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sábado, 26 de setembro de 2026

VOCE NÃO APRENDEU A VERDADE

 Isso nunca aconteceu.

Sempre foi uma mentira usada para NOS CONTROLAR.

O HoIocausto NÃO ACONTECEU e NÃO PODERIA ter acontecido.

Leia TODAS AS EVIDÊNCIAS no artigo abaixo e ajude a apoiar a VERDADE!

Comece a reparar✋

20 evidências da farsa do Holocausto

1) A 'Ordem do Führer' que sumiu:

Depois de décadas procurando em todos os arquivos da Alemanha, dos Aliados e de Israel, nenhum historiador jamais produziu uma única ordem escrita de Hitler, Himmler...





"Vala comum no campo de Belsen, pouco depois de sua libertação pelas tropas britânicas. Fotografias como esta são amplamente reproduzidas como prova de uma política alemã de extermínio. Ao contrário das alegações da propaganda Aliada da época e das acusações do Holocausto nas décadas recentes, porém, esses prisioneiros infelizes foram vítimas de tifo e fome, que foram consequências indiretas da guerra — e não de qualquer política deliberada. Pelo menos 14.000 judeus morreram no campo após a tomada britânica."


Não há provas científicas de que os judeus foram exterminados: testemunha

TORONTO (CP) — Não há relatórios científicos que provem que os judeus foram exterminados em câmaras de gás nazistas, admitiu ontem um estudioso do Holocausto no julgamento de Ernst Zundel.

Mas Raul Hilberg, professor de ciência política da Universidade de Vermont, testemunhou que — embora os documentos de guerra alemães não contenham menção a matar judeus — eufemismos para morte como "reassentamento" e "tratamento especial" eram usados de forma tão comum que Heinrich Himmler, chefe da Gestapo, solicitou frases substitutas.

Hilberg, que passou 36 anos estudando o Holocausto e os subsequentes julgamentos de criminosos de guerra em Nuremberga, testemunhou anteriormente para a Coroa que cinco milhões de judeus foram mortos durante a guerra.

Zundel, 46, cidadão da Alemanha Ocidental que vive em Toronto, é acusado de duas acusações de publicar declarações sabidamente falsas e suscetíveis de causar danos ou perturbação ao interesse público de manter a tolerância social e racial.

Duas de suas publicações — uma chamada Did Six Million Really Die? (Os Seis Milhões Realmente Morreram?) — postulam que o Holocausto foi uma farsa para difamar os alemães e extrair pagamentos de indenização deles.

"Você pode me dar um relatório científico que mostre a existência de câmaras de gás em qualquer lugar em território ocupado pelos nazistas?", perguntou o advogado de defesa Douglas Christie a Hilberg durante um interrogatório cruzado rápido e de um dia inteiro.

"Estou perdido [sem resposta]", respondeu Hilberg.

"Você está (perdido) porque não consegue", disse Christie.

Hilberg argumentou que existem fotografias aéreas de campos de concentração, exemplos de câmaras de gás arruinadas, documentos industriais alemães que descrevem a natureza letal de vários gases e filtros para máscaras de gás que foram encontrados nos campos.

Hilberg concordou com Christie que não há relatórios de autópsia indicando que sequer uma pessoa morreu devido à exposição a gás venenoso em câmaras.

Mas, disse Hilberg, "Em dezenas de milhares de documentos (nazistas), as pessoas foram 'reassentadas' ou 'o problema judeu foi resolvido', mas a palavra matar não foi usada".


"Carta do Ministério da Informação de 1944 prova que propaganda falsa sobre o Holocausto foi promovida para encobrir crimes de guerra bolcheviques reais — Christians for Truth"

"christiansfortruth.com - Equipe Cft • 15 de abril de 2022"




sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Ouro como moeda?

 

O engenheiro Gottfried Feder esclarece por que o ouro não pode servir de lastro para a economia. Em sua visão, atrelar a atividade econômica a este metal nobre, é favorecer as Altas Finanças e continuar com a escravidão dos juros.

Primeira impressão no “Völkischen Beobachter” de 2 de julho de 1932.

Pode-se considerar como um dos mais arraigados preconceitos que o ouro seja, de certa forma, um medidor de valor para uso geral, o qual – assim como a unidade metro está para medir comprimentos – seja adequado para mensurar valores. Por esta razão acreditou-se também que as moedas dos diversos países deveriam possuir uma determinada relação para com uma determinada quantidade de ouro e, com isso, poder estabelecer uma segura mensuração proporcional de cada produto em suas relações de troca.


