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    segunda-feira, 5 de junho de 2017

    BILDERBERG 2017

    Bilderberg está mais exposto do que nunca antes que o nacionalismo Trump aumente!
    A cobertura de notícias do Grupo Bilderberg atingiu recordes, uma vez que a mídia do establishment é forçada a admitir a verdadeira natureza da reunião globalista.
    Lembre-se que foi há apenas alguns anos atrás que a mídia mainstream negou que o Grupo Bilderberg até mesmo existiu.
    Mas agora, inúmeros meios de comunicação, incluindo a BBC, Sky News, The Guardian e outros, estão discutindo abertamente o encontro em Chantilly, Virgínia, onde mais de 130 membros das elites entre banqueiros, políticos, realeza, proprietários de mídia e agentes de inteligência do mundo se reúnem em segredo por quatro dias sem um registro oficial do processo.
    "A edição Bilderberg de 2017, há muito tempo uma discussão para as sociedades secretas e um comportamento globalmente conspirador, encerra sua permanência de quatro dias no local do condado de Fairfax, no oeste de Chantilly, neste domingo e, como de costume, ninguém desconfia o que aconteceu nessas salas de conferência sagradas", informou o News Talk. "...Primeiramente realizada no hotel titular dos Países Baixos em 1954, aparentemente para promover melhores relações entre a Europa e a América do Norte, a reunião Bilderberg tem sido anual em seis décadas desde então".
    "O fato de que o Bilderberg reúne alguns dos líderes políticos e financeiros (só convidados) mais poderosos do planeta em um lugar de discussão atrás de portas fechadas e discutem política em potencial tem suscitado preocupações, já que ele entrou devidamente na consciência pública por volta da virada do século".
    Nos EUA, ainda há um blecaute da mídia sobre a cobertura da reunião Bilderberg, o que é de se esperar considerando quantos proprietários de mídia americanos estão conectados ao grupo, mas a mídia dos EUA não pode controlar o fluxo de notícias internacionais na internet.
    E a atenção sobre o Grupo Bilderberg está explodindo, especialmente depois que seus membros se manifestaram abertamente contra o presidente Trump.
    Como relatei nos últimos meses, várias publicações globalistas ligadas ao Bilderberg tem forçado a derrubada de Trump usando os mecanismos de "continuidade do governo" desde a Guerra Fria.

    Sua arrogância, no entanto, é sua ruína.

    Trump é uma manifestação da vontade das pessoas de controlar o seu próprio destino longe das elites do Bilderberg que pensam que o público deve ser conduzido como ovelhas para o futuro tecnocrático que imaginam.
    Portanto, não é coincidência que o surgimento do presidente Trump correspondesse ao aumento da atenção pública do Bilderberg.
    O engano nunca se cumprirá quando as pessoas se levantarem em massa para desmascarar a verdade.
    "Se o Bilderberg quer uma resposta para "Por que o populismo está crescendo?" - outra questão na sua agenda - eles podem dar uma olhada no espelho", apontou Charlie Skelton, do The Guardian. "É como se as pessoas não estivessem tão confortáveis ​​com as elites tecnocráticas irresponsáveis ​​e globalistas bilionários que pressionam seus ministros e líderes do partido a portas fechadas".

    Pedagogia marxista...a doença ainda não atacada.

    O Brasil que se afirma livre e democrático, na pratica é um país dominado por uma facção ideológica que deformou o senso comum da sociedade a seu favor, aplicando a tríade "marxismo-psicanálise-estruturalismo", que tanto afetou a mentalidade da sociedade brasileira e porque não dizer ocidental.
    Da virada da década de 80 para os anos 90, essa facção ideológica foi lentamente e sutilmente deformando e reconstruindo o ensino nacional, demonizando o que não lhe interessava e os atacava e implementou suas metodologias, policiamentos e conteúdos que fizessem da sociedade uma grandiosa massa de manobra ou explicitamente militantes do projeto de poder.
    Na base de tudo isso está a pedagogia que através da imposição sutil aos professores iniciou o processo de emburrecimento, e nesse período foram formados nas faculdades batalhões de pedagogos e professores para aplicar esse novo sistema.
    mas o mais nocivo disso tudo, é o policiamento aplicado pela pedagogia para quem não recitar a cartilha que acreditam ser a formula magica do ensino e sutilmente colocaram essa categoria profissional em um patamar inquestionável promovendo pós graduações para os pseudo intelectuais a ponto de hoje haver pos gradução para pedagogos intitulados...Pós Graduação em Neuropsicopedagogia.
    Não são preparados nem pra sala de aula, mal e porcamente para alfabetizar e atuar na burocracia escolar, mas hoje além do policiamento dão diagnósticos neuropsicológicos....não precisa ser muito inteligente para constatar o engodo que virou esse segmento e que segue um charlatão ou vários até, como Paulo Freire, Piaget e tantos outros.
    Futuro e boa formação no Brasil, só quando essa engrenagem for desmanchada e substituída por um sistema que ensine e forme, porque em 30 anos essa gente além de encher o ego, destruiu gerações de estudantes.

    domingo, 4 de junho de 2017

    Universitários do futuro e a imigração globalista

    Formar uma geração no ensino superior é essencial para um país. O que não tem nome é a situação atual da Espanha, onde parece que absolutamente todos os jovens devem ir para a faculdade, mesmo aqueles que claramente não têm vocação para o estudo. A casta convenceu-se em mandar para a universidade até verdadeiros cabeças-ocas, bem como, em vez de ser jovens vagos e entediados que gastam e consomem pouco, eles se tornam estudantes, ou seja, em consumidores satisfeitos que não fazem perguntas, que não conhecem a verdade realidade social do povo trabalhador e seguem mantendo o sistema atual. Os pais brasileiros, por sua vez, têm a noção de que se seu filho só trabalha, é um sinal de "desculturação" ou de baixo poder aquisitivo, e que para ser "gente de bem", o filho tem que ir para a faculdade, e em seguida, vá direto para o desemprego ou emprego precário

    Os estudantes universitários têm um par de características que exigem a ser reconhecido pelos engenheiros sociais: por um lado, eles são jovens e têm ― ou pressupõe ― mais energia do que outros grupos etários. Por outro lado, eles têm ― ou pressupõe, novamente ― uma cultura acima da média. Esses dois fatores tornam os estudantes em um "grupo sensível" para desafiar a ordem estabelecida e de pensar criticamente, então eles devem atontar, satisfazer e afeminar. Com isso em vista, a cena universitária atual sustenta uma infra-estrutura inteira de pão e circo, destinadas a exprimir financeiramente as famílias dos estudantes, minar a força da juventude e retardar o inevitável momento quando os jovens percebem que o seu futuro não é tão brilhante como lhes venderam. Para todo esse processo, podemos chamá-lo de "bolha estudantil".

    A bolha estudantil, como a imobiliária, serviu durante muito tempo para esconder os números reais de desemprego, e para manter um toda uma sub-economia de sindicatos, burocratas, funcionários, bolsas de estudo, cursinhos, taxas, vida noturna, moda, conferencistas, cursos de graduação, papelaria etc. Particularmente sangrante é o caso das bolsas, que pagas pelo povo brasileiro trabalhador, são gastos principalmente em álcool (no caso dos estudantes), em roupas (no caso das estudantes) e em apartamentos alugados, boa parte dos quais se insere na economia submergida ou de outros países, pelo qual estes investimentos astronômicos não resultaram em qualquer benefício para o Brasil.
    Hoje, um graduado da faculdade espera vários destinos possíveis:

    • Desemprego.

    • Mileurista amargurado ou empregado precário. Caixas de supermercado, balconistas, garçons, oficinistas, administrativos e semelhantes, muitas vezes em posições que não têm nada a ver com a carreira que escolheu.

