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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

O MUNDO AINDA É GOVERNADO POR DINASTIAS POLÍTICAS TRADICIONAIS


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Crédito: Reprodução

Em uma pesquisa publicada no Historical Social Research, duas pesquisadoras demonstraram que um a cada dez líderes mundiais provêm de famílias políticas já estabelecidas em seus respectivos países. Dos 1.029 casos de líderes executivos na África subsaariana, Ásia, Europa, América do Norte e América Latina entre os anos 2000 a 2017, 12% já tinham pés na política nacional.
Estes são os casos, por exemplo, de G. W. Bush (EUA), J. Trudeau (Canadá) e C. F. Kirchner (Argentina). Concluiu-se, a partir disso, que mesmo nas democracias liberais o pertencimento a famílias tradicionalmente ligadas ao poder capacita a vitória em eleições, pelo lastro político gerado pelo legado familiar.

B. Bhutto (Paquistão) e C. Kirchner (Argentina), dois exemplos de mulheres governantes provenientes de famílias políticas / Crédito: Wikimedia Commons

América do Norte e Europa são os continentes em que o fenômeno ocorreu com maior frequência, com 25 e 13%, respectivamente, de herança do poder por presidentes e primeiros-ministros.  Na América Latina, 11 dos 88 líderes estudados possuíam alguma ligação com chefes-de-estado antecessores. Na África, apenas 9% possuem essa característica.
A pesquisa também revelou que esse fator é ainda mais influente na eleição de líderes mulheres. Com cenários normalmente comandados por homens, 29% das líderes do Executivo no mundo conseguiram ascender por influência de seu capital político familiar, contra os 10% entre comandantes homens. Em todos os casos analisados, essas mulheres são as primeiras da família a entrarem com sucesso na política.

ANDRE NOGUEIRA

Projeto da ONU promove feminização de homens no Brasil

O projeto Homens Também Cuidam promovido pela ONU através do Fundo de População das Nações Unidas em parceira com o Instituto Papai tem como intuito a reeducação de meninos.
Segundo a postagem da própria UNFPA Brasil em postagem no Facebook “O processo de educação dos meninos com reações de agressividade, sob o argumento de que “isso é para ele aprender a ser homem” pode promover estilos de vida violentos e autodestrutivos.
O material em forma de livreto é de fato um propulsor da engenharia social globalista, na página 5, consta ” […] enquanto os homens seriam os guardiões da honra e da ordem no lar. Isso mudou! Hoje, a família é considerada um grupo de pessoas unidas por laços de afeto e de cuidado mútuo”.
O primeiro elemento a ser desconstruído é a figura masculina do guardião da honra e da ordem do lar. O segundo é a instituição familiar que passa a ser considerada como um grupo, ou seja, um aglomerado de pessoas.
Em seguida é exposto uma argumentação básica para conduzir o leitor a uma reflexão sobre a reedução masculina.

O importante a ser ressaltado é que todo processo de engenharia social procura mesclar conceitos desconstrucionistas a outros. Por exemplo, temos três conceitos reais como “Cuidar também faz bem à saúde”, “Gravidez é assunto de homem também”, “Pai não é visita”. Desta forma o mediador tem maior facilidade para remodelar o pensamento de quem é alvo do experimento. Um conceito novo sempre será apresentado junto a um elemento antropológico. O intuito é promover uma mudança silenciosa, porem permanente. Em outras palavras: há conceitos corretos que são posicionados junto a conceitos desconstrucionistas, criados pela engenharia social, para refazer a figura do homem, tornando-a mais feminina e menos “machistas”.
O descontrutivismo é aplicado assimetricamente dentro de cada quadrante. Observe a problematização no “Cuidar também faz bem à saúde de quem cuida”, “[…] a exigência da cultura machista se processa em duas direções: exige-se da mulher um ótimo desempenho no plano afetivo – “amor de mãe” ou “instinto maternal” – e, do homem, cobra-se principalmente a responsabilidade financeira – “não deve deixar faltar nada em casa”. Aos homens não cabe apenas a garantia de sustento da família. Homens também cuidam!”.
1º aspécto é massificar a ideia de que o homem é machista. 2º aspécto é dualizar a visão do homem machista: a mulher é a cuidadora e o homem é o provedor.
Essas preposições são usadas para que o leitor tenha experiência de que o sentido natural da feminilidade maternal é fruto do machismo enquanto o próprio homem torna-se uma vítima, condenado a ser o provedor. Todo o material foi produzido para quebrar laços antropológicos e instaurar uma nova cadeia de valores. No fim é apresentado uma síntese de tudo, na cartilha, apontado como “Outros pontos de vista sobre o cuidar”.
O Instituto Papai
É uma instituição mantida com apoio de ONGs globalistas, tais quais:
  • OAK Foundation
  • Fundação Bernard Van Leer
  • Fundação Ford
  • MenEngage Alliance
Além de órgãos oficiais:
  • Departamento de IST, Aids e Hepatites Virais do Ministerio da Saúde/ Governo Federal
  • FACEPE – Fundação de Amparo a Ciência e Tecnologia de Pernambuco
  • Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA – ONU)
  • OPAS – Organização Panamericana da Saúde
  • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
  • Conselho Regional de Psicologia (CRP 02)
  • Conselho Federal de Psicologia (CFP)
O instituto de cunho político, feminista, LGBT e educacional têm como missão a reeducação masculina. Uma educação feminista para homens.