Ouro como moeda?
Página 343 do livro de Gottfried Feder, Luta contra as Altas Finanças

Nós lidamos aqui com um perigoso equívoco que é extraordinariamente danoso devido a sua grande popularidade. Antes de tudo, uma coisa tem que estar bastante clara: valor não pode ser medido, mas sim avaliado. O próprio termo “medidor de valor” já é por isso uma contradição em si mesmo. Em toda parte onde atuem aspectos subjetivos, oferta e procura, escassez e abundância, onde estejam envolvidas raridade e idade, durabilidade e rápida deterioração, não é possível falar sobre uma medição exata, como conhecemos das ciências naturais.

O fato de nosso mundo materialista e tecnocrático poder acreditar em medir valores, e em utilizar o ouro como padrão de referência, não é de forma alguma prova de sua exatidão ou da possibilidade em assim proceder. Em primeiro lugar, ouro é produto, aliás, como metal precioso é um produto nobre, em sua qualidade homogênea, especialmente apropriado para ser estocado, em sua cobiça ímpar especialmente apropriado para atuar como meio de troca, e como “produto cobiçado” foi certamente adequado para isso nos tempos antigos.

Porém, ouro também é metal-moeda, e como metal-moeda possui um raro duplo caráter como dinheiro e produto.

Dinheiro como função da sociedade, dinheiro como “indicação do trabalho realizado” é sem dúvida alguma independente do valor intrínseco do produto símbolo do dinheiro. Vendo historicamente, as conchas cauri, os pacotinhos de chá, os escravos e escravas, o gado, prata, papel-moeda, todos tiveram sem dúvida alguma a mesma função das moedas de ouro e, na eficiente economia moderna, o dinheiro se libertou finalmente de seu substrato e serve à economia como moeda de giro ou na forma de meio de pagamento sem o dinheiro em espécie, exatamente da mesma forma como o ouro.

A ancoragem no ouro para a unidade monetária se mostra hoje como um tremendo obstáculo a uma indispensável e necessária expansão do crédito para criação de empregos. O lastro no ouro como parâmetro de valor é também, como nos foi mostrado nos últimos meses, um engano a si mesmo da economia nacional que homenageia esta obsessão pelo ouro.

Aquilo, que com o padrão ouro deveria ser alcançado, não foi alcançado e não pode ser alcançado, como já provou a história apenas dos últimos anos. O preço do ouro aumentou cerca de 70% ao longo dos últimos anos e dos produtos, que podem ser supostamente mensurados em ouro, abaixaram 30%, 40%, 50% ou mais. É importante reconhecer logo que não é o caso aqui de uma movimentação uniforme dos preços, embora o ouro deva ter a força mágica de aplicar a todos os demais valores um mesmo peso. Deve-se perceber finalmente que não existe um Absolutum na esfera dos valores e produtos, mas sim somente um Relativum.

O dinheiro é apenas uma convenção adotada pela sociedade para facilitar a troca de mercadorias. Por isso torna-se uma excrescência sua geração através de si próprio, como é habitual na atual política de juros. Toda problemática gira em torno do controle sobre a emissão desta convenção por parte do Estado, como regular a justa remuneração do trabalho e não do não-trabalho etc – NR.

Pode-se medir objetos exatamente somente no campo das ciências exatas. Pode-se medir exatamente o tamanho de uma mesa, de uma casa. Pode-se medir o peso de qualquer objeto exatamente em quilograma ou grama, em libra ou onça, as quais estão correlacionadas entre si dentro de uma exata relação. Pode-se consumir energia elétrica segundo uma medida exata em quilowatt-hora, a potência de uma máquina exatamente em quilograma-metro ou em cavalo-vapor. Quem pode então indicar o valor exato de uma peça de vestuário, de uma refeição, de um gole d’água, de um remédio, de um serviço público etc? Em qual relação fixa deve se situar o valor da produção agrícola com o valor dos produtos das fábricas, artesãos e indústrias? A mensuração e a relação de troca de todos estes produtos são dependentes de tantos fatores pessoais, humanos e subjetivos, que torna impossível uma avaliação amplamente válida e exata. Deve-se considerar quantidade e qualidade, época e circunstâncias, desespero daquele que é obrigado a vender, interesse ou cobiça daquele que está decidido a comprar, situação financeira do comprador assim como inúmeras facetas de caráter especulativo. Desta análise mostra-se que as chamadas divisas monetárias assumem somente uma função nominativa fixada pelo Estado, porém, não servem para uma mensuração qualitativa. Caso contrário, deveria ser proibido que os produtos fossem dissipados com a suposta relação estatal em leilões, que nos casos de escassez natural apareça uma inflação natural, ou que no caso de escassez artificial através de retenção ou especulação, a população deva pagar repentinamente unidades monetárias para poder comprar a mesma coisa.

