quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Cavaleiro do Templo: Mentiras Gays I e II
Cavaleiro do Templo: Mentiras Gays I e II: O CONSERVADOR REACIONÁRIO MENTIRAS GAYS I SEXTA-FEIRA, 20 DE MAIO DE 2011 Texto do Imbecil Coletivo I- Atualidades Inculturais Bra...
Cavaleiro do Templo: Homossexuais pedófilos que se infiltraram na Igrej...
Cavaleiro do Templo: Homossexuais pedófilos que se infiltraram na Igrej...: TUDO NA HORA 07:16 - 04/01/2012 Da Redação Padres condenados por pedofilia foram expulsos da Igreja Católica O Vaticano decidiu, na noit...
Cavaleiro do Templo: O mito da "homossexualidade animal"
Cavaleiro do Templo: O mito da "homossexualidade animal": ROBERTO CAVALCANTI terça-feira, 19 de outubro de 2010 POR LUIZ SÉRGIO SOLIMEO Em seu esforço para apresentar a homossexualidade como...
YRMINSUL: O Guia de George Orwell para as Notícias
YRMINSUL: O Guia de George Orwell para as Notícias: Por: Dan Canuckista A corrente principal da mídia Ocidental falsifica as notícias, recorrendo à eufemismos, meias-verdades e mentiras no me...
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: SOCIALISMO DE CHÁVEZ MERGULHA VENEZUELA NUMA CRISE...
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: SOCIALISMO DE CHÁVEZ MERGULHA VENEZUELA NUMA CRISE...: Dona de casa lava a roupa de sua família na periferia de Caracas ( foto do site do jornal El Nuevo Herald) A maioria dos venezuelanos co...
Parque Aldeia do Imigrante de Nova Petrópolis comemora 27 anos
Um recanto germânico, em meio a 10 hectares de mata nativa, preserva a história de Nova Petrópolis através de edificações em estilo enxaimel (técnica de construção), gastronomia típica e música alemã. Criado em 12 de janeiro de 1983, pelo então Prefeito Siegfried Dreschler, o Parque Aldeia do Imigrante resgata e preserva o passado histórico dos imigrantes germânicos.
Em 2012, completando seus 27 anos, um dos principais atrativos do Parque continua sendo a Aldeia Histórica. Construída para demonstrar a estrutura e o funcionamento de uma aldeia de imigrantes entre os anos de 1875 e 1910, as edificações da Aldeia foram retiradas do interior do Município e reerguidas no local. Além das construções, objetos, móveis, ferramentas, utensílios e documentos importantes fazem do local, uma memória viva da trajetória dos antepassados. E para comemorar esta data especial, anualmente é realizada uma singela cerimônia. Este ano, a homenagem aos 27 anos do Parque será realizada no domingo, 15 de janeiro, às 15h. Como já acontece há vários anos, uma bandinha típica estará animando o público presente no Parque e haverá distribuição de bolo. “Gostaríamos de convidar a comunidade para que prestigiem o nosso Parque e venham comemorar conosco o aniversário de um dos pontos turísticos mais antigos e mais visitados de Nova Petrópolis”, ressalta o Prefeito Luiz Irineu Schenkel, que destaca o fluxo constante de visitas no local. “Hoje recebemos uma média de cem mil pagantes, sendo que em alguns dias da alta temporada chegamos a receber até 25 ônibus de turismo em um único dia”, disse ele. Fernando Rodrigues de Sousa, Diretor do Departamento de Indústria e Comércio e responsável pela promoção do Município em eventos, destaca que diversas operadoras e agências de turismo estão sendo conquistados para inserirem Nova Petrópolis em seus roteiros da Serra Gaúcha. História da criação do Parque Aldeia do Imigrante Em 1974 aconteceu um grande desfile cívico histórico em comemoração aos 150 anos da imigração alemã. Nesse desfile, todas as comunidades do interior mostraram trajes, ferramentas, objetos, móveis e outros utensílios antigos, exaltando o grande valor histórico que estas peças continham e a necessidade de preservá-las. Com a aprovação da população, surgiu a idéia do Parque, que centralizaria também as tradicionais festas do Município. O então Prefeito Afonso Grings nomeou uma comissão encarregada de procurar um local