Free Shoutcast HostingRadio Stream Hosting

segunda-feira, 23 de maio de 2016

O que é o estado?

O que é o estado?: Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 !-- /* Font Definitions */ @font-face {font-family:Verdana; panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:Times New Roman; mso-fareast-font-family:Times New Roman; mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:EN-US;} p {mso-margin-top-alt:auto; margin-right:0cm; mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:0cm; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:Times New Roman; mso-fareast-font-family:Times New Roman; mso-ansi-language:EN-US; mso-fareast-language:EN-US;} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} -- /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:Tabela normal; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:Times New Roman; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} O que é o estado? É um grupo dentro da sociedade que clama para si o direito exclusivo de controlar a vida de todos. Para isso, ele utiliza um arranjo especial de leis que permite a ele fazer com os outros tudo aquilo que esses outros são corretamente proibidos de fazer: atacar a vida, a liberdade e a propriedade. Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 !-- /* Font Definitions */ @font-face {font-family:Verdana; panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:Times New Roman; mso-fareast-font-family:Times New Roman; mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:EN-US;} p {mso-margin-top-alt:auto; margin-right:0cm; mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:0cm; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:Times

ANGOLA 1961

Em meados do século XX, nem o Partido Comunista de Angola (uma simples filial do PCP constituída por uma dúzia de militantes de Luanda) nem os tradicionais oposicionistas republicanos tinham verdadeira expressão em Angola. A única força que agrupava um número considerável de militantes independentistas era a União das Populações do Norte de Angola (UPNA), uma organização de cunho tribalista fundada na segunda metade dos anos 50 e dirigida por chefes Bakongo que, em 1958, a conselho de N’Krumah, amputaram “do Norte” à sua designação e se transformaram em UPA.
Esta organização tinha sede na capital do Congo belga, Léopoldville (crismada Kinshasa após a independência, em Junho de 1960) e tinha como líderes Manuel Nekaka e seu sobrinho, Holden Roberto, que reclamavam ter ascendência real e se propunham restaurar o Reino do Kongo.
Em 1959, presumindo poder controlar o movimento e assim evitar que o independentismo angolano ficasse refém da União Soviética, a administração norte-americana decidiu apostar na UPA – e contratou Roberto com uma avença de 900 dólares mensais. Roberto, no entanto, manteve contactos com a União Soviética, a China e vários países africanos que já haviam alcançado a independência, queixando-se sempre de não receber deles o apoio monetário e material que reclamava.
Ao contrário do que por vezes se afirma, a UPA não teve participação directa no surto grevista de Janeiro de 1961 nas plantações algodoeiras da Baixa de Cassange (um movimento aparentemente espontâneo e sem direcção política) ou nos ataques de 4 de Fevereiro de 1961 em Luanda (organizados pelo cónego Manuel Mendes das Neves e manipulados pelo PC angolano, depois conhecido como MPLA).
Pelo contrário: foi para não perder o controlo das fileiras independentistas que a UPA decidiu agir na única zona de Angola que conhecia e onde se movimentava com relativa facilidade: a província angolana do Congo, mais tarde dividida em dois distritos, Congo e Zaire. E fê-lo também, a conselho norte-americano, para aproveitar os debates que decorriam na ONU, nesse preciso momento, sobre as províncias ultramarinas portuguesas.
Na madrugada de 15 de Março de 1961, bandos da UPA atacaram em simultâneo zonas fronteiriças do extremo Norte de Angola, vindos do Congo ex-belga e, em grande parte, contratados nos “bas fonds” de Kinshasa, armados de catanas e canhangulos e drogados para que não temessem as balas dos europeus. Nas roças e localidades por onde passaram, torturaram e mataram as famílias europeias que encontraram, com sinistros requintes de malvadez.
Foi monstruoso o grau de inumanidade dessas hordas, não só sobre homens europeus e bailundos mas também sobre mulheres e crianças. Holden Roberto, chefe da UPA, reconheceu várias vezes, em entrevistas, a crueldade dos ataques de Março de 1961, gizados por si mesmo e por Franz Fanon.
Essa crueldade está documentada nas inúmeras fotografias publicadas na imprensa da época e incluídas em livros que passavam de mão em mão, bem como em filmes que a RTP só parcialmente exibiu.
Crime hediondo
Os ataques foram então justificados como “resposta” à repressão da greve nas plantações algodoeiras da Baixa do Cassange, dois meses antes, mas a justificação não convenceu, por duas razões: primeira, os ataques foram planeados a partir de Dezembro de 1960, quando ainda nem sequer haviam ocorrido os assaltos em Luanda ou as greves no Cassange; segunda, os ataques partiram do Congo ex-belga e visaram concretamente o Alto Congo português, bem longe portanto das zonas algodoeiras e com nula participação dos trabalhadores do algodão.
Talvez a existência de testemunhos fotográficos das atrocidades cometidas seja incómoda para certas mentes “politicamente correctas”, para as quais um massacre cometido em nome de uma ideia é condenável, mas já não o é se cometido em nome de outra ideia.
Seja como for, em relação à generalidade dos testemunhos fotográficos sobre os acontecimentos de 15 de Março, não há a menor dúvida de “autenticidade”. É possível que uma ou outra imagem tenha sido retocada em laboratório, mas há centenas delas (e quilómetros de filme, de impossível manipulação na altura) a atestar um crime hediondo que vitimou milhares de pessoas.
Encontrava-se então em Angola uma equipa de reportagem da RTP, que logo partiu para o Norte e chegou às zonas fustigadas nos dias seguintes, recolhendo os primeiros testemunhos e captando imagens dos destroços que encontrou. Pela autenticidade dessas imagens falaram os jornalistas Horácio Caio e Neves da Costa, o realizador José Elyseu e o operador de imagem Serras Fernandes, que constituíam a equipa.
Poucos dias depois chegaram ao Norte de Angola muitos outros jornalistas, radialistas e cineastas, entre eles o grande Augusto Cabrita, cujas ideias de esquerda nunca o impediram de contar a verdade.
Por mil palavras
Falar, pois, de “questões éticas” no que se refere à difusão de testemunhos gravados a quente em 1961 é pretender avaliar uma situação de há 53 anos com os critérios de hoje; e questionar a “autenticidade” dos testemunhos fotográficos desses dias negros é pôr em dúvida o sofrimento que muitos sentiram, viveram, testemunharam e condenaram em Março de 1961 e que faz hoje parte, como matéria provada e confirmada, da História Política.
Podemos usar muitas aspas distanciadoras ou expressões higiénicas como “fotografias atribuídas aos massacres da UPA”, como se elas pudessem ser atribuídas a outra coisa.
O que se passou no Congo português em Março de 1961 não comporta eufemismos: gostem ou não, foi mesmo um massacre o que a UPA perpetrou então em Angola.
O “alegado” autor também dispensa as aspas, pois ele próprio o confirmou, no que foi secundado por alguns dos facínoras que participaram nos ataques e que muitos anos depois os relataram, com repugnante cópia de pormenores, na série televisiva de Joaquim Furtado sobre as guerras de África.
Se há casos em que uma imagem vale por mil palavras, este é um deles.