Certamente pode e deve ser incentivado que os preços não flutuem constantemente. Mas a totalidade dos fanáticos que defendem uma incondicional força de compra igualitária da unidade monetária, e a vêem sempre na forma do lastro em ouro, estão a todo o momento entusiasmados e acertam com prazer quando determinados produtos tornam-se mais baratos segundo o “padrão-ouro”. Os produtos podem se tornar mais baratos; isso é aceito com prazer pelos fanáticos por ouro. Eles não refletem, porém, que com isso eles próprios destronaram seu mensurador, o ouro.

A relatividade do padrão-ouro talvez seja melhor reconhecida se mantivermos o seguinte à vista:

Pode-se dizer: 10 unidades de ouro (ou Marco ou Schilling ou Franco ou Gulden – é indiferente) possibilitavam em 1928 a compra de 10 Ztr. De trigo (10 Zentner = 500 Kg – NR), em 1929 somente 8 Ztr., porém, 12 Ztr. no ano de 1930. Ao contrário, com o mesmo direito pode-se dizer: para uma tonelada de trigo, o agricultor recebeu no primeiro ano 30 unidades de ouro, no ano seguinte 23 unidades e no terceiro ano 36 unidades; com isso fica provado que se trata de uma ampla e extensível relação de valores entre ouro e trigo, que a crença sobre a possibilidade de medir completamente os valores e preços com ouro, fica totalmente desacreditada.

Do ponto de vista da economia nacional, queira parecer mais importante e valioso aos futuros estadistas que privilegiem para alimentação do seu povo uma determinada quantidade de pão do que uma determinada quantidade de ouro como fundamento monetário. Ouro não é um mensurador de valor. Ouro é uma mercadoria como milhares de outras também o são, que tem seu valor variável em relação aos outros bens, é tão relativo quanto a qualquer outro produto. As oscilações de preço dos produtos são dependentes de outros fatores e motivos do que do padrão-ouro de uma moeda.

O barateamento de sapatos e peças de vestuário, de aparelhos de rádio e outros mais é dependente das características técnicas. Se as maçãs e cerejas tornam-se baratas, isso depende da fartura da natureza, mas não da quantidade de ouro que está estocado nos porões do Reichsbank. Por qual preço nós adquirimos algodão, lã, cobre e minério de ferro do estrangeiro, é por sua vez independente da quantidade de ouro existente no mundo e da relação das moedas dos países frente ao dólar, mas sim dependem da produção nos países fornecedores de matéria-prima e a procura nos países industrializados consumidores, pode depender da maquinação das Altas Finanças junto às bolsas de algodão e metais, depende da descoberta de matérias-primas substitutas etc.

Onde está então o “medidor de valor” ouro na bancarrota dos preços das matérias-primas por todo o mundo? Onde está o “medidor de valor” ouro na avaliação do desempenho político-estatal ou nas descobertas geniais? O ouro foi imprescindível como padrão na introdução do “Rentenmark”? Não! Sem qualquer lastro em ouro, o Rentenmark foi reconhecido como “nobre valuta”, valioso e estável, não somente dentro do país, mas também como no exterior.

Rentenmark foi uma moeda transitória, onde oficialmente ninguém estava obrigado a aceitá-la, mas que foi amplamente usada pela população alemã – NR.

A França está protegida do galopante desemprego que assola o país através de seu monstruoso tesouro em ouro? A fantástica quantidade de ouro que os americanos possuem pode evitar que o desemprego aumentasse nos EUA e os preços das matérias-primas despencassem de forma catastrófica?

Para a sobrevivência de um povo, a existência de alimento, vestuário, moradia, vontade e alegria no trabalho é muito mais importante do que uma montanha de ouro ainda maior.