e pesquisar o acervo. Assim que definiram o local, que pertencia a dois proprietários, o mesmo Prefeito decretou a área de utilidade pública para fins de desapropriação, mas não efetuou a compra da área. O Prefeito seguinte, Ewaldo Michaelsen, adquiriu parte da área e a outra parte foi vendida pelos proprietários à Cooperativa Agropecuária Piá. As muitas dificuldades fizeram com que se perdesse a empolgação inicial, mas alguns não desistiram da idéia. O Prefeito seguinte foi Siegfried Drechsler que se empenhou muito para negociar com a Cooperativa Agropecuária Piá e efetuou uma permuta de áreas de terras, completando assim a área total que o Parque tem hoje, ou seja, 10 hectares. Na época, havia uma grande preocupação com relação as casas construídas com técnica Enxaimel, já que a população as estava desmontando, trocando os telhados por telhas de zinco, enfim, muitas casas desapareceram naqueles tempos. Com base nisso, o foco dos prédios do Parque foram com a arquitetura Enxaimel. Os prédios escolhidos para fazer parte do acervo eram de todas as partes do interior do Município. Os prédios eram fotografados de vários ângulos, desmontados, carregados em caminhões até o local onde seriam reerguidos e, com base nas fotos, eram reconstruídos. Todas as casas forma compradas dos proprietários com dinheiro público e em 12 de janeiro de 1985 aconteceu a inauguração do Parque Aldeia do Imigrante. Logo à entrada foi erguida uma Aldeia Bávara com os seguintes elementos arquitetônicos: o Pórtico de Entrada, as lojinhas para comercializar malhas, artesanato e produtos coloniais, o Biergarten e o Coreto onde, durante os finais de semana e as festas populares, aconteciam as apresentações de bandas, corais e grupos folclóricos. O único prédio trazido do interior para compor a Aldeia Bávara é o Salão Tannewald da localidade de Pinhal Alto. Mais ao fundo do Parque foi erguida a Aldeia Histórica que retrata a história dos colonizadores alemães. Com prédios em estruturas Enxaimel (técnica de construção de arquitetura popular trazida pelos imigrantes alemães, que combina madeira maciça com encaixes presos por tarugos em toda a estrutura da casa, paredes com preenchimento de tijolo e barro e adaptados às condições materiais e climáticas à época da imigração alemã), a Aldeia foi construída com os seguintes elementos: Casa com Cantina – Trazida do distrito de Arroio Paixão, do Vale do Caí, esta casa traduz bem como eram as casas dos colonos da época, em torno de 1870. O porão era usado para guardar as reservas de comida e bebida, principalmente para fabricação de vinho caseiro. Engenho - Os engenhos eram comuns em quase todas as regiões coloniais, muitas vezes transformando-se também em uma fonte de renda de suma importância. Ferraria - A Ferraria era essencial para a vida dos colonos. A ferraria do Parque é a mais antiga do Município, iniciando as suas atividades em 1903. Ela pertencia a Alfredo Ulmann onde eram feitas enxadas, foices, tachos, machados, rodas de carroça, ferraduras de cavalo e tantas outros objetos e utensílios. Escola – Inicialmente as aulas eram ministradas em alemão por pessoas selecionadas na comunidade, somente mais tarde o português passou a ser ensinado. A escola comunitária é a mais antiga do Município de Nova Petrópolis, deslocada do distrito de Linha Temerária. As classes são também da época, pode ser visto o espaço para o tinteiro, pois se escrevia com pena. Casa do Professor – A casa do Professor normalmente ficava localizada próxima à escola comunitária. Em muitos casos o professor só tinha o 4º e 5º ano e nem sempre dominava a língua portuguesa completamente, mas era um verdadeiro líder comunitário. Esta casa é proveniente da localidade do Pinhal Alto. Cooperativa de Crédito - Preocupado em melhorar as condições de vida dos colonos da região, o Padre Amstad, na localidade de Linha Imperial, constitui a primeira Cooperativa de Crédito