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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Momento de Reflexão - Friedrich Nietzsche

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Cristianismo Aberto: AS 12 TRIBOS DE ISRAEL

Cristianismo Aberto: AS 12 TRIBOS DE ISRAEL: Tribo de Israel (do hebraico שבטי ישראל ) é o nome dado às unidades tribais patriarcais do Antigo Povo de Israel e que de acordo com a...

A verdade Síria

A família Assad pertence ao Islã tolerante da orientação Alawita.
As mulheres sírias têm os mesmos direitos que os homens ao estudo, à saúde e à educação.
Na Síria as mulheres não são obrigadas a usar burca. A Chária (lei Islâmica) é inconstitucional.
A Síria é o único país árabe com uma constituição laica e não tolera os movimentos extremistas islâmicos.
Cerca de 10% da população síria pertence a alguma das muitas confissões cristãs presentes desde sempre na vida política e social.
Noutros países árabes a população cristã não chega a 1% devido à hostilidade sofrida.
A Síria é o único país do Mediterrâneo que continua proprietário da sua empresa petrolífera, que não quis privatizar.
A Síria tem uma abertura à sociedade e cultura ocidentais como nenhum outro país árabe.
Ao longo da história houve cinco Papas de origem síria. A tolerância religiosa é única na zona.
Antes da guerra civil era o único país pacífico da zona, sem guerras nem conflitos internos.
A Síria é o único país árabe sem dívidas ao Fundo Monetário Internacional.
A Síria foi o único país do mundo que admitiu refugiados iraquianos sem nenhuma discriminação social, política ou religiosa.
Bashar Al Assad tem um suporte popular extremamente elevado.
Sabia que a Síria possui uma reserva de petróleo de 2500 milhões de barris, cuja exploração está reservada a empresas estatais?
Talvez agora consiga compreender melhor a razão de tanto intere$$e da guerra civil na Síria e de quem a patrocina …

