quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Debate 2º Turno

Ontem(14/10) no primeiro embate entre os dois socialistas historicos, que nos ultimos 12 anos brigam pelo poder no Palacio do Planalto, observamos a pobreza, enganação, encenaçaão que é feita na politica nacional quando se trata de momento eleitoral.
De um lado um PT corroído pela corrupção, escandalos e nada de honestamente correto praticado em seus governos, a não ser a politica assistencialista, doutrinaria e de intervencionismo extremo, claramente objetivando uma ditadura como existe e foi formatada na Venezuela, aplicando as praticas discutidas e aprovadas no Foro de SP, configurando um partido ilegal e de extremo perigo para a democracia.
Do outro lado, outro socialista, elegante, seboso, da linha Fabiana que não descarta os assistencialismo e intervencionismo do Estado, brigando pra saber quem criou o maior cancer do país chamado Bolsa Familia e nada de novo a não ser manter e quiça,  piorara situação do Brasil pois as propostas não ajustam, mas mantem a mentalidade praticada até o momento.
Em suma, um país sem conhecimento, sem um ensino, sem etica nos setores balisares do poder e dominado apenas por uma ala politica configura uma ditadura e o momento é de substituir a ditadura Petista pela Ditadura Tucana travestida de novidade e progresso para a nação.
Por favor, está claro, que a democracia brasileira é nati-morta, só quem está refem do Estado ou pela ignorancia ainda acredita que somos um país livre, democratico e promessa de potencia mundial.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

A AUTODESTRUIÇÃO BRASILEIRA - OLAVO DE CARVALHO

AVISO!

I N T E R V E N Ç Ã O
PELA FUSÃO DO DIREITO COM A BALA.
FEITA PELO POVO NO EXERCÍCIO DIRETO DO PODER, NOS TERMOS DA CONSTITUIÇÃO, EM FORO DE SOBERANIA NASFORÇAS ARMADAS
                                           
AVISO
                    Cumprindo o dever de fazer o expurgo da bandidagem do poder, sem ferir a fraternidade nacional, instituída por dogma de civilização no art. 1º inc. II, IV e art. 3º inc. I da Constituição, o POVO EM FORO DE SOBERANIA NAS FORÇAS ARMADASAVISA que no dia 10 de outubro de 2.014 estará inaugurando a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE no Processo Histórico com o ATO INSTITUCIONAL DE CIDADANIA, homologado pelo Ministério Público, notificando o Congresso Nacional, para que homologue o reconhecimento de vacância nas patentes mandatárias de comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas, e dê posse ao Exmo. Sr. Gen.de Ex. Enzo Martins Peri na titularidade constituinte interina da Presidência da República, na qualidade de membro do Colegiado Constituinte da Magistratura de Estado, como Comandante do Exército.
                    A RAZÃO DE ESTADO que impôs a REAÇÃO DE CIDADANIA DA NAÇÃO, se compõe da EXTINÇÃO DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO pela ausência de foro de socorro à nação, no Regime, vez que, em todas as esferas, perante qualquer tipo de fórum, a nação peticiona ao próprio bandido ou a protetor dele. Num sistema de banditismo institucionalizado empenhado em saquear o Pais, massacrar a Nação e destruir a Pátria. Em cujo desempenho faliram o Brasil por uma dívida pública interna de R$ 2.85 trilhões, dívida externa beirando R$ 1 trilhão; dívida privada em R$ 1,75 trilhão, administrada por 183 milhões de cartões de crédito e já com 46% de inadimplência irrecuperável; Com o País sendo movido por falcatruas contábeis, estelionato estatístico, renúncias fiscais, estelionato de preços públicos, estelionato de consumo e emissões de