ou espanhol, "registrados nos livros de batismo dos curas missioneiros simplesmente como filho de fulano com uma china das Missões", de acordo com Augusto Meyer.
O Chimarrão - Mate amargo (sem açúcar) que se toma numa cuia de porongo por uma bomba de metal. Atribue-se ao chimarrão propriedades desintoxicantes, particularmente eficazes numa alimentação rica em carnes.
A tradição do chimarrão é antiga. Soldados espanhóis aportaram em Cuba, foram ao México "capturar" os conhecimentos das civilizações Maia e Azteca, e em 1536 chegaram à foz do Rio Paraguay. No local, impressionados com a fertilidade da terra às margens do rio, fundaram a primeira cidade da América Latina, Assunción del Paraguay.
Os desbravadores, nômades por natureza, com saudades de casa e longe de suas mulheres, estavam acostumados a grandes "borracheras" - porres memoráveis que muitas vezes duravam a noite toda. No dia seguinte, acordavam com uma ressaca proporcional. Os soldados observaram que tomando o estranho chá de ervas utilizado pelos índios Guarany o dia seguinte ficava bem melhor e a ressaca sumia por completo. Assim, o chimarrão começou a ser transportado pelo Rio Grande na garupa dos soldados espanhóis.
As margens do Rio Paraguay guardavam uma floresta de taquaras, que eram cortadas pelos soldados na forma de copo. A bomba de chimarrão que se conhece hoje também era feita com um pequeno cano dessas taquaras, com alguns furos na parte inferior e aberta em cima. O que não é possível aceitar que a população do Rio Grande do Sul seja eleita na marra através do aculturamento que seja tudo isso que o relato aponta. É impossível separar a história do chimarrão, a existência dos gaúchos ladrões nos dois lados da fronteira, agora afirmar que toda a população seja oriunda daqueles povos de antanho. Isso é simplesmente ridículo. Depois, para melhorar o significado da palavra gaúcho, baldearam como sendo vaqueiro e assim sucessivamente. E em nada teve a ver com as mentiras da Revolução Farroupilha. Quem se veste de gaúcho nos dias de hoje já começa mentindo porque esta não era as roupas daqueles antigos. São os figurinos que enriquecem as firmas destes pseudos gaúchos. O movimento que prega a Independência da REPÚBLICA FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL não tocará nesta pseoda tradição, quem quiser andar com estas pilchas, são livres para fazê-lo, será considerada uma moda. O que será corrigida é a história contada na atualidade com interesses voltados a proteger algo ou uma cultura inventada. Não serão dispensadas verbas públicas para este tipo de atividade em nenhuma instância.

É Natal?




Carpinteiro mostra figuras cristãs em uma oficina em Belém, Palestina.© EFE/Abed Al Hashlamoun Carpinteiro mostra figuras cristãs em uma oficina em Belém, Palestina.

Nesta quinta-feira a Igreja católica celebra o Natal, a comemoração litúrgica do suposto nascimento de Jesus em Belém. Mas Cristo não nasceu em 25 de dezembro há 2015 anos. As referências nos evangelhos permitem situar no tempo o real pregador judeu que, segundo a maioria dos acadêmicos, inspirou o cristianismo. Herodes O Grande reinou na Judeia do ano 37 ao ano 4 antes de Cristo (ou antes da chamada Era Comum). Herodes Antipas, seu filho, foi o mandatário desse último ano até 39 depois da Era Comum. E Pôncio Pilatos foi o governador romano da Judeia do ano 26 ao 37.

“Geralmente se calcula que Jesus nasceu algum tempo antes da morte de Herodes O Grande, no ano 4 antes da Era Comum. Uma data entre 6 e 4 antes da Era Comum estaria de acordo com essa informação histórica, segundo o relato de Mateus sobre o nascimento e a tradição de Lucas 3.23 de que Jesus “tinha cerca de 30 anos” no décimo quinto ano do imperador Tibério, estimado no ano 27 ou 28 da Era Comum”, observa o teólogo James Dunn em sua monumental obra Jesus em Nova Perspectiva. O que os Estudos sobre Jesus Histórico Deixaram para Trás.

Ou seja, Cristo nasceu antes de Cristo, é o que diz Dunn, professor de Teologia na Universidade Durham (Reino Unido) e autoridade mundial no estudo do Novo Testamento. Não nasceu há 2015 anos nem tampouco na noite de 25 de dezembro. “E deu à luz seu filho primogênito, e o envolveu em fraldas, e o colocou para dormir em uma manjedoura porque não havia lugar para eles na estalagem. Havia pastores na mesma região que cuidavam de seu rebanho à noite”, narra o evangelho de Lucas. Na cidade palestina de Belém, onde Jesus nasceu, segundo a tradição, os meteorologistas prognosticam para a noite uma temperatura mínima de 4 graus. Como ressaltam os estudiosos, os pastores não levam o gado ao pasto em pleno inverno. O pregador judeu teria nascido, portanto, mais provavelmente na primavera ou no verão, como sugere Edwin D. Freed, professor emérito de estudos bíblicos da Universidade Gettysburg (EUA), no livro The Stories of Jesus' Birth (As Histórias do Nascimento de Jesus).
