Bunker da Cultura Web Rádio

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segunda-feira, 18 de março de 2019

O governo patético

O governo com 3 meses já mostrou que não tem identidade, conhecimento, e principalmente capacidade. Afinal depender de um pseudo professor-filosofo semi analfabeto e auto exilado pelas suas falcatruagens em solo nacional, mostra bem a inconsequência e desocnhecimento de quem apoia os mesmos.
"Para não apagar o protagonismo do presidente Bolsonaro em sua viagem aos Estados Unidos seria melhor que o autodeclarado filósofo Olavo de Carvalho saísse de cena hoje e amanhã.
Ficou em segredo até a madrugada de hoje o que Olavo fez ou deixou de fazer durante o jantar para que seu brilho fosse admitido pelos comensais — entre eles, o ministro da Justiça, Sergio Moro.
Bolsonaro levantou um brinde a Olavo, mentor intelectual da família Bolsonaro e de parte do governo. E o ministro da Economia, Paulo Guedes, o apontou como “líder da revolução” liberal no Brasil.
Num surto de falsa modéstia, Olavo anunciara que iria ao jantar só “para comer”. Empanturrou-se de elogios, cortesias, reverências, e tudo mais o que o dicionário possa oferecer como sinônimos.
A véspera em Washington já fora dele, homenageado por expoentes da extrema-direita local com a exibição de um filme de louvaminhas a seu respeito. Olavo não perdeu a oportunidade.
Previu o futuro do governo Bolsonaro: “Se tudo continuar como está, já está mal. Não precisa mudar nada para ficar mal. É só continuar assim. Mais seis meses, acabou”.
Disse que Bolsonaro virou “uma camisinha” usada pelos militares que querem “restaurar o regime de 1964 sob um aspecto democrático. Se não é um golpe, é uma mentalidade golpista”.
Lembrou que só teve dois contatos com o professor Ricardo Vélez Rodriguez, indicado por ele para ministro da Educação. O segundo contato foi para manda-lo “enfiar o ministério no …”.
E, por fim, revelou seu grande desejo: “Eu quero mudar o destino da cultura brasileira por décadas ou séculos à frente. Estou tentando formar uma geração de intelectuais sérios”.
Encantado com as palavras de Olavo, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o novo presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, confessou: “Sem Olavo, não haveria eleição de Jair Bolsonaro”.
Coube ao ex-subsecretário para Assuntos Políticos dos Estados Unidos Thomas Shannon o comentário mordaz: “Nunca havia visto uma visita presidencial começar com um filósofo”.
Na verdade, Washington ainda não viu nada. A visita de mais um presidente brasileiro aos Estados Unidos — e logo de quem? — está mal começando. Promete".
Ricardo Noblat

sexta-feira, 15 de março de 2019

Celebrado em 15 de março, SAO LONGUINHO

Caio ajudava os pais agricultores na colheita para vender os produtos em feiras. Isso até os seus 18 anos. Por indicação de um amigo da família, entrou para o exército romano acreditando que essa seria sua chance de ganhar dinheiro para se casar. Depois de algumas batalhas, foi enviado a Jerusalém e recebeu uma missão do governador Pôncio Pilatos: acompanhar a crucificação de Jesus. No Calvário, viu seus colegas quebrarem as pernas dos prisioneiros crucificados para apressar sua morte e presenciou o sofrimento do messias.
Para confirmar se Jesus já havia morrido, enfiou uma lança em um dos lados de seu abdômen. Foi quando saíram sangue e água do ferimento. Esta última respingou nos olhos de Caio, que mudou sua forma de enxergar o mundo. Naquele momento, o soldado sentiu a terra tremer e o dia virou noite. A partir de então, ele se arrependeu de seu ato, mudou seu nome para Longino e passou a peregrinar em nome de Cristo.

