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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Como um milionário boêmio patrocinou Prestes e o comunismo no Brasil

Lendo a ultra-esquerdista e cada vez mais governista Piauí, revista criada e dirigida pelo herdeiro de um dos maiores bancos do país e irmão do cineasta que fez uma hagiografia de Che Guevara, lembrei de Celestino Paraventi (foto), uma figura que muitos brasileiros deveriam conhecer.
Paraventi foi um milionário de origem italiana que herdou do pai a primeira torrefação de café do estado de São Paulo. Cantor lírico, boêmio, era amigo pessoal de Luís Carlos Prestes e Olga Benário, que chegaram a ser levados por seu motorista num Lincoln do ano até a casa de campo dele, na margem da Represa Guarapiranga, para curtirem uma lua-de-mel. História mais comunista, impossível.
Pelas contas bancárias das empresas de Celestino Paraventi no exterior o governo Stálin mandava dinheiro para os comunistas brasileiros sem deixar rastros, já que a movimentação financeira era tão alta que não despertava suspeitas do governo. Paraventi bancava não só muitos comunistas brasileiros como suas famílias e até suas publicações.
Além dos recursos do Komintern, Paraventi usava as empresas da família para despejar ainda mais dinheiro nas contas dos comunistas. Muitas publicações de esquerda eram bancadas por ele, que direcionava a publicidade do Café Paraventi para elas, como "O Homem do Povo", de Oswald de Andrade. Diziam que não havia um único jornal de esquerda sem anúncios do Café Paraventi.
caféparaventi
O dinheiro soviético vinha para Prestes e seus revolucionários para que pudessem dar um golpe comunista no Brasil, o que foi tentado em 1935, como vocês sabem. Paraventi tinha uma admiração quase religiosa por Prestes, a ponto de tentar vender o patrimônio da família para entregar a ele em nome da revolução comunista, o que fez com que seus parentes tentassem interná-lo num hospício. Quando suas ligações com Prestes foram descobertas pelo governo Vargas, chegou a ser preso.

Paraventi lembra também a trajetória de Eduardo Matarazzo Suplicy, bisneto no homem mais rico da história do Brasil, o Conde Matarazzo, que teve sua fortuna avaliada em 10% do PIB brasileiro em um determinado momento. Eduardo casou com Marta Teresa Smith de Vasconcellos, bisneta do Barão de Vasconcellos, outra herdeira brasileira cuja família tinha até um castelo na região serrana no Rio. Os irmãos Ana Lucia de Mattos Barretto Villela e Alfredo Egydio Arruda Villela Filho, da família que é a maior acionista individual do grupo que controla o Banco Itaú, são os criadores daquele instituto Alana, que detesta o "consumismo" e quer decidir que tipo de propaganda seus filhos podem assistir.
Conhecer essas figuras é fundamental para acabar com o mito de que ricos são necessariamente "capitalistas" e "de direita", quando muitos deles, especialmente os herdeiros que não construíram o patrimônio da família, estão entre os maiores financiadores da esquerda desde Karl Marx, que passou a vida sendo bancado pelo herdeiro alemão Friedrich Engels.
Um dia deveríamos criar o Prêmio Celestino Paraventi para o herdeiro colaboracionista do ano. Quem sabe a Piauí não se interessa pela pauta?

 Alexandre Borges, diretor do Instituto Liberal.

CHINA HOJE!

A democracia chinesa dá mais um passo na direção do perfeccionismo revolucionário. Acaba de sair resolução do Partido Comunista Chinês que proíbe o “sexo inapropriado”, o jogo de golfe e o abuso de bebida e comida em festas de marxistas milionários. Analistas internacionais acham que as medidas foram feitas para matar de inveja os conservadores do mundo burguês ocidental.

São as regras disciplinares mais rígidas desde a abertura dos anos 1980, segundo órgão dirigente do PCC (não confundir com o Primeiro Comando da Capital).  As medidas devem afetar a vida dos militantes do partido, que somam mais de 80 milhões. Até agora ninguém sabe como o sexo “inapropriado” vai ser fiscalizado, mas especialistas acreditam que o governo deverá colocar câmeras nos quartos das casas.
Militantes petistas e de esquerda do Brasil fizeram ontem ato de apoio ao PCC, em frente à embaixada da China. João Wyllies, do Partido Sexual Orgástico Libidinoso (PSOL), sonha um dia poder morar na China. No manifesto de apoio, ele discursou em cima de um carro de som se unindo aos gritos dos militantes:
– Não vai ter golfe! Não vai ter golfe…

