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terça-feira, 30 de abril de 2019

Walter Richard Rudolf Hess - carta lida no LINCHAMENTO de Nuremberg

"Não me defendo de meus acusadores, aos quais nego o direito de me acusarem, a mim e aos meus compatriotas.
Não me defendo das acusações que competem aos assuntos internos da Alemanha, e que nada importam aos estrangeiros.
Não protesto contra as declarações que afetam a minha honra e a honra de todo povo alemão. Durante longos anos de minha vida me foi concedido viver ao lado do homem mais poderoso produzido por seu povo em sua história milenar. Mesmo se pudesse, não desejaria apagar esse tempo de minha existência.'
Eu me sinto feliz por haver cumprido com o meu dever como alemão, como nacional-socialista e como fiel do Führer.
Não me arrependo de coisa alguma. Se tivesse de começar tudo de novo, trabalharia da mesma forma, mesmo sabendo que ao final me aguardaria uma fogueira para a minha morte.
Pouco importa o que podem fazer os homens. Comparecerei diante do Todo-Poderoso. A Ele prestarei minhas contas, e sei que me absolverá"
(125 anos de Walter Richard Rudolf Hess) carta lida no LINCHAMENTO de Nuremberg antes dele receber a sentença de prisão perpétua.

Mike Pompeo: “Nós mentimos, enganamos e roubamos”

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Uma das características inevitáveis dos psicopatas é que, em algum momento, eles revelam publicamente seus crimes. Em seu subconsciente, seus crimes estão fervendo e, de repente, eles vêm à tona. Ou a verdade se revela na exposição orgulhosa de seus feitos, como eles teriam escapado ilesos de seus crimes, ou se trataria de um lapso freudiano.
Isso pode ser constatado em meu artigo de 2010, quando reportei uma fala do primeiro-ministro britânico David Cameron, diante de soldados no Afeganistão: “No 11/9, quando as torres gêmeas foram explodidas…”. Ele revelou sem querer que não foi um desabamento por causa do fogo, mas sim uma explosão planejada. Leiam meu artigo: “David Cameron: WTC foi explodido”.
Hoje eu apresento o exemplo de mais uma soberba, como a verdade veio à tona.
O atual ministro do exterior norte-americano, Mike Pompeo, antes de ter sido nomeado por Trump para este cargo, tinha sido chefe da CIA e admitiu em público que o serviço secreto norte-americano forma seus agentes para “mentir, enganar e roubar”.
“Eu fui diretor da CIA, nós mentimos, enganamos e roubamos, nós tínhamos cursos completos para essa formação. Lembra a glória do experimento norte-americano”, disse Pompeo recentemente no College Station, Texas.
Pior que sua admissão de como a CIA atua, onde ainda Pompeo esqueceu de mencionar outro método comum de trabalho da CIA, “nós assassinamos”, foram as risadas e os aplausos que Pompeo recebeu do público.
“Risadas e aplausos” dos néscios nada são diferentes daquilo que podemos presenciar hoje tanto dos seguidores fanáticos de Bolsonaro, assim como dos crentes petistas: tornou-se o norte atual aquele entusiasmo desprovido de qualquer reflexão crítica sobre o que foi afirmado.
Mas os norte-americanos sempre foram um bando abjeto de bárbaros. Começou com o genocídio contra as diversas tribos e índios nativos, pois quem foi mesmo que imigrou inicialmente da Europa para a América do Norte? A escória!
Pompeo confirmou como ministro do exterior, que toda a política externa norte-americana se traduz há mais de 300 anos apenas em mentiras, enganações e roubo. Sob Trump, tal modus operandi tornou-se ainda mais evidente.
Notem os anúncios de Trump sobre acordos internacionais, como o Acordo nuclear com o Irã, o tratado INF (Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário) com a Rússia e a atual rescisão do Tratado ATT (Tratado de Comércio de Armas Convencionais) em relação a países em guerra.
Trump se comporta como um gangster, ou como o malvado Darth Vader que disse “Eu modifico o acordo. Ore, e eu não mudo mais nada”, porque Lando reclamou sobre a quebra do acordo.
O ex-deputado norte-americano e candidato à presidência dos EUA, Ron Paul, disse a esse respeito:
“Isso me diz que algo está muito errado. Sobre as eleições de 2016, as pessoas já estavam decepcionadas com a CIA e com o Departamento de Justiça.”
Ele acrescentou, que “o mais surpreendente é que ele se vangloria disso, ele acha que é uma grande piada.”
O que isso nos diz sobre a moral do chefe da política externa norte-americana e sobre o próprio Trump, para quem ele responde? Eles não têm consciência, eles não têm honra e não mantêm sua palavra ou de seus antecessores.
Um mandato após outro, criminosos inescrupulosos ocupam a Casa Branca, e eles nos levarão a uma guerra mundial!
Um caminho para isso é a declaração de guerra dos EUA contra o Irã. A marionete sionista, Mike Pompeo, ameaçou agora qualquer país que ouse a comprar óleo do Irã a partir de 1º de maio. Cortar toda renda do Irã proveniente do petróleo é uma declaração de guerra!
Também contra a China!!!
Essa arrogância, ilegalidade, ignorância, infantilismo geopolítico e geoeconômico que estão embutidos nesta decisão de política externa, é a presunção que Washington pode decidir quem é o fornecedor de energia para a emergente superpotência China.
A lista de países ocidentais que seriam atingidos por essa “proibição”: Índia, Japão, Coréia do Sul, Taiwan, Turquia, Itália e Grécia. Eles se abastecem principalmente de petróleo iraniano.
Se o Irã continuar a ser encurralado, então Teerã – como anunciado – fechará o Estreito de Ormuz e 40% do petróleo mundial não passará mais por lá. O que isso significará para a economia mundial, cada um pode imaginar.
O preço do petróleo pode subir para 500 dólares/barril ou até 1000. Gasolina e Diesel se tornarão tão escassos e impagáveis, que todo comércio mundial entrará em colapso.
Uma guerra contra o Irã só atende aos interesses dos criminosos de guerra de Israel, que uma vez mais conduzem e incitam os EUA para sua próxima guerra no Oriente Médio.
Todas as guerras dos EUA contra o Iraque, Líbia, Síria e Iêmen, foram ou são executadas por ordem dos sionistas, que controlam completamente Washington. Trump faz tudo o que Netanjahu lhe ordena.
O que fazem os europeus? Eles se abraçam, cedem e fazem o jogo. Como se a Rússia apenas fosse observar. Se meter com potências atômicas como Rússia e China é a mais pura loucura!!!
Contemos com uma operação de falsa-bandeira no Golfo pérsico, os americanos vão fabricar uma desculpa para atacar o Irã, pois como Pompeo admitiu, eles mentem, enganam e roubam!
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O General Wesley Clark contou em uma palestra, o que ele teria ouvido após o 11/9 no Pentágono. Os EUA irão atacar SETE países no Oriente Médio, começando com o Iraque, então Síria, Líbano, Líbia, Somália, Sudão e Irã. Todos esses países foram presenteados com guerra desde o 11/9, MENOS o Irã, o que está prestes a acontecer!
Clark disse ao final que a política externa norte-americana foi solapada por um “putsch”. Os norte-americanos devem se perguntar, “por que eles estão nessa região? Qual é nosso objetivo, qual é nosso motivo? Por que estamos lá? Por que morrem americanos nessa região?”
O que ele não diz com clareza é: o Putsch foi realizado pelo “Lobby de Israel” e pelos defensores do “primeiro Israel”, pelos NEOCONS, que desde os anos 1990 dominam a política do Oriente Médio, indiferente de qual presidente ocupe a Casa Branca. O detalhe é que Trump se deixou rodear por essas pessoas e para ele Israel vem em primeiro lugar. Todas as guerras nesta região são feitas para proveito de Israel!

