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segunda-feira, 10 de novembro de 2025

DECLARAÇÃO DE BALFOUR, o recibo de venda da Palestina

 

Um membro do governo inglês acerta com um banqueiro apátrida
a partilha das terras de terceiros. Inacreditável !

O recibo de venda da Palestina

Ao final do Séc. XIX, o judeu Theodoro Herzl (Benjamin Ze ev) mostrou a sua desfaçatez e insolência ao propor a compra da Palestina ao Sultão Abdul Hamid II, do qual teve de ouvir a seguinte resposta:

Os judeus podem poupar os seus milhões porque quando o meu império for desmembrado, provavelmente receberão a Palestina em troca de nada… mas só o nosso cadáver poderá ser esquartejado …

As Memórias do último sultão otomano, anotadas por sua filha, a princesa Aïché Osmanoglou, contam as sinistras atividades dessa espécie de conspiradores que até hoje insistem, cinicamente, que não houve — e que não há — nenhuma conspiração judeo-sionista. Entre os traidores que o rodeavam, Hamid II também denunciou Calouste Gulbenkian, com quem teve contato através do seu dissimulado ministro das finanças, Cavit Bey (David-bey) por ter contribuído para a sua deposição em 1909:

Outras potências menos evidentes tinham engrossado as fileiras dos meus adversários. Herzl? Depois de ter compreendido que jamais obteria de mim a Palestina, tinha-se juntado às forças na sombra para me abaterem. Um dos quatro deputados que vieram anunciar a minha deposição foi Carasso, um judeu muito próximo de Herzl. Aliás, Carasso não se ficou por aí, visto que também é o elo de ligação entre a União e Progresso e a franco-maçonaria, à qual pertence … como você mesmo, meu caro Bey! …


In Avec mon père le sultan Abdulhamid

Não é de se estranhar, portanto, que certos políticos e acadêmicos e uns historiadores judeus tivessem falsificado a História e difamado o Sultão Hamid II, a quem chamavam rancorosamente de “Abdul, o Maldito”, cujas virtudes como homem e como estadista estão sendo resgatadas por pesquisadores e historiadores sérios.

Durante a dissolução do Império Otomano, as várias organizações judias procuraram outros meios e outros associados que, ao contrário de Hamid II, fossem complacentes e venais. Adolf Hitler, ainda com dezenove anos de idade, nem de longe podia imaginar os conluios e “acertos” que se formavam e instalavam por toda a Europa e nas Américas… Finalmente, e não por acaso em plena Guerra Mundial, em novembro de 1917, o pau-mandado Balfour assinou esse, dos muitos “papéis”, “contratos” e “acordos” que iriam tumultuar irremediavelmente o Oriente Médio.[1]

O esquisito bilhete, datilografado em papel comum, nem ao menos leva o timbre ou o selo oficial do “Secretário de Assuntos Estrangeiros do Governo de Sua Majestade”; o que demonstra, claramente, o incômodo e o mal-estar das autoridades britânicas ao se envolverem em negócios tão escusos. Repare-se que a mensagem não é dirigida aos bandos de terroristas da “Federação Sionista” mas, significativamente, a um banqueiro internacional.

Evidentemente circulou nessa obscura negociata entre o “governo de Sua Majestade” e o banqueiro Rothschild, cujos descendentes continuam a cavilosa tradição, muito mais aquele ouro judeu recusado por Hamid II, do que a prosaica “simpatia britânica com as aspirações judeo-sionistas”. Trinta anos depois, esses sinistros personagens lograram, no grito, o “registro em cartório” desse conluio vergonhoso.

Eis, em fac-símile, o bilhete datilografado ao qual os judeus logo se apressaram a chamar pomposamente, “Declaração Balfour”:

Prezado Lord Rothschild,

Tenho muito prazer em transmitir-lhe, em nome do Governo de Sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia com as aspirações judeo-sionistas que foram apresentadas ao Gabinete e aprovadas por ele:

“O Governo de Sua Majestade vê com simpatia o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu e envidará seus melhores esforços para facilitar a conquista desse objetivos, ficando claramente entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos religiosos e civis das comunidades não judaicas existentes na Palestina ou os direitos e condições políticas usufruídas pelos judeus em qualquer outro país.”

Agradeceria que o senhor levasse essa declaração ao conhecimento da Federação Sionista.

Atenciosamente,

Arthur James Balfour

O burlesco dessa história de “terra prometida” é que antes, Javé lhes havia prometido as Terras de Canaã e agora, a Sua Majestade Imperial lhes vende as Terras da Palestina … mas como se pode “prometer” ou “vender” os bens e as terras que pertencem a outros?

Em The question of Palestine (Nova York, Vintage Books, 1980) Edward Said analisa essa estranha “declaração balfour”. Eis um pequeno trecho desse livro:

O que é importante a respeito da declaração é que, em primeiro lugar, durante muito tempo, ela foi a base legal para as reivindicações sionistas em relação à Palestina e, em segundo lugar, e mais importante para os nossos objetivos aqui, que foi uma declaração cuja força só pode ser avaliada quando as realidades demográfica e humana da Palestina ficarem bem claras em nossas mentes. Isto é, a declaração foi feita (a) por um poder europeu, (b) a respeito de um território não-europeu, (c) num claro desrespeito à presença e aos desejos da população nativa residente no território e (d) tomou a forma de uma promessa sobre este mesmo território por um outro grupo estrangeiro, a fim de que esse grupo estrangeiro pudesse, literalmente, fazer desse território uma nação para o povo judeu.