A relação de valor na troca de mercadorias nunca se deixará fixar, caso contrário perdem o sentido palavras como “barato” e “caro”, “justo” e “razoável”. De um lado até desaparece a motivação para barateamento da produção, caso os preços fossem fixados pelo Estado; por outro lado um edifício de preços fixados desabaria nas épocas mais difíceis de crescimento e contratempos.

O máximo que pode ser alcançado através da manipulação estatal da moeda é um relativo nível médio equivalente do custo de vida. O lastro da moeda no ouro é bastante inadequada para isso, leva somente a uma extremamente perigosa escassez dos meios de pagamento e serve no fundo exclusivamente aos interesses dos proprietários de ouro, as Altas Finanças. Para um Estado nacional-socialista, a libertação do ouro-moeda é condição primordial e lógica para a reconstrução da economia alemã.

Retirar do Estado sua soberania quanto ao controle do dinheiro equivale à tão louvada independência dos Bancos Centrais pregada pelos burgueses liberais. Uma coisa é falcatrua, desonestidade, descaso com a coisa pública; outra coisa é sua entrega imediata nas mãos dos burgueses apátridas que só têm o lucro imediato como divisa principal – NR.

Para a troca com o estrangeiro, a qualidade e superioridade dos produtos alemães é muito mais importante do que o lastro em ouro para a possibilidade de obter a necessária matéria-prima do estrangeiro, que por sua vez também tem interesse em trocar suas quantidades excedentes de matéria-prima por produtos manufaturados que eles próprios não conseguem produzir.

O ouro não é o dinheiro mundial. O dinheiro mundial foi, é e será sempre os produtos. O pensamento judaico colocou o ouro no ponto central. O lastro das moedas em ouro tornou os povos do ocidente aptos à cultura dos juros e impostos do capital financeiro. Rompimento da escravidão dos juros seria impossível sem o desatrelamento do ouro.

A necessidade do lastro em ouro é um equivoco. É errônea a opinião, se o ouro é adequado para ser um medidor de valor.

A libertação do ouro é pré-requisito para uma economia saudável no Terceiro Reich, onde o trabalho deve prevalecer novamente frente ao dinheiro, em um Estado onde o bem-estar da população vem antes do lucro dos banqueiros.

Apesar dos banqueiros e políticos fazerem de tudo para encobrir a atual crise, ela mostrou nitidamente que mesmo se a economia de um país se desatrele do ouro, seus habitantes ainda estão sujeitos à escravidão dos juros, como bem detalha o artigo O governo mundial de facto da atualidade – NR.

Queima de livros durante o Nacional-Socialismo

 

A queima de livros ocorrida em 1933 foi um ato simbólico realizado pela União dos Estudantes Alemães e recebeu o título de “Ação contra o espírito anti-alemão“.

Introdução

A 10 de maio de 1933 na Opernplatz em Berlim, e também em algumas outras cidades alemãs, diversos exemplares de livros e escritos judaicos e de autores marxistas foram jogados simbolicamente às chamas, os quais haviam sido avaliados como “imorais e destrutivos”. Ao contrário do consenso atual moldado pela Rede Globo e pela propaganda de guerra aliada, não se tratou aqui de uma iniciativa estatal!

No geral, os alunos fizeram nove demandas, cada uma associada a uma pequena seleção de autores possivelmente representativos. O romance imoral e na época considerado pornográfico de Erich Kästner – “Fabian” – também foi atirado ao fogo. No entanto, seu livro para crianças – “Emil e os detetives” – não foi queimado, como frequentemente é afirmado. Este livro foi inclusive expressamente excluído da “lista negra”, que supostamente era a base da campanha de incineração (“Kaestner, Erich: tudo, exceto: Emil”).[1][2]

As doze teses contra o espírito anti-alemão

O gatilho da ação aconteceu a 12 de abril de 1933, através das “12 teses contra o espírito anti-alemão”, as quais resumiam as posições e os objetivos da “ação” e denunciavam as ideias judaicas, social-democratas e liberais, assim como seus representantes. Elas foram fixadas em letras góticas vermelhas nas universidades alemãs e publicadas por muitos jornais:

1. Língua e literatura estão enraizadas nas pessoas. O povo alemão é responsável pelo fato de que sua língua e sua literatura são a expressão pura e inalterada de sua nacionalidade.

