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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

COMO SERIA SE ROMA NÃO TIVESSE SE CONVERTIDO AO CRISTIANISMO?


Teto de uma capela romana
Teto de uma capela romana - Getty Images

No século 3, o mitraísmo era o principal concorrente do cristianismo em Roma. Havia pelo menos 40 templos na cidade e outras dezenas ao longo do império.
A religião só não vingou porque foi banida em 380, com o Edito de Tessalônica, do imperador Teodósiom junto com todas as outras práticas politeístas. A fé cristã passou a ser a oficial do império. Sem isso, o cristianismo até emplacaria, mas seria bem menor do que é hoje. Afinal, passaria um bom tempo na clandestinidade.
Grande, mesmo, seria o mitraísmo. O carimbo de Roma lhe garantiria poder político e militar. Seria a apoteose de Mitra, cuja carreira entre os deuses remonta a quase 4 mil anos. Começou sendo protetor das tribos da Pérsia e se popularizou na Índia e na Babilônia, onde foi associado a Shamash, o deus Sol.
Por volta de 1000 a.C., o profeta Zaratustra (ou Zoroastro) reformulou o panteão persa e transformou Mitra num guerreiro que ajudava as forças do bem contra o mal.
O mitraísmo só despontou como religião independente no século 3 a.C. e foi levado a Roma no ano 67 por legionários. O culto logo se espalhou entre os militares, políticos e escravos, encantados com a bravura de Mitra. Eles o identificavam com o deus Invictus, o “Sol Invencível”. E acreditavam piamente em sua mensagem de salvação. O mundo seria bem diferente.
Para começo de conversa, se Roma não virasse cristã o Vaticano não existiria, pois a Igreja ganhou as terras de Roma. E Johann Sebastian Bach, sem apoio do papado, nunca teria se tornado um dos maiores compositores da história.
Além disso, o 25 de dezembro marcava o Festival do Sol Invencível em Roma. Mitra foi incorporado ao ritual no século 3 – e seu nascimento passou a ser festejado na mesma data. Com a adoção do cristianismo, a Igreja adaptou a simbologia à história de Jesus. Não fosse isso, hoje o Natal seria em homenagem a Mitra.
O islamismo, que estaria presente na península ibérica na época na descoberta do Brasil, seria uma religião mais popular e menos dogmática – sem as Cruzadas e a expulsão da Europa. O judaísmo seria mais popular: não enfrentaria a Inquisição católica nem as conversões forçadas da Idade Média, comuns em Portugal.
SIMONE BITAR

“Holocausto judeu” – O que aconteceu realmente

O “Holocausto” foi o sistemático extermínio executado de forma industrial de 6 milhões de judeus europeus realizado pela Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Pelo menos isso é fato consumado para a maioria das pessoas. Quem duvida é ameaçado com o código penal em diversos países europeus. Porém, quem tenta impor aos outros sua opinião através da força da lei, levanta a suspeita de que seus argumentos se esgotaram e sua defesa só pode ser feita através da violência. Divulguem!!
Para descobrir qual lado está certo ou, ao menos, se aproxima mais da verdade, precisamos, inicialmente, examinar os documentos contemporâneos alemães.
Até 1941: O governo do Reich fomenta a emigração judaica
A política para a Questão Judaica do NSDAP (Partido Nacional-Socialista do Trabalhador Alemão) visava, desde o início, de forma consequente, reduzir a influência judaica na Alemanha, estimulando o maior número possível de judeus alemães a emigrar. Para o primeiro objetivo, serviram as numerosas leis promulgadas a partir de 1933, que limitavam a parcela de judeus como advogados, médicos, etc., por meio de cotas máximas e estreitaram os direitos econômicos e políticos dos judeus. Isto aconteceu até 1938, sem emprego de violência. Até a “Noite de Cristal”, a 9 de novembro de 1938, nenhum judeu foi internado em um campo devido à sua origem. Quando judeus ficaram detidos em um campo de concentração (KL), então isto aconteceu porque eram opositores políticos militantes do Regime-NS (ou porque eram criminosos).
Para fomentar a emigração judaica, os nacional-socialistas cooperavam, estreitamente, com organizações sionistas que estavam interessadas na emigração de judeus alemães para a Palestina. Esta cooperação foi documentada por vários autores, como Edwin Black [20], Francis Nicosia [21] e Ingrid Weckert [22].
Como os britânicos criavam obstáculos à imigração judaica para a Palestina, esta ocorreu de forma muito lenta e a maioria dos judeus preferiu, de qualquer modo, outros países de emigração, por exemplo, os EUA. Porém também estes países criaram obstáculos à imigração judaica.