O evangelho de Lucas sugere que o nascimento de Jesus não foi no inverno, mas na primavera ou verão
Em seu Dicionário da Bíblia, o teólogo britânico W. R. F. Browning recorda que no início a Igreja não celebrava o nascimento de jesus e desconhecia a data. Mas, no século IV, a Igreja de Roma decidiu fixar um dia e designou o 25 de dezembro “porque tinha sido o dia do festival pagão do Sol Invictus, quando o invencível Sol triunfava a cada ano sobre a obscuridade do inverno e os dias voltavam a ser mais longos”.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Mensagem Natalina do National Journal


Caros amigos e leitores, ativistas de todo o mundo, seres espirituais de todas as Nações,
esta é a primeira mensagem de Natal nestes 20 anos de história do National Journal, em uma época de esforços finais para o extermínio dos alemães étnicos e dos autênticos europeus. O que se iniciou neste verão, a destruição propagada publicamente dos alemães, como povo central da Europa autêntica, através de uma “migrantive Transformation”, nunca havia acontecido anteriormente de forma tão descarada e determinada.
Nas décadas após a guerra de extermínio da aliança plutocrata contra o povo alemão, o objetivo de guerra número 1 concebido já em 1943, ou seja, “a eliminação da exclusividade étnica dos alemães através da imigração de povos estrangeiros”, foi conduzido com forte determinação, porém nunca de forma tão explícita como neste golpe final no segundo semestre de 2015.
Os pensadores vanguardistas judeus de Harvard deram em 2015 o disparo inicial para o golpe final na eliminação do povo alemão e dos autênticos europeus. A 7 de setembro de 2015, Angela Merkel anunciou em uma conferência para a imprensa, conforme ordenada:
“O que nós vivenciamos agora é algo que transformará também nosso país nos próximos anos.”
Na sequência, a 10 de setembro de 2015, o Washington Post comemorava o fato de Merkel, por assim dizer, ter acatado ipsis litteris a ordem para transformação dos alemães.
“A chanceler Angela Merkel prepara entrementes os alemães para um período de transformação. Uma transformação que mudará completamente a definição básica do que é ser alemão.”
Por sua vez, Merkel anuncia que a eliminação étnica dos alemães e brancos europeus é irreversível, pois a onda deste tsunami não tem limite superior. Para poder executar esta substituição populacional da forma mais efetiva e rápida possível, Merkel se deixa fotografar pelos invasores com seus seus caros smartphones, como mensagem universal: venham todos, os alemães devem desaparecer etnicamente os mais rápido possível. Ela foi apoiada pelo seu antigo colega de Stasi, o agora presidente Gauck.
O que acontece agora conosco, não tem paralelo na história. Nós podemos apenas concordar com a visão humanitária do presidente húngaro, Viktor Orbán, que disse em Bruxelas:
“Nós não queremos essa gente.”
Resta apenas complementar: nós não queremos essa gente, não porque nós as odiamos, mas sim porque amamos as pessoas de nosso tipo e as queremos preservar do extermínio étnico. Nós nos apoiamos nas leis da criação e no ordenamento jurídico, quando exigimos: essa massa estrangeira deve retornar de onde veio. Isso é completamente normal e até mesmo reconhecido pela mídia do sistema. A 8 de dezembro de 2015, nós pudemos ler na revista Spiegel:
“A grande unidade, onde se pode administrar a solidariedade, sem que isso leve à decadência, é provavelmente a nação. Tudo que ultrapassa o dever de solidariedade, é registrado como imposição, assim que abandona o limite da voluntariedade.”
Que Angela Merkel seja uma grande criminosa, como podemos perceber a partir das análises dos juristas de Bonn, foi salientado em um artigo do jornal FAZ a 18 de dezembro de 2015. Ali consta:
“Não se pode apoiar qualquer emigração em massa através de decretos especiais das leis de asilo, para pessoas que de fato não têm qualquer direito em estar aqui. Aliás, coloca-se a questão, se tal importante decisão deveria ser decidida pelo legislativo – pois ela tem um significado crucial para o interesse da coletividade.”