O colapso da Venezuela não irá acabar com o poder sedutor do socialismo - e há explicações para isso

O colapso da Venezuela não irá acabar com o poder sedutor do socialismo - e há explicações para isso: Olhando para o futuro, é seguro prever que mais países irão se recusar a aprender com a história e irão adotar novamente políticas socialistas, ainda que talvez sob outra roupagem e sob outro rótulo. Pior ainda: quando isso novamente ocorrer, haverá idiotas úteis -- para utilizar as palavras de Lênin -- que irão cantar as glórias do socialismo até o momento em que tal país se afundar no mais profundo colapso. E, após o colapso, esses nobres palpiteiros irão simplesmente tirar o time de campo, ignorar tudo o que escreveram, e passarão a parolar eloquentemente sobre outros assuntos. O que nos leva a essa importante pergunta: dado que o socialismo sempre fracassou em todos os locais em que foi tentado, por que ainda existem inúmeras pessoas que insistem em lhe tecer glórias e em tentar fazê-lo funcionar? A psicologia evolucionária nos fornece uma resposta plausível.

COLONIA DE BANQUEIROS

Fazer empréstimos para quitação de questões internas e externas não é uma exclusividade do Brasil. Não há a necessidade de ser um especialista em economia histórica pra ter esse conhecimento superficial sobre o assunto. A nossa monarquia, por exemplo, também não escapou da necessidade em buscar dinheiro de outras fontes e isso nunca foi segredo para ninguém, principalmente após a perda do contato direto com Portugal.
Mas a comparação entre Monarquia Brasileira e República Brasileira é o que assusta. Na década de 1930, o escritor Gustavo Barroso realizou um levantamento sobre os empréstimos realizados no Brasil entre os anos de 1824 e 1927, obra que foi reeditada pela Revisão Editora em comemoração ao centenário de Barroso em 1989. Abaixo você confere alguns trechos do livro e também a comparação:
“Depois de proclamada a República, piorou a nossa situação. A velocidade adquirida com os empréstimos da monarquia se acelerou ao sopro dos desperdícios republicanos e rolamos mais depressa para o abismo […] Não era possível aguentar o peso esmagador do serviço de juros, sobretudo depois das perturbações políticas, sociais e militares do início da era republicana. Em 1898 o Governo Campos Sales e Rotschild fizeram o primeiro funding-loan, isto é, o primeiro Empréstimo de Consolidação […] a juros de 5% e prazo de 63 anos. Até 1961! Verdadeira hipoteca do futuro”. (Barroso, 1989, p.52)
Para se ter ideia desses números relatados, o empréstimo citado por Barroso correspondia ao valor de 8,6 milhões de libras, valor que em 1961 chegou ao valor de 27,2 milhões de libras (!) graças aos juros e ao prazo exorbitante contratado pelo então presidente da república.
“Em verdade, o Brasil tem sido e continua a ser a galinha dos ovos de ouro do argentarismo internacional. Há um certo cuidado, pois, em não matá-la e dar-lhe, às vezes, um pouco de fôlego e milho afim de que não se acabe a maravilhosa postura”. (Barroso, 1989, p.55)
Empréstimos da Monarquia de 1824 a 1889 – 65 anos:
Quantia apurada ou recebida:
£51.632.877,00
Quantia devida:
£62.760.932,00
Quantia paga ou a pagar:
£152.111.251,00
Empréstimo da República de 1893 a 1927 – 34 anos:
Quantia apurada ou recebida:
£93.816.367,00
(em apenas 34 anos, 82% mais se comparado à monarquia)
Quanta devida:
£103.015.717,00
(64% mais que a monarquia)
Quantia a pagar:
£305.760.708,00
(101% mais que a monarquia)
Bom, no final de contas, os números não mentem e os números não escondem. Os dados apurados há mais de 80 anos provam que a república faliu o Brasil e nos tornou dependente de grupos de interesse internacionais. Somos, definitivamente, uma ‘Colônia de Banqueiros’.

BARROSO, Gustavo. Brasil colônia de banqueiros. 3 ed. Porto Alegre: Revisão, 1989.