real frio. Em cuja destruição econômica, sobressaem dois campos de saqueamento: 1) aninhamento da bandidagem no Estado, por 39 ministérios, mais de 50 mil invencionices cartorárias, e mais de 150 mil alojamento empregatícios, que aumentou o Estado 9,8% sobre a iniciativa privada, elevando seus custos a 105,7% do PIB e travando completamente a expansão empresarial pelo emaranhado burocrático, custos, propinas, subornos e achaques, que importam em 65%; da imobilização de capital na instalação de uma empresa, quando a média mundial é de 3,5%;  2) a corrupção, o furto da coisa pública, o desvio de capitais, a evasões de divisas, a depredação física do País e os custos de governo, de justiça e políticos em todos os poderes constitucionais, estatais, autarquias e instituições, somados ao roubo na Amazônia e à estagnação do progresso, ultrapassa US$ 36 trilhões. Com o massacre da nação representado por 86 milhões de encrencas na justiça para uma população economicamente ativa de 103 milhões de pessoas; a criminalidade comum em aumento de 836% de 2.003 a 2.013, com 156 assassinatos por dia, uma ocorrência marginal a cada 0,38 minutos; 46 pessoas eliminadas por dia nos corredores de extermínio do SUS; 522 mil pessoas eliminadas por ano nos corredores de extermínio hospitalar; 43 mil eliminações e 135 mil feridos e aleijados, por ano, nos corredores de extermínio do trânsito; 13 mil mulheres de 18 a 30 anos e 46 mil crianças estupradas em 2.012; 1,75 milhão de crianças de 8 a 14 anos, na prostituição, vício e vadiagem; as escolas públicas transformadas em bordéis de iniciação das crianças na prostituição, cafajestismo e marginalidade com as meninas de 9 a 13 anos imunizadas para a prostituição garantida pelo aborto fixado em R$ 426,22 por crianças em idade fetal assassinada no SUS; 5,6 milhões de jovens de 18 a 24 anos fora da escola, do trabalho e da vida, no tráfico de drogas, prostituição e banditismo; as Universidades transformadas em antros de destruição da personalidade, emburrecimento, embrutecimento, e extinção das estruturas morais, intelectuais e espirituais da nação. A saúde transformada em economia macabra de enriquecimento por roubo na Previdência que atinge 71,3% dos seus recursos; somada com a monstrificação do sacerdócio sagrado de curar que forma monstros ávidos por enriquecimento às custas da dor, do gemido e da decadência orgânica do povo debilitado por miséria, estresse, depressão, medo, insegurança, desesperança e impotência que faz da nação um contexto pesteado atingindo 88,9% de doentes, amontoados como mera expressão social do infortúnio humano para o Estado e campo econômico para a Medicina que bem expressa sua monstruosidade pela imponência das empresas de seguros de saúde; e os custos astronômicos da saúde na rede particular. Em Desempenho tão fundido com o massacre político que abriga TERRORISTAS ALUGADOS DE CUBA, EXERCENDO MEDICINA NO BRASIL. Isto configura um CONTEXTO DE MONSTRUOSIDADE que qualifica os efetivos do poder como INIMIGOS DO POVO BRASILEIRO e do  ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, por massacre tipificado pelas leis penais nacionais e pela Declaração Universal dos Direito Humanos, Carta da ONU e Estatuto da OEA, e insurreição contra o art.  1º inc. III, com o art. 3º inc. I, o art. 4º inc.. II e o art. 5º inc. X da Constituição. Impondo ao POVO EM FORO DE SOBERANIA NAS FORÇAS ARMADAS,  ACUSAÇÃO DE  BANDITISMO INSTITUCIONALIZADO NO REGIME, que submete a respectiva bandidagem no poder a julgamento por CORTE MARCIALvez que se trata de MASSACRE CONTRA A HUMANIDADE, SOFRIDO NO POVO BRASILEIRO.
