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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Berço da humanidade volta-se para a Europa

              
Dois pedaços de ossos encontrados no sudeste europeu levou o grupo de pesquisadores liderados por Madelaine Böhme, do Senckenberg Centre for Human Evolution and Paleoenvironment (HEP), Tübingen, Alemanha, a considerar o berço da humanidade não mais na África, mas sim na região atual dos Bálcãs.
Até então, a ciência estabelecida parte da premissa de que a linha evolutiva do homem e dos hominídeos se separou a cerca de 5 até 7 milhões de anos, a partir da África. O número de fragmentos ósseos encontrados e principalmente a idade do mais antigo, apontavam para essa tese. O grupo de cientistas sob a direção de Böhme investigou novamente dois objetos arqueológicos e reconstruíram as condições naturais da época. Eles chegaram à conclusão de que os fósseis encontrados pertenceriam a um tipo de homem pré-histórico até então desconhecido. Eles estimaram a idade dos fragmentos em 7,175 até 7,24 milhões de anos. Isso torna-os mais antigos do que aqueles encontrados na África. A conclusão que se deixa tirar, é que a linha comum do desenvolvimento humano termina antes da época considerada até então, e não a partir da África, mas sim do sudeste europeu, na região mediterrânea.
Em geral, é temerário traçar conclusões genéricas a partir de alguns fósseis. A cada nova descoberta, antigas teorias caem por terra. Ninguém sabe quais segredos a Terra ainda guarda dentro de si. Para muitos adeptos da ideologia multiculturalista, a teoria “Out of Africa”, onde no fundo todos nós seríamos africanos, é uma bem-vinda justificativa para o dogma “todas as pessoas são iguais”. Independente se nossos antepassados tenham suas raízes na África, Europa ou seja lá onde for, deve estar claro a todos que os diferentes ramos da humanidade se desenvolveram de forma distinta. E é ótimo que seja assim! Biodiversidade é uma característica de todos os seres vivos. Todos os seres vivos estão submetidos a diferentes condições ambientais e também às próprias características genéticas, permitindo assim confrontarem seu habitat. Neste contexto, os seres vivos mais adaptados ao seu ambiente natural, são os que têm mais chance para sobreviver e reproduzir. Podemos então concluir que o negro é mais adaptado ao seu habitat natural, onde a incidência de raios solares é bastante intensa.
O discurso doentio sob o lema “Colorido ao invés de marrom” dos apoiadores do Multi-Kulti não é na realidade algo tão colorido como acham a maioria das pessoas. Com sua ideologia de miscigenação de todos os povos e raças, o resultado não é algo rico em diversidade, mas muito pelo contrário, ter-se-ia uma única e homogênea massa marrom. Qualquer pessoa fiel às suas raízes apoia a manutenção da diversidade e, portanto, é contra a indiscriminada miscigenação. Esta última teria como resultado, que todas os povos e raças perderiam suas características. O que a natureza formou ao longo dos milênios, militantes internacionalistas cegados ideologicamente tentam destruir através da violência. A simples menção das diferenças entre as raças é rotulada de racismo. O mero pleito pela manutenção das diferentes raças e contra a miscigenação induzida é combatido pelas “boas pessoas” através de perseguição e processo criminal. Ao longo prazo, nenhuma política pode ser impor sobre a natureza das coisas. O comunismo já fracassou ao tentar impor sua construção ideológica artificial e estranha ao mundo. E o Liberal-Capitalismo do Ocidente também está fadado ao fracasso caso ele não consiga burlar a ordem natural através da violência.
Pelo exposto acima, é legítima a pergunta: qual seria o caminho alternativo para substituir o Comunismo e o Capitalismo – ideologias internacionalistas e contrárias à ordem natural? Deve existir uma TERCEIRA VIA! Uma Cosmovisão que reconheça a diversidade da natureza e a respeita em sua concepção política, ao invés de destruí-la. Uma Cosmovisão que veja na diversidade dos povos um enriquecimento que merece ser preservada.
Os atuais conflitos culturais induzidos pelo inimigo comum no continente europeu vem reforçar mais uma vez a importância em preservar a IDENTIDADE dos diferentes povos da Terra. A experiência brasileira está ai para comprovar o fracasso da ideologia esquerdista – e também da integralista – que pregam pela ampla miscigenação. Com suas mais de 50 mil mortes por ano (violência e trânsito), o “belo povo brasileiro” não pode servir de exemplo positivo a ninguém. Quem pode afirmar com absoluta certeza que isso não se deve à mistura dos povos e, por consequência, pelo surgimento de um “cidadão” desprovido de suas memórias, raízes e tradições? Estaria certo o inspirador da atual União Europeia, Conde Kalergi, ao afirmar que seu desejado mestiço sob batuta judaica “unirá a ausência de caráter, inescrupulosidade, indolência, desleixo, crueldade e falta de fidelidade, com a objetividade, flexibilidade, o espírito aguçado, ausência de preconceito e amplitude de horizonte”? Podemos discutir sereno e sinceramente – e em profundidade – sobre o assunto, sem histerias e reflexos condicionados? Tarefa hercúlea na atual “liberdade democrática”…