ARCA DA ALIANÇA: ESTARIA A TÃO PROCURADA RELÍQUIA BÍBLICA ESCONDIDA NA ETIÓPIA?

A Arca da Aliança foi encontrada em Axum, cidade ao norte da Etiópia. É mantida dentro da Igreja de Nossa Senhora Maria de Zion e preservada pela única pessoa autorizada a ver o objeto: um guardião, que se diz disposto a morrer para proteger o baú.
Isso é o que diz Bob Cornuke, arqueólogo amador e presidente da organização Bible Archaeology Search and Exploration Institute (BASE), cuja sede fica em sua própria casa, no Colorado. Cornuke afirma que não viu a Arca — o acesso não teria sido autorizado.
Ainda assim, ele afirmou, em um post no site de sua organização, que as evidências que sua equipe descobriu são convincentes o suficiente.
A arca teria sido retirada de Jerusalém pelo rei judeu Manassés e levada pelo povo escolhido até a colônia judaica na Ilha Elefantina, no Egito, conta Cornuke. Dali teria seguido ao longo do rio Nilo, até um local escondido nas terras altas da antiga Kush, atual Etiópia.
O fascínio pela Arca da Aliança é compreensível. Segundo a Bíblia, ela teria sido construída para abrigar as duas tábuas de pedra contendo os Dez Mandamentos, que Javé escreveu com fogo e entregou a Moisés. A Arca guardaria, portanto, a própria caligrafia de Deus. O texto bíblico relata, com grande quantidade de detalhes, como o baú teria sido construído.
Ela teria cerca de um metro de comprimento por 66,6 centímetros de altura e largura, seria feita de madeira recoberta de ouro e decorada com dois anjos. Depois que os babilônios ocuparam Jerusalém, a arca desapareceu.
Se foi destruída ou oculta, ninguém nunca soube. O curioso é que os babilônios registraram por escrito tudo o que tomaram dos povos que conquistaram. E a arca não é mencionada nesses documentos.

Ilustração do suposto item desaparecido / Crédito: Reprodução


Lugares como Israel, Europa e Egito já foram alvos de teorias sobre o paradeiro do lendário objeto. Ninguém jamais apresentou nenhuma evidência palpável. A verdade é que Bob Cornuke não é o maior candidato a, finalmente, localizar a arca.
Cornuke se considera um arqueólogo bíblico, mesmo sem ter nenhum tipo de formação. Entre suas supostas descobertas, está o Monte Sinai — conhecido como Monte de Deus — e a Arca de Noé, que teria sido encontrada no Irã. Ele também teria localizado os mastros de um barco que naufragou com o apóstolo Paulo a bordo. 
"Acho ótimo ler histórias como a da Arca da Aliança. Mas não acredito, como um arqueólogo de campo, que podemos usar o método científico para provar ou desmenti-las", diz Fred Hiebert, arqueólogo e membro da sociedade do National Geographic.
Nem mesmo Bob Cornuke parece convencido de sua própria pesquisa. No próprio post em que anuncia o achado, ele afirma: “Neste ponto, não podemos dizer com certeza que seja, mas também não podemos dizer com certeza que não é”.

