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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Quando o capitalismo acaba e o socialismo triunfa, os direitos das mulheres são abolidos

Há duas coisas que sempre andam de mãos dadas: a destruição da economia de mercado e a explosão da prostituição.
Cuba, com suas prostitutas com curso universitário, é um caso mundialmente conhecido — um fenômeno do qual o próprio Fidel Castro fazia graça.
Agora, as mulheres de outro país latino-americano estão também entrando para esta lamentável lista.
A Thomson Reuters divulgou a seguinte reportagem sobre a situação das mulheres na Venezuela.
Cúcuta, Colômbia - Sentadas nos degraus de uma estátua e cercadas por motéis imundos, lanchonetes e bares, Andrea e Carolina dizem que deixaram a Venezuela para escapar da fome. 
Elas agora vendem seus corpos para sustentar suas famílias. 
"Se eu não fizer isso, eu e meus filhos não comemos. É simples assim", disse Andrea, de 26 anos, que chegou à Colômbia há quatro meses, deixando suas três crianças e sua mãe. 
"O dinheiro que eu mando de volta é o que eles usam para sobreviver." 
Para Carolina, de 30 anos, um bom dia de trabalho significa conseguir três clientes, o que representa cerca de 30 dólares. Um terço disso é gasto em um quarto de motel para levar os clientes, e também em preservativos, alimentos e aluguel em um quarto dividido com quatro outras mulheres. 
"O que eu ganho aqui em um dia dura mais do que um mês para a minha família na Venezuela", disse a mãe de quatro crianças. 
O socialismo, a destruição da moeda venezuelana e o desabastecimento generalizado criaram este descalabro.
A desvalorização e hiperinflação da moeda venezuelana, o Bolívar, significa que ela se tornou virtualmente inútil. 
Carolina diz que o salário mínimo na Venezuela cobre apenas o custo de um kilograma de arroz ou um pacote de ovos. A situação estava tão ruim que ela finalmente decidiu pagar 9 dólares a uma gangue para fazer a travessia até a Colômbia através de um caminho ilegal. 
Até recentemente, ela nunca havia imaginado que poderia acabar vendendo seu corpo na Colômbia. 
"Eu não era prostituta na Venezuela. Eu tinha um emprego normal", disse Carolina que já trabalhou como recepcionista em uma empresa. 
Seu país natal sofre os efeitos de uma crise econômica com severo desabastecimento de alimentos e remédios, situação descrita pela Organização dos Estados Americanos (OEA) como "crise humanitária". 
Aproximadamente 672 mil venezuelanos cruzaram a fronteira para a vizinha Colômbia, tanto legalmente quanto ilegalmente, desde 2015, de acordo com as autoridades colombianas. [...] 
Aqueles que ficam em Cúcuta são os venezuelanos mais pobres. Sem passaporte e sem dinheiro para as passagens de ônibus, não há como ir para outras cidades da Colômbia, ou mesmo seguir os outros centenas de milhares de venezuelanos que foram para Brasil, Peru, Chile e Equador.
Para algumas mulheres, a prostituição é a última e mais desesperada opção. 
Mas a coisa piora ainda mais.
Na praça Mercedes, em Cúcuta, várias venezuelanas imploram por qualquer coisa, carregando seus bebês nos braços, enquanto outras reviram o lixo e recorrem à bondade dos residentes locais e das sopas distribuídas gratuitamente pelas igrejas da região.
Ao redor, jovens venezuelanas vestindo calças apertadas e blusas decotadas — algumas não parecem nem ter 18 anos — se espalham pelos bancos enquanto a polícia patrulha a região. 
Alguns homens transitam com cartazes com os dizeres: "Compramos cabelo".
As mulheres recebem de $10 a $40 dependendo do comprimento e da qualidade do cabelo.
Outras mulheres se prostituem nas esquinas em torno da rodoviária da cidade, ao lado de outros venezuelanos que dormem sobre papelões.
Segundo Jozef Merkx, chefe da Agência de Refugiados da ONU (UNHCR) na Colômbia, "Há muito sexo em busca de sobrevivência em certas áreas. E não são apenas mulheres. Homens, adolescentes e crianças também", disse ele à Thomson Reuters Foundation.
Venezuelanas tendem a cobrar menos que suas congêneres colombianas, as quais conseguem emprego nos bares da cidade. Já as adolescentes conseguem ganhar mais que as adultas.
"É muito triste ver isso, especialmente as mais jovens, de 13 e 14 anos", disse Carolina.
Já a perspectiva para aquele dia não era boa.
Na praça Mercedes, a noite está mais lenta que o normal.
"Vamos mandar menos dinheiro pra casa essa semana", diz Andrea.