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

MANIFESTO DA REALIDADE



A iniciativa desse manifesto perpassa o momento atual e conturbado que o país vive com a exibição e desmascaramento da verdadeira face dos governos civis de esquerda, seja da esquerda tradicional, moderada ou social democrata.
Um breve resgate da história brasileira, nos explicita e nos faz constatar que nosso país a partir da década de 1980 foi atacado e tomado de assalto pela esquerda política, tomando espaços, estruturando a aplicação de suas agendas transformadoras e progressistas nas mais diversas áreas da sociedade.
O aparelhamento do Estado e seu consequente inchaço, as agendas revolucionárias silenciosas de Antônio Gramsci, as subversões dos teóricos da Escola de Frankfurt, o marxismo Cultural e porque não, o marxismo leninismo clássico se abancaram no Brasil pelas mãos de governos civis do PMDB, PSDB e PT, com apoio dos demais partidos de esquerda de menor expressão, mas que loteiam o cenário político partidário nacional de forma integral.
Com a tomada dos espaços e consequentemente, o aparelhamento com agentes e principalmente pela mentalidade e discurso de esquerda, assistimos mansamente nos últimos 30 anos a formatação e instalação da tão propagada e elogiada democracia socialista, a D.S.
Os primeiros governos civis de esquerda com o PMDB proporcionaram o tempo necessário para a organização das esquerdas no país, a partir dos governos do PSDB e PT, a implementação das agendas e as práticas, ditas para o avanço do país e da qualidade de vida da sociedade acabou no que estamos presenciando nos últimos meses com a Operação Lava Jato.
O socialismo, independente da vertente, seja clássica, progressista, social democrata, sempre será uma mentalidade esquerdista que busca sempre a implementação do socialismo, não aquele soviético, mas o socialismo mutado, pós derrocada soviética através do modelo social democrata, de Estado de Bem Estar Social e com um forte Capitalismo de Estado, sem contar a intervenção estatal na sociedade através da ditadura do legislativo e judiciário travestido e justificado através do discurso para termos uma sociedade democrática, legalista e justa.
Há 30 anos, através de agendas subversivas de teóricos marxistas do velho mundo, a esquerda brasileira substituiu a disciplina, o respeito, o civismo, a identidade nacional desenvolvida a partir dos governos de Vargas, com uma breve interrupção durante os governos de JK, Jânio e Jango, até o famigerado retorno do pluripartidarismo, das esquerdas revolucionarias derrotadas pelo contra golpe de 1964 e a fundação da Nova República(Socialista?), pelas esquerdas renovadas e maquiadas de democratas e arrependidos da revolução mal fadada durante os anos 60/70.
Paulatinamente, fomos enganados com a implementação da liberdade, igualdade, dignidade social, participação popular, direitos para todos...inicialmente através da agenda de Estado de Bem-Estar Social dos governos tucanos de FHC e posteriormente com o petismo, somando as agendas do Foro de SP e seu projeto da Pátria Grande para a sociedade latino-americana.
Enquanto a sociedade se inebriava com tanto romantismo filosófico político, que as esquerdas trouxeram e despejavam como uma nova realidade e verdade absoluta, essa mesma sociedade desconhecia os objetivos dessas agendas, propostas e objetivos dessa esquerda tão benevolente com os cidadãos.
Destruíram o pouco que tínhamos de identidade e sentimento nacional, revisionaram a história nacional, transformaram e fabricaram uma sociedade pautada no socialismo global, no Estado de Bem-Estar Social, uma falácia que jamais poderá dar certo em um país de 3º mundo e sem riqueza, já que esta proposta só pode ter sucesso onde a riqueza já exista.
Ensinaram como profetas que a meritocracia, o esforço individual para progredir e o conhecimento são atos criminosos dentro de um Estado que prega igualdade de desiguais...algo impossível de ser feito, que equipara pobreza com desigualdade, ou seja, redistribuir como Robin Hood o resultado do trabalho de alguns para quem eles pensam que são desiguais, assim acabando com a desigualdade econômica, mero engodo.
O Socialismo, o marxismo não acabou com a falência soviética e a queda do muro de Berlim, mutou-se, se reorganizou, se reinventou através de formação de blocos políticos econômicos e um novo discurso e nomenclaturas, acrescidos de revisionismo histórico com a ajuda da mídia e do sistema de ensino, lotado de agentes do antigo movimento derrotado e de formados e preparados para propagar as falácias dessa nova esquerda que repugnava os termos “Socialismo, Marxismo...”e que estava intimamente ligado aos líderes e mentores da implementação do projeto socialista não apenas para o Brasil mas para o continente, incluindo o maior rival da esquerda, os EUA, através de seguidos governos do partido Democrata, que não passam de meros socialistas sociais democratas de linha Fabiana, tão comum no hemisfério norte.
Desenvolveram uma mentalidade segmentada das capacidades intelectuais, que quando se encontra com a pratica da dita liberdade e igualdade implementada pelos discursos de nossos políticos de esquerda, assistimos o espetáculo da “Teoria dos Conflitos”, onde ninguém pode ser mais ou menos que o outro, onde a ignorância intelectual tenta trazer para o seu patamar raso discussões e assuntos que não estão em sua alçada, mas afinal, ensinaram que todos são iguais e tem direito de discutir e opinar sobre qualquer coisa, mesmo não tendo bagagem para tal, e uma sociedade segmentada e em conflito permanente favorece a quem?
Diante desse cenário não podemos excluir a visão quanto a prática e atuação do judiciário. O judiciário exerce a função didática de orientação da sociedade. No momento em que os magistrados claudicam em relação a essa finalidade, havendo notoriamente a aplicação da ótica do direito marxista pelo judiciário e o Estado e classe política tendo como base essa visão marxista de sociedade/Estado, acaba por colocar a sociedade a mercê da mentalidade e projeto ideológico em pratica e plena vigência.
E mais, o judiciário utilizando como justificativa a “Dignidade da pessoa humana”, como panacéia, como se dignidade fosse medida e afirmada pela análise do materialismo histórico marxista incutido desde os bancos acadêmicos nos agentes do direito, nos faz constatar o avançado estagio de socialização ideológica no país e explicitando o quão sensível e imperfeita é a estrutura da democracia, já que pratica-se e implementa-se de forma permanente e sutil a utopia socialista de Prestes, Olga, Marighela, Brizola e da neo-esquerda social democrata.
Como mencionado anteriormente, o país e sua estrutura democrática foram tomadas de assalto pela esquerda através de inúmeros partidos que compõe a colcha de retalhos que é a esquerda, forma essa de abrigar e realocar seus agentes e se multiplicar para assim ocupar e manter os espaços da estrutura do Estado.
Após essa tomada em 1985, não podemos deixar de destacar que a “Constituição Cidadã” de 1988 foi escrita pela maioria de parlamentares todos da esquerda, o que torna inviável que a carta magna seja efetivamente imparcial ideologicamente e democrática como vem sendo propagado, já que “democracia é governo para todos e não de todos”.
Temos sim uma constituição marxista, pouco regulamentada e que é utilizada para justificar discursos do legislativo e judiciário quando na verdade o instrumento mais utilizado são medidas provisórias, emendas, estatutos criados pós promulgação da constituição. Constituição Federal essa que já não conta com a necessária legitimidade primária, tendo em vista que o legislador constituinte originário estabeleceu a nova ordem legal para o país e os legisladores constituintes derivados, usurpando a competência daquele primeiro, já redigiram outra ordem constitucional, considerando-se termos, de 1988 para cá, 2016, NOVENTA E TRÊS EMENDAS!
Que república federativa, que Estado democrático de direito é esse que na teoria prega uma coisa e pratica outra...nosso federalismo praticado às avessas transformou a república em um modelo feudal pós moderno, transformando o governo federal nas suas três esferas de poder em uma casta de nobres acima do bem e do mal, dando os piores exemplos de morosidade, imoralidade e aplicação de projeto ideológico de poder para a sociedade, e quando surge um vocacionado a aplicar a lei com a imparcialidade e isonomia tal como deve sê-lo, os incautos tentam intimidá-lo e castrar-lhe a dignidade com a qual enverga a toga.
Não obstante o inteiro teor do parágrafo único do artigo 1º da Constituição Federal:
Art. 1º - ... Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição; o legislador constituinte enxertou a semente socializante pré-pensada na América Latina, vez previu no parágrafo único do artigo 4º: “A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações."
Essa previsão inclusive vai de encontro ao fundamento primeiro anunciado no artigo 1º, inciso I da Constituição Federal, que garante a SOBERANIA NACIONAL como base brasileira.
Observamos que após a deflagração da Operação Lava Jato, a sociedade brasileira passou de alguma forma a ver e atuar no que tange a pratica da cidadania, de maneira diferenciada comparado as décadas anteriores, que tiveram no “Impeachment” de Fernando Collor nos anos 90, uma mobilização popular integralmente formada pelos movimentos sociais e militância de esquerda e no caso “Mensalão” nem mobilização popular houve, já que  naquele momento a euforia do plano real e a preocupação de manter a inflação controlada, a sociedade se omitiu e depositou na mão do judiciário, teoricamente, à última trincheirada da sociedade a solução deste caso que hoje configura ser um breve ensaio de uma estrutura criminosa draconiana que ainda hoje vem se revelando.
Diante desse quadro, onde temos uma sociedade fabricada e deformada pelas agendas da esquerda política em prol da perpetuação de governos de esquerda e constatado que o país não tem nenhuma representação legitimamente de “direita”, tendo nosso país sofrido duas tentativas de tomada de poder pela esquerda, a primeira em 1935 com Prestes e sua revolução bancada pela União Soviética sufocada por Vargas e prevenida através da constituição de 1937 explicitada no artigo 1º dessa Constituição e em 1964, quando já se anunciava até a proclamação da República Socialista Brasileira por Marighela, conclui-se que o país já vive sem sentir explicitamente uma ditadura socialista maquiada de democracia, justificada por ter os Três Poderes funcionando, porém com um executivo de esquerda, um legislativo formado por políticos de partidos de esquerda e um judiciário em sua maioria, aplicando o direito marxista e outras vertentes do direito também teorizados por ideólogos e doutrinadores marxistas, as ferramentas democráticas são ineficazes e insuficientes para frear essa ditadura que tanto o poder quanto a mídia aparelhada, por obvio, jamais assumirão existir.
E contra isso o único remédio constitucional, legal e justo é o desmanche dessa estrutura na sua totalidade e o resgate da democracia entregue aos civis de esquerda, sem guerrilheiros, corruptos quadrilheiros e com a sociedade moralizada.
Não é como se debate, com trocas de sistema de governo, reformas legislativas e outras tantas ideias enfadonhas e sem fundamento que se retoma a democracia na plenitude e quando se trata de realmente mudar para melhor, não existe remédio doce.
Conclui-se após longo estudo e analise política, histórica e legal que apenas uma intervenção Constitucional aos moldes de 1964, com o apoio popular consciente e maciço, já que o poder nacional a eles pertence e não aos seus representantes, formando uma união de resgate da verdadeira democracia e da sociedade organizada do país, poderemos combater e encerrar o ciclo socialista, independente da vertente que esteja no poder, para assim evitarmos estragos maiores da esquerda, na política, economia e principalmente na sociedade, quanto à sua formação humana.
Assim, agradeço a oportunidade de poder participar desse tão importante colóquio em prol da nação brasileira, porque, tal como inscrito na parte preambular da Constituição Federal brasileira, nós, por representação, nos reunimos na Assembleia Nacional Constituinte de 1988 para instituir um Estado Democrático de Direito, "destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de toda a sociedade brasileira e não tão somente de alguns poucos apátridas.

Obrigado!

Por Marlon Adami, professor, historiador e filosofo político.


Brasília, 1º de dezembro de 2016

terça-feira, 29 de novembro de 2016

A verdade oculta sobre o Nazismo.

A verdade oculta sobre o Nazismo.


Nazismo! 


Quando você ouve essa palavra o que lhe vem em mente ?

Racismo, Intolerância ?

Preconceito a judeus, negros, viados e todos não arianos ?

Holocausto.

Hitler era o demônio em forma humana ?

Tenho certeza que tudo isso passa por sua mente, mas de onde tirastes tais dogmas ?


será que aquele professor do ensino médio que sempre trata a respeito da 2° guerra mundial no 3° ano, lá no finalzinho da apostila, e que regurgita frases como as citadas acima fazendo com que pobres alunos passem a crer em tais falácias do mesmo modo irrefutável de como um muçulmano crê em seu alcorão ou como um ocidental crê em sua bíblia, mas será isso verdade ?