Portanto, “uma quebra inumerável da lei”, como foi denominada na televisão a política criminosa de Merkel pelo membro do partido CSU, David Bendel, pois o artigo referente às questões de asilo, o artigo 16a, é claro: quem vem de um país da União Europeia, ou de um país que reconheça a convenção para refugiados das Nações Unidas, não tem direito à entrada ou permanência. Quer dizer, nenhuma única pessoa deste tsunami tem o direito de ser aceito aqui. De acordo com o direito e as leis, todos devem ser mandados de volta para seus países de origem. Caso isso não aconteça, o ato é criminoso. Merkel e Gauck instrumentalizam até mesmo os policiais das fronteiras como escolta dos imigrantes ilegais, transformando-os em cúmplices inconscientes.
A devastadora guerra dos 30 anos, que terminou em 1648 com a dizimação de quase 70% dos alemães residentes nos principais centros urbanos, não pode nos assassinar como unidade étnica, porque o espírito alemão sobreviveu. Foi este espírito que devido a nossa determinação nos tornou novamente uma nação cultural, que pode ser comparada apenas à Grécia antiga, o apogeu do império bizantino-romano e à Hiperbórea ariana. O gigante da cultura, Richard Wagner, esclareceu este instinto de sobrevivência do povo alemão após a Guerra dos 30 anos em seu escrito “O que é alemão?”, da seguinte forma:
“O povo estava dizimado, mas o espírito alemão sobreviveu.”
Talvez aqui os ateus, materialistas e outros refratários à questão espiritual possam começar a entender o que significa esta força do Espírito. Para que o pensamento fique ordenado e assim facilitar a comunicação e o entendimento, vale a definição de POVO não apenas como um mero aglomerado racial homogêneo, mas sim o resultado de RAÇA + ESPÍRITO – NR.
Por causa da natural reação daquela parcela do povo que ainda é saudável humano e espiritualmente, em proteger seus semelhantes, assim como se protege a própria família, muitos alemães são obrigados a resistir diante de uma decadente política criminosa. Muitos não veem outro caminho para proteger sua própria família e seu povo, do que lançar mão da legítima defesa. Que um governo leve seu povo a tal ato desesperado, isso entrará na história como um dos maiores crimes da humanidade.
E todo lixo humano que finge ser um ato humanitário de ajuda a vinda de uma massa humana estrangeira e hostil, pagará ainda mais caro. Pois eles não querem ajudar; eles querem apenas nos exterminar através desta mentirosa “argumentação de ajuda”.
Lembrando: uma pequena quadrilha de inimigos da humanidade nos trouxe duas terríveis guerras de extermínio. E estas guerras, assim sentem muitos compatriotas, continuam até os dias de hoje, mas de forma ainda mais cruel. Nos é recusado um tratado de paz, ou seja, os objetivos de guerra ainda são válidos, e consideram não apenas o físico, mas também o extermínio espiritual dos alemães. Após a Primeira Guerra Mundial, falava-se: “Lutero perdeu esta guerra”, e durante os anos 70 ecoava nos EUA a palavra de ordem: “Schiller nunca mais”.
Nós vivenciamos no momento o mais brutal atentado à vida da história da humanidade, ou seja, os esforços para eliminação do espírito como sustentáculo de um povo, uma raça, sob o pretexto da “necessidade da emigração” e da “ajuda aos refugiados” etc. Querem nos transformar, citando Huxley, em “felizes consumidores”. Querem nos transformar em pessoas que não conhecem nem Deus, nem Família e nem ainda Povo, que não possuem um EU. Deve ser programado uma tipo humano como um enorme produto da engenharia genética, para uma vida dentro de uma determinada casta, com suas tarefas específicas. As pessoas devem servir como um robô e tal destino deve ser percebido como sorte. Esta novo tipo humano deve ser normatizado de tal forma, ao ponto que ele mesmo venha amar sua condição de escravo, pois ele não conhece outra coisa, ele é incapaz de pensar em outra coisa ou nem ao menos duvidar. Tal “existência humana inferior” – os vencedores das últimas guerras estão convencidos disto – já teve sua aplicação iniciada junto aos alemães.
Suficientemente exposto sobre a ideia de alguns ativistas em querer recuperar o ser ariano através da engenharia genética… – NR.
Nesta Nova Ordem Mundial, a liberdade desapareceu e o ser humano degenerado apareceu no lugar da ordem natural criadora; isto pode ser percebido pelas pessoas com um mínimo de razoabilidade com os próprios olhos. Por isso a frase de Hennig Eichenberg nunca teve tanta validade como hoje:
“Quem questiona a existência do Povo, não precisa vir a falar de ser humano.”