    • Trabalho brilhante no exterior. Este caso também é sangrante, uma vez que o Estado (isto é, o espanhol que paga impostos) investiu dinheiro na formação de um trabalhador qualificado, mas será outro país (Alemanha e países ibero-americanos em especial) que colherá os benefícios. O brain drain (fuga de cérebros ou fuga de capital humano) é devido ao nepotismo em nosso país, o modelo econômico baseado na construção, turismo e hotelaria, e na ignorância incapaz de reconhecer o verdadeiro talento. Infelizmente, estabelecemos uma nação que é o paraíso da ignorância e da vulgaridade, sendo a atmosfera demasiado hostil para que prosperem os cérebros avançados.

    Outro aspecto da bolha estudantil é o grande número de centros educativos que foram construídos durante a escolarização da geração "baby boom", e todos os postos docentes que foram convocados. A consequência é que terá que fechar os centros, demitir professores e dizer àqueles que esperavam na fila para as oposições que "má sorte".
    A solução para a bolha estudantil é que somente os jovens com vocação e nível acadêmico estudem o ensino superior, independentemente do poder de compra de sua família, e que somente os mais brilhantes deles podem receber bolsas de estudo. O resto dos jovens não deve ser excessivamente educado sobre o seu intelecto ― uma vez que isso produz indigestão do conhecimento e dá origem ao esnobismo e imbecilidade ― mas sim que deve estar preparado para trabalhar dentro de uma economia produtiva real, em que é inútil fazer a análise sintáticas, raízes quadradas e inúmeras complicações (que ao longo do tempo são esquecidas por mais de 90%), se nem sequer saber falar, ler, escrever, obedecer, comandar ou trabalhar com as mãos corretamente. A carreira sem futuro deve ser suspensa, pelo menos temporariamente, assim como as faculdades que os ensinam. As asas também devem ser cortadas de sindicatos e atividades de faculdades subsidiadas com dinheiro público.

    Se os atuais "progressistas de sofá" tivessem lido Marx, saberiam que o aumento na quantidade de mão-de-obra acarreta na queda nos salários (dumping): uma manifestação da lei da oferta e da procura. Tanto a produtividade econômica quanto o salário médio agora dependem do capital investido em cada trabalho. Quando milhões de pessoas que não trazem capitais são introduzidas na economia nacional, os salários são baixados automaticamente, assim como quando um xeique de um petro-regime árabe vai para uma cidade, os salários dessa cidade aumentam.

    Por razões óbvias, é do interesse dos grandes predadores capitalistas ter uma força de trabalho muito abundante e muito barata. Para conseguir esse trabalho abundante e barato, eles promoveram três processos históricos:
    1 - A emigração do campo para a cidade durante o estágio do capitalismo industrial. Para isso, foi necessário desmantelar (por meio de revoluções liberais, confiscos e expropriações) as estruturas econômicas e políticas do Antigo Regime, que eram eminentemente rurais. O efeito desse processo foi o surgimento do proletariado, o tremendo crescimento do mundo urbano, a perda de tradições ancestrais e a ascensão de doenças mentais.

    2 - A entrada das mulheres no mercado de trabalho na fase do capitalismo comercial. Desde o tempo da "emancipação feminina", a mão-de-obra duplicou, o consumo tem crescido exponencialmente, os custos de produção (portanto, os preços) foram reduzidos e os salários foram baixados pela metade de seu poder de compra ou mais. Como efeitos colaterais sociais, a taxa de natalidade despencou, as crianças estão nas mãos do sistema educativo e da mídia, e tanto a vida familiar quanto as identidades sexuais estão sendo desmanteladas.

    3 - A imigração terceiromundista e a deslocalização empresarial durante a atual fase do capitalismo: a da globalização. Esta é uma última tentativa de encontrar mão-de-obra abundante e barata para poder manter o crescimento fictício de figuras abstratas que nunca resultam em um benefício real para o povo. Nesta seção, vamos nos concentrar em como a imigração beneficia os grandes empresários. 

    O capitalismo não quer trabalhadores caros que exijam boas condições de trabalho e tendem a distribuir a riqueza do país de forma equitativa. O capitalismo quer trabalhadores dóceis, prontos a trabalhar até a morte por um escasso prato de arroz. Atualmente, os únicos lugares onde você pode encontrar mão-de-obra que pode ser encontrado em milhões está fora do Primeiro Mundo. A China tornou-se a terra prometida da deslocalização industrial, mas também o Ocidente tornou-se a terra prometida das massas do Terceiro Mundo, atraídas por multinacionais ávidas que são cobertas por benefícios à custa do povo nativo e por políticas "solidárias" completamente divorciadas da realidade.

    Desde que os imigrantes chegaram, ficou claro que em seus países de origem não houve grandes lutas sociais, então eles aceitaram termos de emprego que seriam insultantes para qualquer europeu. Os imigrantes não solicitaram seguro de saúde, horas extras pagas, trinta dias de férias por ano, licença maternidade, excelências e outras "regalias" que aumentam o custo de contratação e, portanto, de produção. A consequência é que os salários caíram e o mercado de trabalho nativo afundou. Onde antes o empresário tinha que relutantemente aceitar um exigente trabalhador espanhol, agora pode dizer: "Piso salarial por mês ou você vai para a rua, lá fora há quarenta haitianos e cinquenta senegaleses esperando". Dessa forma, como a vida tornou-se cada vez mais cara pela a inflação, os salários simplesmente não subiram. A consequência deste estado de coisas é que a imigração não foi uma partilha de riqueza, mas uma distribuição de pobreza. A riqueza perdida pelos trabalhadores nativos foi encaçapada por uma pequena elite de grandes empresários, usurários e especuladores.
    Na verdade, os interesses econômicos envolvidos na imigração são tão fortes que todo um aparato defensivo cultural foi adquirido: quem questiona esse estado de coisas é marcado com palavras inventadas artificialmente por políticos e magnatas da mídia como o chamado "xenofóbico". É a equivalência moderna do "herege" medieval: uma palavra-curinga para apelar ao lado instintivo-irracional e para remover um oponente discordante do meio quando faltam argumentos racionais. É preciso deixar uma retórica obsoleta, a realidade é que aqueles que são prejudicados pelo multiculturalismo são os trabalhadores nacionais, e os beneficiários foram os grandes oligarcas capitalistas, sendo eles que usam a palavra-totem "xenofobia" e aqueles que agitam o espantalho de "racismo" para que ninguém critique suas políticas econômicas criminosas.

    Vemos a ação desses oligarcas na iniciativa de imigrações, na qual alguns grandes consórcios capitalistas (principalmente bancos, exploradores multinacionais, trabalhadores temporários e outras grandes fortunas) pediram mais imigração na Espanha. Estes consórcios foram: Bancaja, Banco Santander, BBK, BBVA,  Coca-Cola,  Deutsche Bank,  Corte Inglés, Grupo Banco Popular, , Manpower, PeopleMatters, Prosegur, Randstad, Sol Meliá. Um ano depois, os parceiros se expandiram para 121 [2]. É este tipo de consórcio que está realmente por trás da imigração e regularização maciça na Europa, usando seus lobbies de pressão para importar hordas de trabalhadores do Terceiro Mundo como se fossem fura-greves, para afundar as condições de trabalho, dissolver as identidades étnicas europeias e apropriar-se de fundos sociais nas mãos do Estado (os imigrantes recebem auxílio estatal, mas esse dinheiro acaba nas mãos de mega-empresas privadas, que é de que se trata). Continuar a chamar mais imigrantes quando há 5 milhões de desempregados no nosso país só é explicável se estas máfias criminosas procuram criar um imenso "dumping social", ou seja, forjar uma sociedade em que o valor de cada indivíduo tende a zero.