Você alguma vez parou para contestar tais idéias ?



O exército alemão nazista era formado por brancos loiros de olhos claros e com um belo par de asas ? certeza ?




OH céus um negro na ss ! na Waffen-SS ! a guarda de elite de Hitler ! ...mas como pode ? ... há ja sei, como os alemães são tão burros, nem notaram esse espião.



isso não e nada, que tal essa :


Vejam, ai está a prova do quanto o exército nazista era racista, observem como estão a torturar essas pobres crianças negras! ...coitados.





E oque será isso ? um baile a fantasia claro, so pode, afinal um japones um negro e um hondurenho aos trajes nazista oque mais poderia ser.





Oh vejam so, mais um negro sofrendo com o racismo nazista! repare sua feição de infelicidade e de sofrimento.... ow! ...mas ele esta trajando o uniforme da luftwaffe! ...mas como isso é possível.





Opa! outro negro lutando no lado errado do front , mas esse ai depois virou bucha de canhão.




Vejam so a pureza ariana de um pelotão nazista, brancos, negros, hindus ...... Heil Hitler!
viva o racismo nazista.

isso já está ficando um pouco tenso demais! é muito racismo, muito preconceito nessa Alemanha de Führer, vejam ai em baixo outro típico alemão nazista racista.




essa foto nunca foi revelada em qualquer livro de historia ou tv. O motivo, os historiadores não conseguiram fazer um "remendo" na história que eles criaram sobre a intolerancia racial alemã. Até que ponto somos enganados ?





Um sorriso. Um ideal. Uma convicçao. As varias faces e raças, humanidade engajada na luta contra o comunismo e capitalismo.





Motorista alemão negro, ostentando uniforme do mesmo.








Asiáticos ostentando uniformes alemães e sendo recpcionados por um general nazista, estranho sempre me ensinaram que alemães odiavam outros povos.


Oficiais japoneses ostentando uniforme nazista de alta patente.








Essa eu nem preciso falar nada né?!, ... aquele professor que lhe disser que nazismo é racismo, preconceito, levanta-se e saia da aula, se você estiver afim de ouvir ***** va há um curral.



Agora a foto a seguir com certeza é uma de minhas favoritas! 


...cuidado!


...cenas fortes de RACISMO!

...


é isso ai, o grande Führer o cara que odiava negros distribuindo autografo a um, e repare no clima tenso da foto, veja como Hitler esta furioso com a situação, veja como o negro o odeia, mas é claro que você pode arrumar uma explicação para o ocorrido do tipo: há isso é uma foto antiga, o sujeito na realidade é um descendente do antigo povo nórdico, mas como a foto também é antiga então se formou uma sombra sobre ele ou esta ocorrendo o ínicio de um eclipse e logo todo a foto ficaria escura.



(afinal não é nisso que os vermelhos são bons ? inventar "i"stórias)


Bom, mas agora judeus, ora, ai realmente não né ?!, não havia judeus nas linhas nazi, Hitler pregava um ódio mortal contra eles.










éééé amigos.... pergunto mais uma vez, até que ponto somos enganados ?

















A realidade é que os judeus nunca foram problema pra ninguém,.... já os judeus SIONISTAS...
não se esqueçam que quem escreve a história é SEMPRE o lado vitorioso, e que Hitler combateu o sionismo, e hoje quem controla o mundo são justamente os sionistas , agora ficou fácil né?! saber o porque do culto ao horror pregado pela mídia quando o assunto é nazimo.


Um video para aliviar a tensão. 




Efetivo nazista Registrado e Confirmado: 48 mil russos; 5 mil indianos; 1.500 tibetanos; 200 britanicos ; 200 mil italianos; 20 mil franceses; mais americanos, canadenses, ETC, ETC.... mais centenas de soldados MEIO-JUDEUS não registrados e escondidos a qualquer custo da mídia.

(tivemos até um brasileiro, Egon Albrecht que serviu no eixo)


...segue no link varios oficiais do mais alto escalão, nazistas e ..."JUDEUS"http://www.kansaspress.ku.edu/righitpix.html


Outras mais...


hindus, orientais, brancos, negros etc, todos nas linhas nazi.







Varios prisioneiro orientais e todos aos trajes NAZI!,... meu Deus realmente os alemães ODIAVAM outros povos. 


Nesse video, divisoes do Turquistão: onde lutaram azerbaijanos , tártaros do volga, armenos, chechenos, uzbeques , cazaques, bashkirs, nogais, afegãos...e vários outros povos. 


 

Sabe quantas vezes Hitler tentou negociar a paz ? Quantos países ele prometeu devolver para que a Inglaterra parasse com a guerra ? Que dois dias antes de invadir a França ele tentou mais uma vez uma negociação de paz, que lhe foi negada e por isso houve a tomada da França ? Que depois, em outra negociação, prometeu retirar as tropas da França para que novamente a Inglaterra terminasse os ataques ? O proprio Hess braço direito de Hitler voou para a Inglaterra para negociar a paz e mesmo sendo "mensageiro" (que devia ser libertado após a reunião, foi preso, condenado por "crimes de guerra". Ficou na cadeia por mais de 40 anos onde foi assassinado 2 meses antes de ganhar liberdade.

Hitler, o carniceiro, no entanto, é o responsável pelo episódio conhecido como "o Milagre de Dunquerque", onde ordenou que o general Rundstedt das divisões panzer, não fechasse o anel que aniquilaria milhares de soldados INIMIGOS. Com isso, cerca de 340.000 soldados (225000 ingleses e 115000 de outras nacionalidades, a maioria franceses) retirantes embarcaram em segurança nas praias francesas do mar do norte.

Esse favor foi retribuído, é claro, com genocídio da população alemã, com os massacres feitos por bombardeiros, principalmente em cima de Dresden... bomba ao lado de bomba até pulverizar e queimar a cidade por semanas... cidade essa que era um berço de cultura e ñ tinha NENHUMA base militar!

Não é engraçado que Hitler, o cara mau que queria conquistar o mundo, tenha tentado tantas vezes sair da guerra que não foi ele quem iniciou ? Ele acreditava que haveria sim uma guerra, mas uma grande, com OBJETIVOS e se daria entre o ocidente contra a USRR... acreditava também que a Inglaterra iria liderar essa guerra contra um verdadeiro inimigo. 


vale lembrar quem declarou a guerra contra a Alemanha , dois meses depois da nomeação de hitler para chanceler: 




Entrevista com o guarda-costas de Fuhrer (eu havia postado diretamente aqui mas ficou ilegivel, fiz o host da imagem nesse link: ...ao abrir clique na img para amplia-la. 
http://img46.imageshack.us/img46/1191/mischmenor1.jpg



Peço desculpas pelo design mal cortado estou sem tempo algum. Esse post não é nem um terço de todo material que disponho, onde desmente todo esse esteriótipo que tentam nos enfiar goela abaixo, de que o nazismo era o inferno na terra e que um dos grandes homens da historia, Hitler, era o diabo regendo tudo isso, talvez se o eixo tivesse ganho a guerra teriamos um mundo melhor ,malditos manipuladores moldam o mundo como bem entendem fazendo a sociedade crer no que eles querem... como ja disse tenho muita coisa para postar a respeito, como os milhares de negros africanos que lutaram pelo Africa Korps, muitos inclusive voluntarios.