A 26 de agosto de 1938, cinco meses após o Anschluss (anexação da Áustria à Alemanha), foi criado em Viena uma “Repartição Central para a Emigração Judaica”, sob a direção de Adolf Eichmann. A 11 de fevereiro de 1939 seguiu-se a fundação de uma “Central do Reich para Emigração Judaica”, em Berlim [23], conduzida por Reinhard Heydrich e, a 15 de julho de 1939, após a criação do Protetorado da Boêmia e Morávia, Eichmann recebeu a ordem de Göring para instalar também em Praga uma Repartição Central desta natureza. [24]
Com a campanha na Polônia, um grande número de judeus poloneses ficou sob o domínio alemão, de maneira que a “Questão Judaica” não mais podia ser solucionada pela emigração. A 24 de junho de 1940, Heydrich escreveu ao Ministro das Relações Exteriores, Joachim Ribbentrop: [25]
“Desde a incumbência da tarefa através do meu departamento em 1 de janeiro de 1939, emigraram até agora mais de 200.000 judeus da área do Reich. O problema global – trata-se já de ao todo 3,25 milhões de judeus nas áreas sujeitas à soberania alemã atual – porém, não mais pode ser solucionado pela emigração. Será necessária, portanto, uma solução final territorial.”
A “Solução Final da Questão Judaica” era, portanto, de natureza territorial!
A placa acima está à vista hoje em Berlim-Charlottenburg, Meinekestraße 10, e homenageia o Departamento Palestina da Agência Judaica que atuou no local até o final de 1941. Neste Departamento Palestina, a “Jewish Agency” liderava um conjunto de 30 outras organizações sionistas para imigração dos judeus. Ou seja, aquelas organizações que há mais de 60 anos organizam o holo-estelionato, operaram a imigração dos judeus a partir da capital do Reich até o final de 1941. Todavia, a historiografia oficial alega que neste mesmo período já estaria ocorrendo o suposto extermínio. Esta contradição não deixa de ser mais uma evidência: não existia um plano de extermínio, mas sim um plano de deportação.
As Deportações em Massa para as áreas ocupadas do Leste
Inicialmente, a cúpula nacional-socialista analisou a concretização do Plano Madagascar, concebido já em 1885 pelo político prussiano Paul Lagarde e abordado após a Primeira Guerra Mundial, em círculos anti-judaicos de vários países europeus, que previa a mudança dos judeus europeus para Madagascar. [26] Todavia, este plano não pôde ser concretizado porque faltavam navios e os ingleses controlavam as vias marítimas. Ao invés disso, os judeus deveriam ser agora deslocados para as regiões soviéticas ocupadas do Leste, através do Governo Central (Nota: Generalgouvernement = governo do Reich na Polônia). O novo curso da política judaica do NS foi comunicado aos quadros mais elevados do partido durante a Conferência de Wannsee, a 20 de janeiro de 1942. No protocolo da conferência constava, entre outras considerações: [27]
“Por ordem do Marechal do Reich [Göring] foi instalada em janeiro de 1939 uma Central do Reich para a Emigração Judaica, cuja direção ficou a cargo do Chefe da Polícia de Segurança e do SD [Heydrich]. […] Neste ínterim, o Reichsführer e o Chefe da Polícia Alemã [Himmler], tendo em vista os perigos de uma emigração durante a guerra e considerando as possibilidades do Leste, a emigração dos judeus acabou sendo proibida. Ao invés da emigração, surgiu agora uma outra possibilidade de solução consoante correspondente prévia autorização pelo Führer, relativa à evacuação dos judeus para o Leste.”
Quanto ao persistente mito, segundo o qual durante a Conferência de Wannsee ficou decidido o extermínio dos judeus, o historiador israelita Yehuda Bauer, já em 1992, aplicou o tiro de misericórdia; ele escreveu então: [28]
“O público continua a repetir, como antes, de forma incansável, a história disparatada que o extermínio dos judeus teria sido determinado em Wannsee.”
A 10 de fevereiro de 1942, Fritz Rademacher, dirigente do departamento judaico no Ministério do Exterior, em uma carta ao enviado Harald Bielfeld, comunicava o seguinte: [29]
“Em agosto de 1940, entreguei a V.Sa., para seus autos, o plano desenvolvido pelo meu Setor para a solução final da questão judaica, pelo qual a Ilha de Madagascar, reivindicada pela França no Contrato de Paz, deveria ser entregue à concretização da tarefa. Porém, a realização prática da tarefa deverá ser transferida para o Departamento de Segurança do Reich. […] A guerra contra a União Soviética neste ínterim criou a possibilidade de serem disponibilizados outros territórios para a solução final. Assim sendo, o Führer decidiu que os judeus não mais serão expulsos para Madagascar, porém para o Leste. Madagascar, portanto, não mais precisa ser considerada para a solução final.”