O Espírito de Deus começou a fazer um efeito dinâmico na vida das pessoas ao final do século 18 e a se tornar o fundamento do pensamento existencial na Europa. Herder e Goethe começaram a colecionar canções em Straßburg, publicadas por Herder pela primeira vez em 1778. Como “As vozes do Povo”, eles venderam como pãozinho quente. As relações vitais entre Povo e Existência apareceram na história literária. Herder colocou no plano científico esta revolução espiritual e a historiografia a estampou como “Povos são os pensamentos de Deus”. Wilhelm von Humboldt aponta que todo povo apresenta em seu idioma uma determinada cosmovisão, o que deixa bastante evidente a história da criação dos povos como vontade de Deus.
Contra este despertar da criação, os eternos inimigos da humanidade colocaram a perversão da igualdade, esta polícia do pensamento da Revolução Francesa. Esta luta dos mundos continua até os dias de hoje. E desde o verão de 2015 (verão europeu – NR), o objetivo destas forças podres tornou-se claro: a luta final em torno do ser humano começou; a crucificação do Povo alemão e dos europeus autênticos deve ser completada. O redentor cristão foi aviltado, desdivinizado, através da racionalização da crucificação e ressurreição.
Se nós nos aprofundamos nas divindades germânicas e compararmos a ressurreição de Baldur com a ressurreição de Jesus, então nós reconhecemos uma conexão da eterna recorrência em nova roupagem. Por isso disse Santo Agostinho como um dos mais antigos padres cristãos:
“O que se denomina hoje em dia como religião cristã, já existia entre os antigos e não faltou no início do aparecimento da espécie humana.”
O poder derivado da ideia da ressurreição de Baldur e Jesus acarretou que o antigo “Dia do Imperador”, o aniversário simbólico do Imperador, aniversário do “Caesar Divus” (Imperador Deus), celebrado a cada 25 de dezembro, deveria ser substituído pelas “noites abençoadas”. E antigamente, como disse Agostinho, já existia este dia desde o início, a festa do SOL INVICTUS (sol invencível), solstício de inverno ou Julfest. Com o antigo catolicismo, apesar da traição a Jesus, esta poderosa festa da alma retornou como “Weihnacht”, como a festa da “Noite Abençoada” (geweihte Nacht), onde o soldado cumpre “a vigília eterna”.
A palavra alemã Weihnachten é traduzida por Natal. Frohe Weihnachten = Feliz Natal = Noites Abençoadas – NR.
O grande contista, Karl May, que eternizou em seus romances o imortal homem nobre, nos traz a profundidade espiritual do natal nórdico, a antiga JUL-Fest, em uma linguagem angelical e trajes cristãos, que ainda ecoa junto à nossa alma.
“Weihnacht, que amável, que amável palavra com tão rico significado! Eu afirmo que não existe e nunca existiu no vocabulário de todos os povos e em todas as épocas, uma segunda palavra com tal profundo significado. Para o crente cristão, ela significa a tão aguardada realização de uma longa esperança pela redenção de todas as criaturas, e também significa para o descrente o retorno de uma época de festas e confraternização, em um ambiente de alegria familiar e crianças com olhos cintilantes.” (Karl May, Weihnacht)
Enquanto viver nos povos o espírito divino, os povos viverão. Somente quando matarem nosso Espírito, eles irão vencer. Mas o que nós vivenciamos nesta época, iguala-se justamente a uma ressurreição do espírito. Em nenhum momento dos últimos 50 anos, uma grande massa de pessoas na Alemanha e na Europa se levantaram contra os planos dos inimigos da criação. Em toda a Europa levantam-se pessoas contra seus exterminadores.
Mesmo na BRD (Alemanha atual, sem tratado de paz), 90% dos quase 450 mil participantes de uma enquete do jornal Bild, a 8 de outubro de 2015, eram contra a política de Merkel “nós vamos conseguir”. E isto não mudou, independente do que os manipuladores de opinião das mídias querem que acreditemos. Agora até mesmo as decadentes mídias mentirosas têm que admitir, nós tivemos que adotar na Europa após a Segunda Guerra Mundial o modelo de repressão humana judaico-antidemocrático. “O caráter após a guerra na Europa foi ditado pelos EUA”, diz ali. E eles admitem que os representantes europeus dos plutocratas dos EUA – inimigos da humanidade – estavam de costas para a parede, que eles somente poderiam evitar os movimentos nacionais através da supressão da democracia. Eles também tiveram que admitir que os cidadãos europeus estão cansados dos inimigos do outro lado do Atlântico. O jornal Welt escreveu a 19 de dezembro de 2015:
“O caráter da Europa do pós-guerra foi ditado principalmente pelos EUA – A quase vitória de Marine Le Pen, na França, só pode ser evitada através da suspensão da concorrência democrática dos partidos estabelecidos. […] A ação orquestrada reforçou também a impressão de que os representantes da democracia liberal estavam de costas para a parede. A propaganda da extrema-direita, depois que a época da ordem “liberal” parece ir rapidamente de encontro ao seu fim, ganha com isso novos ventos. O avanço dos movimentos nacionalistas de direita e de esquerda na Europa encontra os opositores da democracia transatlântica ocidental em um constante modo defensivo. De fato, parece emergir uma profunda rejeição ao modelo liberal, da forma como se estabeleceu após 1945 na Europa Ocidental e após 1989, na parte oriental. Este incômodo mal-estar já atingiu há muito tempo o meio da sociedade.”