Gandhi, em 1938, repudiou o mandato britânico por considerá-lo ilegal e imoral e, decorrentemente, denunciou como crime contra a humanidade qualquer “acordo” com o fito de despojar o povo palestino da sua terra e pátria ancestral.

No dia 14 de maio de 1948 a Inglaterra retirou-se da Palestina, entregando escandalosamente o seu aparato bélico e o enorme arsenal militar aos terroristas judeus do Haganá, do Irgun e do Stern, cumprindo assim a outra obscura cláusula da sinistra negociata balfour-rothschild: “… envidaremos os melhores esforços …”. Posteriormente, e no decorrer dos anos, o lobby judeu no Congresso americano vem desenvolvendo e aperfeiçoando essa cínica e macabra função de armar e financiar o brutal invasor.

NOTA:

[1] É escandalosamente evidente nessa ladina movimentação judaica que, já desde muito antes de 1917, a escalada da ganância e da brutalidade judeo-sionista sobre a Palestina, não foi, não era, e nem veio a ser decorrente, ou conseqüência, da futura ascensão do nazismo na Alemanha, e muito menos ainda da falácia do alegado “holocausto judeu”, como agora tentam nos impingir.

quinta-feira, 6 de novembro de 2025

A Indústria do Holocausto

 

Instrumento de exploração

Para o cientista político, Norman Finkelstein, o Holocausto é uma indústria que exibe como vítimas o grupo étnico mais bem-sucedido dos Estados Unidos, permitindo então a apropriação de mais recursos financeiros e, ao mesmo tempo, articular uma campanha de autopromoção por meio da imagem de vítimas.

A exploração do sofrimento dos judeus europeus

O cientista político norte-americano Norman Finkelstein é autor da obra “A Indústria do Holocausto”, publicada em 2000 nos Estados Unidos e na Europa, e lançado aqui no Brasil em 2001. Decorre do conceito original de Finkelstein esta configuração industrializada para o processo de reprodução e promoção dos “dogmas e interesses ocultos do Holocausto”(p. 14), os quais “forçam laços importantes com o judaísmo e o sionismo”(p. 54).

“Indignado com a falsificação atual e grosseira exploração do martírio judeu”*, Finkelstein denuncia em sua obra a manipulação do sofrimento dos judeus europeus durante a Segunda Guerra Mundial, principalmente durante o episódio histórico denominado Holocausto. Para ele, o Holocausto é uma indústria que exibe como vítimas o grupo étnico mais bem-sucedido dos Estados Unidos, permitindo então a apropriação de mais recursos financeiros e, ao mesmo tempo, articulando uma campanha de autopromoção por meio da imagem de vítimas.

* (coordenação das sentenças às pgs. 16 e 18.)

Outro ponto polêmico na argumentação de Finkelstein é o pagamento de indenização aos sobreviventes do alegado genocídio. Segundo sua tese, o dinheiro não chega ao seu destino e, no extremo do exagero, o número de sobreviventes dos campos de concentração é aumentado para chantagear bancos suíços, indústrias alemãs e países do Leste Europeu, sempre em busca de mais verbas.


Norman Finkelstein

O caso Greta Beer – uma extorsão holocáustica

Durante o processo de extorsão dos bancos suíços, que culminou com o pagamento de US$ 1,5 bilhões, um dos mais marcantes episódios ficou por conta da encenação de Greta Beer.

Greta Beer exigia a restituição do saldo atualizado da conta de seu pai, Siegfried Deligdisch, originário da Romênia, e que segundo ela, mantinha-a em algum banco suíço. Em 1996, esta exigência engrossava o coro por indenizações contra os “frios” banqueiros suíços. Mesmo após longa procura por documentos ou registros que comprovariam a existência desta conta, a Comissão Volcker não encontrou qualquer vestígio.

Diante da inexistência de provas, a grande vantagem de Greta Beer era seu dom artístico: diante das câmeras, suas lágrimas e dotes teatrais obtiveram o impacto esperado pela Indústria do Holocausto. Mesmo não tendo apresentado qualquer evidência documental, Greta Beer recebeu a seu favor do juiz Edward Korman, de Nova Iorque, a sentença de 100.000 dólares de indenização por “seu mérito no fechamento do acordo” com os bancos suíços.