                               Então, a LEGITIMIDADE MERITÓRIA da RAZÃO DE ESTADO já impõe ao POVO EM FORO DE SOBERANIA NAS FORÇAS ARMADAS, a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE no Processe Histórico, objetivando a RECUPERAÇÃO DA UNIDADE DA NAÇÃO PELO TRABALHO EM CANTEIRO DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO DA PÁTRIA ORIENTADO PELA DOUTRINA CRISTàQUE PRODUZIU A CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA, ALICERÇADA SOBRE OS SÍMBOLOS, VALORES, HISTÓRIA E TRADIÇÃO QUE ESTRUTURAM O ESTADO NAS FORMAS ARMADAS E A EDUCAÇÃO NA FAMÍLILA, NA ESCOLA, NA POLÍTICA E NO PROGRESSO
                                 Logo, a partir da posse do Exmo. Sr. Gen.de Ex. Enzo Martins Peri na Presidência da República, a SEGURANÇA, a SAÚDE, a EDUCAÇÃO e a POLÍTICA na civilização brasileira serão SACERDÓCIO DA VOCAÇÃO SAGRADA DE SERVIR, que estabelecerão o PADRÃO REMUNERATÓRIO da Folha de Pagamento da República. Porquanto, serão CAMPOS SOCIALIZADOS do meio ambiente existencial da nação, regidos pela LEI DO CUSTO/BENEFÍCIO. Serão extintos os concursos públicos, porque eles resultam avaliados pelo estado decadencial da vida pública do País e o respectivo apodrecimento moral da civilização brasileira. O que imporá EXPURGOS EM TODOS OS CAMPOS DA VIDA PÚBLICA. E, um EXPURGO E REMODELAÇÃO PROFUNDA será feita no Poder Judiciário, que será recuperado à sua SAGRADA FUNÇÃO DE JUSTIÇA, que não se confunde com “BANDIDOS ESCONDIDOS ATRAS DA TOGA,” e “VAGABUNDOS SE IMPONDO PELA INTIMIDAÇÃO na ‘MERCADEJAÇÃO FORENSE DE SENTENÇAS.” Ao custo de R$ 36 bilhões/ano, para PRODUZIR O MASSACRE DA NAÇÃO NA BASE DE 836% DE AUMENTO DA CRIMINALIDADE DE 3.003 A 2.013; da corrupção mostrada pelo estado falimentar do Brasil, e do apodrecimento moral da civilização brasileira, mostrada pela destruição da educação, da inteligência e dos valores morais, espirituais, culturais e históricos do povo brasileiro.
                                 O povo está de posse de todos os lugares onde a riqueza roubada da nação se encontra. Por isso, haverá prisões e confiscos de patrimônios de quem quer que, de 1.986 para cá tenha se mantido na vida pública do Brasil e formado fortuna sem origem na iniciativa privada. Porquanto, da Constituição, do Direito e da Justiça, emerge a orientação de que isso pressupõe CADEIA e CONFISCOS.
                                 À razão de Estado se soma a CRISE INSTITUCIONAL DE ESTADO por destruição do Estado Democrático de Direito pela ruptura na Magistratura de Estado, na fusão do voto com a bala, que confrontou o Colegiado Constitucional com o Colegiado Constituinte e desintegrou a Instituição da Presidência da República, gerando estado de vacância no Mandato de Presidente da República, e trazendo a lume que a democracia pereceu, substituída pela TIRANIA TERRORISTA COMUNISTA FUNDAMENTALISTA DE BANDIDOS bifurcada em BANDIDAGEM NO PODER e BANDIDAGEM DE CAMPO, que se distribui na República por crime organizado no governo, operado por gangues políticas e gerido por corporações quadrilheiras. Tendo o Partido dos Trabalhadores-PT, com o Foro de São Paulo, Hamas, Al Qaeda, Isbolah e o fundamentalismo islâmico que pretende submeter o mundo ao TERRORISMO SEM ROSTO e SEM SENSO DE HUMANIDADE DIVERSIFICADA PELA SOBERASNIA DE CONSCIÊNCIA REGIDA PELO BOM SENSO. por centro gravitacional do banditismo terrorista que submete o Estado Democrático de Direito. Assim que o Exmo. Sr. Gen. de Ex. Enzo Martins Peri tiver assumido a Presidência da República, essas organizações serão IMEDIATAMENTE EXTINTAS e seus efetivos SERÃO PRESOS ao julgamento que seus crimes contra a Humanidade no Povo Brasileiro, lhes impuser. Por isso, a suspensão do direito de asilo, já está sendo explicada nos foros internacionais perante os quais o Brasil deve soberania solidária com o MUNDO DEMOCRÁTICO.