ELITE JUDAICA E O HOLOCAUSTO

Pablo Gomes
Quem tiver a oportunidade de ler o livro Perfídio, do escritor e jornalista americano Ben Hecht, por favor leia. Quem quiser conferir, vai aí ao lado o link do livro no original completo.  http://netureikartaru.com/Files/perfidy.pdf
Hecht, o autor do livro, era judeu e apaixonado por Israel. Na época em que foi lançado nos EUA, o lobby sionista americano tentou boicotar o livro porque Perfídio  desmascara a narrativa oficial do holocausto.
Obviamente não há dúvidas que Hitler exterminou milhões de judeus na Europa, no entanto, o livro de Hecht revela que as elites britânicas, americanas e judaicas sabiam do extermínio do povo judeu pelos nazistas e que, ainda assim, se calaram. Pior, o livro revela que as elites judaicas cooperaram com o massacre.
E o livro de Hecht conta detalhes de como isso aconteceu. Revela que milhões de judeus húngaros foram exterminados com aval de um líder sionista judeu chamado Rudolf Kastner. Hecht fez a cobertura do julgamento de Malchiel Gruenwald em que Kastner foi acusado de não avisar a milhares de judeus que eles estavam sendo enviados para a câmara de gás. Para evitar que os judeus fizessem algum tipo de resistência, Kastner mentiu para milhares de judeus dizendo que o plano de Hitler era apenas para deportá-los.
Perfídio faz uma narração detalhada do julgamento que aconteceu em Jerusalém em 1955 e faz uma viagem no tempo mostrando como o projeto sionista de criação de um Estado judeu na Palestina foi criado exclusivamente para as elites judaicas, pretendendo deixar as massas de trabalhadores judeus para trás. É bom lembrar que a Europa estava infestada de anti-semitismo.
O livro relata, por exemplo, que durante o Congresso Mundial Sionista, a classe trabalhadora judaica foi chamada de “poeira da Europa” e que os sionistas queriam apenas na Palestina os “melhores judeus”.
O livro detalha como Katzner, que era chefe de uma agência judaica e mesmo sabendo dos planos de Hitler, conseguiu convencer 800 mil judeus  húngaros a irem para os campos de concentração em troca da liberdade de cerca de 400 membros das elites judaicas do país, incluindo membros de sua própria família. Alguns desses 400 membros acabaram migrando para a Palestina.
Kastner, que era aliado de Ben Gurion, é pego mentindo e se contradizendo diversas vezes durante o julgamento. Kastner sabia que se descobrissem mais sobre sua relação com os nazistas, outros nomes fortes da elite judaica, incluindo líderes do novo Estado de Israel, acabariam sendo desmascarados. Kastner, na verdade, temia era por sua própria vida. Não deu outra. Kastner foi assassinado meses depois do julgamento, próximo a sua casa em Tel Aviv. O assassinato tem cheiro de queima de arquivo.
E não só as elites judaicas colaboraram com o holocausto. As elites britânicas e americanas sabiam que judeus estavam sendo exterminados pelos nazistas mas que tampouco fizeram alguma coisa. Durante o julgamento, uma outra testemunha mostra documentos que provam que as forças aliadas se recusaram a bombardear locais estratégicos usados por nazistas próximo a Auschwitz. Se esses locais tivessem sido bombardeados por forças britânicas e americanas, possivelmente milhares de judeus teriam sido libertados dos campos de concentração.
O livro também conta o caso de Joel Brand, membro do Comitê Húngaro de Resgate Judaico. Brand, que tinha conseguido fazer um acordo com os nazistas para parar o extermínio dos judeus húngaros em troca de milhares de caminhões de guerra, foi boicotado pela Agência Judaica encabeçada por Ben Gurion, Moshe Sharett e Ehud Avriel. Brand foi preso por quatro meses e meio pelos britânicos na Síria e quando saiu já era tarde demais. O acordo, obviamente, não foi cumprido e milhões de judeus foram parar na fornalha.
Eu resolvi escrever este artigo em resposta à fala de Benjamin Nentanyahu esta semana. De forma cínica, o premiê israelense tentou culpar os palestinos pelo holocausto. A fala dele é tão absurda que ele voltou atrás.
Não somente os britânicos e americanos sabiam que Hitler estava executando milhões de judeus. As elites mundiais, incluindo a elite judaica, também colaboraram diretamente e indiretamente com o genocídio.  E a atitude criminosa das elites tinha o objetivo de dar força ao projeto sionista na Palestina. Sem o holocausto de Hitler, o Estado de Israel não teria sido justificado.
É por isso que as elites mundiais ficaram em silêncio enquanto Hitler exterminava os judeus. Foi preciso morrer milhões de trabalhadores judeus para que o holocausto fosse usado como desculpa para criar o Estado de Israel, que é nada mais que um local estratégico do imperialismo para dominar o Oriente Médio rico em petróleo e gás natural.
Embora o livro Perfídio tenha sido escrito sem a intenção de denunciar o que está por trás da ideia famigerada nacionalista chamada sionismo, os fatos descritos no livro não deixam dúvidas que os planos das elites não têm limites. Se preciso for, eles não hesitarão em exterminar milhões de pessoas para alcançar seus objetivos.
O holocausto aconteceu porque as elites mundiais permitiram que ele acontecesse para justificar o Estado de Israel.  Se preciso for, milhões de trabalhadores serão sacrificados novamente pelas elites sem nenhum pudor.
E a situação atual— de crise econômica, de milhões de refugiados, de anti-semitismo, de islãmofobia, de neo-nazismo e de pequenas guerras acontecendo em várias regiões do mundo— é o cenário perfeito para que ocorra um outro genocídio idealizado e executado pela elite gorda e bebedora de whiskey caro.

https://pablogomes.wordpress.com/2015/10/22/as-elites-judaicas-cooperaram-com-o-holocausto/