De acordo com dados do final de 2017, nove em cada dez venezuelanos (87%) estavam abaixo da linha da pobreza. Para se ter uma ideia da rapidez da deterioração, essa cifra era de "apenas" 48% em 2014. A pobreza praticamente dobrou em apenas três anos.
Junto com a hiperinflação da moeda — que está levando a uma inflação de preços estimada em 10.000.000% (sim, 10 milhões por cento) para 2019 —, o governo decretou controle de preços e recorreu à estatização de fábricas e de lojas. Como consequência, a escassez e o desabastecimento se tornaram generalizados. Vai de papel higiênico a comida, passando por remédioseletricidade e até mesmo água.
Como água e eletricidade se tornaram escassas, os hospitais não mais conseguem esterilizar os equipamentos e nem mesmo lavar as manchas de sangue das camas cirúrgicas. A mortalidade infantil disparou, pois as crianças nascidas sob tais condições insalubres e sem acesso a alimentos têm poucas chances de sobrevivência. Segundo dados divulgados pelo próprio governo, houve um aumento de 30% nos óbitos de crianças e um salto de pelo menos 65% nos falecimentos de gestantes em partos.
As cenas de crianças esqueléticas e bebês se desmanchando em ossos, em conjunto com famílias inteiras revirando latas de lixo nas ruas das cidades, completam o cenário de horror.
Tudo isso gerou a atual crise migratória. Uma entidade venezuelana garante que 4 milhões de venezuelanos já saíram do país.
As pobres se tornam iguais às ricas
A Colômbia, como descrito acima, é o principal destino das venezuelanas mais pobres, que se entregam ao mercado do sexo pago.
No entanto, a Colômbia também passou a ser o "local de trabalho" das venezuelanas mais ricas.
Segundo reportagem da Newsweek:
Em um bordel de 60 mulheres, 58 eram da Venezuela e apenas duas eram da Colômbia. Uma venezuelana, mãe de duas crianças, era empresária e bailarina em seu país natal. Segundo ela, "Eu imediatamente largaria isso se houvesse qualquer outra opção. Esse é um emprego vergonhoso para mim e para minhas filhas. Mas que opção eu tenho?"
Gabriel Sánchez, que opera um bordel repleto de venezuelanas em Arauca, Colômbia, disse ao jornal Miami Herald, "Temos aqui muitas professoras, algumas médicas, várias profissionais liberais e uma engenheira de petróleo. Todas elas apareceram aqui com seus diplomas na mão."
Com as prateleiras vazias na Venezuela, as mulheres que ficaram no país têm de ou esperar horas na fila para conseguir alguma farinha a preços controlados pelo governo ou se arriscar no mercado negro e pagar preços muito maiores.
No entanto, prostituir-se na Colômbia gerou uma terceira alternativa. A venezuelana Dayana disse ao Herald que consegue de US$ 50 a US$ 100 por noite como prostituta. "É um péssimo emprego, mas sou grata a ele, pois é a única coisa que está me possibilitando comprar comida para manter minha família viva".
E a reportagem prossegue:
Marili, uma avó de 47 anos, era professora na Venezuela. Segundo ela, houve uma época em que ela se sentiria completamente envergonhada se tivesse de recorrer à prostituição. Hoje, no entanto, ela diz que é grata por ter esse emprego, o qual lhe permite comprar remédios para a hipertensão de sua mãe que mora em Caracas.
"Somos todas apenas mulheres fazendo de tudo para sustentar nossas famílias", disse ela. "Eu me recuso a criticar qualquer uma, inclusive eu mesma. Todas temos de trabalhar."
Capitalismo, socialismo e as mulheres
Em uma economia de mercado, as mulheres são livres para escolher sua profissão de acordo com sua vocação. E são livres para utilizar o dinheiro que ganharem em sua profissão da maneira que mais lhe for conveniente, visando a aumentar seu conforto e seu padrão de vida. Elas podem trabalhar no que quiserem, e gastar seu dinheiro com o que quiserem.
Isso é liberdade. Isso é "empoderamento" feminino.
Já no socialismo, não há liberdade de escolha de profissões simplesmente porque nem sequer há profissões: o socialismo, por definição, aniquila todo o sistema de divisão do trabalho que surge naturalmente em uma economia de mercado.
Por não haver divisão do trabalho, não há economia de mercado. Consequentemente, no socialismo, a mulher não pode — e não tem como — se dedicar àquilo que ela gosta. Não há como sobreviver trabalhando na profissão que mais lhe agrade.
Sem profissões e sem liberdade de escolha, as mulheres obrigatoriamente se tornam submissas. Elas são obrigadas a recorrer a qualquer atividade que retorne um mínimo possível para garantir sua sobrevivência. Mais especificamente, elas irão recorrer àquela atividade que sempre existirá em qualquer arranjo econômico, pois sua demanda sempre é garantida: o sexo pago.