da América Latina, conhecida na época como a Caixa de Economia e Empréstimos Amstad, em 19 de outubro de 1902. Esta antiga "Sparkasse", também conhecida como Caixa Rural, foi a inspiração da atual Cooperativa de Crédito Sicredi. O prédio e as instalações foram trazidos da Linha Imperial. Capela do Imigrante - Esta capela é proveniente do distrito de Linha Araripe, erguida em 1875, é a única Capela no Brasil que possui a torre em técnica Enxaimel e nave equipada com sino de bronze. Internamente a capela recebeu objetos de cultos de todas confissões do Município. Esta capela é normalmente liberada para cultos de todas as religiões, como também casamentos e batizados. Cemitério - Em todas as localidades do Município onde havia Igreja existia também um cemitério. O cemitério normalmente ficava ao lado da capela, com portão encimado (colocado no alto) pela Cruz de Honra, Harret des Herrn (Aguardai ao Senhor); daí o nome "Kirchof", em português pátio da igreja. Neste local foram transferidos os restos mortais do Reverendo Pastor Heinrich Hunsche e sua esposa, primeiro pastor evangélico ordenado e responsável pela fundação da Paróquia Evangélica local. Também os restos mortais do primeiro professor público da antiga colônia, Frederico Michaelsen e sua esposa foram transferidos para este cemitério. Casa Paroquial - Vinda do interior do Município do distrito do Pinhal Alto, elas serviam em primeiro lugar para que o pastor ou o padre, da igreja, pudesse morar e, além disso atender sua comunidade, servindo esta moradia, também como exercício dos assuntos da Igreja, para registrar os batizados, os casamentos e registros de membros da comunidade. Hoje está reconstruída na Aldeia do Imigrante, funciona como "Estúdio Fotográfico" de fotos a moda antiga de Germano Schür. Venda com Salão de Baile - O prédio relembra como eram os bailes da época, que iniciavam ao final da tarde e iam até o raiar do dia seguinte. No local, hoje são vendidos produtos coloniais e artesanais. Casa do Sapateiro - Casa com arquitetura Enxaimel, prédio ainda não concluído para poder observar alguns detalhes a mais em relação a construção com a técnica Enxaimel. Museu Histórico Municipal - O objetivo da instalação do Museu Histórico Municipal é possibilitar a manutenção de peças e documentos, retratando a história da imigração alemã do município para as futuras gerações. Este prédio antigamente servia como casa do médico e hospital e foi tirada da esquina da Praça da República, onde hoje se encontra construído o Banrisul. |
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
E O QUIÉQUE?!?
Div/Instituto Lula
Embora não haja confirmação, começa nesta quarta-feira, pelo SUS no Hospital Sírio-Libanês, o período de radioterapia de Luiz Erário da Silva. E o quiéquenós temos com isso?!? O Cara é Ex. Só isso. No mais, é presidente de honra do PT. E bem remunerado. E a gente aqui não é petista, nem coisa nenhuma, bolas! Se interessa pra alguém saber: há mais de um milhão de brasileiros que não são ex-de coisa alguma com o mesmo nó na garganta e que estão na fila de espera há mais de uma ano.
Cavaleiro do Templo: Estudo comprova que homossexuais não “nasceram ass...
Cavaleiro do Templo: Estudo comprova que homossexuais não “nasceram ass...: RAINHA DOS APÓSTOLOS Sabemos que basta um caso de mudança de orientação sexual para provar que os homossexuais não são prisioneiros ine...
JOHANNES HEESTERS
MORRE O ARTISTA AOS 108 ANOS
Nasceu na Holanda em 1903 e, inicialmente, a família pensava em fazer dele um sacerdote. Entretanto logo chamaram atenção seus dotes artísticos e vocais. Aos 17 anos estréia modestamente no teatro de Amsterdam e fica na equipe durante os seis anos seguintes. Ao mesmo tempo procura desenvolver sua voz em aulas de canto. Em 1924 dá seus primeiros passos como cantor de opereta. Aos 27 anos casa com Louise Ghijs, com quem teve duas filhas que também seguiram a carreira artística.