sexta-feira, 26 de abril de 2019

A cultura ocidental tem morrido uma morte politicamente correta - Paul Craig Roberts

É muito surpreendente o poder que os malucos politicamente corretos adquiriram sobre a linguagem, a arte e a literatura. É um sinal que o Ocidente está culturalmente morto.

            Quando os grandes museus renomeiam pinturas porque algum emocionalmente fracote declara o nome ser ofensivo, torna-se óbvio que os custodiadores da cultura ocidental têm perdido a crença deles na cultura ocidental.

            Quando universidades cobrem murais por causa de uma alegação que eles são ofensivos para pessoas cuja presença no campus é minúscula, se presente, você sabe que a aprendizagem não é mais o propósito da universidade.

            Quando uma pessoa está com medo de usar as palavras e termos de seus antepassados, você sabe que eles têm sido intimidados a abandonar mesmo a própria linguagem e maneiras de pensar deles.

            A cultura ocidental hoje consiste de pornografia, desvios sexuais, choramingo de fracos devastados por meras palavras, ódio a si mesmo, e plenos acovardados com medo de levantarem-se eles próprios contra o ataque devastador de ódio dirigido frente a eles pelas aberrações politicamente corretas.

            As pessoas politicamente corretas são o mais alienado e emocionalmente fraco elemento na sociedade. No entanto eles dominam na mídia, entretenimento, universidades, e mundo da arte. Como é possível que os que seguem as linhas das políticas de Washington para nos levar à guerra com pessoas reais – russos, chineses e norte-coreanos – dois países que já nos chicotearam uma vez – e persas, uma antiga raça que mesmo os romanos tiveram tempos difíceis? Pensam os tolos em Washington realmente que nossos militares homossexualizados, feminizados e transgêneros podem enfrentar russos, chineses e persas? Hollywood pode fazer todos os filmes que quiser com super-heróis do sexo feminino, mas super-heróis são a última coisa que as feministas e seus choramingos são.