Entretanto, no socialismo, não há muito o que ser adquirido com o dinheiro da prostituição. Em uma economia sem divisão do trabalho, não há produção; logo, escassezes e desabastecimentos contínuos são a norma. Consequentemente, tal profissão se torna duplamente degradante: além de a mulher ser obrigada a vender aquilo que possui de mais íntimo e sagrado para sobreviver, ela ainda assim não conseguirá nenhuma "emancipação" por meio desta profissão, pois ela pouco pode fazer com o dinheiro adquirido. Ela se prostitui, mas não alcança nenhuma "independência financeira" que lhe permita não mais depender de homens.
Há, porém, um consolo para os progressistas: no socialismo, todas as mulheres, ricas e pobres, se tornam iguais. A tão defendida "igualdade social" é plenamente alcançada.
Conclusão
O socialismo, este sim, pode ser considerado o mais efetivo arranjo anti-mulher e anti-empoderamento feminino já criado.
Thiago Fonseca


sábado, 22 de dezembro de 2018

A farsa Ianomâmi – A raça índigena que nunca existiu

Há algum tempo existiu na televisão num desses programas humorísticos um quadro em que uma bela loura com carregado sotaque americano, ao final de cada historinha contada pelo seu partner, ela ensejava: – Brasileiro é tão bonzinho… É verdade! E maior verdade ainda é “político brasileiro é tão bonzinho” que entrega de mão beijada nossas estupendas riquezas por um preço para o custo país – ínfimo – mas, para eles vantajoso. E nessa política eles seguem dilapidando o patrimônio nacional, uma vez que, não encontram a menor resistência por parte de nenhum dos poderes constituídos do país. O caso mais VERGONHOSO e IMORAL é o da demarcação de áreas índigenas, especialmente, das reservas Ianomami e Raposa do Sol. Foi o ex-presidente e hoje senador Collor quem decretou a demarcação, por pressão dos Estados Unidos, da vastíssima “Reserva Ianomami”, de cerca de 97 mil Km2, destinada a uma suposta preservação da referida tribo. Tal reserva, além de chamar à atenção pela enorme área em relação à pequena população indígena lá existente, ainda uma parte se encontra situada na faixa de fronteira de 150 Km, o que desrespeita o parágrafo 2º, inciso XI, do Art. 20 da nossa Constituição.
No caso da reserva Raposa do Sol são 1.743.089 hectares para abrigar um punhado de índios, tudo de mentirinha.
Veja como se entrega o nosso “ouro” para os gringos
O estudo “A Questão Minerária na Amazônia: a Coincidência das Áreas Indígenas”, do vice-governador de Roraima, Salomão Cruz, e do economista Haroldo Amoras, aponta a relação entre as áreas demarcadas ou pretendidas pela Funai com os minérios.
“Apesar de entidades desmistificarem a tese que a demarcação de terras indígenas não são efetivadas considerando os veios minerais que lhes percorrem o subsolo, suas ligações com ONGs e as ligações destas com financiadores externos, as coincidências levam a crer o contrário, basta analisar a ampliação destas e a possibilidade de existência de minérios apontados pelo Projeto Radam no final dos anos 80”, diz o estudo.
Os autores citam como exemplo o ocorrido na Gleba Noroeste (37) na área Yanomami; “É visível o caminho percorrido buscando a sinuosidade apresentada pelos veios minerais, sendo notória a área pretendida Raposa Serra do Sol e as curvas sofridas pela ampliação da área Yanomami – Gleba Noroeste (37). Parte desta gleba estava fora da área pretendida pela Funai e após a descoberta de fosfato pela CPRM, a reserva foi ampliada, excluindo 27 propriedades rurais, a maioria detentoras de título definitivo ou posse”.
A reserva Yanomami é uma das mais ricas reservas minerais do planeta. É nela que se encontram as maiores jazidas conhecidas de nióbio do mundo, metal considerado de alto valor estratégico. Segundo o relatório da Comissão Externa da Câmara, o nióbio é “mais leve que o alumínio, quando adicionado ao aço, sua resistência é muito superior à de chapas blindadas de aço cromo-niquelado, o que explica o grande interesse da indústria bélica por esse mineral. Ele é usado na construção de cosmonaves e satélites, por ser resistente ao frio cósmico e ao impacto de pequenos meteoritos, além de ser um grande condutor: um arame com espessura de um fio de cabelo tem a mesma condutividade de um cabo de cobre de uma polegada”.
A jornalista Rebecca Santoro nos conta sobre a farsa dessa tribo IANOMAMI que nunca existiu, uma tribo defendida pelas ONGs estrangeiras de picaretas que infestam e infectam a nossa Amazônia e abençoada pelos “verdes”, como Marina Silva, que endossam esse crime que está sendo praticado contra o nosso país.
