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domingo, 17 de janeiro de 2016

O capitalismo que gerou essa desigualdade

O capitalismo que gerou essa desigualdade é o mesmo que hoje permite com que boa parte do mundo possa viver com uma qualidade de vida muito melhor que a dos reis de antigamente. Hoje vivemos em condições melhores do que praticamente qualquer pessoa do século XVIII.
Sempre que você vir ou ouvir uma pessoa parolando sobre desigualdade, faça a si mesmo a seguinte pergunta: será que ela está genuinamente preocupada com os pobres ou está apenas indignada com os ricos?
Eis uma maneira de descobrir a diferença: sempre que alguém reclamar sobre a desigualdade de renda, pergunte a ela se aceitaria que os ricos ficassem ainda mais ricos se isso, no entanto, significasse condições de vida melhores para os mais pobres.
Se a resposta for "não", então ela está admitindo que está importunada apenas com o que os ricos têm, e não com o que os pobres não têm. Já se a resposta for "sim", então a tal desigualdade de renda é irrelevante.
Ou seja, a preocupação deveria ser com a pobreza absoluta, e não com a pobreza relativa.

Três objetivos do terror



Primeiro objetivo do terror: Repressão para fora, ou seja, guerra (pejorativamente denominado “defesa”). Como o assassinato de civis representa a máxima provocação, com o mínimo de efeito militar (material), trata-se então de propaganda – mas do lado errado, em prol do Ocidente. Cada novo atentado leva o Ocidente para a ofensiva. Com isso são sustentadas as guerras ocidentais, e assim diversos países sofrem a exemplo da Síria e do Iraque, onde o EI (=ISIS) está em casa. “Novamente foram os diabos do ISIS”, apareceu na página da internet do jornal Bild, a 14 de janeiro de 2016 a respeito do ataque em Jacarta.
Mas isso é falso: são nossos próprios diabos, que querem nos levar mais uma vez a uma nova guerra, principalmente contra seu inimigo mundial, o Islã. Como se trata de propaganda, não podemos saber também, até que ponto os ataques são reais – pois sempre mente-se em propagandas. Melhor seria por exemplo: “Combatentes do EI cortam mulher grávida, retiram o feto de seu ventre, assam-no e servem-no para a ceia”. Nós não estamos muito longe de tal manchete nas mídias.
Segundo objetivo: Repressão interna, ou seja, ditadura (pejorativamente denominado “segurança”). Como os atentados deixam as pessoas inseguras e com medo, elas estão inclinadas a se colocarem sob o “guarda-chuva” das autoridades de segurança pública e a aceitar mais uma nova lei de monitoramento e perda de privacidade, até atingir-se um estado de exceção, sob o qual o governo francês atua desde os atentados de Paris em novembro de 2015. E dependendo de quantos atentados ainda aconteçam na França, isso permanecerá possivelmente desta forma.
Terceiro objetivo: a União global, ou seja, governo mundial ou ditadura mundial (pejorativamente denominado “Comunidade Internacional”). Como os atentados acontecem desde 11/09/2001 quase em todo o hemisfério ocidental, uma Firma ocidental está atuando, e certamente ela não se chama EI. Trata-se sobretudo em unir primeiramente o mundo ocidental sob uma liderança, e como vemos, sob a direção dos aliados ocidentais vencedores da Segunda Guerra Mundial: Grã-Bretanha, França e EUA.
Após as duas guerras mundiais, estas potencias gostariam de continuar o projeto de domínio mundial. Parece ainda que existem antagonistas orientais como a Rússia e China, mas aqui não há certeza. Possivelmente eles já pertencem à mesma Firma. E não é por coincidência que quanto aos atores no palco sírio, trata-se dos quatro vencedores da Segunda Guerra Mundial, mais a China, ou seja, sempre os correntes membros do “Conselho de Segurança” da ONU – que ao mesmo tempo são as cinco potencias atômicas principais do planeta.
http://inacreditavel.com.br/wp/o-que-significa-afinal-esta-onda-de-terror-global/

sábado, 16 de janeiro de 2016

“A dívida pública é um mega esquema de corrupção institucionalizado”