Em sua terra natal aproveitou todas as oportunidades para exibir seu talento e em 1934 se candidata, e é aceito, na Ópera Popular de Viena onde logo se torna o xodó do público. Não demora para que seja descoberto pela indústria cinematográfica. Bem apessoado, charmoso, disciplinado e confiável Heesters torna-se uma personalidade de primeira grandeza no ambiente artístico e musical a Alemanha. Durante a Segunda Guerra trabalhou na Alemanha, mas sempre permaneceu holandês e não há notícia de que isto tivesse prejudicado sua carreira.
Foram inúmeros os discos que gravou. Sua carreira foi única e exemplar. Em 1996, portanto com quase 93 anos, ainda subia ao palco em Berlim representando um papel durante várias horas por noite.
Após a morte de Louise, sua primeira esposa, contraiu novo matrimônio em 1992 com sua colega de trabalho Simone Rethel, que desde então lhe foi afetuosa companheira.
As canções que gravou se tornaram inesquecíveis, apesar de sofrerem hoje o mais severo boicote. Todas elas falam da felicidade que o amor nos traz. Todas falam da admiração que o homem tem pela mulher, a quem Deus deu toda aquela feminilidade, encanto, graça e formosura, qualidades que nos levam ao Siebten Himmel – Sétimo Céu.
Creio que a esta altura meus caros leitores já começaram a perceber o porquê desta personalidade ter lugar neste blog. E um lugar de destaque, abrindo os ensaios deste ano.
O trabalho de Heesters certamente contribuiu para embelezar o relacionamento entre os gêneros. Ele hoje deve ser considerado um politicamente incorreto. Heesters atuou num tempo em que a receita que o homem auferia bastava para sustentar economicamente a família. Não era preciso arrancar do lar os filhos na mais tenra idade e entregar sua criação e educação a terceiros, porque a mãe tem que complementar o salário do pai.
As letras das canções incentivavam o respeito e a admiração entre os sexos, em flagrante contrariedade com o “gender mainstreaming” atual, que faz com que até a palavra MÃE chega a ser proibida, porque acentuaria a diferença entre os gêneros. O máximo a que chegam as letras de hoje é um “ai se eu te pego...”
Sei que me chamarão agora de saudosista. Nada contra, sempre os mais velhos exaltam o passado, mas acredito que o que mais pesou na escolha deste ensaio foi a preocupação com o futuro.
De qualquer forma, um grande OBRIGADO ao holandês cantor!
Toedte
Os Generais Presidentes
Por Carlos Chagas - Jornalista
"Erros foram praticados durante o regime militar, eram tempos difíceis. Claro que no reverso da medalha foi promovida ampla modernização de nossas estruturas materiais. Fica para o historiador do futuro emitir a sentença para aqueles tempos bicudos."
Mas uma evidência salta aos olhos.
Quando Castelo Branco morreu num desastre de avião, verificaram os herdeiros que seu patrimônio limitava-se a um apartamento em Ipanema e umas poucas ações de empresas públicas e privadas.
Costa e Silva, acometido por um derrame cerebral, recebeu de favor o privilégio de permanecer até o desenlace no palácio das Laranjeiras, deixando para a viúva a pensão de marechal e um apartamento em construção, em Copacabana.
Garrastazu Médici dispunha, como herança de família, de uma fazenda de gado em Bagé, mas quando adoeceu, precisou ser tratado no Hospital da Aeronáutica, no Galeão.
Ernesto Geisel, antes de assumir a presidência da República, comprou o Sítio dos Cinamonos, em Teresópolis, que a filha vendeu para poder manter-se no apartamento de três quartos e sala, no Rio.