As primeiras deportações para o leste já haviam sido realizadas há três meses, em novembro de 1941. Para o período de 8 de novembro de 1941 até 28 de novembro de 1942, estão ocupados 66 transportes, com os quais foram deslocados, no mínimo, 66.210 judeus alemães, austríacos e tchecos para as Regiões do Leste. Destes transportes, 40 chegaram até a Rússia Branca, 23 para a Letônia e dois para a Lituânia, e um para Estônia. [30]
Um dos primeiros historiadores do Holocausto, o autor judeu britânico Gerald Reitlinger aborda amplamente estas deportações em seu livro, Die Endlösung (A Solução Final). [31] Do ponto de vista da história oficial, estas são totalmente inexplicáveis, pois segundo esta versão, a partir de dezembro de 1941 foram postos em operação seis campos de extermínio. Em outubro e novembro de 1942, quando foram realizados os últimos desses transportes, de acordo com os historiadores do Holocausto, todos os seis campos de extermínio estavam operando em regime máximo. Por que, então, estes 66 transportes foram enviados para a Região do Leste ao invés de serem encaminhados para uma dessas instalações de extermínio? Os historiadores do Holocausto não conseguem dar uma resposta a estas perguntas elementares.
Um número bem maior de judeus não foi diretamente deslocado para as Regiões do Leste, mas sim, após uma curta permanência, estes judeus foram transferidos para campos transitórios, equipados com instalações de banho e desinfecção assim como barracas para armazenar os bens tirados das pessoas deportadas. Estes campos transitórios eram:
• Chelmno (em alemão Kulmhof) a noroeste de Lodz (naquela época Litzmannstadt) em Warthegau, uma região polonesa antes da guerra e após a destruição do estado polonês, anexado pela Alemanha
• Os campos de Belzec, Sobibor e Treblinka, situados a Leste do Governo Geral.
De acordo com a historiografia do Holocausto, estes campos eram “puros campos de extermínio“. A expressão “Vernichtungslager” (campos de extermínio) origina-se, todavia, do vocabulário de propaganda dos aliados e não é encontrada em nenhum documento alemão do período da guerra. As documentações recebidas contradizem, de modo inequívoco, a tese ortodoxa de “campos de extermínio”.
• Em 17 de março de 1942, Fritz Reuter, funcionário na Repartição do Governador Geral do Distrito de Lublin, redigiu uma observação na qual fez referência a um entendimento que teve no dia anterior com o SS-Hauptsturmführer Hermann Höfle, o encarregado da transferência dos judeus no Distrito de Lublin, tendo escrito, entre outros: [32]
“Ao final, ele [Höfle] esclareceu que poderia acolher diariamente de 4 a 5 transportes de 1.000 judeus cada com a estação de destino Belzec. Estes judeus atravessariam a fronteira e nunca mais retornariam ao Governo Geral.”
• Em 28 de julho de 1942 escreveu Albert Ganzenmüller da Ferrovia Federal (do Reich) para o Ajudante de Ordens de Himmler, o SS-Obergruppenführer Karl Wolff: [33]
“Desde 22.7. diariamente passa um trem com 5.000 judeus de Varsóvia sobre Malkinia até Treblinka”.
Em 13 de agosto, Wolff respondeu:
“Com especial alegria tomei conhecimento do seu comunicado no sentido de que, já há 14 dias, um trem com 5.000 membros do povo eleito se desloca até Treblinka e desta maneira estamos em condições de realizar este movimento populacional em um prazo mais acelerado.”
• Em 5 de julho de 1943, Himmler ordenou, através de uma circular ao Órgão Administrativo de Economia da SS e a sete outros destinatários: [34]
“O campo transitório Sobibor, no Distrito de Lublin, deverá ser transformado em um campo de concentração. No campo de concentração deverá ser instalada uma estação para desarmamento de munição conquistada.”
Os historiadores do Holocausto esclarecem tais documentos sensíveis a eles, que os Dirigentes NS, até mesmo na sua correspondência secreta, teriam usado uma “linguagem camuflada”, na qual a palavra “Durchgangslager” (campo transitório) é uma palavra em código para “campo de extermínio”, a expressão “Bevölkerungsbewegung” (deslocamento populacional) é uma palavra de código para “extermínio” e “über die Grenze kommen” (atravessar a fronteira) é uma palavra de código para “ter sido exterminado”!
Como diria S.E. Castan, “o holocausto judeu é um vale-tudo!” – NR.
Esclarecimentos sobre a extensão das deportações são revelados em um documento-chave, o chamado Relatório Korherr, de abril de 1943, de acordo com o qual, até o fim de 1942, ao todo 1.274.166 judeus foram transportados “através dos campos do Governo Geral”, bem como 145.301 judeus “atravessaram os campos de Warthegau”. [35] Um documento que passou a ficar conhecido somente no ano de 2001, a “Mensagem Radiofônica de Höfle”, confirma o número global de 1.274.166 até o fim de 1942 de judeus que chegaram nos campos no Governo Geral”, e fornece esclarecimento no sentido de que destas pessoas deportadas, 24.733 foram encaminhadas para “L.” (Lublin-Majdanek), 434.508 para “B.” (Belzec) e, 101.370 para “S.” (Sobibor), bem como 713.555 para “T.” (Treblinka). [36] Isto vem comprovar que o campo de Lublin-Majdanek, fundado como campo de concentração regular, temporariamente possuía uma função adicional como campo transitório, ou seja, de passagem.