Para ex-auditora da Receita, convidada pelo Syriza para analisar a dívida grega, sistema atual provoca desvio de recursos públicos para o mercado financeiro.
“A dívida pública é um mega esquema de corrupção institucionalizado”
Dois meses antes de o governo Dilma Rousseff anunciar oficialmente o corte de 70 bilhões de reais do Orçamento por conta do ajuste fiscal, uma brasileira foi convidada pelo Syriza, partido grego de esquerda que venceu as últimas eleições, para compor o Comitê pela Auditoria da Dívida Grega com outros 30 especialistas internacionais. A brasileira em questão é Maria Lucia Fattorelli, auditora aposentada da Receita Federal e fundadora do movimento “Auditoria Cidadã da Dívida” no Brasil. Mas o que o ajuste tem a ver com a recuperação da economia na Grécia? Tudo, diz Fattorelli. “A dívida pública é a espinha dorsal”.
Enquanto o Brasil caminha em direção à austeridade, a estudiosa participa da comissão que vai investigar os acordos, esquemas e fraudes na dívida pública que levaram a Grécia, segundo o Syriza, à crise econômica e social. “Existe um ‘sistema da dívida’. É a utilização desse instrumento [dívida pública] como veículo para desviar recursos públicos em direção ao sistema financeiro”, complementa Fattorelli.
Esta não é a primeira vez que a auditora é acionada para esse tipo de missão. Em 2007, Fattorelli foi convidada pelo presidente do Equador, Rafael Correa, para ajudar na identificação e comprovação de diversas ilegalidades na dívida do país. O trabalho reduziu em 70% o estoque da dívida pública equatoriana.

http://inacreditavel.com.br/wp/divida-publica-mega-esquema-de-corrupcao/

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Pomerânia...idioma extinto, mas vivo no Brasil!!!


A Antiga Pomerânia tinha como brasão a figura de um grifo de cor vermelha. Esta figura fantástica sempre é representada de perfil, sendo que a parte dianteira do corpo é de águia com asas abertas e a posterior, de leão. Por meio do corpo de leão, o grifo simboliza força. A mesma simbologia vale para a parte superior: como a águia enxerga bem, o grifo também significa vigilância.


A referência mais antiga ao grifo na história da Pomerânia data de 1194. Inicialmente, o grifo era usado com selo em documentos para comprovar autenticidade. Em forma de selo, o grifo mais antigo conservado aparece num documento com data de 29 de setembro de 1214. No decorrer dos séculos o desenho original do brasão sofreu algumas mudanças estilísticas. No entanto, todos os brasões são considerados representativos, sendo variantes do modelo mais antigo. Ao lado da bandeira, o brasão é um dos símbolos dos Pomeranos do mundo inteiro.
O pomerano (Pommersch, Pommerschplatt ou Pommeranisch) é uma variedade do baixo-alemão falada pelos pomeranos e descendentes em várias regiões do Brasil, especialmente nos estados meridionais e no estado do Espírito Santo.
O nome Pomerânia vem do eslavo po more, que significa Terra junto ao Mar.
Quase extinta na Pomerânia histórica, sendo praticamente falada apenas no Brasil, atualmente a língua pomerana já tem uma escrita, dada pelo linguista Ismael Tressmann, e nos municípios mais pomeranos do estado do Espírito Santo já existem aulas de língua pomerana, por meio do Programa de Educação Escolar Pomerana (PROEPO).
O pomerano é diferente do alemão-padrão, uma vez que ambas as línguas têm origens distintas. O pomerano assemelha-se mais ao holandês, vestfaliano e saxão antigo.

