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sexta-feira, 15 de maio de 2026
O banqueiro de Deus
quinta-feira, 14 de maio de 2026
COMUNICADO
sábado, 2 de maio de 2026
O Brasil que Bastiat não viu, mas descreveu
Por que sociedades com excesso de leis costumam ser as que menos funcionam? Talvez a resposta mais comum seja a falta de fiscalização. Frédéric Bastiat, em sua obra A Lei e Outros Ensaios, demonstra que a lógica é outra. Sociedades sofrem de graves problemas – sejam econômicos, sociais e/ou políticos – não por conta da ausência de regulações, mas justamente por um emaranhado de leis que só existem para proteger e/ou favorecer poucos beneficiários.
Para compreender essa gravidade, é preciso primeiro voltar ao ponto de partida: a razão central pela qual a lei é formada. Para Bastiat, a lei nasce como um instrumento de defesa aos direitos do indivíduo, direitos esses que são de natureza própria de cada pessoa – sendo a sua vida, a sua liberdade e a sua propriedade. As leis são formadas, portanto, com o propósito exclusivo de garantir que o “eu” seja capaz de se proteger contra as forças que podem afetar e colocar em risco seus direitos básicos, assegurando assim que o fruto do seu trabalho permaneça em suas mãos.
Contudo, essa ferramenta de proteção é milenarmente pervertida por forças que agridem os direitos básicos dos indivíduos. Bastiat destaca duas delas como origem à perversão da lei: a ganância e a falsa filantropia. A primeira leva os homens a tentarem viver à custa do trabalho alheio, enquanto a segunda usa a força do Estado para “impor caridade”, destruindo a propriedade que a lei deveria proteger. Quando a lei perde sua função defensiva e passa a permitir que um grupo exproprie o outro de forma institucionalizada, ela deixa de ser justiça. Torna-se, nas palavras do autor, uma espoliação legal. O Estado deixa de ser o guardião da segurança e se torna um agente de manipulação.
Como isso acontece? Grupos organizados pressionam o legislador, que, por sua vez, cria leis que os beneficiam às custas do restante da sociedade. É o produtor que pressiona por tarifas à concorrência, o sindicato por piso salarial, setores que demandam subsídios, empresas que realizam lobby a seu favor, enfim, os beneficiários são poucos, identificáveis e bem organizados. Os prejudicados são muitos, dispersos e frequentemente nem sabem que estão pagando a conta.
Quando um governo decide proteger um setor específico, a narrativa é sempre a mesma: estamos preservando empregos, garantindo a produção nacional, defendendo o trabalhador. O que raramente se pergunta é “a que custo”? E, principalmente, para quem? Toda intervenção do Estado cria benefícios visíveis e concentrados, mas custos invisíveis e dispersos. Quem ganha aparece no jornal. Quem perde, nunca sabe que perdeu. É assim que Bastiat explica o princípio “O que se vê e o que não se vê”.
É claro que há quem defenda a intervenção com argumentos legítimos: mercados falham, assimetrias existem e há bens que o setor privado sozinho não provê. São argumentos reais, e ignorá-los seria desonesto. Mas Bastiat não estava discutindo se o Estado deve existir. Estava discutindo o momento em que ele para de proteger e começa a espoliar, quando a lei abandona sua função defensiva e se torna instrumento de transferência de riqueza para grupos organizados às custas de uma maioria dispersa.
O autor separou uma coleção de casos que ilustram esse mecanismo com uma clareza que envergonha a engenharia socioeconômica de qualquer época. Um desses casos é a sátira “Petição dos Fabricantes de Velas”. Produtores de velas exigiam que o parlamento francês aprovasse uma lei obrigando o fechamento de todas as janelas e frestas do país para bloquear a luz do sol. A justificativa? Proteger a indústria contra a “concorrência desleal”. O que se vê: a suposta explosão de empregos e lucros na fabricação de velas. O que não se vê: o empobrecimento de toda a sociedade, forçada a pagar por algo que a natureza oferecia de graça.
Como os sindicatos prejudicam os trabalhadores
Talvez uma maioria substancial das pessoas, ainda acreditam que, independentemente de quaisquer problemas que possam ter causado, os sindicatos são, em essência, uma instituição que existe no interesse vital dos assalariados. De fato, muitos acreditam que são os sindicatos que se interpõem entre o assalariado comum e uma vida de salários de subsistência, jornadas de trabalho exaustivas e condições de trabalho terríveis.