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

O Neoliberalismo é Inimigo do Brasil

Não é de se espantar que a direita nacional, sintetizada na figura de Jair Bolsonaro, uma vez empossada do poder executivo, tenha descartado de seu discurso qualquer resquício de nacionalismo. Bolsonaro, outrora partidário de valores econômicos relativos a soberania nacional, tão logo lançou sua candidatura, subordinou-se a si e, por conseguinte, o Brasil, aos interesses do grande capital internacional, assimilando a seu programa de governo a pauta neoliberal de Paulo Guedes, chancelado por seus apoiadores bovinos do Movimento Brasil Livre. Aquele mesmo Bolsonaro que nos anos noventa sugeriu o fuzilamento do então presidente Fernando Henrique Cardoso pela privatização da Vale do Rio Doce, agora adere a mesma pauta tucana sob o lema de “privatizar tudo”. Hoje a direita vale-se dos custos e da ineficiência dos órgãos públicos para legitimação de sua pauta econômica, desconsiderando os anos de desmonte empreendidos pelos governos anteriores sobre estas mesmas prestadoras públicas de serviço.
Há que se denunciar o caráter entreguista das privatizações de setores estratégicos para o governo, que sumariza, em última instância, o desejo de vender ao estrangeiro – isto é: Estados Unidos ou China – as riquezas naturais do Brasil sem tampouco eliminar o monopólio, apenas trocando o proprietário nacional por um estrangeiro descompromissado com o bem estar da nação. Ademais, existe um caráter cíclico indissociável de uma possível solução para a crise econômica: os países para os quais se deseja vender as estatais nacionais são os mesmos que, mediante os banqueiros americanistas e sionistas, fazem do Brasil refém de seus juros. Hoje os juros da dívida externa – a qual indubitavelmente já foi paga pela união – cresce à média de dois bilhões por semana. Diante desse cenário, deveria ser impensável subordinar o contribuinte as elites estrangeiras em detrimento de manter boas relações com os países que nos escravizam, mas a convicção do excecutivo nas medidas anti-nacionais que vem sendo empreendidas pelo Ministério da Economia, seguem no sentido da falta de governança sobre os cofres públicos, tornando inevitável, neste contexto de indiferença, o estrangulamento do trabalhador pela “mão invisível do mercado”.
No âmbito internacional, a autonomia nacional inexiste no contexto da exploração financeira dos grandes banqueiros, a qual é geradora de uma pobreza que desampara o povo mediante a dívida pública e a escravização pelo juros. Bolsonaro teria em suas mãos a change de desenvolver um sistema de soberania que rompesse com a finança internacional, com a falsa democracia das elites, mas infelizmente, o eleitorado fiel de o atual governo é composto, em sua maioria, por indivíduos os quais aderiram a mentalidade liberal, à crença racista de que a nação brasileira é incapaz de ser soberana e independente, o que invariavelmente leva a esse desejo de ser subalterno a potências econômicas alienígenas.
Em tempos remotos, o brasileiro médio, hoje adepto do “bolsonarismo”, ainda bradava que “o petróleo é nosso”, “a Amazônia é nossa”, desinteressado pelo discurso populista da privatização e do loteamento do território nacional mediante “concessões”. Contudo, o agravamento da crise econômica suscitou muitos discursos embasados em um liberalismo encarregado em falir a autodeterminação de qualquer poder nacional, subjugando o Estado brasileiro aos desmando dos poderosos, transgredindo a autonomia do governo, as pautas morais e os valores do povo em detrimento da acumulação de capital.
Não existe solução saudável para o problema econômico do Brasil senão o calote direto e deliberado, a exaltação do patrimônio nacional em uma narrativa totalizante que vise libertar o Brasil das algemas econômicas externas, em busca de uma moeda forte sem lastro no dólar, com uma economia que valorize nossas riquezas naturais aliada a um poderio bélico militar condizente com o território nacional. Há que se desenvolver uma espécie de nacionalismo econômico, indissociável da compreensão geral de “nacionalismo”, o qual tenha em vista a assegurar a vigência da autoridade estatal sobre seu próprio mercado e, por conseguinte, sobre suas próprias leis, desgarrado das políticas econômicas neoliberais que nos são impostas pelo NAFTA e pela União Europeia – organizações compostas por países os quais adotam para si um sistema econômico protecionista e regularizado. É preciso por em descrédito a concepção vigente no consciente coletivo de que tudo o que advém da alocação estatal de recursos é necessariamente inferior a administração privada, uma vez que esta última visa, não o serviço, mas o lucro monetário individual.


quarta-feira, 28 de agosto de 2019

A relação entre judaísmo e comunismo


Muito se fala hoje em dia, por parte de uma Direita Liberal-Conservadora, em uma defesa valores “cristãos” traduzidos como “judaico-cristãos”, sendo que esse último apresentasse como uma verdade moderna mas de teor artificial, uma vez que a ideia centra e original de “cristianismo” é totalmente apartada da ideia milenar de “judaísmo”. Assim, a maioria das pessoas tende a englobar o judaísmo-sionista internacional (político-religioso e ideológico) como parte da ideia central de um “conservadorismo” ocidental, uma espécie de defesa de valores.
 