Enquanto que Chelmno e Belzec foram fechados no fim de 1942, Treblinka e Sobibor continuaram ainda até o outono de 1943.
Em 1943, no máximo 86.000 judeus chegaram em Treblinka [37] e no máximo 69.000 chegaram em Sobibor. [38] Finalmente, também Auschwitz, paralelamente com a sua função como campo de trabalho e de internamento, serviu – ao menos temporariamente – como campo de transição. O número dos judeus transferidos de Auschwitz para as regiões do Leste foi de cerca de 354.000. [39]
No seu livro intitulado Sobibor, Propaganda do Holocausto e a Realidade, Jürgen Graf, Thomas Kues e Carlo Mattogno apresentaram um exaustivo número de comprovações sobre a presença de judeus franceses, belgas e dos Países Baixos nas regiões ocupadas do Leste. De acordo com o registro ortodoxo histórico do Holocausto, não teriam chegado judeus desses países nas regiões do Leste. [40]
Os três autores formulam a hipótese de que o Regime Soviético, após ter libertado do domínio alemão aqueles judeus ocidentais que sobreviveram as duras condições da guerra, teria negado o retorno destes por razões políticas. [41]
Nós nos satisfazemos aqui com dois exemplos da presença de judeus ocidentais em regiões onde nunca poderiam ter chegado, de acordo com o registro histórico ortodoxo:
Herman Kruk, um bibliotecário judeu de Wilna, na Lituânia, registrou em 16 de abril de 1943 no seu diário que, de acordo com rumores, 19.000 judeus holandeses haviam chegado na pequena cidade lituana chamada Vievis, onde havia um campo de trabalho. A 30 de abril ele mencionou u um grande número de detalhes que comprovam que, de modo algum, se tratava de boatos: na estação ferroviária de Wilma estavam parados vagões com objetos que pertenciam a judeus holandeses; nas gavetas, a população local teria encontrado documentos holandeses. [42] Não se consegue vislumbrar a menor razão por que Kruk teria inventado esta história.
Em abril de 1944, o jornal comunista francês clandestino Notre Voix publicou o seguinte: [43]
“Muito obrigado! Uma notícia que alegrará todos os judeus da França foi difundida pela Rádio Moscou. Quem de nós não teve um irmão, uma irmã, um parente entre aqueles que foram deportados de Paris? E quem não sentirá uma alegria profunda quando pensar que 8.000 judeus parisienses foram salvos da morte pelo glorioso Exército Vermelho? Alguns deles detalhou na Rádio Moscou como foi poupado da morte, da mesma forma como 8.000 outros judeus parisienses. Todos se encontravam na Ucrânia, quando se iniciou a última ofensiva soviética e os bandidos da SS queriam fuzilar todos antes de abandonarem o país. Mas como não sabiam o que o destino lhes reservava e como souberam que as tropas soviéticas não mais estavam distantes, os judeus deportados resolveram fugir. Eles foram imediatamente recebidos pelo Exército Vermelho e todos encontram-se atualmente na UdSSR.”
Como também neste caso não se pode vislumbrar a menor razão por que o jornal clandestino tivesse que inventar esta história (motivos propagandísticos são aqui dispensados, porque a presença de judeus franceses na Ucrânia não podia ser aproveitada pela propaganda), consideramos este artigo, da mesma maneira como o diário de Herman Kruks, como indícios bastante fortes no sentido de que supostamente judeus franceses “gaseados” em Auschwitz ou Sobibor tivessem sido encaminhados dali para as regiões do Leste. Isto confirma a tese revisionista, de acordo com a qual Sobibor era um campo de transição e Auschwitz, além de sua função como campo de trabalho, também possuía a função de um campo de transição Quaisquer indícios no sentido de que ao menos uma parcela desses judeus holandeses e franceses, tivesse retornado à sua pátria, não estão presentes. Isto demonstra a autenticidade da tese, formulada por Graf, Kues e Mattogno que os soviéticos negaram o retorno à pátria aos judeus ocidentais deportados.
Desde o lançamento deste livro, o pesquisador sueco Thomas Kues coletou material adicional sobre o tema a cerca dos judeus ocidentais nas regiões do Leste ocupado, que teriam sido “mortos por gás em campos de extermínio”. [44] Progressivamente, os revisionistas subtraem dos historiadores ortodoxos o seu último argumento aproveitável: mas o que aconteceu, então, com os judeus desaparecidos se não foram mortos nas câmaras de gás?
