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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

DIREITOS HUMANOS???

Embora tenhamos o direito de sermos livres para trabalhar, sindicatos podem proibir estabelecimentos de abrirem aos domingos e os empregados de trabalhar.
Ainda que a Constituição defenda o direito de propriedade, movimentos terroristas como o MTST não apenas invadem propriedade privada, como ainda conseguem se manter com a posse de imóveis invadidos.
Ainda que tenhamos o direito de não dar satisfação aos outros sobre o que fazemos sem prejudicar terceiros, municípios não encontram dificuldades em restringir o que fazemos com nossas residências, terrenos e estabelecimentos.
A lista é longa e a justificativa para a supremacia dos "direitos" de segunda geração é sempre a mesma: preocupação social.
"Social" é a poderosa palavra que garante um passe-livre para qualquer causa política, alçando-a imediatamente à classe dos direitos humanos. Adicione o advérbio "socialmente" a uma frase, e qualquer expressão se torna mais "palatável":
"O transporte coletivo é necessário" se transforma em "O transporte coletivo é socialmente necessário". E pronto, lá se vão as verbas.
Palavras sem significado sempre foram a base dos discursos dos demagogos.
Não é novidade que o socialismo seja a regra filosófica dos acadêmicos de direito no Brasil. Seja na corrente marxista, no ecoambientalismo, no latinismo etc., essa tendência acabou por trazer o "demagogismo" inerente a ela, e destruir uma das áreas mais importantes: a defesa do indivíduo, incorporada nos direitos humanos.
Assim, absolutamente qualquer coisa virou "direitos humanos", independente de sua base teórica histórica e suas filosofias.