Economistas Keynesianos

Nós, economistas keynesianos, nos formamos com a ideia de que, diante de uma crise, enquanto as pessoas não querem investir nem consumir, somente o estado pode conseguir a reativação da economia.
Burocratas e políticos, que aparentemente são mais sábios do que a população inteira, devem redirecionar a economia mediante o aumento do gasto público.
Entretanto, nós keynesianos nos esquecemos de que esse dinheiro que é utilizado para “reativar” a economia não cai do céu. Nós keynesianos negligenciamos que um aumento dos gastos do governo somente pode decorrer de uma diminuição do consumo das famílias ou do investimento privado.

Pode-se aumentar os impostos sobre o consumo, ou pode-se aumentar a tributação das empresas e, com isto, incrementar o gasto público. Pode-se também aumentar os déficits do governo e consequentemente seu endividamento, mas os juros dessa dívida serão pagos também mediante tributação.
Ou seja, o que os keynesianos propõem nada mais é do que uma transferência de recursos.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Só outro demente para acreditar e entrar na onda da esquerda...independente da sua corrente ideologica!

Para a esquerda quebrar regras, estar fora do eixo, exercer uma liberdade anárquica nada próximo do que seja democracia e principalmente aplicar agendas e praticas doentias os tornam seres superiores, pelo menos na mentalidade deturpada deles...mas pergunto...jeito esquisito esse de se sentir e se mostrar superior, não? Dando o c..., querendo trocar de sexo, indo na contramão da natureza?kk



terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Dilma e suas dicas para 2016


POLITICAMENTE E PEDAGOGICAMENTE CORRETO...QUE FOFO!

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região lançou a personagem Justina, criada para falar sobre direito do trabalho de forma didática e lúdica. A trajetória da personagem, desde a adolescência como aprendiz até sua vida adulta como profissional, você acompanha ao longo de 2016 na página www.facebook.com/justinatrt2.

Como deveria ser o pensamento nacional e como realmente é!

"Uma alcateia (lobos): os 3 primeiros são os mais velhos ou os doentes e marcam o ritmo do grupo. Se fosse ao contrário, seriam deixados para trás e perderiam o contacto com a alcateia. Em caso de emboscada serão sacrificados. Seguem-se os 5 mais fortes. No centro seguem os restantes membros da alcateia, e no final do grupo seguem os outros 5 mais fortes. Em último, sozinho, segue o lobo alpha. Controla tudo desde a parte traseira. Nessa posição consegue controlar todo o grupo, decidir a direção a seguir e antecipar os ataques dos adversários. A alcateia segue ao ritmo dos anciões e sobre o comando do líder que impõe o espírito de entre-ajuda não deixando ninguém para trás."
Barbara Hermel Bach
Foto: Chadden Hunter*

Pena que poucos irão ler e entender, afinal ler e pensar gasta tempo e é muito chato pensar!
Nada é de graça...
" a metade de uma aula em uma universidade, um dos alunos, inesperadamente perguntou ao professor:
- você sabe como se capturam os porcos selvagens?
O professor achou que era uma piada e esperava uma resposta engraçada. O jovem respondeu que não era uma piada, e com seriedade começou sua dissertação:
- você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e puxando um pouco de milho no chão. Os porcos vêm diariamente a comer o milho de grátis. Quando se acostumam a vir diariamente, você constrói uma cerca ao lado do local onde eles se acostumaram a vir. Quando se acostumam com a cerca, eles voltam para comer o milho e você constrói outro lado da cerca..
.
Eles voltam a acostumar-se e voltam a comer. Você vai pouco a pouco até instalar os quatro lados do cercado em torno dos porcos, no final instala uma porta no último lado. Os porcos já estão habituados ao milho fácil e às cercas, começam a vir sozinhos pela entrada. É aí quando você fecha o portão e captura a todo o grupo.
Simples assim, em um segundo, os porcos perdem sua liberdade. Eles começam a correr em círculos dentro da cerca, mas já estão sujeitos. Depois, começam a comer o milho fácil e gratuito. Ficam tão acostumados a isso que esquecem como caçar por si mesmos, e por isso aceitam a escravidão; mais ainda, mostram-se gratos com os seus captores e por gerações vão felizes ao matadouro.
O jovem comentou com o professor que era exatamente isso que eu via acontecer no seu país, no seu estado, em sua cidade, no seu povo.
Onde governos ditatoriais, escondidos sob o manto "Democrático", Lhes esteve jogando milho gratuito pelo tempo suficiente para alcançar a mansidão sistemática.
Cada novo " Governo Salvador " disfarçando em programas de ajuda suas esmolas, dá dinheiro, missões, planos, remissão, leis de " Protecção ", Subsídios para qualquer coisa, expropriações indevidas, programas de "Bem-estar social", Festas, feiras ou festivais, uniformes, úteis, transporte "Grátis", G R A T I s!
Toda essa gratuidade que nos oferecem os governantes e cheia de felicidade para um povo acostumado com as migalhas do milho fácil e gratuito, roubam-nos a capacidade de ser críticos pensantes e pessoas empreendedoras.
No entanto, claro que nada nos saiu de graça. "Não existe almoço grátis".
Finalmente, se você se dá conta de que toda essa maravilhosa " ajuda " Governamental é um problema que se opõe ao futuro da democracia no nosso país, deveria compartilhar esta mensagem."

