Bunker da Cultura Web Rádio

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

E em 30 de janeiro de 1933....

 

Hitler, Chanceler do Reich!

Relato sobre os acontecimentos anteriores e posteriores a esta importante data, onde pela primeira e única vez, o capital especulativo internacional foi confrontado. Este dia é um divisor de águas da História do homem. Uma nova cosmovisão entrou em cena, uma concepção de mundo que estancou a ideia milenar de exploração do trabalho pela escravidão dos juros.

A vitória da verdadeira democracia

Em 30 de janeiro de 1933, apareceu no “Völkische Beobachter” o título: “Mensagem de Ano Novo de Adolf Hitler! O movimento Nacional-Socialista é a última força de nosso povo, última esperança e único futuro!” O Führer expôs neste pronunciamento sua visão geral sobre a situação na Alemanha e salientou que o movimento já tinha ultrapassado 12 eleições sem paralelo e apesar de tudo, o partido atingiu grandes êxitos e superou todos os obstáculos criados contra ele. Então o Führer reforçou mais uma vez os motivos pelos quais o levaram a abdicar, a 13 de agosto e 24 de novembro de 1932, sua entrada em um governo que não era Nacional-Socialista. Ele explicou: “O direito do primogênito de nosso movimento não será vendido”, e então prosseguiu: “Pois se nossos adversários nos convidam a participar de tal governo, então eles não o fazem com o intuito de nos passar aos poucos todo o poder, mas sim na convicção de tirá-lo de nós para sempre!” Sobre os projetos para o futuro, o Führer escreveu: “Nós saudamos o Movimento Nacional-Socialista, seus mártires mortos e os guerreiros vivos! Viva a Alemanha, o povo e o Reich!”

Já a 4 de janeiro de 1933, aconteceu uma conversa reservada entre o Führer e o antigo Chanceler do Reich, von Papen, na presença de Rudolf Heß e Heinrich Himmler, sobre a participação em um futuro governo. Apesar das necessárias negociações, o Führer sempre permaneceu consciente que a única força real para a renovação da Alemanha estava no próprio povo alemão. E por isso é que Adolf Hitler foi ao seio do povo a 15 de janeiro de 1933, nas eleições regionais no Lippe, e falou no período de 5 a 14 de janeiro em não menos de 16 locais desta pequena região. A eleição, em si nem tão importante, teve uma importância fundamental haja vista a situação geral da política. Desde a preocupante eleição para Chanceler do Reich a 6 de novembro de 1932, com a perda de quase 2 milhões de eleitores e a traição de Gregor Strasser, o movimento se encontrava em uma posição muito difícil. Os partidos contrários, dos nacionalistas até os comunistas, triunfaram sarcasticamente e publicavam diariamente em sua imprensa, que representava ainda naquela época 95% da totalidade da imprensa alemã, artigos de páginas e páginas sobre a suposta e contínua queda do NSDAP. Os aparentemente adormecidos partidos acordaram no verão de 1932 para novas atividades e confundiram novamente o eleitorado com sua forte convicção de vitória. Embora a situação fosse muito séria para o partido, os verdadeiros Nacional-Socialistas não duvidaram sequer um minuto na vitória final do Movimento. Mas como a personalidade não conta em uma democracia, mas sim a avaliação dos números, e a luta pelo poder deveria ser conforme as regras da democracia parlamentarista, nesta nova eleição não poderia acontecer uma nova queda do número de votos. Partindo-se desta premissa, o movimento utilizou-se de todos os meios disponíveis para angariar uma vitória nesta luta. Desta forma a eleição se transformou num acontecimento histórico, pois ela provou sem dúvida alguma que todas as especulações dos adversários fracassaram e que o povo alemão depositava novamente em Adolf Hitler toda sua confiança. O NSDAP conquistou lá 39.065 votos contra 33.038 votos da última eleição do Reichstag a 6 de novembro de 1932.

Este resultado foi a prova definitiva para toda a Alemanha de que a força do Movimento não tinha se exaurido, mas sim destinava-se a uma nova ascensão.

Mas Adolf Hitler ainda não estava no poder, e a miséria aumentava continuamente. Toda Alemanha reconhecia que se aproximava uma catástrofe inimaginável sobre todo o povo alemão, caso não se chegasse agora numa clara relação de poder. Não se tratava mais agora da vitória do Movimento, mas sim da existência do Reich alemão e da vida de milhões de cidadãos alemães. O marxismo internacional recebia diariamente o fluxo de pessoas amarguradas e revoltadas. Somente um completo hipócrita poderia ignorar que o bolchevismo chegava à Alemanha, para exterminar todo o povo com um assalto sangrento, e entregá-lo ao subdesenvolvimento.

Até mesmo o estrangeiro reconhecia a miséria irrestrita na Alemanha e publicava longos artigos sobre a situação delicada do povo alemão. Um jornal suíço escreveu sobre isso: “No momento, espera-se antes uma piora do que uma diminuição da miséria. O único consolo recai-se na convicção de que tal situação que rouba das pessoas o seu melhor, a capacidade produtiva, não pode permanecer para sempre, e deve encontrar seu final em breve – como, nós ainda não sabemos.”

Apesar daquela hora da catástrofe poder surgir sobre a Alemanha a qualquer momento, foram necessários vários dias de difíceis negociações para levar o círculo governante a passar o poder a Adolf Hitler.

A 17 e 18 de janeiro, o Führer e Hermann Göring negociaram com o Deutschnationalen Volkspartei e von Papen. De 20 até 28 de janeiro, a mando do Führer, Hermann Göring continuou as conversações com o Secretário de Estado do Presidente do Reich, Meißner, com o Stahlhelmführer Seldte e Franz von Papen, até chegar a um compromisso final a 28 de janeiro.

