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domingo, 7 de fevereiro de 2021

EXPLICANDO O PLANO KALERGI

 Ele é considerado um dos precursores e idealizadores da moderna União Europeia. Sua pessoa é glorificada em inúmeras homenagens aos mais diferentes líderes europeus. Todavia, seus escritos nos remetem a um calabouço racial. Seu nome: “Conde” Coudenhove-Kalergi.

Em 3 de outubro de 1926, reuniam-se pela primeira vez alguns adeptos da ideia de uma Europa unida, para o Congresso Pan-Europeu em Viena. O organizador do encontro foi o “Conde” Coudenhove-Kalergi, que desde o início dos anos 20, defendia um ideário pan-europeu. Filho de um ex-embaixador do império austro-húngaro no Japão e abalado pela derrocada da monarquia, ele sonhava com uma grande Europa, uma verdadeira Pan-Europa, de Vladivostok até São Francisco.

O Plano Kalergi almejava desde seus primeiros documentos escritos, apresentados entre 1923 e 1925, a tomada de poder pelos judeus primeiramente na Europa e depois em todo o mundo.

O plano do suposto Conde baseava-se em um utópico racismo judaico e apoiava-se em uma “raça superior judaica”.

O conceito de “raça superior”, o qual é erroneamente postulado pela atual “história contemporânea” a Adolf Hitler, foi na verdade introduzido por Coudenhove-Kalergi para reforçar uma suposta reivindicação dos judeus pelo poder na Europa e em todo o mundo. O termo “raça nobre judaica” também é utilizado frequentemente.

“O homem do futuro será o mestiço. […]

A futura raça euro-afro-asiática, exteriormente semelhante ao egípcio, substituirá a diversidade dos povos pela diversidade de personalidades. Pois, segundo as leis hereditárias, a diversidade cresce com a diversidade dos progenitores, a unicidade com a unicidade dos progenitores. Nas famílias incestuosas, um filho assemelha-se ao outro: pois todos representam um mesmo tipo de família. […] Incesto gera tipos característicos – Cruzamentos geram personalidades originais.”

[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 22/23]

Como meio de alcançar este império mundial judaico, Kalergi é a favor da eliminação da Autodeterminação dos Povos e, então, a eliminação do conceito de Nação através de grandes deslocamentos humanos ou imigração em massa.

Para tornar a Europa dominável pelos judeus, Kalergi quer transformar os homogêneos povos europeus em uma raça de mestiços, composta de brancos, negros e amarelos. A tais mestiços, ele confere características como crueldade e infidelidade, características tais que precisam ser criadas artificialmente e que ele julga ser indispensável para possibilitar o domínio judaico.

“A consequência é que o mestiço unirá a ausência de caráter, inescrupulosidade, indolência, desleixo, crueldade e falta de fidelidade, com a objetividade, flexibilidade, o espírito aguçado, ausência de preconceito e amplitude de horizonte.”

[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 21]

No presente momento, podemos notar a presença de uma palavra horrível proveniente do vocabulário de guerra dos norte-americanos, a respeito da colonização do Afeganistão e do Iraque, e que mostra como as sementes de Kalergi foram levadas pelo vento. Chama-se “nationbuilding”, que significa mais claramente a criação artificial de Nações pelas mãos humanas.

A afirmação a respeito desta suposta inferioridade característica dos mestiços nunca foi comprovada. A superioridade de uma raça – portanto também dos judeus – nunca pôde ser comprovada. As experiências individuais de qualquer indivíduo contradizem essa afirmação.

“ […] o judaísmo é o colo onde se levantará uma nova nobreza espiritual da Europa; o núcleo junto ao qual uma nova nobreza espiritual irá se agrupar: idealistas, repletos de espiritualidade e sentidos apurados, justos e confiantes, corajosos como os nobres feudais em seus melhores dias, que encaram alegremente a morte e a perseguição, ódio e desprezo, para tornar a humanidade mais espiritual, feliz e com boas maneiras. Quanto à coragem, perseverança e idealismo, os heróis e mártires judeus da revolução europeia do leste e central não deixam nada a desejar em relação aos heróis não-judeus da Guerra Mundial – todavia, na questão espiritual, eles os ultrapassam inúmeras vezes.”

[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 51]

O reconhecimento da igualdade de todos perante a lei seria utilizada por Kalergi até que o domínio da ordem jurídica estabelecida seja conseguido. Ele denomina tal passo como sendo a eliminação da desigualdade injustiçada.

Após a tomada de poder pela “raça nobre judaica”, também através da exigência por direitos iguais, este princípio deveria cair por terra: através da “justa desigualdade”, os judeus deveriam estabelecer seu domínio sobre os não-judeus.