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Mein Kampf - um dos livros mais polemicos - sera que foi uma boa hora pa...

Mein Kampf - um dos livros mais polemicos - sera que foi uma boa hora pa...

Governo alemão perdeu o controle da situação

O catálogo dos erros da política alemã para refugiados vai ficando cada vez mais longo. Se de início, no verão passado, o acolhimento dos recém-chegados ainda tinha algo de nobre, sustentado pelo benéfico sentimento moral de estar fazendo algo de bom, atualmente o pânico impera na Berlim política.
Todos os partidos representados no Parlamento, mesmo o Partido Verde e A Esquerda, exigem em uníssono "rigor total do Estado de direito", clamam por deportações e leis mais duras. Sendo que muito pouco disso poderá ser colocado em prática: num Estado norteado pela separação dos poderes, nenhum juiz vai seguir as prescrições da política. E não há deportação sem que antes haja uma sentença.
O problema central é que o governo alemão perdeu o controle sobre as fronteiras do país. Milhares de pessoas seguem confluindo para a Alemanha, sem serem registradas e sem que alguém lhes pergunte de onde vêm, realmente.
Além disso, Berlim obviamente quer ignorar a questão de se, entre mais de 1 milhão de refugiados, não poderia também haver terroristas. Nesse ponto, o governo federal é reforçado por uma maioria de apologetas do multiculturalismo nas mídias e no establishment político.