            As reais questões para a multidão do politicamente correto são: (1) por que a guerra não é politicamente incorreta, e (2) por que não é politicamente incorreto para os árbitros da linguagem do politicamente correto falar por nós? Os racistas reais na América são aqueles que chamam o povo branco de racistas[1].

Tradução por Mykel Alexander


Notas


[1] Nota do tradutor: É fundamental ter em conta que atualmente, devido a ação do chamado pensamento politicamente correto, a palavra racismo, originalmente aplicada ao estudo das diferenças raciais sem se importar se apontar tais diferenças ofenderiam sentimentos, é usada não neste sentido científico, mas sim no de mero preconceito e postura de implicância gratuita para com outra raça. Portanto, os que acusam os brancos de serem racistas, segundo Paul Craig Roberts, não acusam os brancos de serem racistas no sentido original, o de aplicarem o saber das ciências e da cultura provando a existência das raças e suas diferenças, mas sim de que os brancos apenas possuem preconceito e postura de implicância gratuita para com outras raças. Existiram os que usaram dos argumentos das diferenças de raça, fossem legítimos ou falaciosos, para aplicar a exploração em outras raças, mas em geral isso resultou concomitantemente na exploração também da própria raça, uma vez que a motivação da exploração nunca realmente era a de motivos culturais e raciais, mas sim a de acúmulo de poder e riquezas, motivado por materialismo, sendo esta a causa da exploração geral no mundo, e não a realidade das diferença entre as raças.
Quanto ao assunto da raça, em sentido original, não o de preconceito e implicância, o livro de Charles Murray, Human accomplishment – The Pursuit of Execellence in Arts and Sciences, 800 b.C. to 1950, é fundamental para mostrar a contribuição das raças durante esse período no que se refere as grandes realizações humanas.

O atual arranjo cambial criada pela social democracia americana.

Pouco se comenta sobre isso, mas o arranjo de taxas de câmbio flutuantes é uma invenção extremamente jovem. Fará apenas 48 anos de idade em agosto deste ano.

No entanto, se você é do tipo que acompanha o que os economistas dizem, terá a impressão de que câmbio flutuante não apenas é uma espécie de lei que jamais deve ser transgredida, como, mais ainda, terá a impressão de que tal arranjo sempre predominou na história do mundo, e que para sempre predominará.

Nada mais falso.

A história da civilização ocidental, desde a Renascença em diante (em outras palavras, toda a história do capitalismo moderno), é majoritariamente uma história de moedas estáveis, atreladas ao ouro e à prata — e, em alguns casos, feitas realmente de ouro e de prata. Moedas flutuantes, com efeito, sempre existiram, mas sempre eram marginais, sem nenhuma importância. Os países de economia mais bem sucedida sempre tiveram uma moeda estável, atrelada ao ouro.

E foi assim até 1971. 

Em 1971, o mais bem-sucedido e mais influente país era, obviamente, os Estados Unidos, o qual, até então, sempre utilizara, desde o seu surgimento em 1789, uma moeda atrelada ao ouro. Os primeiros 182 anos da história americana ocorreram sob um padrão-ouro.

Aliás, a história é ainda maior: esses 182 anos de moeda americana atrelada ao ouro foram, na realidade, uma continuação de 600 anos anteriores de moedas européias atreladas ao ouro. 

E então, do nada, "algo aconteceu" — e deu-se início ao atual arranjo de moedas flutuantes, que perdura até os dias de hoje.

Este foi o evento econômico mais importante do século XX (sim, mais importante do que a queda do comunismo, pois a moeda afeta o padrão de vida de todas as pessoas do globo). O que foi que aconteceu para gerar este arranjo?

Para começar, podemos citar as coisas que não aconteceram. Não houve nenhum desastre econômico que deu início a este novo arranjo. Não houve nenhum fracasso monumental do sistema de padrão-ouro global, até então conhecido como o sistema de Bretton Woods. Não houve nenhuma reunião de líderes governamentais de todas as partes do mundo, em algum hotel de luxo, para criar um novo sistema global de moedas flutuantes. Não houve nem sequer uma proposta para se estabelecer um sistema global de moedas flutuantes.

Não houve tratados, referendos ou discussões, como os que precederam a criação da zona do euro. Quando o sistema global de moedas flutuantes primeiramente surgiu, no dia 15 de agosto de 1971, era para ser apenas uma medida temporária. Ninguém imaginou, à época, que um novo sistema estava surgindo par ficar.

O sistema global de moedas flutuantes, esse mesmo sistema que temos hoje, surgiu por acidente.

