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quinta-feira, 29 de junho de 2017

A INVEJA, uma reflexão realista.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

O mito do “milagre econômico de esquerda” em Portugal

De 21 de junho de 2011 a 26 de novembro de 2015, Portugal foi governado pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, do Partido Social-Democrata. Em Portugal, o Partido Social-Democrata é considerado de direita.
Sob os social-democratas, políticas de austeridade — no caso, corte de gastos e aumento de impostos — foram implantadas. Vários indicadores melhoraram, sendo o principal deles a forte queda nas taxas de juros de longo prazo, que desabaram de astronômicos 15% para irrisórios 2,5%.
A economia, após três anos de recessão — 2011, 2012 e 2013 — voltou a crescer em 2014 e 2015.
No dia 26 de novembro de 2015, António Luís Santos da Costa, do Partido Socialista, se tornou o novo primeiro-ministro. Desde então, ele se tornou o novo — e único — bibelô das esquerdas mundiais, que não se cansam de repetir que a atual coalizão de esquerda que governa Portugal está obtendo resultados espetaculares em termos de crescimento econômico, criação de emprego e redução do déficit fiscal após haver abandonado a insuportável austeridade imposta pela Troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e FMI).
Qual o problema com esta narrativa? Simples: ela é completamente mentirosa. O atual governo de esquerda de Portugal não só não abandonou as políticas de austeridade, como ainda as aprofundou em alguns aspectos.
Portugal, mais austeridade que na Espanha
Como dito, a coalizão de esquerda liderada por António Costa começou a governar Portugal em 26 de novembro de 2015. Para agradar à sua base eleitoral, suas primeiras medidas realmente implicaram a reversão de algumas reformas recomendadas pela Troika: a jornada de trabalho dos funcionários públicos foi reduzida de volta para 35 horas semanais [quando funcionários públicos trabalham menos, a economia produz mais], as aposentadorias voltaram a ser reajustadas pelo índice de preços, algumas privatizações foram paralisadas e o salário mínimo foi aumentado em 5% em 2016 e mais 5% em 2017 (o atual e já reajustado salário mínimo português, de 649 euros, é 21% menor que o espanhol).
Só que nada disso significa uma reversão das políticas de austeridade.
Para começar, os gastos públicos do governo português encolheram nada menos que 9% sob o governo de Passos Coelho, de 2010 ao final de 2015. Em 2016, já sob António Costa, mantiveram-se absolutamente estáveis.
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Gráfico 1: evolução dos gastos governamentais em Portugal
Vale ressaltar: não foi uma mera "redução na taxa de crescimento", como fazem em vários outros países. Foi corte de gastos, mesmo. Se um corte de 9% nos gastos do governo não é mais considerado austeridade, então a esquerda ficou moderada.
Como consequência deste brutal corte de gastos, o déficit do governo, que estava em astronômicos 11,1% do PIB, caiu para míseros 4,4% do PIB sob Passos Coelho. Já o socialista António Costa aprofundou ainda mais a redução do déficit, levando-o para míseros 2%.
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Gráfico 2: evolução do déficit público em Portugal
Em decorrência da redução dos gastos do governo e do acentuado encolhimento dos déficits, as taxas de juros de longo prazo (determinadas pelo mercado e essenciais para que haja investimentos produtivos em vez de especulativos) desabaram:
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Gráfico 3: evolução dos juros dos títulos de 10 anos em Portugal
Para efeitos comparativos, peguemos um país semelhante: a Espanha.
Durante este mesmo período, o governo espanhol cortou gastos até o final de 2012, voltando a aumentá-los a partir dali. Do início de 2013 até hoje, o governo espanhol — sob o comando do "direitista" Mariano Rajoy — já aumentou seus gastos em mais de 10%.
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Gráfico 4: evolução dos gastos governamentais na Espanha

O déficit do governo espanhol também caiu, mas bem menos que o do governo português.
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Gráfico 5: evolução do déficit público na Espanha

Como consequência, os juros de longo prazo da Espanha — um país muito mais rico que Portugal — é apenas 1,46 ponto percentual menor, sendo que sua queda também foi bem menos acentuada.
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Gráfico 6: evolução dos juros dos títulos de 10 anos em Portugal
Consequentemente, quando se afirma — corretamente — que Portugal reduziu, em 2016, seu déficit público para menos que 3% pela primeira vez desde a crise econômica de 2008 (gráfico 2), vale ressaltar que isso ocorreu inteiramente por meio do corte de gastos.
Em 2015, o gasto público de todos os níveis de governo de Portugal foi de 48,3% do PIB ao passo que as receitas totais foram de 44% do PIB. Resultado: um déficit equivalente a 4,4% do PIB (déficit este que já era substantivamente menor que o de 7,2% de 2014). Em 2016, sob o governo socialista, as receitas do governo caíram de 44% do PIB para 43,1%, de modo que todo o ajuste, em 2016, se deu por meio do gasto, o qual caiu de 48,3% do PIB para 45,1% do PIB.
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Gráfico 7: gastos governamentais em Portugal (todos os níveis de governo) em relação ao PIB
Um gasto público de 45,1% do PIB é o nível mais baixo desde 2007.
Ou seja, o "superkeynesiano" e "anti-austeridade" governo de esquerda de Portugal reduziu o tamanho do setor estatal em relação à economia portuguesa ao nível mais baixo em uma década.
Entendido tudo isso, a única argumentação possível seria dizer que esta grande contenção do gasto público não afetou o dinamismo da economia porque o governo luso sabe da importância de se impulsionar a recuperação econômica com aumentos do investimento público. Mas nem isso: o investimento público em Portugal caiu sob o governo socialista. Foi de 2,3% do PIB em 2015 para 1,5% do PIB em 2016, o nível mais baixo desde 1995 (início da série histórica). Com efeito, o investimento público em Portugal, em 2016, foi menor que o espanhol.
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Gráfico 8: taxa de investimentos públicos em relação em PIB em Portugal (linha vermelha) e na Espanha (linha preta)
Em definitivo, o governo português "de esquerda" simplesmente manteve e, em alguns casos, até mesmo aprofundou em 2016 a austeridade de seu antecessor Pedro Passos Coelho.
Por que então este governo está sendo louvado pela esquerda como "anti-austeridade"? Majoritariamente, por causa da retórica: havia alguns cortes de gastos adicionais programados pelo governo Passos Coelho que o atual governo não implantou (em cujo caso a austeridade seria ainda maior). Mas isso de modo significa uma "rebeldia anti-austeridade".
No mais, o número de empregados já vinha crescendo desde 2013, não havendo qualquer alteração significativa a partir de 2016.
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Gráfico 9: evolução no número de pessoas empregadas em Portugal
Igualmente, o número de desempregados também vinha caindo continuamente desde 2013.
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Gráfico 10: evolução no número de pessoas desempregadas em Portugal

Finalmente, o ritmo de queda do desemprego apenas manteve a tendência já iniciada em 2013.
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Gráfico 11: evolução da taxa de desemprego em Portugal
Conclusão
Definitivamente, Portugal não é nenhum exemplo de políticas anti-austeridade e de rebeldia à Troika.
Que a esquerda esteja recorrendo a Portugal como exemplo prático de sua agenda econômica é um grande mistério.
É claro que o atual governo pode realmente vir a adotar, no futuro, uma agenda econômica realmente de esquerda, passando a aumentar os gastos e o intervencionismo. Isso é algo impossível de prever. Porém, até agora, isso não foi feito.
O que é certo é que, até o momento, utilizar Portugal de 2016 como exemplo de êxito de políticas anti-austeridade e expansionistas de esquerda é uma grande burla intelectual.

Juan Ramón Rallo
é diretor do Instituto Juan de Mariana e professor associado de economia aplicada na Universidad Rey Juan Carlos, em Madri.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Um país formado por muitos povos