Índio quer apito e gringo quer nióbio
→ O Almirante Gama e Silva, em 21 de abril de 2008, publicou o artigo ‘Ianomami! Quem?’, no qual falava sobre o livro “A FARSA IANOMÂMI”, escrito pelo Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto, homem que conheceu Roraima muito bem, pois, comandou 2º Batalhão Especial de Fronteira naquele Estado, de 1969 a 1971, e, 14 anos depois, veio a ser Secretário de Segurança do antigo Território Federal. Este oficial, fazendo um estudo de obras publicadas por cientistas estrangeiros que pesquisaram a região na década iniciada em 1910, procurou provar que os “ianomâmis” haviam sido criados por estrangeiros.
Menna Barreto, além de outras fontes também fidedignas, afirma que coube a uma jornalista/fotógrafa suíça, CLAUDIA ANDUJAR, mencionar, pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela denominado “IANOMÂMI”, localizado em prolongada faixa vizinha à fronteira com a VENEZUELA. Claudia teria sido ‘inspirada’ pela organização denominada “CHRISTIAN CHURCH WORLD COUNCIL”, ou CONSELHO MUNDIAL DE IGREJAS (CMI), sediada na SUIÇA, e que, por seu turno, é dirigida por um Conselho Coordenador instruído por seis entidades internacionais: “Comitê International de la Defense de l´Amazon”; “Inter-American Indian Institute”; “The International Ethnical Survival”; “The International Cultural Survival”; “Workgroup for Indigenous Affairs” e “The Berna-Geneve Ethnical Institute”.
Gama e Silva destaca, ainda, em seu artigo, texto integral do item I, das “Diretrizes” desta organização referentes ao BRASIL: “É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico”.
A fotógrafa Cláudia Andujar que inventou a historinha dos ianomami
O Professor Marcos Coimbra é outro que afirma que a fotógrafa Cláudia Andujar inventou a pretensa cultura Ianomâmi, para designar todas as tribos dispersas pela região, “fossem quais fossem as suas origens, suas línguas e suas características culturais”. Coimbra lembra, também, que foi Claudia quem promoveu a criação da organização não-governamental “Comission for the Creation of the Yanomami Park” (CCPY), “que durante quinze anos pressionou por todos os meios o governo brasileiro no sentido de criar uma área exclusiva para aqueles índios, que totalizavam então pouco mais de onze mil pessoas. Em 1992, finalmente, foi vitoriosa”. (E, hoje, os índios estão lá, na reserva, morrendo) No artigo, o Almirante Gama e Silva também cita o Almirante Braz Dias de Aguiar, o “Bandeirante das Fronteiras Remotas”, que, ainda no cargo de Chefe da Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão, passou 30 anos dedicando-se a demarcar nossas fronteiras na Amazônia. Todas as campanhas de Braz de Aguiar foram registradas em detalhados relatórios, além dos trabalhos detalhados que fazia sobre determinadas áreas. Num desses trabalhos – O VALE DO RIO NEGRO – cita, nominalmente 25 tribos da região e mais as 15 famílias do grupo TUCANO, que eram dividas em três ramos. Em toda essa documentação não há uma só palavra sobre os tais dos Ianomâmis.
Livro do Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto
Deu para entender como o brasileiro é bonzinho? De Collor ao governo Lula á Dilma o Brasil entregou aos 300 picaretas que querem dominar o mundo, um território que cabe a Europa e mais alguns países, que tem a maior reserva de minérios preciosos do mundo – dentre eles o nióbio – com base numa farsa humanista que tem como protagonistas 100 mil ONGs estrangeiras que exploram nossas riquezas. Enquanto tudo isto está acontecendo a sociedade, o Congresso e a mídia, estão discutindo o sexo dos anjos. Então, paciência, merecemos o governo pé de chinelo que temos. Merecemos ser gozados pelos portugueses pela entrevista mais ralé que um chefe de estado brasileiro já concedeu à imprensa internacional. Merecemos acreditar numa mentira proferida por um presidente da República no exercício do cargo negando a existência do maior caso de corrupção da história deste país – o Mensalão do PT – e ainda receber 110% de aprovação do seu governo tão mentiroso como esta falsa alegação. Merecemos sim, afinal o brasileiro é tão bonzinho…
Fonte: Lucio Neto

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Há 140 anos nascia Josef Stálin

Josef


Na madrugada de 26 de abril de 1986, o reator 4 da usina de Chernobyl, na Ucrânia, saiu do controle durante um teste de rotina. A reação em cadeia criou uma bola de fogo que explodiu a tampa de aço que lacrava o ambiente e causou o pior acidente nuclear da história. A onda radioativa abriu frestas na Cortina de Ferro e mostrou ao mundo cenas de uma tragédia até então mantida em segredo. Mas mesmo com o fim do comunismo soviético, em 1991, e a abertura do país ao capitalismo ocidental, faltava revelar um último mistério. Talvez o maior deles, que envolve um dos protagonistas dessa trama: Josef Stálin, morto 33 anos antes, em 5 de março de 1953.