Finalmente, a 28 de janeiro de 1933, acontecia a renúncia do gabinete do General Schleicher, que ainda mantinha a audácia de exigir do Presidente do Reich uma assinatura para dissolução do Reichstag, sem solicitar a convocação para novas eleições. Ele acreditava que deste modo poderia continuar a governar contra o povo alemão. O conselheiro do Presidente do Reich von Hindenburg percebeu o terrível perigo que este novo experimento de governo poderia trazer, e chegaram finalmente ao consenso de que somente Adolf Hitler estava na condição de resgatar o povo alemão do abismo. (Em total ignorância da situação política, o Chanceler do Reich, General von Schleicher, exigiu do Presidente do Reich um decreto para uma nova dissolução do Reichtag sem convocação de novas eleições. Devido às conversações anteriores com Adolf Hitler, o Presidente do Reich recusou esta intenção, a qual sem dúvida alguma levaria à guerra civil.)

Hermann Göring levou avante sob ordens do Führer as necessárias negociações e manteve com os representantes de Hindenburg ainda algumas importantes conversas, onde foram sanadas os últimos obstáculos. A 29 de janeiro, ele pode anunciar ao Führer que sua designação como Chanceler do Reich era iminente.

Na manhã de 30 de janeiro de 1933, o Führer foi então recebido pelo Presidente do Reich von Hindenburg para uma conversa; em seguida, o Presidente do Reich nomeou Adolf Hitler para Chanceler do povo alemão e empossou-o, assim como os novos membros do novo gabinete. Ao mesmo tempo foram nomeados: Dr. Wilhelm Frick para Ministro do Interior do Reich e Hermann Göring para Ministro do Reich sem pasta específica.

Junto aos nacional-socialistas, os seguintes homens foram incorporados ao gabinete: Franz von Papen como Vice-chanceler, Freiherr von Neurath como Ministro do Exterior, Graf Schwerin von Krosigk como Ministro da Fazenda, General Werner von Blomberg como Ministro da Defesa, Alfred Hugenberg como Ministro da Economia, Alimentação e Agricultura, Freiherr von Eltz-Rübenach como Ministro dos Transportes, Franz SEldte como Ministro do Trabalho, Franz Gürtner como Ministro da Justiça e Dr. Gereke como Comissário do Reich para criação de empregos.

Com isso foi atendida a exigência de longa luta de Adolf Hitler para ocupar o cargo de Chanceler do Reich alemão. Mas com ele entraram somente dois nacional-socialistas no novo gabinete. Todos os outros ministros orbitavam nas esferas dos partidos populares nacionalistas.

A lista dos ministros de Estado mostrava claramente que foi feito um importante esforço para não permitir posições-chave ao NSDAP, uma prova de que alguns grupos políticos ainda não tinham percebido até aquele instante a surpreendente e grandiosa personalidade de Adolf Hitler, e tentavam criar dentro do gabinete certo contra-peso ao Nacional-Socialismo.

Os adversários da cosmovisão nacional-socialista salientavam o fato com satisfação; os nacional-socialistas sabiam, entretanto, que com a posse de Adolf Hitler como Chanceler, todas as dificuldades mais importantes para a formação de um novo Reich foram superadas.

O dia 30 de janeiro de 1933 entrará na história da Alemanha e do mundo como um divisor de águas histórico. A notícia da nomeação de Adolf Hitler como Chanceler do povo alemão provocou em todos os estados alemães uma imensa euforia. Aquilo pelo qual centenas deram suas vidas e milhões desejavam, finalmente aconteceu. Mas também a maioria dos antigos opositores do Movimento Nacional-Socialista saudou o acontecimento na esperança que agora uma derradeira mudança acontecesse. Na noite de 30 para 31 de janeiro de 1933, marchou na capital do Reich um grandioso desfile de tochas na presença do Führer e no idoso Presidente do Reich.

texto
Desfile de tochas pelo Portão de Brandenburg

Em 1º de fevereiro de 1933, o Presidente do Reich von Hindenburg dissolveu por ordem do Führer o paralisado Reichstag e determinou o dia 5 de março para eleições dos novos representantes do povo. No mesmo dia, Adolf Hitler falou pela primeira vez na rádio alemã e anunciou a “Conclamação do Governo do Reich ao povo alemão”. Após um retrospecto dos últimos 14 anos de desgraça e miséria geral, o Führer disse textualmente: “A tarefa que nós temos que solucionar é a mais difícil da história política alemã. Porém, a confiança em todos nós é ilimitada, pois nós acreditamos no povo e em seu valor ilimitado. Camponeses, operários e cidadãos, eles devem fornecer juntos o tijolo para o novo Reich!”

O Führer anunciou então o primeiro plano de quatro anos, onde disse:

“Em 14 anos, os partidos do novembro (de 1918) arruinaram a agricultura alemã.
Em 14 anos, eles criaram um exército de milhões de desempregados.
O governo nacional realizará com determinação de ferro e tenaz perseverança o seguinte plano:
Dentro de quatro anos o camponês alemão deverá ser retirado da miséria.
Dentro de quatro anos o desemprego deverá ser superado definitivamente.
Ao mesmo tempo, com isso, aparecem os pré-requisitos para o renascimento da economia.”

Ao final, Adolf Hitler explicou:

“Agora, povo alemão, nos dê o período de quatro anos e então nos julgue. Fiel à ordem do Marechal, vamos começar. Queira Deus Todo-poderoso tomar nosso trabalho em sua misericórdia, fortalecer nossa vontade, abençoar nossa visão e nos premiar com a confiança de nosso povo. Pois não queremos lutar para nós, mas sim pela Alemanha!”

Enquanto a grande massa estava ciente da seriedade da hora e da grande missão anunciada, os marxistas tentavam mais uma vez realizar seus planos através de assassinatos e do terror. E sendo assim, nas horas que se seguiram ao 30 de janeiro de 1933, durante o retorno do desfile das tochas diante do Palácio do Presidente do Reich, foram assassinados o Sturmführer Hans Maikowski e o chefe da polícia, em Charlottenburg, por comunistas de tocaia. Como sinal claro de que os ativistas do Movimento estavam sob proteção de todo o povo alemão, estas primeiras vítimas pós-tomada de poder receberam um festivo funeral de Estado. Apesar disso, a peste do assassinato não foi extinta. Em poucos dias morreram mais seis homens da SA e SS. Esta situação e a provocação barata da imprensa marxista obrigou o governo do Reich, a 4 de fevereiro de 1933, a decretar uma “Ordem para proteção do povo alemão”, a qual se aplicava contra a propaganda marxista e autorizava o governo a tomar medidas preventivas.