As Deportações para os Campos de Concentração
Paralelamente à deportação dos judeus para as regiões do Leste, a política judaica do Nacional Socialismo, a partir do início de 1942, tinha em mente um segundo objetivo: a exploração da força de trabalho judaica. Ao final de janeiro de 1942, Himmler escreveu para o Inspetor de KL, Richard Glücks: [45]
“Prepare-se para receber nos campos de concentração durante as próximas quatro semanas 100.000 judeus homens e até 50.000 judias. Extensas ordens e tarefas na área econômica serão repassadas nas próximas semanas aos campos de concentração.”
A 30 de abril de 1942, o SS-Obergruppenführer Oswald Pohl, responsável pelo Órgão Administrativo Econômico da SS, expressou em uma carta para Himmler: [46]
“A guerra trouxe uma visível alteração na estrutura dos campos de concentração, tendo modificado na raiz a sua tarefa em relação ao emprego dos detentos. A multiplicação de detentos exclusivamente devido a razões de segurança, educacionais ou preventivas não mais se encontra em primeiro plano. O foco se alterou para as questões econômicas. A mobilização de todas as forças de trabalho dos detentos (aumento da produção de armamentos) e posteriormente para tarefas de paz, vem alcançando, progressivamente, o primeiro plano.”
A 15 de setembro de 1942 encontraram-se o Ministro do Reich Albert Speer e Oswald Pohl para uma conversa. No dia posterior, Pohl apresentou a Himmler um relatório sobre o encontro, onde, entre outros pontos, foi citado o seguinte: [47]
“O Ministro do Reich, Prof. Speer, quer assegurar, […] inicialmente em curto espaço de tempo, o emprego de 50.000 judeus capazes para o trabalho em empresas fechadas, existentes, com possibilidades de acomodação. Nós devemos conseguir as forças de trabalho necessárias para este fim, em primeiro plano, em Auschwitz, a partir do movimento de deslocamento para a região do Leste.[…] Os judeus capazes ao trabalho, destinados para o deslocamento para a região do Leste, interromperão, portanto, a sua viagem e terão de prestar trabalhos na produção bélica.”
O sentido dessas frases é inequívoco: dos judeus deportados para Auschwitz, uma parcela teria de interromper o “deslocamento para Leste” e prestar trabalhos no setor de armamento em Auschwitz; os demais foram imediatamente deportados para as regiões do Leste. Na historiografia ortodoxa, estes judeus transportados para o Leste passaram a constituir os “gaseados sem registro em Auschwitz”.
Na maior parte do tempo, a mortalidade nos campos foi assustadoramente alta. Uma grande parte dos casos de óbitos foi atribuída a enfermidades. Era especialmente temida a febre tifoide, que é transmitida pelo piolho. Para o seu combate foi usado, especialmente, o inseticida Ciclone B, contendo ácido cianídrico.
Em Auschwitz, o maior campo de concentração, grassava a febre tifoide no verão e no outono de 1942 de forma especialmente mortal. A epidemia alcançou seu ápice entre 7 e 11 de setembro, quando em média faleciam 375 detentos diariamente. Até a primeira metade de janeiro, foi possível reduzir a mortalidade para 107 mortos por dia, porém, até meados de março, a taxa aumentou novamente para 298 óbitos por dia. [48]
A taxa de mortalidade extremamente alta nos campos de concentração, a ser atribuída, especialmente, às enfermidades, mas também à alimentação e ao vestuário insuficientes, prejudicava naturalmente a sua eficiência econômica. A 28 de dezembro de 1942, o Inspetor de KL Glücks instruiu em uma circular todos os comandantes de campos: [49]
“Os primeiros médicos dos campos precisam se empenhar com todos os meios disponíveis para que reduzam os índices mortalidade nos diferentes campos . […] Os médicos dos campos, mais do que até agora, terão de supervisionar a alimentação dos detentos. […]O Reichsführer SS ordenou que a mortalidade terá de ser reduzida incondicionalmente.”
Esta ordem acabou não sendo apenas letra morta: oito meses depois, a mortalidade nos campos havia caído em mais de 80%. [50]
A 26 de outubro de 1943, Oswald Pohl anunciou uma diretriz para todos os comandantes de KL: [51]
“Em anos anteriores, no contexto das tarefas de educação daquela ocasião, não vinha ao caso se um detento pudesse prestar trabalho útil ou não. Porém, atualmente, a força de trabalho dos detentos é importante e todas as medidas dos comandantes, dirigentes do serviço de abastecimento e médicos precisam se voltar para a preservação da saúde e da capacidade de produção dos detentos.”