Na luta contra a manipulação da história! 


E para fechar, um dos melhores vídeos que já vi sobre esse homem, (retratado como monstro), veja o quão demonio ele era: (cuidado para ñ dormir a noite, cenas forte do diabo em seu cotidiano, onde por passatempo ficava em seu calabouço torturando pessoas) 


 

A musica é austríca, fala de um avô e da guerra.


.... se vistes o video todo, entao viu a parte em que ele agride um negro.
Aprendam com Hitler como respeitar os outros! 

sábado, 26 de novembro de 2016

A Revolução dos Bichos George Orwell Dublado 1999

A esquerda judaico-alemã “antirracista” e suas raízes na Stasi

Para a alemã (*) profissional “antirracista” Anetta Kahane, a semana passada foi uma ótima semana. Pois uma de suas muitas organizações foi escolhida para executar no Facebook uma campanha para eliminar qualquer oposição contra a invasão de imigrantes. (*) Não se irritem com a descrição de Anetta Kahane como “alemã”. Ao longo do texto o autor deixa bem claro a qual grupo étnico ela pertence – NR.
… e seu programa para destruir as etnias
Este duro golpe contra a liberdade de expressão no Facebook tornou-se uma das mais altas prioridades do governo alemão após encontro entre Angela Merkel e Mark Zuckerberg e significa, que doravante toda crítica contra a invasão de imigrantes será muito restrita. Tal vasta iniciativa irá necessitar de um exército de funcionários leais e confiáveis, e quem seria melhor do que a senhorita Kahane e sua “Rede contra Nazistas”, para mostrar que eles levam a sério tudo isso. Apenas para assegurar que os alemães comuns entendam corretamente a mensagem, o governo está processando o líder do movimento dissidente PEGIDA por causa de comentários ofensivos aos imigrantes, postados no Facebook.
No lucrativo segmento do antirracismo, Anetta Kahane é sem dúvida alguma uma empresária esperta e visionária. Ela reconheceu, bem antes dos demais, a grande soma de dinheiro que é possível faturar ao transformar a preocupação do cidadão comum diante da imigração, como externalização do medo por causa dos “neonazistas”. E ela trabalhou com afinco para levantar essa indústria, transformando-a na atual máquina de dinheiro.
A exemplo de muitos outros líderes judaicos na Europa de hoje, Kahane fez comentários bastante ousados sobre seu desejo em destruir a Europa branca. “Deve-se de fato mudar a política de imigração na Europa. Isso é muito importante; deve-se mudar o sistema de ensino e a ordem natural dos Estados. Eles não são mais apenas branco ou apenas sueco ou apenas português ou apenas alemão. Eles são locais multiculturais no mundo.”
Ao fundar uma organização denominada Fundação Antonio Amadeu em 1998, ela conseguiu um trampolim para se tornar famosa. Esta tropa bem financiada tem como objetivo difamar toda e qualquer resistência branca contra a imigração como “neonazista”, e trabalha para isso em estreita cooperação com revistas como a Stern, e o jornalDie Welt. Criada segundo o modelo da Campanha Stephen-Lawrence na Grã-Bretanha, ela recebeu um enorme aporte do governo alemão, da União Europeia e de diversas ONGs internacionais, incluindo a Ford Foundation.
Seu trabalho lhe trouxe muita fama, e a mídia a procura com frequência devido ao seu posicionamento. Ela atende com prazer. Exceto talvez por uma coisa.
Ela foi colaboradora da Stasi, o ministério para segurança do Estado da antiga Alemanha Oriental, entre 1974 e 1982. Desde os 19 anos, Kahane atuou sob o codinome “Victoria” e foi uma entusiasmada informante ou funcionária não registrada, e forneceu relatórios secretos mensais sobre a confiabilidade política de dezenas de colegas da faculdade, jornalistas, atores e escritores, dentre os quais ela se infiltrou.
O próprio arquivo pessoal de Kahane, na Stasi, mostra que seu oficial superior a considerava uma pessoa solícita e confiável. Seu papel como informante de confiança no aparato da Stasi significava privilégios – que eram negados à maioria dos cidadãos alemães da Alemanha Oriental (DDR), como viagens ao exterior. Na embaixada da DDR em Moçambique, ela trabalhou como tradutora e denunciou seus colegas locais. Ela foi remunerada pelos seus serviços com dinheiro e “presentes”.
Colaboradores como Kahane gozavam de um terrível poder. A pichação de críticas contra o regime poderia resultar em anos de cadeia e trabalhos forçados. Uma falsa palavra no lugar errado poderia acabar para sempre com uma carreira.
E ela estava longe de ser a última. John Koehler, autor do livro The Stasi, estima que ao incluir os colaboradores em tempo parcial, teríamos uma proporção de um denunciante para cada 6,5 cidadãos, muito mais do que na Alemanha Nacional-Socialsita. Apenas a Coréia do Norte montou uma estrutura de semelhante proporção para vigiar seus cidadãos
Outro judeu famoso da DDR foi revelado como ex-informante da Stasi. Seu nome é Gregor Gysi; leitores do Occidental Observar lembram-se talvez de um vídeo no Youtube, onde este homem regozijou-se p’ra valer sobre a perspectiva de mudança racial de alemães por invasores imigrantes:
(Veja também este artigo de Max Blumenthal, um crítico de Israel. Blumenthal escreve que “Gysi se sente obrigado a tocar avante a campanha para repressão de nossa liberdade de expressão.” Enquanto ele estiver a favor da destruição da Alemanha étnica, Gysi é uma sem dúvida alguma um patriota judeu.)
Após a reunificação (parcial – NR), Gysi tentou convencer as autoridades soviéticas a esconder ou destruir os arquivos da Stasi que identificavam os colaboradores. Finalmente ele não conseguiu, mas ele fez de tudo para abafar juridicamente as informações sobre o período em que atuou como informante da Stasi. Ele se recuperou deste escândalo e lidera hoje o partido Die Linke ((Os esquerdistas – NR), terceiro maior partido da Alemanha.
Assim como Anetta Kahane, Gregor Gysi gozou de uma juventude privilegiada como membro de um alto funcionário judeu do partido comunista. O pai de Gysi, Klaus, foi membro do Politbüro e amigo íntimo do líder da DDR, Erich Honecker. Klaus Gysi ocupou vários cargos público no estrangeiro, incluindo a função de embaixador no Vaticano.
E eles estavam longe de serem os únicos. Judeus alemães foram em massa para a DDR após a guerra, e muitos conseguiram uma rápida ascensão dentro do partido. Como na União Soviética, nas décadas iniciais, e em toda a Europa do Leste após a Segunda Guerra Mundial (por exemplo na Polônia, veja aqui, pág. 66), judeus se tornaram importantes no aparato da polícia secreta. Exemplo notório foi o coronel-general Markus Wolf, chefe da diretoria da Stasi para espionagem no estrangeiro.
Judeus eram pequenas engrenagens importantes no aparato de repressão dos comunistas, pois eles não eram alemães étnicos e por isso considerados de confiança por Moscou. Foi um papel para o qual há inúmeros paralelos históricos – os judeus como leais guardas para um senhor estrangeiro, sobre um povo mal humorado e rebelde.
Quando o muro de Berlim caiu em 1989, houve uma imensa aclamação por justiça contra os comunistas. Mas a busca por justiça foi um caso vacilante. Muitos daqueles com culpa no cartório escaparam da punição, pois seus casos empacaram e foram deixados de lado. Isso vai totalmente contra ao que aconteceu ao final da Segunda Guerra Mundial, quando muitos dos próprios cidadãos foram presos no Leste, pois 11 Campos de Concentração foram abertos novamente ou tiveram que ser reconstruídos, incluindo Buchenwald e Sachsenhausen.