Entre os próprios defensores do sionismo/judaísmo internacional não é bem assim. Ao longo da história, isso tem sido comprovado. Muitos rabinos judeus reconhecem que a maior causa dos problemas que suas comunidades tinham com as sociedades europeias do começo do século XX e final do XIX estava no apoio central da burguesia judaica em torno do comunismo internacional. Reconhecem muitos israelitas de hoje que o judaísmo internacional (incluindo as altas finanças) foram os principais fomentadores da ideologia marxista do período citado.
Dado hoje o enterro da força de tais e ideias e tendo hoje o marxismo/anarquismo/stalinismo militante e proletário dado lugar a uma versão liberal da coisa, o progressismo de esquerda, julgado “antagônico” ao conservadorismo moderno, expomos aqui como foi o apoio e desenrolar de tais ideias através do judaísmo internacional nas palavras de seus próprios apoiantes.
Cohan escreve em “The communist”, nº 72 (Kharkov, 12 de Abril de 1919):
Sem exagero, deve-se dizer que a grande Revolução Social russa foi afetada pelas mãos dos judeus. Teriam podido eles mesmos – a obscura e oprimida massa de trabalhadores e granjeiros russos – ser capazes de destruir a burguesia? Não. Foram precisamente os judeus os quais dirigiram o proletariado russo ao amanhecer da Internacional; e agora, dirigem a causa soviética que ainda pertence às suas mãos. Devemos estar tranquilos, porque o Exército Vermelho está sob controle do camarada Leon Trotsky. É verdade que não existem judeus nas filas desse exército, mas nos comitês e organizações soviéticas, como comissários, eles dirigiram as massas proletárias russas à vitória. Não sem razão, durante as eleições de todas as instituições soviéticas, os judeus vencem por uma esmagadora maioria. O símbolo do judaísmo, que lutou contra o capitalismo durante séculos, converteu-se no mesmo símbolo do proletariado russo, o qual se pode notar na adoção da estrela vermelha de cinco pontas, que, na Antiguidade, como bem se sabe, foi símbolo do sionismo e do judaísmo. Ele traz a vitória; com o seu sinal, vem a morte dos parasitas da burguesia”. 
O rabino Lewis Browne, em seu livro “Que estranho Deus”:
“Nós pretendemos fazer com os gentis o mesmo que os comunistas estão fazendo na Rússia”.
Anotações desse mesmo livro também pelo rabino Lewis Browne:
“Nenhum agitador desejou com tanta vivacidade a Revolução Francesa de 1848 que dois judeus: Heinrich Heine e Ludwig Borne. Foi um judeu, Leon Trotsky, quem dirigiu o Exército Vermelho e salvou a causa comunista na Rússia. Foi um judeu, Karl Liebnecht, ajudado por uma judia, Rosa Luxemburgo, que dirigiu a sublevação espartaquista na Alemanha. Foi um judeu, Bela Kuhn, que implantou o regime vermelho na Hungria. Foi um judeu, Kurt Eisner, quem dirigiu o golpe socialista na Bavária. Para o judeu, a atividade revolucionária parece ser o único caminho para a autêntica liberdade”.
O professor Niebur, em certa fala no Instituto Judaico de Religião (Nova Iorque, 03 de Outubro de 1934):
“O marxismo é a forma moderna da profecia judaica”. 
Hermalin, judeu comunista (Nova Iorque, 1917):
“A Revolução Russa foi feita por judeus. Nós temos criado as Sociedades Secretas e planejado-as ao reinado do terror. A Revolução triunfou por nossa propaganda convincente e com nossos assassinatos em massa – tudo com o propósito de formar um governo verdadeiramente nosso”.
No periódico russo “Para Moscou” (Moscou, Setembro de 1919):
“Não se deve duvidar que o povo judeu, que foi oprimido durante séculos por reis e czares, é realmente o proletariado, a Internacional que não tem país”.
Angelo S. Rappaport em “Os pioneiros da Revolução Russa”, publicado por Stanley, Paul & Co., na pg. 250 (Londres, 1918):
“Na Rússia, os judeus foram totalmente responsáveis pela Revolução”.
S. Rappaport também em “Os pioneiros da Revolução Russa”:
“Através da história, o espírito judaico tornou-se revolucionário e subversivo, mas com a ideia de construir algo sobre as ruínas”.
Moritz Rappaport, na Revolução de 1918 na Alemanha:
“A Revolução recorda-nos novamente a importância da questão judaica, posto que os judeus são o seu elemento condutor”.
Em “Jewish Tribute” (05 de Julho de 1922):
“A Revolução alemã é resultante dos judeus; os partidos liberais democráticos têm um grande número deles como líderes, que ocupam um papel predominante nas oficinas do Alto Estado”.
Maurice Samuel, em seu livro “Vocês Gentios”, pg. 155:
“Nós, os judeus, os destruidores, sempre permaneceremos como tais. Nada do que vocês façam satisfará nossas necessidades e demandas. Sempre destruiremos, porque necessitamos do mundo em nosso poder”.
Em “The Maccabean”, órgão sionista judaico, pg. 250, sob o título de “Uma Revolução Judaica” (Nova Iorque, Novembro de 1905):
“A Revolução na Rússia é uma Revolução judaica – também uma crise na história judaica. É uma Revolução judaica porque a Rússia é o lugar de cerca da metade dos judeus do mundo, e a derrocada de seu despótico governo deve ter uma influência muito importante no destino de milhões que vivem ali, bem como nos muitos milhões que emigraram recentemente para outros países. Porém, a Revolução na Rússia é uma Revolução judaica também porque os judeus são os mais ativos revolucionários do império do Czar”. [1]
Em “Crônica Judaica” (Londres, 04 de Abril de 1919):
“Há um feito importante no bolchevismo: é o de que muitos dos judeus são bolcheviques. Os ideais desse princípio estão em consonância com muitos dos mais altos valores do judaísmo”.
Rabino Judah L. Magnes, falando na Conferência Nacional dos Estados Unidos (Abril de 1918):
“Pretendo ser um autêntico bolchevique. Posso dizer, definitivamente, que o Presidente dos Estados Unidos, em certo tempo, apelará a todos os governos aliados para conseguir uma paz imediata, sob os princípios avançados do bolchevismo na Rússia”.
O sábio judeu londrinense Dr. Oscar Levy, em “O significado mundial da Revolução Russa”:
“Nós, os judeus, estamos gravemente equivocados. Nós, que temos alardeado de ter dado ao mundo o salvador, não somos hoje mais que trapaceiros, seus destruidores, incendiários e executores. Temos prometido um novo paraíso, mas damos um novo inferno”.
Zinovief, Presidente da III Internacional Comunista, no Congresso 19 de Dezembro de 1925:
“Temos exterminado os capitalistas e aos proprietários na Rússia. Vamos fazer o mesmo com a inteligência da Europa e América”.
B.A.M. Shapiro, um novaiorquino que se autodenomina um cristão por fé e judeu por raça, em seu folheto “A grande ameaça da América”:
“Chegou o momento em que os patriotas judeus da América devem sentir a grande responsabilidade pelo feito diabólico do comunismo, planejado e realizado por Israel”.
O rabino Judah L. Magnes (Nova Iorque, 1919):
“Quando o judeu realiza seu projeto, sua devoção à causa dos trabalhadores, dos miseráveis e deserdados do mundo, sua caridade radical o leva ao fundo das coisas. Na Alemanha, se converte em um Marx e em Lasalle, Haas e Edward Bernstein; na Áustria, em um Victor e Friedrick Adler; na Rússia, em um Trotsky. Perceba, por um instante, a situação nesses países. A Revolução libera uma força criativa; perceba que grande parte dos judeus conseguiram para si serviços imediatos. Revolucionários socialistas, mencheviques e bolcheviques, minorias e maiorias socialistas ou como quer que se denominem, eles se encontram entre os líderes dos trabalhadores de rotina de todos estes partidos revolucionários”.
Kennan Rettels History” comentando como Jacob H. Schiff financiou a propaganda revolucionária no Exército Czarista, no “New York Times” (Nova Iorque, 24 de Março de 1917):