João Figueiredo, depois de deixar o poder, não aguentou as despesas do Sítio do Dragão, em Petrópolis, vendendo primeiro os cavalos e depois a propriedade. Sua viúva, recentemente falecida, deixou um apartamento em São Conrado que os filhos depois colocaram à venda, ao que parece em estado lamentável de conservação.
Não é nada, não é nada, mas os cinco generais-presidentes até podem ter cometido erros, mas não se meteram em negócios, não enriqueceram, nem receberam benesses de empreiteiras beneficiadas durante seus governos. Sequer criaram institutos destinados a preservar seus documentos ou agenciar contratos para consultorias e palestras regiamente remuneradas.
Bem diferente dos tempos atuais, não é? "
Por exemplo o Lulinha, filho do Lula, era até pouco tempo atrás funcionário do Butantã/SP, com um salário (já na peixada politica) de R$ 1200,00 e hoje é proprietário de uma fazenda em Araraquara, adquirida por 47 milhões de reais, e detalhe, comprada a vista.
Centenas de outros politicos, também trilharam e trilham o mesmo caminho.
Se fosse aberto um processo generalizado de avaliação dos bens de todos politicos, garanto que 95% não passariam, seria comprovado destes o enriquecimento ilícito.
Como diria Boris Casoy:
"Isto é uma vergonha" e pior, ninguém faz nada".
|
A substituição da indústria pelos serviços é ilusória
O Estado de S.Paulo - Editorial
A crise que atravessa a indústria brasileira é muito séria e quem acredita que o seu fraco desempenho pode ser compensado pela expansão dos serviços precisa levar em conta o que há de ilusório nisso.
Se examinamos a participação da indústria e dos serviços na formação do produto interno bruto (PIB), o que se vê é um forte recuo da primeira. No acumulado do ano e no terceiro trimestre de 2011 a indústria cresceu 2,3% em comparação com o mesmo período de 2010 e os serviços, 3,2%. O quadro é pior quando se olha para as categorias de indústrias: as de eletricidade e fornecimento de água aumentaram 4,1%; a construção civil, 3,8%; a extração mineral, 3,0% - mas a indústria de transformação cresceu apenas 1,2%, ante um crescimento do PIB de 3,2%.
Pensar que os serviços podem substituir a indústria de transformação é uma ilusão. O setor industrial conta com 11,2 milhões de empregados com carteira assinada, isto é, com proteção social, o que não é ocaso dos serviços, em que o trabalho esporádico e sem carteira é o mais comum.
O salário médio na indústria de transformação é de R$ 1.700 por mês, bem maior que nos serviços: R$ 1.366 na construção civil, R$ 1.300 no comércio e R$ 1.446 nos outros serviços. A queda do emprego na indústria terá, pois, repercussão negativa sobre a demanda.
O constante recuo, nos últimos meses, do desempenho da indústria de transformação tem consequências sérias: aumenta a dependência de produtos importados, podendo, a prazo médio, criar um desequilíbrio grave na balança comercial e, em certos casos, uma perigosa dependência em relação a países fornecedores de bens sensíveis de alta tecnologia, cujas vendas podem ser restringidas por razões diversas. Mas o maior inconveniente é que a fraqueza da indústria de transformação não permite desenvolver tecnologias novas, que fazem a força de uma nação.
Houve um a mudança, pouco notada, na distribuição dos investimentos estrangeiros no Brasil: cerca de 43 % deles se dirigiram para o setor de serviços, especialmente comércio, e apenas 37,7% para a indústria. Exigem-se 60% de bens produzidos no Brasil nos automóveis, mas se aceitam até 100% de capital estrangeiro no comércio varejista. Não devemos estranhar a alta participação de commodities em nossas exportações, pois o BNDES aumentou, no ano passado, em 75% os créditos para o setor de serviços, enquanto o Programa Brasil Maior para a indústria sofre grande atraso.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Frauenschaft: Crianças vs. Televisão: Relação Conflituosa
Frauenschaft: Crianças vs. Televisão: Relação Conflituosa: A chamada “babá-eletrônica” pode não ser tão eficiente como se pensa. Não é novidade para nenhum de nós que hoje TV não é saudáve...