Fonte: Documentos da coleção Rehse dos anos de luta – Volume I e II. Dokumente der Zeitgeschichte, 1941 und 1942.

Mais impressionante ainda é a quantidade de “democratas” que só enxergam a “repressão violenta” dos terríveis “camisas-marrons de Hitler”, mesmo diante do atual emprego de violência gratuita por organizações “antifas”. Estas organizações impedem a livre demonstração de nacionalistas. O emprego da força para sua própria defesa é algo perfeitamente normal em qualquer organismo ainda saudável – NR.

Gramsci, Paulo Freire e a batalha da linguagem: o declínio começou com a deturpação das palavras



Afirmação! 

É a linguagem, o elemento mediante o qual expressamos nossos pensamentos, ideias, opiniões, expectativas e sentimentos. É o elemento comunicador por excelência: onde há comunicação, há necessariamente linguagem. A linguagem é o sistema de sinais que utilizamos para efeito de nos comunicarmos e a linguística é o estudo dos fenômenos segundo os quais as línguas evolvem.

Você pode ter uma ideia excelente, até mesmo genial, mas, se não souber comunicá-la, essa ideia não se espalhará e você perderá a batalha. Nunca é demais relembrar o velho José Abelardo Barbosa de Medeiros, mais conhecido como Chacrinha (1917 — 1988), um comunicador popular fantástico, que tinha como um de seus famosos motes “quem não se comunica se trumbica”. Pura sabedoria popular, sem qualquer pretensão de erudição, mas que, para determinados fins, vale mais do que certos tratados de Filosofia da Linguagem [1].

Pois bem, o ponto a que desejo chegar é que, fora do âmbito teórico, os liberais, no
Brasil e no mundo, vêm se trumbicando há muitos anos, simplesmente porque,
embora suas ideias sejam as melhores, não têm sabido comunicá-las devidamente
para a sociedade. Ou seja, até o presente momento nós simplesmente ainda estamos
perdendo a batalha da linguagem. E de goleada.

O que devemos, então, fazer, já que, neste bendito ano da graça de 2016, a esquerda — ao que parece — está perdendo rapidamente espaço em todo o mundo e sabendo que, se nada fizermos, ou se adotarmos alguma postura ineficaz, essa esquerda — que é bastante organizada — irá recuperar o terreno, com todas as consequências que isso trará em termos de obstáculos à geração de riqueza e da melhoria do padrão de vida em todo o planeta?

A paródia da “linguagem das doninhas”

Weasel word é uma gíria inglesa para designar palavras evasivas ou ocas. Em português usamos a expressão linguagem das doninhas, essa mesma ouvida incessantemente na TV, em bares e reuniões de intelectuais, na internet e nos jornais, e que cria em suas vítimas o hábito de não pensar, substituindo a lógica pelos chavões e palavras de ordem.

Ai de quem, sabendo pensar por conta própria, recusa-se a falar esse dialeto maldito. É logo tachado de ”elitista”, ”conservador”, “misógino”, “racista”, “machista”, “homofóbico”, “nazista”, “coxinha” e — ignomínia das ignomínias! — ”politicamente incorreto”, além de outros adjetivos “xingativos”.

Em Dilbert and the way of the weaselA Guide to Outwitting Your Boss, Your Coworkers, and the Other Pants-Wearing Ferrets in Your Life, um livro satírico de bastante sucesso, o economista e cartunista americano Scott Adams (1957) estabelece a proposição de que muitas pessoas — mais exatamente, as que se deixam dominar pela ditadura do ”politicamente correto” — agem como as doninhas ou mustelas, aqueles mamíferos capazes de sugar todo o conteúdo de um ovo, por um minúsculo furo que conseguem fazer, deixando-o aparentemente intacto. A humanidade, segundo essa sátira, não seria formada por pessoas boas ou más, mas sim por doninhas.

Assim, o autor introduz sarcasticamente a Zona da Doninha, uma gigantesca área cinzenta entre o bom comportamento moral e a criminalidade aberta, que é de onde nos ”exploram” sem parar: chefes, empresários, fazendeiros, executivos, países e pessoas ricos, banqueiros, Donald Trump, Angela Merkel, enfim, todos os que são bem sucedidos na vida. Em 27 hilariantes capítulos, Adams revela os segredos desses seres escorregadios, como reconhecê-los e como agem, denominando de weaseleze a língua oficial das doninhas, útil para ninguém entender racionalmente o que é dito e confundir os inimigos, como parte da estratégia gramsciana de implantar o socialismo sem recorrer às armas convencionais.

Passando da sátira ao mundo real, esse comportamento de bois ao som do berrante que domina a sociedade atual é certamente uma das etapas derradeiras do processo de degradação cultural, em que a linguagem se desconecta da experiência inteligente e emite apenas tênues sinais de vida social. Aquilo que quase todos se põem a dizer já se mostra inteiramente desconectado dos acontecimentos, fatos e ações racionais do mundo real, para refletir apenas opiniões conduzidas e sem qualquer embasamento, segundo a clivagem binária rudimentar entre nós e eles.

Imagine uma explanação qualquer feita por um professor e que atenda aos requisitos da lógica e suponha que o raciocínio desse docente o conduza a, por exemplo, defender as privatizações. O homem que é guiado pela linguagem politicamente correta, então, dirá simplesmente que discorda, sem qualquer preocupação quanto a explicar por que discorda. Muito provavelmente, se lhe perguntarem o motivo, ficará em maus lençóis.