Há poucos dias, uma prefeitura na Holanda foi invadida por uma massa de pessoas que se sentem ameaçadas. Mesmo na Dinamarca e Suécia, foi necessário colocar os invasores em uma espécie de campo de concentração, para manter a ira popular sob controle. Tudo isso não havia anteriormente; o velho espírito europeu-hiperbóreo redescobriu seu caminho.
Neste ano, caros leitores do NJ, a época das Noites Abençoadas nos ilumina como o símbolo da eterna Verdade, que nunca desaparecerá, mesmo se os inimigos da humanidade conduzirem mais 100 guerras mundiais contra a verdade. As palavras da grande Savitri Devi parecem fazer sentido, pois ela escreve em ouro no cadinho:
“Apesar de toda adversidade, nós não perecemos, nós não sucumbimos e nós não podemos sucumbir. A Verdade nunca perde.”
O sentido de nossa existência parece consistir em reconhecer as interrelações, a profunda verdade dos desdobramentos mundiais. E a missão do ativista é levar este reconhecimento ao maior número possível de pessoas, por assim dizer, fornecer a eles um ingresso para uma outra forma de existência.
Como todos nós sabemos. o reconhecimento surge apenas através da dor. Por enquanto, tudo decorre segundo um determinado programa em nossa dimensão. O “antihumano” cria, levado por cega ganância por mais poder, uma dor no “ser humano”, o que conduz a um processo de reconhecimento, com subsequente despertar. Um eterno ciclo neste planeta.
O NJ tenta providenciar que a dor que nos foi imposta seja transformada em reconhecimento. Acontece uma transformação do reconhecimento, o que teremos é que aquela transformação planejada dos povos, a “transformação do pensamento de Deus” em uma massa de carne inerte, irá desabar.
Nós desejamos a todos vocês um abençoado período de reflexão, uma reflexiva Jul-Fest e um Ano Novo com muita saúde e muita motivação em prol do contínuo esclarecimento.
Os ativistas do NJ, fiéis na missão da criação!
National Journal, Dezembro 2015.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Mais uma de Auschwitz!

                
Sim, meus caros…, eu fui aquele que através de um pequeno ardil, conseguiu em 1975 a declaração de um funcionário do museu de Auschwitz, Jan Machalek, que o crematório em Auschwitz I foi “reconstruído” após a guerra.
Eu emendei imediatamente: “Então vocês (me referia aos diretores do museu) têm as plantas da construção?” Ele respondeu em um tom patético: “Sim” (até então sempre respondera com um sonoro “Jawolh!”). Eu perguntei-lhe: “Onde elas estão?” Ele retrucou, eu deveria procurar Tadeus Iwaszko, diretor do arquivo. Todavia, no dia seguinte eu tinha que retornar à França.
Em março de 1976, eu retornei a Auschwitz. Eu visitei Iwaszko a 19 de março. Eu me apresentei e mencionando Machalek, perguntei sobre as plantas. Ele não me respondeu; apenas apontou com o indicador uma grande mesa. Eu sentei-me junto a ela. Ele me trouxe arquivos e mais arquivos sobre o processo de Rudolf Höß. Tudo estava em polonês, uma língua que eu não dominava. Mesmo assim eu folhei aqueles volumes até me deparar finalmente com as plantas da construção dos cinco crematórios (Krema I em Auschwitz I e 4 crematórios em Auschwitz-Birkenau). Eu pedi a cópia de 116 desenhos pelo preço de 2.370 Zloty (segundo o recibo de 24 de junho de 1976, que ainda tenho guardado). Estes desenhos permaneceram ocultados desde 1945. Eles mostram que todos estes crematórios eram completamente normais, com os típicos espaços para o armazenamento de cadáveres, e não poderiam ter sido usados para o assassinato em massa de pessoas com um gás altamente explosivo e inflável (perto dos fornos; que alemães bobinhos!).