                                 Como estive durante a democracia de governos militares, estarei com o Exmo. Sr. Gen.de Ex. Enzo Martins Peri na assessoria de inteligência da Presidência da República, chefiando a MAIS SELETA equipe de constitucionalistas, juristas, cientistas políticos, antropólogos, sociólogos, economistas, teólogos, médiuns, docentes, pensadores e humanistas, oferecendo as inspirações de cátedras, de racionalidade e bom senso orientado pela História e a índole da espécie humana, ao nascimento da CIVILIZAÇÃO NOVA que  esta Nova Era de Reacomodação Orbital da Terra em seu leito galáctico está parindo. Como estava anunciado nas Escrituras Sagradas, pelo profeta Joel: “Naqueles dias da Nova Era da Terra, diz Deus, esclarecerei a humanidade toda; seus filhos nascerão sábios; seus jovens me revelarão, e em seus velhos lhe abrirei caminho.” E como é o final do meu desempenho aqui, devo esclarecer que “sou estrangeiro” incumbido de inspirar as bases de um TEMPO NOVO que Deus projetou desde o dia 26 de abril de 1.500, para a extensão do seu endereço entre os homens, de Jerusalém ao Brasil. Sem fechar, é claro, a SUA SEDE ETERNA na Terra Santa, porém, fundindo a ela a TERRA DA SANTA CRUZ. Por isto, preservou o Brasil com um patrimônio, ainda a ser empreendido, de US$ 243 trilhões, e reservou o mundo com US$ 4,7 trilhões para serem investidos no empreendimento desse patrimônio, pelo povo brasileiro. Cujo Real será a moeda regente do cambio e lastro do NOVO SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL, dentro de 10 anos a contar de 2.015. Quando a extensão do endereço de Deus no seio da Humanidade estará sendo construído pelo PROJETO AMAZONIA – SOBERANIA, PODER E RIQUEZA PELO CAMINHO DA ROÇAque traz a ECONOMIA TRABALHISTA EDUCATIVA formada pelo COOPERATIVISMO DE ESTADO que une iniciativa privada e governo, campo e cidade na transformação do trinômio: HOMEM-TERRA-NATUREZA em progresso para produção de QUALIDADE DE VIDA. Na qual, daqui a 10 anos, a pobreza será crime contra a humanidade, no Brasil. 
                                  Como “estrangeiro” tenho um senso muito límpido de JUSTIÇA. E as Forças Armadas acreditam nele. Não tenho nada que me prenda aqui a não ser a VOLTA PARA CASA COM A MISSÃO CUMPRIDA. Logo, não sou regido pela emoção. E tenho consciência de que três tipos de contingentes temos pela frente: 1) os “demônios encarnados” a serem devolvidos ao “inferno;” 2) o resíduo biológico que aborta a gestação espiritual pela vadiagem congênita, vício e irresponsabilidade; 3) a intelectualidade atrofiada pelas psicopatias congênitas. O PROJETO AMAZÔNIA identificou essas três infestações e prescreve receita para cada uma. E, lógico, todo o tratamento de saúde é agressivo. Porém, o tratamento cirúrgico se circunscreve à infestação demoníaca, porque BANDIDOS CONGÊNITOS só entendem a linguagem da violência, e só por ela encaminham seus propósitos. A prova é a PRAÇA DE GUERRA em que eles transformaram o Brasil em 12 anos.
                                  Por se tipificar um entrevero terrorista da bandidagem do poder, as eleições em deflagração criminosa, provada com a presença do PT no seu comando, estendem a interinidade da titularidade constituinte até 1º de janeiro de 2.020. Nesse interregno, serão realizadas as eleições gerais de prefeitos a Presidente da República, de vereadores a senadores, pela Ordem Político-Eleitoral que a Constituição institui. Com uma organização partidária que atenda às necessidades do pluralismo político como propostas da prestação de serviço de governo, à rotatividade do poder, capazes de concorrerem nos pleitos eleitorais sustentando essas propostas, com isenção, impessoalidade e plena identificação moral, cultural e intelectual mostrada pelo currículum vitae dos candidatos, como protótipos sociais da nação. 