“Mr. Kenan falou do trabalho dos Amigos da Liberdade Russa na Revolução. […] Disse que durante a guerra russo-japonesa, estava em Tókio e que permitiu-se-lhe fazer visitas a doze mil prisioneiros russos em mãos nipônicas, ao término do primeiro ano de guerra. Concebeu a ideia de que a propaganda revolucionária penetrasse no exército russo. […] As autoridades japonesas ofereceram e deram-lhe permissão, depois da qual pediu à América toda a literatura revolucionária que tivessem em mãos. Disse que um dia, tal Dr. Nicolás Russel viria vê-lo em Tókio; disse-o que havia sido enviado para ajudá-lo no trabalho. […] O movimento foi financiado por um banqueiro nova-iorquino, ao qual todos conhecem; tão logo, recebemos uma tonelada e meia de propaganda revolucionária russa. Ao fim da guerra, cinquenta mil oficiais e soldados russos voltaram às suas terras sentindo-se ardentemente revolucionários. Os Amigos da Liberdade Russa espalharam 50.000 sementes de liberdade em 100 regimentos russos. Não sei quantos desses oficiais e soldados estavam na fortaleza de Petrogrado na última semana, porém é certo que o exército esteve na Revolução.
Então, leu-se um telegrama de Jacob H. Schiff: ‘Diria, de minha parte, aos presentes na reunião desta noite, o quanto lamento por estar impossibilitado de celebrar com os Amigos da Liberdade Russa a atual recompensa daquilo que temos esperado e lutado por tantos anos”.
Em “The American Hebrew” ,10 de Setembro de 1920:
“Fora do caos econômico, o judeu descontente organiza o capital com seu instrumento de trabalho – o sistema bancário. […] Um dos mais impressionantes fenômenos de nosso tempo é a revolta dos judeus contra o Frankenstein que eles próprios conceberam, que suas próprias mãos modelaram. […] O logro da Revolução bolchevique russa, destinada a figurar na história como o sombrio resultado da guerra mundial, saiu de mentes judias, do descontentamento judaico, do seu esforço por reconstruir-se. […] O que o idealismo e o descontentamento judaico contribuíram tão poderosamente ao logro na Rússia, são as mesmas históricas qualidades do coração e mente judaicos que tende a provocar em outros países. […] Os judeus oprimirão a América, como a Rússia dos czares, com falsa repreensão de serem os destruidores do poder na posição de um inimigo irreconciliável? Ou se aproveitarão de seu gênio e dos gênios peculiares de cada raça? Esta é a questão que o povo americano deve contestar”.
James Waterman Wise, filho do rabino S. Wise, em “Sinagoga Livre”, questionando se a crescente onda de corrente fascista haveria de prejudicar os judeus [28 de Janeiro de 1934]:
“O que fazemos, como judeus, é enfrentar duramente o fascismo, em qualquer forma sua. O próximo passo que temos de dar assim que possível, pelo interesse dos trabalhadores, é o de agarrar todas as indústrias das nações e não deixar nada em pé, mesmo que tenhamos de usar a violência”.
Alfred Nossig em seu livro “Integrales Judentum” (Berlim, 1922):
“O socialismo e a Lei Mosaica não são opostos; todos os grupos judaicos possuem um interesse vital na vitória do socialismo, não somente por seus princípios, nem também por sua identificação com sua doutrina, mas, sobretudo, pelo terreno tático. Ao judeu socialista, reserva-se um lugar de papel importante no partido terrorista comunista”.
Hermann Bernstein, jornalista estadunidense, poeta, romancista, dramaturgo, tradutor, ativista judeu e diplomata:
“A questão judaica está intimamente ligada com todas as fases da vida industrial, social e política do povo russo, e sem a emancipação dos judeus, o rejuvenescimento da Rússia é inconcebível”.
Theodor Herz, líder sionista, em “O Estado Judaico”:
“Quando nós judeus nos arruinamos, convertemo-nos no proletariado revolucionário (comunista); quando nos levantamos, também se levanta nosso terrível poder de riqueza (capitalista)”.
O escritor Alter Brody, em “New Masses”, pg. 14. (12 de maio de 1936):
“O inegável problema do judeu pode somente ser resolvido em uma sociedade socialista”.
Artigo de James Waterman Wise, filho do rabino chefe S.S. Wise. “New Masses”, controlado por judeus (19 de outubro de 1935):