Os sindicatos e o público em geral ignoram quase totalmente o papel essencial desempenhado pela queda dos preços na obtenção de salários reais crescentes. Eles veem apenas o aumento dos salários monetários como digno de consideração. De fato, em nosso ambiente de inflação crônica, preços que realmente caem são relativamente raros.
No entanto, a única coisa que pode explicar um aumento dos salários reais em todo o sistema econômico é uma queda nos preços em relação aos salários. E a única coisa que consegue isso é um aumento na produção por trabalhador. Mais produção por trabalhador — uma maior produtividade do trabalho — serve para aumentar a oferta de bens e serviços produzidos em relação à oferta de mão de obra que os produz. Dessa forma, reduz os preços em relação aos salários e, assim, eleva os salários reais e o padrão de vida geral.
O que faz com que os salários monetários aumentem em todo o sistema econômico não é o que está por trás do aumento dos salários reais.
Os aumentos nos salários monetários são, essencialmente, resultado apenas do aumento da quantidade de dinheiro e do consequente aumento no volume geral de gastos no sistema econômico. Na ausência de um aumento da produtividade do trabalho, o aumento da oferta monetária e dos gastos levaria a um aumento dos preços igual ou superior ao aumento dos salários. Esse resultado é evitado apenas pelo fato de que, ao mesmo tempo em que a quantidade de dinheiro e o volume de gastos estão aumentando, a produção por trabalhador também está aumentando, fazendo com que os preços subam menos do que os salários. Uma queda nos preços ainda está presente na forma de preços mais baixos do que seriam se apenas um aumento na quantidade de dinheiro e no volume de gastos estivesse em vigor.
Com exceções relativamente menores, os salários reais em todo o sistema econômico simplesmente não aumentam por causa de salários monetários mais altos. Essencialmente, eles aumentam apenas devido a uma maior oferta de bens e serviços em relação à oferta de mão de obra e, portanto, devido a preços mais baixos em relação aos salários. A verdade é que os meios pelos quais o padrão de vida do assalariado individual, do empresário individual e do capitalista é elevado, e os meios pelos quais o padrão de vida do assalariado médio no sistema econômico é elevado, são muito diferentes. Para o indivíduo, trata-se de ganhar mais dinheiro. Para o assalariado médio no sistema econômico, trata-se do pagamento de preços mais baixos.
O que essa discussão mostra é que o aumento dos salários monetários que os sindicatos buscam não é, de forma alguma, a fonte do aumento dos salários reais e que a fonte do aumento dos salários reais é, na verdade, o aumento da produtividade do trabalho, que sempre opera do lado da queda dos preços, e não do aumento dos salários monetários.
De fato, os esforços dos sindicatos para aumentar os salários monetários opõem-se profundamente ao objetivo de elevar os salários reais e o padrão de vida. Quando os sindicatos buscam elevar o padrão de vida de seus membros por meio do aumento de seus salários monetários, sua política acaba inevitavelmente se resumindo a uma tentativa de tornar o trabalho de seus membros artificialmente escasso. Esse é o único meio que têm para aumentar os salários de seus membros. Os sindicatos não têm muito poder real sobre a demanda por mão de obra. Mas frequentemente alcançam um poder considerável sobre a oferta de mão de obra. E sua técnica real para aumentar os salários consiste em tornar a oferta de mão de obra, pelo menos no setor ou ocupação específica com a qual um determinado sindicato se preocupa, o mais escassa possível.
Assim, sempre que podem, os sindicatos tentam obter controle sobre a entrada no mercado de trabalho. Eles buscam impor programas de aprendizagem ou fazer com que o governo imponha requisitos de licenciamento. Tais medidas têm o objetivo de conter a oferta de mão de obra no setor e, assim, permitir que aqueles que têm a sorte de serem admitidos nele obtenham rendimentos mais elevados. Mesmo quando os sindicatos não conseguem reduzir diretamente a oferta de mão de obra, a imposição de suas exigências salariais acima do mercado ainda tem o efeito de reduzir o número de empregos oferecidos no setor e, consequentemente, a oferta de mão de obra no setor capaz de encontrar trabalho.
Os aumentos artificiais de salários impostos pelos sindicatos resultam em desemprego quando salários acima do mercado são impostos em todo o sistema econômico. Essa situação ocorre quando é possível formar sindicatos com facilidade. Se, como nos Estados Unidos atualmente, basta que a maioria dos trabalhadores de um estabelecimento decida que deseja ser representada por um sindicato, então os salários impostos pelos sindicatos passarão a vigorar mesmo nos setores não sindicalizados.