Eles me perguntaram também, o que Germar Rudolf escreveu sobre minhas descobertas. Minha resposta é que ele foi bastante neutro. Vejam o que ele escreveu no texto A Brief History of Forensic Examinations at Auschwitz, em The Journal of Historical Review, Março/abril 2001, pág. 3-16:
1. Além disso, a pesquisa forense é exatamente isso o que fazem os revisionistas, começando com Robert Faurisson, na procura por provas comprobatórias. A exigência dos revisionistas por estas provas materiais é completamente compatível com a norma corriqueira da moderna prática investigativa criminal. E como é reconhecido oficialmente, as provas forenses são muito mais fortes quando comparadas com os depoimentos das testemunhas ou provas documentais. (pág.4)
2. Faurisson deu o ponta pé inicial. Foi necessário um professor de literatura francesa para mostrar ao mundo que diante da pergunta, se um genocídio aconteceu em Auschwitz, isso era uma questão de comprovação forense. […] Durou ainda quase uma década até que o primeiro especialista tenha aceito o desafio de Faurisson (publicado no Le Monde em 1978/79) e posteriormente o primeiro relatório forense sobre as alegadas “câmaras de gás” de Auschwitz: o atualmente famoso relatório de Fred Leuchter do ano de 1988. (pág. 6)
Eu sinto muito que não possa escrever mais para vocês. Como vocês sabem, eu tenho quase 87 anos e ainda seis processos pela frente. Minha esposa (84) e eu estamos com a saúde abalada.
Cordialmente,
R. Faurisson.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

NINGUÉM VAI LER TUDO



Ao longo da 1ª metade do Século XX, o Brasil fez notáveis progressos através da industrialização e do fortalecimento das instituições financeiras públicas. Também, na área social, com a decretação do salário mínimo (1930) e da legislação trabalhista (1932, consolidada em 1943). Economia e relações sociais são interdependentes.
Entretanto, esses avanços – interrompidos de 1946 a 1950, quando a política do País se submeteu facilmente ao império anglo americano e à polarização ideológica da Guerra Fria – não foram suficientemente retomados e atualizados, sequer com a volta de Getúlio Vargas à presidência da República em 1950, pelo voto direto do povo.
Isso porque, diante disso, a intervenção do poder mundial tornou-se maciça e sustentada por abundante corrupção, que penetrou em todos os campos estratégicos, com o objetivo de fazer abortar o surgimento de uma potência industrial no Hemisfério Sul.
Essa intervenção logrou derrubar o presidente e inaugurou uma era, que completou 61 anos, de sucessivas renúncias à autonomia econômica e política do Brasil.
A desnacionalização da indústria, política oficial desde janeiro de 1955, conduziu à desindustrialização e causou déficits externos, originadores da dívida externa e depois da dívida pública interna.
A política de destruição da Nação foi grandemente radicalizada por meio das três primeiras eleições diretas, sob a Constituição de 1988, regime de aparente democracia: a de Collor em 1989 e as duas de FHC, 1994 e 1998, que desencadearam verdadeiros tsunamis de entreguismo e institucionalizaram a devastação socioeconômica do País.
A corrupção, em todas suas acepções, já havia formado maioria folgada dos constituintes, para inserir na Lei Básica normas estratégicas contrárias aos interesses nacionais.
O peso do dinheiro concentrado e da mídia antibrasileira nas eleições continuou a eleger Congressos cada vez mais alheios aos interesses do País, a ponto de terem aprovado dezenas de emendas à Constituição, favoráveis aos concentradores financeiros estrangeiros e locais.
Ora, o processo de degradação econômica, política e cultural teve início nos anos 50, quando o Brasil não havia construído infraestruturas econômica e social de país desenvolvido.
Pior: a maioria das que se implantaram, após 1955, foi planejada em favor dos cartéis transnacionais aqui instalados para obter lucros ilimitados da extração dos abundantes recursos naturais e do controle do mercado consumidor.
O presidente Vargas, em 1950, dada a insuficiência de trens em face da demanda de passageiros, mandara ampliar o sistema ferroviário. Havia 676 trens e transportavam-se mais de 500 mil passageiros/dia. Hoje são 450 mil e pouco mais de 100 trens, muitos daquela longínqua época. Numerosas conexões no interior foram suprimidas em São Paulo e outros Estados.
Os transportes no Brasil retratam a situação de um país ao qual foi negada permissão para desenvolver-se. Tudo serve aos carteis transnacionais do petróleo/indústria automotiva. Predominam as rodovias. Não há linhas de metrô que atendam minimamente a demanda das regiões metropolitanas. As principais ferrovias são de natureza colonial: transportam aos portos colossais quantidades de minérios: Belo Horizonte/Vitória; Carajás/Itaqui.