No Brasil há aqueles que acreditam na existência de uma “Democracia racial”, principalmente sociólogos e outros expoentes acadêmicos descrevem uma relação harmônica entre as diversas raças existentes no país. Já alguns movimentos sociais e espectros políticos – não tão marginais – apontam para o latente racismo da sociedade brasileira presente em nosso cotidiano. Neste artigo descrevemos a posição do Movimento Nacional Espiritualista frente a esta questão.
Perdendo o colorido
Os defensores da “Democracia racial” exaltam uma suposta convivência pacífica basicamente entre brancos, negros e índios, que possibilitou o surgimento do “povo brasileiro”. Este teria sido formado pela miscigenação entre as diferentes etnias que aqui chegaram, resultando na máxima: “O brasileiro é um povo miscigenado”. Paradoxalmente louvam a diversidade de povos espalhados pelos mais diversos rincões do país. Um país colorido e pacífico seria o resultado da aventura brasileira.
Primeiramente se faz necessário mais uma vez salientar nosso entendimento dos termos “povo” e “população”. Ao contrário da confusão terminológica atual, temos uma definição bastante clara sobre estes termos: não existe “povo brasileiro”, mas sim uma população brasileira, ou seja, o conjunto formado pelos habitantes do espaço geográfico denominado “Brasil”. Estes habitantes são provenientes de povos milenares que aqui chegaram pelos mais diversos destinos. Povos europeus, povos africanos, povos asiáticos e povos semitas aportaram em solo pátrio e, em determinadas regiões, em menor ou maior grau, ou não, se miscigenaram entre si e/ou com os povos indígenas já aqui presentes.
A diversidade populacional brasileira, em nosso entendimento um fator positivo a ser respeitado, vem sendo atacada e incitada ao ódio mútuo por diversas correntes de pensamento. Por um lado, como já mencionamos acima, ela vem sendo condenada ao desaparecimento através do incentivo à miscigenação pelos defensores da “Democracia Racial”. Através da miscigenação, a riqueza cultural e as tradições inerentes a cada povo em particular tendem a desaparecer juntamente com suas raízes. Se os índios se misturam com os brancos, seus descendentes já não se verão mais como índios, portanto, perderiam o estímulo em manter uma tradição ou cultura indígena. Da mesma forma se um negro se une a um asiático, seus descendentes já não se verão mais como negros ou asiáticos, por que então cultuar os costumes de seus antepassados africanos ou asiáticos?
Entretanto, tal linha de raciocínio não pode ser vista como uma barreira legal para impedir a miscigenação, pois esta é fruto justamente da pacífica e harmoniosa relação entre os povos. O paradigma encontra-se na velocidade atual desta dinâmica, a qual, diga-se de passagem, sempre existiu entre os mais diferentes povos. O equilíbrio é encontrado dentro de um processo de conscientização espiritual, onde cada ser humano se sente confortável dentro de seu grupo natural, onde sua confiança frente ao seu semelhante é orgânica, algo herdado por gerações unidas pelo destino.
Nos últimos anos, podemos perceber claramente um ataque sistemático à convivência entre os brasileiros das diversas origens étnicas. Autoridades políticas do mais alto grau proferem declarações maldosas, acusando indiscriminadamente toda uma raça, da mesma forma como já foi feito no passado. Ao invés de evoluírem, parecem estar impregnados de uma inveja e um ranço histórico sem proporções.
“A crise foi causada por comportamentos irracionais de gente branca de olhos azuis, que antes pareciam saber de tudo, e, agora, demonstram não saber de nada” – disse Luiz Inácio Lula da Silva sobre a crise financeira de 2008, em 26/03/2009.
A alusão a uma conspiração da suposta “elite branca” contra os “fracos e oprimidos” de outras raças, parece ganhar corpo nos discursos oficiais. Está se definindo uma estratégia de ação que procura canalizar a ira da população pelas mazelas sociais e pela corrupção que abatem sobre o país, contra um determinado grupo racial. O Movimento Nacional-Espiritualista repudia radicalmente este ataque contra os povos brancos – ou qualquer outro – orquestrado principalmente pelo marxismo cultural e grupos revanchistas. Isso ocorre tanto a nível nacional como no plano internacional.
Tentativa de instrumentalizar a passeata contra o governo federal em março de 2015,
onde a “elite branca” estaria protestando supostamente contra o “governo popular”.
Tratamos o assunto com a devida atenção, pois isso pode culminar em atitudes de violência gratuita, jogando brasileiros contra brasileiros, desviando o foco dos principais culpados pela crise econômica. Alguns irão dizer que as penas coletivas estão proibidas apenas em situações de guerra, conforme artigo 33 da Convenção de Genebra IV. Mas já não estaríamos vivendo em uma guerra silenciosa contra todos os seres humanos que queiram continuar a existir dentro de seus respectivos povos?
“Quem compareceu aos estádios, isso não podemos deixar de considerar, foi […] dominantemente uma elite branca, em alguns casos, 80%, 90%, eram dominantemente elite branca” – afirmou Dilma Rousseff, ao ser questionada sobre as vaias na abertura da Copa, em São Paulo, em 12/06/2014.
Composição racial da população brasileira
A composição atual da população brasileira não parece apontar para uma clara “massa miscigenada”. Segundo dados estatísticos fornecidos pelo IBGE, entre 2000 e 2008 – apesar do caráter bastante subjetivo da pesquisa – temos a distribuição populacional apresentada na tabela abaixo:
Mesmo que sob uma análise genética mais rigorosa pudéssemos chegar a uma distribuição bastante diferente da apresentada, a própria assumpção racial dos entrevistados permite o desenvolvimento de políticas afirmacionistas sócio-raciais a serem desenvolvidas e perseguidas, sempre em respeito e consonância com nossa Doutrina de Solo e Sangue

http://nacional-espiritualismo.org.br/wp/index.php/um-pais-formado-por-muitos-povos/

Berço da humanidade volta-se para a Europa

              
Dois pedaços de ossos encontrados no sudeste europeu levou o grupo de pesquisadores liderados por Madelaine Böhme, do Senckenberg Centre for Human Evolution and Paleoenvironment (HEP), Tübingen, Alemanha, a considerar o berço da humanidade não mais na África, mas sim na região atual dos Bálcãs.
Até então, a ciência estabelecida parte da premissa de que a linha evolutiva do homem e dos hominídeos se separou a cerca de 5 até 7 milhões de anos, a partir da África. O número de fragmentos ósseos encontrados e principalmente a idade do mais antigo, apontavam para essa tese. O grupo de cientistas sob a direção de Böhme investigou novamente dois objetos arqueológicos e reconstruíram as condições naturais da época. Eles chegaram à conclusão de que os fósseis encontrados pertenceriam a um tipo de homem pré-histórico até então desconhecido. Eles estimaram a idade dos fragmentos em 7,175 até 7,24 milhões de anos. Isso torna-os mais antigos do que aqueles encontrados na África. A conclusão que se deixa tirar, é que a linha comum do desenvolvimento humano termina antes da época considerada até então, e não a partir da África, mas sim do sudeste europeu, na região mediterrânea.
Em geral, é temerário traçar conclusões genéricas a partir de alguns fósseis. A cada nova descoberta, antigas teorias caem por terra. Ninguém sabe quais segredos a Terra ainda guarda dentro de si. Para muitos adeptos da ideologia multiculturalista, a teoria “Out of Africa”, onde no fundo todos nós seríamos africanos, é uma bem-vinda justificativa para o dogma “todas as pessoas são iguais”. Independente se nossos antepassados tenham suas raízes na África, Europa ou seja lá onde for, deve estar claro a todos que os diferentes ramos da humanidade se desenvolveram de forma distinta. E é ótimo que seja assim! Biodiversidade é uma característica de todos os seres vivos. Todos os seres vivos estão submetidos a diferentes condições ambientais e também às próprias características genéticas, permitindo assim confrontarem seu habitat. Neste contexto, os seres vivos mais adaptados ao seu ambiente natural, são os que têm mais chance para sobreviver e reproduzir. Podemos então concluir que o negro é mais adaptado ao seu habitat natural, onde a incidência de raios solares é bastante intensa.
O discurso doentio sob o lema “Colorido ao invés de marrom” dos apoiadores do Multi-Kulti não é na realidade algo tão colorido como acham a maioria das pessoas. Com sua ideologia de miscigenação de todos os povos e raças, o resultado não é algo rico em diversidade, mas muito pelo contrário, ter-se-ia uma única e homogênea massa marrom. Qualquer pessoa fiel às suas raízes apoia a manutenção da diversidade e, portanto, é contra a indiscriminada miscigenação. Esta última teria como resultado, que todas os povos e raças perderiam suas características. O que a natureza formou ao longo dos milênios, militantes internacionalistas cegados ideologicamente tentam destruir através da violência. A simples menção das diferenças entre as raças é rotulada de racismo. O mero pleito pela manutenção das diferentes raças e contra a miscigenação induzida é combatido pelas “boas pessoas” através de perseguição e processo criminal. Ao longo prazo, nenhuma política pode ser impor sobre a natureza das coisas. O comunismo já fracassou ao tentar impor sua construção ideológica artificial e estranha ao mundo. E o Liberal-Capitalismo do Ocidente também está fadado ao fracasso caso ele não consiga burlar a ordem natural através da violência.
Pelo exposto acima, é legítima a pergunta: qual seria o caminho alternativo para substituir o Comunismo e o Capitalismo – ideologias internacionalistas e contrárias à ordem natural? Deve existir uma TERCEIRA VIA! Uma Cosmovisão que reconheça a diversidade da natureza e a respeita em sua concepção política, ao invés de destruí-la. Uma Cosmovisão que veja na diversidade dos povos um enriquecimento que merece ser preservada.
Os atuais conflitos culturais induzidos pelo inimigo comum no continente europeu vem reforçar mais uma vez a importância em preservar a IDENTIDADE dos diferentes povos da Terra. A experiência brasileira está ai para comprovar o fracasso da ideologia esquerdista – e também da integralista – que pregam pela ampla miscigenação. Com suas mais de 50 mil mortes por ano (violência e trânsito), o “belo povo brasileiro” não pode servir de exemplo positivo a ninguém. Quem pode afirmar com absoluta certeza que isso não se deve à mistura dos povos e, por consequência, pelo surgimento de um “cidadão” desprovido de suas memórias, raízes e tradições? Estaria certo o inspirador da atual União Europeia, Conde Kalergi, ao afirmar que seu desejado mestiço sob batuta judaica “unirá a ausência de caráter, inescrupulosidade, indolência, desleixo, crueldade e falta de fidelidade, com a objetividade, flexibilidade, o espírito aguçado, ausência de preconceito e amplitude de horizonte”? Podemos discutir sereno e sinceramente – e em profundidade – sobre o assunto, sem histerias e reflexos condicionados? Tarefa hercúlea na atual “liberdade democrática”…