Contudo basta o atentado a machado em Paris por um adepto árabe do "Estado Islâmico" (EI) – que foi evitado por um triz – para revelar o flanco aberto: não sabemos quem temos no país. O fundamentalista islâmico esteve registrado durante algum tempo numa moradia para requerentes de asilo no estado alemão da Renânia do Norte-Vestfália, cumpriu pena numa prisão da Alemanha e jogava com sete identidades diversas. E nós não sabíamos.
Até mesmo o último romântico multicultural deve estar agora ciente de que o afluxo em massa de homens jovens de origem norte-africana-árabe coloca em perigo a segurança interna alemã. E não por eles serem, de maneira generalizada, suspeitos de terrorismo ou de criminalidade, mas porque o mero volume de recém-chegados simplesmente potencializa a em parte fracassada integração dos imigrantes estabelecidos. Só mesmo na matemática é que menos multiplicado por menos é igual a mais.
Nós nos encontramos em meio a uma mudança climática político-emocional. O estado de espírito na Alemanha se reverte – e em velocidade vertiginosa. A sensação de estar sendo ludibriado envenena o já exaltado clima nas ruas, nas prefeituras, na Berlim política.
Não apenas em Colônia, mas também em outros locais, fatos foram distorcidos e ocultados. Sempre segundo o lema: tudo, menos estabelecer conexões entre os ataques criminosos e sexistas em massa – que não houve só em Colônia – e a política federal para refugiados.
Está mais do que claro: o medo de parecer xenófobo era maior do que o de perder o controle estatal. O padrão de comportamento era sempre o mesmo: o que não se quer que seja, não pode ser!
Por tabela, o réveillon coloniano revela um outro problema: justamente nós, os alemães, campeões mundiais da ordem, estamos fracassando em termos de organização. Nos Bálcãs, os que observam os dias de caos na Alemanha esfregam os olhos, incrédulos, com tanta incompetência: centenas de milhares de pedidos de asilo não examinados, nenhum controle de fronteira, nenhum cadastramento. Em compensação, um monte de boa vontade, ingenuidade e a inocente esperança de que tudo vai acabar dando certo.
Há muito está claro: alguma coisa tem que acontecer. O ministro Gerd Müller já anuncia a chegada, em médio prazo, de 8 a 10 milhões de refugiados. E ele deve saber, pois é o chefe da pasta de Desenvolvimento e está de olho naqueles que, na África e na Ásia, já estão de malas prontas.
Do ponto de vista político, no momento é impensável um plano para refugiados em nível europeu. Os ventos estão a favor do princípio das portas fechadas. Ninguém – seja Polônia, Reino Unido, França ou Hungria – vai nos dar a mão. Vamos ter que dar conta sozinhos.
A primeira coisa é finalmente sermos honestos: estamos sobrecarregados e vamos ficar ainda mais se não frearmos o afluxo. Vamos ter que decidir o que queremos salvar: se o Espaço Schengen – ou seja, o princípio das fronteiras abertas –, ou o direito ao asilo defendido na Alemanha – de forma individualista e sem equivalente no mundo. Manter ambos, não será possível.
http://www.dw.com/pt/opini%C3%A3o-governo-alem%C3%A3o-perdeu-o-controle-da-situa%C3%A7%C3%A3o/a-18972477

“Nenhuma pessoa é ilegal!”

Na virada do Ano Novo em Colônia (Köln) em torno de mil jovens imigrantes se reuniram na estação central e molestaram sexualmente dezenas de mulheres alemãs. Elas foram prensadas, cercadas pelos jovens rapazes, algumas tiveram partes de suas roupas arrancadas, partes íntimas penetradas com os dedos, algumas tentavam fugir e foram perseguidas como bichos. Tudo indica que a ação desses caras foi previamente planejada.
O episódio representa um marco na Alemanha, dado a magnitude do incidente e pelo fato do último episódio desse tipo ter ocorrido durante a ocupação de Colônia pelas tropas aliadas, em 45, há 70 anos.
Segundo a mídia alemã: “A Alemanha estava em choque”. Mas a “surpresa” pode ser explicada e ela têm raízes ideológicas.
Alienação provocada pela reeducação imposta ao povo alemão pelos aliados

Entre muitos jovens universitários está na moda a frase “Kein Mensch ist Illegal”, “Nenhum ser humano é Ilegal”. Uma máxima pós-moderna. Nenhum ser humano pode ser considerado ilegal em parte alguma. Fronteiras, limites, divisas são um crime. Um crime contra a humanidade segundo eles.
Aí a gente reflete e se pergunta: Pra que servem fronteiras e limites afinal? Precisamos delas?
Será que aqueles jovens entusiasmados com uma ideia, que exige eliminar toda e qualquer fronteira, realmente refletem sobre a magnitude da proposta?
E me pergunto: essa ideia é apenas válida para as fronteiras nacionais? Ou também para os limites dos nossos estados, das nossas cidades, do nosso bairro ou da nossa casa?
Você já se perguntou porque a sua casa, seu condomínio tem muro, têm grade? Porque a sua casa tem porta? Porque seu condomínio têm um porteiro que controla quem entra e quem sai?
E no limite, o seu corpo, sua noção de indivíduo com personalidade e valores próprios, a sua “bolha pessoal” não são um limite?
Porque ao entrar num ônibus lotado você procura escapar pro primeiro cantinho vazio que você acha?
Somos cercados e vivemos em fronteiras, visíveis ou invisíveis.
Fronteiras são uma questão de Identidade. Seja ela coletiva ou individual, seja de um povo e a sua cultura, ou da sua própria casa, com sua família, costumes e regras de convivência. Elas nos permitem o desenvolvimento de nossos dons, aptidões e capacidades. Elas permitem que um povo viva a desenvolva a sua cultura.
E última medida, no plano individual, o limite representa ter ou não ter dignidade.
Um governo que não defende suas fronteiras, não respeita nem a integridade do seu povo nem o da sua cultura e muito menos a sua história.
Eu me pergunto o que deve passar na cabeça de um jovem que vem de um contexto cultural completamente diferente, muitas vezes opostos aos nossos valores ocidentais?
Quais as chances dessa passividade nacional de um povo ser interpretada como um convite geral a violar qualquer fronteira? Inclusive o da dignidade de uma mulher?
A violação do corpo de uma mulher é última fronteira a ser violada. Uma violação dessas seguramente comprometeu a identidade das vítimas.
Fronteiras não são descartáveis, são uma questão de identidade.
Artigo dedicado às vítimas de Colônia.
www.facebook.com/sudbrasilien
http://inacreditavel.com.br/wp/nenhuma-pessoa-e-ilegal/