Isso acontece porque aquilo de que ele discorda nada tem a ver com a sua vivência dos fatos reais, mas sim com o comando que lhe foi exarado — como que do além –, de que “privatizar é dilapidar o patrimônio público”. Logo, ele instantaneamente colocará o professor do lado deles e, portanto, contra o nós que lhe foi impregnado desde o ensino básico como o time dos bonzinhos.

Para usarmos a nomenclatura do filósofo alemão Eric Voegelin (1901-1985), essas pessoas vivem em umasegunda realidade, aquela que povoa seu imaginário e que é absolutamente alheia ao mundo real, formado pela primeira realidade, aquela que é factual, que de fato existe.

Temos, então, uma grave situação, em que os sons emitidos pelo professor são reconhecidos como característicos de uma linguagem racional, mas compreendidos — e passados adiante — como o de uma comunicação irracional, como a dos animais.

O veneno de Bakhtin, Gramsci, Piaget e Freire

A degradação da linguagem se dá quando essa anomalia se estende aos jornais, à TV, à internet, ao rádio, aos discursos dos políticos e — como é triste escrever isso! — aos intelectuais e professores universitários.

Argumentar para quê?, se esses teleguiados já dispõem dos chavões, das palavras de ordem e de todas as doninhas do mundo para protegê-los. Mostrar racionalmente por que se discorda dessa ou daquela afirmativa para quê?, se é suficiente buscar-se a leniência do grupo nós. Buscar convencer o outro lado para quê?, se é mais fácil intimidá-lo com a demonstração de que esse mesmo grupo é mais barulhento do que o grupo deles

Em suma, não há qualquer necessidade de demonstrar-se que se está com a razão, porque o que importa é amealhar o maior número possível de autômatos que compõem o nós e segregar os demais — mesmos que estes sejam a maioria — no curral utilizado para isolar a influência nociva de todos os mal-intencionados, ou seja, eles.

Mas é evidente que essa verdadeira ditadura das doninhas conhecida como linguagem politicamente correta não está acontecendo por acaso. Tudo isso foi pensado, planejado e executado pacientemente, durante décadas, como um incessante trabalho de formigas, pela esquerda em todo o mundo. Para não retrocedermos em demasia no tempo, vamos nos referir apenas ao filósofo russo Mikhail Bakhtin (1895-1975) e ao também filósofo italiano Antonio Gramsci (1891-1937), bem como aos educadores Jean Piaget (1896-1980), e Paulo Freire (1921-1997), todos comunistas.

Bakhtin enxergava a linguagem como um processo permanente de interação por meio do diálogo e não apenas como um sistema autônomo. Assim, a língua só existe mediante o uso que locutores ou escritores e ouvintes ou leitores fazem dela, em situações concretas de comunicação. Definiu noções de análise da linguagem com base em discursos e crônicas artísticos, filosóficos, científicos e políticos. Segundo ele, o ensino, o aprendizado e a linguagem deveriam subordinar-se ao sujeito, aquele agente dos acontecimentos responsável pela criação dos discursos e ideias. E — os negritos são meus — os enunciados sempre são trabalhados pelo sujeito tendo em vista os objetivos ideológicos, sociais, históricos e culturais.

Isso lembra a você alguns dos partidos de esquerda? Pois é.

As relações entre linguagem, ideologia e hegemonia de Gramsci e Bakhtin são bastante semelhantes. Analisando os conceitos bakhtinianos de heteroglossia (a diversidade social de tipos de linguagens) e dialogismo (o processo de interação entre textos, em que estes não são considerados isoladamente, mas concatenados com outras proposições similares) e a definição gramsciana de hegemonia (as relações de domínio de uma classe social sobre o conjunto da sociedade), conclui-se que as visões de linguagem e subjetividade de ambos são convergentes e que, a partir de uma discussão sobre os conceitos de poder, discurso e ideologia, consideram a linguagem e o sujeito como processos capazes de refutar e criticar os poderes e discursos prevalecentes.

O sardo de Ales, Antonio Gramsci, certamente é mais conhecido no Brasil do que Bakhtin como uma das maiores referências do pensamento esquerdista no século XX. Il Gobbo (o corcunda), assim apelidado por conta de um defeito físico, alinhava-se com o projeto político que visa à revolução proletária, mas se distinguia porque acreditava — e, novamente, os negritos são meus — que a chegada ao poder deveria ser antecedida por mudanças de mentalidade e que os agentes dessas mudanças deveriam ser os intelectuais e a ferramenta essencial deveria ser a escola.

Enquanto a maioria dos pensadores marxistas enfatizava as relações entre economia e política, Il Gobbo deu maior importância à ação ideológica nos campos da educação, da cultura e da intelligentsia no processo histórico de transformação. Muitos de seus conceitos permanecem atuais e — o que é pior — são postos em prática por governos e políticos esquerdistas em todo o mundo. Por exemplo, é dele o de cidadania, pois foi Gramsci que levou à pedagogia a “conquista da cidadania” como um dos objetivos das escolas. Estas deveriam ser manipuladas para o que denominou de “elevação cultural das massas”, alegoria que, segundo ele, representaria a libertação das populações da visão de mundo baseada em “preconceitos” e “tabus” (a religião seria um deles), bem como dos usos e costumes tradicionais que impediriam a crítica das “classes dominantes”.

A maior parte da obra de Gramsci foi escrita na prisão, por ordem de Mussolini e só veio a ser divulgada depois da sua morte. Desse período, há duas obras: as Cartas do cárcere, com mensagens a parentes ou amigos e os famosos 32 Cadernos do cárcere, que não eram originalmente destinados à publicação. Para esconder-se da censura fascista, adotou uma linguagem cifrada, repleta de conceitos originais, como bloco histórico, intelectualidade orgânica, sociedade civil e hegemonia, e de expressões novas, como ‘filosofia da práxis’ como sinônimo de marxismo. Sua escrita, a exemplo da de Nietzsche, é fundamentalmente fragmentada, com inúmeras passagens que se limitam a sugerir reflexões.  