O político estoniano promete legalizar a negação do Holocausto

Um político nacionalista estoniano prometeu em sua campanha eleitoral para descriminalizar a negação do Holocausto e, em vez disso, penalizar aqueles que minimizariam o domínio soviético do país.
Georg Kirsberg, que se candidata a um conselho de legisladores para o Partido Popular Conservador nas eleições da Estônia em outubro, foi citado na quarta-feira pela Estonian National Broadcasting Company.
"Vamos descriminalizar a negação do Holocausto e entrar em um ensinamento correto da história do Terceiro Reich", disse Kirsberg.
Militantes de direita apoia a revogação da cidadania e a deportar o que define como "Russos hostis à Estônia" - uma referência a russos étnicos ou falantes dessa língua que vivem na Estônia, incluindo a maioria dos judeus do país. No mês passado, o partido, que foi fundado em 2012 e atualmente tem sete dos 101 assentos no parlamento da Estônia, apresentou um projeto de lei que propõe tais deportações. O partido também apoia a proibição da construção de novas mesquitas e igrejas ortodoxas orientais.
As expressões do sentimento anti-russo aumentaram dramaticamente nos países bálticos - Estônia, Lituânia e Letônia - e em outros lugares da Europa Oriental e Central. As políticas expansionistas da Rússia sob o presidente Vladimir Putin estão despertando amargura sobre o domínio de Moscou dessa parte do mundo antes da queda do comunismo. O sentimento anti-russo coincidiu com uma onda de nacionalismo, muitas vezes acompanhada de negação da colaboração desses países com os nazistas.
A Estônia tem uma população judaica de 2.500, de acordo com o Congresso judeu europeu.
https://www.jta.org/2017/06/02/news-opinion/world/estonian-politician-vows-to-legalize-holocaust-denial

Elite Paga Abertamente por Sangue de Jovens

O que uma vez foi conversa de teóricos da conspiração - a rica ingestão de sangue de jovens para promover a longevidade - é agora uma realidade e um negócio real nos Estados Unidos. Não é somente um negócio, mas os bilionários estão realmente admitindo seu interesse nisso.


"
Eu estou pesquisando coisas de parabiose, as quais acho muito interessantes. Foi daqui que eles colocaram o sangue jovem em ratos mais velhos e descobriram que teve um efeito rejuvenescedor maciço", disse Peter Thiel, co-fundador bilionário do PayPal e assessor de Donald Trump, à revista Inc. "Eu acho que há muitas dessas coisas que foram estranhamente sub-exploradas".

Mas não é mais um experimento com apenas ratos. A empresa startup de Jesse Karmazin, Ambrosia, está fazendo isso com humanos, e os ricos estão na fila para obter o sangue de jovens.

Como a
Vanity Fair relata, a Ambrosia, a qual compra seu sangue de bancos de sangue, agora tem cerca de 100 clientes pagantes. Alguns são tecnólogos do Vale do Silício, como Thiel, embora Karmazin tenha enfatizado que o pessoal da tecnologia não são os únicos clientes da Ambrosia e que qualquer pessoa com mais de 35 anos é elegível para suas transfusões.

Como o site The Free Thought Project informou em janeiro,
um estudo publicado na revista Science and Nature Medicine revelou que a transfusão de sangue de rato jovem em ratos idosos pode realmente prevenir os sintomas do envelhecimento. Esta descoberta inovadora poderia levar a descobertas médicas e ao desenvolvimento de novos medicamentos. No entanto, um relatório do site sobre saúde Tonic, apontou aplicações muito mais sinistras para esse conhecimento.

Foi sugerido no relatório que as
elites envelhecidas estão usando o sangue de jovens como um tipo de soro juvenil. Agora, sabemos que eles realmente estão usando isso.

Uma afirmação semelhante foi feita pelo jornalista Jeff Bercovici no ano passado, depois que ele realizou
várias entrevistas com os aristocratas do Vale do Silício, incluindo Peter Thiel, e aprendeu sobre esse procedimento de transfusão chamado "parabiose", onde o sangue dos jovens é usado para prevenir o envelhecimento.

"
Há rumores generalizados no Vale do Silício, onde a ciência da extensão da vida é uma obsessão popular, que vários indivíduos ricos do mundo tecnológico já começaram a praticar a parabiose, gastando dezenas de milhares de dólares para os procedimentos e sangue de jovens, e repetindo o exercício várias vezes ao ano", relatou Bercovici.

Em seu artigo, Bercovici também expressou preocupações sobre um mercado negro em desenvolvimento para o sangue dos jovens.

Embora certamente não haja nada com jovens dispostos a vender seu sangue à elite, o tema subjacente a esta prática tem fortes raízes no
ocultismo.

Na maioria das culturas modernas, o assassinato em massa e o sacrifício humano ainda ocorrem às claras sob a capa da guerra, enquanto muitos argumentam que o canibalismo também ainda ocorre, mas por trás de portas fechadas.

Somente nos últimos cem anos que a prática do canibalismo entre os membros da realeza não foi divulgada. Na Europa, em torno da época da revolução americana, "a medicina do cadáver" era muito popular entre a classe dominante, Charles II
fazia seus próprios medicamentos.

O Dr. Richard Sugg da Universidade de Durham
realizou uma extensa pesquisa sobre a prática de medicina do cadáver entre a realeza.

"
O corpo humano tem sido amplamente utilizado como agente terapêutico com os tratamentos mais populares envolvendo carne, osso ou sangue. O canibalismo foi encontrado não só no Novo Mundo, como costuma ser considerado, mas também na Europa", disse Sugg.

"
Uma coisa que raramente ensinamos na escola que é evidenciada em textos literários e históricos da época é a seguinte: James I recusava remédios de cadáver; Charles II fazia seus próprios remédios de cadáver, e o cadáver de Charles I foi transformado em remédios. Junto com Charles II, usuários ou prescritores eminentes incluíram Francis I, o cirurgião de Elizabeth I, John Banister, Elizabeth Gray, a condessa de Kent, Robert Boyle, Thomas Willis, William III e a rainha Mary", acrescentou.

Se isso não fosse estranho o suficiente, a atual família real da Inglaterra afirma ser descendentes diretos do
Príncipe Vlad III da Valáquia (Romênia moderna). Este era o governante doente e depravado, Vlad, o Empalador, que era conhecido como um assassino e que eventualmente tornou-se a inspiração para as histórias de vampiros mais famosas da história.

Além dos horríveis antecedentes históricos e ocultos de tais práticas, há uma falta de dados que sugerem que o processo ainda funciona. Apesar das afirmações de Karmazin de que "
o sangue jovem está causando mudanças que parecem reverter o processo de envelhecimento", os cientistas ainda não identificaram um vínculo entre as transfusões de sangue dos jovens e quaisquer benefícios tangíveis para a saúde.

"
Não há nenhuma evidência clínica [de que o tratamento será benéfico], e basicamente você está abusando da confiança das pessoas e da emoção pública em torno disso", disse o neurocientista da Universidade de Stanford, Tony Wyss-Coray, que realizou um estudo de 2014 sobre o plasma sanguíneo jovem em camundongos, à revista Science no verão passado, conforme relatado pela Vanity Fair.

terça-feira, 6 de junho de 2017

ESTUDAR? PRA QUE?