DEMOCRACIA E ALGO MAIS

“A impressão que a Democracia ainda não seja a forma mais correta de liberdade é consenso geral e ganha cada vez mais adeptos. A crítica marxista da democracia não pode ser simplesmente colocada de lado: Quão livres são exatamente as eleições? Qual é a dimensão da manipulação da opinião pública através da propaganda, ou seja, através do capital e de seus senhores? Não existe a Oligarquia daqueles que determinam o que seja moderno e avançado, o que a pessoa esclarecida deva pensar?”
O sistema de maioria e minorias representa de fato a liberdade?
A compreensão da estratégia de ataque do inimigo é fator decisivo para a aplicação de um eficaz plano de defesa. Como o inimigo atua globalmente, não podemos ignorar suas ações fora dos perímetros da Nação. Limitarmo-nos somente aos problemas nacionais e achar que o Brasil está imune aos ataques dos gafanhotos internacionais, como vem ocorrendo de forma mais intensa em outros países, revela-se como miopia medíocre em relação ao mundo e contra a concepção integral e harmônica da coexistência pacífica entre os povos.
Um cenário atual da ação do inimigo situa-se no Oriente Médio, onde a soberania das Nações é renegada a um segundo plano. Não obstante, esta forma explícita de ataque pode ser substituída por estratégias mais sutis, como por exemplo, aquela aplicada à Alemanha, desde o final da Segunda Guerra Mundial.
O grande êxito dos inimigos do Reich alemão consiste, através de uma satânica lavagem cerebral – chamadareeducação, em confundir o povo alemão, levando-o a uma condição de absoluta incapacidade de reação e chegando ao ponto deles verem a si próprios com os olhos de seus piores inimigos e acreditar piamente em suas mentiras, as quais destroem a alma do povo.
O povo alemão nunca foi perguntado se ele queria ser libertado do “Nacional-Socialismo e Militarismo”. Ao contrário, ele foi fiel a Adolf Hitler até o amargo fim. Quando um povo lutou com tanto sacrifício até o último cartucho contra sua “libertação”? Através da experiência, este povo não se tornou um povo mais esperto e não passou a compartilhar da mesma opinião do Conde Coudenhove-Kalergi? Kalergi expôs, já em 1925, a essência da Democracia da seguinte forma:
Hoje, a Democracia é fachada da Plutocracia[1] : como os povos não iriam tolerar uma clara Plutocracia, é renegado a eles o poder nominal, enquanto o poder de fato permanece nas mãos dos plutocratas. Nas Democracias republicanas, assim como nas monárquicas, os homens de Estado são marionetes e os capitalistas os regentes: eles ditam as linhas-mestre da política; eles dominam os eleitores através da aquisição da opinião pública e os ministros através das negociatas e relações sociais.”
É digno de nota que o Papa Bento XVI, ainda como Cardeal Ratzinger, pronunciou publicamente uma visão semelhante:
“A impressão que a Democracia ainda não seja a forma mais correta de liberdade é consenso geral e ganha cada vez mais adeptos. A crítica marxista da democracia não pode ser simplesmente colocada de lado: Quão livres são exatamente as eleições? Qual é a dimensão da manipulação da opinião pública através da propaganda, ou seja, através do capital e de seus senhores? Não existe a Oligarquia daqueles que determinam o que seja moderno e avançado, o que a pessoa esclarecida deva pensar? A crueldade desta Oligarquia, sua possibilidade de execução pública, é conhecida há muito tempo. Quem se coloca no seu caminho é declarado inimigo da liberdade, pois ele sem dúvida alguma impede a livre expressão da opinião. E como é o consenso final das agremiações de representação democrática? Quem gostaria ainda de acreditar que o bem estar comum seja ainda o único momento determinante? Quem poderia duvidar do poder dos interesses, cujas mãos imundas tornam-se cada vez mais visíveis? E sobretudo: o sistema de maioria e minorias é realmente um sistema de liberdade? E os mais diferentes grupos de interesses não são aparentemente mais fortes que a própria representação política, o parlamento? Nesta confusão de poderes, o problema da desgovernação aumenta ameaçadoramente: a vontade contrária em se estabelecer bloqueia a liberdade do todo.”
Completando para esclarecer esta situação, deveríamos levar em conta Noam Chomsky, o qual escreveu no início deste milênio – ou seja, em nossos dias – sobre a forma de governo que erroneamente, para pessoas mais simples, é denominado Democracia:
“Lancemos agora um olhar para os ensinamentos, cujo fundamento deveria servir para a moderna forma da democracia política. Eles se encontram em um importante manual sobre PR-Indústria, caracterizada pelo título “Propaganda”, cujo autor, Edward Bernays, pertence àquelas personalidades líderes do segmento publicitário. Logo de início, ele nota que a manipulação consciente e inteligente dos organizados hábitos e opiniões das massas é um elemento importante da sociedade democrática. E para das cabo desta tarefa, a minoria inteligente deve se fazer valer continuamente e sistematicamente da propaganda, pois somente ela compreende o processo da consciência e o padrão de comportamento social das massas e podem manipular os fios pelos quais a consciência pública é controlada. Por causa disso, nossa sociedade chegou ao lugar comum de permitir organizar a livre concorrência através de liderança e propaganda, um outro caso do princípio do consenso sem apoio . A propaganda coloca nas mãos da liderança um mecanismo, com a ajuda do qual formam a consciência das massas , e consequentemente orientam esta sua nova adquirida força na direção desejada. A liderança pode dirigir a consciência pública da mesma forma como um exército dirige seus soldados. O consenso para organizar pertence ao ser do processo democrático, escreveu Bernays, antes dele ser homenageado em 1949, pela Associação Americana de Psicólogos, por ocasião de seus artigos.
Em poucas linhas, os Protocolos dos Sábios de Sião, um suposto plano de domínio judaico mundial, relatam com insuperável precisão o mais sagrado da Democracia, o direito do voto universal:
“Para se atingir este objetivo (o domínio mundial), nós devemos antes introduzir o voto universal, sem distinção de posição e posses. Com isso, a massa tem o poder da decisão, e como ela é dirigida de fato por nós (através da mídia), nós atingimos através dela a incondicional maioria, a qual nunca iríamos obter caso somente os esclarecidos e a classe abastada tivesse o direito à escolha.”
Pode-se observar precisamente – por todo o globo – o resultado desta invenção judaica, e iremos concluir que se confirma a previsão dos autores dos Protocolos.
O significado da imprensa judaica para o poder da mentira não foi ainda provavelmente percebido corretamente.
No século XX, as igrejas cristãs foram reprimidas de seu papel formador da consciência ocidental. Ao seu lado apareceram as mídias de massa, a Superpotência da modernidade. Ao longo de persistentes e secretas campanhas de dominação, elas caíram nas mãos dos plutocratas ou sob sua esfera de influência. Elas determinam hoje o cenário mundial. Neste, o egoísmo assume a perspectiva central, enquanto a coletividade e Deus permanecem apagados. Verdade é substituída por utilidade. Espertos como eles próprios, os senhores secretos descobriram quequase todas as pessoas podem ser induzidas a acreditar em quase em tudo, se eles conseguirem sugerir que todo os outros assim acreditam. E desta forma a maioria acredita naquilo que é útil aos plutocratas, pois estes sugerem em intermináveis repetições que todos acreditam naquilo, que seja útil aos plutocratas.
Esta tecnologia de controle da consciência é a pedra fundamental do domínio da mentira pelo terror. Sob este domínio, existem sobretudo dois “pecados capitais”: duvidar do “conceito de liberdade da democracia” e duvidar do “holocausto“.
Para se defender da verdade, os plutocratas se utilizam de um vasto arsenal de porretes linguísticos como “teoria da conspiração“, “antissemita“, “racista”, “nazi”, “negador do holocausto” e assim por diante, cujo objetivo é aniquilar a vontade em desenvolver o próprio pensamento.
Que os pensamentos devam ser individualmente avaliados, se são certos ou falsos, verdadeiros ou não, parece ter caído totalmente em esquecimento. De uma forma geral, o interesse dos plutocratas transformou-se na baliza que prende todas as manifestações exteriores do Espírito. Sob o termo camuflado reeducação, estabeleceu-se uma totalitária polícia de pensamento, sem paralelos na História.
Não existe na Alemanha qualquer publicitário livre, qualquer instituto de pesquisa independente para estudar a história contemporânea, qualquer tribunal independente que esteja na situação de debater temas referentes ao Reich alemão, para se esclarecer sobre a verdade histórica, qualquer editora isenta para dicionários e enciclopédias, qualquer livro escolar orientado com os verdadeiros fatos, qualquer verdadeira liberdade de expressão e qualquer partido político livre.
A escravidão espiritual alemã, a qual tem seu cume no parágrafo 130 do Código Penal alemão, revolve agora o pensamento junto ao Reich alemão. Cada vez mais fica visível, a precária situação dos tribunais que se apoiam nesta determinação criminal contra os cidadãos do Reich alemão.
Nas salas dos tribunais da OMF-BRD [2], a verdade trava um duelo com a mentira de nossos inimigos. Ela irá prevalecer – pelo simples fato dela ter sido reconhecida e exposta. Nenhuma mentira pode se sobrepor a uma verdade reconhecida.
Horst Mahler
[1] Influência do dinheiro; dominação da classe capitalista, detentora dos meios de produção, circulação e distribuição de riquezas.
[2] Do alemão Organizationsform einer Modalität der Fremdherrschaft – Bundesrepublikdeutschland que significaForma de organização de uma modalidade de domínio estrangeiro – República Federal Alemã.

Esta forma de descrição da atual Alemanha foi formulada pelo deputado Carlo Schmid, na ocasião de seu pronunciamento no parlamento alemão em 8 de setembro de 1948. Carlo Schmid era um especialista em Direito Internacional e Direito Público, além de ser considerado o “pai” da Grundgesetz, a Lei Fundamental alemã.