Os empregadores dos setores não sindicalizados se sentirão obrigados a oferecer aos seus trabalhadores salários comparáveis aos que os trabalhadores sindicalizados recebem — na verdade, possivelmente até salários ainda mais altos —, a fim de garantir que eles não se sindicalizem.
Aumentos salariais generalizados, que excluem um grande número de trabalhadores de inúmeras ocupações, exercem extrema pressão sobre os níveis salariais de quaisquer áreas do sistema econômico que ainda permaneçam abertas. Essas áreas limitadas poderiam absorver o excesso de trabalhadores de outros setores a níveis salariais baixos o suficiente. Mas as leis de salário mínimo impedem que os níveis salariais nesses setores remanescentes caiam o suficiente para absorver esses trabalhadores.
Do ponto de vista da maioria daqueles que tiveram a sorte de manter seus empregos, a consequência mais grave dos sindicatos é a contenção ou a redução direta da produtividade do trabalho. Com poucas exceções, os sindicatos combatem abertamente o aumento da produtividade do trabalho. Fazem isso praticamente por uma questão de princípio. Opõem-se à introdução de máquinas que economizam mão de obra, alegando que isso causa desemprego. Opõem-se à concorrência entre os trabalhadores. Como Henry Hazlitt apontou, eles forçam os empregadores a tolerar práticas de protecionismo, como a clássica exigência de que os foguistas, cuja função era carregar carvão em locomotivas a vapor, fossem mantidos nas locomotivas a diesel. Eles impõem esquemas de trabalho artificial, como exigir que tubos entregues em canteiros de obras já com rosca sejam cortados nas extremidades e tenham uma nova rosca feita no local. Eles impõem classificações de trabalho restritas e exigem que especialistas sejam contratados com remuneração diária para realizar trabalhos que outros poderiam facilmente fazer — por exemplo, exigir a contratação de um gesseiro para reparar danos acidentais causados a uma parede por um eletricista, danos que o próprio eletricista poderia facilmente reparar.
Para quem compreende o papel da produtividade do trabalho no aumento dos salários reais, deve ficar claro que a política dos sindicatos de combater o aumento da produtividade do trabalho os torna, na verdade, os principais inimigos do aumento dos salários reais. Por mais radical que essa conclusão possa parecer, por mais que ela entre em contradição com a visão predominante de que os sindicatos são a principal fonte do aumento dos salários reais nos últimos cento e cinquenta anos ou mais, o fato é que, ao combater o aumento da produtividade do trabalho, os sindicatos combatem ativamente o aumento dos salários reais!
Longe de serem responsáveis pelas melhorias no padrão de vida do trabalhador médio, os sindicatos operam em ignorância quase total sobre o que realmente eleva o padrão de vida do trabalhador médio. Em consequência de sua ignorância, eles são responsáveis por desigualdades artificiais nas taxas salariais, pelo desemprego e por manter baixos os salários reais e o padrão de vida do trabalhador médio. Todas essas consequências destrutivas e antissociais derivam do fato de que, enquanto os indivíduos aumentam o dinheiro que ganham por meio do aumento da produção e da oferta geral de bens e serviços, reduzindo assim os preços e elevando os salários reais em todo o sistema econômico, os sindicatos aumentam o dinheiro pago a seus membros exatamente pelo caminho oposto. Eles reduzem a oferta e a produtividade da mão de obra e, assim, reduzem a oferta e elevam os preços dos bens e serviços que seus membros ajudam a produzir, reduzindo, com isso, os salários reais em todo o sistema econômico.
quinta-feira, 30 de abril de 2026
Retrato de um país falido
O governo central – formado pelo governo federal e pelo Banco Central – registrou um deficit primário de R$ 73,8 bilhões em março de 2026. O valor é o maior saldo negativo para o mês desde o início da série histórica, em 1997.
Os dados foram divulgados pelo Tesouro Nacional nesta quarta-feira (29).
Em março de 2025, as contas públicas tinham registrado um superavit (saldo positivo) de R$ 1,5 bilhão.