Nos campos ocidentais, onde as condições higiênicas eram melhores do que no Leste, as taxas de mortalidade até o fim de 1944 ficaram relativamente baixas, porém depois começaram a aparecer óbitos em massa, que eliminaram, até o fim da guerra, dezenas de milhares de vítimas. Em vista do avanço do Exército Vermelho, os campos no Leste foram evacuados e os seus ocupantes foram transferidos para o Oeste. Nos campos lotados irromperam epidemias que não puderam ser controladas. Com os bombardeiros terroristas dos aliados, a infraestrutura alemã se desintegrou, de maneira que alimentos e remédios não mais conseguiram chegar aos campos. O piloto americano, Chuck Yeager, escreveu em suas memórias que o seu esquadrão havia recebido a ordem de atirar em tudo que estivesse se movendo, porque: [52]
“A Alemanha não era tão simples de ser classificada em civis inocentes e militares. O agricultor com o seu campo de batatas alimentava tropas alemães.”
Condições especialmente terríveis foram encontradas pelas tropas britânicas que estavam chegando em abril de 1945 em Bergen-Belsen, onde se depararam com milhares de cadáveres não sepultados e detentos esqueléticos caminhando. Estas fotos devem valer na propaganda até hoje como comprovação do Holocausto. Quais eram os fatos?
O Comandante de Bergen-Belsen, Josef Kramer, havia protestado veementemente, porém em vão, que para o seu campo lotado sempre foram encaminhados novos detentos. Em Belsen expandiu-se a febre tifoide e a epidemia fazia muitas vítimas. Kramer poderia ter se aposentado em tempo hábil, mas aguardava a chegada dos ingleses e entregou-lhes o campo. Por isso, ele teve de pagar caro. Na imprensa ele foi publicamente denunciado como a “Besta de Belsen” e foi executado.
Também nos outros campos do Ocidente verificaram-se óbitos de grande parte – desproporcional – das vítimas nos últimos meses da guerra. Em Dachau, pereceram – de acordo com a documentação da administração do campo – desde início de 1940 até o fim de 1944, ao todo 12.060 Detentos, e nos primeiros quatro meses do ano de 1945 eram 15.389. [53] Ainda após a libertação do campo pelos americanos, mais de 2.000 pessoas pereceram.
Como o Holocausto, ou seja, o alegado extermínio sistemático de judeus, deve ter sido suspenso desde o fim de outubro de 1944, os óbitos em massa nos campos ocidentais de modo algum podem ser considerados como uma comprovação da tese do extermínio, sem contar que judeus nesses campos, afora de Bergen-Belsen, apenas constituíam uma minoria entre os detentos. Esta tragédia foi a consequência do colapso alemão e nada teve a ver com uma política de extermínio – muito ao contrário da guerra de bombas dos aliados contra a população civil alemã e japonesa. Somente a destruição de uma pequena cidade como Pforzheim resultou em 17.600 mortes [54] em um único dia, a 23 de fevereiro de 1945 – mais do que o número dos que pereceram em Dachau durante 1.827 dias (cinco anos).
Os Fuzilamentos no Front do Leste
Nenhum revisionista pensaria em contestar que muitos judeus foram fuzilados na frente do Leste, mas o que significa “muitos”, não pode ser esclarecido diante da falta de documentos confiáveis. (Abordaremos mais tarde ainda os Einsatzberichte / Relatórios de ação, os quais, supostamente, comprovam um massacre gigantesco).
Estes fuzilamentos eram, em primeiro plano, uma reação brutal e desproporcional contra a guerrilha, a qual violava as leis da guerra e que os soviéticos haviam criado atrás das linhas alemãs. Nesta guerrilha, os judeus – comparado com a sua proporção na população soviética – desempenharam um papel desproporcionalmente grande.
Conclusão
Durante a Segunda Guerra Mundial, os judeus sofreram bastante e tiveram que pagar com um grande número de mortos. Porém, em toda guerra as pessoas sofrem e morrem. As 250.000 pessoas que em Dresden, em uma única noite, foram queimadas vivas ou foram sufocadas sob ruínas, sofreram, da mesma maneira que os inúmeros centenas de milhares de russos que morriam de fome de 1941 até 1944 em Leningrado, cidade sitiada, e os 180.000 poloneses que morreram na repressão da Revolta de Varsóvia.
Será que o sofrimento judaico foi algo “único” como afirmam, incansavelmente, a mídia, os políticos e os historiadores? Para poder responder esta pergunta, teremos que nos voltar agora para a posição da comprovação do alegado “Holocausto”.
Alexander Calder
Capítulo 4 do livro Der Holocaust – Die Argumente
[20] Edwin Black, The Transfer Agreement, New York/London 1994
[21] Francis Nicosia, Hitler und der Zionismus, Leoni 1989
[22 ]Ingrid Weckert, Auswanderung der Juden aus dem Dritten Reich, Kollund 1994
[23] Nürnberger Dokument NG-2586-A
[24] Hans G. Adler, Der Kampf gegen die “Endlösung der Judenfrage”, Bonn 1958, p. 8
[25] Nürnberger Dokument T-173
[26] Sobre o Plano de Madagascar ver Magnus Brechtkens, “Madagaskar für die Juden”. Antisemitische Idee und politische Praxis 1885-1945, Munique 1998; bem como Hans Jansen, Der Madagaskar-Plan. Die beabsichtigte Deportation der europäischen Juden nach Madagaskar, Munique 1997.