2. Hoje existe uma contradição entre literatura e folclore alemão. Essa condição é uma vergonha.

3. A pureza da linguagem e da literatura depende de você! Seu povo lhe deu a linguagem para sua fiel preservação.

4. Nosso adversário mais perigoso é o judeu e aquele que é obediente a ele.

5. O judeu só pode pensar judaicamente. Se ele escreve alemão, então ele mente. O alemão que escreve alemão, mas que pensa de forma anti-alemã, é um traidor. O aluno que fala e escreve de forma anti-alemã, também é desprovido da razão e infiel à sua tarefa.

6. Queremos erradicar a mentira, queremos marcar a traição, queremos para o aluno não lugares desprovidos de pensamento, mas de multiplicação e educação política.

7. Queremos respeitar o judeu como estrangeiro e queremos levar a sério as tradições do povo. Por isso, exigimos da censura: as obras judaicas aparecem em hebraico. Se aparecerem em alemão, deverão ser marcadas como tradução.
Intervenção mais severa contra o uso indevido da escrita alemã. A escrita em alemão está disponível apenas para alemães. O espírito anti-alemão é erradicado das bibliotecas públicas.

8. Exigimos do estudante alemão vontade e capacidade de reconhecimento e decisão independentes.

9. Exigimos do estudante alemão vontade e capacidade para preservar a língua alemã.

10. Exigimos do estudante alemão vontade e capacidade de superação do intelectualismo judaico e os consequentes fenômenos liberais associados à decadência na vida intelectual alemã.

11. Exigimos a seleção de estudantes e professores para a segurança do pensamento no espírito alemão.

12. Exigimos que a universidade alemã seja um refúgio da nacionalidade alemã e um campo de batalha do poder do espírito alemão.

Percebam que não é a pessoa do judeu como ser humano que está em jogo – como claramente expresso no item 7 – mas sim a “ideia judaica”, que para os nacional-socialistas era considerada nociva à cultura e identidade alemã – NR.


Panfleto com as demandas dos estudantes alemães

Exigências

1. Contra a luta de classes e o materialismo, a favor da comunidade do povo e modo de vida idealista!
Eu entrego às chamas os escritos de Marx e Kautsky.

2. Contra decadência e bancarrota moral! Pela procriação e bons costumes dentro da família e do Estado!
Eu entrego às chamas os escritos de Heinrich Mann, Ernst Glaeser e Erich Kästner.

3. Contra a indolência e traição política, pela devoção ao Povo e ao Estado!
Eu entrego às chamas os escritos de Friedrich Wilhelm Förster.

4. Contra a supervalorização dos instintos corrosivos da alma, pela nobreza da alma humana!
Eu entrego às chamas os escritos de Sigmund Freud.

5. Contra a falsificação da História e diminuição de seus grandes personagens, pela admiração de nosso passado!
Eu entrego às chamas os escritos de Emil Ludwig e Werner Hegemann.

6. Contra o jornalismo estrangeiro de matiz democrático-judaica, pela colaboração responsável em prol da reconstrução nacional!
Eu entrego às chamas os escritos de Theodor Wolff e Georg Bernhard.

7. Contra a traição literária junto aos soldados da Primeira Guerra Mundial, pela educação do Povo dentro de um espírito de resistência!
Eu entrego às chamas os escritos de Erich Maria Remarque.

8. Contra a corrupção teimosa da língua alemã, pela atenção ao bem mais precioso de nosso Povo!
Eu entrego às chamas os escritos de Alfred Kerr.

9. Contra insolência e presunção, pelo respeito e reverência diante do imortal espírito do Povo alemão!
Devore, chamas, também os escritos de Tucholsky e Ossietzky!


Jornal alinhado ao governo elogiando a ação dos estudantes

Avaliação

Tratou-se de uma ação dos estudantes que queriam que suas reivindicações seguissem a tradição do Festival de Wartburg, e não tem coisa alguma a ver com uma posição hostil generalizada contra os autores mencionados. As obras selecionadas deveriam representar as exigências da União dos Estudantes Alemães em prol da renovação da Alemanha. Claramente a escolha das obras não aconteceu segundo a alegada Lista Negra. Os estudantes tinham pois sua própria lista. Isso é comprovado pelo fato dos livros de Sigmund Freud, Theodor Wolff, Georg Bernhard e Carl von Ossietzky terem sido atacados, mas não figuravam na Lista. [3][4]

Joseph Goebbels disse em seu discurso na Opernplatz, em Berlim:

“Caros colegas estudantes! Homens e mulheres alemães! A era do intelectualismo judaico exagerado terminou agora, e o avanço da revolução alemã também liberou o caminho para o modo de vida alemão. […] Mas nós, seres espirituais, estamos cientes disso: as revoluções políticas pelo poder devem ser preparadas espiritualmente. No começo existe a ideia, e somente quando a ideia se une ao poder, então floresce aqui o milagre histórico da transformação. Vocês, jovens estudantes, são os portadores, guerreiros e defensores da ideia jovem e revolucionária deste Estado.