Receitas cresceram, mas despesas dispararam
A receita total subiu 5,1% em março, em comparação com o mesmo mês do ano passado, totalizando R$ 235 bilhões. O crescimento foi puxado principalmente por:
IPI (Imposto de Importação): R$ 9,5 bilhões (+32,7%)
IOF (Imposto sobre Operações Financeiras): R$ 8,4 bilhões (+49,7%)
No entanto, as despesas subiram 49,2% no período. O principal motivo foi o pagamento de precatórios – despesas judiciais que não podem mais ser contestadas.
Os benefícios previdenciários tiveram uma alta expressiva: saíram de R$ 80 bilhões para R$ 109,5 bilhões – um crescimento de 35,4%. E a distribuição de dinheiro público é a ferramenta do sistema.
As despesas com sentenças judiciais e precatórios somaram R$ 26,1 bilhões, sendo R$ 24 bilhões a mais do que em março de 2025.
Resultado do primeiro trimestre
No acumulado do primeiro trimestre de 2026, as contas públicas apresentaram um déficit primário de R$ 16 bilhões. O maior para o período desde 2018, quando o rombo foi de R$ 19,4 bilhões.
Meta fiscal
A meta do governo para 2026 é de um superávit primário de 0,25% do PIB, o que equivale a um saldo positivo de R$ 34,3 bilhões. Há uma tolerância de 0,25 ponto percentual – o que permite que o governo entregue as contas com saldo zero.
A equipe econômica estima um superávit primário de R$ 3,5 bilhões em 2026 ,valor R$ 30,8 bilhões abaixo do centro da meta.
Sem as deduções previstas em lei (como pagamento de precatórios e despesas temporárias com educação e saúde), o governo federal teria um deficit de R$ 59,8 bilhões em 2026.
Arrecadação recorde com petróleo
As contas públicas estão sendo ajudadas pela arrecadação federal com royalties do petróleo. Em março, a arrecadação total da União somou R$ 229,2 bilhões – o maior valor para o mês na série histórica.
A extração de petróleo e gás natural teve alta de 170,1% em relação a março de 2025, atingindo R$ 9,2 bilhões.
quarta-feira, 29 de abril de 2026
Dilma e seus coleguinhas
Hoje completa 54 anos que Dilma Roussef, em 1968, com Pimentel (ex gov MG), e outro terrorista, invadiram a invernada do Barro Branco, chegando ao posto avançado da Escola de Bombeiros, atacando o sentinela Soldado da Polícia Militar de São Paulo,
Antônio Carlos Jefery, matando - o, sem chance de defesa, e roubando
Sua arma.
Impunes, lograram uma vida politica.
Ela chegando a PRESIDÊNCIA da República.
Ele governador de Minas Gerais e o outro Ministro ...
Jefery aos vinte e três anos morreu.
Os assassinos recebem pensão milionária do Estado. Isentos de Imp Renda.
O soldado recebe pensão de PRAÇA da PMSP
Outro episodio da turma que hoje está no poder efetivamente ou nos bastidores:
Início da madrugada de 20 de setembro, 01h00h, sexta-feira.
O “Soldado Aluno” Antônio Carlos desloca-se para a guarita, em substituição de outro colega, que estava de serviço, o também “Soldado Aluno” Dalmiro Della Rosa, com mesma idade de Antônio Carlos, 20 anos. Estava armado com uma metralhadora marca INA, calibre 45, com carregador municiado com 30 cartuchos.
O local era distante uns cem metros da Escola, que ficava em uma elevação.
De repente, um VW Fusca bordô, em alta velocidade, sem placas, aproxima-se do novato, que tentou pará-lo. Sem pestanejar, fuzilam-no com quatro tiros de revólver.
A metralhadora INA e seu carregador foram por eles subtraídos, evadindo-se em alta velocidade.
Os assassinos pertenciam ao grupo intitulado “Vanguarda Popular Revolucionária - VPR” que, pelas armas, tentavam instaurar no Brasil um estado comunista.
Era o segundo policial abatido naquele mês. O primeiro, no dia sete de Setembro, em situação similar, fora o soldado JOSÉ CUSTÓDIO DE SOUSA, 27 anos, solteiro, há seis anos na Força Pública, metralhado durante aquela madrugada, quando no serviço de sentinela no prédio do DEOPS Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo, no Largo General Osório, no centro da Capital.
Menos de três meses antes, outra vítima, MÁRIO KOZEL FILHO, soldado do Exército Brasileiro, que prestava o tempo de serviço militar obrigatório. Kozel, na madrugada de 26 de junho de 1967, estava de sentinela no Quartel General do II Exército, no bairro do Ibirapuera, na Capital Paulista. Por volta das 04h30, uma camioneta, carregada com 50 quilos de dinamite investiu contra o Quartel do Exército, chocando-se no muro. O motorista, que antes saltara, conseguiu fugir.