Estátua de São Longuinho exposta na basílica de São Pedro, no Vaticano / Wikimedia Commons

Longuinho virou monge e, seguindo recomendação dos apóstolos de Jesus, viveu por 30 anos em Cesaréa da Capadócia. Dizem que ele também visitou os lugares por onde o messias passou.
Por ter se convertido, sofreu muitas afrontas. Certa vez, um homem o perseguia com imagens de deuses pagãos. Longuinho destruiu cada uma com um machado, e delas saíram espíritos malignos, que teriam cegado o homem. O ex-soldado avisou que ele só seria curado após sua conversão, o que aconteceu durante uma prece de Longuinho.
Por ordem do imperador Otávio, o novo pregador da palavra de Deus acabou preso e torturado. Sua língua foi cortada e seus dentes arrancados. Mártir, foi canonizado, apesar de não existir comprovação histórica de sua existência. Sua lança, porém, é relíquia no Museu do Vaticano.
Há várias lendas a respeito do santo. Uma delas diz que ele se feriu antes de virar cristão e perdeu um braço. Outra diz que Longuinho casou-se com uma moça chamada Juliana e os dois formaram uma família cristã. A terceira é sobre o encontro dele com a Virgem. Ela apareceu para avisar que Jesus já o teria perdoado.
O culto ao santo no Brasil foi herdado dos colonizadores portugueses e espanhóis. Existem duas igrejas com imagens dele no país: Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas (MG), e Nossa Senhora da Escada, em Guararema (SP). Nesta, existe uma imagem esculpida em madeira por índios.
No Nordeste, o santo é chamado de Guinho. Uma tradição conhecida, principalmente entre crianças, é quando se invoca São Longuinho para encontrar objetos perdidos e se agradece dando três pulinhos ao ter o problema resolvido.

O santo de objetos perdidos

1. A lanterna na mão é um símbolo do seu poder de abrir caminhos e encontrar objetos perdidos.
2. A luz da lanterna sugere também que alcançou a iluminação depois que a água do corpo de Cristo respingou em seus olhos.
3. A sacola, o cajado e as vestes são típicos de monges peregrinos. Mas às vezes ele é representado com roupas de centurião e uma lança, instrumento que teria usado para perfurar o corpo de Cristo.
A oração
Glorioso São Longuinho, a ti suplicamos, cheios de confiança em tua intercessão. Sentimo-nos atraídos a ti por uma especial devoção, e sabemos que nossas súplicas serão ouvidas por Deus Nosso Senhor, se tu, tão amado por Ele, nos fizer representar. Tua caridade, reflexo admirável, inclina-se a socorrer toda a miséria, consolar todo o sofrimento, suprir toda necessidade em proveito de nossas almas e assegurar cada vez mais nossa eterna salvação, com a prática de boas obras e imitação de tuas virtudes. Amém.


quinta-feira, 14 de março de 2019

Dietrich Eckart – o mentor de Adolf Hitler

Dietrich Eckart, que descobriu Hitler em setembro de 1919, tornou-se mais tarde seu amigo e professor. […] O Chefe de Pessoal das SA, Ernst Röhm, organizou secretamente a remoção de Dietrich Eckart para Berchtesgaden. Alguns dias mais tarde, Adolf Hitler visitou-o.
“Escreveu poemas tão belos como Goethe”
Um papel especial foi interpretado nos primeiros dias do Nacional-Socialismo pelo poeta e dramaturgo Dietrich Eckart, o qual provinha de Neumarkt in der Oberpfalz e se filiou no Deutsche Arbeiter Partei no verão de 1919. O apogeu do seu trabalho filosófico é a tradução alemã da cena “Peer Gynt” de Hendrik Ibsen, a qual foi editada em 1912.
Eckart era também autor e editor de diversos periódicos anti-sionistas; por exemplo o semanário “Auf gut deutsch” que era publicado desde 1919 com o apoio da Sociedade Thule. Dietrich Eckart, que descobriu Hitler em setembro de 1919, tornou-se mais tarde um amigo e professor. Ele com os seus pontos de vista nacionalistas e anti-sionistas foi o exemplo ideológico de Hitler. Dietrich Eckart já estava convencido em 1920, que o sionismo tinha de ser destruído.