Onde houve desenvolvimento, houve uso intenso das aquavias, como os cinco grandes lagos que ligam, nos EUA, Meio Oeste, Costa Leste e Canadá. Inglaterra, França, Alemanha construíram densas malhas de rios navegáveis e canais. Em 1900, já tinham boas ferrovias e ainda as estendem e aperfeiçoam. A China constrói ótimas ferrovias e trens de alta velocidade em todo seu extenso e acidentado território.
As ferrovias para transportar matérias-primas minerais e agrárias remetem ao modelo econômico que não valoriza os recursos naturais do País nem os processa em indústrias de capital nacional, porque acabou com elas, ao entregar o mercado às transnacionais.
Esse modelo causa mega-catástrofes irreparáveis, como a do rompimento das barragens de dejetos das minas, em Mariana, MG, operadas pela Samarco, controlada pela transnacional anglo-australiana Billiton, com participação da Vale.
Dada a corrupção e a obtusa mentalidade entreguista, nenhum dos poderes – a nível federal, estadual e local – exige reais controles de segurança, nem se mostra inclinado a acabar com os intoleráveis abusos. Chegam ao ridículo de participar de entrevistas midiáticas junto com executivos da transnacional transgressora.
O desastre econômico e ambiental remete, por sua vez, à privatização da portentosa Vale Rio Doce, em 1997, no esquema que entregou patrimônio de dezenas de trilhões de dólares, por 3 bilhões, “pagos” com títulos podres e compensados por créditos fiscais e outras benesses.
Da Serra de Carajás transportam-se diariamente 576 mil toneladas do melhor minério de ferro do mundo, com o que ela tende a acabar em 80 anos.
O saqueio mineral é subsidiado pela isenção tributária na exportação (Lei Kandir, LC 87, 13.09.1996, aplicável também ao agronegócio) e premiado por taxação ínfima na extração.
A CFEM (Compensação Financeira pela Extração Mineral) – calculada sobre o líquido (a ETN arranja e superfatura despesas minimizar o faturamento bruto) – cobra estas alíquotas: alumínio, manganês, sal-gema e potássio: 3%; ferro, fertilizantes e carvão: 2%; ouro: 1%; pedras preciosas, carbonados e metais nobres: 0,2%.
Foram extraídas, em 2013, das “nossas” minas de ferro 370 milhões de toneladas, 90% para exportação e 10% para o mercado interno. Com a acelerada desindustrialização, a dependência do exterior continua crescendo, e, mesmo com preços em queda, os minérios metalúrgicos respondem por 13% do valor total das exportações.
Na agricultura o quadro é semelhante: 55% das terras são usados para cultivar soja – metade da qual se destina à exportação – causando pauperização dos solos – e contaminação de aquíferos – decorrente do intenso uso de fertilizantes químicos, sementes transgênicas e pesticidas altamente tóxicos.
As exportações agrárias somaram, em 2014, US$ 96,7 bilhões = 43% das exportações totais do País, de US$ 225,1 bilhões, que equivalem a míseros 10% das exportações da China!
O caos agrário liga-se à miséria da energia, via setor sucroalcooleiro, formado por enormes usinas e plantations, a maioria já desnacionalizada, a exportar açúcar e álcool (6,1% das exportações totais), segundo o interesse dos patrões transnacionais.
Esse esquema prevalece contra a correta ideia original do programa do álcool (1974), que incluía agricultura familiar, descentralização, culturas alimentares combinadas e aproveitamento de óleos vegetais – como dendê, macaúba, pinhão manso etc. – para substituir o diesel do petróleo, além do erguimento da química do álcool e dos óleos vegetais.
Além de se fazer tudo errado no biodiesel, engodo para ocultar a mão pesada das transnacionais – governantes das poluidoras fontes fósseis – as “alternativas” preferidas têm sido as dependentes de tecnologia e equipamentos importados, como a eólica.
Ainda sobre a infraestrutura de energia, não é de omitir a devastação em curso, desde Collor e FHC, a qual desnacionalizou o grosso da geração e distribuição da hidroeletricidade, e instituiu um sistema de precificação, impossível de entender, para propiciar indecentes lucros aos beneficiários, que já elevou as tarifas, em 150% acima da inflação. No processo, sugaram-se as estatais, a ponto de pôr a Eletrobrás em situação falimentar.

Dr. Adriano Benayon, 03/10/2015.

CARIDADE OU CRIAÇÃO DE RIQUEZA???

Caridades lidam com a redistribuição de riqueza: elas coordenam a transferência do “excedente” de algumas pessoas para suprir a “escassez” de outras. Já os empreendimentos do setor privado lidam com a criação de riqueza por meio da produção e venda de bens e serviços que as pessoas querem e desejam.
Sem essa anterior criação de riqueza, as instituições de caridade não teriam nada para distribuir.