O advogado Paulo Silas Taporosky Filho publicou um texto muito interessante no site Empório do Direito tratando da forma como o estudantes de Direito hoje constroem o próprio conhecimento.
Segue o interessante texto e, depois, algumas considerações sobre ele.
Poucos querem aprender direito!
O que me levou a escrever o que segue foi uma postagem realizada em uma página de humor jurídico no Facebook. O que era para se tratar apenas de uma piada, pelo menos aparentemente (e assim espero), evidenciou um problema gritante que permeia o ensino jurídico: o total descompromisso de alguns estudantes. É o direito sendo levado nas coxas.
O problema vem sendo denunciado de maneira contumaz por nomes como Lenio Streck, Alexandre Morais da Rosa e André Karan Trindade, cujos autores demonstram toda a problemática existente no ensino jurídico. Professores mal preparados, cursinhos preparatórios que ensinam apenas decoreba e “macetes infalíveis” para passar em concursos, além ainda de faculdades que não passam muito longe disso, estão entre as causas do caos que vem se alastrando na academia. No entanto, para além de tais aspectos que contribuem para o declínio da coisa, temos também como fator responsável parte daqueles que deveriam querer aprender, mas optam pelo conforto epistêmico. Ali, onde tudo é mais fácil, onde se obtém o “conteúdo” mastigado por meio de resumos, onde os manuais facilitados são puramente objetivos (irrefletidos), é que residem os alunos preguiçosos, os quais não estão preocupados em aprender, mas meramente em decorar o suficiente para passar na prova – e posteriormente no concurso.
Quanto à postagem em questão, assim dizia a imagem: “QUEM GOSTA DE ESTUDAR DETALHADAMENTE É ALUNO DE MEDICINA… ALUNO DE DIREITO GOSTA MESMO É DE RESUMÃO DA INTERNET”. A frase é de causar um reboliço no estômago. Particularmente, achei a piada de mau gosto. No entanto, sou forçado a reconhecer que a postagem apenas traduz a realidade de grande parte dos estudantes de direito. Os comentários realizados na postagem corroboram para com tal análise. Dentre os diversos, dos quais poucos se salvavam pela irresignação com o conteúdo ali exposto, eis alguns dos mais escabrosos:
“Depois que descobri o passei direto, com um mundo de resumos a minha disposição, estudar jamais kkkk”
“vou ler não que tem resumo na internet. Vou copiar não que tem resumo do e-mail”
“kkkkkkkkkkkkkkkkk, tão eu…”
“ler doutrina é para os fracos.. a gente gosta mesmo é de vídeo aula kkkkkkkkk”
“”livro grande de letra pequena” ai esse professor de civil é iludido”
“Vivendo de sinopses e códigos comentados hahahahahaha”
“Já inicio a busca com “resumo de…””
“Estudar Direito é: chegar um dia antes da prova e procurar vídeos no Prova Final do Youtube”
“noix gosta mesmo é de uma doutrina esquematizada, umas vídeos aulas, um resumo massas”
“Pura verdade. Eu adoro um resumão, resuminho até mesmo um resumo kkkkkk”
E por aí vai… Escabroso. Assustador. Indigesto. Faltam-me palavras. Manifestar-se publicamente que não se estuda como deveria, que está se levando o curso nas coxas, que finge que aprende, pior, demonstrando orgulho por tal modo de (não) agir, é tão ignóbil quanto aqueles indivíduos que publicam fotos se gabando do crime que praticaram.
O curso de direito, atualmente bastante saturado, está cheio de “alunos” assim. Busca-se muitas vezes apenas o status de “Estudante de Direito” (com E e D maiúsculos). A pose é necessária para sustentar o próprio Ego. Fabiano Oldoni publicou há pouco em sua página no Facebook: “Não basta tirar foto ao lado do jurista famoso, é preciso ler suas obras”. Corretíssimo! O tipo de estudante de direito preguiçoso quer apenas o glamour de receber curtidas dos amigos na foto que tirou ao lado do jurista famoso, mas não quer aprender sobre o que sustentam ou como se posicionam os autores que “admira”. Pura busca por status, mas também mero engodo.
Estudar direito não é fácil. Pelo menos para aqueles que de fato estudam. Aos que se enganam e logram terceiros fingindo que estudam, resta o pesar. Tal cenário caótico há de mudar. A esperança é a última que morre.
Mais de uma vez escrevi que estudar dói, e dói porque demanda tempo e concentração. Dói porque há muito o que se estudar, em especial no universo jurídico, onde a densidade dos conteúdos é grande.
Isso gerou um campo propício para esquemas e estudos facilitados, métodos revolucionários de aprendizagem que NÃO entregam o prometido, tudo em busca da otimização do tempo, o mais precioso e caro artigo de luxo no universo dos estudos.
Estudar toma tempo. E muito!
É verdade que os modelos de provas aplicados hoje em dia facilitam o surgimento de aulas e doutrinas direcionados para objetivos específicios, como o Exame de Ordem e certos concursos públicos. E é natural que seja assim, pois o estudante que atingir seu objetivo primário com eficiência. Jamais recomendaria a leitura de um Curso de Direito Civil para quem está estudando essa disciplina para a OAB. A equação conteúdo x tempo nunca fecharia, e o candidato negligenciaria as demais disciplinas.
A reprovação seria praticamente certa.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

BILDERBERG 2017

Bilderberg está mais exposto do que nunca antes que o nacionalismo Trump aumente!
A cobertura de notícias do Grupo Bilderberg atingiu recordes, uma vez que a mídia do establishment é forçada a admitir a verdadeira natureza da reunião globalista.
Lembre-se que foi há apenas alguns anos atrás que a mídia mainstream negou que o Grupo Bilderberg até mesmo existiu.
Mas agora, inúmeros meios de comunicação, incluindo a BBC, Sky News, The Guardian e outros, estão discutindo abertamente o encontro em Chantilly, Virgínia, onde mais de 130 membros das elites entre banqueiros, políticos, realeza, proprietários de mídia e agentes de inteligência do mundo se reúnem em segredo por quatro dias sem um registro oficial do processo.
"A edição Bilderberg de 2017, há muito tempo uma discussão para as sociedades secretas e um comportamento globalmente conspirador, encerra sua permanência de quatro dias no local do condado de Fairfax, no oeste de Chantilly, neste domingo e, como de costume, ninguém desconfia o que aconteceu nessas salas de conferência sagradas", informou o News Talk. "...Primeiramente realizada no hotel titular dos Países Baixos em 1954, aparentemente para promover melhores relações entre a Europa e a América do Norte, a reunião Bilderberg tem sido anual em seis décadas desde então".
"O fato de que o Bilderberg reúne alguns dos líderes políticos e financeiros (só convidados) mais poderosos do planeta em um lugar de discussão atrás de portas fechadas e discutem política em potencial tem suscitado preocupações, já que ele entrou devidamente na consciência pública por volta da virada do século".
Nos EUA, ainda há um blecaute da mídia sobre a cobertura da reunião Bilderberg, o que é de se esperar considerando quantos proprietários de mídia americanos estão conectados ao grupo, mas a mídia dos EUA não pode controlar o fluxo de notícias internacionais na internet.
E a atenção sobre o Grupo Bilderberg está explodindo, especialmente depois que seus membros se manifestaram abertamente contra o presidente Trump.
Como relatei nos últimos meses, várias publicações globalistas ligadas ao Bilderberg tem forçado a derrubada de Trump usando os mecanismos de "continuidade do governo" desde a Guerra Fria.

Sua arrogância, no entanto, é sua ruína.

Trump é uma manifestação da vontade das pessoas de controlar o seu próprio destino longe das elites do Bilderberg que pensam que o público deve ser conduzido como ovelhas para o futuro tecnocrático que imaginam.
Portanto, não é coincidência que o surgimento do presidente Trump correspondesse ao aumento da atenção pública do Bilderberg.
O engano nunca se cumprirá quando as pessoas se levantarem em massa para desmascarar a verdade.
"Se o Bilderberg quer uma resposta para "Por que o populismo está crescendo?" - outra questão na sua agenda - eles podem dar uma olhada no espelho", apontou Charlie Skelton, do The Guardian. "É como se as pessoas não estivessem tão confortáveis ​​com as elites tecnocráticas irresponsáveis ​​e globalistas bilionários que pressionam seus ministros e líderes do partido a portas fechadas".

Pedagogia marxista...a doença ainda não atacada.

O Brasil que se afirma livre e democrático, na pratica é um país dominado por uma facção ideológica que deformou o senso comum da sociedade a seu favor, aplicando a tríade "marxismo-psicanálise-estruturalismo", que tanto afetou a mentalidade da sociedade brasileira e porque não dizer ocidental.
Da virada da década de 80 para os anos 90, essa facção ideológica foi lentamente e sutilmente deformando e reconstruindo o ensino nacional, demonizando o que não lhe interessava e os atacava e implementou suas metodologias, policiamentos e conteúdos que fizessem da sociedade uma grandiosa massa de manobra ou explicitamente militantes do projeto de poder.
Na base de tudo isso está a pedagogia que através da imposição sutil aos professores iniciou o processo de emburrecimento, e nesse período foram formados nas faculdades batalhões de pedagogos e professores para aplicar esse novo sistema.
mas o mais nocivo disso tudo, é o policiamento aplicado pela pedagogia para quem não recitar a cartilha que acreditam ser a formula magica do ensino e sutilmente colocaram essa categoria profissional em um patamar inquestionável promovendo pós graduações para os pseudo intelectuais a ponto de hoje haver pos gradução para pedagogos intitulados...Pós Graduação em Neuropsicopedagogia.
Não são preparados nem pra sala de aula, mal e porcamente para alfabetizar e atuar na burocracia escolar, mas hoje além do policiamento dão diagnósticos neuropsicológicos....não precisa ser muito inteligente para constatar o engodo que virou esse segmento e que segue um charlatão ou vários até, como Paulo Freire, Piaget e tantos outros.
Futuro e boa formação no Brasil, só quando essa engrenagem for desmanchada e substituída por um sistema que ensine e forme, porque em 30 anos essa gente além de encher o ego, destruiu gerações de estudantes.

domingo, 4 de junho de 2017

Universitários do futuro e a imigração globalista

Formar uma geração no ensino superior é essencial para um país. O que não tem nome é a situação atual da Espanha, onde parece que absolutamente todos os jovens devem ir para a faculdade, mesmo aqueles que claramente não têm vocação para o estudo. A casta convenceu-se em mandar para a universidade até verdadeiros cabeças-ocas, bem como, em vez de ser jovens vagos e entediados que gastam e consomem pouco, eles se tornam estudantes, ou seja, em consumidores satisfeitos que não fazem perguntas, que não conhecem a verdade realidade social do povo trabalhador e seguem mantendo o sistema atual. Os pais brasileiros, por sua vez, têm a noção de que se seu filho só trabalha, é um sinal de "desculturação" ou de baixo poder aquisitivo, e que para ser "gente de bem", o filho tem que ir para a faculdade, e em seguida, vá direto para o desemprego ou emprego precário

Os estudantes universitários têm um par de características que exigem a ser reconhecido pelos engenheiros sociais: por um lado, eles são jovens e têm ― ou pressupõe ― mais energia do que outros grupos etários. Por outro lado, eles têm ― ou pressupõe, novamente ― uma cultura acima da média. Esses dois fatores tornam os estudantes em um "grupo sensível" para desafiar a ordem estabelecida e de pensar criticamente, então eles devem atontar, satisfazer e afeminar. Com isso em vista, a cena universitária atual sustenta uma infra-estrutura inteira de pão e circo, destinadas a exprimir financeiramente as famílias dos estudantes, minar a força da juventude e retardar o inevitável momento quando os jovens percebem que o seu futuro não é tão brilhante como lhes venderam. Para todo esse processo, podemos chamá-lo de "bolha estudantil".