A grande surpresa para todos os envolvidos neste caso aconteceu, entretanto, no início de 2005: a conta do pai de Greta Beer apareceu! Mas não na Suíça, e sim em Israel!! E não somente o pai dela abriu e manteve uma conta em Israel, mas também outros milhares de judeus. Até agora foram encontradas cerca de 3.600 “Holo-Contas” em Israel, as quais alegadamente deveriam estar nos bancos suíços…

Excertos da obra

Nos últimos anos, a indústria do Holocausto tornou-se uma completa farra de extorsão. […] O rabino Arthur Hertzberg aborreceu ambos os lados (Nota: organizações para a centralização das indenizações versus judeus independentes), ironizando que “não se trata de justiça, mas de uma luta por dinheiro”. Quando alemães ou suíços recusam pagar compensações, os céus se enchem com as virtuosas indignações das organizações judaicas. Mas quando as elites judaicas roubam os sobreviventes judeus, nenhuma ética é levada em consideração: só se trata de dinheiro. O Holocausto pode vir a se tornar o “maior roubo da história da humanidade” (p. 97, 99 e 145).

Eu me importo com a memória da perseguição de minha família. A campanha atual da indústria do Holocausto para extorquir dinheiro da Europa, em nome das “necessitadas vítimas do Holocausto”, rebaixou a estatura moral de seu martírio para o de um cassino de Monte Carlo. Além dessas preocupações, no entanto, estou convencido de que é importante preservar – lutar – pela integridade do registro histórico. […] afirmo que “O Holocausto” é uma representação ideológica do holocausto nazista (neste texto, holocausto nazista significa o fato histórico real, O Holocausto, sua representação ideológica). Como a maioria das ideologias, ele tem conexão, embora tênue, com a realidade. O Holocausto não é uma arbitrariedade, mas uma construção internamente coerente. Seus dogmas centrais sustentam interesses políticos e de classes. Na verdade, O Holocausto provou ser uma indispensável bomba ideológica. Em seus desdobramentos, um dos maiores poderes militares do mundo, com uma horrenda reputação em direitos humanos, projetou-se como um Estado “vítima”, da mesma forma que o mais bem-sucedido agrupamento étnico dos Estados Unidos (Nota: os judeus) adquiriram o status de vítima. […] O despertar do Holocausto, observa o respeitado escritor israelense Boas Evron, “é atualmente uma doutrina oficial de propaganda, um martelar de slogans e uma falsa visão do mundo, cujo objetivo real não é entender o passado, mas manipular o presente.” Em si, o holocausto nazista não serve a qualquer agenda política particular. Ele pode até motivar com facilidade discordâncias como o apoio à política de Israel. Vista de um prisma ideológico, no entanto, “a memória do extermínio nazista” surgiu para servir — nas palavras de Evron — “como uma poderosa ferramenta nas mãos da liderança israelense e dos judeus estrangeiros”. O holocausto nazista tornou-se O Holocausto (p. 13, 18 e 53).

Nem toda literatura revisionista — apesar da política grosseira ou da motivação de seus ativistas — é totalmente sem efeito. Lipstadt estigmatiza David Irving “como um dos mais perigosos difusores da negação do Holocausto” (ele recentemente perdeu um processo por calúnia na Inglaterra contra ela por estas e outras declarações). Mas Irving, notório admirador de Hitler e simpatizante do nacional-socialismo alemão, apesar disso, como observa Gordon Graig, tem dado uma “indispensável” contribuição ao nosso conhecimento sobre a Segunda Guerra Mundial. Tanto Arno Mayer, em seu importante estudo sobre o Holocausto nazista, quanto Raul Hilberg citam publicações que negam o Holocausto. “Se esta gente quer falar, deixem”, diz Hilberg. “Eles apenas conduzem os que, como nós, fazem pesquisas, a reexaminar o que poderíamos considerar como óbvio. E isso nos é muito útil” (p. 81). […] Apesar de toda essa retórica, não há prova de que os negadores do Holocausto exerçam mais influência nos Estados Unidos do que no restante da sociedade terrena. Dada a falta de sentido da agitação diária promovida pela indústria do Holocausto, é de espantar que haja tão poucos “céticos”. Não é difícil detectar as razões por trás dos protestos de uma difundida negação do Holocausto. Numa sociedade saturada com O Holocausto, como justificar que mais museus, livros, cursos, filmes e programas sejam necessários para expulsar o fantasma da negação do Holocausto?” (p. 78).

Em um ensaio brilhante, o historiador David Stannard ridiculariza os “programadores da pequena indústria do Holocausto por disputarem a singularidade da experiência judaica com a mesma energia e engenhosidade de teólogos fanáticos” (p. 54).