Durante os 30 anos em que liderou a União Soviética, Stálin teve tempo e instrumentos para inventar sua própria biografia. Criou uma azeitada máquina de propaganda que construiu a imagem pública de líder carismático e uma não menos eficiente polícia política que tratou de eliminar as versões dissidentes.
Toda encenação fez efeito. Mesmo depois de deixar o poder, em 1953, pouco se fez para mudar, ou pelo menos autenticar, sua história. Pelo contrário, seus sucessores, Nikita Kruschev e Leonid Brejnev, trabalharam para perpetuar o mito. “Mesmo depois de morto, Stalin permaneceu no imaginário do povo russo como uma entidade superior. E, apesar do desmanche de seu legado político, não houve interesse nem de historiadores nem de políticos para desvendar quem foi esse homem”, diz o historiador britânico Simon Sebag Montefiore, autor de Stalin – The Court of the Red Tsar (“Stalin – A Corte do Czar Vermelho”). Para ele, a situação só começou a mudar a partir de 1999, com a abertura progressiva de arquivos oficiais.
Para seu livro, por exemplo, Montefiore teve acesso a papeis proibidos, como os arquivos da Corte Suprema da União Soviética, documentos militares do Exército, do Ministério da Defesa e do Estado-Maior das Forças Armadas e da NKVD (depois KGB), a polícia secreta. Mas a menina dos olhos dos historiadores são os disputadíssimos Arquivos Centrais do Partido Comunista. É ali que nasceu uma nova versão da biografia de Stalin. “Não basta mais descrevê-lo como um enigma. Agora sabemos o que ele falava, escrevia, o que cantou, comeu e leu. Agora, enfim, a biografia de Stálin pode ser completamente reescrita”, afirma Montefiore.
osef Vissarionóvich Djugashvili nasceu em 18 de dezembro de 1878 – e não em 21 de dezembro de 1879, a data oficial – numa cabana em Gori, na Geórgia, uma província no Cáucaso, mais próxima de Bagdá que de São Petersburgo, então a capital do império dos czares. Desde menino evitava encontros com o pai, um sapateiro que vivia bêbado, espancava a mulher e castigava o filho com socos na orelha.
Com o apoio da mãe, estudou por dez anos num seminário jesuíta, mas ainda muito novo converteu-se aos ideais marxistas que sopravam, principalmente, da Alemanha. Adotou o nome de Koba (herói do romance O Parricida, de Alexander Kazbegi, escritor georgiano muito popular na época) e trocou a Bíblia pela revolução.
Ainda na adolescência teve seu único emprego formal, como assistente no Instituto Meteorológico de Tiflis. Aos 19 anos já vivia na clandestinidade e trabalhava para o Partido Comunista local: sua principal missão era obter passaportes falsos, mas chegou a participar de roubos aos carregamentos de dinheiro do czar. Foi preso sete vezes, mas sempre conseguiu escapar da prisão e voltar do exílio. Ao todo foram dez anos de idas e vindas para os campos de prisioneiros. “Esses períodos foram importantes para a formação política de Stalin.
Como eram vigiados apenas parte do tempo e não eram obrigados a trabalhar ou se apresentar às autoridades, os revolucionários podiam se reunir à vontade, ler e se corresponder com os camaradas em São Petersburgo e no exterior”, diz Montefiore.
Nessa época, teria travado o primeiro contato com Lênin, o líder dos bolcheviques (a ala mais radical do partido comunista; a outra, moderada, era chamada manchevique). “Foi um encontro postal”, relataria Stalin em 1924, sem ligar para o aparente paradoxo. Segundo sua versão, na correspondência Lênin explicitava a Stalin todos os planos revolucionários do partido. Se fossem verdadeiras, as cartas de Lênin colocariam Stalin no centro dos acontecimentos, não como um subordinado, mas como um seguidor de primeira hora, um confidente íntimo do grande líder bolchevique.
Certamente seriam ótimas credenciais para quem quisesse sucedê-lo. Nenhuma dessas cartas, no entanto, sobreviveu. “Não posso me perdoar por ter feito com elas aquilo que o revolucionário na clandestinidade fez com muitas outras, ou seja, lancei-as às chamas”, disse Stalin. No entanto, comprovadamente, eles só se conheceram em dezembro de 1905, durante uma conferência dos bolcheviques na Finlândia.