    Os imigrantes são muitas vezes muito bem informados (ONGs e outras fundações através como Caritas, Cruz Vermelha,  etc.) e sabem muito bem como tirar proveito da assistência social com guias altamente informativos. Na Espanha, muitos deles são pagos automaticamente 1.000 euros por mês, um suplemento de 350 euros por cada criança, renda mínima de inserção, cheques-bebês, cartão de saúde, habitação oficial (na Catalunha 90% destas casas são concedidas aos imigrantes, e uma boa parte do restante 10% para os ciganos e imigrantes nacionalizados), creche gratuita para os seus filhos, um "assistente social" para levá-los para a creche se os pais não podem, licença de condução livre, um emprego fixo, conselhos para a abertura de um negócio, isenções fiscais, cheques alimentários, refeições escolares paras as crianças e a possibilidade de trazer de seu país toda sua família, o que provavelmente farão. O imigrante médio goza, em suma, de benefícios sociais que o espanhol médio não consegue conceber, simplesmente por causa da cor da sua pele ou da sua origem. Este racismo reverso é chamado de "discriminação positiva".
    Estamos, portanto, com bolsas sociais de milhões de pessoas (e não apenas imigrantes, mas também ciganos e espanhóis) que não precisam se matar de estudar para se matar de trabalhar para ganhar um salário de miséria. É mais fácil viver de aluguéis, lidar com drogas, bater carteiras ou bolsas no ponto, trabalhar de vez em quando no mercado negro, se fazer de vítima, colocar toda culpa no "sistema" e o povo espanhol, lamentar-se pelos serviços sociais e andar por aí com tênis de marca, roupas de marca, celulares sofisticados e carros melhores do que os trabalhadores espanhóis que dividem em parcelas para pagá-los, e para o qual a Administração lhes diz que não há dinheiro e que eles têm que cortar seu salário e pensões. Outro problema óbvio de ter um setor social inteiro dependente de subsídios é que, quando for necessário cortar os subsídios (e o tempo virá), sérios conflitos ocorrerão. A situação é uma receita para o desastre, e o resultado traumático é 100% garantido.

    Obviamente, uma ideia que é um desastre social de pleno direito nunca toma raiz se ela não tem algum tipo de gancho. No caso da imigração, o gancho é voltado para empreendedores: mão-de-obra barata e submissa. Outros ganchos mais pequenos foram dirigidos ao público crédulo e boníssimo: os imigrantes vêm generosamente pagar-nos pensões (nós teríamos que perguntar que pensões paga um senegalês desempregado que não cotiza a Previdência Social, ou um romeno que recebe subsídios da Espanha mas vive na Romênia, ou um marroquino que não sabe ler ou escrever, trabalha seis meses em Espanha, fica desempregado e volta a seu país para trazer toda a sua família), para trabalhar nos trabalhos que não queremos (acontece que antes da imigração, os pisos eram lavados sozinhos, os nabos eram arrancados sozinhos do chão e os copos voltavam sozinhos para as mesas dos clientes) e para adicionar um toque de cor em nossa enfadonha e monolítica homogeneidade étnica (como se a identidade não fosse um fator de vertebração para qualquer país).

    A imigração paga ao Estado, sendo generoso, 5 bilhões de euros em impostos, enquanto o Estado gasta 13 bilhões apenas em educação e saúde, sem contar problemas de segurança pública, ajuda social, mercado negro, atenção aos toxicodependentes, recorrência de doenças erradicados na Europa há muito tempo, empregos irregulares, criação de riqueza não qualificada e questionável (prostitutas, vendedores de pirataria, vendedor de flores ambulantes, vendedor de objetos falsificados e/ou roubados, flanelinhas, massagistas, empregados do McDonald's) e vários subsídios, que facilmente excederão 15 bilhões por ano. O truque, é claro, é que todos esses custos não são suportados pelas grandes empresas ou bancos, mas pelo Estado, ou seja, pelo contribuinte.

    Nenhum partido de esquerda, nenhum sindicato, questionou ou denunciou essa injeção de trabalho do Terceiro Mundo como parte da globalização capitalista, como uma conspiração para degradar os serviços sociais (especialmente saúde, educação e pensões) a níveis quase terceiro mundistas e para expropriar fundos e meios de produção do Estado, enquanto os especuladores são forrageiros. Nenhum partido esquerdista denunciou que a imigração faz parte da guerra que o Mercado (consórcios capitalistas) faz ao Estado (contribuintes, isto é, nós), já que os empregadores não subsidiam a imigração (mas terceirizam os custos da imigração para os trabalhadores), mas colhem os benefícios, enquanto o Estado subsidia a imigração e perde a maior parte do dinheiro. Os movimentos "alternativos" do tipo 15-M também não trouxeram novas ideias ao sério problema do multiculturalismo; ao contrário, os "indignados", que parecem ser porta-vozes da própria UNESCO, apenas repetem o habitual discurso batido ― que é precisamente o culpado de que estamos agora como estamos. Em toda a Europa, os únicos partidos que começaram denunciando a natureza econômica e social da imigração maciça terceiro mundistas são alguns dos "extrema-direita", e estão sob uma forte campanha de descrédito, infiltração e silenciamento pela indústria de mídia e a segurança do Estado. É de esperar que, no futuro, as políticas de imigração constituam a principal linha de divisão ideológica entre partidos e tendências políticas na Europa e que provoquem uma nova polarização social quando os efeitos do multiculturalismo ultrapassarem o limiar da tolerabilidade.

    A solução para o problema muito grave da imigração não é reagir infantilmente contra os imigrantes, mas processar legalmente os oligarcas capitalistas responsáveis ​​pela promoção da invasão. Por outro lado, os imigrantes vieram trabalhar em uma bolha econômica artificial. Agora não há bolha. Então, para começar, que não continuem vindo. E para continuar, que vão embora a maioria daqueles que já chegaram, pois neste país temos 5 milhões de desempregados e simplesmente não há trabalho ou barco para todos, então o lógico é deixar os últimos trabalhadores entrar. A lei sobre os estrangeiros deve ser alterada, os vistos e uma exigência de exames médicos e certificados de condenados devem ser introduzidos (como foi exigido dos espanhóis que migraram em outros tempos), acabar com a "discriminação positiva" no mercado de trabalho e deportar:

    • Todos os imigrantes que cometeram um crime, incluindo os que estão na prisão. Detenção = deportação.

    • Todos os ilegais e em situação irregular, que por sinal, poderiam ser incluídos na primeira categoria, já que violaram a lei. Nenhum ser humano é ilegal, mas violar a lei é, e de criminosos na Espanha já temos o suficiente muito antes da multiculturação imposta, tampouco importar mais. 

    • Todos os que foram legalizados em regularizações maciças, suicidas e inconstitucionais.

    • Todos aqueles que são alvo de desemprego.

    • Todos aqueles que nem cotizam nem pagam impostos.

    • Todos os que vêm sem um contrato de trabalho de origem, um registo criminal limpo ou um certificado sanitário.

    • E, a partir daí, a todos os que são necessários para dar espaço para os trabalhadores nativos desempregados.

    O custo de tal operação não deve ser demasiado pesado para uma Administração que pode atualmente ter recursos para distribuir imigrantes a Andaluzia e às Ilhas Canárias, com bilhetes de ônibus pagos pelos municípios, em toda a geografia nacional. Além disso, a deportação de imigrantes despedidos seria mais barata do que continuar a pagar-lhes subsídios, de modo que a deportação seria autofinanciada a curto prazo. Outra opção perfeitamente legítima é que os banqueiros, empresários, políticos e ONGs responsáveis ​​pela situação atual sejam obrigados por lei a pagar as despesas de repatriamento de seus próprios bolsos. Seria um exemplo que os oligarcas econômicos paguem os pratos que quebraram, como uma enorme multa. E, finalmente, se o próprio povo fosse solicitado para financiamento, muitos milhões de trabalhadores espanhóis estariam mais do que dispostos a contribuir com fundos de seus próprios bolsos. De uma forma ou de outra, as deportações acabariam saindo muito mais baratas do que continuar a sangrando com ajudas sociais.
    Eduardo Velasco.