domingo, 10 de janeiro de 2016

ManOwaR - Defender

SOCIEDADE INCONSEQUENTE

Vivemos em uma sociedade de alienados, sujeitos que não conseguem sequer interpretar um texto, nossas crianças são “condicionados nas escolas” jamais educados. Infelizmente não há cultura neste país da desigualdade. Parece que perdemos a capacidade de raciocinar, de entender o contexto e complexidade de tudo os que nos cerca. Ninguém discute com seriedade o que está levando a nossa sociedade a viver na idade das trevas.
A molecada acorda cedo, vai pra escola. Chega em casa, almoça ao mesmo tempo que assiste TV, atualiza a conversa no WhatsApp, checa sua ‘TimeLine’ no Facebook, curte páginas dos amigos, coloca em dia as curtidas do Instagram e comenta de forma superficial - pois não compreende o contexto e complexidade - as reportagens da TV. Se perguntar quem dividiu a mesa com eles (os pais também estão brincando com o celular) é possível que nem tenham se dado conta, pois estão mais próximos dos amigos “virtuais” do que daqueles que compartilham o mesmo espaço, a mesma mesa e a mesma comida com eles. Mas o mais trágico nisso tudo é que os pais, também, estão sentados à mesa assistindo TV, atualizando a conversa no WhatsApp, checando sua ‘TimeLine’ no Facebook, colocando em dia as curtidas do Instagram e comentando de forma superficial as reportagens da TV.
Depois do almoço os pais irão para o trabalho e os filhos para a aula de computação, inglês, academia...
À noite ficarão no quarto em frente ao note navegando por sites que jamais se lembrarão, conversando pelo skype, jogando on line, até a hora de dormir.
No final de semana estes jovens dormirão a maior parte do tempo para se preparar para a noite, para a balada, onde pegarão todos e todas e beberão até cair.
Estes jovens entram muito cedo em sua vida pretensamente “adulta”. Já “brincam” de papai e mamãe antes mesmo de brincar de casinha. Estes jovens são lançados da infância, cada vez mais curta, direto para a vida “adulta”, passando sem piscar pela adolescência.
http://www.sigamais.com/colunas/retrato/estamos-formando-uma-geracao-de-egoistas-egocentricos-alienados-e-inconsequentes/

Fui ofendido porque me chamaram de nazista

ALEMANHA - um estado soberano ou ainda ocupado pelos aliados ?