                                  Estamos certos da resistência, porque o Brasil está infestado de terroristas cubanos prontos para promover o terrorismo programado. E não sabemos qual será a extensão desse embate, porque, TERRORISTAS QUE VIERAM PARA ATERROIRSAR A NAÇÃO BRASILEIRA, NÃO VOLTARÃO PARA OS LUGARES DE ONDE SAIRAM. E os nativos que os trouxeram, terão destino comum com eles. É o sacrifício SEM SAIDA que se impõe à civilização brasileira. E coube à nossa geração enfrenta-lo.  
                                  NOSSOS ANTEPASSADOS ESTÃO VIBRANDO NA COMUNHÃO ETÉREA QUE NOS ENVOLVE EM HISTÓRIA, A HERANÇA GENÉTICA QUE NOS TRANSMITIRAM. E DEUS ESTÁ NO COMANDO.
                                                                       Quartel General do Exército –SMU- Brasília/DF, 1º.10.2014.
                                                                                 celio evangelsita ferreira
                                                                                 na representação constitucional da nação
                                                                                 nas Forças Armadas.
                                                                                 telefones: 61  8256-69.68 (tim) 67 9904-19.10 (vivo)

domingo, 28 de setembro de 2014

PÁTRIA LIVRE


Por Regilene Santos do Nascimento

O ser humano, quando nasce, começa, pelos cinco sentidos, a aprender e apreender com tudo o que ouve e vê no meio ambiente cultural no qual é inserido. A família, portanto, é o ponto de partida à formação do caráter do indivíduo.
Com o tempo, o individualismo voltou à tona, sendo ele, individualismo, o responsável, hoje, pelo desrespeito e tentativa de dizimação dessa célula-mater de toda e qualquer sociedade soberana. Qual a consequência disso? Seres alienados, desprovidos dos sentimentos de irmandade que imantam as famílias, logo, desprovidos desses sentimentos essenciais ao convívio de um grupo social maior – a Nação!
A história não serviu para os crescimentos das Nações, à medida que ignora-se, até hoje, que o exacerbado individualismo decantado na e pela Revolução Francesa não levou à decantada FRATERNIDADE, a partir da qual a LIBERDADE CONSCIENTE levaria à IGUALDADE DE OPORTUNIDADES.

Entenda-se o seguinte: a psique de cada indivíduo não pode preponderar quando obste a de outrem, como se cada desiderato individual, cada limitada capacidade intelectual exclusiva de um único ser possa ser imposta às dos demais do grupo social. O convívio social EXIGE a soma das capacidades intelectivas individuais, no entanto, holísticas, viabilizadoras à compreensão, por parte de cada homem, de que dois corpos não podem ocupar um mesmo espaço e que, consequentemente, cada um tem seus lugar e espaço próprios. Nesse sentido a preleção do sociólogo Émile Durkheim sobre a solidariedade orgânica, infelizmente distorcida e deturpada pelos oportunistas que vêm exercendo os três limites de Poder Nacional brasileiro.
Dentro desse contexto, a fim de um Estado poder garantir a INDEPENDÊNCIA do Povo que congrega, vê-se não ser prescindível ao convívio social da Nação as preservações dos direitos sociais, mas cujo conceito não se confunde com direitos coletivos, tal como o vem sendo. Direitos sociais são PODERES e, como tais, oponíveis a todos. Equivale dizer: direitos sociais são comportamentos que ninguém pode impedir que outrem os exerçam e que são prementes à dignidade de todo ser humano.
Porém, entenda-se que as respectivas satisfações desses direitos sociais, agora sim ANÍMICAS, são diretamente proporcionais às capacidades intelectuais individuais ao alcance dos “bens da vida” (Carnelutti) capazes a satisfazerem às próprias necessidades.