Dietrich Eckart
Eckart meteu-se em apuros quando em 1923, o procurador público decidiu durante o período da República de Weimar – o que na altura era muito comum – indiciar o escritor por difamação de caráter em ligação aos seus ataques anti-judaicos contra o Reichspräsident Friedrich Eben. A causa imediata estava num panfleto em dialeto bávaro, “Miesbacher Haberfesttreiben 1922”, no qual Friedrich Ebert era apresentado como um instrumento de interesses judaicos, anti-alemães. Dietrich Eckart não compareceu à sessão do “Leipziger Staatsgerichtshof”, a qual decorreu no dia 12 de março de 1923 e, portanto, foi emitido um mandado de apreensão. No final de abril tornou-se claro que a “Leipziger Kriminalpolizei” estava a procurar seriamente por Dietrich Eckart. Adolf Hitler ordenou que homens armados das SA se mantivessem em guarda em frente à sua casa, mas a prisão pareceu ser apenas uma questão de tempo. Christian Weber, um dos poucos amigos íntimos de Adolf Hitler e um dos primeiros lutadores do NSDAP – era o militante número 15 -, conhecia um retiro. Ele tinha um amigo, chamado Bruno Büchner que era fiança da casa de hóspedes Moritz, a posterior Platterhof no Obersalzberg sobre Berchtesgaden, ao qual o procurado Dietrich Eckart podia ser confiado. O Chefe de Pessoal das SA, Ernst Röhm, organizou secretamente a remoção de Dietrich Eckart para Berchtesgaden. Alguns dias mais tarde, Adolf Hitler visitou-o.

Sociedade Thule
Após a mal lograda marcha no Feldherrnhale, a 9 de novembro de 1923 – para a qual Eckart havia encorajado Hitler – ele foi levado sob custódia no dia seguinte. Devido à sua doença de coração, foi solto um pouco antes do Natal. No dia 26 de dezembro de 1923, Eckart falecia com cinquenta e cinco anos. Foi enterrado a 30 de dezembro no cemitério da montanha de Berchtesgaden. Ainda hoje é possível encontrar a impressionante lápide.
Após 1923, Adolf Hitler glorificou o seu mentor e “amigo paterno”, como lhe chamava em público, ao erguer a privilegiada sala Dietrich Eckart como um memorial. Nada estava autorizado a ser modificado neste quarto. Apenas lhe foi adicionado o busto do poeta. A Casa Castanha em Munique foi acrescentada. Quando, em 1938, se iniciou a renovação e extensão do Platterhof – os planos previam uma casa com 150 quartos e 300 camas bem como todos os outros quartos necessários – os edifícios antigos foram demolidos com a exceção do quarto Dietrich Eckart que permaneceu intocado. O novo Platterhof tinha de ser construído em volta deste quarto.
Eckart foi uma figura chave na rápida subida de Adolf Hitler. Posteriormente, era freqüentemente indicado como visionário porque já anunciava Adolf Hitler como futuro Führer dos alemães ainda no estágio inicial do Movimento.
Hitler, que se considerava como um discípulo de Dietrich Eckart e exprimiu numa homenagem que Eckart “escreveu poemas tão belos como Goethe“, honrou-o como nenhum outro dos seus antigos combatentes. No seu livro “Mein Kampf” chamava-lhe literalmente um mártir e dedicou-lhe a frase final do livro:
“E entre eles quero incluir aquele homem que como um dos melhores dedicou a sua vida à ressurreição do seu, nosso povo, tanto no pensamento como nos atos: Dietrich Eckart”.

O Antirracismo como Religião de Estado

O antirracismo tem a mesma obsessão com a raça que o sacerdote puritano tem pelo sexo. Hoje, o sexo se mostra tanto como uma indústria como a raça é violada e dissimulada. Mas na realidade essa dissimulação esconde uma presença obsessiva do conceito. O antirracismo tornou-se uma espécie de meta-religião, uma forma perversa e inconsciente de racismo, o sinal claro de uma obsessão racial. Mas o que é o racismo no fundo? Ninguém sabe explicar ou definir. Como em todas palavras abusivas e com fortes cargas emocionais, a palavra em si carece de significado. Ela se confunde com a xenofobia, e se fala assim de racismo mútuo dos croatas, sérvios e albaneses, quando suas disputas são de caráter nacional e religioso, mas não racial.