O PODER DA MIDIA

Este artigo mostra o poder da mídia distorcendo contextos para, então, dirigir a opinião pública na direção desejada. Marcante aqui é a declinação de Hitler à região da Alsácia e Lorena em prol da paz europeia, mas que foi deturpada pela mídia sionista.
Para quem tem os sentidos apurados, é fácil perceber como a mídia em geral é manipuladora e manipulada. E isto não é exclusividade de nossos tempos pós-modernos. O que deveria ser um serviço de utilidade pública tornou-se um poderoso instrumento para a escravização mental das comunidades. Como amostra mais recente, basta conferir as notícias sobre o Irã. Nelas há sempre implícito (ou não raras vezes, muito bem dito) que o programa nuclear iraniano tem fins militares. Estas mesmas agências internacionais se calam sobre o arsenal nuclear de Israel. Quando tocam no assunto, enredam o texto meticulosamente para não dar ênfase.
As notícias atuais buscam preparar a opinião mundial para uma guerra contra o Irã. No momento anterior à 2ª Guerra Mundial, os meios de idiotização em massa agiam exatamente da mesma forma. Hoje, são os discursos do presidente iraniano Ahmadinejad que são falsificados e apresentados fora de contexto. No passado eram os de Hitler e de outros dignitários do 3º Reich.
Pelo poder de influência exercido pela mídia nas democracias ocidentais, ela sempre foi um de seus pilares de sustentação. Para se ter uma noção desta influência, citemos na França Daladier, Reynaud e León Blum, todos primeiros-ministros. Eles tinham entrevistas diárias com diretores da agência Havas, da Fournier e dos principais jornais da época. Na Inglaterra, Chamberlain (primeiro-ministro) recebia assíduas visitas de Lord Beaverbrook, o magnata da imprensa inglesa, e de Lord Rothermere, proprietário do Daily Mail. Com Isaac Hammsworth, editor doTimes, era Chamberlain quem prestava as honras.
Se todo este poder fosse focado nos legítimos interesses nacionais dessas nações, dos males seria o menor. Porém, o fato é que grandes jornais e agências estavam submetidas a pressões e causas estranhas ao país que os abrigava. Assim, na França, por exemplo, o L Humanité, não era mais que um órgão oficial do governo soviético. O L Epoque, fundado por De Kérillis, com dinheiro sionista. Emile Buré, editor do L Ordre, sustentado financeiramente pelo sionista Ebstein, informante da embaixada soviética e dos banqueiros Hambros (igualmente sionistas), de Londres. Le Populaire, de outro sionista, Emile Kahn, que contava com Léon Blum no comitê de redação e seguia solenemente aos ditados da Internacional Socialista.
Outro caso interessante de análise é o de Robert Bollack. Financiador dos belicistas franceses, desde início de 1938 afirmava que se faltassem cem milhões de francos para combater o fascismo na França, ele sabia onde encontrá-los. Bollack era um personagem sinistro. Arrecadador de fundos entre os judeus orientais para a instalação do Lar Nacional Judeu na Palestina, foi acusado de roubar na administração de tais fundos. Mas o sionismo lhe perdoou este pecado, pois os Rothschild e os Lazard lhe apadrinharam. Chegou a ser o proprietário da Agência Econômica e Financeira, assim como diretor da Agência de Notícias Fournier. Dirigiu o comitê eleitoral de Paul Reynaud, que pouco depois se tornou presidente. Desconhece-se de onde vieram os fundos para comprar a Agência Fournier, que de pronto se converteu no porta-estandarte do antihitlerismo. Junto com Pierre Dreyfus, da família dos “reis do trigo”, o general Weiller e o advogado Herry Torrés, fundam a “Union et Solidarité Israélites”, que através da emissora “Poste Parisien”, dirigida pelo próprio Bollack, participaria na campanha anti-alemã e belicista.
Esta mídia (restrita, na época, ao rádio, jornais e periódicos) representava a voz dos belicistas. Este círculo de indivíduos fomentava uma nova guerra contra a Alemanha. Entretanto, cabe ressaltar, esta não era a vontade da população em geral. Ou seja, esta mídia, que sempre se auto-rotulou com termos gloriosos como “a voz do povo” e “opinião pública”, na verdade representava interesses alheios aos da comunidade. Porém, a campanha pró-guerra se agravava diariamente. Com este propósito, estórias grotescas eram difundidas para sobressaltar os nervos das massas. Desta forma, por exemplo, Geneviève Tabouis, afirmava que a Itália fascista ameaçava a França. Não em uma cidade fronteiriça, mas Perpignan, próximo à fronteira com a Espanha! [1] Julien Benda, outro israelita, em um violento ataque, qualificava a Alemanha de “estado Apache” e Hitler de “gangster”. Seu correligionário, Gabriel Péri, comunista, afirmava haver mais de três mil agentes nazi na França. [2] Obviamente, ele não se preocupava em citar as fontes de tamanha revelação.
Em seu esforço pró-guerra, a grande mídia internacional seguia uma estratégia: tentava desacreditar totalmente a Alemanha, atribuindo-lhe todos os defeitos à sua ideologia e todos os seus fracassos à suas realizações, entretanto, assegurava que Hitler mentia sempre e que sua política era de blefe. Esta mídia também teve um papel fundamental na criação do mito da debilidade interna da Alemanha Nacional-Socialista.
No periódico La Dépêche, o israelita alemão, refugiado na França, Heinrich Mann afirmava:
“Hitler não é forte. É débil… Como a oposição legal não existe, está aterrorizado, precisamente, pela oposição ilegal, que é fortíssima… As democracias desejosas de salvaguardar a civilização só têm uma opção: que Hitler desapareça” [3]
O escritor Thomas Mann, em carta aberta ao reitor da Faculdade de Letras de Bonn, publicada integralmente no jornalLe Droit de Vivre [4], declarava:
“Não há nenhum povo, na atualidade, em todo o mundo, que se encontre em piores condições, que seja mais incapaz de conduzir uma guerra que o povo alemão… Reduzida e humilhada desde o ponto de vista espiritual; moralmente esvaziada de sua substância, interiormente desgarrada, completa de uma profunda desconfiança com relação a seus chefes… Uma décima parte da população já estaria disposta a trair no momento do estalar das hostilidades. E na primeira derrota, se produziria uma guerra civil…”
Assim, havia uma corrente midiática que declarava que a Alemanha era fraca. Que Hitler não tinha apoio interno. E que uma guerra provocaria um conflito civil. Buscavam instigar a guerra, afirmando que seria fácil derrotar o Reich alemão. Por outro lado, haviam os que buscavam a contenda por outros meios.
Nesta área de atuação, desempenhou importante papel o alemão Helmut Klotz. Em primeiro momento fora Nacional Socialista, depois Social-Democrata. Acusado por vários partidos alemães de apropriação indevida de bens, foi para Praga. Patrocinado por Benes, escreveu artigos anti-alemães. Foi à Paris, onde publicou um livro chamado “A Nova Guerra Alemã”. Este livro se tornou a bíblia dos belicistas franceses e de periodistas estrangeiros na França. Klotz tinha contato constante com Mandel [5], que lhe patrocinou em uma série de conferências. Klotz afirmava que em meados ou fim de 1938, a Alemanha atacaria a França sem provocação. Em um momento de tranqüilidade política e boas relações franco-germanas. Afirmava que a guerra era iminente e que se a França e a Inglaterra não atacassem antes, seriam vítimas de um ataque surpresa.
Vejamos alguns casos com a estratégia de falsificar uma ameaça alemã. Em 4 de dezembro de 1938, o marechal do Reich alemão, Göring, discursava em Nuremberg:
“Temo-nos acostumado a essa campanha de imprensa contra a Alemanha e Itália; faltar-nos-ia algo se ela desaparecesse. Estamos em um estado de perfeita calma e esperamos os acontecimentos, sejam quais forem.”
Na tradução do jornal L Odre:
“Com gritos de ódio, esperamos o inevitável”. L Oeuvre colocava a frase falsificada sobre duas colunas na primeira página. Ce soir, na terceira página, porém em grande letras “Golpe teatral em Nuremberg: Esperamos acontecimentos inevitáveis, proclama o marechal Göring”.
Hitler também teve inúmeros discursos mutilados. Certa vez ele declarou:
“Para nós, alemães, a catedral de Estrasburgo tem um enorme significado. Se, apesar disso, temos renunciado definitivamente Alsacia e Lorena, é para servir à paz européia”.
Oito grandes periódicos franceses reproduziram a primeira frase e omitiram a segunda, transformando em uma ameaça o que era uma oferta de paz. [6]
Citemos ainda, o caso da anexação da região de Memel ao Reich alemão. Memel ficou sobre o mandato da Lituânia por vinte anos, conforme decidiu a Sociedade das Nações. Ao final desse período seria realizado um plebiscito para decidir do retorno ou não da região à Alemanha. Celebrado o pleito, a região optou pela reintegração com 94% dos votos. Todo o processo foi controlado pelas autoridades lituanas e pela Sociedade das Nações. Entretanto, apesar do procedimento legal e democrático, a grande mídia noticiou o fato como mais uma agressão hitlerista. Semelhante situação ocorreu com o Anschluss na Áustria. Pese o fato da união com o Reich ter sido aprovada por mais de 90% da população, o evento foi tratado como uma agressão rude por parte da Alemanha.
Estas duas correntes, que a princípio, pareciam antagônicas, se uniram em uma torrente de mentiras e falsificações para tentar fazer o povo desejar a guerra contra a Alemanha. O homem comum raramente busca estudar um assunto a fundo, seja por falta de interesse ou tempo. Assim, tem sua visão de mundo composta praticamente com base no que ele lê e assiste em jornais, revistas, internet e TV. Sendo assim, fica fácil imaginar as desastrosas conseqüências de uma mídia corrompida por interesses obscuros.
Viktor Weiß
* Artigo baseado no capítulo El Clan Belicista, do livro Los Crímenes De Los Buenos, de Joaquín Bochaca.
[1] L´Oeuvre, París, 4-12-1938. [2] L Humanité, París, 8-12-1938. [3] La Dépêche, Toulouse, 31-03-1936. [4] Le Droit de Vivre, 19-06-1937. [5] Georges Mandel, ministro do interior no gabinete de Paul Reynaud. Verdadeiro nome Jeroboam Rothschild. [6] Georges Champeaux: La Croisade des Démocraties, T. II.