Em essência, cada identidade formou-se numa história particular de opressão; os judeus, em concordância, inserem sua própria identidade étnica no Holocausto. Apesar disso, entre os grupos que denunciam sua vitimização, incluindo negros, latinos, índios americanos, mulheres, gays e lésbicas, só os judeus não estão em desvantagem na sociedade americana. De fato, a política de identidade e O Holocausto tiveram lugar entre os judeus americanos não por seu status de vítima, mas por eles não serem vítimas. […] Uma infinidade de recursos públicos e privados tem sido investida para manter a memória do genocídio nazista. A maioria do que foi produzido não presta, não passa de um tributo ao engrandecimento judeu e não ao seu sofrimento. […] No rastro dos pavorosos ataques de Israel contra o Líbano em 1996, que culminou no massacre de mais de uma centena de civis em Qana, o colunista do Haaretz, Ari Sahvit, observou que Israel podia agir com impunidade porque “nós temos a Anti-Defamation League (…) o Yad Vashem e o Museu do Holocausto”. […] Tornando os judeus irrepreensíveis, o dogma do Holocausto deixa Israel e a colônia judaica americana imune a censuras legítimas. […] As pretensões de singularidade do Holocausto são intelectualmente pobres e moralmente desacreditadas, embora persistentes. A questão é: por quê, em primeiro lugar, um sofrimento único confere um direito único? O caráter de mal único do Holocausto, segundo Jacob Neusner, não só separa os judeus dos outros, como também dá aos judeus um “direito sobre todos esses outros”. Para Edward Alexander, a singularidade do Holocausto é um “capital moral”; os judeus precisam “exigir soberania” sobre esta “valiosa propriedade”. De fato, o caráter único do Holocausto — esta “reivindicação” sobre outras, este “capital moral” — serve como álibi privilegiado para Israel. “A singularidade do sofrimento judaico”, sugere o historiador Peter Baldwin, “soma-se às demais reivindicações que Israel pode fazer (…) sobre outras nações.” Portanto, de acordo com Nathan Glazer, O Holocausto, que se volta para a “peculiar distinção dos judeus”, dá a eles “o direito de se considerarem especialmente ameaçados e especialmente merecedores de todos os esforços necessários à sua sobrevivência”. […] ele tem sido usado para justificar políticas criminosas do Estado de Israel e o apoio americano a tais políticas. […] Para citar um exemplo típico, toda e qualquer justificativa da decisão de Israel de desenvolver armas nucleares evoca o espectro do Holocausto. Como se Israel, de qualquer modo, não partisse para o poder nuclear (p. 18, 43, 59, 60 e 87).

A chamada “sagração do Holocausto” por Novick é a mistificação mais praticada por Elie Wiesel. Para Wiesel, como observa Novick com exatidão, O Holocausto é efetivamente uma religião “misteriosa”. Assim, Wiesel enuncia que o Holocausto “conduz às trevas”, “nega todas as respostas”, “fica fora, talvez além, da história“, “desafia tanto o conhecimento quanto a descrição”, “não pode ser explicado nem visualizado”, “não é para ser compreendido ou transmitido”, marca a “destruição da história” e a “mutação para uma escala cósmica”. Só um pregador sobrevivente (leia-se: só Wiesel) está qualificado para divinizar seu mistério. Apesar do mistério do Holocausto, como Wiesel confessa, ser “incomunicável”; “não podemos sequer falar sobre ele“. É assim que, por 25 mil dólares (mais limusine com chofer), Wiesel dá palestras dizendo que “o segredo da verdade de Auschwitz repousa no silêncio” (p. 57).

As assustadoras dimensões da Solução Final de Hitler são agora bem conhecidas. […] O desafio hoje é restaurar o holocausto nazista como um tema racional de investigação. Só então poderemos aprender com ele. A anormalidade do holocausto nazista surge não do acontecimento em si, mas da exploração industrial nascida em torno dele (p. 156).

Para a organizada colônia judaica americana, essa histeria de um fabricado novo antissemitismo serviu a muitos propósitos. […] Na estrutura do Holocausto, o antissemitismo pagão é irracional e não-erradicável. […] A rede do Holocausto conceituou o anti-semitismo como uma estrita aversão irracional dos não-judeus pelos judeus. […] O Holocausto foi, portanto, um estratagema vantajoso para desmoralizar toda crítica aos judeus: esta crítica só poderia nascer de um ódio patológico. O dogma do Holocausto sobre o ódio eterno dos não-judeus serviu tanto para justificar a necessidade de um Estado judeu quanto para se beneficiar com a hostilidade dirigida a Israel. […] Esse dogma também conferiu total autoridade a Israel: como os não-judeus estão sempre querendo matar os judeus, eles têm todo o direito de se proteger ao menor ataque. Qualquer expediente usado por Israel, mesmo agressão e tortura, constitui legítima defesa. Deplorando a “lição do Holocausto” como uma eterna ameaça dos não-judeus, Boas Evron observa que ela “na verdade equivale a um ataque de paranóia. Esta mentalidade perdoa por antecipação qualquer tratamento desumano aos não judeus, prevalecendo o mito de que ‘todo mundo colaborou com os nazistas na destruição do povo judaico’, portanto tudo é permitido aos judeus em suas relações com os outros povos”. […] Ao agir agressivamente para defender seus interesses de classe e corporativistas, as elites judaicas estigmatizaram como antissemita toda oposição à sua nova política conservadora. Como ideologia, O Holocausto (capitalizado como já apontei) provou ser a arma perfeita para esvaziar as críticas a Israel (p. 41, 45, 48, 61 e 62).

de fato, o campo de estudos sobre o Holocausto está repleto de falta de sentido, quando não cheio de fraudes. […] Há muito tempo, John Stuart Mill reconheceu que as verdades, quando não submetidas a permanentes questionamentos, podem às vezes ‘perder o efeito da verdade pelo exagero da falsidade’” (p. 17 e 66).