Aqui as posições interessantes são as de Claude Lévi-Strauss em sua obra "Raça e História" e do Zulu Kredi Mutwa, autor do famoso ensaio "Meu povo", que foi a crítica mais pertinente tanto do apartheid sul africano como do modelo de sociedade multirracial. Mas essa foi igualmente a opinião de Léopold Sedar Senghor, que teorizou sobre as noções de "civilização negro-africana" e "branca-europeia". Essas opiniões são hoje classificadas como gravemente incorretas.
No geral, as teses de Lévi-Strauss, de Kredi Mutwa e de Léopold Senghor concluem que a humanidade não é uma "mobilete", e que não funciona com misturas. Assim, enquanto a ideologia oficial nega o conceito de raça, na verdade está reconhecendo-o e fortificando-o. A sociedade francesa não reconhece que esse fato racial se impõe, proclamado por toda parte, começando pelos imigrantes. Nos subúrbios e nas "áreas sem direito", os franceses nativos são taxados pejorativamente como "galos" ou, mais frequentemente, como "queijos" ("petit fromages"). Embora as raças sejam censuradas como inexistentes e não se reconhecem nelas nenhuma realidade, a questão racial está mais presente do que nunca. 

É evidente que as 'raças puras' não existem e que o conceito não tem sentido biológico, pois toda população é o produto de uma "filo" genética muito diversa. Mas isso não elimina a existência do "fato racial", nem das raças. Mesmo uma população mestiça constitui um fato racial, e não se pode dizer que na América do Sul ou nas Antilhas a mestiçagem criou novas raças. Os antirracistas, que negam a realidade do conceito de raça, são favoráveis à "mestiçagem" e, portanto, negam sua própria realidade. Entendem talvez que com a mestiçagem as raças deixarão de existir? De forma dogmática se empenham em demonstrar 'cientificamente’ que as raças não existem, e que, portanto, a modificação do substrato biológico na Europa não terá consequência nenhuma, mas apenas influências benéficas. Esta é a tese envenenadora do "totem cultural", na qual sequer seus propagadores acreditam com seriedade.

Parte da ideologia oficial nega a existência de raças humanas, indicam as diferenças insignificantes nos cromossomos pessoais, mas, por outro lado, a lei proíbe as discriminações raciais "em nome da adesão ou não adesão de raça, etnia ou religião". Então, as raças existem ou não existem? Em uma simples lógica aristotélica ou leibniziana, é um absurdo reprimir aqueles que cometem um delito contra uma pessoa jurídica que não existe de fato. 

Por outro lado, se proclama a inutilidade das distinções raciais, mas se aplicam legalmente cotas de favoritismo racial. Negam "diferenças raciais" mas colocam um ponto nas "discriminações raciais positivas". (…) Como toda realidade antropológica e, mais geralmente, natural, o fato racial não é um "fato absoluto", mas é um fato. Sua negação atual pela ideologia dominante constitui o sinal e a prova de que a questão racial tornou-se fatídica. Toda civilização enferma tende a censurar a realidade de seu mal e torná-la em tabu. Não se fala de cordas na casa do enforcado. 

A ideologia hegemônica procede assim com um trabalho de silêncio, um segredo de família. 

O sociólogo negro sul-africano, de etnia zulu, Kredi Mutwa, escreveu em seu revelador livro "Meu povo" (Penguin Books, Londres, 1977): "Negar as diferenças fundamentais entre negros e brancos, as duas grandes famílias raciais da humanidade, e negar a natureza e a vida. É tão estúpido como afirmar que a feminilidade e a masculinidade não existem. Aqui se descobre uma falta de bom senso no espírito ocidental. O homem negro acusa em si mesmo mais que o branco sua personalidade racial, e é por natureza mais relutante em aceitar a utopia de um “homem universal". 