Nos cinco anos após 1945, cerca de 160.000 alemães desapareceram nestes campos. Dentre estes, 65 mil morreram, 36 mil foram transferidos para a União Soviética, e 36 mil foram libertados.
Embora muitos judeus gozassem de uma vida privilegiada na antiga DDR, eles persistiam na alegação de que lá, suas vidas foram estragadas por um antissemitismo que era tão ruim como em qualquer outro lugar.
Ao que concerne Anetta Kahane, ela também foi uma vítima na DDR e obrigada a esconder ou enterrar sua identidade judaica. Mas na realidade, o dogma socialista desaprovou a etnicidade como uma construção social superada e que pertence à lixeira da história.
Kahane incorpora a identificação judaica enganosa sob o comunismo – e frequentemente uma enganação de sua própria natureza (veja o link acima em diferentes locais), onde ela afirma: “Meus pais foram marxistas leninistas e não tinham relação com religiões. Mas meu pai falava sempre sobre seus avós, que para ele era o lado romântico do judaísmo.” Mas aqui existe uma raro paradoxo – onde a religião foi derramada, a identidade étnica se preservou intacta. Pois enquanto muitos judeus alegam ter sido perseguidos, eles parecem que não tiveram problemas para perseguir interesses étnicos e ocupações judaicos.
O pai de Kahane, o famoso jornalista Max Kahane, é um exemplo singular. Ele cobriu o caso de Adolf Eichmann, o alegado criminoso de guerra nazista. O “antissemitismo” institucional na DDR não impediu-o de escrever sobre esta história desde seu início até o fim, e de viajar da Argentina até Israel para acompanhar o processo.
Outro colaborador informante da Stasi era o líder da comunidade judaica de Berlim Oriental, Dr. Peter Kirchner. Embora ele fosse publicamente a favor de Israel, ele era também informante e conhecido através do pseudônimo “Burg”. Ele parece não ter sofrido.
O historiador judeu e produtor de documentários, Helmut Eschwege, é mais um deles. Durante todo o período na DDR, ele foi um expoente no apoio a Israel, e afirmou em sua autobiografia ter sofrido muito por causa do antissemitismo. É uma vergonha que ele não tenha sido impelido a descrever neste livro seu envolvimento com a Stasi, seu papel de informante como “Ferdinand”, descoberto posteriormente. (Em seu último encontro com seu oficial superior a 15 de novembro de 1989, ele entregou o estatuto do novo partido de esquerda, que deveria substituir os comunistas)
Existem inúmeros exemplos semelhantes de judeus que conseguiram sucesso na mudança do comunismo. Tomemos o velho companheiro de Kahane e Gysi, o famoso autor estalinista Stefan Heym. Após ele ter aguardado em segurança nos EUA o término da guerra, ele retornou para a DDR e na posição de um autor de renome, como um fanático cheerleader do regime. Após a morte de Stálin, ele escreveu que o assassino de milhões de pessoas era “o homem mais amado de nossa época”. Após a reunificação, ele não perdeu tempo em redescobrir seu cartão de vítima judaica. Em 1995, ele disse: “O clima político é muito semelhante àquele de 1933, e isso me assusta.”
Onde estava então o antissemitismo na DDR? Quanto mais se revolve este tema, parece ficar mais claro que os judeus não foram objetos de uma perseguição, mas ao mesmo tempo não tinham o status especial que eles acham que teriam por se auto denominarem “vítimas especiais” do holocausto. Na DDR era ensinado que os comunistas foram aqueles perseguidos pelos nazistas.
Principalmente dois elementos do política da DDR contrariavam os judeus e foram caracterizadas como antissemitismo. Primeiro foi a recusa da DDR em reconhecer Israel – o que era algo consistente com sua posição de adversário da potencia colonialista apoiada pelos EUA.
O segundo foi a recusa da DDR em pagar reparações pelo holocausto. Enquanto Israel recebeu após 1945 imensas subvenções e fornecimento de material bélico por parte da Alemanha Ocidental, a parte Oriental recusou-se a pagar um tostão que fosse. Isso enfureceu os judeus e levou-os a classificar ambas posições como “antissemitismo”.
Tanto Anetta Kahane quanto Gregor Gysi se reformularam sem qualquer problema na nova e desenvolvida Alemanha e tiveram grande sucesso. Ambos superaram seu passado como “informantes”, se concentraram no presente e estão convencidos de que a mancha sobre a sociedade alemã somente poderá ser limpa através da imigração em massa de hordas estrangeiras provenientes do Oriente Médio.
A erradicação da Alemanha branca não é seu único entusiasmo. Eles são ambos defensores incansáveis de Israel e estão sempre dispostos a caçar não apenas seus próprios companheiros da esquerda – além de vigiar e limpar – mas também outros judeus que não permanecem na linha.
Gysi esclarece que antissionismo não pode ser mais uma posição aceitável para a esquerda e principalmente para o partido Die Linke. Ele ressoa as palavras de Angela Merkel, à medida em que afirma que “a solidariedade para com Israel” seria uma parte importante da “razão de ser do Estado” alemão.
Ele levou a cabo diversas campanhas contra membros do partido Die Linke, acusados de apoiar a campanha BDS(boicote, desinvestimento e sanções) contra Israel, e também contra todos aqueles que se uniram à flotilha de libertação de Gaza. Suas campanhas tiveram sucesso e resultaram em cancelamentos de palestrantes e boicote ao autor do livro “A Indústria do holocausto”, Norman Finkelstein, e ao crítico de Israel, Illan Pappe, ambos conhecidos dissidentes judeus.
Ao que concerne Anette Kahane, qual efeito tiveram seus relatos sobre a vida das pessoas por ela denunciadas? Um bom exemplo poderia ser tomado no destino do jovem e talentoso ator Klaus Brasch, que se encontrou com Anette em 1976, juntamente com seu irmão Thomas.
Seu relatório confidencial sobre eles contém a seguinte passagem: “Pertencem ao rol de inimigos da DDR principalmente Klaus Brasch e Thomas Brasch”. Seria interessante perguntar a Klaus Brasch sobre o efeito que o relatório de Kahane teve sobre sua carreira, mas infelizmente isso não é mais possível. Thomas Brasch faleceu em 2001 devido a um ataque cardíaco. Seu irmão Klaus faleceu em 1980 devido a uma overdose.
Francis Carr Begbie

Palestra - Jorge Amaury Maia Nunes

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Gramsci, Paulo Freire e a batalha da linguagem

O famoso escritor francês Victor Hugo (1802-1885) observou: "resistimos à invasão dos exércitos; não resistimos à invasão das ideias".
Ora, assim como os armamentos usados pelos exércitos são transportados em caminhões, aviões, helicópteros ou mesmo pelas tropas de infantaria, as ideias são expressas — e isso é uma simples tautologia — por meio da linguagem, que é o meio sistemático de comunicá-las por meio de sinais convencionais sonoros e escritos (linguagem verbal) e gestuais, corporais, geométricos e mímicos (linguagem não verbal).
É a linguagem, portanto, o elemento mediante o qual expressamos nossos pensamentos, ideias, opiniões, expectativas e sentimentos. É o elemento comunicador por excelência: onde há comunicação, há necessariamente linguagem. A linguagem é o sistema de sinais que utilizamos para efeito de nos comunicarmos e a linguística é o estudo dos fenômenos segundo os quais as línguas evolvem.