RESENHA DO BUNKER 22 05 16

sábado, 21 de maio de 2016

ACAMPAMENTO IDEAL

Em todo acampamento que se preze, até o detalhe mais insignificante para a pessoa corrente é de grande importância para aquele que acampa. Um acampamento deve ser realizado ao ar livre e preferencialmente no monte. Deve-se passar necessariamente uma noite no mínimo, em tendas ou barracas, com ordem rigorosa.
Durante a história da Europa, podemos nomear duas organizações completamente distantes do Nacional Socialismo, que estiveram em torno da vida de acampamento, podendo ser tomadas como de melhor organização e resultados no que diz respeito aos seus objetivos particulares.
O primeiro, cronologicamente falando, seriam os acampamentos dos romanos. Estas fortificações tanto em tempo de paz como de guerra e em qualquer estação do ano, eram, na sua época, um impressionante avanço tecnológico e certamente militar. A disciplina do exército, a preparação e o adestramento de suas legiões eram surpreendentes. A energia inesgotável destes soldados se demonstrava na construção de acampamentos eventuais, que depois de longas marchas de mais de 30 quilômetros, levantavam-se somente para passar a noite e logo os destruíam.
O segundo que poderíamos nomear é o movimento “Boy Scouts”. Alguns poderão rir ao ler isto, mas eu gostaria de fazer compreender a que grau de importância ele se elevou para alguns jovens. Em 1857, nasce o criador do “escotismo”, Baden Powell. Este londrinense havia combatido em várias campanhas na África e deixou-a com a fama de coordenador e herói militar, regressando à Inglaterra, onde seu livro “Aids to Scouting” (Ajudas para o escotismo) estava tendo um grande sucesso – chegando, inclusive, a ser usado nas escolas. Pensou que todos seus conhecimentos em matéria de campo e de sobrevivência deveriam ser difundidos e se aplicou em uma publicação quinzenal chamada “Escotismo para jovens” (1908), onde expôs as bases do perfeito aventureiro. Os ideais que difundia “O Grande chefe” eram aqueles que os jovens de hoje já perderam: natureza, ecologismo, esportes, iniciativa, cavalheirismo, perdão, religiosidade, limpeza, sobrevivência e algo mais importante, que trouxe a alguns círculos o título de “fascista”: patriotismo. Este último item dizia que devia ser nossa razão de ser; deveria nos motivar a levantarmo-nos pelas manhãs e ajudar nossos semelhantes pela melhora da pátria. Tudo o que apontou Baden Powell foi realizado por ele nos acampamentos juvenis.
No III Reich, destacar-se-iam os acampamentos da Hitlerjugend, chegando a agrupar quase 9 milhões de jovens. Não se pode duvidar que estes foram os que impulsionaram a Nova Alemanha. Dentro das Hitlerjugend, a formação tinha como base uma instrução de concepção sócio-econômica e o exercício físico diário, sendo o acampamento um ponto muito importante para estes agrupamentos. Os benefícios que se obtiveram referente à influência nestes jovens – moços e moças – a favor do bem comum, fizeram com que a “delinquência juvenil” praticamente inexistisse, convertendo-se em boas relações que existiam entre as famílias dos membros. Nem as escolas, nem as empresas, nas quais os adolescentes ingressavam, livraram-se de um maior rendimento e resultados positivos. Quando em 1945 se estava perdendo a guerra e Berlim sofria o ataque inimigo, os jovens da Hitlerjugend se mantiveram firmes na defesa da capital. Relembrando assim o lema de honradez, sendo capazes de se defender; o que foi, na verdade, uma visão firme em todo o momento destas formações. Inclusive quando tudo estava perdido e o exército se havia rendido, eles seguiam fielmente em primeira linha.
Também o Serviço do Trabalho Alemão organizava acampamentos – constituídos de outro modo – mas com a finalidade de contribuir com a Nova Ordem Social, como eles sabiam bem, fazendo-o com esforço incansável e uma fé inquebrantável de suas almas ardentes. Cito alguns fragmentos do livro “Um americano vê a Nova Alemanha”, aproveitando a neutralidade do escritor, para ver, por exemplo, o puro socialismo que se respirava entre aqueles moços que cediam seus postos de trabalho remunerados a pessoas necessitadas: “Eles haviam deixado seu posto de trabalho em impressoras a homens casados ou desempregados. Faziam este sacrifício voluntariamente, pelo interesse do bem comum”. De modo semelhante, é importante ressaltar a satisfação que sentiam pelo trabalho bem realizado em favor de sua pátria e o júbilo com ele, que se tomava nas jornadas: “O espírito de satisfação e contentamento acerca do trabalho realizado e o cumprimento dos deveres do serviço de trabalho é sim um sentido de alegria e felicidade geral, expresso em si mesmo nestes cantos”. Podemos dizer claramente que o Serviço de Trabalho foi triunfante e um adianto para a Alemanha e para a formação espiritual de seus membros.
Sabemos as carências da juventude atual, sem valores nem metas, preocupada em sair às discotecas aos fins de semana e possuir um calçado de marca. Por isso, acreditamos que devemos recuperar a importância do camping e dos acampamentos. O objetivo principal tem de estar próximo da natureza, distante da “civilização”, da comodidade que não nos é necessária, para divertir-se em um ambiente completamente puro. Quando estou propondo este distanciamento, não me refiro a outra coisa senão abandonar esses cemitérios que formigam, que são as cidades, com telhados ruidosos e cheios de fumaça. Frente a esta máquina mutiladora de espíritos livres, a montanha majestosa ou a tranquila planície.
Desfrutar de semanas de acampamentos é gozar das maiores belezas que Deus pôde nos ter dado. Algo que não se pode obter entre muros e partições. É dura e rigorosa a estância em um acampamento, mas todo adolescente necessita de cuidados e direção para conduzir a bem perto seu desenvolvimento individual e assim criar jovens ativos que serão os homens do amanhã. O conjunto também é um ponto a destacar, o grupo perante qualquer dificuldade emula a uma cadeia inquebrantável, unida por correntes perfeitamente firmes e forjadas na maior camaradagem que sobrevive e supera a qualquer inconveniente.
Poucas pessoas são capazes de aprender isto tudo, no conforto da civilização. E quando tratam de se deslocar a espaços naturais, veem-se incapacitados. Tudo isto é preocupante. Mas o mais preocupante é não saber quando chegará o momento e a necessidade de que nosso povo tenha de recorrer a sua juventude. Esta resposta é afirmativa, que entra em ação poderosa, sacrificando suas vidas se é necessário em uma luta brutal, tal qual aqueles valentes de 1945.
M. Beramedi