Da mesma forma, Leónine N'Diaye, em sua obra "Le Soleil" (Dakar, 021121987), escreve: "Assim como existem diferenças entre os povos brancos, entre hispânicos e nórdicos, por exemplo, também existe essa diferença entre as etnias tribais africanas. A humanidade é dividida em grandes famílias com sua própria personalidade, cultura e fato biológico". 

Entre os africanos, como entre os asiáticos, a naturalidade do fato racial não oferece problemas. É reivindicada com toda tranquilidade. A negação psicótica desse fator racial se apoia na esperança de que escondendo o fato social se pode purgar o pecado original do racismo e, simultaneamente, criar uma sociedade idílica, um paraíso extraterrestre. 

No censo da população francesa de 1999, o Instituto Nacional de Estatística não fez nenhuma referência à origem étnica ou religião. Os franceses não deviam conhecer as cifras reais, Max Claos, presidente do Instituto, explicou em Le Figaro (05/03/99): "Uma comissão de sociólogos explicou que a menor referência sobre o caráter étnico de uma cidade ou bairro poderia provocas reações racistas. O povo tende a acreditar que uma maioria de população magrebi ou africana cria insegurança". Fantástico!..como se "o povo" não percebesse por si a realidade ao andar nas ruas. Este é um perfeito exemplo de engano ao povo, de negligência do poder e de "transparência democrática". 

Porque o doente desconhece sua febre, por que se nega a olhar o termômetro? Por que os poderes que negam que a imigração é de fato um cataclismo social, que está em curso uma colonização, porque se comportam como se a migração não existisse? 

O Estado tornou-se o novo censor, por vezes se refere às populações afro-magrebes como "representantes da população que vive na periferia"... assombroso eufemismo. O Instituto de Estatística nega o fato étnico e racial e se nega a fazer alguma pergunta sobre esse fato. 

Os poderes públicos, atordoados pela psicose antirracista e pelo tabu étnico, dissimulam voluntariamente as cifras da imigração. Mas, ao mesmo tempo, destacam suas contradições, como convém a qualquer ideologia distanciada da realidade, pois implicitamente reconhecem o caráter étnico da colonização, reconhecem que os imigrantes desprezam a assimilação. Os poderes públicos colaboram com os imigrantes colonizadores para moldar a opinião pública. Pois em uma sociedade midiática as pessoas acreditam menos no que veem do que lhes insinuam na comunicação de massa. 

por Guillaume Faye

quarta-feira, 13 de março de 2019

A declaração de Dominique Venner

“Estou são de corpo e alma, cheio de amor para com a minha mulher e meus filhos. Eu amo a vida e não espero nada para além dela, a não ser a perpetuação da minha raça e do meu espírito. Portanto, na noite da minha vida, perante os imensos perigos para com minha pátria francesa e europeia, sinto o dever de agir enquanto ainda tenho forças. Penso ser necessário sacrificar-me para romper a letargia que nos abate. Ofereço o que ainda resta da minha vida numa intenção de protesto e de fundação. Escolhi um lugar altamente simbólico, a catedral Notre Dame de Paris que eu respeito e admiro, ela que fora edificada pelo génio dos meus mais antigos antepassados em lugar de culto, recordando nossas origens imemoriais.
Razões para uma morte voluntária
Enquanto muitos homens são escravos de suas vidas, meu gesto encarna uma ética de vontade. Entrego-me à morte com o fim de despertas as consciências adormecidas. Insurjo-me contra a fatalidade. Insurjo-me contra os venenos da alma e contra os desejos individuais invasivos que destroem as nossas âncoras identitárias, incluindo a família, a base íntima da nossa civilização multimilenar. Da mesma maneira que defendo a identidade de todos os povos em suas casas, também me insurjo contra crime que é a substituição do nosso povo.