A bolha estudantil, como a imobiliária, serviu durante muito tempo para esconder os números reais de desemprego, e para manter um toda uma sub-economia de sindicatos, burocratas, funcionários, bolsas de estudo, cursinhos, taxas, vida noturna, moda, conferencistas, cursos de graduação, papelaria etc. Particularmente sangrante é o caso das bolsas, que pagas pelo povo brasileiro trabalhador, são gastos principalmente em álcool (no caso dos estudantes), em roupas (no caso das estudantes) e em apartamentos alugados, boa parte dos quais se insere na economia submergida ou de outros países, pelo qual estes investimentos astronômicos não resultaram em qualquer benefício para o Brasil.
Hoje, um graduado da faculdade espera vários destinos possíveis:

• Desemprego.

• Mileurista amargurado ou empregado precário. Caixas de supermercado, balconistas, garçons, oficinistas, administrativos e semelhantes, muitas vezes em posições que não têm nada a ver com a carreira que escolheu.

• Trabalho brilhante no exterior. Este caso também é sangrante, uma vez que o Estado (isto é, o espanhol que paga impostos) investiu dinheiro na formação de um trabalhador qualificado, mas será outro país (Alemanha e países ibero-americanos em especial) que colherá os benefícios. O brain drain (fuga de cérebros ou fuga de capital humano) é devido ao nepotismo em nosso país, o modelo econômico baseado na construção, turismo e hotelaria, e na ignorância incapaz de reconhecer o verdadeiro talento. Infelizmente, estabelecemos uma nação que é o paraíso da ignorância e da vulgaridade, sendo a atmosfera demasiado hostil para que prosperem os cérebros avançados.

Outro aspecto da bolha estudantil é o grande número de centros educativos que foram construídos durante a escolarização da geração "baby boom", e todos os postos docentes que foram convocados. A consequência é que terá que fechar os centros, demitir professores e dizer àqueles que esperavam na fila para as oposições que "má sorte".
A solução para a bolha estudantil é que somente os jovens com vocação e nível acadêmico estudem o ensino superior, independentemente do poder de compra de sua família, e que somente os mais brilhantes deles podem receber bolsas de estudo. O resto dos jovens não deve ser excessivamente educado sobre o seu intelecto ― uma vez que isso produz indigestão do conhecimento e dá origem ao esnobismo e imbecilidade ― mas sim que deve estar preparado para trabalhar dentro de uma economia produtiva real, em que é inútil fazer a análise sintáticas, raízes quadradas e inúmeras complicações (que ao longo do tempo são esquecidas por mais de 90%), se nem sequer saber falar, ler, escrever, obedecer, comandar ou trabalhar com as mãos corretamente. A carreira sem futuro deve ser suspensa, pelo menos temporariamente, assim como as faculdades que os ensinam. As asas também devem ser cortadas de sindicatos e atividades de faculdades subsidiadas com dinheiro público.

Se os atuais "progressistas de sofá" tivessem lido Marx, saberiam que o aumento na quantidade de mão-de-obra acarreta na queda nos salários (dumping): uma manifestação da lei da oferta e da procura. Tanto a produtividade econômica quanto o salário médio agora dependem do capital investido em cada trabalho. Quando milhões de pessoas que não trazem capitais são introduzidas na economia nacional, os salários são baixados automaticamente, assim como quando um xeique de um petro-regime árabe vai para uma cidade, os salários dessa cidade aumentam.

Por razões óbvias, é do interesse dos grandes predadores capitalistas ter uma força de trabalho muito abundante e muito barata. Para conseguir esse trabalho abundante e barato, eles promoveram três processos históricos:
1 - A emigração do campo para a cidade durante o estágio do capitalismo industrial. Para isso, foi necessário desmantelar (por meio de revoluções liberais, confiscos e expropriações) as estruturas econômicas e políticas do Antigo Regime, que eram eminentemente rurais. O efeito desse processo foi o surgimento do proletariado, o tremendo crescimento do mundo urbano, a perda de tradições ancestrais e a ascensão de doenças mentais.

2 - A entrada das mulheres no mercado de trabalho na fase do capitalismo comercial. Desde o tempo da "emancipação feminina", a mão-de-obra duplicou, o consumo tem crescido exponencialmente, os custos de produção (portanto, os preços) foram reduzidos e os salários foram baixados pela metade de seu poder de compra ou mais. Como efeitos colaterais sociais, a taxa de natalidade despencou, as crianças estão nas mãos do sistema educativo e da mídia, e tanto a vida familiar quanto as identidades sexuais estão sendo desmanteladas.

3 - A imigração terceiromundista e a deslocalização empresarial durante a atual fase do capitalismo: a da globalização. Esta é uma última tentativa de encontrar mão-de-obra abundante e barata para poder manter o crescimento fictício de figuras abstratas que nunca resultam em um benefício real para o povo. Nesta seção, vamos nos concentrar em como a imigração beneficia os grandes empresários. 

O capitalismo não quer trabalhadores caros que exijam boas condições de trabalho e tendem a distribuir a riqueza do país de forma equitativa. O capitalismo quer trabalhadores dóceis, prontos a trabalhar até a morte por um escasso prato de arroz. Atualmente, os únicos lugares onde você pode encontrar mão-de-obra que pode ser encontrado em milhões está fora do Primeiro Mundo. A China tornou-se a terra prometida da deslocalização industrial, mas também o Ocidente tornou-se a terra prometida das massas do Terceiro Mundo, atraídas por multinacionais ávidas que são cobertas por benefícios à custa do povo nativo e por políticas "solidárias" completamente divorciadas da realidade.

Desde que os imigrantes chegaram, ficou claro que em seus países de origem não houve grandes lutas sociais, então eles aceitaram termos de emprego que seriam insultantes para qualquer europeu. Os imigrantes não solicitaram seguro de saúde, horas extras pagas, trinta dias de férias por ano, licença maternidade, excelências e outras "regalias" que aumentam o custo de contratação e, portanto, de produção. A consequência é que os salários caíram e o mercado de trabalho nativo afundou. Onde antes o empresário tinha que relutantemente aceitar um exigente trabalhador espanhol, agora pode dizer: "Piso salarial por mês ou você vai para a rua, lá fora há quarenta haitianos e cinquenta senegaleses esperando". Dessa forma, como a vida tornou-se cada vez mais cara pela a inflação, os salários simplesmente não subiram. A consequência deste estado de coisas é que a imigração não foi uma partilha de riqueza, mas uma distribuição de pobreza. A riqueza perdida pelos trabalhadores nativos foi encaçapada por uma pequena elite de grandes empresários, usurários e especuladores.
Na verdade, os interesses econômicos envolvidos na imigração são tão fortes que todo um aparato defensivo cultural foi adquirido: quem questiona esse estado de coisas é marcado com palavras inventadas artificialmente por políticos e magnatas da mídia como o chamado "xenofóbico". É a equivalência moderna do "herege" medieval: uma palavra-curinga para apelar ao lado instintivo-irracional e para remover um oponente discordante do meio quando faltam argumentos racionais. É preciso deixar uma retórica obsoleta, a realidade é que aqueles que são prejudicados pelo multiculturalismo são os trabalhadores nacionais, e os beneficiários foram os grandes oligarcas capitalistas, sendo eles que usam a palavra-totem "xenofobia" e aqueles que agitam o espantalho de "racismo" para que ninguém critique suas políticas econômicas criminosas.

Vemos a ação desses oligarcas na iniciativa de imigrações, na qual alguns grandes consórcios capitalistas (principalmente bancos, exploradores multinacionais, trabalhadores temporários e outras grandes fortunas) pediram mais imigração na Espanha. Estes consórcios foram: Bancaja, Banco Santander, BBK, BBVA,  Coca-Cola,  Deutsche Bank,  Corte Inglés, Grupo Banco Popular, , Manpower, PeopleMatters, Prosegur, Randstad, Sol Meliá. Um ano depois, os parceiros se expandiram para 121 [2]. É este tipo de consórcio que está realmente por trás da imigração e regularização maciça na Europa, usando seus lobbies de pressão para importar hordas de trabalhadores do Terceiro Mundo como se fossem fura-greves, para afundar as condições de trabalho, dissolver as identidades étnicas europeias e apropriar-se de fundos sociais nas mãos do Estado (os imigrantes recebem auxílio estatal, mas esse dinheiro acaba nas mãos de mega-empresas privadas, que é de que se trata). Continuar a chamar mais imigrantes quando há 5 milhões de desempregados no nosso país só é explicável se estas máfias criminosas procuram criar um imenso "dumping social", ou seja, forjar uma sociedade em que o valor de cada indivíduo tende a zero.