O artigo 6º da Carta Magna() enumera os direitos sociais, mas preste-se atenção para a clareza do texto: o mesmo não afirma e/ou informa que esses direitos sociais enumerados são garantidos a todo e qualquer brasileiro mediante a utilização dos mesmos instrumentos anímicos que os preservam!
Por óbvio! Se conforme alertado acima, de acordo com a Física, ciência exata, dois corpos não ocupam o mesmo espaço, cada indivíduo há que se capacitar de tal forma que, por si mesmo, garanta, ele próprio, O SEU LUGAR NO ESPAÇO!
Assim sendo, se um indivíduo nasce e cresce em um ambiente cultural no qual se lhe “ensina” que não se conquista uma melhor situação econômica porque terceiros lhe impedem a tanto e pior, mediante a cantilena de que isso se dá porque são negros, amarelos, desprovidos de renda, mulheres, etc..., esse “novo ser” terá a tendência a acreditar nisso e a, consequentemente, repetir esse processo de “vitimismo natural”.
A partir desse “quadro”, o acirramento desses movimentos bélicos, “criados” pelo próprio Estado que, utilizando-se da ignorância generalizada se alimenta a si mesmo, Estado, desse “costume ao vitimismo”, “estabelece castas estanques” mediante a alimentação do pensamento de que pobres sempre serão pobres porque ricos sempre continuarão ricos e que os que galgaram posições econômicas mais “confortáveis” são RESPONSÁVEIS por aqueles que assim não se vêem e/ou estão, não levará a outra potencialidade que não seja ao enfraquecimento da própria Nação como tal.
Amigos, paremos e reflitamos com honestidade: você conhece a história mundial? Você conhece a realidade histórica que levou D. Pedro I a, em 07 de setembro de 1822, proclamar a independência do Brasil? Sem entender e aceitar o seu lugar no espaço, você consegue perceber que sem liberdade continuaremos sendo “escravos” desta feita, de incautos oportunistas cujo único desiderato é se preservarem no Poder, sem quaisquer preocupações com os direitos sociais de cada um?
Uma pátria independente não prescinde da liberdade do seu Povo e, liberdade não prescinde de segurança ao próprio conhecimento individual, capaz de impedir o engôdo que nos sejam apresentados por interesses espúrios.
À propósito: você já SENTIU no seu âmago, o que significa o nosso hino à independência? Mais: você o conhece?
Já podeis da Pátria filhos
Ver contente a mãe gentil
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil
Houver mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil
Houver mão mais poderosa
Houver mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil!
Não temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil,
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil1
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Parabéns, ó brasileiros!
Já, com garbo varonil
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil”

sábado, 13 de setembro de 2014

BRASILIA DA ORDEM E PROGRESSO

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Marechal José Pessoa Cavalcanti de AlbuquerqueO Marechal José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque foi convidado pelo Presidente Café Filho, em 1954, para ocupar a presidência da Comissão de Localização da Nova Capital Federal, encarregada de examinar as condições gerais de instalação da cidade a ser construída. Em seguida, Café Filho homologou a escolha do sítio da nova capital e delimitou a área do futuro Distrito Federal. A Comissão de Planejamento e Localização da nova Capital, sob a Presidência de José Pessoa, foi, assim, o órgão responsável pela escolha do local exato onde hoje se ergue Brasília.
A idealização do plano-piloto também foi obra da mesma comissão que, em relatório redigido pelo Marechal José Pessoa, intitulado "Nova Metrópole do Brasil", entregue ao Presidente Café Filho, detalhou os pormenores do arrojado planejamento que se realizou.
Em 15 de março de 1956, o Presidente criou a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). O engenheiro Israel Pinheiro foi indicado como presidente da companhia e o arquiteto Oscar Niemeyer como diretor técnico. Este, imediatamente, começou a elaborar projetos para os primeiros edifícios, como o Catetinho, o Palácio da Alvorada e o Brasília Palace Hotel.