Dominique Venner
O discurso dominante não pode deixar para trás as suas ambiguidades tóxicas, em que os europeus devem arcar com as consequências. Estando em falta um credo identitário para nos ancorar, nós partilhamos ainda uma memória comum que nos chega até Homero, repositório de todos os valores em que o nosso futuro renascimento será fundado em ruptura com a metafísica do ilimitado, a dolorosa fonte de todos os excessos modernos.
Peço antecipadamente desculpas a todos aqueles que sofrerem com a minha morte, em primeiro à minha mulher, aos meus filhos e netos, bem como aos meus amigos e seguidores. Mas, uma vez dissipado o choque e a dor, não duvido que irão entender o significado do meu gesto, transcendendo a sua tristeza em orgulho. Desejo que resistam juntos. Eles irão encontrar em meus recentes escritos a prefiguração e a explicação do meu gesto.”
Dominique Venner
O sacrifício pessoal em prol do coletivo é característica inerente à civilização ariana e talvez não possa ser compreendido em toda sua dimensão por aqueles que não fazem parte dela ou até mesmo por europeus “reeducados” à sombra da propaganda de guerra aliada – NR.

Os oito pecados capitais segundo Konrad Lorenz

Lorenz afirma que
“A humanidade contemporânea está em perigo. Ela corre numerosos riscos que o naturalista e o biólogo são os primeiros a perceber, quando ainda escapam ao olhar da maioria dos homens. É portanto dever do sábio tocar a campainha de alarme, ao invés de limitar-se, como é seu costume, à investigação dos fenômenos recém-descobertos.”
Não é por acaso que estas teses apareceram logo após a Revolução de 68 e após o início da década esquerdista que assolou o Ocidente. Elas foram uma reação a uma ideologia deformada e seus objetivos utópicos: o liberalismo descompromissado e o crescente individualismo de cada um, que desconhece qualquer comunidade e só tem olhos para a luxúria. O apelo do naturalista é ainda hoje bastante atual, como na época de sua primeira publicação, talvez ainda com maior relevância. Por isso recordamos seus pontos principais.
Como os oito principais pecados capitais da humanidade contemporânea, que ao longo do tempo irão condená-la, Lorenz reconheceu as seguintes processos:
1. a superpopulação
2. a devastação do espaço vital
3. a corrida disputada pela humanidade com ela mesma
4. o desaparecimento de todos os sentimentos fortes e de toda e emoção
5. a degradação genética
6. a ruptura das tradições
7. a receptividade crescente da humanidade à doutrinação
8. o armamento nuclear
Não é por acaso que os pontos 5 até 7 ocupam o dobro de páginas do que os outros. Isso já mostra formalmente sua maior importância. Abaixo segue o resumo de cada capítulo feito pelo próprio Lorenz ao final de seu livro.
1. A superpopulação da terra, que leva cada um de nós a se defender da profusão de contatos sociais de uma forma profundamente desumana e que, pelo amontoar de numerosos indivíduos num espaço restrito, provoca inevitavelmente a agressividade.
2. A devastação do meio ambiente natural, que atinge não só o mundo exterior no qual vivemos, como destrói no homem todo respeito pela beleza e pela grandeza de uma criação que o ultrapassa.