Dilma presenteia o esfomeado povo cubano com arroz gaúcho e feijão cata...

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

HITLER E A ALEMANHA SÃO REALMENTE OS CULPADOS DO HOLOCAUSTO?


"Ângela Merkel deve ser expulsa da Alemanha pelo que disse diante do seu povo. Caducou! O Grifo é de Irton Marx" - Sofreu tremenda lavagem cerebral. Salientando que Irton Marx nunca foi de nenhuma organização de extrema esquerda ou direita. Nunca apoiou extremos de qualquer ordem. Emite opiniões baseados em fatos reais como historiador e pesquisador nato que é. Deve ser respeitado em suas manifestações. Um grande homem com uma inegável inteligência e coragem.

Matéria da BBC/London
Netanyahu é alvo de criticas e chacotas em Israel após dizer que Holocausto foi ideia palestina. Líder israelense foi alvo de críticas e paródias após sugerir que o Holocausto tenha sido uma sugestão palestina.
O premiê israelense Binyamin Netanyahu recebeu uma onda de críticas dentro do próprio país após dizer que Hitler inicialmente não queria exterminar os judeus, mas foi convencido por um líder religioso palestino.
Em discurso na terça-feira durante o 37º Congresso Sionista Mundial, em Jerusalém, Netanyahu afirmou que a ideia de Hitler era apenas expulsar os judeus da Europa, e que o ditador alemão teria mudado os planos após orientação de Haj Amin al-Husseini, grão-mufti de Jerusalém entre 1921 e 1937.
"Haj Amin al-Husseini foi até Hitler (em 1941) e disse: 'Se você expulsá-los, eles virão todos para cá.'", disse o premiê. "'Então o que devo fazer com eles?', ele (Hitler) perguntou. Ele (Husseini) disse: 'Queime-os'", completou Netanyahu.
A descrição do Holocausto como sugestão palestina gerou reações imediatas, dentro e fora de Israel.
Em entrevista ao lado de Netanyahu em Berlim, para onde o líder israelense viajou após as declarações polêmicas, a chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou que a responsabilidade pelo Holocausto é alemã. Afirmou que os alemães tem "muito claro em nossas mentes" que os nazistas foram responsáveis.
Na mesma entrevista, Netanyahu ensaiou um recuo e disse que "ninguém deve negar que Hitler foi responsável pelo Holocausto". No front interno, a chefe do memorial de Israel para as vítimas do Holocausto, Dina Porat, disse que Netanyahu cometeu erros factuais.