domingo, 1 de janeiro de 2012
ALEMANHA - 2012
lemanha - 9h -Membros da infantaria alemã realizam disparos para celebrar a chegada do Ano-Novo em Villingen-Schwenningen
Dilma, a 'Evita do tablet', mira gestão eficaz em 2012
Com a imagem da "mãe dos pobres" em andamento, Dilma disfarça a corrupção de seu governo com programas sociais. Colada à imagem de Evita Peron, mulher oportunista que degradou, demoliu a Argentina junto com seu marido Peron que usou e abusou do populismo rasteiro. Movcc

Pós-faxina. Com o 1º ano de governo marcado pela queda de 7 ministros, presidente quer agora turbinar programas sociais e vencer crise econômica
VERA ROSA / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
Doze meses depois de subir a rampa do Planalto como herdeira do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff chega ao segundo ano de mandato com o desafio de construir uma marca de governo que vá além da "faxina"administrativa. Após enfrentar uma temporada de sobressaltos políticos, que culminaram com a queda de sete ministros, ela vestiu figurino mais popular, ganhou apoio na luta contra a corrupção, mas tropeçou na gestão do governo.
Na tentativa de desatar os nós que amarram os investimentos, Dilma vai remodelar a Casa Civil, redistribuir tarefas e turbinar os programas sociais. A construção da imagem de "mãe dos pobres" também já está em andamento. No Planalto, Dilma virou a "Evita de tablet", uma referência bem-humorada a Evita Peron, primeira-dama da Argentina de 1946 a 1952
"Como é que eu faço para ir até ao alambrado cumprimentar o povo?", pergunta ela com frequência, agora, nas viagens pelos rincões do País. Mais solta e menos carrancuda, Dilma parece encarnar a mãezona no contato com a população. Mas é o seu inseparável iPad a testemunha silenciosa das broncas federais.
"Você não sabe nada disso!" e "Esse projeto não para de pé" são os bordões preferidos da presidente, na hora do pito. Quem a acompanha há muito tempo sabe até decifrar sinais: o primeiro gesto de fúria aparece quando ela cruza os braços e chama o interlocutor de "meu querido".
Implacável nas cobranças, Dilma tem agora mais uma aflição: o agravamento da crise internacional e seu impacto sobre a economia. Diante do cenário de incertezas, ela fará corte drástico de despesas, apesar da pressão por gastos neste ano eleitoral.
Ao menos por enquanto, porém, a ordem é para acelerar o programa Brasil Sem Miséria e ações destinadas aos mais carentes. Figuram nessa lista a criação de postos de cadastramento do cartão SUS para moradores de rua, mais cisternas no plano Água para Todos e investimentos de R$ 125,7 bilhões no Minha Casa, Minha Vida, até 2014.
Notícia para começar não tão bem o ano!!!!
A imagem acima é da praia de Copacabana após a passagem de ano.
Muito lixo. Justamente no Reveillon em que a prefeitura do Hell de Janeiro promoveu a consciência ecológica, o respeito ao meio ambiente, ao próximo e a sí mesmo.
Fico imaginando se não tivessem promovido uma festa consciente de que forma estaria esta praia hoje pela manhã.
Aqui em Santos a prefeitura já recolheu aproximadas 25 toneladas de lixo na areia. Os festeiros encachaçados e extremamente educados brasileiros sabem muito bem trazer o lixo de casa espalhar pela areia, e ainda reclamar do poder público que demora para limpar a praia.
Sem contar as áreas destruídas do jardim onde o povaréu passou por cima feito estouro de boiada.
Ainda falta muito em educação para que o povo brasileiro chegue a um patamar mínimo de cidadania e consciência ecológica e respeito ao patrimônio público.
E ao meio ambiente então...Anos Luz.
E ao meio ambiente então...Anos Luz.
Pheliz 2012
E
Phoda-se!!!!
Assinar:
Postagens (Atom)