Questionar o testemunho de um sobrevivente, denunciar o papel dos colaboradores judeus, sugerir que os alemães sofreram durante o bombardeio de Dresden ou que todos os países além da Alemanha cometeram crimes na Segunda Guerra Mundial — é tudo evidência, segundo Lipstadt (Nota: destacada autora antirrevisionista), da negação do Holocausto. E sugerir que Wiesel se aproveitou da Indústria do Holocausto, ou mesmo questioná-lo, também é negar o Holocausto. […] Em anúncio de página inteira no New York Times, astros da Indústria do Holocausto como Elie Wiesel, o rabino Marvin Hier e Steven T. Katz condenaram “a negação do Holocausto feita pela Síria”. O texto investia contra o editorial de um jornal do governo sírio que acusava Israel de “inventar histórias sobre o Holocausto” no intuito de “receber mais dinheiro da Alemanha e de outros sistemas ocidentais”. Lamentavelmente, a acusação da Síria é verdadeira. A ironia, perdida tanto pelo governo sírio quanto pelos signatários do anúncio, é que a própria história das muitas centenas de milhares de sobreviventes constitui uma forma de negação do Holocausto (p. 13 e 80).

Na sentença que censurou previamente a exposição do tema do Holocausto em um desfile da escola de samba Viradouro, a juíza Juliana Kalichsztein incidiu especialmente na ironia aludida nesta última sentença de Norman Finkelstein: “O carnaval brasileiro, especialmente na Cidade Maravilhosa, é evento mundialmente conhecido, esperado e transmitido por diversos veículos de informação dentro e fora das fronteiras do país. Apesar de, em sua essência, pretender passar alegria, descontração e alertar a população sobre fatos importantes que ocorreram e ocorrem através dos anos, um evento de tal magnitude não deve ser utilizado como ferramenta de culto ao ódio, de qualquer forma de racismo, além da clara banalização dos eventos bárbaros e injustificados praticados contra as minorias, especialmente cerca de seis milhões de judeus (diga-se, muitos ainda vivos) liderados por figura execrável chamada Adolf Hitler.” – NR

O reconhecimento da singularidade do Holocausto é o reconhecimento da supremacia judaica. O Holocausto é especial porque os judeus são especiais. Os judeus são “ontologicamente” excepcionais. Marcando o clímax do ódio milenar dos não-judeus pelos judeus, o Holocausto autentica não apenas o sofrimento único dos judeus como também a singularidade judaica. […] Para a Indústria do Holocausto, todos os assuntos judaicos pertencem a uma categoria separada, superlativa — o pior, o maior… […] Se o Holocausto não teve precedente na história, ele deve estar acima e, portanto, não pode ser alcançado pela história. Sem dúvida, o Holocausto é único porque inexplicável, e inexplicável porque único (p. 56, 60 e 103).

O Racismo de Mordechai e Guevara

 

“Ninguém pode negar que Che Guevara era tão direto com as palavras quanto no uso do fuzil para estourar os miolos dos seus prisioneiros políticos.”

O Racismo de Che Guevara

O argentino Ernesto “Che” Guevara, como todos sabem, perambulou pela América do Sul de moto. Como todos sabem, ele o fez para tentar compreender melhor a realidade latino-americana. Como todos sabem, ele se tornou o Messias que ressuscitará dos mortos, voltará no dia da Revolução e subirá aos céus ao lado de Stalin todo-poderoso, que há de julgar os vivos e os mortos. Isso todos sabemos. O que poucos sabem é que, durante a sua peregrinação pelos recantos escondidos do Novo Mundo, Che Guevara fez algumas anotações interessantes e bastante elucidativas, como a seguinte:

“Os negros, esses magníficos representantes da raça africana, que conservam sua pureza racial por uma falta de afinidade com o tomar banho, veriam sua seara invadida por uma raça diferente de escravos: os portugueses. As duas raças agora compartilham uma experiência comum, cheia de querelas e discussões. A discriminação e a pobreza os unem numa batalha diária pela sobrevivência, porém suas atitudes diferentes em relação à vida os separam por completo: o negro é indolente e irresponsável, gasta seu dinheiro em frivolidades e bebida; o europeu vem de uma tradição de trabalho e poupança, que o acompanha até este canto da América e o impulsiona para ir além, até mesmo independentemente, de suas próprias aspirações”.

Ninguém pode negar que Che Guevara era tão direto com as palavras quanto no uso do fuzil para estourar os miolos dos seus prisioneiros políticos. Num só parágrafo ele ataca dois povos inteiros – africanos e portugueses – em várias frentes, desde as questões de higiene até certos traços de personalidade que ele julga serem próprios deles. Gostaria de saber o que ele faria num país onde essas duas etnias fossem abundantes.

A propósito: não, companheiros e camaradas, eu não inventei isso. Está na renomadíssima biografia Che Guevara – Uma Biografia, de Jon Lee Anderson, mais precisamente à página 114. Esta é a primeira edição. O ano,1997. A Editora, a Objetiva.

