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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Mensagem Natalina do National Journal


Caros amigos e leitores, ativistas de todo o mundo, seres espirituais de todas as Nações,
esta é a primeira mensagem de Natal nestes 20 anos de história do National Journal, em uma época de esforços finais para o extermínio dos alemães étnicos e dos autênticos europeus. O que se iniciou neste verão, a destruição propagada publicamente dos alemães, como povo central da Europa autêntica, através de uma “migrantive Transformation”, nunca havia acontecido anteriormente de forma tão descarada e determinada.
Nas décadas após a guerra de extermínio da aliança plutocrata contra o povo alemão, o objetivo de guerra número 1 concebido já em 1943, ou seja, “a eliminação da exclusividade étnica dos alemães através da imigração de povos estrangeiros”, foi conduzido com forte determinação, porém nunca de forma tão explícita como neste golpe final no segundo semestre de 2015.
Os pensadores vanguardistas judeus de Harvard deram em 2015 o disparo inicial para o golpe final na eliminação do povo alemão e dos autênticos europeus. A 7 de setembro de 2015, Angela Merkel anunciou em uma conferência para a imprensa, conforme ordenada:
“O que nós vivenciamos agora é algo que transformará também nosso país nos próximos anos.”
Na sequência, a 10 de setembro de 2015, o Washington Post comemorava o fato de Merkel, por assim dizer, ter acatado ipsis litteris a ordem para transformação dos alemães.
“A chanceler Angela Merkel prepara entrementes os alemães para um período de transformação. Uma transformação que mudará completamente a definição básica do que é ser alemão.”
Por sua vez, Merkel anuncia que a eliminação étnica dos alemães e brancos europeus é irreversível, pois a onda deste tsunami não tem limite superior. Para poder executar esta substituição populacional da forma mais efetiva e rápida possível, Merkel se deixa fotografar pelos invasores com seus seus caros smartphones, como mensagem universal: venham todos, os alemães devem desaparecer etnicamente os mais rápido possível. Ela foi apoiada pelo seu antigo colega de Stasi, o agora presidente Gauck.
O que acontece agora conosco, não tem paralelo na história. Nós podemos apenas concordar com a visão humanitária do presidente húngaro, Viktor Orbán, que disse em Bruxelas:
“Nós não queremos essa gente.”
Resta apenas complementar: nós não queremos essa gente, não porque nós as odiamos, mas sim porque amamos as pessoas de nosso tipo e as queremos preservar do extermínio étnico. Nós nos apoiamos nas leis da criação e no ordenamento jurídico, quando exigimos: essa massa estrangeira deve retornar de onde veio. Isso é completamente normal e até mesmo reconhecido pela mídia do sistema. A 8 de dezembro de 2015, nós pudemos ler na revista Spiegel:
“A grande unidade, onde se pode administrar a solidariedade, sem que isso leve à decadência, é provavelmente a nação. Tudo que ultrapassa o dever de solidariedade, é registrado como imposição, assim que abandona o limite da voluntariedade.”
Que Angela Merkel seja uma grande criminosa, como podemos perceber a partir das análises dos juristas de Bonn, foi salientado em um artigo do jornal FAZ a 18 de dezembro de 2015. Ali consta:
“Não se pode apoiar qualquer emigração em massa através de decretos especiais das leis de asilo, para pessoas que de fato não têm qualquer direito em estar aqui. Aliás, coloca-se a questão, se tal importante decisão deveria ser decidida pelo legislativo – pois ela tem um significado crucial para o interesse da coletividade.”
Portanto, “uma quebra inumerável da lei”, como foi denominada na televisão a política criminosa de Merkel pelo membro do partido CSU, David Bendel, pois o artigo referente às questões de asilo, o artigo 16a, é claro: quem vem de um país da União Europeia, ou de um país que reconheça a convenção para refugiados das Nações Unidas, não tem direito à entrada ou permanência. Quer dizer, nenhuma única pessoa deste tsunami tem o direito de ser aceito aqui. De acordo com o direito e as leis, todos devem ser mandados de volta para seus países de origem. Caso isso não aconteça, o ato é criminoso. Merkel e Gauck instrumentalizam até mesmo os policiais das fronteiras como escolta dos imigrantes ilegais, transformando-os em cúmplices inconscientes.