Os imigrantes são muitas vezes muito bem informados (ONGs e outras fundações através como Caritas, Cruz Vermelha,  etc.) e sabem muito bem como tirar proveito da assistência social com guias altamente informativos. Na Espanha, muitos deles são pagos automaticamente 1.000 euros por mês, um suplemento de 350 euros por cada criança, renda mínima de inserção, cheques-bebês, cartão de saúde, habitação oficial (na Catalunha 90% destas casas são concedidas aos imigrantes, e uma boa parte do restante 10% para os ciganos e imigrantes nacionalizados), creche gratuita para os seus filhos, um "assistente social" para levá-los para a creche se os pais não podem, licença de condução livre, um emprego fixo, conselhos para a abertura de um negócio, isenções fiscais, cheques alimentários, refeições escolares paras as crianças e a possibilidade de trazer de seu país toda sua família, o que provavelmente farão. O imigrante médio goza, em suma, de benefícios sociais que o espanhol médio não consegue conceber, simplesmente por causa da cor da sua pele ou da sua origem. Este racismo reverso é chamado de "discriminação positiva".
Estamos, portanto, com bolsas sociais de milhões de pessoas (e não apenas imigrantes, mas também ciganos e espanhóis) que não precisam se matar de estudar para se matar de trabalhar para ganhar um salário de miséria. É mais fácil viver de aluguéis, lidar com drogas, bater carteiras ou bolsas no ponto, trabalhar de vez em quando no mercado negro, se fazer de vítima, colocar toda culpa no "sistema" e o povo espanhol, lamentar-se pelos serviços sociais e andar por aí com tênis de marca, roupas de marca, celulares sofisticados e carros melhores do que os trabalhadores espanhóis que dividem em parcelas para pagá-los, e para o qual a Administração lhes diz que não há dinheiro e que eles têm que cortar seu salário e pensões. Outro problema óbvio de ter um setor social inteiro dependente de subsídios é que, quando for necessário cortar os subsídios (e o tempo virá), sérios conflitos ocorrerão. A situação é uma receita para o desastre, e o resultado traumático é 100% garantido.

Obviamente, uma ideia que é um desastre social de pleno direito nunca toma raiz se ela não tem algum tipo de gancho. No caso da imigração, o gancho é voltado para empreendedores: mão-de-obra barata e submissa. Outros ganchos mais pequenos foram dirigidos ao público crédulo e boníssimo: os imigrantes vêm generosamente pagar-nos pensões (nós teríamos que perguntar que pensões paga um senegalês desempregado que não cotiza a Previdência Social, ou um romeno que recebe subsídios da Espanha mas vive na Romênia, ou um marroquino que não sabe ler ou escrever, trabalha seis meses em Espanha, fica desempregado e volta a seu país para trazer toda a sua família), para trabalhar nos trabalhos que não queremos (acontece que antes da imigração, os pisos eram lavados sozinhos, os nabos eram arrancados sozinhos do chão e os copos voltavam sozinhos para as mesas dos clientes) e para adicionar um toque de cor em nossa enfadonha e monolítica homogeneidade étnica (como se a identidade não fosse um fator de vertebração para qualquer país).

A imigração paga ao Estado, sendo generoso, 5 bilhões de euros em impostos, enquanto o Estado gasta 13 bilhões apenas em educação e saúde, sem contar problemas de segurança pública, ajuda social, mercado negro, atenção aos toxicodependentes, recorrência de doenças erradicados na Europa há muito tempo, empregos irregulares, criação de riqueza não qualificada e questionável (prostitutas, vendedores de pirataria, vendedor de flores ambulantes, vendedor de objetos falsificados e/ou roubados, flanelinhas, massagistas, empregados do McDonald's) e vários subsídios, que facilmente excederão 15 bilhões por ano. O truque, é claro, é que todos esses custos não são suportados pelas grandes empresas ou bancos, mas pelo Estado, ou seja, pelo contribuinte.

Nenhum partido de esquerda, nenhum sindicato, questionou ou denunciou essa injeção de trabalho do Terceiro Mundo como parte da globalização capitalista, como uma conspiração para degradar os serviços sociais (especialmente saúde, educação e pensões) a níveis quase terceiro mundistas e para expropriar fundos e meios de produção do Estado, enquanto os especuladores são forrageiros. Nenhum partido esquerdista denunciou que a imigração faz parte da guerra que o Mercado (consórcios capitalistas) faz ao Estado (contribuintes, isto é, nós), já que os empregadores não subsidiam a imigração (mas terceirizam os custos da imigração para os trabalhadores), mas colhem os benefícios, enquanto o Estado subsidia a imigração e perde a maior parte do dinheiro. Os movimentos "alternativos" do tipo 15-M também não trouxeram novas ideias ao sério problema do multiculturalismo; ao contrário, os "indignados", que parecem ser porta-vozes da própria UNESCO, apenas repetem o habitual discurso batido ― que é precisamente o culpado de que estamos agora como estamos. Em toda a Europa, os únicos partidos que começaram denunciando a natureza econômica e social da imigração maciça terceiro mundistas são alguns dos "extrema-direita", e estão sob uma forte campanha de descrédito, infiltração e silenciamento pela indústria de mídia e a segurança do Estado. É de esperar que, no futuro, as políticas de imigração constituam a principal linha de divisão ideológica entre partidos e tendências políticas na Europa e que provoquem uma nova polarização social quando os efeitos do multiculturalismo ultrapassarem o limiar da tolerabilidade.

A solução para o problema muito grave da imigração não é reagir infantilmente contra os imigrantes, mas processar legalmente os oligarcas capitalistas responsáveis ​​pela promoção da invasão. Por outro lado, os imigrantes vieram trabalhar em uma bolha econômica artificial. Agora não há bolha. Então, para começar, que não continuem vindo. E para continuar, que vão embora a maioria daqueles que já chegaram, pois neste país temos 5 milhões de desempregados e simplesmente não há trabalho ou barco para todos, então o lógico é deixar os últimos trabalhadores entrar. A lei sobre os estrangeiros deve ser alterada, os vistos e uma exigência de exames médicos e certificados de condenados devem ser introduzidos (como foi exigido dos espanhóis que migraram em outros tempos), acabar com a "discriminação positiva" no mercado de trabalho e deportar:

• Todos os imigrantes que cometeram um crime, incluindo os que estão na prisão. Detenção = deportação.

• Todos os ilegais e em situação irregular, que por sinal, poderiam ser incluídos na primeira categoria, já que violaram a lei. Nenhum ser humano é ilegal, mas violar a lei é, e de criminosos na Espanha já temos o suficiente muito antes da multiculturação imposta, tampouco importar mais. 

• Todos os que foram legalizados em regularizações maciças, suicidas e inconstitucionais.

• Todos aqueles que são alvo de desemprego.

• Todos aqueles que nem cotizam nem pagam impostos.

• Todos os que vêm sem um contrato de trabalho de origem, um registo criminal limpo ou um certificado sanitário.

• E, a partir daí, a todos os que são necessários para dar espaço para os trabalhadores nativos desempregados.

O custo de tal operação não deve ser demasiado pesado para uma Administração que pode atualmente ter recursos para distribuir imigrantes a Andaluzia e às Ilhas Canárias, com bilhetes de ônibus pagos pelos municípios, em toda a geografia nacional. Além disso, a deportação de imigrantes despedidos seria mais barata do que continuar a pagar-lhes subsídios, de modo que a deportação seria autofinanciada a curto prazo. Outra opção perfeitamente legítima é que os banqueiros, empresários, políticos e ONGs responsáveis ​​pela situação atual sejam obrigados por lei a pagar as despesas de repatriamento de seus próprios bolsos. Seria um exemplo que os oligarcas econômicos paguem os pratos que quebraram, como uma enorme multa. E, finalmente, se o próprio povo fosse solicitado para financiamento, muitos milhões de trabalhadores espanhóis estariam mais do que dispostos a contribuir com fundos de seus próprios bolsos. De uma forma ou de outra, as deportações acabariam saindo muito mais baratas do que continuar a sangrando com ajudas sociais.
Eduardo Velasco.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Como perpetuar a pobreza

Imagine que você pudesse voltar no tempo uns 50 anos.  Suponha que a razão por que você está fazendo isso é para implantar políticas que irão garantir que os ricos se tornem mais ricos e que a pobreza seja perpetuada ao máximo. (Por que alguém iria querer fazer isso está além da questão).
Quais políticas você iria implantar?
1. Você iria querer adotar políticas monetárias e fiscais que destruíssem ao máximo possível o poder de compra da moeda. 
Os ricos, que têm acesso a aplicações bancárias e financeiras que lhes protegem contra a inflação, manteriam seu poder de compra protegido.  Já os pobres, sem acesso a esses mecanismos, ficariam ainda mais pobres.
2. Você iria querer manter as pessoas menos capacitadas fora do mercado de trabalho.  Para isso, você dificultaria ao máximo para que essas pessoas conseguissem um emprego. 
A imposição de um salário mínimo, em conjunto com uma cornucópia de encargos sociais e trabalhistas, faria com que fosse excessivamente caro contratar uma pessoa com poucas habilidades.  Haveria oportunidades apenas para os mais qualificados.  Afinal, se o preço mínimo a ser pago é o salário mínimo estipulado pelo governo, e se os custos adicionais gerados pelos encargos sociais e trabalhistas praticamente dobram o custo do salário, quem irá contratar uma pessoa pouco qualificada em vez de uma pessoa mais qualificada?
3. Você iria garantir favores especiais e privilégios exclusivos para os empresários mais ricos. 
Você iria lhes conceder subsídios diretos ou empréstimos subsidiados via bancos estatais (pagos com o dinheiro dos impostos pagos pelos mais pobres), iria criar tarifas de importação e desvalorizar a moeda para encarecer importações e lhes garantir uma reserva de mercado, e iria criar agências reguladoras que cartelizassem o mercado interno e impedissem a entrada de concorrentes externos em vários setores da economia, o que garantiria preços artificialmente altos e produtos de baixa qualidade.
4. Você iria reprimir ao máximo o surgimento de pequenos empreendedores por meio de uma burocracia esclerótica e de um código tributário ininteligível.
Você imporia inúmeros procedimentos para se formalizar uma empresa e criaria um emaranhado de leis, medidas provisórias, decretos e outros atos tributários aterrorizantes, você faria com que qualquer eventual erro de contabilidade fosse o suficiente para classificar como "sonegador e criminoso" aquele cidadão que só quer empreender e, com isso, gerar empregos. 
5. Você iria (literalmente) pagar as pessoas para que elas continuassem na pobreza e fossem eternamente dependentes do governo.
Agindo assim, toda e qualquer ética do trabalho seria suprimida e destruída.
6. Você tributaria absolutamente tudo o que é vendido na economia. 
Desta forma, você confiscaria grande parte da renda dos mais pobres.
7. Você entregaria ao governo a função de fazer a "sintonia fina" da economia, implantando políticas fiscais e monetárias expansionistas para aditivar o crescimento econômico.
Isso causaria frequentes ciclos econômicos, períodos de crescimento artificial da economia (o que enriquece os mais ricos) seguidos de períodos de profunda contração da economia (o qual empobrece os mais pobres).