“Somente Churchill se ateve preso também durante a guerra à ideia da Pan-Europa… O movimento Pan-Europeu agradece seu êxito principalmente à ativa participação de ambos os jornais mais influentes de Nova Iorque, o New York Times e o New York Herald Tribune.”

[Richard Coudenhove-Kalergi, “PANEUROPA 1922 até 1966”, pág. 73]

Kalergi vê nos judeus os líderes do socialismo, comunismo e capitalismo. Aqui salta aos olhos a similaridade entre as visões de Kalergi e do Nacional-Socialismo quanto à avaliação do papel dos judeus. Mas também quanto a essa afirmação, Kalergi nos deve uma última prova.

A grande influência dos judeus no governo norte-americano ou no serviço secreto soviético é notória. Cerca de 37% dos membros da NKWD [Comissariado do povo para assuntos internos, o Ministério do Interior da URSS] pertenciam à etnia judaica e a proporção era maior ainda se analisássemos somente as posições de liderança. Todavia, os judeus tornaram-se minoria nesta ideologia – apesar de sua participação proporcional ser bem maior. Na ocasião da “revolta dos médicos”, Stálin retirou finalmente o poder deles, de forma que hoje sabemos que eles eram vistos pelo KPdSU como inimigos.

Mas dentro de um amplo contexto, Kalergi mostra uma inclinação judaica ao poder, somente afirmada atualmente pelo inimigos dos judeus e antissemitas. Resta agora provar diante do exposto, o que é de fato verdade.

Através do Princípio Democrático, à minoria no Estado é indiscutivelmente renegado o poder. O poder fica com a maioria. O Plano Kalergi para a tomada do poder exige, todavia, a proteção de uma pequena minoria das represálias políticas: como a “raça superior judaica” – cujo poder sobre o Estado é o sonho de Kalergi – representa numericamente uma menor camada do poder e antevendo sabiamente já no início do século passado, Kalergi exige a proteção das atividades políticas dos judeus através do Código Penal.

“Principal portador dos corruptos assim como dos íntegros nobres intelectuais, do capitalismo, jornalismo e da literatura, são os judeus. A superioridade de seu espírito, os predestina como fator principal de uma futura nobreza. Uma espiada na história do povo judeu explica sua vantagem na luta pela liderança da humanidade.”

[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 49]

Ele exige que a incitação contra minorias religiosas e raciais seja punida em toda a Europa. Olhando em volta, podemos constatar que ele atingiu seu objetivo: em toda a Europa, a maioria pode ser vilipendiada impunemente, porém, as minorias gozam da proteção da lei que as livram de qualquer crítica pública…

A fossa que Kalergi elaborou em 1924 para a repressão da maioria e proteção da minoria, livrando o caminho dos judeus para o poder das eventuais críticas, desempenha seu papel até esses anos iniciais do novo século.

Finalmente, como se origina um movimento político? Como é possível financiar seu início? Seria ele o fruto da contribuição de muitos, ou seja, fruto da vontade popular; ou ele atende interesses obscuros, não percebidos pela grande maioria? Kalergi responde:

“No início de 1924, nós recebemos um telefonema do Barão Louis de Rothschild: um de seus amigos, Max Warburg, de Hamburgo, tinha lido meu livro e queria me conhecer. Para minha grande surpresa, Warburg me ofereceu espontaneamente 60.000 Goldmark para fomentar o movimento durante os três primeiros anos”

[Richard Coudenhove-Kalergi, “Uma vida pela Europa”, pág. 124/125]

Os bancos podem interferir na Autodeterminação dos Povos através de secretos investimentos? Foi um membro da Casa Bancária dos Warburg que ajudou a organizar o golpe no congresso americano em 1913, o qual conferiu ao Federal Reserve Bank o direito de imprimir o dólar e, desta forma, alavancou a primeira posição chave da economia mundial.

Segundo os dados oficiais sobre a imigração, entram anualmente no continente Europeu cerca de 2-3 milhões de imigrantes. Se contarmos que a taxa de natalidade dos nativos é decrescente e dos imigrantes ultrapassa os 10%, concluímos que a médio prazo, o plano Kalergi estará plenamente realizado.


Fonte: Inacreditável

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

O POLITICAMENTE CORRETO É MUITO MAIS PREJUDICIAL DO QUE AS PESSOAS IMAGINAM

 A ascensão do politicamente correto (PC) moderno é um grande exemplo da maneira astuta como os engenheiros sociais (como os manipuladores da Nova Ordem Mundial) operam. O politicamente correto é censura branda. Como George Carlin disse, é “fascismo fingindo ser maneiras”. É a intolerância disfarçada de tolerância e está descontrolada em quase toda a sociedade.

A correção política é o controle da linguagem. E o controle de linguagem é o controle do pensamento.