Segundo Gramsci, “toda relação de hegemonia é necessariamente uma relação pedagógica”, isto é, de aprendizado. E obtém-se a hegemonia mediante uma luta de direções contrastantes, primeiramente no campo da ética e depois no da política. Para Il Gobbo, era necessário primeiro conquistar as mentes e só depois o poder. 

No campo da educação, duas influências consentâneas com essas ideias influenciaram a educação de maneira muito forte. A primeira foi a do francês Jean William Fritz Piaget, para quem as crianças só podiam aprender o que estavam preparadas a assimilar. Aos professores  caberia tão somente a tarefa de aperfeiçoar o processo de descoberta dos alunos. Piaget criticou acidamente a modalidade de ensino onde “o professor dita e o aluno copia e repete”.

Crítica endossada pela segunda das influências, o pernambucano Paulo Freire, o pedagogo endeusado pela esquerda de nosso país e autor de A pedagogia do oprimidoCom seu método dialético de alfabetização, Freire denominou jocosamente a então maneira tradicional de educar de “educação bancária”. Freire é — e não posso me furtar de aduzir — infelizmente, o patrono da educação brasileira. O que, certamente, explica as péssimas colocações do Brasil em todos os rankings internacionais divulgados anualmente. Mas trata-se, dizem seus adoradores, de pedagogia crítica, o que para mim não passa de uma antecipação do dialeto weaselese para designar o grande equívoco que é o marxismo.

Sempre que ouço ou vejo o nome de Paulo Freire, lembro-me de Roberto Campos, que não se cansava de se referir a ele como o educador que jamais educara uma criança sequer. Mas vale a pena verificarmos até que ponto suas divagações alucinatórias iam. À educação “bancária” ele contrapunha a educação “libertadora”.

A primeira seria uma relação “vertical” entre educador e educando. Um deteria o conhecimento e a capacidade de pensar, e o outro seria o objeto que recebe o conhecimento e segue o mestre. O educador “bancário”, então, “depositaria” conhecimentos nos alunos e estes passivamente os receberiam. Tal concepção de educação teria como objetivo intencional formar indivíduos acomodados, não-questionadores e que se submeteriam à estrutura de poder vigente, sem objetivos de crescerem na vida, e teria sido idealizada para acobertar os interesses dos “dominadores”.

Trata-se de uma trama muito bem urdida por Freire: ao mesmo tempo em que alerta que educar para pensar é algo perigoso para eles e que mudanças devem ser feitas, ele também propõe uma solução que, ao fim e ao cabo, bestializa os alunos, destruindo sua inteligência e sua própria capacidade de pensar como indivíduos autônomos. E, ao mesmo tempo em que critica a educação “vertical” ou “bancária”, sugere outra verticalidade de viés totalitário, a do estado sobre os indivíduos, transferindo a autoridade de pais e professores para seu exército de ideólogos ocupando as salas de aula.

Segundo sua nomenclatura, uma “educação libertadora ou problematizadora” seria aquela que não separasse professor e aluno, em que ambos seriam concomitantemente educadores e educandos. Em suas palavras:

“Desta maneira, o educador já não é o que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado, em diálogo com o educando que, ao ser educado, também educa. A educação libertadora abre espaço para o diálogo, a comunicação, o levantamento de problemas, o questionamento e reflexão sobre o estado atual de coisas e, acima de tudo, busca a transformação”.

Repare no recorrente estratagema dialético que consiste em dividir tudo o que existe no mundo na suposta dicotomia entre nós eles, sem a qual o socialismo-comunismo não pode existir: nós, os bonzinhos, os socialistas-comunistas de caráter ilibado e ótimas intenções e eles, os malvados defensores do capitalismo, da propriedade privada e da economia de mercado, de péssima índole e intenções escusas.

Bakhtin, Gramsci, Piaget e Freire, os dois primeiros em plano mais filosófico e os dois últimos invadindo (ou ocupando, segundo o dialeto weaselese) as salas de aula, podem ser responsabilizados pelo predomínio — dito cultural — que a esquerda vem exercendo há décadas em todo o mundo. A linguagem das doninhas é fruto, como escrevi no início, de um trabalho árduo, paciente e de longo prazo da esquerda mundial. Mas, como tudo o que é errado não pode funcionar bem durante todo o tempo, as coisas estão começando a mudar.

Alguns exemplos de weaselese

Eis alguns exemplos de palavras e expressões dessa novilíngua tão bem retratada por George Orwell (1903-1950) e que bem ilustram a importância dessa batalha, ao mesmo tempo em que nos exortam a eliminar esse lixo que vem contaminando seguidas gerações, destruindo sua capacidade de pensar, manipulando o idioma e cometendo enormes fraudes semânticas:

Homofobia, machismo, empoderamento, aquecimento global (ou mudanças climáticas), patriarcado, ressignificação da família, misoginia, o uso do em lugar dos artigos ou a, afrodescendente, opressão, luta de classes, golpista, democracia, estado democrático de direito, extrema-direita, mídia golpista, neoliberalismo, capitalismo selvagem, identidade de gênero, justiça social, dívida histórica, xenofobia, ocupação (no lugar de invasão), eurocentrismo, islamofobia, heteronormativismo, elite, classista, burguês, pobre de direita, negro de direita, direito social, distribuição de renda, cultura do estupro, apreensão (no lugar de prisão) de menores, função social da terra, desconstrução, poliamor, homoafetivo, medidas sócio-educativas, transexualidade, problematização, opressão do homem branco, medieval (aplicado à Igreja Católica), transfobia, consciência social, função social, desmatamento, ações afirmativas, minorias, elitista, preconceituoso, “pública, gratuita e de qualidade”, polícia cidadã, relativização, cidadãos críticos, neo (aqui basta acrescentar qualquer palavra), globalização (no lugar de globalismo), excluídos, presidenta, dieta balanceada, manifestantes, inclusão, interrupção voluntária da gravidez, espírito republicano, autonomia do corpo, direito da mulher ao próprio corpo, católicas pelo direito de decidir, sociedade justa e igualitária, saúde reprodutiva, questão de gênero, orientação sexual, autoritarismo (como sinônimo de hierarquia), cadeirante, indivíduos em situação de risco social (criminosos), demandas do nosso tempo, bom dia a todos e todas, pessoa em transição entre empregos (desempregado), sustentabilidade, hipossuficiência e muitas, muitas e muitas outras.