Koba se casou em 1906 com Yekaterina Svanidze, mas a alegria durou pouco. Ela morreu de tifo (ou tuberculose) no ano seguinte. Em 1912, deixou a Geórgia rumo à capital do império, onde trocou novamente de nome, passando a assinar Stalin (“homem de aço”). Em 1914, quando estourou a Primeira Guerra Mundial, foi julgado incapaz para o serviço militar. Tinha o pé esquerdo defeituoso e o braço esquerdo mais curto que o direito. 
O destino de Stalin mudaria – como o de toda a Rússia – em 1917. Em fevereiro, enfraquecido pelas revoltas populares de 1905 e pela perda de quase 7 milhões de homens na guerra, o czar Nicolau II renunciou. A ascensão do moderado Alexander Kerensky ao poder não conteve a insatisfação geral, e em outubro Lênin e os bolcheviques finalmente chegaram ao poder. “O papel de Stalin na Revolução de Outubro foi quase burocrático. Ele se limitou a passar as instruções do Comitê Central aos órgãos revolucionários”, afirma o ex-general russo Dmitri Volkogonov, autor de Stalin – Triunfo e Tragédia. 
“Não há qualquer evidência de sua participação nos combates, na organização dos destacamentos armados ou nas visitas aos navios e fábricas com o intuito de incitar as massas. Ele permaneceu no quartel-general, certamente no palco central dos acontecimentos, mas sempre como figurante.”
Sua ascensão ao centro do poder começou durante a guerra civil, entre 1918 e 1921, que opôs o Exército Vermelho, liderado por Leon Trótski, aos chamados russos brancos, apoiados pela Inglaterra, França e Estados Unidos. Causando mais estragos que os combates, no entanto, era a fome a grande vilã daqueles dias. Stálin foi designado como chefe da distribuição de alimentos. “Era, nessa época, um interlocutor frequente de Lênin, mas esse o considerava não muito mais que um executor confiável”, diz Montefiore.
Foi dentro da estrutura burocrática do partido que Stalin começou uma rápida escalada ao poder. Foi Comissário das Nacionalidades e Comissário do Controle do Estado, membro do Conselho de Defesa, membro do Orgburo (órgão responsável por checar os trabalhos das comissões do partido) e, finalmente, membro do Politiburo, o escritório político do partido, por onde passavam todas as decisões importantes.
Stalin se revelou um bom administrador nas funções que ocupou e utilizou cada uma delas para conquistar apoio de seus pares. “Além disso, durante a guerra civil, esteve à frente dos organismos que dotaram o Estado das ferramentas de controle e punição dos adversários”, diz Volkogonov. Em 1922, seus camaradas sabiam que ele não era simplesmente um executor dedicado, mas um especialista nas chamadas “medidas extraordinárias” ou “administrativas”, dois eufemismos para as “ações de repressão”.
Subestimado pelos camaradas (Trótski o chamava de “medíocre”), Stalin aproveitou as disputas internas e a recusa geral da ideia de liderança coletiva. Além do apoio formal, mas verdadeiro, de Lênin, ele contava com Lev Kamenev e Grigory Zinoviev, membros do Politiburo, para lançar o conceito de “segundo líder”, ou seja, aquele que estava e estaria para sempre comprometido com as ideias do primeiro – Lênin, é claro.

Hora do bote

Em 1920, o aparato do Comitê Central já havia crescido o bastante para necessitar de alguém que cuidasse de sua organização. Foi a hora do bote. Em 5 de abril, foram nomeados três secretários. Kamenev trabalhou durante quase dois anos para convencer os demais da necessidade de um secretário-geral. Em 1922, o próprio Kamenev presidiu o plenário que indicou a candidatura de Stalin.
Se, depois da guerra, Lênin consolidou sua liderança política e ideológica e Trótski reafirmou sua influência entre a população e os militares, Stalin emergiu como controlador dos órgãos do partido e do Estado. “Ele criou seu próprio sistema burocrático, um sistema tão intrincado que logo se tornaria comum dizer ‘Stalin é o Estado’”, diz Volkogonov. Segundo ele, para entender como isso foi possível, é preciso considerar diversos fatores: o passado autocrático da Rússia, a ausência de hábitos democráticos na nova sociedade, a baixa cultura política do povo e do partido e a falta de proteção legal do indivíduo frente ao Estado.
Segundo Montefiore, Lênin certamente apoiou a candidatura de Stalin. “Ninguém assumiria o poder sem a investidura dele”, diz. No entanto, ele considerava o novo cargo de Stalin muito mais administrativo que político. “Naquele mesmo ano, Lênin se arrependeu da escolha, quando percebeu que, a qualquer sinal de contrariedade, aflorava em Stálin um gênio brutal que não hesitava em resolver desavenças com fuzilamento”, afirma. Em 1922, quando se discutia a forma como o Estado Comunista iria organizar as diferentes repúblicas que formavam o ex-império russo, Stalin e Lênin ficaram de lados opostos da mesa.