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Lucros!

São os lucros o que possibilitam as empresas a fazer novos investimentos, a adquirir mais maquinários, a expandir suas instalações e, com isso, aprimorar sua capacidade produtiva.
São também os lucros que possibilitam a contratação de novos empregados ou até mesmo a concessão de aumentos salariais.
Lucros necessariamente têm de ser reinvestidos na empresa, seja na forma de reposição de estoques, seja na forma de expansão dos negócios, seja na forma de contratação de novos trabalhadores, ou até mesmo na forma de aumentos salariais.

Se os lucros fossem consumidos pelos capitalistas em produtos e serviços — como fantasiam os anti-capitalistas —, as empresas simplesmente não seriam capazes nem de repor seus estoques. A padaria da esquina não teria nem como comprar farinha para fazer mais pão.
Consequentemente, tais empresas perderiam sua fatia de mercado.
São os lucros, portanto, que permitem que as empresas façam novos investimentos, intensifiquem seu capital produtivo, contratem mais pessoas e paguem maiores salários.
Ademais, o desenvolvimento de novos e melhores produtos que as pessoas desejam comprar, e o aprimoramento de mais eficientes e menos custosos métodos de produção daqueles produtos que já existem e que as pessoas continuam querendo comprar, são as principais formas de um empreendedor obter lucros em um livre mercado.
Para isso, a esmagadora maioria dos lucros obtidos em uma economia livre tem de ser poupada e reinvestida.
Henry Ford, que começou com um capital de aproximadamente US$ 25.000 em 1903 e terminou com um capital de aproximadamente US$ 1 bilhão à época de sua morte em 1946, foi responsável pela maior parte do tremendo progresso ocorrido nos automóveis produzidos ao longo desse período, bem como na eficiência com que eles passaram a ser produzidos. Foi amplamente graças a ele que os automóveis de 1946 eram incrivelmente superiores àqueles produzidos em 1903.
Foi graças a ele — que reinvestiu quase todo o seu lucro para aprimorar o processo de produção — que os automóveis apresentaram uma espetacular redução real de custo, indo de um preço hoje comparável ao de um iate para um preço que praticamente qualquer pessoa podia bancar.
Ou seja, à medida que sua fortuna crescia, Ford a reinvestia exatamente na expansão da produção destes automóveis aprimorados. O outro lado da moeda da crescente fortuna de Ford foi o crescente beneficiamento do público em geral.
O que acontecerá -- principalmente com os mais pobres -- quando o governo entrar em cena confiscando boa parte dos lucros das empresas?
Ludwig von Mises responde no artigo abaixo:

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Os 100 anos do acordo secreto que ajudou a causar o caos do Oriente Médio

Há 100 anos, um encontro secreto entre dois diplomatas, o inglês Mark Sykes e o francês François Georges-Picot, contribuiu um bocado para a lambança lamacenta em que o Oriente Médio está atolado até hoje. No dia 16 de maio de 1916, a dupla riscou no mapa as áreas de influência que seriam dominadas assim que o Império Turco-Otomano, que ainda mandava na região, fosse derrotado. Corria a Primeira Guerra, e eles estavam certos de que se sairiam vencedores (o que de fato ocorreu, dois anos depois).
O britânicos decidiram ficar com um vasto cinturão que embarca o que hoje é o sul do Iraque, a Jordânia e um pedaço de Israel e da Cisjordânia. Os franceses, com o Líbano, a Síria, o norte do Iraque e um naco da Turquia.
Os russos, que formavam a Tríplice Entente com a França e o Reino Unido, logo meteram a colher no acordo clandestino, de olho na joia da coroa de seus arqui-inimigos otomanos. Ao tomar Istambul, eles acabariam com séculos de dominação muçulmana na cidade e levariam de volta a Igreja Ortodoxa a sua antiga e jamais esquecida Constantinopla.

Risca-faca: assim nasceram os modernos Iraque e Síria | imagem: Royal Geographical Society
Risca-faca: assim nasceram os modernos Iraque e Síria | imagem: Royal Geographical Society


Só que o acordo não entrou em prática da forma como as potências queriam. O terreno diplomático sobre os escombros otomanos era instável demais. Mudanças de interesses coloniais e outras negociações fizeram com que o mapa desenhado por Sykes e Picot sofresse mudanças.