Poderia continuar (existem até dicionários com essas palavras), mas creio que isso já seja suficiente.

Combatendo o bom combate da linguagem

Todo esse discurso contaminado ideologicamente tem uma característica indisfarçável, que é a negação da verdade, o que se explica pela orientação marcantemente relativista do socialismo-comunismo e, no plano prático, pelo ensinamento de Lenin de acusar os adversários do que você faz e chamá-los do que você é.

Mas parece que uma nesga de esperança começa a se descortinar neste final de 2016, em que a esquerda brasileira foi batida e humilhada nas eleições municipais, a presidente petista foi destituída, a Inglaterra escolheu o Brexit, Hillary Clinton perdeu para Donald Trump, Hollande está com sérios problemas na França, a bandeira da responsabilidade fiscal está mais visível e as pessoas estão acreditando cada vez menos nas ditas soluções políticas.

A batalha das ideias aí está e o que devemos fazer para vencê-la, aproveitando-nos dessa aparente derrocada do esquerdismo?

A primeira coisa que devemos fazer para ganharmos a batalha da linguagem é nos insurgir contra a mentira. E, para combatermos a mentira, temos necessariamente de reconhecer que existe a verdade. Isso não quer dizer, em absoluto, que pretendamos ser seus donos; apenas que devemos mostrar todo o arsenal de embustes que se esconde atrás dessa linguagem politicamente correta da esquerda. A mentira não pode prevalecer durante muito tempo e, em se tratando das ideias socialistas, seu tempo já é mais do que passado.

Assim, reaja sem medo, tão logo você ouvir alguma dessas palavras ou expressões envenenadas, mostrando que você tem cérebro e que ele funciona, mesmo se você foi treinado na escola por professores do método Freire. Mostre que o socialismo-comunismo jamais funcionou em país algum, não funciona e nunca vai funcionar.

Para isso, é preciso que você faça um pequeno esforço, começando pela supressão dos jornais e documentários de TV e dos jornais impressos, que estão impregnados de doninhas. Busque outras fontes de informação. A internet aí está para isso. A lei da demanda funciona sempre e, portanto, caindo a demanda por esse verdadeiro lixo, os proprietários de TVs e de jornais terão que se livrar dos maus jornalistas, que são na verdade militantes. Se não agirem assim, vão quebrar. Mercado neles!

Se você tem filhos na escola, acompanhe tudo o que os professores estão fazendo com eles, porque a responsabilidade é toda sua. Se perceber a existência de professores militantes — e certamente isso vai acontecer — vá à escola e diga que seu filho não está ali para ser doutrinado por ideias de esquerda ou de direita, mas para aprender. Se a coordenação ou direção da escola não se mostrar receptiva, ameace trocar de escola. E se nem assim funcionar, troque. Aqui o mercado também funcionará.

Se você é universitário e está cansado dessa xaropada doutrinadora, desse lerolero esquerdista que domina os cursos de ciências humanas, especialmente nas universidades públicas, comece a contestar respeitosamente seus professores. Use argumentos e não se impressione nem com a idade, nem com a barba e a sandália do seu professor petista ou psolista ou com aquele vestido sempre comprido e os cabelos desalinhados da professora marxista, pois a maioria deles não tem argumentos. Os que eventualmente apresentarem alguns argumentos muito provavelmente irão respeitar também os seus. Se eles não respeitarem você, ficarão mal perante a turma.

E se você, tal como eu, é professor universitário, tenha sempre em mente uma famosa frase de Mises, a de que basta haver um solitário professor que tenha as ideias certas — e que saiba transmitir sua lógica — em um departamento, para que um grande número de alunos se interesse e busque aprofundar-se nelas. A esse respeito posso, por experiência própria, assegurar que o “bom velhinho” estava coberto de razão.

E, para incentivar seus alunos a não abandonarem seus intentos diante das enormes dificuldades representadas pela cultura predominantemente de esquerda, diga para eles que, se eles têm convicção de que suas ideias são corretas, então sigam a máxima: o sentido é mais importante do que a velocidade.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

O adversário camuflado

 

Ao contrário do adversário visível, já não é possível apanhar o adversário camuflado de forma organizada. Ele trabalha ilegalmente, nós podemos denominá-lo talvez de aparato invisível do grande adversário já caracterizado (Maçonaria e grande parte de uma casta sacerdotal politizada, que se baseia no fundamentalismo religioso – NR). Seu objetivo é destruir a unidade da liderança no Estado e no partido, tornando impossível cumprir os objetivos cosmovisionários do Nacional-Socialismo. O povo deve ser mantido inseguro e distante de sua liderança, os líderes devem se tornar nervosos e desconfiar uns dos outros.


Reinhard Heydrich, Chefe do Departamento de Segurança do Reichsführer da SS

Para chegar a estes objetivos, existe uma rede de ligações cruzadas em quase todos os níveis do aparato estatal, da vida pública e do movimento. Este sistema de canais alerta o adversário diante de um perigo iminente. Ele esta ciente a tempo de todas as medidas do Estado, suas ordens e leis. O mesmo sistema de canais serve, por outro lado, para preparar as medidas mais importantes do adversário. Os órgãos deste sistema trabalham parcialmente cientes de sua traição, por outro lado sofrem exploração de seus pontos fracos pessoais.

O principal ponto de sustentação deste trabalho adversário sabidamente traidor são os elementos inimigos remanescentes no aparato do Estado, os quais aparecem todos de uma vez, em um só instante. Para eles são irrelevantes as leis do funcionalismo. Acreditando-se na veracidade e na convicção de seu juramento, eles foram deixados em suas posições como profissionais da área.