Capitalistas e empreendedores são a força que nos retiram do estado brutal da natureza -- a pobreza -- e nos elevam à pujança. Todos os casos de pobreza têm a mesma solução: a cura não está na distribuição de riqueza, mas sim na criação de riqueza. E isso não é um argumento meramente teórico. Ele pode ser testemunhado em todos os pontos do globo.
Pense, por exemplo, na máquina de lavar. Trata-se de um recurso que consideramos trivial e ao qual não damos a devida importância. Mas a máquina de lavar mudou as vidas de centenas de milhões de pessoas. Não é nenhum exagero dizer que seu inventor mudou o curso da história.
Como?
Reduzindo dramaticamente a quantidade de trabalho manual necessário para fazer a lavagem das roupas sujas. Milhões de pessoas ao redor do globo -- mulheres, em especial -- foram liberadas da faina de ter de despender várias horas semanais perante um tanque tendo de lavar manualmente as roupas da família. Com a invenção da máquina de lavar, essas mulheres passaram a poder dedicar mais tempo a outros afazeres, como dar mais atenção aos filhos.
Façamos uma estimativa bastante conservadora e digamos que a máquina de lavar poupa cinco horas de trabalho por semana. Se 100 milhões de pessoas possuem uma máquina de lavar, então 500 milhões de horas de trabalho são poupadas por semana -- um número tão grande que é difícil sequer imaginá-lo.
São 500 milhões de horas que agora podem ser aplicadas em outras funções mais prementes, como: adquirir educação e cultura, passar mais tempo com a família, trabalhar e adquirir renda, fazer serviços voluntários etc.
O impacto da criação de riqueza e do empreendedorismo sobre as pessoas é enorme, ainda que o engenheiro que criou a máquina de lavar tenha sido uma pessoa egoísta. E essa é a beleza do capitalismo. Talvez a única motivação do criador da máquina de lavar tenha sido ganhar dinheiro. Pode até ser que ele tenha bondosamente pensado “Puxa, gostaria muito que as mulheres não tivessem de gastar tantas horas da semana lavando roupa. Vou inventar algo!”, mas isso é improvável. De qualquer maneira, o resultado foi o mesmo. O mundo mudou por causa da sua invenção.
E mais: os benefícios criam um efeito borboleta.
Considere o que ocorre com crianças que nascem em famílias que possuem máquinas de lavar. Elas, também, se beneficiam do fato de suas respectivas mães terem mais tempo livre. Elas podem ser mais bem cuidadas e mais bem educadas. Com mais tempo livre, suas mães podem até trabalhar fora e ajudar no orçamento da família, o que permite que a criança vá a uma boa escola e até mesmo se torne um engenheiro ou empreendedor.
Quem sabe? Talvez a invenção da máquina de lavar tenha dado uma contribuição essencial para a cura de várias doenças. Afinal, as crianças que crescerem e se tornaram médicas tiveram de ter um padrão de vida alto o bastante que as permitisse cursar uma boa universidade de medicina.
Mas os efeitos propagadores não param por aí. Pense nos indivíduos que são salvos pelo médico que faz cirurgias complexas. Eles, e suas famílias, também se beneficiaram da existência da máquina de lavar, e, consequentemente, poderão continuar trabalhando e produzindo ainda mais para o resto da sociedade.
Em outras palavras, a criação de riqueza é exponencial, e literalmente muda o curso da história. Um capitalista ganancioso pode se preocupar apenas consigo próprio, mas as invenções que ele financia, bem como sua eficiência, acabam beneficiando a sociedade de uma maneira extraordinária.
Agora, compare isso à caridade. Dar uma máquina de lavar para uma pessoa irá mudar a vida dela, sem dúvida nenhuma. E certamente criará benéficos efeitos propagadores. Mas criar uma máquina de lavar -- ou inventar uma melhor -- é o que muda o mundo.
Até mesmo suprir as indústrias com as matérias-primas necessárias para a construção da máquina de lavar muda o mundo. Os trabalhadores das mineradoras, ou mesmo a garçonete que serve o almoço para esses trabalhadores, estão diretamente envolvidos nesse processo de retirar as pessoas da pobreza.
Somos rápidos em elogiar aquilo que vemos -- uma instituição de caridade que distribui comida para os miseráveis --, mas negligenciamos ou até mesmo condenamos aquilo que não vemos: todo o trabalho e cooperação que foram necessários para produzir e distribuir comida. O agricultor, o açougueiro, o caminhoneiro, o cozinheiro, o engenheiro, o empreendedor e o capitalista também deveriam ser louvados pelo seu trabalho que possibilitou a existência daqueles pratos de comida que agora saciam os esfomeados.
Sem tais pessoas, não haveria nenhum excedente de comida para que a instituição de caridade aplacasse a fome dos necessitados.
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015