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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

A BOMBA RELOGIO DO MULTICULTUR

Nosso primeiro artigo de 2016 apresenta as recentes e desastrosas consequências da invasão da Europa pelos “refugiados” das guerras provocadas pelos plutocratas. Seja qual for o motivo, o deslocamento populacional na escala que presenciamos no segundo semestre de 2015, para regiões com alta densidade demográfica, irá sempre gerar conflitos.
Levante popular na Córsega contra muçulmanos
A população nativa da Córsega sente-se estrangeira em sua própria pátria. Através de leis da mordaça, onde qualquer crítica contra estrangeiros pode acarretar em condenação por “incitação ao ódio”, o povo sente-se ameaçado, desprotegido, pressionado pelo próprio governo e entregue à mercê do destino. Dentro de tal ambiente, a vontade para a reconquista não está longe.
“Não existe mais qualquer segurança em quatro regiões locais”, declara um homem no vídeo acima. “A polícia também não toma providências. Nós vamos então tomar a coisa para nós! Nos denominam racistas e fascistas, mas nós apenas defendemos nossa terra!”
Uma jovem diz: “Eu estou feliz que existam estas demonstrações. No começo eu tinha medo de entrar nesta área. Eu estou feliz que estamos sendo ouvidos. Nós temos apenas que organizar as demonstrações de forma ordeira. Não devemos mais incentivar o desejo de ainda mais violência.”
Mulheres são atacadas, molestadas e roubadas em Colônia
Na noite de Réveillon aconteceu um arrastão na estação principal de trem em Colônia, Alemanha. Uma multidão de cerca de 1.000 homens, alcoolizados em sua maioria, atacaram dezenas de mulheres que estavam comemorando a passagem do ano. Elas foram agredidas, tocadas em suas partes íntimas e tiveram seus celulares e carteiras roubados. A polícia estava totalmente despreparada para tal ação e não pode evitar o crime generalizado.

Estação principal de trem de Colônia, Alemanha
Apenas no decorrer da noite e nos próximos dias teremos uma ideia da dimensão deste ato de violência. O chefe da polícia de Colônia, Wolfgang Albers, falou nesta segunda-feira sobre “crimes de uma dimensão totalmente nova” e “delitos sexuais em enorme escala”. “É uma situação insuportável, que aconteça no centro da cidade tais atos criminosos”, afirmou ainda o delegado. As mulheres foram tocadas, assediadas e roubadas; um estupro também foi notificado. “Até uma policial teve sua calça tocada”, relatou Arnold Plickert, presidente do sindicato dos policiais do estado de Nordrhein-Westfalen.
Os criminosos, segundo declaração da polícia, são homens “de aparência árabe ou do norte africano”. Esta teria sido também a descrição das testemunhas. Os homens estão dentro da faixa etária de 15 e 35 anos.
Quem são os verdadeiros genocidas e racistas?
Você é consultado sobre a decisão de receber “refugiados” em sua casa? Ao defendê-la, isso o torna um racista? Ou seriam os verdadeiros destruidores das raças aqueles que promovem com suas guerras o deslocamento populacional em larga escala?
Os plutocratas, através de suas marionetes nos governos ocidentais, promoveram as guerras na antiga Iugoslávia, no Afeganistão, no Iraque, na Líbia e mais recentemente na Síria, desestabilizando estas regiões e, após o caos instaurado, incentivam a emigração deste contingente de desesperados e combatentes religiosos fanáticos para o seio da Europa.
As justificativas mais tolas pelo aceite dos “refugiados” são divulgadas pela mídia adestrada (principalmente aquelas de caráter econômico-demográfico), e se esquecem (?) completamente que o choque entre os povos é como uma bomba-relógio de consequências imprevisíveis.
Ao invés de perseguirem fanaticamente a ideia do “One World”, onde no final deste drama histórico haverá apenas o mestiço de Kalergi ou de Plínio Salgado, por que não se procura preservar os diferentes povos, com suas raças e culturas? Afinal de contas, quem são os verdadeiros promotores do ódio e genocídio racial?