“’Os judeus não são comunistas’ é o refrão emitido em conjunto por Dr. Cyrus Adler, presidente do Comitê Judaico Americano, Alfred M. Cohen, presidente da B’Nai B’rith e B.C. Kladek, presidente do Comitê Laboral Judaico. […] Esses senhores negam histericamente que o comunismo é judaico e repudiam freneticamente os judeus que são comunistas. […] Sua declaração difama a Rússia soviética e mente sobre o povo judeu. […] Por trás de frases altissonantes, existe um mascaramento às potências nacional-socialistas da América para o assassinato de judeus.[…] Vamos analisar sua declaração. A primeira tenta demonstrar que os judeus da Alemanha e de outros países não eram e não são comunistas. A segunda, que o comunismo e a União Soviética são inimigos dos judeus e do judaísmo. Dizem que a Rússia Soviética que entre os 36 comissários que a constituem somente dois são judeus. […] É possível que os chefes do Comitê judaico-americano, a B’nai B’rith e o Comitê Laboral Judaico não tenham nunca sequer ouvido falar em Litinoff, Yaroslovsky, Kaganowitch, Radeck, Bella Kun? Os judeus que negam que muitos dos seus congêneres são judeus, burlam coisas deles próprios. […] Os senhores que hoje negam os judeus comunistas, negarão amanhã os judeus socialistas? Ultimamente, esses super-patriotas consideram verdadeiros americanos somente os judeus que estão dentro de organizações fascistas e grupos de vigilância. […] Está suficientemente claro que os autores dessa peça perfídia não representam as verdadeiras massas de judeus americanos. Para contrastar, seu veneno que aclama por repetição, os judeus devem tomar ativas e positivas medidas. Deve existir um estreitamento da frente unida contra o fascismo. E, ao tomar parte na forma dela, os judeus da América se auto-proclamarão comunistas”.
Rabino Abba Hillel Silver, em seu livro “O impulso democrático na história judaica” (1928):
“O impulso democrático na história judaica recalca a persistência e dominação, igualmente na esfera política, econômica e religiosa, e admite, na vida nômade do deserto, que seus antepassados, em tribos, eram de estrutura comunista”.
Raffes, bem conhecido líder bolchevique judeu:
“O ódio do czarismo contra os judeus estava justificado, desde 1860 em diante. Em todos os partidos revolucionários, o governo teve de contar aos judeus como os membros mais ativos”.
J. Olginm, em seu iídiche “Freedom in the Morning” (Nova Iorque, 07 de agosto de 1936).
“As tendências judaicas da Frente Popular na Espanha declaram que esta é a maior anfitriã contra o anti-semitismo e pela defesa dos direitos do povo judaico. […] Fazem-se coletas nas casas de lá para ajudá-la. Elas são tão importantes para os aqueles que lutam na Espanha, como para as massas nos Estados Unidos. Os espanhóis que lutam podem estar seguros de que um grande número de trabalhadores na América toma parte de uma ação de solidariedade internacional tangível. […] Trata-se de algo necessário que deverá se desenvolver em uma base, pela organização de Frente Popular. Porém, isso é o que alguns judeus me disseram sobre a atitude do recolhimento de contribuições. Quando se deu início, o pedido de fundos para a Revolução espanhola em uma casa de roupas de Nova Iorque, alguns dos trabalhadores, uma minoria, protestaram que não podiam contribuir porque ‘não haviam esquecido o que a inquisição espanhola havia feito aos judeus. […] Não é necessário recordar aos judeus que os ‘rebeldes’, como são chamados pela imprensa, colocaram todos os judeus no Marrocos espanhol, que está sob seu controle, em campos de concentração. […] A questão, sem dúvida, é mais ampla. A guerra que se leva a cabo na Espanha, abarca algo a mais que o território espanhol. É de vida ou morte para os judeus do mundo. […] Quando a Frente Popular vencer definitivamente na Espanha, se reforçará a frente francesa e dará um ímpeto para as outras frentes populares de todo o mundo. […] Isto fará mais segura a posição dos judeus nos países capitalistas, de onde ainda existe a democracia burguesa, e acelerará o final do fascismo naqueles países onde a suástica e a camisa negra são agora donos supremos. […] Por isso, cada judeu deve apoiar a luta da Frente Popular na Espanha.
No “New York American”, citando uma conexão da Agência Telegráfica judaica desde Paris (Nova Iorque, 14 de Abril de 1936):
“O judaísmo internacional está definitivamente ao lado do governo espanhol”.
No mesmo periódico, no comentário feito por David Dublinsky, Presidente da União Radical Internacional de Trabalhadores de Confecção (Nova Iorque, 05 de agosto de 1936):