O projeto apresentado pelo arquiteto Lúcio Costa, em 1957, vencedor do concurso para a criação doprojeto urbanístico do núcleo da cidade - o chamado Plano Piloto, era muito semelhante ao projeto inicial de José Pessoa, como se pode ver nas imagens abaixo e no vídeo acima. O motivo,  segundoCláudio Queiroz, Professor de Arquitetura da Universidade de Brasília, poderia ser o fato de ambos terem as mesmas referências e influências.
O Marechal José Pessoa não imaginou o nome da capital como Brasília, mas sim Vera Cruz, estabelecendo ligação com o primeiro nome dado pelos descobridores. O plano elaborado respeitava a História e não descaracterizava as tradições brasileiras. Grandes avenidas chamar-se-iam "Independência", "Bandeirantes" etc., diferentes, portanto, das atuais siglas alfa-numéricas de Brasília, como W-3, SQS, SCS, SMU e outras.
Em 1956, José Pessoa pediu demisão ao Presidente JK, por discordar da pressa em se vender lotes sem que o projeto urbanístico estivesse sequer aprovado, antevendo assim os graves problemas que a cidade passou a enfrentar, como a ocupação urbana desordenada e falta de preocupação com o meio-ambiente.
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Esboço para a planta urbana de Brasília, elaborado pela Comissão para Localização da Capital Federal em 1954
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Lúcio Costa: Esboço do Plano Piloto - 1957
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Brasília hoje
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A cidade de Brasília e o Exército Brasileiro
Brasília, “a Capital da Esperança”, é fruto do idealismo de homens como José Bonifácio, que lhe sugeriu o nome, e da férrea determinação do presidente Juscelino Kubitschek em construí-la.
Outros insignes patriotas também muito contribuíram para que hoje, em excepcional região geoestratégica – o Planalto Central Brasileiro – se encontre Brasília, a “Cidade Monumento”, tombada pela ONU, em 1987, como “Patrimônio Cultural da Humanidade”.
É importante relembrar, de forma breve, a saga de militares do Exército, precursores da mudança da capital brasileira, mencionando alguns de seus nomes.
Inicialmente, é preciso lembrar que o ilustre historiador Francisco Adolfo de Vargnhagen, Tenente-Coronel do Corpo de Engenheiros do Exército Imperial, desencadeou, no século passado, vigorosa campanha pela mudança da capital para o Planalto Central, área por ele percorrida, ficando célebre o ofício que enviou, em 1877, da Vila Formosa da Imperatriz (hoje, Formosa-GO), ao ministro da Agricultura, expondo as vantagens da dita mudança.
Entretanto, a primeira medida efetiva visando à interiorização da Capital da República, somente se concretizaria por força do texto da Constituição de 1891, em decorrência de uma emenda constitucional de autoria do Tenente do Exército, Lauro Müller .
Em maio de 1892, foi criada uma comissão para explorar o Planalto Central, região prevista na citadaCarta Magna de 1891, com vistas à localização do futuro Distrito Federal. Tal comissão foi chefiada pelo engenheiro belga, naturalizado brasileiro, diretor do Observatório Astronômico e Major Honorário do Exército, Dr. Luiz Cruls, e procedeu à demarcação, durante nove meses, do que ficou conhecido como “quadrilátero Cruls”.
Em 1893, no governo do Marechal Floriano Peixoto - o brasileiro mais entusiasta pela transferência da capital - foi formada nova comissão, sendo Cruls outra vez chamado para chefiá-la, com a incumbência de escolher, na região anteriormente demarcada, a definitiva área do futuro município neutro. Os trabalhos, iniciados em 1894, foram interrompidos, por dificuldades financeiras, em 1897, quando do governo de Prudente de Morais.
Ressalte-se que quase todos os componentes das duas comissões eram militares ou servidores civis do Exército, isso sem contar o contingente de apoio e segurança, também da Força.