[27] Documento de Nurembergue NG-2586-G
[28] Canadian Jewish News, 20 janeiro de 1992
[29] Documento de Nurembergue 5770
[30] Jürgen Graf, Thomas Kues, Carlo Mattogno, Sobibor. Holocaust-Propaganda und Wirklichkeit, Hastings 2010, p. 275
[31] Gerald Reitlinger, Die Endlösung. Hitlers Versuch der Ausrottung der Juden Europas, Berlin 1983, p. 100 et seq.
[32] Instituto Histórico Judáico de Varsóvia (Hg.), Faschismus, Ghetto, Massenmord, Frankfurt a. M. 1960, S. 269ff
[33] Documento de Nurembergue NO-2207

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

BIBLIOTECA BRITÂNICA DIGITALIZA LIVRO DE BOAS MANEIRAS DO SÉCULO 15


Páginas do livro de cortesia do século 15
Páginas do livro de cortesia do século 15 - Biblioteca Britânica

Publicado originalmente em 1480, um livro manuscrito sobre boas maneiras foi digitalizado pela Biblioteca Britânica, para que possa ser lido nos dias de hoje. Destinado às crianças da época, a obra foi divulgada no site infantil da instituição.
Seu título, escrito em um inglês que remonta à Idade Média, foi identificado como The Lytille Childrenes Lytil Boke. Produzida em uma caligrafia elaborada, a obra faz parte de um gênero conhecido como “livros de cortesia”, comuns entre os séculos 13 e 18 na Europa.
Nas páginas pardas, foram identificadas diversas regras de bom comportamento, bem como instruções detalhadas sobre boas maneiras à mesa. Segundo a Biblioteca Britânica, a edição pode ter pertencido a uma criança chamada Maria, considerando o nome rabiscado em uma das folhas.

Outras duas páginas digitalizadas do livro do século 15 / Crédito: Biblioteca Britânica

Entre as muitas das regras, os pequenos são instruídos a não mexer nas orelhas ou no nariz, não cutucar os dentes com a faca e não cuspir sobre a mesa. Rir, sorrir e falar demais também eram considerados maus comportamentos, enquanto arrotar era estritamente proibido.
Para os pais da época, os livros de cortesia eram uma forma de melhorar a perspectiva de futuro dos pequenos. Isso porque, de acordo com a Biblioteca Britânica, imaginava-se que os bons comportamentos levariam crianças às cortes — seja trabalhando, ou se casando com a realeza.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Proteção aos animais no Nacional-Socialismo

A política do regime nacional-socialista alemão atuava firmemente na preservação de todos seres vivos. Prova disso são as inúmeras resoluções aprovadas logo após a tomada de poder em 1933. Uma série de medidas legais asseguravam o tratamento mais humano aos animais, restringindo ao máximo qualquer experiência laboratorial dolorosa e desnecessária.
Leis de Proteção ao Meio-Ambiente: “Foi Hitler que fez!”
Adolf Hitler, diziam, amava sua cadela Blondi. Hermann Göring não tinha nada mais urgente a fazer, quando logo em 1933 redigiu um decreto contra a vivissecção em animais.
Göring escreveu:
“Para as pessoas alemãs, os animais não são apenas seres vivos no sentido orgânico, mas criaturas que possuem sentimentos próprios, que sentem dor, alegria, lealdade e dependência.”
Sendo apenas uma entre as incansáveis defensoras dos animais, a advogada vegetariana Sylvia Stolz não pode mais atuar em defesa desta nobre causa, pois se encontra detida em alguma prisão alemã. Ela foi presa simplesmente por expressar sua opinião sobre um determinado episódio da história: o Holocausto. Não resistindo às argumentações dos pesquisadores e seus laudos técnicos, este evento histórico deve ser protegido pela força da lei e elevado à situação de dogma religioso. Quem não acreditar que ele aconteceu da forma como certos grupos de interesse assim desejam, este tem que enfrentar o novo Santo Ofício de Sião (não confundir com SOS) e sua nova bula “Malleus Holoficarum”– NR.
Ele se colocou contra disponibilizar os animais para que lhe retirassem ainda vivos o coração, esmagassem o crânio ou cortassem as genitálias, somente “para observar como os órgãos trabalham e quais conseqüências acontecem após a perda dos mesmos.”

