Bunker da Cultura Web Rádio

domingo, 8 de março de 2026

Irã testa a “bomba atômica dos pobres”

 

No início de agosto de 2010, uma fundação cultural do Irã publicou um endereço da internet com cartoons sobre o polêmico holocausto judeu. Conforme já dito pelo professor francês Faurisson, o Irã utiliza contra Israel a “bomba atômica dos pobres”, ou seja, o esclarecimento em torno do mito do holocausto. Ao contrário do genocídio perpetrado por Israel contra os palestinos, essa arma iraniana não mata quem quer que seja, somente a mentira.

Desde 5 de agosto e 2010, o Irã utiliza mais uma vez a “bomba atômica dos pobres” contra as incitações de Israel à guerra. O professor Robert Faurisson denominou o esclarecimento em torno do holocausto de “bomba atômica dos pobres”.

“Esta arma não mata quem quer que seja, nem difama as pessoas. Ela mata somente a mentira, a difamação, o mito do ‘Shoa’ assim como o horrível Shoa-Business, que é tão prezado por pessoas como Bernard MadoffElie Wiesel, os consortes dos ‘salvos milagrosamente’ e dos assassinos de crianças, em Gaza.”

Desde 5 de agosto de 2010, existe uma publicação iraniana denominada “holocartoons”, que deflagrou por todo o globo uma série de “indignados” protestos dos vassalos de Israel.

A página da rede de computadores abre com a famosa música da “pantera cor-de-rosa”, “dedicada a todos que foram mortos sob pretexto do holocausto”.

A publicação eletrônica compõe-se do livro mais popular da atualidade no Irã sobre os holo-contos, em três idiomas: iraniano (farsi), árabe e inglês. A introdução mostra como os judeus desenham no chão suas holo-vítimas dentro das fronteiras de Israel. A caricatura procura simbolizar o papel de vítimas dos judeus como “invenção”, com a qual o Estado de Israel é fundamentado e seus crimes são justificados.

A publicação ridiculariza o número de 6 milhões com a tirada: “não, foram exatamente 5 milhões e quatrocentos judeus”. Pode-se folhar cada uma das páginas.

Outro desenho mostra vermes com chapéus negros que devoram um livro com o título “A história mundial”. Outra caricatura mostra um soldado com uma estrela de David sobre o capacete e que leva um cantil com a inscrição “Zyklon-B”.

A liderança judaica de Israel chia bem alto: “a forma vulgar e cínica desta página da internet, uma combinação de negação do holocausto e distorções, marcadas com caricaturas antissemíticas, mostra mais uma vez a indiferença do Irã para com a realidade e verdade nas questões do holocausto e Israel”, assim declarou à imprensa o Museu de holo-horrores Yad Vashem.

O holo-instituto Yad Vashem chamou a página “de o mais novo ataque do Irã, onde os fatos sobre o holocausto são negados, para aumentar sua influência na região, onde a história se defronta com a ignorância”.

A agência de notícias iraniana Fars-News relatou que o caricaturista Maziar Bijani lançou a publicação na rede. A hospedagem foi financiada por uma fundação cultural que, todavia, não é estatal.

A 8 de agosto de 2010, na ocasião de uma Conferência em Teerã, o presidente Mahmoud Ahmadinejad disse: “eles inventaram um acontecimento, o chamado holocausto, que torna um determinado grupo como as ovelhas da inocência do mundo”.

Ahmadinejad disse ainda que na ocasião dos ataques às torres gêmeas, os funcionários judeus foram informados para não irem ao trabalho no 11 de setembro. Ele continuou: “Como continuou a estória do 11 de setembro? Dentro de cinco a seis dias, eles formaram uma histeria das massas através de suas mídias, com um salvo-conduto para atacar o Iraque e Afeganistão”.

globalfire.tv, 14/08/2010.

holocartoons.com

Nenhum comentário:

Postar um comentário