Após declarações, premiê foi à Alemanha e ouviu da colega Angela Merkel que o extermínio de judeus é responsabilidade alemã. "Você não pode dizer que foi o mufti quem deu a ideia a Hitler para matar ou queimar judeus", afirmou a historiadora ao jornal Yedioth Ahronoth. Ao jornal Jerusalem Post, a professora sugeriu que o líder israelense se retrate das declarações.
O líder de oposição israelense Isaac Herzog escreveu em sua página no Facebook que a versão do premiê "minimiza o Holocausto, o nazismo e o papel de Hitler no terrível desastre de nosso povo".
O jornal Haaretz registrou como Netanyahu foi ridicularizado em vídeos e imagens que se espalharam pela internet - a publicação diz que a repercussão foi tamanha que "quebrou a rede". A revista online +972 disse que israelenses e palestinos comuns "não deixarão Netanyahu sair dessa tão facilmente", e também veiculou paródias e chacotas que circularam após os comentários polêmicos.
Em nota, o secretário-geral da OLP (Organização para Liberação da Palestina), Saeb Erekat, disse que "o líder do governo israelense odeia tanto seu vizinho que está tentando absolver o criminoso de guerra mais notório da história, Adolf Hitler, o assassino de seis milhões de judeus."
Quem foi Haj Amin al-Husseini? O líder religioso palestino Haj Amin al-Husseini se aliou aos nazistas na guerra e se encontrou com Adolf Hitler em 1941. Pivô da polêmica histórica suscitada por Netanyahu, Husseini, morto em 1974, foi um líder nacionalista palestino que liderou campanhas violentas contra judeus e autoridades britânicas nos anos 1920 e 1930,quando o território da Palestina estava sob gestão britânica.
Ele deixou a Palestina em 1937, mas manteve a campanha contra os planos britânicos de dividir a região em um Estado judeu e outro árabe, alinhando-se com os nazistas durante a 2ª Guerra Mundial.
Husseini se encontrou com Hitler em Berlim em novembro de 1941, quando tentou convencer o ditador alemão a declarar apoio á criação de um Estado árabe, conforme descreveu a imprensa alemã à época. Husseini foi procurado por crimes de guerra mas nunca apareceu no tribunal de Nuremberg, que terminou com a execução de 12 líderes nazistas em 1945 e 1946. Matéria Publicada pela BBC.
- Agora comentário de Irton Marx: Sabemos que existem evidências de outras informações precisas e proibidas de serem ditas pelos governos e judiciários de plantão.
Ele, Netanyahu, deve ter fontes de informações secretas e guardadas a sete chaves e não cometeria uma gafe de tremenda repercussão contrariando a própria mentira do holocausto. Escapou do seu controle as palavras que nunca deveriam terem sido ditas. O povo, sabemos, é idiota em qualquer parte do planeta. Este holocausto da forma como foi ensinado e é ensinado, não corresponde com a verdade. As lideranças judias sabem disso. Hitler serviu sem saber aos interesses dos sionistas. Que houve guerra e inocentes foram mortos, disso ninguém discute. Mas a maneira como é narrado os fatos daquela guerra que é intrigante.
Com advento da internet livre, os fatos ocultados da história estão sendo levantados e colocados a público e não existe mais como ocultar uma mentira eternamente ou esconder a verdade ao mesmo tempo. As verdades irão paulatinamente aparecendo, mesmo que de forma tímida. Neste momento, os judeus é que estão confusos diante das novas revelações surgidas.
Vemos a própria Angela Merkel aturdida diante das novas verdades que estão sendo apresentadas e ela tendo sofrido lavagem cerebral profunda, para acreditar desde criança o mito do holocausto, está confusa.
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Saiba mais sobre a Questão Palestina
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Questão Palestina a invalidade dos atos jurídicos no processo de criação do Estado de Israel - Marines Lowe

O holocausto secreto de Mr. Churchill

por Rui Crull Tabosa
É comumente aceite que os nazis mataram cerca de 6 milhões de judeus.
É sabido que os comunistas assassinaram, só no período estalinista, entre 25 e 27 milhões de pessoas.
O que se desconhecia - e para mim foi uma completa surpresa - é que Winston Churchill, um dos mais venerados estadistas do século passado, também tem a sua quota-parte de mortos.
Já se sabia que Churchill não tinha em grande conta a vida humana quando, apenas a três meses do fim da II Guerra Mundial, estava a Alemanha já militarmente exangue, ordenou, com o auxílio norte-americano, o criminoso massacre aéreo de Dresden, no qual pereceram 250 mil civis sob o efeito devastador das bombas de fósforo.
Agora ficámos a saber que, em 1943, o primeiro-ministro inglês provocou deliberadamente a morte, pela fome, de 3 milhões de indianos que viviam, então, sob domínio britânico. Metade do que matou Hitler e, é certo, 1/9 do que assassinou Estaline.


Em todo o caso, um número impressionante, que atira a reputação de Churchill também para o caixote do lixo da infâmia.
Num recente livro, intitulado “Churchill’s Secret War”, Madhusree Mukerjee, estudiosa que já pertenceu ao conselho de editores da Scientific American, denuncia o desvio de alimentos que Churchill fez de Bengala, região propositadamente empobrecida pelas políticas segregacionistas da administração britânica, recusando mesmo a ajuda alimentar oferecida por americanos e canadianos, que teria permitido evitar aquele autêntico holocausto indiano.
Enquanto se amontoavam os mortos nas ruas, Winston dizia para o secretário de Estado para a Índia, Leopold Amery, que “Odeio indianos” e que a fome é culpa deles porque “se reproduzem como coelhos”. Quando o Governo de Deli apelou a Londres para que o desvio de alimentos de Bengala fosse revogado, Churchill limitou-se a perguntar por que razão Gandhi ainda não tinha morrido…
A catástrofe humanitária atingiu uma tal proporção que o próprio vice-rei da Índia, Lord Wavell, se viu obrigado a considerar a atitude de Churchill como “negligente, hostil e desdenhosa”.
Factos como este obrigam a uma verdadeira revisão da historiografia oficial, que tem preservado alguns dos abomináveis crimes que também cometeram durante a guerra.
Intencionalmente, deixei esta imagem para o fim do Post. É violenta, bem sei, como muitas outras que vemos habitualmente quando nos referimos a holocaustos, fingindo que só houve um. Mas deve ser vista, para lembrar que não há vítimas de primeira e de segunda, conforme sejam brancas ou de outras raças.

BATE PAPO DAS 4's - 21.10.15 - RADIO DA TERRA

BATE PAPO DAS 4ª - RADIO DA TERRA - 21.10.15 by Dj Marlon Adami on Mixcloud

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

II Guerra

Recorte do jornal  Daily Express de 24 de março de 1933, com a primeira das três declarações de guerra dos Judeus (não existia Israel ainda) conta a Alemanha. Note que não era claramente contra o Nazismo, mas contra toda a Alemanha.

70º Aniversario do Holocausto(???)

Dresden - manifestação reunindo judeus, antifascistas, democratas e comunistas para comemorar o 70º Aniversário do Holocausto Alemão com faixa dizendo "tudo de bom vem de cima", um claro elogio aos indiscriminados bombardeios aliados contra civis, crianças, mulheres indefesas alemãs em praticamente todas as cidades da Alemanha.