Hitler e sua cadela Blondi
O historiador Daniel Heintz apresentou em outubro de 2008 seu novo livro envolvendo a proteção aos animais no Terceiro Reich: “Proteção aos animais no Nacional-Socialismo – Idealismo moral em contraposição à ‘tirania desumana’?” [1] esta contraposição é sustentada na maioria das publicações sobre o tema. Em seu livro, pela primeira vez o tema proteção aos animais é apresentado de forma abrangente, objetiva e sobre bases científicas. Foi mostrado que a ligação entre proteção aos animais e a cosmovisão nacional-socialista era profunda e lógica em si. Com isso o livro retira este tema da polarização entre o alto valor ético da proteção aos animais e, por outro lado dentro do politicamente correto da atualidade, a demonização desta época da história alemã, e o analisa tecnicamente inserido no contexto dos fundamentos e dia-a-dia da Alemanha nacional-socialista.
Dr. Krochmalnik, docente na Faculdade judaica em Heidelberg, disse a respeito da proteção aos animais no Terceiro Reich:
“Os ‘nazistas’ introduziram logo após a tomada de poder uma legislação exemplar para proteção aos animais.”
Os nacional-socialistas aprovaram leis de proteção aos animais e à natureza. Hitler era um adversário dos experimentos em animais, além de ser vegetariano. O Reichsbauernführer Walther Darré cuidou pessoalmente para que o Führer sempre recebesse legumes orgânicos frescos. Lina Hähnle assegurou a Hitler, manter “sua mão protetora sobre os arbustos” e se engajar na “maior proteção às aves”. Himmler louvou em um discurso os antigos germânicos, os quais “eram cientes da ordem divina de todo o reino vegetal e animal.” Ele falou sobre os direitos dos camundongos e ratazanas e alertou quanto a fazer escárnio sobre tal ponto de vista. “Seria melhor”, achava ele, “nós, pessoas piedosas, curvarmos nosso corpo diante da profundidade e imensidão desta cosmovisão.” Himmler era muito sensível para a manutenção de outras formas de vida, ele dizia:
“Me interessou sobremaneira ouvir a novidade, que os monges budistas, quando eles vão à noite à floresta, carregam ainda hoje junto de si um sininho para avisar os animais da floresta, evitando que eles sejam pisoteados e com isso não lhes provoquem qualquer dano. Entre nós, entretanto, qualquer caramujo é pisoteado, qualquer verme é esmagado.”
O SS-Führer é considerado por alguns historiadores como a “asa verde” da direção do NSDAP, assim como Darré, Rudolf Hess, Fritz Todt e Alwin Seifert. Eles almejavam a energia renovável, métodos de cura alternativos e uma atividade agrária orgânica. Muitos deles nutriam simpatia pelo ensino de Steiner. Himmler permitiu que a SS conduzisse chácaras para testes biológicos dinâmicos, entre outros no Campo de Concentração de Dachau. Göring providenciou após a tomada de poder em 1933 que um decreto para proteção aos animais fosse logo aprovado, e dois anos depois uma Lei de proteção ao Meio-Ambiente. Ambos foram incorporados em quase sua totalidade pela República Federal da Alemanha e valerem por muito tempo como referência. Adolf Hitler aprovou até uma lei contra a manutenção de peixes em aquários pequenos. A 24 de novembro de 1933, foi aprovada a primeira lei alemã de proteção aos animais. Em seu primeiro parágrafo, seção I, temos:
“É proibido torturar desnecessariamente um animal ou maltratá-lo sem preparativos. Tortura um animal aquele que provoca nele fortes dores ou sofrimentos duradouros ou repetitivos, desnecessário é a tortura quando ela não atende um motivo justo.”
Seguindo esta premissa, outras leis para “manutenção, acomodação e sustentabilidade” são regulamentadas; também existem condições específicas para criação e principalmente para experimentos com animais.
As associações para proteção aos animais aprovaram esta política. A associação do Reich para proteção às aves, precursora da atual NABU, foi recompensada com uma posição monopolista (outras associações de proteção às aves aderiram a ela), e que acarretou o aumento do faturamento de 45.000 Reichsmark (1932) para 85.000 Reichsmark (1941/1942). A associação Naturschutz in Bayern (organização central que depois deu origem ao B.U.N.D.) ressaltou em 1933: “Nenhum período foi tão propício ao nosso trabalho quanto ao atual sob a bandeira da suástica do governo nacional.”
“Quem tortura um animal é desalmado, pois falta nele o espírito de Deus.” – Goethe
[1] Nota da redação: Esta pergunta é um absurdo. Não existe qualquer contradição com alguma “tirania desumana”, quando partimos do princípio que os nacional-socialistas respeitavam todos os tipos (raças) de vida. Muito mais devemos reconhecer no respeito que tinham diante dos animais, como prova de suas intenções futuras. A luta era para proteção da própria raça. Todas as histórias macabras inventadas pelo nosso inimigo a respeito de nós, alemães, passam com isso a não ter mais sustentação. O vegetARIANO se recorda da alimentação livre de alimento animal dos “Lichtmenschen” de Atlântida. O crime mais repugnante é o “sangramento de animais e pessoas” e nunca foi praticado pelos arianos.