Enquanto nós, nacional-socialistas, entendemos sob o termo burocracia, no bom sentido, toda precisão do excelente e coordenado trabalho de um aparato comercial e administrativo, diversos elementos desalmados e inimigos desvirtuam a mesma burocracia para impedir, travar e distorcer nossas tarefas nacional-socialistas.

A ramificação desta rede é monstruosa. Uma descrição sem lacunas é impossível aqui. Uma pessoa de fora só consegue identificar as ramificações em seus efeitos:

Aqui são feitas tentativas para reinterpretar medidas legislativas. Em outra parte tentam estrangular o financiamento de determinadas áreas vitais para o movimento e o Estado.

Nas universidades tenta-se distorcer através da “ciência pura e racional” o tratamento da herança cultural nacional-socialista, em prol do liberalismo.

A cosmovisão Nacional-Socialista envolve mais do que apenas a ciência formal. Abrangendo todo o legado místico das tradições nórdicas, ela vai mais além, promovendo o estudo incessante da correspondente esfera metafísica – NR.

Na pesquisa da pré-história tenta-se unilateralmente colocar nas mãos de elementos estranhos ao povo a liderança das escavações, para que possa ser mantida intacta a afirmação da “falta de cultura” de nossos antepassados.

Através da tentativa de uma política pessoal antinacional-socialista é almejado tomar de volta posições chaves do Estado, e caso uma lei nacional-socialista seja aprovada, sua execução é sabotada e as portas do fundo podem ser abertas através de regulamentações maliciosas do texto da lei. No caso de homens nacional-socialistas de boas intenções, através de interações sociais (convites, clubes etc) é tentado ganhar influência sobre eles. Diante da forte vontade dos líderes nacional-socialistas em ajustar a legislação e administração pública alemã à natureza e sensibilidade do povo, eles distorcem na execução e tentam com isso levar estes homens a atuar contra o movimento.


Reinhard Heydrich ao lado do Reichsführer-SS Heinrich Himmler

Para distorcer as medidas do Führer ou um de seus representantes, ou para facilitar a queda de uma organização incômoda ou perigosa do movimento e do Estado, eles lançam mão da sistemática fabricação de boatos e da incitação através da mídia. Por milhares de canais são espalhados boatos sobre os supostos “perigos” da política do Führer, que ameaçam através destas medidas ou organizações e, ao mesmo tempo, estabelece-se uma onda de reclamações. A diversidade destas reclamações permite reconhecer rapidamente o sistema de canais do adversário. Sob o comando freqüente da maçonaria suíça ou de um jornal de emigrantes “alemães”, o ataque se materializa através de uma série de artigos sistemáticos das piores mentiras. Simultaneamente é colocado em movimento o aparato para manipulação das fraquezas de cada indivíduo. O ser humano é inclinado facilmente a acreditar em boatos inverídicos e inacreditáveis, mais do que em fatos técnicos. Conhecendo estas fraquezas e vontade de imitar, estes boatos são lançados contra personalidades que têm certa simpatia ou antipatia a estas organizações e com isso se encarregam da disseminação no sentido positivo ou negativo.

Uma opinião pronta é criada rapidamente, que prepara então o caminho para a execução dos objetivos imediatos do adversário.

Assim é tentado por toda parte destruir o corpo do Estado e lançar uma cunha entre a liderança e seus seguidores. Acentuando as tarefas ainda não executadas, as ações e desempenhos dos dois primeiros anos devem ser esquecidos e tenta-se retirar do Führer e de seus fiéis seguidores todo chão construído pelos excelentes trabalhos, e também a confiança do povo. Nós devemos ver esta ação e tática do adversário, para poder confrontá-las.

Como o adversário vê a situação na Alemanha e qual caminho lhe parece ser mais o correto, deixa-se mostrar pela seguinte frase proveniente de um relatório secreto do adversário:

“A situação na Alemanha permanece na tentativa em anular o NSDAP através da burocracia e outros adversários secretos do Nacional-Socialismo.”

Reinhard Heydrich – Wandlung unseres Kampfes, 1936.

Esta abordagem do chefe de departamento de segurança do Reichsführer da SS, Reinhard Heydrich, mostra claramente que a luta interna após a tomada de poder pelo partido de Hitler nunca acabara. Mesmo estando no poder há 3 anos, depois de levantar a economia alemã a patamares que só provocava inveja a qualquer dirigente de qualquer outra nação do ocidente, mesmo fornecendo melhores perspectivas de vida a todos os alemães, a cosmovisão nacional-socialista ainda era combatida por aquelas velhas forças destrutivas que sempre se instalam em um organismo saudável.

Mais tarde, já durante a guerra, não há dúvidas que a possibilidade de traição foi um dos motivos que levou milhares aos campos de concentração, cuja atividade vil certamente ajudaria/ajudou na derrota do Terceiro Reich. Não surpreende, portanto, que nos dias atuais a figura do traidor da Pátria seja cultuada na BRD – NR.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

George Soros e seu plano para o extermínio dos povos

 

O especulador judeu, George Soros,
se intrometendo onde não é chamado

Temos mais uma vez notícias de George Soros. O temido investidor e administrador de fundos de investimentos, que se ocupa entrementes do financiamento das revoluções coloridas e derrubada de governos no Oriente Médio e na Ucrânia, redigiu agora um artigo para o jornal Die Welt, apresentando ali sua agenda para a substituição dos povos.

Na introdução do panfleto propagandístico de Soros, repete-se novamente o mito da catástrofe demográfica: “Mesmo se os populistas afirmam outra coisa: diante do envelhecimento da população na Europa, as vantagens associadas à imigração superam em muito os custos da integração”. Como o mega especulador e presidente da Open Society Foundation sabe disso? Por que ele se prende a essa crença, apesar das muitas vozes contrárias? A resposta é simples: Soros apoia aquilo que lhe traz vantagem. Como representante da nova e liberal Ordem Mundial, lhe traz vantagem a introdução de mão de obra barata e a geração de conflitos sociais nas nações homogêneas. A ordem global surge a partir do caos da política de asilo.