Você pode ter uma ideia excelente, até mesmo genial, mas, se não souber comunicá-la, essa ideia não se espalhará e você perderá a batalha. Nunca é demais relembrar o velho José Abelardo Barbosa de Medeiros, mais conhecido como Chacrinha (1917 — 1988), um comunicador popular fantástico, que tinha como um de seus famosos motes "quem não se comunica se trumbica". Pura sabedoria popular, sem qualquer pretensão de erudição, mas que, para determinados fins, vale mais do que certos tratados de Filosofia da Linguagem.
Pois bem, o ponto a que desejo chegar é que, fora do âmbito teórico, os liberais, no Brasil e no mundo, vêm se trumbicando há muitos anos, simplesmente porque, embora suas ideias sejam as melhores, não têm sabido comunicá-las devidamente para a sociedade. Ou seja, até o presente momento nós simplesmente ainda estamos perdendo a batalha da linguagem. E de goleada.
O que devemos, então, fazer, já que, neste bendito ano da graça de 2016, a esquerda — ao que parece — está perdendo rapidamente espaço em todo o mundo e sabendo que, se nada fizermos, ou se adotarmos alguma postura ineficaz, essa esquerda — que é bastante organizada — irá recuperar o terreno, com todas as consequências que isso trará em termos de obstáculos à geração de riqueza e da melhoria do padrão de vida em todo o planeta?
A paródia da "linguagem das doninhas"
Weasel word é uma gíria inglesa para designar palavras evasivas ou ocas. Em português usamos a expressão linguagem das doninhas, essa mesma ouvida incessantemente na TV, em bares e reuniões de intelectuais, na internet e nos jornais, e que cria em suas vítimas o hábito de não pensar, substituindo a lógica pelos chavões e palavras de ordem.
Ai de quem, sabendo pensar por conta própria, recusa-se a falar esse dialeto maldito. É logo tachado de ''elitista'', ''conservador'', "misógino", "racista", "machista", "homofóbico", "nazista", "coxinha" e — ignomínia das ignomínias! — ''politicamente incorreto'', além de outros adjetivos "xingativos".
Em Dilbert and the way of the weasel: A Guide to Outwitting Your Boss, Your Coworkers, and the Other Pants-Wearing Ferrets in Your Life, um livro satírico de bastante sucesso, o economista e cartunista americano Scott Adams (1957) estabelece a proposição de que muitas pessoas — mais exatamente, as que se deixam dominar pela ditadura do ''politicamente correto'' — agem como as doninhas ou mustelas, aqueles mamíferos capazes de sugar todo o conteúdo de um ovo, por um minúsculo furo que conseguem fazer, deixando-o aparentemente intacto. A humanidade, segundo essa sátira, não seria formada por pessoas boas ou más, mas sim por doninhas.
Assim, o autor introduz sarcasticamente a Zona da Doninha, uma gigantesca área cinzenta entre o bom comportamento moral e a criminalidade aberta, que é de onde nos ''exploram'' sem parar: chefes, empresários, fazendeiros, executivos, países e pessoas ricos, banqueiros, Donald Trump, Angela Merkel, enfim, todos os que são bem sucedidos na vida. Em 27 hilariantes capítulos, Adams revela os segredos desses seres escorregadios, como reconhecê-los e como agem, denominando de weaseleze a língua oficial das doninhas, útil para ninguém entender racionalmente o que é dito e confundir os inimigos, como parte da estratégia gramsciana de implantar o socialismo sem recorrer às armas convencionais.
Passando da sátira ao mundo real, esse comportamento de bois ao som do berrante que domina a sociedade atual é certamente uma das etapas derradeiras do processo de degradação cultural, em que a linguagem se desconecta da experiência inteligente e emite apenas tênues sinais de vida social. Aquilo que quase todos se põem a dizer já se mostra inteiramente desconectado dos acontecimentos, fatos e ações racionais do mundo real, para refletir apenas opiniões conduzidas e sem qualquer embasamento, segundo a clivagem binária rudimentar entre nós e eles.
Imagine uma explanação qualquer feita por um professor e que atenda aos requisitos da lógica e suponha que o raciocínio desse docente o conduza a, por exemplo, defender as privatizações. O homem que é guiado pela linguagem politicamente correta, então, dirá simplesmente que discorda, sem qualquer preocupação quanto a explicar por que discorda. Muito provavelmente, se lhe perguntarem o motivo, ficará em maus lençóis.
Isso acontece porque aquilo de que ele discorda nada tem a ver com a sua vivência dos fatos reais, mas sim com o comando que lhe foi exarado — como que do além —, de que "privatizar é dilapidar o patrimônio público". Logo, ele instantaneamente colocará o professor do lado deles e, portanto, contra o nós que lhe foi impregnado desde o ensino básico como o time dos bonzinhos.
Para usarmos a nomenclatura do filósofo alemão Eric Voegelin (1901-1985), essas pessoas vivem em uma segunda realidade, aquela que povoa seu imaginário e que é absolutamente alheia ao mundo real, formado pela primeira realidade, aquela que é factual, que de fato existe.
Temos, então, uma grave situação, em que os sons emitidos pelo professor são reconhecidos como característicos de uma linguagem racional, mas compreendidos — e passados adiante — como o de uma comunicação irracional, como a dos animais.
O veneno de Bakhtin, Gramsci, Piaget e Freire
A degradação da linguagem se dá quando essa anomalia se estende aos jornais, à TV, à internet, ao rádio, aos discursos dos políticos e — como é triste escrever isso! — aos intelectuais e professores universitários.
Argumentar para quê?, se esses teleguiados já dispõem dos chavões, das palavras de ordem e de todas as doninhas do mundo para protegê-los. Mostrar racionalmente por que se discorda dessa ou daquela afirmativa para quê?, se é suficiente buscar-se a leniência do grupo nós. Buscar convencer o outro lado para quê?, se é mais fácil intimidá-lo com a demonstração de que esse mesmo grupo é mais barulhento do que o grupo deles.