[…] Tudo deve ser possível a um revolucionário: ele deve ser tão bom em destruir a indignidade quanto em construir os valores! Se vocês, estudantes, se dão ao trabalho de jogar a sujeira espiritual às chamas, vocês também devem assumir o dever de substituir o lixo para libertar o caminho de um verdadeiro valor alemão. O espírito aprende durante a vida e nas salas de aula, e o próximo alemão não será apenas um homem do livro, mas também uma pessoa de caráter. […]

E assim vocês fazem bem em confiar o espírito da meia-noite do passado às chamas. Trata-se de uma ação simbólica forte, grande e […] , uma ação que deve documentar diante de todo o mundo: aqui a base espiritual da República de novembro afunda, mas a partir dessas ruínas subirá a fênix vitoriosa de um novo espírito – um espírito que carregamos, que promovemos e que damos o peso decisivo e imprimimos as características decisivas! […]

Nunca houve um jovem estudante com esse direito, orgulhoso da vida, orgulhoso de sua missão e orgulhoso de seu dever. E nunca houve jovens como agora o direito de chamar Ulrich von Hutten: Ó século! Ó ciências! É um prazer viver! […]

O velho está nas chamas, o novo ressurgirá da chama de nossos próprios corações! Onde permanecermos juntos e onde estivermos juntos, lá sentiremos comprometidos com o Reich e seu futuro.”

Em contraste com a “ação contra o espírito anti-alemão”, que tinha como único objetivo a limpeza cultural na política interna da Alemanha após a notória decadência durante o período de Weimar, seu simbolismo por nada pode ser comparável à destruição de livros por parte dos Aliados desde 1945. O objetivo desta destruição de livros após o término da Segunda Guerra foi a total anulação cultural do seu concorrente em política externa, a Alemanha. Nenhum alemão jamais ousou atacar a herança cultural de outro país ou mesmo destruí-la deliberadamente de uma maneira como foi realizada contra a Alemanha. Durante o bombardeio terrorista anglo-americano contra cidades alemãs, milhões de livros foram queimados, incluindo tesouros culturais irrecuperáveis.

Em contraste à versão atualmente propagada, fruta da reeducação imposta pelos aliados aos alemães, a queima dos livros em 1933 não foi um ato de barbárie cultural, mas sim um alerta para preservar a cultura alemã.

Citação

Sobre a queima de livros, Thomas Mann escreveu em seu diário a 12 de maio de 1933:

“Mas devemos estar cientes de que, dentro de uma perspectiva histórica das nações, os acontecimentos alemães devem ser avaliados positivamente.” [5]

Referências

[1] “Emil und die Detektive”, como o próprio Kästner afirmou mais tarde, foi uma exceção; ele escreveu o livro em tempo recorde. Seu trabalho principal foi, no entanto, em obras obscenas, às vezes imorais (artigos para jornais, romances, poemas etc).

[2] Veja o Índice dos Livros Classificados da Faculdade de Braunschweig, pág. 4

[3] Anselm Faust: As universidades e o “espírito anti-alemão” – A Queima de Livros a 10 de maio de 1933 e seus antecedentes, em: Academia das Artes: Foi apenas um ato simbólico… a queima de livros na Alemanha em 1933 – Requisitos e consequências, Berlim 1983, Pág. 31–50, página 38

[4] Gerhard Sauder: Preparativos da “Ação contra o espírito anti-alemão”, em: Gerhard Sauder (Hg.): A Queima de Livros, Hanser, Munique 1983, Pág. 69–102

[5] Thomas Mann: Diário 1933–1934

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Shlomo Sand - A Invenção do povo judeu