Soros também critica os países da UE que “levantaram as cercas”, a exemplo do que fez a Hungria recentemente. Com tais atitudes, as nações provam que elas perseguem “uma política de imigração em proveito próprio, com desvantagens para seus vizinhos”, diz o texto. Uma clara inverdade, pois o acordo Schengen obriga os países de fronteira da União Europeia a proteger suas fronteiras externas e, em segundo lugar: se os países da UE, antes de terem entrado na União Europeia, tivessem sido informados que no futuro eles não teriam mais a soberania sobre sua política de imigração, muitos chefes de Estado teriam refletido mais sobre o tema. Mesmo a Grã-Bretanha pós-Brexit está propensa a direcionar e comandar de forma inteligente a questão da imigração. A Hungria tenta fazer o mesmo.

A argumentação de Soros reside na suposição de que uma política imigratória nacional pesaria “contra seus vizinhos”. Mesmo isso é pura inverdade, pois não são os supostos egoístas parlamentos nacionais que prejudicam outros países através de sua possível rejeição na questão dos imigrantes. Os governos nacionais têm sim o dever de tomar a melhor decisão em prol de seus respectivos países – agrade ou não ao sr. Soros. Na verdade, todavia, é a comissão europeia que exige uma justa distribuição dos imigrantes no continente europeu – parece ser indiferente se os países membros concordem ou não. Depois que Merkel decidiu de forma ditatorial que os alemães querem de qualquer forma uma enchente de imigrantes pobres, ela passou a pressionar outras nações europeias para que adotem esta política suicida. Verifica-se isso quando a cada cinco minutos volta-se a falar de uma solução europeia para a crise dos refugiados. Isso significa nada mais do que eliminar a autodeterminação das nações sobre a política de imigração e transferir este poder para os comissários e funcionários da UE. (O que eles almejam parece esta claro após a afirmação do vice-presidente da comissão europeia, Frans Timmerman. [1]

De volta ao planos de sete pontos de Soros. Eles falam por si só e iremos comentá-los com a devida atenção:

1. “Primeiramente a União Europeia deve receber um grande número de refugiados diretamente dos países em conflito bélico, de forma segura e ordeira”. (Atentemos ao termo “deve”)

2. “Segundo, a UE deve reconquistar o controle sobre suas fronteiras. Não existe nada que assuste mais e cause pânico na opinião pública do que cenas de caos”. (Com controle sobre as fronteiras, Soros não se refere naturalmente a rejeitar imigrantes. Deve-se apenas evitar cenas caóticas e assegurar uma imigração ordenada)

3. “Terceiro, a UE deve disponibilizar os meios financeiros suficientes para promover uma ampla política de imigração. Segundo estimativas, são necessários 30 bilhões de Euros anuais”. (Novamente aqui a palavra “deve”. Pergunta: será que o endividamento adicional das nações europeias por causa desta crise de refugiados ajudam o especulador Soros e seus amigos das Altas Finanças?)

4. “Quarto, a UE deve desenvolver mecanismos comuns para proteção das fronteiras, para avaliar os pedidos de asilo e realocação dos refugiados”. (Favor atentar com cuidado ao termo “realocação”. Soros não prevê que os refugiados ou asilados, após o término dos conflitos em suas respectivas pátrias, devam retornar a elas. Ele quer fixá-los no continente europeu, – para sempre)

5. “Quinto, necessita-se um mecanismo espontâneo de votação para a realocação dos refugiados. A UE não pode forçar os países membros a aceitar refugiados, ir a lugares onde eles não são bem vindos”. (Mencionar espontaneidade é uma piada de mau gosto, pois a realocação é fato consumado para Soros. Através do mecanismo de votação, o imperativo para aceitar refugiados deve ser vestido por um manto de democracia)

6. Sexto, os países da UE deve apoiar maciçamente os países que receberem refugiados, e deve ser mais grandiosa em seus princípios de ajuda à África. Ao invés de aplicar a ajuda financeira em proveito próprio, a UE deveria oferecer uma “ampla solução” que se concentre nas necessidades dos países destinatários”. (O que Soros quer dizer aqui: devem ser oferecida uma motivação financeira para recebimento de refugiados, tornando assim a substituição dos povos algo lucrativo. Fica em aberto o que ele quer dizer com “ampla solução”)

7. O último pilar é a criação duradoura de um cenário favorável para os imigrantes econômicos. A vista do envelhecimento da população na Europa, as vantagens aliadas à imigração superam em muito os custos da integração do imigrantes”.

Sim, vocês ouviram bem. Os imigrantes econômicos também devem ser convidados para a Europa e mesmo que estes venham até nós apenas para aproveitar da segurança do sistema social, nenhum país da UE deve protestar, pois sem estes inúmeros imigrantes nós iríamos logo logo estar extintos. Esta honestidade é revigorante, e da mesma forma criticável. O que há pouco tempo atrás era visto como teoria da conspiração – ou seja, a alegação de que os ultra ricos globalistas, como este apoiador de Clinton, estão apoiando e desejando a imigração em massa – não pode ser mais contestada após esta declaração.

Compact irá oferecer dura resistência contra esta agenda destrutiva. Não apenas porque os planos do sr. Soros ameaçam a existência de nossa Alemanha e de outras nações europeias, mas também porque sua desejada transformação da população é o motor central para o perigoso fluxo migratório em direção à Europa. Pessoas morrem na tentativa de chegar ao continente, traficantes inescrupulosos ganham uma fortuna com o desespero das pessoas e ao final da história, os países de origem sofreram muito com o desaparecimento de seus habitantes mais jovens e competentes. Isso não pode ser a solução! Em prol de um mundo das pátrias – contra a loucura dos ideólogos multiculturalistas!

[1] https://www.youtube.com/watch?v=by_qX8BxSOM)

Marc Dassen