    sexta-feira, 2 de junho de 2017

    Como perpetuar a pobreza

    Imagine que você pudesse voltar no tempo uns 50 anos.  Suponha que a razão por que você está fazendo isso é para implantar políticas que irão garantir que os ricos se tornem mais ricos e que a pobreza seja perpetuada ao máximo. (Por que alguém iria querer fazer isso está além da questão).
    Quais políticas você iria implantar?
    1. Você iria querer adotar políticas monetárias e fiscais que destruíssem ao máximo possível o poder de compra da moeda. 
    Os ricos, que têm acesso a aplicações bancárias e financeiras que lhes protegem contra a inflação, manteriam seu poder de compra protegido.  Já os pobres, sem acesso a esses mecanismos, ficariam ainda mais pobres.
    2. Você iria querer manter as pessoas menos capacitadas fora do mercado de trabalho.  Para isso, você dificultaria ao máximo para que essas pessoas conseguissem um emprego. 
    A imposição de um salário mínimo, em conjunto com uma cornucópia de encargos sociais e trabalhistas, faria com que fosse excessivamente caro contratar uma pessoa com poucas habilidades.  Haveria oportunidades apenas para os mais qualificados.  Afinal, se o preço mínimo a ser pago é o salário mínimo estipulado pelo governo, e se os custos adicionais gerados pelos encargos sociais e trabalhistas praticamente dobram o custo do salário, quem irá contratar uma pessoa pouco qualificada em vez de uma pessoa mais qualificada?
    3. Você iria garantir favores especiais e privilégios exclusivos para os empresários mais ricos. 
    Você iria lhes conceder subsídios diretos ou empréstimos subsidiados via bancos estatais (pagos com o dinheiro dos impostos pagos pelos mais pobres), iria criar tarifas de importação e desvalorizar a moeda para encarecer importações e lhes garantir uma reserva de mercado, e iria criar agências reguladoras que cartelizassem o mercado interno e impedissem a entrada de concorrentes externos em vários setores da economia, o que garantiria preços artificialmente altos e produtos de baixa qualidade.
    4. Você iria reprimir ao máximo o surgimento de pequenos empreendedores por meio de uma burocracia esclerótica e de um código tributário ininteligível.
    Você imporia inúmeros procedimentos para se formalizar uma empresa e criaria um emaranhado de leis, medidas provisórias, decretos e outros atos tributários aterrorizantes, você faria com que qualquer eventual erro de contabilidade fosse o suficiente para classificar como "sonegador e criminoso" aquele cidadão que só quer empreender e, com isso, gerar empregos. 
    5. Você iria (literalmente) pagar as pessoas para que elas continuassem na pobreza e fossem eternamente dependentes do governo.
    Agindo assim, toda e qualquer ética do trabalho seria suprimida e destruída.
    6. Você tributaria absolutamente tudo o que é vendido na economia. 
    Desta forma, você confiscaria grande parte da renda dos mais pobres.
    7. Você entregaria ao governo a função de fazer a "sintonia fina" da economia, implantando políticas fiscais e monetárias expansionistas para aditivar o crescimento econômico.
    Isso causaria frequentes ciclos econômicos, períodos de crescimento artificial da economia (o que enriquece os mais ricos) seguidos de períodos de profunda contração da economia (o qual empobrece os mais pobres).

    Esses sete itens, combinados, fariam perfeitamente o serviço. 
    Erija várias barreiras ao progresso dos pobres, pague as pessoas para continuarem pobres, crie um arranjo no qual os grandes empresários consigam vantagens econômicas artificiais, dificulte ao máximo que os pequenos consigam empreender, e você terá criado um sistema no qual a pobreza será perpetuada e os ricos serão cada vez mais ricos.
    Como não tentar solucionar a pobreza
    Desnecessário enfatizar que cada uma das políticas acima está hoje em total vigor neste país. 
    Mas tudo piora. Ao perceberem que a pobreza está se perpetuando, raramente as pessoas se dão conta da contribuição dos sete itens acima.  Consequentemente, em vez de defenderem substanciais alterações — ou mesmo a abolição — dos supracitados itens, elas simplesmente saem em defesa de medidas que irão aprofundar ainda mais o descalabro.
    A principal medida — em torno da qual tudo gira — é a "original" ideia de aumentar imposto de renda sobre os ricos, como se tal ato, além de inócuo para a economia, fosse capaz de aliviar substantivamente toda a pobreza.
    Quais seriam as consequências?
    Em primeiro lugar, o aspecto mais importante a ser observado é que é impossível isolar os custos de qualquer imposto.  A maioria das pessoas pensa que cada indivíduo rico paga, sozinhos, seus impostos diretos.  Mas essa crença é demonstravelmente falsa. 
    Se, por exemplo, a alíquota do imposto de renda que incide sobre as rendas mais altas fosse elevada em 20%, os trabalhadores de renda mais alta reagiriam a isso negociando um aumento salarial. Se essas pessoas conseguirem um aumento salarial de, por exemplo, 10%, isso significa que praticamente metade do aumento de 20% da carga tributária sobre pessoas físicas foi repassada às pessoas jurídicas, que são empregadores.
    A exata divisão do fardo tributário entre empregados e empregadores vai depender do relativo poder de barganha entre eles no mercado de trabalho.  O que interessa é que os empregados de maior renda irão repassar uma parte, se não a maior parte, de qualquer aumento em seu imposto de renda para seus empregadores.
    Consequentemente, estes empregadores irão contratar menos empregados — ou tentarão contratar oferecendo salários bem menores, algo difícil —, e irão tentar repassar esse aumento havido nos custos trabalhistas para os consumidores, na forma de preços maiores. 
    Os empresários irão tentar repassar estes maiores custos aos consumidores até o ponto em que possam elevar preços sem sofrer uma relativamente grande perda no volume de vendas.  Desta forma, os consumidores que ainda continuarem comprando a estes preços maiores estarão pagando parte do aumento na carga tributária que supostamente deveria afetar apenas os "ricos".
    Desnecessário dizer que, quanto mais pobre for o consumidor, pior ficou a sua situação. Qualquer aumento no imposto de renda da camada mais rica da população — seja o 1% mais rico ou os 5% mais ricos — irá acabar por elevar os impostos que toda a população paga indiretamente.
    Mas ainda dá para piorar.
    Por exemplo, caso o repasse para os preços desse aumento no imposto de renda fosse muito pequeno, o efeito de longo prazo será ainda pior. 
    Se os empregadores tiverem de arcar com toda a elevação dos custos trabalhistas sem uma correspondente elevação de sua receita, suas margens de lucro diminuirão.  Redução nos lucros significa menos investimentos.  E menos investimentos significam menos crescimento econômico, menos emprego, menores salários e queda na renda de toda a população. 
    Os pobres, de novo, foram os mais prejudicados.
    Além de elevar o imposto de renda sobre os ricos, muito popular também é a ideia de se elevar o imposto de renda de pessoa jurídica, principalmente para as "grandes corporações".  Demagogos sempre dizem que as grandes corporações não pagam sua "fatia justa" de impostos.
    O principal problema, o qual até mesmo economistas de esquerda entendem mas não gostam de admitir em público, é que grandes corporações não pagam impostos.  Pessoas arcam com os impostos, não entidades inanimadas.  Uma importante área da ciência econômica, chamada de "incidência tributária", diz que a entidade sobre a qual um imposto é criado (ou elevado) não necessariamente irá arcar com todo o fardo deste tributo; boa parte do ônus pode ser transferida para terceiros.
    Por exemplo, se um tributo é criado (ou elevado) sobre uma grande corporação, e caso ela queira se manter operando no mercado, há três coisas que ela pode fazer: ela pode elevar os preços dos seus bens e serviços, ela pode deixar de dar aumentos salariais ou deixar de contratar pessoas, e ele pode, no extremo, reduzir salários e demitir pessoas.  Em cada uma dessas situações, uma pessoa de carne e osso ficou em pior situação.  E os pobres, na melhor das hipóteses, não melhoraram em nada sua situação.
    O ponto principal é que uma corporação é uma ficção jurídica e, como tal, não paga impostos.  Repetindo: pessoas pagam impostos, e não entidades inanimadas.  Na prática, corporações são meramente coletoras de impostos para o governo.
    Políticos adoram ludibriar o povo dizendo que não irão criar impostos sobre ele, o povo, mas sim sobre alguma outra entidade.  Suponha que você é o proprietário de um imóvel.  Se um político lhe disser que não irá tributar você, mas sim apenas o seu terreno, você facilmente perceberia a trapaça.  A terra não paga impostos e nem tem como pagar impostos.  De novo, apenas pessoas físicas pagam impostos.
    No entanto, essa artimanha utilizada pelos políticos segue seduzindo incautos.
    Outra tramóia que está sempre em voga é a elevação dos impostos sobre herança, a qual quase sempre se dá na forma de transmissão de bens imobiliários.  O imposto sobre herança existe apenas para aplacar o ímpeto dos invejosos; suas receitas são ínfimas.  Mas seu poder destruidor é enorme.  Seu impacto é grande porque, para que o recebedor da herança (majoritariamente na forma de um bem imobiliário) consiga pagar os tributos incidentes, ele normalmente tem de vender outros ativos que possui.  Em muitos casos, ele tem de vender ações, debêntures e até mesmo seu ponto comercial e sua propriedade rurais.  O efeito prático disso é que ativos que estavam sendo utilizados em atividades produtivas foram transformados em fonte de financiamento para as atividades destruidoras do governo.
    Conclusão
    A ignorância sobre os fatores que perpetuam a pobreza alimenta políticas de cunho invejoso e rancoroso que não apenas destroem ainda mais a economia, como também, e consequentemente, perpetuam ainda mais a pobreza.
    Ao menos alguma porcentagem dos impostos que foram aumentados sobre os ricos e sobre as grandes corporações serão repassados a todos os consumidores — e isso prejudicará majoritariamente os mais pobres.  Qualquer aumento de impostos sobre um grupo acabará sendo compartilhado por todos.  E não há nada que as autoridades estatais possam fazer quanto a isso.  Os indivíduos de mais alta renda irão arcar com apenas uma fatia do aumento ocorrido em suas alíquotas.  E essa importante constatação quase nunca é reconhecida.  E é dessa maneira que um imposto sobre um se transforma em um imposto sobre todos.
    Enquanto as pessoas se mantiverem ignorantes sobre intervenções econômicas que perpetuam a pobreza, bem como sobre as consequências de medidas tributárias implantadas exatamente com a desculpa de se aliviar essa pobreza, charlatães e políticos espertalhões continuarão se esbaldando.
    ________________________________________________
    Max Borders foi editor da revista The Freeman e diretor de conteúdo da Foundation for Economic Education.