Estamos sendos manipulados, observados e ate censurados a toda hora

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

IMB - Sete medidas para deixar a economia do jeito que o PT gosta

IMB - Sete medidas para deixar a economia do jeito que o PT gosta

Tequila Baby - Wonderful World (Ao Vivo no Jornal do Almoço)

Wander Wildner - Amigo Punk (FULL HD)

A BOMBA RELOGIO DO MULTICULTUR

Nosso primeiro artigo de 2016 apresenta as recentes e desastrosas consequências da invasão da Europa pelos “refugiados” das guerras provocadas pelos plutocratas. Seja qual for o motivo, o deslocamento populacional na escala que presenciamos no segundo semestre de 2015, para regiões com alta densidade demográfica, irá sempre gerar conflitos.
Levante popular na Córsega contra muçulmanos
A população nativa da Córsega sente-se estrangeira em sua própria pátria. Através de leis da mordaça, onde qualquer crítica contra estrangeiros pode acarretar em condenação por “incitação ao ódio”, o povo sente-se ameaçado, desprotegido, pressionado pelo próprio governo e entregue à mercê do destino. Dentro de tal ambiente, a vontade para a reconquista não está longe.
“Não existe mais qualquer segurança em quatro regiões locais”, declara um homem no vídeo acima. “A polícia também não toma providências. Nós vamos então tomar a coisa para nós! Nos denominam racistas e fascistas, mas nós apenas defendemos nossa terra!”
Uma jovem diz: “Eu estou feliz que existam estas demonstrações. No começo eu tinha medo de entrar nesta área. Eu estou feliz que estamos sendo ouvidos. Nós temos apenas que organizar as demonstrações de forma ordeira. Não devemos mais incentivar o desejo de ainda mais violência.”
Mulheres são atacadas, molestadas e roubadas em Colônia
Na noite de Réveillon aconteceu um arrastão na estação principal de trem em Colônia, Alemanha. Uma multidão de cerca de 1.000 homens, alcoolizados em sua maioria, atacaram dezenas de mulheres que estavam comemorando a passagem do ano. Elas foram agredidas, tocadas em suas partes íntimas e tiveram seus celulares e carteiras roubados. A polícia estava totalmente despreparada para tal ação e não pode evitar o crime generalizado.

Estação principal de trem de Colônia, Alemanha
Apenas no decorrer da noite e nos próximos dias teremos uma ideia da dimensão deste ato de violência. O chefe da polícia de Colônia, Wolfgang Albers, falou nesta segunda-feira sobre “crimes de uma dimensão totalmente nova” e “delitos sexuais em enorme escala”. “É uma situação insuportável, que aconteça no centro da cidade tais atos criminosos”, afirmou ainda o delegado. As mulheres foram tocadas, assediadas e roubadas; um estupro também foi notificado. “Até uma policial teve sua calça tocada”, relatou Arnold Plickert, presidente do sindicato dos policiais do estado de Nordrhein-Westfalen.
Os criminosos, segundo declaração da polícia, são homens “de aparência árabe ou do norte africano”. Esta teria sido também a descrição das testemunhas. Os homens estão dentro da faixa etária de 15 e 35 anos.
Quem são os verdadeiros genocidas e racistas?
Você é consultado sobre a decisão de receber “refugiados” em sua casa? Ao defendê-la, isso o torna um racista? Ou seriam os verdadeiros destruidores das raças aqueles que promovem com suas guerras o deslocamento populacional em larga escala?
Os plutocratas, através de suas marionetes nos governos ocidentais, promoveram as guerras na antiga Iugoslávia, no Afeganistão, no Iraque, na Líbia e mais recentemente na Síria, desestabilizando estas regiões e, após o caos instaurado, incentivam a emigração deste contingente de desesperados e combatentes religiosos fanáticos para o seio da Europa.
As justificativas mais tolas pelo aceite dos “refugiados” são divulgadas pela mídia adestrada (principalmente aquelas de caráter econômico-demográfico), e se esquecem (?) completamente que o choque entre os povos é como uma bomba-relógio de consequências imprevisíveis.
Ao invés de perseguirem fanaticamente a ideia do “One World”, onde no final deste drama histórico haverá apenas o mestiço de Kalergi ou de Plínio Salgado, por que não se procura preservar os diferentes povos, com suas raças e culturas? Afinal de contas, quem são os verdadeiros promotores do ódio e genocídio racial?