 (Shlomo Sand), professor de história na Universidade de Tel Aviv, falou em seu livro intitulado "A Invenção do Povo Judeu"

e que surpreendeu todos os círculos sionistas, uma vez que é muito provável que o livro seja proibido, e esta é uma sinopse do que vem no livro:
Como foi publicado nos jornais:
📌O livro é uma revisão completa da história judaica como uma apresentação crítica do discurso histórico judaico tradicional em suas diferentes fases e correntes.
E Sand levanta uma série de perguntas proibidas em Israel que tocam os fundamentos principais da construção da narrativa sionista e judaica em geral para a história, e entre essas perguntas: É possível falar de um "povo" judeu que existiu e persistiu por milhares de anos enquanto muitos outros povos desapareceram da existência, os mais numerosos e com mais vestígios e a civilização mais profunda e os mais estáveis e enraizados em um local específico da geografia?
Como e por que a Torá se transformou de um livro de leis religiosas em um livro de história que narra o surgimento da "nação judaica", sabendo que ninguém sabe exatamente quando a Torá foi escrita? E quem a escreveu? E qual foi o caminho que os judeus exilados do Egito seguiram?
Houve realmente o exílio dos habitantes do "Reino de Judá" após a destruição do Templo, ou isso não passa de uma mera lenda cristã que abriu caminho para o patrimônio judaico, que mais tarde a apropriou para seu benefício?
E se não houve exílio, então de onde vieram os judeus do mundo? Então, o que une cultural, étnica e geneticamente (no sentido civil) os judeus de "Marrakech" e os judeus de "Kiev", por exemplo? E se não há unidade cultural entre os diferentes grupos judaicos, há uma "unidade de sangue"? E é verdade que existe um "gene judeu" como alega o sionismo?
Para responder a essas perguntas, Sand formulou sua tese que diz: Os judeus sempre formaram grupos religiosos importantes que estabeleceram um ponto de apoio em diferentes regiões do mundo e não exclusivamente na terra da Palestina, mas eles não formaram um povo (ethnos) de origem única e singular que então se deslocou através do nomadismo e do exílio permanente no Oeste Asiático e Norte da África e Leste da Europa e Sul dela e se estabeleceram na Espanha.
E Sand diz que em 1970 houve um desenvolvimento na arqueologia sob a influência da Escola dos Annales de história na França e o caráter social da pesquisa histórica ganhou mais importância do que o caráter político e esse transformação chegou às universidades israelenses... Assim começaram as contradições da narrativa oficial a emergir, o que abala os mitos fundadores não apenas do Estado de Israel, mas de toda a história judaica.
A ocupação da terra de "Canaã" e o extermínio de seus habitantes de acordo com o Livro de "Josué", que é considerada a primeira massacre na história da humanidade, não ocorreu de fato e é um dos mitos que a arqueologia refutou completamente, ☆ assim como a outra narrativa toráica sobre o reino de Davi e Salomão, que se presume que viveu no século X a.C., e que todos os historiadores israelenses consideram a pedra angular na memória nacional, e a fase mais brilhante e mais influente na história judaica, também foi refutada pelas descobertas arqueológicas ao longo de setenta anos na terra da Palestina, pois as escavações que ocorreram em 1970 até o presente e depois disso no entorno da Mesquita de Al-Aqsa e abaixo dela não provaram a existência de qualquer vestígio desse reino imaginário nem daquele templo alegado.
Sand diz: "Jerusalém antes do nascimento de Cristo não era mais do que uma pequena aldeia, muito pequena para abrigar o palácio de Salomão e abrigar suas setecentas esposas e trezentos servos de sua comitiva" Onde está esse grande edifício que as escavações arqueológicas falharam por décadas usando os equipamentos e ferramentas mais modernos e os sensores e os orçamentos enormes para provar sua existência na cidade de Jerusalém.
E Sand conclui depois disso dizendo que esses mitos centrais sobre um povo judeu antigo e excepcional serviram com total lealdade ao surgimento da ideia nacional judaica e do projeto sionista e deram justificativa para o processo de colonização na Palestina.
Sand diz em seu livro que a narrativa histórica sionista começou a se desfazer no final do século XX em Israel mesmo e no mundo e se transforma em meras lendas literárias que a separam da história real um abismo profundo impossível de ser preenchido...
Esses são os pontos mais importantes que Sand mencionou em seu livro..
Os fatos arqueológicos esmagadores no terreno de que Israel foi fundado sobre um mito e mentiras históricas fabricadas pelo sionismo mundial para ocupar a Palestina para plantar uma entidade estranha que possui poder militar e serve o Ocidente
.. Para benefício