Esses sete itens, combinados, fariam perfeitamente o serviço. 
Erija várias barreiras ao progresso dos pobres, pague as pessoas para continuarem pobres, crie um arranjo no qual os grandes empresários consigam vantagens econômicas artificiais, dificulte ao máximo que os pequenos consigam empreender, e você terá criado um sistema no qual a pobreza será perpetuada e os ricos serão cada vez mais ricos.
Como não tentar solucionar a pobreza
Desnecessário enfatizar que cada uma das políticas acima está hoje em total vigor neste país. 
Mas tudo piora. Ao perceberem que a pobreza está se perpetuando, raramente as pessoas se dão conta da contribuição dos sete itens acima.  Consequentemente, em vez de defenderem substanciais alterações — ou mesmo a abolição — dos supracitados itens, elas simplesmente saem em defesa de medidas que irão aprofundar ainda mais o descalabro.
A principal medida — em torno da qual tudo gira — é a "original" ideia de aumentar imposto de renda sobre os ricos, como se tal ato, além de inócuo para a economia, fosse capaz de aliviar substantivamente toda a pobreza.
Quais seriam as consequências?
Em primeiro lugar, o aspecto mais importante a ser observado é que é impossível isolar os custos de qualquer imposto.  A maioria das pessoas pensa que cada indivíduo rico paga, sozinhos, seus impostos diretos.  Mas essa crença é demonstravelmente falsa. 
Se, por exemplo, a alíquota do imposto de renda que incide sobre as rendas mais altas fosse elevada em 20%, os trabalhadores de renda mais alta reagiriam a isso negociando um aumento salarial. Se essas pessoas conseguirem um aumento salarial de, por exemplo, 10%, isso significa que praticamente metade do aumento de 20% da carga tributária sobre pessoas físicas foi repassada às pessoas jurídicas, que são empregadores.
A exata divisão do fardo tributário entre empregados e empregadores vai depender do relativo poder de barganha entre eles no mercado de trabalho.  O que interessa é que os empregados de maior renda irão repassar uma parte, se não a maior parte, de qualquer aumento em seu imposto de renda para seus empregadores.
Consequentemente, estes empregadores irão contratar menos empregados — ou tentarão contratar oferecendo salários bem menores, algo difícil —, e irão tentar repassar esse aumento havido nos custos trabalhistas para os consumidores, na forma de preços maiores. 
Os empresários irão tentar repassar estes maiores custos aos consumidores até o ponto em que possam elevar preços sem sofrer uma relativamente grande perda no volume de vendas.  Desta forma, os consumidores que ainda continuarem comprando a estes preços maiores estarão pagando parte do aumento na carga tributária que supostamente deveria afetar apenas os "ricos".
Desnecessário dizer que, quanto mais pobre for o consumidor, pior ficou a sua situação. Qualquer aumento no imposto de renda da camada mais rica da população — seja o 1% mais rico ou os 5% mais ricos — irá acabar por elevar os impostos que toda a população paga indiretamente.
Mas ainda dá para piorar.
Por exemplo, caso o repasse para os preços desse aumento no imposto de renda fosse muito pequeno, o efeito de longo prazo será ainda pior. 
Se os empregadores tiverem de arcar com toda a elevação dos custos trabalhistas sem uma correspondente elevação de sua receita, suas margens de lucro diminuirão.  Redução nos lucros significa menos investimentos.  E menos investimentos significam menos crescimento econômico, menos emprego, menores salários e queda na renda de toda a população. 
Os pobres, de novo, foram os mais prejudicados.
Além de elevar o imposto de renda sobre os ricos, muito popular também é a ideia de se elevar o imposto de renda de pessoa jurídica, principalmente para as "grandes corporações".  Demagogos sempre dizem que as grandes corporações não pagam sua "fatia justa" de impostos.
O principal problema, o qual até mesmo economistas de esquerda entendem mas não gostam de admitir em público, é que grandes corporações não pagam impostos.  Pessoas arcam com os impostos, não entidades inanimadas.  Uma importante área da ciência econômica, chamada de "incidência tributária", diz que a entidade sobre a qual um imposto é criado (ou elevado) não necessariamente irá arcar com todo o fardo deste tributo; boa parte do ônus pode ser transferida para terceiros.
Por exemplo, se um tributo é criado (ou elevado) sobre uma grande corporação, e caso ela queira se manter operando no mercado, há três coisas que ela pode fazer: ela pode elevar os preços dos seus bens e serviços, ela pode deixar de dar aumentos salariais ou deixar de contratar pessoas, e ele pode, no extremo, reduzir salários e demitir pessoas.  Em cada uma dessas situações, uma pessoa de carne e osso ficou em pior situação.  E os pobres, na melhor das hipóteses, não melhoraram em nada sua situação.
O ponto principal é que uma corporação é uma ficção jurídica e, como tal, não paga impostos.  Repetindo: pessoas pagam impostos, e não entidades inanimadas.  Na prática, corporações são meramente coletoras de impostos para o governo.
Políticos adoram ludibriar o povo dizendo que não irão criar impostos sobre ele, o povo, mas sim sobre alguma outra entidade.  Suponha que você é o proprietário de um imóvel.  Se um político lhe disser que não irá tributar você, mas sim apenas o seu terreno, você facilmente perceberia a trapaça.  A terra não paga impostos e nem tem como pagar impostos.  De novo, apenas pessoas físicas pagam impostos.
No entanto, essa artimanha utilizada pelos políticos segue seduzindo incautos.
Outra tramóia que está sempre em voga é a elevação dos impostos sobre herança, a qual quase sempre se dá na forma de transmissão de bens imobiliários.  O imposto sobre herança existe apenas para aplacar o ímpeto dos invejosos; suas receitas são ínfimas.  Mas seu poder destruidor é enorme.  Seu impacto é grande porque, para que o recebedor da herança (majoritariamente na forma de um bem imobiliário) consiga pagar os tributos incidentes, ele normalmente tem de vender outros ativos que possui.  Em muitos casos, ele tem de vender ações, debêntures e até mesmo seu ponto comercial e sua propriedade rurais.  O efeito prático disso é que ativos que estavam sendo utilizados em atividades produtivas foram transformados em fonte de financiamento para as atividades destruidoras do governo.
Conclusão
A ignorância sobre os fatores que perpetuam a pobreza alimenta políticas de cunho invejoso e rancoroso que não apenas destroem ainda mais a economia, como também, e consequentemente, perpetuam ainda mais a pobreza.
Ao menos alguma porcentagem dos impostos que foram aumentados sobre os ricos e sobre as grandes corporações serão repassados a todos os consumidores — e isso prejudicará majoritariamente os mais pobres.  Qualquer aumento de impostos sobre um grupo acabará sendo compartilhado por todos.  E não há nada que as autoridades estatais possam fazer quanto a isso.  Os indivíduos de mais alta renda irão arcar com apenas uma fatia do aumento ocorrido em suas alíquotas.  E essa importante constatação quase nunca é reconhecida.  E é dessa maneira que um imposto sobre um se transforma em um imposto sobre todos.
Enquanto as pessoas se mantiverem ignorantes sobre intervenções econômicas que perpetuam a pobreza, bem como sobre as consequências de medidas tributárias implantadas exatamente com a desculpa de se aliviar essa pobreza, charlatães e políticos espertalhões continuarão se esbaldando.
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Max Borders foi editor da revista The Freeman e diretor de conteúdo da Foundation for Economic Education.

D.W. MacKenzie, professor assistente no Carroll College, em Montana, EUA.

Socialismo? Só se for pleno!