“Supri a necessidade de ajudar a Frente Popular na Espanha, ordenando a nossas centrais que lhes enviasse cinco mil dólares”. [2] [3]
Otto Weininger, em seu livro “Sexo e caráter” (Viena, 1921):
“A ideia da propriedade está indissoluvelmente unida com a individualidade. Esta é uma das razões pela qual os judeus se unem em grande número ao comunismo”. Pg. 406.
“O judeu é um comunista”, pg. 413.
“O judeu é totalmente incapaz de compreender a ideia de Estado”, pg. 407.
Kadmi Cohen, em seu livro “Nômades” (1928):
“O instinto de propriedade, resultante do amor pela terra, não existe para os semitas; esses nômades nunca possuíram e nunca irão possuí-la. Resultam disso suas indiscutíveis tendências comunistas, desde a velha antiguidade”. Pg. 85
“Somente se necessita lembrar os nomes dos grandes judeus revolucionários do século XX, como Karl Marx, Lasalle, Einser, Bela Kuhn, Trotsky e Leon Blum, para assim enumerar os teóricos do socialismo moderno. Os judeus têm dado muitos líderes aos movimentos marxistas e têm estado como que jogando em uma parte considerável deles.[…] As tendências judaicas acerca do comunismo, à parte de toda cooperação material às organizações de partido, são a surpreendente confirmação que encontraram na aversão que um grande judeu, o grande poeta Heinrich Heine, sentia pela lei romana. As causas subjetivas e passionais da revolta de Rabbi Akiba e Bar Kocheba no ano de 70 a.C. contra a Pax Romana e o Jus Romanum, compreendidas e sentidas, subjetivamente, por um judeu do século XIX, o qual, aparentemente, não tinha ligação com sua raça. […] E os judeus revolucionários, e os comunistas judeus, que lutam contra o princípio de propriedade privada, como é o Codex Juris Civilis de Justiniano e Vulpiano, não fazem a mesma coisa que fizeram seus antepassados que resistiram a Vespasiano e Tito?”. Pg. 86
Em “L’Univers Israelite” (Paris, 05 de setembro de 1867):
“A Revolução, com sua igualdade e fraternidade, é a estrela de Israel”.
Em “Archivens Israelites” (Paris, 06 de julho de 1889):
“O ano de 1789 é um novo passo: a Revolução Francesa tem um surpreendente caráter hebreu”.
Elie Eberlin em seu livro “Judeus de hoje” (Paris, 1928):
“O ‘paleosionismo’ segue seu labor na Rússia, Palestina e em as todas partes; nesta hora aparece como o único partido proletário internacional. Uma de suas frações se une à internacional comunista, enquanto que a outra à internacional socialista”. Pg. 24
“Através de sua existência autônoma, o povo judeu experimentou muitas formas de governo. Porém, nem a ditadura paternal do grande Moisés, nem a Monarquia regida por uma constituição religiosa, nem a república dos fieis, sob presidência do sumo sacerdote, nem sequer o despotismo dos últimos reis de Roma podem satisfazer um povo sonhador. Os judeus sempre tiveram um governo, porém nunca o suportaram”. Pg. 134.
“Por certo, os judeus não puderam manter seu próprio Estado entre os Estados da Antiguidade e fatalmente tiveram de converter-se no fermento revolucionário do mundo”. Pg. 142
No bolchevismo existe a ideia judaica, tal como a renúncia unida à recompensa no outro mundo e a busca da felicidade neste. Porém, esta ideia, que marca o triunfo dos valores judaicos sobre os mistico-cristãos é, agora, comum a todos os povos”. Pg. 155
Bernard Lazare, em seu livro “Anti-semitismo e suas causas” (Paris, 1894.):
“Os judeus tomam parte nas revoluções e nelas mantêm-se como jogadores. Seu espírito é consciente e essencialmente revolucionário. Ou, de outro modo, pode-se dizer que o judeu é um revolucionário nato”.
Publicado originalmente em 6/9/2009.

Nota:

[1] Em 1905, quando a primeira Revolução judaica na Rússia aconteceu, o Comitê Central compôs-se dos bem conhecidos revolucionários: Lênin (Ulianov), Rykov, Krassin (Vinter), Bogdanov e Postalovski.
[2] O mesmo periódico publicou, em 10 de outubro de 1936, uma fotografia do cheque.
[3] O cientista judeu Einstein anunciou seu apoio ao governo vermelho espanhol, em fevereiro de 1937, assim como o judeu Charlie Chaplin (Levinsky).