Com o impacto o soldado Kozel fôra averiguar a situação, tristemente, justamente no momento da explosão, dilacerando e matando o jovem militar. Outros três soldados, também conscritos, ficaram muito feridos na ação da mesma VPR.
No dia seguinte, 21 de setembro de 1968, seu corpo foi saudado com 3 salvas, sete tiros cada, por 10 soldados do Corpo de Bombeiros local, ao som da Marcha Fúnebre, sob os acordes da Banda da Instituição.
Às 09h00, o corpo do soldado Antônio Carlos Jeffrey foi colocado no carro nº 105 do Corpo de Bombeiros, com o caixão encoberto pela Bandeira do Brasil, em sua última viagem terrena, com destino ao Cemitério da Filosofia, no bairro de Sabó, também em Santos. A frente do cortejo, batedores da Guarda Civil. As ruas repletas de populares, que se despediam do herói. o silêncio eram suas homenagens. Uma multidão seguia o carro dos Bombeiros. Ao fundo, o som das sirenes das viaturas que acompanhavam o extinto. Chegada ao Cemitério. No entorno do local de sepultamento aproximadamente 1.500 pessoas. Como se observa, os anos 60 e 70 estão repletos de nomes das forças de segurança que foram assassinados por terroristas e guerrilheiros, sendo que o principal nome na Corporação é o Capitão Alberto Mendes Junior.
No Exército foram mortos, além do Soldado Mário Kozel Filho, muitos militares.
Desconhecidos da nação porque não estão nos livros de HISTÓRIA! Aquela história contada pelos professores doutrinados pelos bandidos desses anos macabros para o povo brasileiro!!!
segunda-feira, 27 de abril de 2026
A ilusão democrática
Já afirmava Lenin no início do
século passado: “A Democracia é o caminho para o socialismo”.
A Europa do século 18 tentou
reinventar a democracia através da revolução francesa, trazendo o paradigma da
Democracia grega da antiguidade para poder extinguir o absolutismo da época.
Esse marco temporal da história
com a revolução francesa não só trouxe uma nova forma de governar como também deu
margem a criação de novos modelos político, projetos e utopias políticas.
A massa sem o conhecimento necessário
para participar do modelo democrático acreditou que algum candidato que falasse
e almejasse o mesmo que a massa clama como necessidade social seria o
suficiente para ter uma sociedade organizada e funcionando dentro regime que se
apresenta como justo.
Esqueceram que um dos pílares
principais da democracia é a moral...a ética dos indivíduos.
Uma sociedade sem moral ou
onde cada individuo tem a sua moral em particular não poderá funcionar, dando
margem a uma politica mentirosa, enganadora e corrupta. Desde que o modelo democrático
foi aplicado a partir do século 19 pouquíssimos países conseguiram o tão almejado
desenvolvimento e justiça. Países de pequenas dimensões e pouca população
conseguem aplicar com certo sucesso a democracia, mas a história nos mostra que
países grandes, continentais, com populações gigantes é não só inviável como se
torna um sistema corrupto, fisiologista e com as portas abertas para um caos a
partir do debate com sistemas políticos opositores, no caso, o SOCIALISMO.
Um exemplo:
“Todas as Democracias do mundo
impeliram para a guerra. Quem não se recorda da histórica cena do parlamento em
Paris em 1870, quando um, da própria eloquência, gritou à massa de deputados:
“Para Berlim! Para Berlim!” Democracias não evitaram a guerra, nem garantiram a
paz, elas também não puderam representar nem da forma mais primitiva a opinião
de um povo. Além disso, elas nunca conseguiram despertar o sentido para o todo,
que apenas o líder verdadeiro pode mostrar.
Quando Bismarck seguiu o apelo
de seu rei e tornou-se Ministro de uma Prússia arruinada pela exaltação
democrática, ele escreveu no parlamento a Motley, seu amigo de juventude:
“Aqui no parlamento, enquanto
escrevo a você, sou forçado… a escutar discursos estranhos vindos da boca de
políticos infantis e excitados… Os senhores aqui não estão uníssonos quanto às
motivações de suas futuras decisões, por isso a disputa… Estes tagarelas não
podem governar de fato a Prússia, eu tenho que lhes oferecer resistência, eles
têm pouca inteligência e muita complacência, estupidez e insolência. Estupidez
em sua forma genérica não é a expressão correta; as pessoas são em parte
medrosas, bem informadas, com formação universitária, porém, eles sabem tão
pouco de política, assim como nós sabíamos enquanto estudantes… em todas as
questões eles se tornam infantis assim que aparecem juntos em corpore.”