A divisão acordada e as atuais fronteiras | imagem: The Economist
A divisão acordada e as atuais fronteiras | imagem: The Economist


Apesar disso, o documento hoje é um símbolo da política colonialista das potências ocidentais, que ao longo do século 20 influenciaram os rumos do Oriente Médio a ponto de ignorar completamente outras negociações com as partes realmente envolvidas, as populações locais. Em 1915, os britânicos prometeram apoiar a fundação de um Estado único árabe (que incluía a Palestina), caso tivessem ajuda para derrotar os otomanos na guerra. Sim, disseram que defenderiam um novo país para os árabes, mas um ano depois dividiram, secretamente, a área com os franceses. Para completar, em 1917, os ingleses decretaram a criação de um Estado judeu na Palestina. Ou seja, em dois anos, prometeram esse naco de terra aos árabes, aos judeus e, o mais importante, a eles mesmos. Ora, tinha tudo para dar certo.
Mais tarde, quando descobriram que a região de Mosul, que estava na zona de influência francesa, tinha petróleo, os ingleses tomaram esse pedaço, juntaram com seus domínios da Mesopotâmia e, tchanam, criaram o Iraque, país rico em xiitas, sunitas, curdos e petróleo que jamais vivenciou um período duradouro de estabilidade.

François Georges-Picot
François Georges-Picot

O país de Picot também aprontou. A França, que se fez dona da antiga província da Síria, arrancou-lhe um pedaço para fazer o Líbano, onde há a maior concentração de cristãos do Oriente Médio e onde, de 1975 a 1990, 144 mil pessoas morreram devido a uma guerra civil – justamente entre cristãos e muçulmanos.

Sykes-Picot bate fundo no imaginário árabe e foi muito usado na propaganda nacionalista para denunciar os desmandos na região que resultaram em tantas guerras ao longo dos anos. Esse ressentimento é um dos combustíveis, por exemplo, do Estado Islâmico, que em 2014 tomou Mosul e declarou abertamente que pretende apagar as fronteiras desenhadas pelos europeus. 


Sir Mark Sykes
Sir Mark Sykes

Apesar de tudo, alguns historiadores defendem que o acordo virou um bode expiatório de todos os problemas da região. Afinal, há uma série de outros fatores, como a ancestral história desses povos, seus contextos antes e durante o domínio otomano e as décadas de governos problemáticos, assassinos, ditatoriais e corruptos que vieram em seguida. E, apesar de toscamente riscado em um mapa por dois europeus representando potências esnobes, Sykes-Picot levou em conta antigas divisões administrativas otomanas e vários acordos políticos regionais anteriores.  
Fora isso, houve outros tratados, que também tiveram importância na formação da bagunça atual. Caso do Tratado de Sèvres, que em 1920 selou a paz entre Aliados (grupo de países liderados pela Tríplice Entente) e o Império Turco-Otomano e retalhou a Anatólia entre os vencedores – para mais tarde ser derrotado e revertido pela rebelião que formaria a atual Turquia, deixando os curdos sem Estado. 

Mas se o acordo era secreto, como se sabe tanto sobre ele, a ponto de haver opiniões conflitantes?

Porque ele não é secreto há 99 anos.
O acordo veio a público em pouco tempo, graças à Revolução Russa. O jornal Pravda denunciou o esquema, em 1917, num claro movimento de minar a influência ocidental no Oriente Médio em favor da própria.
Por mais que o legado de Sykes-Picot seja superestimado, cem anos depois lá estão russos e turcos se desentendendo no céu da Síria, país em uma guerra civil com toques internacionais americanos, ingleses e franceses. A história segue,

Socialistas e Sociais Democratas


Os social-democratas são meros vigaristas e batedores de carteira, que se ocupam em proferir palavras vazias sobre o dia em que finalmente implantarão o socialismo, mas que saem em desabalada carreira ante o primeiro sinal de resistência oferecido por suas almejadas vítimas. Os comunistas, por outro lado, levam muito a sério a implantação do socialismo. Eles são assaltantes armados preparados para matar. É por isso que os comunistas conseguem implantar o socialismo.

Pela lógica, é de se supor que, em algum momento, quase que inevitavelmente, eles irão descambar para a ação violenta, pois essa é a única maneira na qual eles podem de fato realizar seu objetivo.
Tais marxistas, como os socialistas — os sérios e dedicados —, não são de modo algum intelectuais incriticáveis, mas sim pessoas perigosas e com uma mentalidade criminosa.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Congresso Mundial Judaico pela primeira vez na Argentina