O Racismo de Moses Mordechai Levi

Karl Marx é o herói de alguns líderes sindicalistas e organizações de direitos civis, inclusive aqueles que organizaram o recente protesto contra a legislação de imigração que foi proposta nos EUA. É fácil ser marxista para alguém que não leu o que Marx escreveu. A maioria das pessoas que leram concorda que as predições de Marx acerca do capitalismo demonstraram estar totalmente erradas.

O que a maioria das pessoas não sabe é que Marx era totalmente racista e anti-semita. Ele não dava importância aos mexicanos. Com relação à anexação da Califórnia depois da guerra entre o México e os Estados Unidos, Marx escreveu: “Sem violência, não dá para se chegar a realizar nada na historia”. Então ele diz: “Será que é falta de sorte que a magnífica Califórnia tenha sido tomada dos preguiçosos mexicanos que não sabiam o que fazer com ela?” Friedrich Engels, co-autor com Marx do Manifesto do Partido Comunista, acrescentou: “Nos Estados Unidos, testemunhamos a conquista do México e nos alegramos com isso. É para o interesse de seu próprio desenvolvimento que o México seja colocado sob a tutela dos Estados Unidos”. Pode-se achar muitas das idéias de Marx num livro escrito pelo ex-comunista Nathaniel Weyl, intitulado “Karl Marx, Racist” (1979).

Numa carta de julho de 1862 para Engels, em referência a Ferdinand Lassalle, seu competidor político socialista, Marx escreveu: “…é agora completamente evidente para mim que, como provam a formação de seu crânio e seus cabelos, ele descende dos negros do Egito, presumindo que sua mãe ou avó não tinha cruzado com um preto. Ora, essa união de judaísmo e germanismo com uma substância negra básica deve produzir um produto peculiar. A impertinência do camarada é também característica dos pretos”.

Engels também tinha muitas das convicções filosóficas raciais de Marx. Em 1887, Paul Lafargue, que era o genro de Marx, havia se candidatado a uma vaga num distrito de Paris que continha um zoológico. Engels afirmou que Paul tinha “um oitavo ou um décimo de sangue de preto”. Numa carta de abril de 1887 para a esposa de Paul, Engels escreveu: “Estando em sua qualidade como preto, um grau mais próximo do resto do reino animal do que o resto de nós, ele é sem dúvida alguma o representante mais adequado desse distrito”.

Marx e Engels tinham em comum uma idéia muito comum em toda a historia da humanidade até hoje: a idéia de que algumas pessoas são dotadas com inteligência e sabedoria superior, e foram nomeadas para impor à força essa sabedoria nas massas.

FONTE: Blog Naturalis

Discriminação contra os Arianos

 

Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.

“Raça não é uma construção social; a sociedade é uma construção racial…

Reza o inciso IV do artigo 3º da Constituição Federal que:

“Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

IV — promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.

Hoje, tenho eu a impressão de que o “cidadão comum e branco” é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se auto-declarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

Assim é que, se um branco, um índio ou um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles. Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.

Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros – não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também – passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 183 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele.

Nesta exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não índios foram discriminados.

Aos “quilombolas”, que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram, do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef, o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências, algo que um cidadão comum jamais conseguiria.

Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem este “privilégio”, porque cumpre a lei.

Desertores e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para “ressarcir” àqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que é de se perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?

Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU, da Escola de Comando e Estado do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.

Brasil rumo ao bolchevismo

 

Pergunte-se, caro leitor, se você escolheu algum dos tais ministros, que com uma filosofia de prostíbulo, impuseram tal abominação. Como algo de tal importância e dimensão, que afetará todo o país, pode ter sido decidido da forma que foi?

Com este estupro da constituição, além de inúmeros benefícios estatais, os constituintes da “nova família” poderão adotar crianças.

Não é o assunto atual abordado pelos nossos togados, mas mostra o curso já adotado há muito tempo… – NR.

Brasil, de gigante do futuro à República Federativa de Gângsteres.

Ler um jornal ou ver um noticiário no Brasil se tornou um verdadeiro exercício de paciência e determinação. A visível manipulação das notícias está alcançando um nível tal de descaramento que, apenas sendo um completo boçal ou o mais submisso escravo do sistema para não se dar conta disto. Com tradicional hipocrisia e cinismo, eles se auto-rotulam com pomposos nomes tais como imprensa livre, voz do povo, consciência coletiva e opinião pública.

É perceptivelmente claro como o Brasil caminha a largos passos rumo a uma bolchevização cada vez mais completa. O governo da infame ex-guerrilheira tenta espalhar seus tentáculos tuberculosos em tudo o que for possível. O povo, emburrecido e imbecilizado, aplaude de pé ao réquiem de seu próprio funeral. O que será necessário para que as pessoas acordem de seu estupor?

A população parece envolta em uma espécie de transe diabólico. A dominação mental que o marxismo cultural alcançou em nossas terras é realmente impressionante. A estúpida e diabólica programação televisiva executa fielmente os ditados da nova ordem mundial. Nova ordem esta que nada tem a ver com aquela anunciada por Hitler e Mussolini, que significaria o fim da exploração plutocrática e o início de uma era onde valeria o trabalho e a autodeterminação das nações. Esta ordenação segue uma velha cartilha para implosão dos povos e sua conseqüente escravização.