O primeiro defendia que fossem mantidas as autonomias e criada uma federação de repúblicas. Posição contrária à de Lênin, que acabou prevalecendo e que resultou na criação da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, a URSS. Em um de seus últimos escritos, Lênin comentou o comportamento de Stalin durante a disputa. Uma avaliação política e moral (quase profética) de seu sucessor: “Acredito que o papel aqui desempenhado pela pressa de Stalin demonstrou sua propensão a recorrer a métodos administrativos, bem como sua animosidade em relação ao nacionalismo social. E animosidade, em política, em geral dá os piores resultados”.
Quando Lênin morreu, em 1924, já não havia como deter o Homem de Aço. Durante as sucessivas reuniões e acordos para ver quem assumiria a herança de Lênin, Stalin formou uma grande lista de inimigos. Quem não o defendeu desde o primeiro momento foi perseguido, expulso e processado, depois que ele assumiu o poder. Dos 139 eleitos ao Comitê Central naquele ano, 98 acabariam fuzilados, acusados de traição, espionagem e outros crimes, nos dez anos seguintes.
Antigos aliados, como Zinoviev e Kamenev, não escaparam dos expurgos. Acusados de integrar uma conspiração liderada por Trótski, foram levados a julgamento público. Na esperança de escapar da morte, confessaram o crime e pediram clemência. Em 25 de agosto de 1936, foram executados com tiros na nuca. As balas foram guardadas por Genrikh Yagoda, chefe da polícia secreta, e herdadas por Nicolai Yezhov, alguns anos depois, quando Yagoda também foi executado. Os projéteis foram recentemente localizados nos arquivos da polícia.
Trótski, seu principal opositor e considerado por muitos setores do partido o sucessor natural de Lênin, foi preso e expulso para a Sibéria. Quando conseguiu fugir, foi caçado e morto, em 1940, no México. As perseguições não tinham fronteiras. Dos 394 membros do Comitê Executivo da Internacional Comunista em janeiro de 1936, apenas 171 viviam em abril de 1938. Feitas as contas, Stalin ordenou mais execuções de membros do Partido Comunista Alemão que Hitler. Também não poupou parentes. Suspeito de espionar para os alemães, o cunhado Alexander Svanidze teve a chance de pedir perdão, mas se recusou. Em seu depoimento consta que teria dito. “Perdão do quê? Não cometi crime algum”. Foi fuzilado.
Aqui vale a pena abrir um parêntese para explicar o modo com que Stalin via o comunismo – que era, segundo a cientista política russa Tatiana Vorozeikhina, diferente da visão marxista-leninista. “Ele acreditava mais no Estado que no partido, mais na força que na ideologia. Promoveu um incrível centralização de poder e o sentimento nacionalista”, diz. Do ponto de vista econômico, Lênin acreditava que o socialismo seria fruto de um acordo entre camponeses e operários, uma união cujos termos explicitou com a Nova Política Econômica – a NEP. Nela havia alguma liberdade de comércio e produção e espaço para ações democráticas entre os dois grupos. Stalin acabou com a NEP e achava que democracia era obedecer as determinações do partido, ou seja, dele próprio.
Na área política, Lênin defendia a internacionalização da revolução e a solidariedade entre os partidos comunistas de todo o mundo. Stalin não queria saber disso. Acreditava na formação de uma nação forte, no comunismo dentro de suas fronteiras. “Depois de reprimir e colocar os políticos sob controle, o stalinismo tratou de conquistar e as classes trabalhadoras”, diz Vorozeikhina. E, para falar com o povo, Stalin colocou em operação uma máquina propagandística inédita na história.
“Stalin parecia um deus. Quando criança, eu tinha certeza de que ele era o melhor homem do mundo”, diz Galina Kuptsova, ex-professora de história na Rússia. Ela se recorda: “Sabíamos de cor os poemas sobre ele, líamos sobre suas decisões inteligentes nos jornais e víamos seu retrato em todo lugar. Amar o país era o mesmo que amar Stalin”. Acusado de inimigo do povo, o pai de Galina foi preso e depois mandado ao front contra a Alemanha, durante a Segunda Guerra. O irmão dela morreu de fome, pois a mãe – mulher de um inimigo do povo – não conseguia trabalho. “Mas eu não podia entender que Stalin era culpado por nossa dor. Quando ele morreu, chorei como todo mundo”, diz ela.
O deus comunista não era conhecido pela inteligência, nem era bom de oratória. Desconhece-se qualquer coisa relevante que tenha escrito. Apesar disso, era o “editor supremo” do jornal Pravda, onde cometia artigos que invariavelmente terminavam com a frase “tudo isso é certo porque vem do leninismo”. Também gostava de citar Marx. Como não entendia a dialética, convidou o filósofo alemão Jan Sten para ser seu professor particular. Tinha aula duas vezes por semana, mas de vez em quando se enfurecia com tanta abstração. “Quem emprega toda essa bobagem na prática?”, escreveu em um de seus editoriais. Declarado adulador de Trótski, Sten foi executado.