    D.W. MacKenzie, professor assistente no Carroll College, em Montana, EUA.

    Socialismo? Só se for pleno!

    Os socialistas já tentaram, e várias vezes, colocar sua ideologia em ação. O socialismo foi aplicado na União Soviética, em Cuba, na China (antes de Deng), na Coreia do Norte, no Camboja, na Etiópia e no Zimbábue e em vários outros regimes menos famosos.
    Em cada caso, sem exceção, o resultado foi miséria econômica e autoritarismo político.
    Mas os socialistas mais obstinados se recusam aceitar. "Não julgue o comunismo com base apenas nestes resultados!", dizem eles. "O socialismo verdadeiro simplesmente nunca foi tentado."
    O socialismo não funciona, a menos que seja o socialismo puro
    Recentemente, ninguém menos que Noam Chomsky veio a público dizer que o regime da Venezuela — o mesmo que implantou controle de preços, estatizações, expropriação de propriedade privada, generosos programas assistencialistas e planejamento centralizado (ver aqui) — não tem absolutamente nada de socialista:
    "Eu nunca descrevi o modelo de capitalismo de estado de Chávez como 'socialista'; nem sequer insinuei algo tão absurdo assim. O regime não tinha nada a ver com o socialismo. O capitalismo privado permaneceu livre ... Os capitalistas continuaram livres para solapar a economia de todas as maneiras, como por meio de uma maciça exportação de capital."
    Portanto, o raciocínio dos socialistas é o seguinte: o socialismo só irá funcionar se ele for progredindo até chegar ao ponto do "socialismo total". Qualquer outro arranjo que não seja o socialismo pleno — no qual não haveria uma única padaria privada — é inaceitável. Nenhum esforço parcial será suficiente.
    E todos os experimentos socialistas só fracassaram porque alguns elementos do "capitalismo privado" continuaram funcionando. Enquanto ainda existir qualquer aspecto econômico que não seja de socialismo pleno, então o regime não é socialista.
    Mais ainda: o fracasso das políticas socialistas do regime venezuelano — tais como a expropriação de empresas privadas (até mesmo hotéis) e a expansão de indústrias estatais — deve ser atribuído ao capitalismo, e não ao socialismo.
    Naturalmente, conclui o raciocínio, se o socialismo pudesse chegar ao seu estágio pleno — com todos os elementos do capitalismo eliminados — saberíamos que este sim seria o socialismo de verdade porque estaríamos vivendo em uma sociedade marcada por uma prosperidade sem precedentes e por uma igualdade total.
    Pouco importa que, para todos os propósitos e intenções, Lenin de fato alcançou a quase completa e total estatização da economia durante a Guerra Civil da Rússia em 1922. Como as pessoas começaram a morrer de fome logo em seguida, Lenin recuou e, em vez do socialismo pleno, adotou o socialismo parcial, sob a sua assim chamada "Nova Política Econômica".
    Este exemplo prático de Lenin é, claro, firmemente ignorado. E socialistas inflexíveis, como o próprio Chomsky, vivem repetindo que meras medidas parciais não funcionam para o socialismo, e que apenas o socialismo total pode funcionar. Qualquer coisa que não seja socialismo pleno, ao que tudo indica, irá entrar em colapso, como mostra a Venezuela.
    Sim, o governo pode até estatizar e confiscar várias empresas, fábricas, indústrias e até mesmo pontos de comércio, como aconteceu na Venezuela. No entanto, a menos que o estado confisque absolutamente cada lojinha e mercearia, não há socialismo real. Consequentemente, não se atreva a culpar o socialismo quando toda a economia, após todas essas medidas, entrar em colapso. Toda a culpa deve ser atribuída aos resquícios de capitalismo.
    A mesma lógica não precisa ser aplicada ao liberalismo laissez-faire
    Observe, no entanto, que isso não é um problema quando ocorre na direção oposta. Se pegarmos uma economia que sofre intervenções do estado e começarmos a introduzir reformas liberais parciais, isso por acaso fará a economia entrar em colapso?
    Certamente não. Com efeito, a própria análise empírica mostra que, quanto menos relativamente socialista for uma economia, menor será a pobreza e maior será a prosperidade.
    Historicamente, isso é óbvio. Os países que adotaram mais cedo o livre comércio, a industrialização, e as instituições de uma economia de mercado são hoje as economias mais ricas do mundo. Isso também ocorreu na Europa do pós-guerra, onde as economias relativamente mais pró-mercado, como as da Alemanha e do Reino Unido, são mais ricas e têm um padrão de vida maior do que as economias mais socialistas do sul da Europa, como Grécia e Espanha. Com efeito, isso também vale até mesmo para os países escandinavos, como a Suécia, que enriqueceram ao longo da história adotando regimes bem próximos ao laissez-faire.
    E tudo isso fica ainda mais evidente quando comparamos a Europa Ocidental com o Leste Europeu.
    Em nenhum destes casos encontramos uma economia de livre mercado puro ou uma totalmente socialista. O que observamos, no entanto, é que, quanto mais mercado e menos socialismo há em um país, maior o padrão de vida, menor a desigualdade, e muito menos brutal é a pobreza geral.
    Dito de outra forma, naqueles países que se inclinam mais para o mercado, tudo é melhor e mais desenvolvido.
    Isso também é válido para a Ásia. Coréia do Sul e Japão estão longe de ser economias puramente de livre mercado. As economias de ambos os países são caracterizadas por uma grande variedade de restrições comerciais, ligações corporativistas entre governo e grandes empresas, e um maciço aparato regulatório. No entanto, Coreia do Norte e Vietnã, que são muito mais pobres, sempre tiveram uma participação estatal muito maior na economia — com o governo sendo o proprietário de várias empresas no Vietnã e de todas na Coreia do Norte — e um setor privado muito menor em relação aos do Japão e da Coreia do Sul.
    E, ainda assim, pela lógica dos socialistas, o problema com a Coreia do Norte e com o Vietnã é que eles não têm socialismo pleno. Se tais países ao menos pudessem se livrar dos poucos capitalistas que, como disse Chomsky, "ainda estão livres para solapar a economia", então a Coreia do Norte finalmente irá se tornar próspera, e o Vietnã passará a rivalizar com o Japão em termos de produtividade e riqueza.
    É claro que isso é um contra-senso total. Se a Coreia do Norte quiser ter menos pessoas passando forme, ela tem reduzir substantivamente o socialismo em sua economia, como fez a Coreia do Sul.
    Mesmo reformas incompletas e parciais funcionam em economias de mercado
    Ao contrário do socialismo, reformas de mercado não precisam ser totais, completas ou utópicas para que seus benefícios sejam reconhecidos.
    É por isso que defensores de uma economia de mercado não precisam dizer que "as reformas de mercado não funcionaram no País X porque aquele país nunca alcançou o estágio do capitalismo pleno, puro e verdadeiro! Se ao menos todos os socialistas tivessem sido liquidados e todas as políticas remotamente semelhantes ao socialismo tivessem sido abolidas, aí sim o verdadeiro capitalismo seria adotado!"