Em março deste ano ocorreu, em Buenos Aires, a reunião anual do Congresso Mundial Judaico (WJC). O presidente argentino Maurício Macri abriu o evento de três dias, juntamente com o presidente do WJC, Ronald Lauder. Foi a primeira vez que a principal reunião é realizada na Argentina. A comunidade judaica do país é a maior da América Latina, com cerca de 200 mil “eleitos por D’us”.
Mauricio Macri participará em Buenos Aires de reunião de cúpula da liderança judaica mundial
Mais de 400 líderes de comunidades judaicas de 100 países se reunirão de 15 a 17 de março em Buenos Aires para a sessão especial da Assembleia Plenária do Congresso Judaico Mundial (CJM), a mais importante instituição representativa das comunidades judaicas.
O presidente da Argentina, Mauricio Macri, discursará na abertura da Assembleia, e o presidente do Paraguai, Horacio Cartes, será homenageado com o Prêmio Shalom do Congresso Judaico Latino-Americano por seu trabalho em prol da paz. Também falará o ministro israelense de Educação e de Assuntos da Diáspora, Naftali Bennett. A delegação brasileira será composta por Fernando Lottenberg, presidente da Conib; Gilberto Meiches, vice-presidente; Milton Seligman, diretor; Chella Safra, tesoureira do Congresso Judaico Mundial; e também o jovem Richard Sihel.
Segundo Claudio Epelman, diretor executivo do CJL, um dos motivos para a escolha da realização do evento na Argentina, é “a nova etapa de construção de pontes entre a comunidade judaica local e o governo argentino”.
O presidente do CJM, Ronald S. Lauder falou sobre o encontro: “Esta será a maior reunião de líderes judeus do mundo que acontecerá na América Latina, nas últimas décadas. Esperamos um debate frutífero e mostraremos a solidariedade com a comunidade judaica da Argentina, a maior do continente”.
Ele e Jack Terpins, presidente do CJL, complementaram: “Deixaremos claro que não é aceitável que, mais de duas décadas depois dos terríveis atentados terroristas contra a Embaixada de Israel na Argentina e contra a AMIA, não se tenha feito justiça!”
Lauder está satisfeito com a decisão de Macri em findar o memorando de entendimento entre Argentina e Irã e espera que o governo aja com rapidez para garantir a punição dos responsáveis pelos atentados.
PROGRAMAÇÃO
4ª feira, 16 de março de 2016
9h – Convocação para a Assembleia Plenária Especial; informes do presidente e CEO do CJM, Ronald S. Lauder e Robert Singer, respectivamente, entre outros; discussão das resoluções institucionais
11h – Discurso de Adalberto Rodríguez Giavarini, presidente do Conselho Argentino de Relações Exteriores, e discussão sobre o tema ‘Diferentes percepções de Israel’
11h30 – Discussão sobre medidas para contestar o movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções contra Israel
12h15 – Intervenção de Luis Almagro Lemes, secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), sobre o conflito no Oriente Médio.
12h45 – Entrega do Prêmio Shalom do Congresso Judaico Latino-Americano ao presidente do Paraguai, Horacio Cartes.
14h45 – Discurso do ministro israelense de Educação e de Assuntos da Diáspora, Naftali Bennett
15h15 – Sessão sobre a ameaça do terrorismo internacional para as comunidades judaicas, com intervenções do embaixador da França na Argentina, Jean-Michel Casa e o testemunho da Irmã Guadalupe sobre sua vida em Aleppo (Síria); discussão e votação de resoluções sobre terrorismo internacional e o atentado à AMIA
17h – Intervenção de Omar Abboud, líder laico da comunidade muçulmana da Argentina
17h30 – Homenagem ao falecido Alberto Nisman, fiscal especial na investigação do atentado à AMIA 2004-2015
5ª feira, 17 de março de 2016
10h30 – Homenagem às vítimas do atentado à AMIA (1994), com testemunhos pessoais dos sobreviventes; colocação de coroas de flores feita pelos líderes do CJM e CJL
14h30 – Cerimônia oficial pelo aniversário dos ataques terroristas de 1992 contra a Embaixada de Israel
14h42 – Minuto de silêncio, seguido dos discursos do presidente do CJM Ronald S. Lauder e pelos representantes dos governos da Argentina e Israel.
Conib, 11/03/2016.
http://www.conib.org.br/noticias/3197/mauricio-macri-participar-em-buenos-aires-de-reunio-de-cpula-da-liderana-judaica-mundial
A falta de esclarecimento dos dois atentados contra a comunidade judaica do país é tida como “inaceitável” pela liderança judaica. Tanto o atentado contra a embaixada israelita que deixou 22 mortos, assim como a explosão terrorista ocorrida dois anos depois, em 1994, na Associação Mutual Israelita-Argentina (AMIA), onde morreram 85 pessoas, ainda não foram esclarecidas. Não devemos também esquecer que o promotor Alberto Nisman, que liderava as investigações do atentado contra a AMIA, foi assassinado com um tiro na cabeça em janeiro do ano passado.
A ministra do exterior da Argentina, Susana Malcorra foi bastante aplaudida em seu pronunciamento, indicando que os judeus não perceberam o golpe de pelica desferido. A ministra salientou a boa convivência que a Argentina desenvolveu entre todas as culturas e religiões presentes no país:
“Nós aprendemos a conviver em paz e a fundir nossas culturas de tal forma, que poderia ser exemplo a muitos países no mundo.”
Pena que Israel não consegue assimilar tais mensagens, muito ao contrário, continua com sua habitual chutzpa(cara de pau): “Forma de antissemitismo contra a única e verdadeira democracia do Oriente Médio” foi a reação dos delegados em relação à campanha BDS – “Boycott, Divestment and Sanctions” contra Israel – NR.

RADIO INOVA FM 13 05 16

DOSES DE HISTORIA HISTORIA DA CLT

O mafioso que comprou os republicanos nos EUA

Desde o momento que George W. Bush assumiu o cargo de presidente, a política interna dos EUA se alterou substancialmente. Nós últimos 13 anos, os mais importantes republicanos que formam uma barreira minoritária, às vezes majoritária, contra as mais importantes decisões do presidente Obama (Partido Democrata), foram comprados literalmente por um mafioso que se vangloria com sua generosidade financeira. Seu nome: Sheldon Adelson. Atualizado – Sheldon tenta doar US$ 100 milhões para o bilionário Trump.
Fora de Washington, quase ninguém conhece seu nome. Todavia, a revista Forbes listou-o como o terceiro norte-americano mais rico – um multibilionário – cuja fortuna é estimada em 37 bilhões de dólares.
No processo Citizen United vs. Federal Election Commission, a maioria da Supreme Court (Supremo Tribunal Federal) dos EUA, de viés bastante conservador, aboliu em janeiro de 2010 uma lei de quase 100 anos, através da qual era limitada a quantia de dinheiro que as empresas ou pessoas particulares poderiam doar na campanha ou atividades políticas. Com isso a Suprema Corte retirou qualquer impedimento para grandes doações.
Entre aqueles que fazem uso desta possibilidade, encontra-se Sheldon Adelson. Primeiramente ele doou alguns milhões para o financiamento da campanha do ex-senador Newt Gingrich, de direita e pró-Israel, como candidato a presidente pelo partido republicano. Quando isso falhou, ele doou aproximadamente, talvez mais, 80 milhões de dólares, a Mitt Romney, um respeitado candidato que se curvou diante de Netanjahu e era a favor da guerra contra o Irã – um dos temas preferidos de Adelson, que recentemente exigiu o lançamento de uma bomba atômica sobre o Irã.
Em um encontro com organizações judaicas em Nova York, logo após a eleição de 2012, o então presidente israelita Ehud Olmert acusou Netanjahu de se intrometer a favor do candidato republicano Mitt Romney, tanto pessoalmente como também através de seu apoiador financeiro, Sheldon Adelson.