Stalin chegou a escrever livros sobre a história do socialismo. O mais importante deles, o Curso Resumido, tornou-se o principal guia para a educação política do povo soviético e contém inúmeras auto-referências a sua genialidade e sabedoria. A edição de 1938 saiu com 43 milhões de exemplares. Criou o “Prêmio Stalin” para patrocinar artistas alinhados com o regime e um concurso para escolher o novo hino nacional. A letra vencedora, que ele mesmo aprovou, criada por Mikhalkov e Registan, dizia: “O grande Lênin iluminou nosso caminho e Stalin nos fez leais ao povo”.
Durante muito tempo, a encenação funcionou também para plateias internacionais. Ninguém sabia realmente o que acontecia dentro da União Soviética. O acesso ao país era proibido e os dados oficiais disponíveis continham apenas parte da verdade. Segundo o historiador britânico Eric Hobsbawn, em A Era dos Extremos, durante a década de 1930, assolada pela crise econômica global e pela ascensão do fascismo, o comunismo de Stalin, com os bons números de sua produção industrial e da produção de alimentos, não parecia tão ruim. Ao contrário, surgia como opção à miséria e ao fascismo. 
Stalin tinha consciência de que estava cada vez mais isolado na Europa e sabia, como todo mundo, que a guerra era uma questão de tempo. Em 1939, os soviéticos produziam mais armas que a Alemanha nazista. Mas Stálin não queria enfrentar Hitler e assinou com ele um pacto de não-agressão, conseguindo adiar o conflito dentro de suas fronteiras até 1941.
Mesmo assim, Stalin não estava preparado para a guerra. Correspondências entre os comandantes militares e o quartel-general soviético mostram que Stalin foi surpreendido pela invasão e demorou a reagir. “Ele não seguia as sugestões de ninguém, não confiava em seu Estado Maior e tomava suas decisões, muitas vezes, sem ao menos consultar a frente de batalha”, diz Montefiore. Em três semanas de guerra, os soviéticos perderam 2 milhões de homens, 3,5 mil tanques e 6 mil aviões.
Em 28 de junho de 1941, quando os tanques alemães já haviam penetrado 450 quilômetros em território soviético e conquistado Minski, Stalin teria dito: “Tudo está perdido. Lênin construiu este país, nós o arruinamos. Desisto!” Depois disso, desapareceu por dois dias. Mas era apenas outra jogada do czar vermelho, inspirada em Ivã, o Terrível, que costumava usar a tática de deixar momentaneamente o poder para testar a lealdade dos seus seguidores mais próximos.
Deu certo. Reeleito pelo Politiburo e com ainda mais poder, Stalin promoveu o general Zukhov, a quem passou a ouvir para quase todas as decisões militares. No início de outubro, as forças alemãs se aproximaram de Moscou, mas Stalin ordenou a permanência na cidade. Seus recursos para resistir, no entanto, pareciam estar no fim quando, no dia 12, ele foi informado que o Japão não o atacaria. Isso significava que poderia contar com as tropas posicionadas no Extremo Oriente. “Em cinco dias, 400 mil homens chegaram a Moscou, em comboios ininterruptos de trens. Uma das maiores façanhas logísticas de todas as guerras”, diz Montefiore. No final, foram os russos que entraram em Berlim.
Com o fim da guerra, Estados Unidos e União Soviética emergiram como duas superpotências. Stalin foi intransigente na manutenção de sua influência nos países libertados dos nazistas pelos soviéticos. Assim, tornou-se padrinho dos regimes da Polônia, Tchecoslováquia, Iugoslávia, Bulgária, Albânia, Hungria e Romênia. Foi um dos mentores das regras esquizofrênicas que marcaram a Guerra Fria: cada superpotência respeitava ou, pelo menos, se conformava com o que acontecia no círculo de influência da outra.
O último ato marcante de Stalin no cenário internacional foi atrair a China para a esfera soviética. Em 1949, Stalin se encontrou com Mao Tsé-tung, quando comemorava seu 70º aniversário (na verdade tinha 71), em Moscou. O pacto se tornou um pesadelo para os Estados Unidos e marcou a política externa do continente por mais meio século.
Stalin morreu em 1953. O grande ditador teve um derrame em casa e foi atendido por seus auxiliares mais próximos. Sem ter o chefe para lhes ordenar o que fazer, eles só autorizaram os médicos a atender Stalin 12 horas depois do derrame. “Quando os médicos o viram, não puderam acreditar: o Homem de Aço estava completamente imóvel e transfigurado, deitado num sofá encharcado pela própria urina”, afirma Montefiore.
Eduardo Sklarz