A devastadora guerra dos 30 anos, que terminou em 1648 com a dizimação de quase 70% dos alemães residentes nos principais centros urbanos, não pode nos assassinar como unidade étnica, porque o espírito alemão sobreviveu. Foi este espírito que devido a nossa determinação nos tornou novamente uma nação cultural, que pode ser comparada apenas à Grécia antiga, o apogeu do império bizantino-romano e à Hiperbórea ariana. O gigante da cultura, Richard Wagner, esclareceu este instinto de sobrevivência do povo alemão após a Guerra dos 30 anos em seu escrito “O que é alemão?”, da seguinte forma:
“O povo estava dizimado, mas o espírito alemão sobreviveu.”
Talvez aqui os ateus, materialistas e outros refratários à questão espiritual possam começar a entender o que significa esta força do Espírito. Para que o pensamento fique ordenado e assim facilitar a comunicação e o entendimento, vale a definição de POVO não apenas como um mero aglomerado racial homogêneo, mas sim o resultado de RAÇA + ESPÍRITO – NR.
Por causa da natural reação daquela parcela do povo que ainda é saudável humano e espiritualmente, em proteger seus semelhantes, assim como se protege a própria família, muitos alemães são obrigados a resistir diante de uma decadente política criminosa. Muitos não veem outro caminho para proteger sua própria família e seu povo, do que lançar mão da legítima defesa. Que um governo leve seu povo a tal ato desesperado, isso entrará na história como um dos maiores crimes da humanidade.
E todo lixo humano que finge ser um ato humanitário de ajuda a vinda de uma massa humana estrangeira e hostil, pagará ainda mais caro. Pois eles não querem ajudar; eles querem apenas nos exterminar através desta mentirosa “argumentação de ajuda”.
Lembrando: uma pequena quadrilha de inimigos da humanidade nos trouxe duas terríveis guerras de extermínio. E estas guerras, assim sentem muitos compatriotas, continuam até os dias de hoje, mas de forma ainda mais cruel. Nos é recusado um tratado de paz, ou seja, os objetivos de guerra ainda são válidos, e consideram não apenas o físico, mas também o extermínio espiritual dos alemães. Após a Primeira Guerra Mundial, falava-se: “Lutero perdeu esta guerra”, e durante os anos 70 ecoava nos EUA a palavra de ordem: “Schiller nunca mais”.
Nós vivenciamos no momento o mais brutal atentado à vida da história da humanidade, ou seja, os esforços para eliminação do espírito como sustentáculo de um povo, uma raça, sob o pretexto da “necessidade da emigração” e da “ajuda aos refugiados” etc. Querem nos transformar, citando Huxley, em “felizes consumidores”. Querem nos transformar em pessoas que não conhecem nem Deus, nem Família e nem ainda Povo, que não possuem um EU. Deve ser programado uma tipo humano como um enorme produto da engenharia genética, para uma vida dentro de uma determinada casta, com suas tarefas específicas. As pessoas devem servir como um robô e tal destino deve ser percebido como sorte. Esta novo tipo humano deve ser normatizado de tal forma, ao ponto que ele mesmo venha amar sua condição de escravo, pois ele não conhece outra coisa, ele é incapaz de pensar em outra coisa ou nem ao menos duvidar. Tal “existência humana inferior” – os vencedores das últimas guerras estão convencidos disto – já teve sua aplicação iniciada junto aos alemães.
Suficientemente exposto sobre a ideia de alguns ativistas em querer recuperar o ser ariano através da engenharia genética… – NR.