domingo, 18 de outubro de 2015

A esquerda judaico-alemã “antirracista” e suas raízes na Stasi



 
Para a alemã (*) profissional “antirracista” Anetta Kahane, a semana passada foi uma ótima semana. Pois uma de suas muitas organizações foi escolhida para executar no Facebook uma campanha para eliminar qualquer oposição contra a invasão de imigrantes. (*) Não se irritem com a descrição de Anetta Kahane como “alemã”. Ao longo do texto o autor deixa bem claro a qual grupo étnico ela pertence – NR.
… e seu programa para destruir as etnias
Este duro golpe contra a liberdade de expressão no Facebook tornou-se uma das mais altas prioridades do governo alemão após encontro entre Angela Merkel e Mark Zuckerberg e significa, que doravante toda crítica contra a invasão de imigrantes será muito restrita. Tal vasta iniciativa irá necessitar de um exército de funcionários leais e confiáveis, e quem seria melhor do que a senhorita Kahane e sua “Rede contra Nazistas”, para mostrar que eles levam a sério tudo isso. Apenas para assegurar que os alemães comuns entendam corretamente a mensagem, o governo está processando o líder do movimento dissidente PEGIDA por causa de comentários ofensivos aos imigrantes, postados no Facebook.
No lucrativo segmento do antirracismo, Anetta Kahane é sem dúvida alguma uma empresária esperta e visionária. Ela reconheceu, bem antes dos demais, a grande soma de dinheiro que é possível faturar ao transformar a preocupação do cidadão comum diante da imigração, como externalização do medo por causa dos “neonazistas”. E ela trabalhou com afinco para levantar essa indústria, transformando-a na atual máquina de dinheiro.
A exemplo de muitos outros líderes judaicos na Europa de hoje, Kahane fez comentários bastante ousados sobre seu desejo em destruir a Europa branca. “Deve-se de fato mudar a política de imigração na Europa. Isso é muito importante; deve-se mudar o sistema de ensino e a ordem natural dos Estados. Eles não são mais apenas branco ou apenas sueco ou apenas português ou apenas alemão. Eles são locais multiculturais no mundo.”
Ao fundar uma organização denominada Fundação Antonio Amadeu em 1998, ela conseguiu um trampolim para se tornar famosa. Esta tropa bem financiada tem como objetivo difamar toda e qualquer resistência branca contra a imigração como “neonazista”, e trabalha para isso em estreita cooperação com revistas como a Stern, e o jornal Die Welt. Criada segundo o modelo da Campanha Stephen-Lawrence na Grã-Bretanha, ela recebeu um enorme aporte do governo alemão, da União Europeia e de diversas ONGs internacionais, incluindo a Ford Foundation.
Seu trabalho lhe trouxe muita fama, e a mídia a procura com frequência devido ao seu posicionamento. Ela atende com prazer. Exceto talvez por uma coisa.
Ela foi colaboradora da Stasi, o ministério para segurança do Estado da antiga Alemanha Oriental, entre 1974 e 1982. Desde os 19 anos, Kahane atuou sob o codinome “Victoria” e foi uma entusiasmada informante ou funcionária não registrada, e forneceu relatórios secretos mensais sobre a confiabilidade política de dezenas de colegas da faculdade, jornalistas, atores e escritores, dentre os quais ela se infiltrou.
O próprio arquivo pessoal de Kahane, na Stasi, mostra que seu oficial superior a considerava uma pessoa solícita e confiável. Seu papel como informante de confiança no aparato da Stasi significava privilégios – que eram negados à maioria dos cidadãos alemães da Alemanha Oriental (DDR), como viagens ao exterior. Na embaixada da DDR em Moçambique, ela trabalhou como tradutora e denunciou seus colegas locais. Ela foi remunerada pelos seus serviços com dinheiro e “presentes”.
Colaboradores como Kahane gozavam de um terrível poder. A pichação de críticas contra o regime poderia resultar em anos de cadeia e trabalhos forçados. Uma falsa palavra no lugar errado poderia acabar para sempre com uma carreira.
E ela estava longe de ser a última. John Koehler, autor do livro The Stasi, estima que ao incluir os colaboradores em tempo parcial, teríamos uma proporção de um denunciante para cada 6,5 cidadãos, muito mais do que na Alemanha Nacional-Socialsita. Apenas a Coréia do Norte montou uma estrutura de semelhante proporção para vigiar seus cidadãos
Outro judeu famoso da DDR foi revelado como ex-informante da Stasi. Seu nome é Gregor Gysi; leitores do Occidental Observar lembram-se talvez de um vídeo no Youtube, onde este homem regozijou-se p’ra valer sobre a perspectiva de mudança racial de alemães por invasores imigrantes:
(Veja também este artigo de Max Blumenthal, um crítico de Israel. Blumenthal escreve que “Gysi se sente obrigado a tocar avante a campanha para repressão de nossa liberdade de expressão.” Enquanto ele estiver a favor da destruição da Alemanha étnica, Gysi é uma sem dúvida alguma um patriota judeu.)
Após a reunificação (parcial – NR), Gysi tentou convencer as autoridades soviéticas a esconder ou destruir os arquivos da Stasi que identificavam os colaboradores. Finalmente ele não conseguiu, mas ele fez de tudo para abafar juridicamente as informações sobre o período em que atuou como informante da Stasi. Ele se recuperou deste escândalo e lidera hoje o partido Die Linke ((Os esquerdistas – NR), terceiro maior partido da Alemanha.
Assim como Anetta Kahane, Gregor Gysi gozou de uma juventude privilegiada como membro de um alto funcionário judeu do partido comunista. O pai de Gysi, Klaus, foi membro do Politbüro e amigo íntimo do líder da DDR, Erich Honecker. Klaus Gysi ocupou vários cargos público no estrangeiro, incluindo a função de embaixador no Vaticano.
E eles estavam longe de serem os únicos. Judeus alemães foram em massa para a DDR após a guerra, e muitos conseguiram uma rápida ascensão dentro do partido. Como na União Soviética, nas décadas iniciais, e em toda a Europa do Leste após a Segunda Guerra Mundial (por exemplo na Polônia, veja aqui, pág. 66), judeus se tornaram importantes no aparato da polícia secreta. Exemplo notório foi o coronel-general Markus Wolf, chefe da diretoria da Stasi para espionagem no estrangeiro.
Judeus eram pequenas engrenagens importantes no aparato de repressão dos comunistas, pois eles não eram alemães étnicos e por isso considerados de confiança por Moscou. Foi um papel para o qual há inúmeros paralelos históricos – os judeus como leais guardas para um senhor estrangeiro, sobre um povo mal humorado e rebelde.
Quando o muro de Berlim caiu em 1989, houve uma imensa aclamação por justiça contra os comunistas. Mas a busca por justiça foi um caso vacilante. Muitos daqueles com culpa no cartório escaparam da punição, pois seus casos empacaram e foram deixados de lado. Isso vai totalmente contra ao que aconteceu ao final da Segunda Guerra Mundial, quando muitos dos próprios cidadãos foram presos no Leste, pois 11 Campos de Concentração foram abertos novamente ou tiveram que ser reconstruídos, incluindo Buchenwald e Sachsenhausen.
Nos cinco anos após 1945, cerca de 160.000 alemães desapareceram nestes campos. Dentre estes, 65 mil morreram, 36 mil foram transferidos para a União Soviética, e 36 mil foram libertados.