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

AS PROFECIAS DE GOEBBELS



[Imagem: 1412840928981_wps_1_German_Nazi_politician_an.jpg]


“Um dia as mentiras irão desaparecer e a verdade irá triunfar. Essa será a hora quando iremos nos levantar sobre tudo, puros e imaculados.” – Joseph Goebbels

“…A Guerra se aproxima de seu fim. A insanidade que as potências inimigas provocaram sobre a Humanidade já passou do seu
ponto culminante na qual esta guerra se refere. A única coisa que deixará para trás de si, e em todo o mundo, será somente um indescritível sentimento de vergonha e de desgosto. E não pode ser de outro modo. A artificialmente construída e corrompidamente mantida coalizão entre plutocracia e bolchevismo terminará por se romper.”

“A Alemanha acabará sendo dividida. A Áustria acabará sendo livrada de seu próprio destino. Os sovietes estenderão sua influencia até o Atlântico. A Inglaterra tarde ou cedo perderá a totalidade de seu império. Até os EE.UU. logo pensará diferente sobre este estremecedor fenômeno mundial. Guerras raciais internas e uma decadência indetível lhes fará perder seu prestígio e poder mundial.”

“Aconteça o que acontecer, a Alemanha renascerá em poucos anos depois desta guerra. E não será só por seu próprio esforço. A Alemanha é tão essencial e indispensável para a Europa que até nossos próprios atuais inimigos terão que impulsionar sua reconstrução. Nossos campos e províncias destruídas serão repovoadas em novas cidades e povos… Voltaremos a ser amigos de todos os povos de boa vontade que habitam a terra e junto com eles faremos cicatrizar as feridas que deformam o nobre rosto de nosso continente.”

“Toda a Europa e o mundo participará dos avanços que demos à Ciência. Mas a
pergunta decisiva é se neste mundo mais novo e brilhante viverão também pessoas mais felizes. Se nossos inimigos impõem sua vontade, a humanidade naufragará em um mar de sangue e de lágrimas. Haverá guerras e mais guerras que acontecerão praticamente sem interrupção. Sem dúvida serão mais reduzidas e mais isoladas geopoliticamente que esta guerra porque já ninguém se atreverá tão irresponsavelmente a provocar uma catástrofe semelhante a atual. Mas se bem que poderão ser guerras mais reduzidas e também serão tanto mais desonrosas. A honra no campo de batalha será definitivamente sepultada pela fria e sistemática decisão de matar e destruir a qualquer preço.”

“Os
homens se matarão por possuir as coisas mais supérfluas e banais. As plutocracias naufragarão em uma desesperada corrida para dar cada vez mais luxos à humanidade corrompida pela comodidade ou pela política do pão-e-circo “. E finalmente as plutocracias terminarão por não poder dar de comer à uma população cada vez mais numerosa. Haverá outra vez fome dos desempregados. E virá outra vez o bolchevismo oferecendo tentadoramente as mesmas soluções falsas que ofereceram à nós diante desse monstruoso monumento ao fracasso e à ignomínia que foi a república de novembro.”

“E aqueles que queiram remediar esta situação não terão outra alternativa que ver o que nós fizemos e ver aquilo pelo qual seguiremos lutando até o amargo final. Aqueles que queiram melhorar este mundo decadente e corrupto terão que
compreender que a plutocracia e o bolchevismo não são os únicos caminhos transitáveis para livrar a Humanidade da miséria e do fracasso. Por que há um terceiro caminho que é o nosso, que é o único e o melhor e que é aquele que ADOLF HITLER nos apontou.”“Virão homens que ainda sem nos mencionar, porque lhes estará proibido ou porque temerão fazê-lo, tentarão transitar por este caminho nosso. E serão combatidos e traídos da mesma forma que nós fomos traídos. Mas no final VENCEREMOS porque o bom e o verdadeiro sempre triunfam neste mundo.

Berlim, 19 de Abril de 1945.

Joseph Goebbels