Nesta Nova Ordem Mundial, a liberdade desapareceu e o ser humano degenerado apareceu no lugar da ordem natural criadora; isto pode ser percebido pelas pessoas com um mínimo de razoabilidade com os próprios olhos. Por isso a frase de Hennig Eichenberg nunca teve tanta validade como hoje:
“Quem questiona a existência do Povo, não precisa vir a falar de ser humano.”
O Espírito de Deus começou a fazer um efeito dinâmico na vida das pessoas ao final do século 18 e a se tornar o fundamento do pensamento existencial na Europa. Herder e Goethe começaram a colecionar canções em Straßburg, publicadas por Herder pela primeira vez em 1778. Como “As vozes do Povo”, eles venderam como pãozinho quente. As relações vitais entre Povo e Existência apareceram na história literária. Herder colocou no plano científico esta revolução espiritual e a historiografia a estampou como “Povos são os pensamentos de Deus”. Wilhelm von Humboldt aponta que todo povo apresenta em seu idioma uma determinada cosmovisão, o que deixa bastante evidente a história da criação dos povos como vontade de Deus.
Contra este despertar da criação, os eternos inimigos da humanidade colocaram a perversão da igualdade, esta polícia do pensamento da Revolução Francesa. Esta luta dos mundos continua até os dias de hoje. E desde o verão de 2015 (verão europeu – NR), o objetivo destas forças podres tornou-se claro: a luta final em torno do ser humano começou; a crucificação do Povo alemão e dos europeus autênticos deve ser completada. O redentor cristão foi aviltado, desdivinizado, através da racionalização da crucificação e ressurreição.
Se nós nos aprofundamos nas divindades germânicas e compararmos a ressurreição de Baldur com a ressurreição de Jesus, então nós reconhecemos uma conexão da eterna recorrência em nova roupagem. Por isso disse Santo Agostinho como um dos mais antigos padres cristãos:
“O que se denomina hoje em dia como religião cristã, já existia entre os antigos e não faltou no início do aparecimento da espécie humana.”
O poder derivado da ideia da ressurreição de Baldur e Jesus acarretou que o antigo “Dia do Imperador”, o aniversário simbólico do Imperador, aniversário do “Caesar Divus” (Imperador Deus), celebrado a cada 25 de dezembro, deveria ser substituído pelas “noites abençoadas”. E antigamente, como disse Agostinho, já existia este dia desde o início, a festa do SOL INVICTUS (sol invencível), solstício de inverno ou Julfest. Com o antigo catolicismo, apesar da traição a Jesus, esta poderosa festa da alma retornou como “Weihnacht”, como a festa da “Noite Abençoada” (geweihte Nacht), onde o soldado cumpre “a vigília eterna”.
A palavra alemã Weihnachten é traduzida por Natal. Frohe Weihnachten = Feliz Natal = Noites Abençoadas – NR.
O grande contista, Karl May, que eternizou em seus romances o imortal homem nobre, nos traz a profundidade espiritual do natal nórdico, a antiga JUL-Fest, em uma linguagem angelical e trajes cristãos, que ainda ecoa junto à nossa alma.
“Weihnacht, que amável, que amável palavra com tão rico significado! Eu afirmo que não existe e nunca existiu no vocabulário de todos os povos e em todas as épocas, uma segunda palavra com tal profundo significado. Para o crente cristão, ela significa a tão aguardada realização de uma longa esperança pela redenção de todas as criaturas, e também significa para o descrente o retorno de uma época de festas e confraternização, em um ambiente de alegria familiar e crianças com olhos cintilantes.” (Karl May, Weihnacht)
Enquanto viver nos povos o espírito divino, os povos viverão. Somente quando matarem nosso Espírito, eles irão vencer. Mas o que nós vivenciamos nesta época, iguala-se justamente a uma ressurreição do espírito. Em nenhum momento dos últimos 50 anos, uma grande massa de pessoas na Alemanha e na Europa se levantaram contra os planos dos inimigos da criação. Em toda a Europa levantam-se pessoas contra seus exterminadores.