Sheldon Adelson, o sionista “amigo” da democracia
A conexão Adelson-Netanjahu
Adelson, nascido em Boston, é originário de uma família judaica e possui junto ao passaporte norte-americano, também o passaporte israelita. Ele é um dos amigos mais estreitos e um dos mais importantes financiadores do primeiro-ministro israelita Bibi Netanjahu. De fato, tudo indica que Adelson representa a ponte do crime organizado entre o partido Likud de Neyanjahu e o controle sobre a política em Washington, e isso acontece através do dinheiro direto como também através do suporte financeiro de Adelson para a AIPAC, o grupo lobista que mais influi na política em Washington – o American Israel Public Affairs Committee.
Adelson prometeu a pagar “custe o que custar”, para comprar o próximo presidente republicano de 2016. Ele apoia tanto candidatos da extrema-direita quanto pró-israelitas, como os senadores republicanos Ted Cruz e John McCain, aquele linha-dura que teve um papel significativo no golpe neoconservador na Ucrânia, no início do ano. Já em abril, Adelson convidou os quatro principais candidatos dos republicanos para 2016 em seu cassino, em Las Vegas, para ouvir seus pontos de vista e para decidir onde irá investir seus milhões para comprar o próximo presidente dos EUA. Como reportou o jornalista israelita Uri Avnery, Adelson foi escoltado por guarda-costas israelitas.
Acusação de lavagem de dinheiro
Os bilhões de Adelson provêm de cassinos em Las Vegas e Macao, uma ilha perto de Hong Kong que antigamente pertencia a Portugal e hoje está sob domínio chinês. É de conhecimento geral que a principal razão dos cassinos constitui na lavagem de grandes somas de dinheiro do crime organizado. Aparentemente ele utiliza este dinheiro para comprar políticos tanto em Israel quando nos EUA, os quais apoiam seus planos bélicos.
E Adelson pode agora ter uma enorme dor de cabeça. Conforme denúncia do ex-agente da CIA e denunciante Gene “chip” Tatum, segundo fontes do Ministério da Justiça dos EUA, Adelson está ameaçado de ser confiscado em cerca de 364 milhões de dólares, onde uma grande parte fluiu alegadamente para a compra de votos de parlamentares republicanos no Congresso e no apoio da AIPAC, o influente lobby do partido israelita Likud.
Segundo Tatum, um Grand Jury prepara uma acusação contra Adelson. Contra ele pesa uma série de crimes, como lavagem de dinheiro, abuso de centrais telefônicas e postais para fins criminosos e conspiracionistas. O sócio de Adelson já se encontra preso.
Se a corrente de dinheiro de Adelson para a política norte-americana for estancada, isso pode ter consequências dramáticas para a política externa dos EUA. Fique atento, caro leitor.
F. William Engdahl
Kopp Verlag, 05/05/2014.
Publicado pela primeira vez em nosso Portal a 05/05/2014.
Atualização – 17/05/2016
Conforme veiculado pela mídia sionista, Adelson está disposto a doar 100 milhões de dólares para a campanha presidencial de Donald Trump. Esta é forma de agir dos sionistas: como o bombardeamento que sofre Trump pela própria mídia sionista não está funcionando, eles tentam de todas as formas influenciar na aparente independência do bilionário Trump.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Haaaaaaa, juventude oca!