Esta é a imagem desenhada
esplendidamente em todos seus traços, que representa todos os parlamentos do
mundo.
Contra esta Democracia, que
não representa a vontade do povo, contra esta economia de partidos, que nem ao
menos entendeu o próprio sentido de partido, se levanta o Movimento nacional.
Adolf Hitler utilizou os métodos exteriores e golpeou a Democracia, mestre na
condução das armas, com suas próprias armas.”
Um povo sem conhecimento
politico, que escolhe seu representante democraticamente pelo sufrágio universal,
acreditando piamente no que o politico afirma e promete é assinar um cheque em
branco para o ladrão.
Presidente, deputado, senador
não são cargos que resolvem os problemas da sociedade ou colocar ou não uma
nação no rumo certo, existe um sistema, uma organização a ser respeitada,
afinal, presidente executa, parlamentares legislam e no contra ponto desses
dois poderes democráticos aparece o judiciário, teoricamente para dar o equilíbrio
e manter a harmonia democrática.
Século XXI, 81 anos após o
final da 2ª Guerra Mundial o que vemos nos países em se tratando de organização
política?
Em oitenta anos o mundo foi
aplacado pelo sistema democrático, onde criou uma casta na sociedade formada
por aqueles que conseguem entrar para a politica afim de criar carreira
profissional no meio, ou no mínimo, ter um período vivendo com gordas somas e
muitos privilégios pagos com os impostos dos contribuintes.
Criou-se uma falsa disputa
politica entre a direita e a esquerda agora com o aparecimento da 3ª via política,
a Social Democracia, que se apresenta sendo a alternativa moderada entre a
democracia capitalista e o socialismo marxista, o melhor dos dois mundos.
Qual o resultado desse novo cenário?
Péssimo...a esquerda mais
organizada, estudada, consciente e coerente nos seus objetivos aniquilou a
direita e se aliou a Social democracia que nada mais é que um socialismo
sorrateiro.
Surgiram dentro da esquerda a
formação de uma falsa direita com pessoas descontes com alguns tópicos do
projeto político da esquerda, e aí se dizem oposição por não aceitarem certas
agendas, por serem de uma linha religiosa, detalhes que não retiram sua
mentalidade e práticas esquerdistas do cenário político.
E aí?
O que mantem o avanço da
esquerda, seu socialismo e suas praticas imorais e corruptas para se manter no
poder são a insegurança econômica e insegurança social. Crises financeiras e violência
de toda espécie alimenta o sistema que manteou renova a casta de políticos profissionais
ou da esquerda prometendo para se eleger e no final o eleitor apenas sustentando
essa casta social.
Mas e a direita? Sendo ela
formada por dissidentes da esquerda ou por meros cidadãos descontentes com as
praticas do governo, mas sem conhecimento de política, sem organização, sem
projeto, podemos afirmar que a direita inexiste, já que quando o espaço é
tomado por completo por uma ala politica a democracia acaba se resumindo em
eleger alguém de algum partido que no fundo é da esquerda com algumas ínfimas diferenças
para não configurar uma ditadura de esquerda.
Movimentos de oposição com
passeatas, faixas, frases de ordem, grupos de pessoas utilizando a tecnologia
para formar grupos que se resumem em pessoas histéricas ou oportunistas para
combater o establishment é tudo que a esquerda quer e até alimenta.
Mudanças na politica se faz
com conhecimento, formação de grupo pautado e bem formado intelectualmente, com
organização, disciplina e liderança, sem isso é um monte de gente batendo lata
sem efeito algum ou acreditando na democracia que foi corrompida pela ditadura
socialista.
Construir uma verdadeira
oposição para mudar o cenário requer pessoas preparadas e sem esse elemento básico
estratégico seguido de organização e liderança não acontece nada! No mínimo se
mantem o sistema!
Para finalizar isso leva tempo
e é preciso paciência e persistência, na política nada acontece na velocidade
da internet, esta por sua vez apenas alavanca oportunidades ilusórias para políticos
profissionais ou um oportunista querendo viver um período as custas do cidadão
como um reizinho eleito democraticamente.