Como ocorreu

O ano era o de 1965. Economicamente, os EUA estavam no auge. Foi um dos melhores anos para a economia americana no século XX. Pergunte a qualquer americano que era um adulto à época e ele provavelmente concordará com essa afirmação.

Em 1965, os EUA estavam no padrão-ouro havia 176 anos. A classe média americana havia alcançado o apogeu da prosperidade, sendo a inveja de todo o mundo. Em termos relativos, o nível de prosperidade da época jamais seria equiparado novamente. Outros países como Alemanha, Japão e até mesmo o México estavam enriquecendo rapidamente, uma vez que eles também participavam do padrão-ouro global, tendo suas respectivas taxas de câmbio fixadas em relação ao dólar (o qual, por sua vez, tinha um valor fixo em relação ao ouro).

Em 1965, os EUA estavam vivenciando um boom econômico gerado pelos cortes de impostos sancionados pelo presidente Kennedy em 1963, e que entraram em vigência em 1964. Porém, e infelizmente, o então presidente Lyndon Johnson começou a aumentar os impostos novamente, pois tinha de pagar pela Guerra do Vietnã e, principalmente, pelos vastos e inéditos programas sociais que ele havia criado em seu programa A Grande Sociedade.

Já em 1969, o presidente Nixon dobrou os impostos sobre ganhos de capital, elevando a alíquota máxima para quase 50%. Houve uma recessão.

De olho nas eleições de 1972, Nixon começou a fazer de tudo para reativar a economia. Em 1970, ele colocou Arthur Burns na presidência do Federal Reserve, o Banco Central americano. Para reverter a recessão, Burns deu início a uma agressiva política monetária expansionista, reduzindo os juros e expandindo a oferta monetária e de crédito, sempre de acordo com os princípios das doutrinas keynesianas e monetaristas da época.

Isso deu origem aos fenômenos econômicos que hoje são conhecidos como "os choques da era Nixon". As tentativas de se implantar "políticas monetárias arbitrárias" entraram em conflito com o sistema de padrão-ouro vigente da época, que não permitia arbitrariedade na política monetária. 

Essa política monetária expansionista aumentou enormemente a quantidade de dólares no mundo. E quanto mais esses dólares se acumulavam nas mãos de governos estrangeiros, mais estes governos exigiam que fossem restituídos em ouro. O país mais agressivo em suas exigências era a França, liderada pelo principal conselheiro monetário de Charles De Gaulle, o economista defensor do padrão-ouro clássico Jacques Rueff. Isso gerou uma severa redução no estoque de ouro em posse do governo americano.

Com o tempo, a situação do governo americano foi se deteriorando até que as coisas chegaram a um momento decisivo. Nixon teria de abrir mão ou de sua política monetária frouxa ou do padrão-ouro. 

No dia 15 de agosto de 1971, um domingo, Nixon foi à televisão e disse que o governo americano não apenas não mais iria restituir dólares em ouro, como também declarou o fim do sistema de Bretton Woods, desatrelando completamente o dólar do ouro.

Ato contínuo, todos os outros países do mundo repentinamente se viram em uma situação sombria: quando o dólar estava atrelado ao ouro, estes países podiam simplesmente atrelar suas moedas ao dólar, e isso faria com que eles automaticamente também estivessem em um padrão-ouro (esse, em suma, era o sistema de Bretton Woods).  
Agora, no entanto, com a saída dos EUA do sistema de Bretton Woods, o dólar não mais tinha nenhuma ligação com o ouro. Pior ainda: o dólar começou a afundar em relação ao ouro (com a onça do ouro indo de US$ 35 para mais de US$ 600).

Todas as moedas estavam à deriva, sem nenhuma definição precisa para seu real valor.

Por um tempo, vários países tentaram se manter no jogo simplesmente mantendo suas respectivas moedas atreladas ao dólar, que agora era totalmente flutuante.

Mas em 1973 todos abriram mão. Haviam chegado ao limite. Não mais era possível atrelar suas moedas a uma moeda que agora era completamente fiduciária e que estava se desvalorizando acentuadamente. Os países desatrelaram suas respectivas moedas do dólar e, com isso, as moedas mundiais começaram a flutuar entre si.   

Consequência: o mundo entrou em um colapso inflacionário. A década de 1970 foi a década da inflação de preços — que alcançou níveis até então inéditos (nem a Suíça escapou) — e do declínio econômico.

A popularidade de Nixon se evaporou por completo, e ele se tornou o único presidente americano da história a ser ejetado do cargo no meio de seu mandato.

E assim se "consolidou" o arranjo cambial e monetário sob o qual vivemos até hoje: as moedas são destituídas de qualquer tipo de definição e os Bancos Centrais são livres para manipular a oferta monetária ao seu bel-prazer. 
E as consequências disso são vivenciadas diariamente.
Nathan Lewis