    Vimos isso na Alemanha Ocidental após a Segunda Guerra Mundial com as reformas efetuadas por Ludwig Erhard, as quais levaram a um período de acelerado crescimento econômico, mesmo com as reformas tendo sido apenas parciais. Ao abolir os controles de preços e outras restrições impostas pelo governo à economia, a Alemanha decolou ao passo que outras economias mais socialistas — como a do Reino Unido à época — ficaram estagnadas. Já a Alemanha Oriental, socialista, viu seu padrão de vida encolher ao longo deste mesmo período de tempo. 
    A Alemanha Ocidental não adotou um capitalismo "puro e pleno". Os alemães adotaram um arranjo economia relativamente mais laissez-faire que o resto da Europa. E a economia cresceu forte. Com efeito, as reformas de mercado feitas pelo governo da Alemanha Ocidental ocorreram quase que por acidente. E, ainda assim, chamamos os resultados de "o milagre alemão".
    Outro exemplo moderno é a América Latina. Quando olhamos para a região como um todo, vemos seguidas vezes que os regimes que adotaram reformas pró-mercado até mesmo parciais e incompletas — como Chile, Peru e Colômbia — são os países que vivenciaram as maiores taxas de crescimento econômico da última década.
    Enquanto isso, aqueles países que mais entusiasmadamente adotaram a "onda vermelha" — cujos governantes eram aliados do chavismo e seu bolivarianismo — tiveram as piores taxas de crescimento (2014-2015):
    Latin_america_economy4 (1).png 
    [N. do E.: sobre Equador e Bolívia, que utilizam, respectivamente, o dólar e uma moeda atrelada ao dólar (na prática, refutando a própria retórica anti-imperialismo) e dão bastante liberdade para o mercado informal.
    Mas qual é a desculpa para a falta de crescimento econômico na Argentina, no Brasil e na Venezuela? Todos esses países, na última década, adotaram o populismo econômico: mais ativismo estatal, mais regulação estatal, mais intervenções estatais, e mais controle estatal sobre a economia. Logo, por que estes países não ultrapassaram os outros países latino-americanos mais voltados para o mercado?
    De acordo com a lógica socialista, o verdadeiro problema é que nenhum destes países adotou o socialismo total.
    Isso é muito gostoso: toda vez que algumas reformas socialistas são tentadas — e fracassam —, a ideologia já tem uma justificativa pronta: o socialismo só irá funcionar quando for implantado por completo.
    Agora, apenas imagine qual seria a situação da humanidade se o mesmo raciocínio fosse válido para uma economia de mercado. Dado que nenhuma ideologia jamais será implantada por completo, isso significa que a humanidade estaria condenada a viver para sempre na mais abjeta e sórdida pobreza.
    Felizmente, reformas de mercado meramente parciais e casuais já conseguem melhorar nossa situação. Infelizmente, governos estão sempre comprometidos em nos empurrar para a direção errada, com sua manipulação da moeda e do crédito, seus controles de preços, e suas crescentes regulações e tributações.
    Os ataques aos mercados são contínuos e generalizados. Felizmente, todo o necessário para melhorar a situação novamente é um movimento de contra-reação que leve a economia de volta em direção a mercados mais livres.
    Todos faríamos bem em estudar e aprender as lições do Leste Europeu, da Alemanha Ocidental, da América Latina e de todos os outros regimes que, de forma relutante ou voluntária, saíram da frente e deixaram o mercado funcionar com mais liberdade.
    Os socialistas podem continuar sonhando com a maneira como seu prometido paraíso será realizado no dia em que o socialismo pleno e puro for alcançado. Enquanto isso, na vida real, a economia de mercado continuará aprimorando a situação e o padrão de vida de bilhões de pessoas.
    Ryan MacMaken

    ANGELA MERCKEL, STASI AGENT

    Ela nega que  estivesse perto dos governantes comunistas da Alemanha Oriental, onde ela cresceu.
    Então esta foto de 1972 de uniforme estilo militar deixou a Chanceler alemã Angela Merkel descontente.


    Em seguida, chamada Angela Kasner e com 17 anos, ela é mostrada alegremente envolvida em um exercício de defesa civil, sob o olhar de um oficial alemão oriental.
    Incluídas as brocas de primeiros socorros e se preparando para um ataque nuclear.
    Todas as crianças tinham de participar se eles queriam ir para a Universidade, mas a Sra. Merkel também é acusada de ter sido uma Secretária de propaganda para o movimento de juventude, a FDJ.
    A foto foi encontrada por uma velha colega de escola, Sonja Felssberg, 58 e entregue a um jornal alemão.
    Seu sorriso é facilmente reconhecível e sua tampa de forragem situa-se em um ângulo desenvolto como ela strides junto com o colégio Hermann Matern em Templin, onde ela foi criada por trás da cortina de ferro.
    Nem mesmo a doença ou uma morte na família permitida para os jovens a ignorar as lições de artes marciais - eles simplesmente foram adiadas, mas tinha que ser concluída.
    Sonja Felssberg, agora 58 e uma camarada da velha escola, encontrou a foto e entregou-a para um jornal nacional alemão.
    Foi publicado como a Sra. Merkel, que era o alvo de protestos de austeridade na Itália no fim de semana, tentei jogar para baixo as alegações em um novo livro que ela estava muito mais perto dos governantes comunistas do estado socialista perdido que admitiu anteriormente, incluindo segurando um post como uma propaganda, Secretário do movimento de juventude do FDJ.
    Mrs. Felssberg disse: ' tivemos que dormir dez para um quarto em camas de beliche quando fizemos os exercícios. No dia nós aprendemos coisas como tratar feridas e estabilizar pacientes - não muito diferentes do que você aprenderia hoje em treinamento de primeiros socorros com a Cruz Vermelha.
    ' Mas nós também tivemos que marchar e aprender a usar mapas e uma bússola para caminhadas na floresta e deserto. Foi há muito tempo, mas eu me lembro muito bem - de Angela.'
    Ela está esperando que os rumores sobre sua suposta proximidade ao politburo da Alemanha Oriental não diminuirá as chances dela.
    Mas a foto dos velhos tempos, alegadamente tem aborrecido-a.
    Um de seus assessores disse: "A senhora Chanceler não é divertida"

    http://www.dailymail.co.uk/news/article-2328536/Angela-Merkel-Communist-links-new-image-uniform-released.html

    quarta-feira, 31 de maio de 2017

    CULTURA DO BUNKER 31.05.17

    CLUBE DE BILDERBERG 2017

    Fundada em 1954, a Reunião Bilderberg é uma conferência anual destinada a promover o diálogo entre a Europa e a América do Norte. Todos os anos, entre 120 a 140 líderes políticos e especialistas da indústria, finanças, academia e mídia são convidados a participar da conferência. Cerca de dois terços dos participantes vêm da Europa e o resto da América do Norte; aproximadamente um quarto da política e do governo e o resto de outros campos.
    A conferência é um fórum para discussões informais sobre os principais problemas que o mundo enfrenta. As reuniões são realizadas sob a Chatham House Rule, que afirma que os participantes são livres para usar as informações recebidas, mas nem a identidade nem a filiação do(s) conferencista(s) nem qualquer outro participante podem ser reveladas.