Hoje o jovem goza de uma liberdade "nunca antes vista na historia desse planeta", sim somos livre, quer dizer "somos livres", nós perdemos os grilhões de termos que casar com quem não queremos, perdemos os grilhões que faziam com que seguíssemos a religião de nossos pais e mesmo revolto acompanhá-los até o templo, e perdemos muitos outros.
Mas o jovem nunca está satisfeito, sempre queremos nos libertar de algo e alcançar outros objetivos, isso é bom em muito dos casos, mas pode ser uma faca de dois gumes, a pouco tempo atrás, na época da juventude de nossos avós, os grilhões da religião do casamento e de se tornar um adulto precoce estava se deteriorando (claro que não é como hoje!), não que eu queira que voltemos a moda antiga que esteja claro.
A liberdade que nossos pais tinham na época já vinha adquirida das lutas que nossos avós tiveram para conseguir, isso quer dizer que nossos pais herdaram a liberdade que nossos avós lutaram para ter,
com o chegar da juventude uma alma "revolucionaria" que atormenta todo jovem e faz com que junto com sua energia natural e sua imaturidade também biológica se torne algo explosivo, as conquistas que nossos progenitores lutaram para ter já não nos interessa, pois nem sabemos que o que temos hoje era luxo no passado, e isso faz com que queremos deixar para nossa prole futura um mundo mudado, se não para prole que sim par nos mesmo, ora mais isso que estou dizendo é obvio, com toda essa energia revolucionaria esse espirito jovem e desafiador que em algum momento de nossas vidas estava a pleno vapor, e é esse o tempo em que, quando paramos para lembrar de nossa adolescência nossa juventude temos os maiores arrependimentos.
Esses arrependimentos do nosso passado é o reflexo da certeza do jovem de hoje, estou dizendo que esses jovem de hoje provavelmente se arrependerão de muitos dos seus atos cometido, como deve ser. Mas isso pode ser extremamente perigoso, nós não so vivemos entre os galhos de nosso ninho, como temos que sair para procurar nossa própria arvore, é nesse o momento mais exitante, o momento em que temos todas as nossas afirmações, temos toda a certeza do que queremos é a mais pura verdade, e que o mundo está errado, pensamos que já sabemos de tudo, pelo menos de tudo que queremos, todo esse brilho interno é ofuscado pelas sombras da floresta, boa parte de nossas certezas se mostram incompatíveis com o mundo novo que estamos começando a explorar, temos um ataque de raiva, um surto rebelde, um momento de incerteza e a unica certeza é que temos que mudar algo.
Essa fase não sairia despercebida dos estudiosos do comportamento humano, com o estudo elaborado e secular do comportamento do jovem é possível prever o momento em que estão mais radiantes, mais energéticos mais sábios, e com isso chegar ao ponto em que o jovem está mais vulnerável, pois a vulnerabilidade não se dá por ter duvida ,e sim, ela se ramifica em nossas certezas.
A busca por conhecimento dês dos primórdio da humanidade foi estimulada para a sobrevivência, logo para sobreviver o conhecimento era aplicado para a defesa e por logica é o mesmo que ataque, O conhecimento de forma alguma está sendo postulado como algo terrível aqui. A unica coisa terrível é o uso do conhecimento para fins malignos, agora depois de toda essa base que parece não ter nexo, ganha seu corpo agora com as seguintes indagações.
Quero o poder mas como conseguir? Quero um exercito mas como conseguir? No tempo do Japão feudal, essas coisas eram conseguidos com a dita HONRA, em tribos ameríndias eram conseguidos por cabeças de inimigos, mas nada disso é pratico em tempos modernos. Para ter poder devemos ter seguidores, para ter seguidores temos que oferecer algo em troca, oque hoje em dia tem mais valor que ouro? A liberdade conquistada e a liberdade que construímos para conquistar.
Sabendo disso pessoas ruins usaram a ferramenta mais forte, mais útil, indispensável para a continua vivencia futura da humanidade, o jovem que é o sinônimo de futuro. Querendo montar seu exercito, seus seguidores, e já escolhido que tipo de pessoa o contingenciará, se deve ter em mão o pagamento, mais ouro é muito caro, honra é ineficaz, cabeças chamam muito a atenção, so lhe resta os anseios e os propósitos de quem ainda não tem nada formado.
É assim que nossas jovens são convocados, criamos uma liberdade que não existe e fazemos com que o jovem lute por essa liberdade (aborto, casamento gay, anarquismo, etc), isso faz com que o jovem se afilie a qualquer causa dês de que o objetivo plantado em suas mente seja a meta final.
http://afrentebrasil.blogspot.com.br/2016/05/como-o-comunismo-atrai-o-jovem-e-faz.html?m=1

RESENHA DO BUNKER 15 05 16

domingo, 15 de maio de 2016

Os judeus no Comunismo


Eu acho engraçado como muitos judeus atuais, tenta desesperadamente se mostrarem longe do Comunismo-marxista, mas esquecem que só na Europa 98% dos judeus eram Comunistas-marxistas. Um bom exemplo foram os Homens abaixo citados. Eles são responsáveis pelos os assassinatos em massa na Letônia, eis os nomes; O judeu Schustin, chefe da GPU na Letónia. Seu sucessor A. Novik, também judeu. Di Judeu Moses Zitron.
No Brasil não foi diferente. O grande cabeça do PCdoB era o judeu Henry Berger (e sem mencionar os vários judeus dentro do partido). Na China o líder dos comunistas era o judeu Mijail Gruzenberg e assim dentre muitos outros países.
Atualmente também estão inventando que Stalin era anti-semita por causa da remoção de alguns de seus irmãos judeus de alguns postos da U.R.S.S. Está disputa de poder entre os judeus sempre foi frequente na Rússia, exemplo: O judeu Kerensky foi removido do poder pelo o judeu Ulianoff Zederbaum (Lenin) que ironicamente foi baleado pela a judia Dora (ou Fanny) Kaplan.
Uma da questão final é, por quê muitos judeus aderiram o Comunismo-marxista? Resposta. Há anos os judeus sonham com o tempo do messianismo (pois rejeitam Jesus Cristo), que nesse tempo, os judeus serão donos da terra inteira e de todos os bens da terra como está descrito no talmud e no torah. Para se ter uma ideia, eles tinha até uma data, que era no ano de 1941. Fiquem cientes que eles ainda não desistiram dessa ideia (apesar de estarem usando de meios diferente para isso), quando verem falar de messianismo obviamente eles não estão se referindo a Cristo e que alias eles nunca o aceitaram como o Messias.

sábado, 14 de maio de 2016

Discurso de Adolf Hitler de 23 de março de 1933

Durante anos a Alemanha tem esperado em vão o cumprimento das promessas de desarmamento que lhe foram feitas pelos outros. É desejo sincero do governo nacional poder abster-se de aumentar o nosso exército e as nossas armas, desde que o resto do mundo também esteja pronto para cumprir agora as suas obrigações em matéria de desarmamento radical. Porque a Alemanha não deseja outra coisa além de um direito igual para viver e igual liberdade.