3. A corrida disputada pela humanidade com ela mesma, que o desenvolvimento da tecnologia torna, para nossa infelicidade, cada dia mais rápida. Essa obrigação de exceder torna os homens cegos aos valores verdadeiros e os priva de tempo para pensar, atividade indispensável e humana por excelência.
4. O desaparecimento de todos os sentimentos fortes e de toda e emoção, devido ao enfraquecimento, e o progresso da tecnologia e da farmacologia provocando uma intolerância crescente a tudo o que possa provocar o mínimo desagrado. O desaparecimento simultâneo da capacidade humana de alcançar uma felicidade que só pode ser alcançada vencendo obstáculos, ao preço de muito esforço. O ritmo, estabelecido pela natureza, de contrastes balanceados entre o fluxo e o refluxo dos sofrimentos e das felicidades se atenua até uma oscilação imperceptível, acarretando um tédio mortal.
5. A degradação genética. Fora do “sentido natural do direito” e de alguns restos herdados do direito corrente, não existem, no interior da sociedade moderna, fatores de seleção capazes de exercer sua pressão no desenvolvimento e na manutenção das normas de comportamento, embora elas se tornem cada dia mais necessárias devido ao desenvolvimento da sociedade. É impossível que infantilismos, responsáveis pela transformação de numerosos jovens rebeldes de hoje em parasitas sociais, sejam de origem genética.
6. A ruptura das tradições, resultante do fato de termos atingido um ponto crítico em que as jovens gerações não conseguem mais se entender culturalmente com as velhas, e ainda menos se identificar com elas, passando então a tratá-las como um grupo
étnico estrangeiro e a enfrentá-las com um pódio nacional. As razões dessa perturbação da identificação originam-se antes de mais nada na falta de contato entre pais e filhos, o que já nos bebês provoca sintomas patológicos.
7. A receptividade crescente da humanidade à doutrinação. O aumento do número de homens reunidos num só grupo cultural, acrescido do extremo aperfeiçoamento dos meios técnicos levam a possibilidades, nunca antes atingidas na história humana, de influenciar a opinião pública e de criar uniformemente opiniões. Devemos além disso ressaltar que o poder de sugestão de uma doutrina, firmemente aceita, progride talvez em progressão geométrica em relação ao número de crentes. Já agora, em certos lugares, um indivíduo que se esquiva deliberadamente à influência da “mídia de massa”, da televisão, por exemplo, é considerado um caso patológico.
Os efeitos despersonalizantes desses meios são recebidos com prazer por todos aqueles que querem manipular as multidões. Pesquisas de opinião, técnicas publicitárias e uma moda habilmente divulgada permitem aos magnatas da produção – de um lado da cortina de ferro – e aos funcionários – do outro lado – exercer um idêntico poder sobre as massas.
8. O armamento nuclear, que faz pesar sobre a humanidade um perigo mais fácil de evitar que os sete processos ameaçadores descritos acima. Esses fenômenos de desumanização, dos quais falamos do primeiro ao sétimo capítulo, são favorecidos por uma doutrina pseudodemocrática que afirma que o comportamento social e moral do homem não é absolutamente determinado pela evolução filogenética do seu sistema nervoso ou de seus órgãos sensoriais, mas é influenciado unicamente pelo “condicionamento” sofrido ao longo de sua ontogênese em virtude do seu ambiente cultural.