Em suma, não há qualquer necessidade de demonstrar-se que se está com a razão, porque o que importa é amealhar o maior número possível de autômatos que compõem o nós e segregar os demais — mesmos que estes sejam a maioria — no curral utilizado para isolar a influência nociva de todos os mal-intencionados, ou seja, eles.
Mas é evidente que essa verdadeira ditadura das doninhas conhecida como linguagem politicamente correta não está acontecendo por acaso. Tudo isso foi pensado, planejado e executado pacientemente, durante décadas, como um incessante trabalho de formigas, pela esquerda em todo o mundo. Para não retrocedermos em demasia no tempo, vamos nos referir apenas ao filósofo russo Mikhail Bakhtin (1895-1975) e ao também filósofo italiano Antonio Gramsci (1891-1937), bem como aos educadores Jean Piaget (1896-1980), e Paulo Freire (1921-1997), todos comunistas.
Bakhtin enxergava a linguagem como um processo permanente de interação por meio do diálogo e não apenas como um sistema autônomo. Assim, a língua só existe mediante o uso que locutores ou escritores e ouvintes ou leitores fazem dela, em situações concretas de comunicação. Definiu noções de análise da linguagem com base em discursos e crônicas artísticos, filosóficos, científicos e políticos. Segundo ele, o ensino, o aprendizado e a linguagem deveriam subordinar-se ao sujeito, aquele agente dos acontecimentos responsável pela criação dos discursos e ideias. E — os negritos são meus — os enunciados sempre são trabalhados pelo sujeito tendo em vista os objetivos ideológicos, sociais, históricos e culturais.
Isso lembra a você alguns dos partidos de esquerda? Pois é.
As relações entre linguagem, ideologia e hegemonia de Gramsci e Bakhtin são bastante semelhantes. Analisando os conceitos bakhtinianos de heteroglossia (a diversidade social de tipos de linguagens) e dialogismo (o processo de interação entre textos, em que estes não são considerados isoladamente, mas concatenados com outras proposições similares) e a definição gramsciana de hegemonia (as relações de domínio de uma classe social sobre o conjunto da sociedade), conclui-se que as visões de linguagem e subjetividade de ambos são convergentes e que, a partir de uma discussão sobre os conceitos de poder, discurso e ideologia, consideram a linguagem e o sujeito como processos capazes de refutar e criticar os poderes e discursos prevalecentes.

O sardo de Ales, Antonio Gramsci, certamente é mais conhecido no Brasil do que Bakhtin como uma das maiores referências do pensamento esquerdista no século XX. Il Gobbo (o corcunda), assim apelidado por conta de um defeito físico, alinhava-se com o projeto político que visa à revolução proletária, mas se distinguia porque acreditava — e, novamente, os negritos são meus — que a chegada ao poder deveria ser antecedida por mudanças de mentalidade e que os agentes dessas mudanças deveriam ser os intelectuais e a ferramenta essencial deveria ser a escola.
Enquanto a maioria dos pensadores marxistas enfatizava as relações entre economia e política, Il Gobbo deu maior importância à ação ideológica nos campos da educação, da cultura e da intelligentsia no processo histórico de transformação. Muitos de seus conceitos permanecem atuais e — o que é pior — são postos em prática por governos e políticos esquerdistas em todo o mundo. Por exemplo, é dele o de cidadania, pois foi Gramsci que levou à pedagogia a "conquista da cidadania" como um dos objetivos das escolas. Estas deveriam ser manipuladas para o que denominou de "elevação cultural das massas", alegoria que, segundo ele, representaria a libertação das populações da visão de mundo baseada em "preconceitos" e "tabus" (a religião seria um deles), bem como dos usos e costumes tradicionais que impediriam a crítica das "classes dominantes".
A maior parte da obra de Gramsci foi escrita na prisão, por ordem de Mussolini e só veio a ser divulgada depois da sua morte. Desse período, há duas obras: as Cartas do cárcere, com mensagens a parentes ou amigos e os famosos 32 Cadernos do cárcere, que não eram originalmente destinados à publicação. Para esconder-se da censura fascista, adotou uma linguagem cifrada, repleta de conceitos originais, como bloco histórico, intelectualidade orgânica, sociedade civil e hegemonia, e de expressões novas, como 'filosofia da práxis' como sinônimo de marxismo. Sua escrita, a exemplo da de Nietzsche, é fundamentalmente fragmentada, com inúmeras passagens que se limitam a sugerir reflexões.
Segundo Gramsci, "toda relação de hegemonia é necessariamente uma relação pedagógica", isto é, de aprendizado. E obtém-se a hegemonia mediante uma luta de direções contrastantes, primeiramente no campo da ética e depois no da política. Para Il Gobbo, era necessário primeiro conquistar as mentes e só depois o poder.
No campo da educação, duas influências consentâneas com essas ideias influenciaram a educação de maneira muito forte. A primeira foi a do francês Jean William Fritz Piaget, para quem as crianças só podiam aprender o que estavam preparadas a assimilar. Aos professores caberia tão somente a tarefa de aperfeiçoar o processo de descoberta dos alunos. Piaget criticou acidamente a modalidade de ensino onde "o professor dita e o aluno copia e repete".
Crítica endossada pela segunda das influências, o pernambucano Paulo Freire, o pedagogo endeusado pela esquerda de nosso país e autor de A pedagogia do oprimido. Com seu método dialético de alfabetização, Freire denominou jocosamente a então maneira tradicional de educar de "educação bancária". Freire é — e não posso me furtar de aduzir — infelizmente, o patrono da educação brasileira. O que, certamente, explica as péssimas colocações do Brasil em todos os rankings internacionais divulgados anualmente. Mas trata-se, dizem seus adoradores, de pedagogia crítica, o que para mim não passa de uma antecipação do dialeto weaselese para designar o grande equívoco que é o marxismo.
Sempre que ouço ou vejo o nome de Paulo Freire, lembro-me de Roberto Campos, que não se cansava de se referir a ele como o educador que jamais educara uma criança sequer. Mas vale a pena verificarmos até que ponto suas divagações alucinatórias iam. À educação "bancária" ele contrapunha a educação "libertadora".
A primeira seria uma relação "vertical" entre educador e educando. Um deteria o conhecimento e a capacidade de pensar, e o outro seria o objeto que recebe o conhecimento e segue o mestre. O educador "bancário", então, "depositaria" conhecimentos nos alunos e estes passivamente os receberiam. Tal concepção de educação teria como objetivo intencional formar indivíduos acomodados, não-questionadores e que se submeteriam à estrutura de poder vigente, sem objetivos de crescerem na vida, e teria sido idealizada para acobertar os interesses dos "dominadores".
Trata-se de uma trama muito bem urdida por Freire: ao mesmo tempo em que alerta que educar para pensar é algo perigoso para eles e que mudanças devem ser feitas, ele também propõe uma solução que, ao fim e ao cabo, bestializa os alunos, destruindo sua inteligência e sua própria capacidade de pensar como indivíduos autônomos. E, ao mesmo tempo em que critica a educação "vertical" ou "bancária", sugere outra verticalidade de viés totalitário, a do estado sobre os indivíduos, transferindo a autoridade de pais e professores para seu exército de ideólogos ocupando as salas de aula.
Segundo sua nomenclatura, uma "educação libertadora ou problematizadora" seria aquela que não separasse professor e aluno, em que ambos seriam concomitantemente educadores e educandos. Em suas palavras:
Desta maneira, o educador já não é o que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado, em diálogo com o educando que, ao ser educado, também educa. A educação libertadora abre espaço para o diálogo, a comunicação, o levantamento de problemas, o questionamento e reflexão sobre o estado atual de coisas e, acima de tudo, busca a transformação.
Repare no recorrente estratagema dialético que consiste em dividir tudo o que existe no mundo na suposta dicotomia entre nós e eles, sem a qual o socialismo-comunismo não pode existir: nós, os bonzinhos, os socialistas-comunistas de caráter ilibado e ótimas intenções e eles, os malvados defensores do capitalismo, da propriedade privada e da economia de mercado, de péssima índole e intenções escusas.