Os socialistas já tentaram, e várias vezes, colocar sua ideologia em ação. O socialismo foi aplicado na União Soviética, em Cuba, na China (antes de Deng), na Coreia do Norte, no Camboja, na Etiópia e no Zimbábue e em vários outros regimes menos famosos.
Em cada caso, sem exceção, o resultado foi miséria econômica e autoritarismo político.
Mas os socialistas mais obstinados se recusam aceitar. "Não julgue o comunismo com base apenas nestes resultados!", dizem eles. "O socialismo verdadeiro simplesmente nunca foi tentado."
O socialismo não funciona, a menos que seja o socialismo puro
Recentemente, ninguém menos que Noam Chomsky veio a público dizer que o regime da Venezuela — o mesmo que implantou controle de preços, estatizações, expropriação de propriedade privada, generosos programas assistencialistas e planejamento centralizado (ver aqui) — não tem absolutamente nada de socialista:
"Eu nunca descrevi o modelo de capitalismo de estado de Chávez como 'socialista'; nem sequer insinuei algo tão absurdo assim. O regime não tinha nada a ver com o socialismo. O capitalismo privado permaneceu livre ... Os capitalistas continuaram livres para solapar a economia de todas as maneiras, como por meio de uma maciça exportação de capital."
Portanto, o raciocínio dos socialistas é o seguinte: o socialismo só irá funcionar se ele for progredindo até chegar ao ponto do "socialismo total". Qualquer outro arranjo que não seja o socialismo pleno — no qual não haveria uma única padaria privada — é inaceitável. Nenhum esforço parcial será suficiente.
E todos os experimentos socialistas só fracassaram porque alguns elementos do "capitalismo privado" continuaram funcionando. Enquanto ainda existir qualquer aspecto econômico que não seja de socialismo pleno, então o regime não é socialista.
Mais ainda: o fracasso das políticas socialistas do regime venezuelano — tais como a expropriação de empresas privadas (até mesmo hotéis) e a expansão de indústrias estatais — deve ser atribuído ao capitalismo, e não ao socialismo.
Naturalmente, conclui o raciocínio, se o socialismo pudesse chegar ao seu estágio pleno — com todos os elementos do capitalismo eliminados — saberíamos que este sim seria o socialismo de verdade porque estaríamos vivendo em uma sociedade marcada por uma prosperidade sem precedentes e por uma igualdade total.
Pouco importa que, para todos os propósitos e intenções, Lenin de fato alcançou a quase completa e total estatização da economia durante a Guerra Civil da Rússia em 1922. Como as pessoas começaram a morrer de fome logo em seguida, Lenin recuou e, em vez do socialismo pleno, adotou o socialismo parcial, sob a sua assim chamada "Nova Política Econômica".
Este exemplo prático de Lenin é, claro, firmemente ignorado. E socialistas inflexíveis, como o próprio Chomsky, vivem repetindo que meras medidas parciais não funcionam para o socialismo, e que apenas o socialismo total pode funcionar. Qualquer coisa que não seja socialismo pleno, ao que tudo indica, irá entrar em colapso, como mostra a Venezuela.
Sim, o governo pode até estatizar e confiscar várias empresas, fábricas, indústrias e até mesmo pontos de comércio, como aconteceu na Venezuela. No entanto, a menos que o estado confisque absolutamente cada lojinha e mercearia, não há socialismo real. Consequentemente, não se atreva a culpar o socialismo quando toda a economia, após todas essas medidas, entrar em colapso. Toda a culpa deve ser atribuída aos resquícios de capitalismo.
A mesma lógica não precisa ser aplicada ao liberalismo laissez-faire
Observe, no entanto, que isso não é um problema quando ocorre na direção oposta. Se pegarmos uma economia que sofre intervenções do estado e começarmos a introduzir reformas liberais parciais, isso por acaso fará a economia entrar em colapso?
Certamente não. Com efeito, a própria análise empírica mostra que, quanto menos relativamente socialista for uma economia, menor será a pobreza e maior será a prosperidade.
Historicamente, isso é óbvio. Os países que adotaram mais cedo o livre comércio, a industrialização, e as instituições de uma economia de mercado são hoje as economias mais ricas do mundo. Isso também ocorreu na Europa do pós-guerra, onde as economias relativamente mais pró-mercado, como as da Alemanha e do Reino Unido, são mais ricas e têm um padrão de vida maior do que as economias mais socialistas do sul da Europa, como Grécia e Espanha. Com efeito, isso também vale até mesmo para os países escandinavos, como a Suécia, que enriqueceram ao longo da história adotando regimes bem próximos ao laissez-faire.
E tudo isso fica ainda mais evidente quando comparamos a Europa Ocidental com o Leste Europeu.
Em nenhum destes casos encontramos uma economia de livre mercado puro ou uma totalmente socialista. O que observamos, no entanto, é que, quanto mais mercado e menos socialismo há em um país, maior o padrão de vida, menor a desigualdade, e muito menos brutal é a pobreza geral.
Dito de outra forma, naqueles países que se inclinam mais para o mercado, tudo é melhor e mais desenvolvido.
Isso também é válido para a Ásia. Coréia do Sul e Japão estão longe de ser economias puramente de livre mercado. As economias de ambos os países são caracterizadas por uma grande variedade de restrições comerciais, ligações corporativistas entre governo e grandes empresas, e um maciço aparato regulatório. No entanto, Coreia do Norte e Vietnã, que são muito mais pobres, sempre tiveram uma participação estatal muito maior na economia — com o governo sendo o proprietário de várias empresas no Vietnã e de todas na Coreia do Norte — e um setor privado muito menor em relação aos do Japão e da Coreia do Sul.
E, ainda assim, pela lógica dos socialistas, o problema com a Coreia do Norte e com o Vietnã é que eles não têm socialismo pleno. Se tais países ao menos pudessem se livrar dos poucos capitalistas que, como disse Chomsky, "ainda estão livres para solapar a economia", então a Coreia do Norte finalmente irá se tornar próspera, e o Vietnã passará a rivalizar com o Japão em termos de produtividade e riqueza.
É claro que isso é um contra-senso total. Se a Coreia do Norte quiser ter menos pessoas passando forme, ela tem reduzir substantivamente o socialismo em sua economia, como fez a Coreia do Sul.
Mesmo reformas incompletas e parciais funcionam em economias de mercado
Ao contrário do socialismo, reformas de mercado não precisam ser totais, completas ou utópicas para que seus benefícios sejam reconhecidos.
É por isso que defensores de uma economia de mercado não precisam dizer que "as reformas de mercado não funcionaram no País X porque aquele país nunca alcançou o estágio do capitalismo pleno, puro e verdadeiro! Se ao menos todos os socialistas tivessem sido liquidados e todas as políticas remotamente semelhantes ao socialismo tivessem sido abolidas, aí sim o verdadeiro capitalismo seria adotado!"
Vimos isso na Alemanha Ocidental após a Segunda Guerra Mundial com as reformas efetuadas por Ludwig Erhard, as quais levaram a um período de acelerado crescimento econômico, mesmo com as reformas tendo sido apenas parciais. Ao abolir os controles de preços e outras restrições impostas pelo governo à economia, a Alemanha decolou ao passo que outras economias mais socialistas — como a do Reino Unido à época — ficaram estagnadas. Já a Alemanha Oriental, socialista, viu seu padrão de vida encolher ao longo deste mesmo período de tempo. 
A Alemanha Ocidental não adotou um capitalismo "puro e pleno". Os alemães adotaram um arranjo economia relativamente mais laissez-faire que o resto da Europa. E a economia cresceu forte. Com efeito, as reformas de mercado feitas pelo governo da Alemanha Ocidental ocorreram quase que por acidente. E, ainda assim, chamamos os resultados de "o milagre alemão".
Outro exemplo moderno é a América Latina. Quando olhamos para a região como um todo, vemos seguidas vezes que os regimes que adotaram reformas pró-mercado até mesmo parciais e incompletas — como Chile, Peru e Colômbia — são os países que vivenciaram as maiores taxas de crescimento econômico da última década.
Enquanto isso, aqueles países que mais entusiasmadamente adotaram a "onda vermelha" — cujos governantes eram aliados do chavismo e seu bolivarianismo — tiveram as piores taxas de crescimento (2014-2015):
Latin_america_economy4 (1).png 
[N. do E.: sobre Equador e Bolívia, que utilizam, respectivamente, o dólar e uma moeda atrelada ao dólar (na prática, refutando a própria retórica anti-imperialismo) e dão bastante liberdade para o mercado informal.
Mas qual é a desculpa para a falta de crescimento econômico na Argentina, no Brasil e na Venezuela? Todos esses países, na última década, adotaram o populismo econômico: mais ativismo estatal, mais regulação estatal, mais intervenções estatais, e mais controle estatal sobre a economia. Logo, por que estes países não ultrapassaram os outros países latino-americanos mais voltados para o mercado?
De acordo com a lógica socialista, o verdadeiro problema é que nenhum destes países adotou o socialismo total.
Isso é muito gostoso: toda vez que algumas reformas socialistas são tentadas — e fracassam —, a ideologia já tem uma justificativa pronta: o socialismo só irá funcionar quando for implantado por completo.
Agora, apenas imagine qual seria a situação da humanidade se o mesmo raciocínio fosse válido para uma economia de mercado. Dado que nenhuma ideologia jamais será implantada por completo, isso significa que a humanidade estaria condenada a viver para sempre na mais abjeta e sórdida pobreza.
Felizmente, reformas de mercado meramente parciais e casuais já conseguem melhorar nossa situação. Infelizmente, governos estão sempre comprometidos em nos empurrar para a direção errada, com sua manipulação da moeda e do crédito, seus controles de preços, e suas crescentes regulações e tributações.
Os ataques aos mercados são contínuos e generalizados. Felizmente, todo o necessário para melhorar a situação novamente é um movimento de contra-reação que leve a economia de volta em direção a mercados mais livres.
Todos faríamos bem em estudar e aprender as lições do Leste Europeu, da Alemanha Ocidental, da América Latina e de todos os outros regimes que, de forma relutante ou voluntária, saíram da frente e deixaram o mercado funcionar com mais liberdade.
Os socialistas podem continuar sonhando com a maneira como seu prometido paraíso será realizado no dia em que o socialismo pleno e puro for alcançado. Enquanto isso, na vida real, a economia de mercado continuará aprimorando a situação e o padrão de vida de bilhões de pessoas.
Ryan MacMaken