    Graças à natureza privada da reunião, os participantes não estão vinculados pelas convenções de seu escritório ou por posições pré-acordadas. Como tal, eles podem levar tempo para ouvir, refletir e reunir as informações. Não há resultados desejados, nenhum minuto é tomado e nenhum relatório está escrito. Além disso, nenhuma resolução é proposta, nenhum voto é emitido e nenhuma declaração de política é emitida.
    O 65º Encontro Bilderberg ocorrerá de 1 a 4 de junho de 2017 em Chantilly, Virgínia, EUA.

    O 65º Encontro Bilderberg ocorrerá de 1 a 4 de junho de 2017 em Chantilly, Virgínia, EUA. A partir de hoje, 131 participantes de 21 países confirmaram sua presença. Como sempre, um grupo diversificado de líderes políticos e especialistas da indústria, finanças, academia e mídia foram convidados.
    Os principais tópicos para a discussão deste ano incluem:
    1 - Administração Trump: Um relatório de progresso
    2 - Relações transatlânticas: opções e cenários
    3 - A aliança de defesa transatlântica: munições, bytes e dólares
    4 - A direção da União Europeia

    5 - A globalização pode ser abrandada?
    6 - Empregos, rendimentos e expectativas não realizadas
    7 - A guerra à informação
    8 - Por que o populismo está crescendo?
    9 - Rússia na ordem internacional
    10 - O Próximo Oriente
    11 - Proliferação nuclear
    12 - China

    13 - Eventos atuais
    LISTA DE PARTICIPANTES

    PRESIDENTE 

    Henri de Castries (FRA), ex-presidente e CEO da AXA; Presidente do Institut Montaigne
    PARTICIPANTES

    Paul M. Achleitner (DEU), presidente do Conselho Fiscal, Deutsche Bank AG

    Andrew  Adonis (GBR), presidente da Comissão Nacional de Infra-estrutura

    Marcus Agius (GBR), Presidente, PA Consulting Group

    Mustafa Akyol (TUR), Fellow Visitante Sênior, Projeto Freedom no Wellesley College

    Kjetil B. Alstadheim (NOR), Editor Político, Dagens Næringsliv

    Roger C. Altman (EUA), fundador e presidente sênior da Evercore

    José Luis Arnaut (PRT), sócio-gerente da CMS Rui Pena e Arnaut

    José M. Durão Barroso (PRT), presidente da Goldman Sachs International

    Oliver Bäte (DEU), CEO da Allianz SE

    Werner Baumann (DEU), presidente da Bayer AG

    Nicolas Baverez (FRA), parceiro da Gibson, Dunn & Crutcher

    René Benko (AUT), fundador e presidente do conselho consultivo, SIGNA Holding GmbH

    Anne-Catherine Berner (FIN), ministra dos Transportes e Comunicações

    Ana P. Botín (ESP), presidente Executiva do Banco Santander

    Svein Richard Brandtzæg (NOR), presidente e CEO da Norsk Hydro ASA

    John O. Brennan (EUA), consultor sênior da Kissinger Associates Inc.

    Frank Bsirske (DEU), presidente da United Services Union

    Thomas Buberl (FRA), CEO da AXA

    M. Elaine Bunn (EUA), ex-vice-secretária adjunta da Defesa

    William J. Burns (EUA), presidente da Carnegie Endowment for International Peace

    Levent  Çakiroglu (TUR), CEO da Koç Holding AS

    Cansu Çamlibel (TUR), chefe do departamento de Washington DC, jornal Hürriyet

    Juan Luis Cebrián (ESP), presidente Executivo, PRISA e El País

    Kristin Clemet (NOR), CEO da Civita

    David S. Cohen (EUA), ex-diretor adjunto da CIA

    Patrick Collison (EUA), CEO da Stripe

    Tom Cotton (EUA), senador

    Tiankai Cui (CHN), embaixador dos EUA

    Mathias Döpfner (DE), CEO da Axel Springer SE

    John Elkann (ITA), presidente da Fiat Chrysler Automobiles

    Thomas Enders (DE), CEO da Airbus SE

    Ulrik Federspiel (DNK), executivo do grupo Haldor Topsøe Holding A/S

    Roger W. Ferguson Jr. (EUA), presidente e CEO da TIAA

    Niall Ferguson (EUA), membro sênior da Hoover Institution, e Universidade de Stanford

    Fabiola Gianotti (ITA), diretora geral do CERN

    Sandro Gozi (ITA), Secretário de Estado dos Assuntos Europeus

    Lindsey Graham (EUA), senador

    Evan G. Greenberg (EUA), presidente e CEO da Chubb Group

    Kenneth Griffin (EUA), fundador e CEO da Citadel Investment Group, LLC

    Lilli Gruber (ITA), editora-chefe e âncora do "Otto e mezzo", La7 TV

    Luis de Guindos (ESP), Ministro da Economia, Indústria e Competitividade

    Avril D. Haines (EUA), ex-consultora adjunta de segurança nacional

    Victor Halberstadt (NLD), professor de Economia da Universidade de Leiden

    Ralph Hamers (NLD), presidente do Grupo ING

    Connie Hedegaard (DNK), presidente da Fundação KR

    Jeanine Hennis-Plasschaert (NLD), Ministra da Defesa dos Países Baixos

    Mellody Hobson (EUA), presidente da Ariel Investments LLC

    Reid Hoffman (EUA), co-fundador do LinkedIn e Parceiro Greylock

    Nicholas Houghton (GBR), ex-chefe de defesa

    Wolfgang Ischinger (INT), presidente da Conferência de Segurança de Munique

    Kenneth M. Jacobs (EUA), presidente e CEO da Lazard

    James A. Johnson (EUA), presidente da Johnson Capital Partners

    Vernon E. Jordan Jr. (EUA), diretor Gerente Sênior da Lazard Frères & Co. LLC

    Alex Karp (EUA), CEO da Palantir Technologies

    Carsten Kengeter (DE), CEO da Deutsche Börse AG

    Henry A. Kissinger (EUA), presidente da Kissinger Associates Inc.