A meta imediata deles parece ser a criação de uma lei contra a homofobia. Não existe um único dia em que não se reproduz, exaustivamente, uma enxurrada de supostas agressões contra homossexuais. Estatísticas falsificadas são apresentadas e tudo é degustado passivamente pela sociedade. Seja uma briga entre esses próprios indivíduos ou mesmo um assassinato onde drogas e prostituição estejam envolvidas, a notícia é sempre a mesma: homofobia.

Esse chavão foi cunhado e posto em circulação pelo psiquiatra George Weinberg em 1966, a pedido da organização Gay Activist Alliance (GAA). Não possui qualquer base científica demonstrada, e é unicamente uma arma semântica para neutralizar os opositores do movimento homossexual. [1]

Sendo assim, o que esse termo ridículo significa, ninguém sabe ao certo. O que se sabe mesmo é que, se tal aberração jurídica for aprovada, todos aqueles que não concordam com atitudes sodomitas serão passíveis de serem processados e condenados. A simples citação de algum termo não politicamente correto para se referir aos tais elementos será crime.

Desta forma, vai se criando mais um grupo privilegiado dentro do estado. Vai se constituindo a minoria intocável pela lei. Pois, se um cidadão, pai de família, que acorda todos os dias as 4, 5 horas da manhã para sua pesada rotina de trabalho, para ganhar seu miserável salário mínimo e sustentar seus filhos. Se esse honrado e tão comum brasileiro, tem menos direito que as hordas que andam escandalosamente pelas ruas, se prestando a todo tipo de exibição esdrúxula, então que diabo de país é esse?

Com a PL 122, portanto, o pastor em sua igreja ou padre em sua paróquia, ao lerem a Bíblia e afirmarem que “os sodomitas e os afeminados não herdarão o reino dos céus” [2] já serão considerados odiosos homofóbicos. E ai daqueles que se opuserem ao “democrático” processo de homolatria. Estes serão (e já são) apontados como preconceituosos, intolerantes e nazistas pela mídia “livre”. O caso mais recente é o do Deputado Estadual do RJ, Jair Bolsonaro.

Bolsonaro caiu na armadilha de um “educativo” programa de TV, onde supostamente identificara o ato de namorar uma mulher negra com promiscuidade. Como esta ridícula acusação parece não ter “colado” perante a população, ele agora é carimbado e identificado como homofóbico.

Estampando as manchetes diárias, o deputado é vítima de quatro processos na puríssima assembléia legislativa do RJ, onde alguns poucos, porém barulhentos, asseclas da homossexualização estatal até já promoveram espalhafatosos protestos.

A tentativa desesperada de destruir o prestígio do deputado é bem simples. Ele é um dos únicos políticos que declaradamente é anti-comunista, anti-lobby gay e luta pelo direito dos militares e policiais. Há alguns meses denunciou a formulação de uma cartilha gay criada para ser distribuída nas escolas públicas para crianças de 8 anos!

Bolsonaro tem sido a pedra no sapato da bancada vermelha e de sua agenda para aniquilação do que resta de bom na sociedade brasileira. Daí ele ser a “bola da vez” a ser na lista desses interesses obscuros.

Mas se quem não coaduna com atos homossexuais irá para trás das grades como um “terrível” intolerante propagador de ódio, semelhante destino terá qualquer pessoa, seja um erudito acadêmico ou historiador independente que apresentar um estudo diferente sobre um polêmico episódio da história.

Sim, caros senhores, um determinado grupo de indivíduos articula leis visando também a criminalização do revisionismo histórico. [3]

De qualquer modo, se depender da vereadora Teresa Bergher (PSDB), talvez em breve, os alunos das escolas municipais do RJ terão uma surpresinha. A tal vereadora cita o clube maçônico da ONU como sua inspiração para criar um nefasto projeto de lei tornando obrigatório o “ensino do holocausto”. [4]

Como algo que não se sustenta histórica nem cientificamente pode fazer parte de um currículo escolar? Este tipo de proposta objetiva claramente a instrumentalização do ensino para uma agenda pró-sionista e pró-comunista. Isto é óbvio! Basta notar que a história do terror marxista no mundo, bem como a criação do estado de Israel com o roubo da Palestina, não estarão presentes integralmente nos livros. Com isso, tenta-se envenenar as mentes dos alunos desde sua juventude.

Não aguardando um momento sequer, a escalada da repressão continua. O brutal assassinato de várias crianças por um criminoso enlouquecido no RJ foi o acontecimento perfeito para um velho sonho dos marxistas. Tão logo os corpos das vítimas eram retirados do colégio, palco do massacre, já era possível ouvir os brados de certo senhores, clamando por um desarmamento da população. [5]

O sangue dos inocentes ainda nem tinha sido limpo das paredes e já se fazia de tudo para articular um novo plebiscito sobre o tal desarmamento. Ainda que referido evento tenha se realizado em 2005, mostrando que 63,94% do povo brasileiro eram contra a proibição. [6]

Com a ridícula desculpa de que a maior parte das armas em posse de bandidos é de origem roubada de casas, certos políticos, de nebuloso histórico, juntamente com determinados grupos de mídia, que ultrapassam os limites da repugnância, iniciam uma campanha de alarde, medo e lavagem cerebral da população.