Diga a verdade – e o diabo te pega!

Este foi meu prefácio para a 2ª edição do livro Revisionismo do Holocausto: Um método crítico da ciência histórica, lançado em janeiro de 2016. Ele esclarece por que o Revisionismo é vital para a sobrevivência da Alemanha.


“Apodreça Alemanha”

“Racismo mata. Apodreça Alemanha!”

“Tudo de bom vem de cima”

“Terror, ódio e derrocada para a pátria alemã”
“Apodreça Alemanha”

“Por mais estupros das alemãs nativas”
“…ainda amando a morte do povo”
“Pelo extermínio da herança genética alemã”

“Nunca mais Alemanha!”
“Se (a Alemanha) tornou-se vítima de um “processo de embrutecimento” e não destaca o holocausto dentre outros eventos trágicos, desaparece então a obrigação moral da Alemanha a aceitar todos que procuram refúgio dentro de suas fronteiras.” (Deborah E. Lipstadt, Leugnen des Holocaust, Rio Verlag, Zürich 1994, pág. 260)
Segundo o Ministério do Interior, a Alemanha tem “uma obrigação histórica e humanitária em aceitar refugiados.” Esta obrigação histórica resulta da política do Terceiro Reich que provocou a fuga em massa de muitas pessoas dentro do domínio da Alemanha naquela época, e aqueles que não conseguiram fugir, foram alegadamente assassinados aos milhões – no suposto holocausto…
Desde o final dos anos 60 (1960), o povo alemão apresenta um colapso demográfico. A política não faz absolutamente nada, pois as medidas que seriam necessárias para evitar a extinção do povo, lembram supostamente algumas das medidas da política populacional do Terceiro Reich. E por que isso é ruim? Por causa do holocausto…
Se o curso atual continuar, durará apenas ainda duas ou três gerações para que os alemães desapareçam como povo.
Desde 2015, imigrantes chegam aos milhões na Alemanha com o claro objetivo de tomar, dominar e repovoar o país.
O povo alemão não tem o direito de se defender. Ele não tem o direito à autodeterminação que é concedida aos outros povos. O que sobrar dos alemães deve se integrar, desistir de si próprio, desaparecer. Eles devem isso ao mundo após o que eles fizeram em Auschwitz.
A eles é somente permitido se curvar, empreender, trabalhar, para que possam gerar os impostos que são revertidos pelo estado “alemão” à inundação de imigrantes oriunda do terceiro mundo. Os alemães são trabalhadores forçados em seu próprio país. Assim que os servos alemães saldarem suas dívidas, eles desaparecerão coletivamente. O povo alemão está sendo erradicado, exterminado. E muitos alemães ajudam voluntariamente nesta empreitada. Eles estão felizes a pagar penitência por Auschwitz: “Apodreça Alemanha!”
Se não acontecer um milagre (ou uma revolução), não haverá mais alemães em 100 anos. Contudo, em 100 anos ainda existirão ainda milhões de judeus e seus aliados sionistas que contarão a história, como os alemães exterminaram os judeus. Quem observar atentamente, reconhecerá, todavia, que a verdade é exatamente o contrário.
Por que então a existência do Revisionismo do holocausto?
Quantos judeus você matou?
Nenhum?
Se você é um alemão ou austríaco, essa desculpa de nada serve. Você tem sua parcela de culpa coletiva, responsabilidade coletiva, solidariedade coletiva. Você não conseguirá escapar deste círculo vicioso! Se você quiser continuar a ser alemão, que a Alemanha continue a existir, então você é um nazista, um futuro potencial guarda de uma câmara de gás!
E se você for da Ucrânia, Letônia, Estônia, Lituânia, Romênia, Bulgária, Finlândia, Eslováquia, Croácia, Eslovênia, França, Itália, Espanha, Bélgica, Holanda, Suécia, Noruega, Dinamarca, então muitos de seus parentes colaboraram com os nazistas. Então você também está envolvido! Todos os europeus! Todos os europeus estão no mesmo barco!
Se um índio quiser permanecer índio e cultivar sua cultura, isso é louvável. Se um turco quiser permanecer turco, então está tudo em ordem! Mas um alemão? Nazista!!!
Continue a pensar assim, o holocausto não te interessa – até o próximo imigrante muçulmano xingá-lo de nazista, ofendê-lo, incomodá-lo, roubá-lo, assaltá-lo, violentá-lo e assassiná-lo, e as mídias mentirosas se colocarem ao lado do imigrante e estamparem de nazista e perseguirem todos aqueles que protestam contra isso.
“Em 1945 eu nem tinha nascido!
Eu não devo porcaria nenhuma!”
Rugiu alto, leão!
Mas enquanto os poderosos verem outra coisa, você não apita nada!
Se houvesse eleições no próximo domingo, segundo uma pesquisa atual, 85% dos eleitores votariam nos partidos que há mais de 40 anos permanecem displicentes ou executam um programa político para a eliminação da Alemanha e extermínio do povo alemão: CDU-CSU-SPD-Linke-Grüne. Mas ao mesmo tempo, 90% dos alemães são contra o extermínio de seu próprio povo.
Primeira pergunta: quantos alemães podem pensar por si só?
Segunda pergunta: Um povo merece sobreviver, onde 85% das pessoas não pensam de forma independente e consequente?
Eu acho que não!
Portanto, comece a pensar, ou não reclame se ainda hoje seu filho for atacado, amanhã sua filha ser estuprada, depois um imigrante terá um lugar compulsório em sua casa, e finalmente até sua casa ser confiscada para acolher mais imigrantes.
Democracia é uma forma de governo, onde o povo tem o governo que elegeu.
Até agora o povo alemão sempre elegeu seu próprio carrasco. Está mais do que na hora de abandonar este costume suicida!
Germar Rudolf