    Susanne Klatten (DE),Director principal da SKion GmbH

    Klaus Kleinfeld (EUA), ex-presidente e CEO da Arconic

    Klaas HW Knot (NLD), presidente do De Nederlandsche Bank

    Ömer M. Koç (TUR), presidente do Koç Holding AS

    Stephen Kotkin (EUA), professor de História e Assuntos Internacionais da Universidade de Princeton

    Henry R. Kravis (EUA), co-presidente e co-CEO da KKR

    Marie-Josée Kravis (EUA), parceira da Hudson Institute

    André Kudelski (CHE), presidente e CEO do Grupo Kudelski

    Christine Lagarde (INT), gerente diretora do Fundo Monetário Internacional

    François Lenglet (FRA), conselheiro-chefe do France 2

    Thomas Leysen (BEL), presidente do KBC Group

    Christopher Liddell (EUA), assistente do presidente e diretor de iniciativas estratégicas

    Annie Lööf (SWE), líder do partido Center Party

    Jessica T. Mathews (EUA), convidada distinta da Carnegie Endowment for International Peace

    Terence McAuliffe (EUA), governador da Virgínia

    David I. McKay (CAN), presidente e CEO do Royal Bank of Canada

    HR McMaster (EUA), assessor de segurança nacional

    António Luís Guerra Nunes Mexia (PRT), Presidente, Eurelectric e CEO, EDP Energias de Portugal

    John Micklethwait (INT), editor-chefe do Bloomberg LP

    Zanny Minton Beddoes (INT), editor-chefe do The Economist

    Maurizio Molinari (ITA), editor-chefe do La Stampa

    Lisa Mônaco (EUA), ex-oficial de segurança interna

    Bill Morneau (CAN), ministro das Finanças

    Craig J. Mundie (EUA), presidente da Mundie & Associates

    Gene M. Murtagh (IRL), CEO do Kingspan Group plc

    HM Holanda, o Rei da (NLD)

    Peggy Noonan (EUA), autor e colunista do The Wall Street Journal

    Michael O'Leary (IRL), CEO da Ryanair DAC

    George Osborne (GBR), editor do London Evening Standard

    Alexis Papahelas (GRC), editor executivo do jornal Kathimerini

    Dimitri Papalexopoulos (GRC), CEO da Titan Cement Co.

    David H. Petraeus (EUA), presidente do KKR Global Institute

    Søren Pind (DNK), Ministro do Ensino Superior e da Ciência

    Benoît Puga (FRA), Grande Chanceler da Legião de Honra e Chanceler da Ordem Nacional do Mérito

    Gideon Rachman (GBR), chefe dos assuntos externos do The Financial Times

    Heather M. Reisman (CAN), presidente e CEO da Indigo Books & Music Inc.

    Albert Rivera Díaz (ESP), presidente do Partido Ciudadanos

    Johanna Rosén (SWE), professora em Física de Materiais da Universidade de Linköping

    Wilbur L. Ross (EUA), secretário de Comércio

    David M. Rubenstein (EUA), co-fundador e co-CEO do The Carlyle Group

    Robert E. Rubin (EUA), co-presidente do Conselho de Relações Exteriores e ex-secretário do Tesouro

    Susanne Ruoff (CHE), CEO da Swiss Post

    Gwendolyn Rutten (BEL), presidente da Open VLD

    Michael Sabia (CAN), CEO, Caisse de dépôt et placement du Québec

    John Sawers (GBR), presidente e Parceiro da Macro Advisory Partners

    Nadia Schadlow (EUA), assistente adjunta do presidente do Conselho de Segurança Nacional

    Eric E. Schmidt (EUA), presidente Executivo da Alphabet Inc.

    Johann Schneider-Ammann (CHE), Conselheiro Federal da Confederação Suíça

    Rudolf Scholten (AUT), presidente do Bruno Kreisky Forum para o Diálogo Internacional

    Beppe Severgnini (ITA), editor-chefe do 7-Corriere della Sera

    Radoslaw Sikorski (POL),  conselheiro senior da Universidade de Harvard

    Boyan Slat (NLD), CEO e fundador da The Ocean Cleanup

    Jens Spahn (DEU), Secretário de Estado Parlamentar e Ministério Federal das Finanças

    Randall L. Stephenson (EUA), presidente e CEO da AT & T

    Andrew Stern (EUA), Presidente emérito, SEIU e membro senior do Economic Security Project

    Jens Stoltenberg (INT), secretário geral da OTAN

    Lawrence H. Summers (EUA), professor, Charles W. Eliot University e Universidade de Harvard

    Bruno Tertrais (FRA), diretor adjunto da Fondation pour la recherche stratégique

    Peter Thiel (EUA), presidente da Thiel Capital

    Jakob Haldor Topsøe (DNK), presidente da Haldor Topsøe Holding A / S

    Sinan Ülgen (TUR), fundadora e parceira da Istambul Economics

    JD Vance (EUA), autor e parceiro do Mithril

    Björn Wahlroos (FIN), presidente do grupo Sampo, Nordea Bank, UPM-Kymmene Corporation

    Marcus Wallenberg (SWE), presidente da Skandinaviska Enskilda Banken AB

    Walter, Amy (EUA), editor do The Cook Policy Report

    Weston, Galen G. (CAN), CEO e presidente executivo da Loblaw Companies Ltd e George Weston Companies

    White, Sharon (GBR), chefe executivo da Ofcom

    Leon Wieseltier (EUA), bolsista sênior de Isaiah Berlin em cultura e política, The Brookings Institution

    Martin H. Wolf (INT), diretor-chefe do Financial Times

    James D. Wolfensohn (EUA), presidente e CEO da Wolfensohn & Company

    Pierre Wunsch (BEL), vice-governador do Banco Nacional da Bélgica

    Gerhard Zeiler (AUT), presidente da Turner International

    Jeffrey D. Zients (EUA), ex-diretor do Conselho Econômico Nacional

    Robert B. Zoellick (EUA), presidente não executivo da AllianceBernstein LP

    CHINA CORRUPTA

    domingo, 28 de maio de 2017

    Venezuela com Tareck El Aissami no poder… Emma Sarpentier para Rede Bunker da Cultura

    Emma Sarpentier para Rede Bunker da Cultura

    Nicolas Maduro foi afastado do cargo pelo parlamento venezuelano ( Com maioria da oposição) no dia 9 de janeiro sob o disfarce de “abandono do dever” previsto na Constituição até aqui, para o leitor pode parecer um Triunfo da” oposição sobre o regime que representa o Ditador Maduro, mas não é assim .
    A oposição social democrata conivente com o Ditador, tinha muitas razões para afastar o Maduro, um desses motivos poderia ser a nacionalidade de Nicolás Maduro (Ele não foi capaz de acreditar até agora que é Venezuelano ). No entanto, a oposição que se tornou maioria desde janeiro de 2016 não só permitiu o Maduro continuar usurpando o maior cargo do Poder Executivo também permitiu o Maduro nomear como Vice-Presidente a quem agora governa de Facto, seu Vice presidente Tarek El Aissami, um homem com descendência síria e ligado à organização terrorista Hezbolah .
    Tareck El Aissami chegou ao Chavismo sugerido por Fidel Castro e é um homem da linha-dura do Castrismo. A linha-dura do Castrismo assume então o controle do Chavismo e Irã colocou seu homem forte no poder da Venezuela.
    A oposição Social-Democrata permitiu que este personagem sinistro , acusado como colaborador da organização terrorista islâmica Hezbollah seja nomeado como vice-presidente.
    Desde a visita do presidente iraniano a Caracas em Setembro de 2016 a figura de El Aissami começou a crescer .O presidente iraniano teria proposto ao Chavismo para assumir o controle da desastrosa economia venezuelana , mas exigiu que seu homem (Tarek El Aissami) leve diante o destino da Venezuela
    Para o regime cubano esse movimento de xadrez foi perfeito
    El Aissami é o seu homem de confiança também . O Fóro de São Paulo, o Chavismo e Irã sempre tiveram uma relação estreita e sua luta sempre foi contra os Estados Unidos e Israel, e para essa finalidade têm utilizado os recursos da Venezuela.
    O Chavismo e vários Países do Mercosul concederam passaportes para os terroristas islâmicos e a partir de Caracas Tarek El Aissami e Hugo Chávez têm financiado Hezbollah.
    Fidel Castro, sempre prometeu que Cuba, Venezuela e Irã colocaram de joelhos aos Estados Unidos.
    E é por isso que veio Tarek El Aissami para endireitar o leme de uma “revolução” que cambaleia.
    O Parlamento Venezuelano nem o Tribunal de justiça comunicaram ao mundo que Nicolás Maduro foi afastado do poder.
    Maduro foi Afastado do cargo mas contínua a reagir como presidente.
    O homem forte do Irã, Tarek El Aissami foi incluído na lista de Narco-Terroristas pelo Governo dos Estados Unidos,mas é quem conduz o destino da Faminta Venezuela.