Bakhtin, Gramsci, Piaget e Freire, os dois primeiros em plano mais filosófico e os dois últimos invadindo (ou ocupando, segundo o dialeto weaselese) as salas de aula, podem ser responsabilizados pelo predomínio — dito cultural — que a esquerda vem exercendo há décadas em todo o mundo. A linguagem das doninhas é fruto, como escrevi no início, de um trabalho árduo, paciente e de longo prazo da esquerda mundial. Mas, como tudo o que é errado não pode funcionar bem durante todo o tempo, as coisas estão começando a mudar.
Alguns exemplos de weaselese
Eis alguns exemplos de palavras e expressões dessa novilíngua tão bem retratada por George Orwell (1903-1950) e que bem ilustram a importância dessa batalha, ao mesmo tempo em que nos exortam a eliminar esse lixo que vem contaminando seguidas gerações, destruindo sua capacidade de pensar, manipulando o idioma e cometendo enormes fraudes semânticas:
Homofobia, machismo, empoderamento, aquecimento global (ou mudanças climáticas), patriarcado, ressignificação da família, misoginia, o uso do x em lugar dos artigos o ou a, afrodescendente, opressão, luta de classes, golpista, democracia, estado democrático de direito, extrema-direita, mídia golpista, neoliberalismo, capitalismo selvagem, identidade de gênero, justiça social, dívida histórica, xenofobia, ocupação (no lugar de invasão), eurocentrismo, islamofobia, heteronormativismo, elite, classista, burguês, pobre de direita, negro de direita, direito social, distribuição de renda, cultura do estupro, apreensão (no lugar de prisão) de menores, função social da terra, desconstrução, poliamor, homoafetivo, medidas sócio-educativas, transexualidade, problematização, opressão do homem branco, medieval (aplicado à Igreja Católica), transfobia, consciência social, função social, desmatamento, ações afirmativas, minorias, elitista, preconceituoso, "pública, gratuita e de qualidade", polícia cidadã, relativização, cidadãos críticos, neo (aqui basta acrescentar qualquer palavra), globalização (no lugar de globalismo), excluídos, presidenta, dieta balanceada, manifestantes, inclusão, interrupção voluntária da gravidez, espírito republicano, autonomia do corpo, direito da mulher ao próprio corpo, católicas pelo direito de decidir, sociedade justa e igualitária, saúde reprodutiva, questão de gênero, orientação sexual, autoritarismo (como sinônimo de hierarquia), cadeirante, indivíduos em situação de risco social (criminosos), demandas do nosso tempo, bom dia a todos e todas, pessoa em transição entre empregos (desempregado), sustentabilidade, hipossuficiência e muitas, muitas e muitas outras.
Poderia continuar (existem até dicionários com essas palavras), mas creio que isso já seja suficiente.
Combatendo o bom combate da linguagem
Todo esse discurso contaminado ideologicamente tem uma característica indisfarçável, que é a negação da verdade, o que se explica pela orientação marcantemente relativista do socialismo-comunismo e, no plano prático, pelos conhecidos conselhos do nacional-socialista Goebbels, de que uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade, bem como pelo ensinamento de Lenin de acusar os adversários do que você faz e chamá-los do que você é.
Mas parece que uma nesga de esperança começa a se descortinar neste final de 2016, em que a esquerda brasileira foi batida e humilhada nas eleições municipais, a presidente petista foi destituída, a Inglaterra escolheu o Brexit, Hillary Clinton perdeu para Donald Trump, Hollande está com sérios problemas na França, a bandeira da responsabilidade fiscal está mais visível e as pessoas estão acreditando cada vez menos nas ditas soluções políticas.
A batalha das ideias aí está e o que devemos fazer para vencê-la, aproveitando-nos dessa aparente derrocada do esquerdismo?
Aqui vou apenas dar algumas sugestões genéricas, ao mesmo tempo em que indicarei um curso — Guerra Semântica — criado por Dante Mantovani, especialista em linguística, para estudar metodicamente o tema e mostrar como restabelecer a verdade semântica em dez lições, com abordagem aprofundada e fundamentação sólida. Aqui você pode assistir ao vídeo em que ele fala sobre o curso.
A primeira coisa que devemos fazer para ganharmos a batalha da linguagem é nos insurgir contra a mentira. E, para combatermos a mentira, temos necessariamente de reconhecer que existe a verdade. Isso não quer dizer, em absoluto, que pretendamos ser seus donos; apenas que devemos mostrar todo o arsenal de embustes que se esconde atrás dessa linguagem politicamente correta da esquerda. A mentira não pode prevalecer durante muito tempo e, em se tratando das ideias socialistas, seu tempo já é mais do que passado.
Assim, reaja sem medo, tão logo você ouvir alguma dessas palavras ou expressões envenenadas, mostrando que você tem cérebro e que ele funciona, mesmo se você foi treinado na escola por professores do método Freire. Mostre que o socialismo-comunismo jamais funcionou em país algum, não funciona e nunca vai funcionar.
Para isso, é preciso que você faça um pequeno esforço, começando pela supressão dos jornais e documentários de TV e dos jornais impressos, que estão impregnados de doninhas. Busque outras fontes de informação. A internet aí está para isso. A lei da demanda funciona sempre e, portanto, caindo a demanda por esse verdadeiro lixo, os proprietários de TVs e de jornais terão que se livrar dos maus jornalistas, que são na verdade militantes. Se não agirem assim, vão quebrar. Mercado neles!
Se você tem filhos na escola, acompanhe tudo o que os professores estão fazendo com eles, porque a responsabilidade é toda sua. Se perceber a existência de professores militantes — e certamente isso vai acontecer — vá à escola e diga que seu filho não está ali para ser doutrinado por ideias de esquerda ou de direita, mas para aprender. Se a coordenação ou direção da escola não se mostrar receptiva, ameace trocar de escola. E se nem assim funcionar, troque. Aqui o mercado também funcionará.
Se você é universitário e está cansado dessa xaropada doutrinadora, desse lerolero esquerdista que domina os cursos de ciências humanas, especialmente nas universidades públicas, comece a contestar respeitosamente seus professores. Use argumentos e não se impressione nem com a idade, nem com a barba e a sandália do seu professor petista ou psolista ou com aquele vestido sempre comprido e os cabelos desalinhados da professora marxista, pois a maioria deles não tem argumentos. Os que eventualmente apresentarem alguns argumentos muito provavelmente irão respeitar também os seus. Se eles não respeitarem você, ficarão mal perante a turma.
E se você, tal como eu, é professor universitário, tenha sempre em mente uma famosa frase de Mises, a de que basta haver um solitário professor que tenha as ideias certas — e que saiba transmitir sua lógica — em um departamento, para que um grande número de alunos se interesse e busque aprofundar-se nelas. A esse respeito posso, por experiência própria, assegurar que o "bom velhinho" estava coberto de razão.
E, para incentivar seus alunos a não abandonarem seus intentos diante das enormes dificuldades representadas pela cultura predominantemente de esquerda, diga para eles que, se eles têm convicção de que suas ideias são corretas, então sigam a máxima: o sentido é mais importante do que a velocidade.