Mesmo na BRD (Alemanha atual, sem tratado de paz), 90% dos quase 450 mil participantes de uma enquete do jornal Bild, a 8 de outubro de 2015, eram contra a política de Merkel “nós vamos conseguir”. E isto não mudou, independente do que os manipuladores de opinião das mídias querem que acreditemos. Agora até mesmo as decadentes mídias mentirosas têm que admitir, nós tivemos que adotar na Europa após a Segunda Guerra Mundial o modelo de repressão humana judaico-antidemocrático. “O caráter após a guerra na Europa foi ditado pelos EUA”, diz ali. E eles admitem que os representantes europeus dos plutocratas dos EUA – inimigos da humanidade – estavam de costas para a parede, que eles somente poderiam evitar os movimentos nacionais através da supressão da democracia. Eles também tiveram que admitir que os cidadãos europeus estão cansados dos inimigos do outro lado do Atlântico. O jornal Welt escreveu a 19 de dezembro de 2015:
“O caráter da Europa do pós-guerra foi ditado principalmente pelos EUA – A quase vitória de Marine Le Pen, na França, só pode ser evitada através da suspensão da concorrência democrática dos partidos estabelecidos. […] A ação orquestrada reforçou também a impressão de que os representantes da democracia liberal estavam de costas para a parede. A propaganda da extrema-direita, depois que a época da ordem “liberal” parece ir rapidamente de encontro ao seu fim, ganha com isso novos ventos. O avanço dos movimentos nacionalistas de direita e de esquerda na Europa encontra os opositores da democracia transatlântica ocidental em um constante modo defensivo. De fato, parece emergir uma profunda rejeição ao modelo liberal, da forma como se estabeleceu após 1945 na Europa Ocidental e após 1989, na parte oriental. Este incômodo mal-estar já atingiu há muito tempo o meio da sociedade.”
Há poucos dias, uma prefeitura na Holanda foi invadida por uma massa de pessoas que se sentem ameaçadas. Mesmo na Dinamarca e Suécia, foi necessário colocar os invasores em uma espécie de campo de concentração, para manter a ira popular sob controle. Tudo isso não havia anteriormente; o velho espírito europeu-hiperbóreo redescobriu seu caminho.
Neste ano, caros leitores do NJ, a época das Noites Abençoadas nos ilumina como o símbolo da eterna Verdade, que nunca desaparecerá, mesmo se os inimigos da humanidade conduzirem mais 100 guerras mundiais contra a verdade. As palavras da grande Savitri Devi parecem fazer sentido, pois ela escreve em ouro no cadinho:
“Apesar de toda adversidade, nós não perecemos, nós não sucumbimos e nós não podemos sucumbir. A Verdade nunca perde.”
O sentido de nossa existência parece consistir em reconhecer as interrelações, a profunda verdade dos desdobramentos mundiais. E a missão do ativista é levar este reconhecimento ao maior número possível de pessoas, por assim dizer, fornecer a eles um ingresso para uma outra forma de existência.
Como todos nós sabemos. o reconhecimento surge apenas através da dor. Por enquanto, tudo decorre segundo um determinado programa em nossa dimensão. O “antihumano” cria, levado por cega ganância por mais poder, uma dor no “ser humano”, o que conduz a um processo de reconhecimento, com subsequente despertar. Um eterno ciclo neste planeta.
O NJ tenta providenciar que a dor que nos foi imposta seja transformada em reconhecimento. Acontece uma transformação do reconhecimento, o que teremos é que aquela transformação planejada dos povos, a “transformação do pensamento de Deus” em uma massa de carne inerte, irá desabar.
Nós desejamos a todos vocês um abençoado período de reflexão, uma reflexiva Jul-Fest e um Ano Novo com muita saúde e muita motivação em prol do contínuo esclarecimento.
Os ativistas do NJ, fiéis na missão da criação!
National Journal, Dezembro 2015.