Embora muitos judeus gozassem de uma vida privilegiada na antiga DDR, eles persistiam na alegação de que lá, suas vidas foram estragadas por um antissemitismo que era tão ruim como em qualquer outro lugar.
Ao que concerne Anetta Kahane, ela também foi uma vítima na DDR e obrigada a esconder ou enterrar sua identidade judaica. Mas na realidade, o dogma socialista desaprovou a etnicidade como uma construção social superada e que pertence à lixeira da história.
Kahane incorpora a identificação judaica enganosa sob o comunismo – e frequentemente uma enganação de sua própria natureza (veja o link acima em diferentes locais), onde ela afirma: “Meus pais foram marxistas leninistas e não tinham relação com religiões. Mas meu pai falava sempre sobre seus avós, que para ele era o lado romântico do judaísmo.” Mas aqui existe uma raro paradoxo – onde a religião foi derramada, a identidade étnica se preservou intacta. Pois enquanto muitos judeus alegam ter sido perseguidos, eles parecem que não tiveram problemas para perseguir interesses étnicos e ocupações judaicos.
O pai de Kahane, o famoso jornalista Max Kahane, é um exemplo singular. Ele cobriu o caso de Adolf Eichmann, o alegado criminoso de guerra nazista. O “antissemitismo” institucional na DDR não impediu-o de escrever sobre esta história desde seu início até o fim, e de viajar da Argentina até Israel para acompanhar o processo.
Outro colaborador informante da Stasi era o líder da comunidade judaica de Berlim Oriental, Dr. Peter Kirchner. Embora ele fosse publicamente a favor de Israel, ele era também informante e conhecido através do pseudônimo “Burg”. Ele parece não ter sofrido.
O historiador judeu e produtor de documentários, Helmut Eschwege, é mais um deles. Durante todo o período na DDR, ele foi um expoente no apoio a Israel, e afirmou em sua autobiografia ter sofrido muito por causa do antissemitismo. É uma vergonha que ele não tenha sido impelido a descrever neste livro seu envolvimento com a Stasi, seu papel de informante como “Ferdinand”, descoberto posteriormente. (Em seu último encontro com seu oficial superior a 15 de novembro de 1989, ele entregou o estatuto do novo partido de esquerda, que deveria substituir os comunistas)
Existem inúmeros exemplos semelhantes de judeus que conseguiram sucesso na mudança do comunismo. Tomemos o velho companheiro de Kahane e Gysi, o famoso autor estalinista Stefan Heym. Após ele ter aguardado em segurança nos EUA o término da guerra, ele retornou para a DDR e na posição de um autor de renome, como um fanático cheerleader do regime. Após a morte de Stálin, ele escreveu que o assassino de milhões de pessoas era “o homem mais amado de nossa época”. Após a reunificação, ele não perdeu tempo em redescobrir seu cartão de vítima judaica. Em 1995, ele disse: “O clima político é muito semelhante àquele de 1933, e isso me assusta.”
Onde estava então o antissemitismo na DDR? Quanto mais se revolve este tema, parece ficar mais claro que os judeus não foram objetos de uma perseguição, mas ao mesmo tempo não tinham o status especial que eles acham que teriam por se auto denominarem “vítimas especiais” do holocausto. Na DDR era ensinado que os comunistas foram aqueles perseguidos pelos nazistas.
Principalmente dois elementos do política da DDR contrariavam os judeus e foram caracterizadas como antissemitismo. Primeiro foi a recusa da DDR em reconhecer Israel – o que era algo consistente com sua posição de adversário da potencia colonialista apoiada pelos EUA.
O segundo foi a recusa da DDR em pagar reparações pelo holocausto. Enquanto Israel recebeu após 1945 imensas subvenções e fornecimento de material bélico por parte da Alemanha Ocidental, a parte Oriental recusou-se a pagar um tostão que fosse. Isso enfureceu os judeus e levou-os a classificar ambas posições como “antissemitismo”.
Tanto Anetta Kahane quanto Gregor Gysi se reformularam sem qualquer problema na nova e desenvolvida Alemanha e tiveram grande sucesso. Ambos superaram seu passado como “informantes”, se concentraram no presente e estão convencidos de que a mancha sobre a sociedade alemã somente poderá ser limpa através da imigração em massa de hordas estrangeiras provenientes do Oriente Médio.
A erradicação da Alemanha branca não é seu único entusiasmo. Eles são ambos defensores incansáveis de Israel e estão sempre dispostos a caçar não apenas seus próprios companheiros da esquerda – além de vigiar e limpar – mas também outros judeus que não permanecem na linha.
Gysi esclarece que antissionismo não pode ser mais uma posição aceitável para a esquerda e principalmente para o partido Die Linke. Ele ressoa as palavras de Angela Merkel, à medida em que afirma que “a solidariedade para com Israel” seria uma parte importante da “razão de ser do Estado” alemão.
Ele levou a cabo diversas campanhas contra membros do partido Die Linke, acusados de apoiar a campanha BDS (boicote, desinvestimento e sanções) contra Israel, e também contra todos aqueles que se uniram à flotilha de libertação de Gaza. Suas campanhas tiveram sucesso e resultaram em cancelamentos de palestrantes e boicote ao autor do livro “A Indústria do holocausto”, Norman Finkelstein, e ao crítico de Israel, Illan Pappe, ambos conhecidos dissidentes judeus.
Ao que concerne Anette Kahane, qual efeito tiveram seus relatos sobre a vida das pessoas por ela denunciadas? Um bom exemplo poderia ser tomado no destino do jovem e talentoso ator Klaus Brasch, que se encontrou com Anette em 1976, juntamente com seu irmão Thomas.
Seu relatório confidencial sobre eles contém a seguinte passagem: “Pertencem ao rol de inimigos da DDR principalmente Klaus Brasch e Thomas Brasch”. Seria interessante perguntar a Klaus Brasch sobre o efeito que o relatório de Kahane teve sobre sua carreira, mas infelizmente isso não é mais possível. Thomas Brasch faleceu em 2001 devido a um ataque cardíaco. Seu irmão Klaus faleceu em 1980 devido a uma overdose.

Francis Carr Begbie

Segue respectiva transcrição e tradução:
“I think there’s a resurgence of antisemitism because at this point in time Europe has not yet learned how to be multicultural, and I think we’re gonna be part of the throes of that transformation, which must take place. Europe is not going to be the monolithic societies they once were in the last century. Jews are going to be at the centre of that. It’s a huge transformation for Europe to make. They are now going into a multicultural mode and Jews will be resented because of our leading role, but without that leading role and without that transformation Europe will not survive.”
“Eu penso que existe um renascer do antissemitismo, porque a Europa não aprendeu ainda até o momento a ser multicultural, e eu penso que nós seremos parte do nascimento desta transformação, que terá que acontecer. A Europa não será a sociedade monolítica como foi no último século. Os judeus estarão no centro deste processo. É uma enorme transformação para a Europa. Eles adentrarão agora em um modo multicultural, e existirá um ressentimento contra os judeus devido ao nosso papel de liderança, mas sem esta liderança e sem esta transformação, a Europa não sobreviverá.”