A ideia de ocupação do centro geográfico por atividades produtivas tomouforma concreta com a Revolução de 1930. Quem primeiro formulou o conceito foi o então Capitão do Exército Mario Travassos (ex-aluno do Casarão da Várzea e primeiro comandante da AMAN), que era já próximo de José Pessoa. Embora seja hoje pouco lembrado, Travassos, um dos maiores geopolíticos brasileiros, publicou, ainda em 1931, a obra "Aspectos Geográficos Sul-americanos". Era uma síntese para leigos do conceito básico da estratégia militar: quem toma o centro do tabuleiro pode impor sua vontade em todas as direções.
Já no início da década de 30, o então Coronel José Pessoa projetava sua presença para além do círculo fardado, através do parentesco com Epitácio Pessoa, seu tio e presidente (1919-1922), que deu apoio a Getúlio Vargas e seus revolucionários, além de ser irmão de João Pessoa, cujo assassinato forneceu o estopim para o levante.
No entanto, somente em 1946 o assunto voltou à baila, quando o presidente General Eurico GasparDutra (ex-aluno do Casarão da Várzea) constituiu uma comissão de estudos para a localização da nova capital, cuja chefia coube ao General Djalma Poly Coelho. O relatório da comissão ficou pronto em agosto de 1948 (concluiu-se pela manutenção, com algumas modificações, do “quadrilátero Cruls” e foram demarcados cinco sítios, nominados por cores, tendo sido escolhido, posteriormente, o “Sítio Castanho”).
Em 1953, forma-se a Comissão de Localização da Nova Capital, presidida pelo General Aguinaldo Caiado de Castro, chefe da Casa Militar do Presidente Getúlio Vargas, que concretizou, integralmente, os objetivos previstos, coroando-os com um minucioso levantamento fotogramétrico dos cinco sítios escolhidos pela Comissão Poly Coelho.
Em 1955, convidado pelo Presidente Café Filho, assume a presidência da referida comissão, o Mmrechal José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque. Ela foi responsável pela exata escolha do local, onde hoje se ergue Brasília.
Em 1955, partem de Formosa (GO), em um comboio de seis jeeps, o Marechal José Pessoa, o governador em exercício, Bernardo Sayão, o notável geopolítico Coronel Mário Travassos e o Capitão Dr. Ernesto Silva (saudoso “Pioneiro do Antes”, ajudante-de-ordens do Marechal José Pessoa). A comitiva passa por Planaltina e chega, após quatro horas de viagem, à parte mais elevada do Sítio Castanho, atrás de onde hoje se encontra o “Memorial JK”, memorável ato histórico de presença que foi protagonizado por quatro insignes brasileiros, três dos quais eram oficiais do Exército e que caracterizou a escolha e “posse” do local para a construção de Brasília.
Muito importante é dizer-se que, por solicitação do Marechal José Pessoa, o então governador de Goiás, José Ludovico de Almeida, exarou um decreto declarando de necessidade e utilidade públicas e de conveniência ao interesse social toda a área onde se sediaria o Distrito Federal. Na tarde de 30 de abril de 1955, um sábado, reuniram-se o governador José Ludovico e o General José Pessoa para acerto de detalhes do decreto referido, o qual foi assinado no dia seguinte, 1° de maio, com data de 30 da abril, causando grande surpresa, mas impedindo a especulação imobiliária que adviria, caso esse ato legal fosse do conhecimento da população.
José Pessoa, grande patriota e idealista, assim antevia o radioso futuro do Planalto Central: “O altiplano brasileiro sempre exerceu poderoso fascínio sobre os nossos primitivos habitantes, como se deu na era aurífera de São Paulo e Minas e não tenhamos dúvida de que o mesmo acontecerá, num futuro próximo, com aquele Planalto; será com sangue novo que lhe faremos o povoamento e grandeza”.
Por fim, frise-se que quando se iniciou a construção da Capital Federal, em 1956, as primeiras moradias de Brasília, as dos candangos, foram as barracas verde-oliva do Exército, trazidas em enorme quantidade para o Planalto por ordem pessoal do ministro da Guerra, General Henrique Lott, que também deu prioridade máxima à construção de quartéis na nova Capital Federal.
(Fontes: Historiador Manoel Soriano Neto)