Usando de sofismas e malabarismos lingüísticos, fazem de tudo para tirar um meio do cidadão se defender. Mas parece haver mais do que apenas isso. É fato que, em muitos países que estavam prestes a serem bolchevizados foram implementadas leis vetando a posse de armas pelo povo.

Se até certo grau o processo de bolchevização do Brasil ainda está em andamento, em outro, entretanto, ele parece já ter alcançado o seu ápice. É na arte em geral que a relativização, a planificação e o igualitarismo antinatural do comunismo já dominam soberanos.

O marxismo cultural é concreto e real. Ele é a consumação do fetichismo multicultural dos poderes fácticos. Isto é patente e apenas sendo um portador de doenças mentais ou completo alienado para não vê-lo.

Na música, não se contentaram em produzir aberrações sonoras. Ao elevarem o asqueroso funk carioca ao nível de patrimônio cultural, rebaixam e humilham um Villa Lobos. Na pintura, o abstrato e o moderno foram apenas um primeiro ato de rebeldia contra a excelência da beleza, pois agora, até imundas pichações são tidas como manifestações artísticas. Na escultura só há espaço para pregos e parafusos retorcidos. Até mesmo na arquitetura, louvam as niilistas obras de Oscar Niemeyer. Inveterável marxista e famoso idealizador da estéril Brasília. Este abominável personagem teve a cara de pau dizer, em uma entrevista datada de 2009, que Stálin era um “rapaz como todos os outros… alegre”.

***

Brasil, de gigante do futuro à República Federativa de Gângsteres. Desde o fim da ditadura militar, caminhando cambaleante e moribundo. Quando será dado o último passo rumo à cova rasa, não sabemos. Este fim, todavia, não parece assim tão distante.

Muitos irão ponderar que o comunismo é algo velho, ultrapassado, não funciona. Que a União Soviética se desintegrou e que esta chaga não é mais que uma mera lembrança. Esta é uma visão superficial e uma forma medíocre de tratar a realidade.

Antigo, em termos históricos, não é, já que seu parto se iniciou na revolução francesa. Ultrapassado, também, não é o termo correto para tratá-lo, pois sendo um sistema de idéias, não pode ser analisado assim, mas como correto ou errado. Por último, o fato de “não funcionar” alude, supostamente, apenas ao sistema financeiro/econômico. Esta é uma afirmação que também não se sustenta, vide a moderna economia capitalista da China vermelha.

O comunismo é sim uma ameaça verdadeira. No momento, vivemos assolados por mais de dezesseis anos pelo bolchevismo rosado. Quando deixará de usar suas iníquas leis, se transformar em vermelho sangue e utilizar o poder da metralhadora, não se pode prever.

A população, subjugada cultural, intelectual e espiritualmente, entregue ao hedonismo mais individualista e escrava de seus corruptos vícios está à mercê do bel prazer desses conquistadores.

Por último, há de se notar que quanto mais capitalista e democrática é uma sociedade e seu governo, tanto mais rumam em direção ao bolchevismo marxista. Simples e lógico, uma vez que, o comunismo é o fruto mais amado do super-capitalismo.

Nota adicional: Após este artigo ser escrito, o Supremo Tribunal Federal, em 05/05/2011, decidiu pela alteração da compreensão de unidade familiar para a união de indivíduos do mesmo sexo. Pergunte-se, caro leitor, se você escolheu algum dos tais ministros, que com uma filosofia de prostíbulo, impuseram tal abominação. Como algo de tal importância e dimensão, que afetará todo o país, pode ter sido decidido da forma que foi? Com este estupro da constituição, além de inúmeros benefícios estatais, os constituintes da “nova família” poderão adotar crianças.

Democrático. Mui democrático. Extremamente democrático. Asfixiantemente democrático!

A escolha sexual dos indivíduos é algo pessoal e pertence ao espaço limitado por quatro paredes. Porém, com a decisão do STF que não fez qualquer ressalva à adoção de crianças por casais homossexuais, chegou-se ao cúmulo da perversão moral. Ao envolver um terceiro – ainda mais uma criança – a causa da legalização da união homossexual aniquilou qualquer resquício de “razão” que ainda poderia existir – NR.

“Quem escandalizar um destes pequeninos que acreditam em Mim, melhor seria para ele pendurar uma pedra de moinho ao pescoço e ser lançado ao fundo do mar.” São Mateus, cap. 18:6.

Viktor Weiß

Fontes:

[1] http://www.ipco.org.br/home/noticias/confirmado-a-“homofobia”-nao-existe

[2] 1 Coríntios 6:9. Novo Testamento, Bíblia.

[3] http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=179

[4] http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/04/25/alunos-da-rede-municipal-de-ensino-devem-ter-aulas-sobre-holocausto-924320665.asp

[5] http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/04/sarney-quer-plebiscito-sobre-desarmamento-para-outubro.html

[6] http://noticias.terra.com.br/brasil/referendodesarmamento/interna/0,,OI725143-EI5475,00.html