Assim como George Orwell expôs com tanta precisão em 1984, o politicamente correto é a “novilíngua” que pode limitar nossa capacidade de falar e pensar, porém, o número de palavras disponíveis em nosso vocabulário.

A verdade é mais estranha que a ficção. Quando você olha para as contorções distorcidas que a multidão do PC insiste em que as pessoas façam para livrar sua linguagem de qualquer coisa “ofensiva”, ela entrou no teatro do absurdo. O politicamente correto dita o que você pode e não pode dizer, com base no quão “ofensiva” uma palavra é.

De cara, existem vários problemas com isso. Em primeiro lugar, quem são os comissários, funcionários ou autoridades que estão se concedendo um poder massivo para decidir o que é considerado “ofensivo”?

Em segundo lugar, desde quando “sentir-se ofendido” ou “ter seus sentimentos feridos” se tornou uma questão tão importante que justifica legalmente a restrição da liberdade de todos? A última vez que elevii, a liberdade de expressão era um direito humano genuíno e legítimo, consagrado nos documentos legais de muitos países, enquanto o “direito de não se sentir ofendido” é imaginário e inexistente – é apenas uma ótima de envergonhar as pessoas sentindo-se culpado sem um bom motivo.

Em terceiro lugar – e o mais importante – assim como a beleza está nos olhos de quem vê, o mesmo ocorre com “sentir-se ofendido” no reino de quem vê. Palavras são; palavras cada pessoa é responsável por suas próprias normas; opte por ignorar, responder ou reagir às palavras como quiser, mas não culpe outra pessoa por seu estado emocional. Você não está com controle de seu próprio estado de consciência. Culpar outra pessoa porque você se sente zangado, ofendido ou chateado mostra um abandono de responsabilidade e uma falta total de maturidade emocional e espiritual.

Desde quando nós, humanos, nos tornamos bebês chorões que não suportávamos ouvir ou sermos chamados uma palavra, um nome, um rótulo ou uma frase? Cresça, por favor!

Como sempre, há mais nesta história. A correção da raiz tem raízes no marxismo e no comunismo. A Wikipedia observa que “Do início a esquecida do século 20, uma frase ‘politicamente correto’ foi associada à aplicação dogmática da doutrina stalinista, debatida entre membros do Partido Comunista e socialistas. ”No entanto, remonta à Escola de Frankfurt ( Instituto de Pesquisa Social ) na Alemanha, que foi criada em 1923. A escola de Frankfurt era um think-tank para engenharia social, com o objetivo de espalhar o coletivismo (ou seus desdobramentos do socialismo, marxismo e comunismo) em todo o mundo. Conforme afirma este artigo do Instituto Schiller:

“A tarefa da Escola de Frankfurt, então, era primeiramente, minar o legado judaico-cristão por meio de uma ‘abolição da cultura’ (Aufhebung der Kultur em alemão de Lukács); e, segundo, determinar novas formas culturais que aumentariam a alienação da população, criando assim uma ‘nova barbárie’”.

Em seguida, apontados aqueles que financiam a Escola de Frankfurt:

“Embora o Instituto de Pesquisa Social tenha começado com o apoio do Comintern [Communism International], nas três décadas após suas fontes de fundos incluíram várias universidades alemãs e americanas, a Fundação Rockefeller, o Columbia Broadcasting System, o Comitê Judaico Americano, vários serviços de inteligência americanos, o Escritório do Alto Comissariado dos EUA para a Alemanha, uma Organização Internacional do Trabalho e o Hacker Institute, uma clínica psiquiátrica chique em Beverly Hills.”

Portanto, referência aos Rockefellers financiando a Escola de Frankfurt, e é bem conhecido que os Rothschilds financiaram a ascensão do marxismo:

“Nathan Rothschild deu um Marx dois cheques no valor de vários milhares de libras para financiar a causa do socialismo. Os checks foram expostos no Museu Britânico, depois que Lord Lionel Walter Rothschild, um curador, legou seu museu e biblioteca a eles.”

Essas duas famílias-chave da Nova Ordem Mundialestão, portanto, implicadas no marxismo, na Escola de Frankfurt e não politicamente correto. Curiosamente, muitas pesquisas têm apontado que o politicamente correto é parte de um movimento mais amplo do marxismo cultural, que é um subversão da cultura de um país comideologia coletivista, em opinião à versão política mais direta do marxismo.

Yuri Bezmenov, um ex-agente soviético da KGB, disse que a “subversão ideológica” mudaria a percepção da realidade de cada americano. Ele alunosu como umlento processo de lavagem cerebralestá ocorrendo, para mudar a cultura individualista do Ocidente. Este processo consiste em:

Desmoralização (encoberta, 15-50 anos) (basicamente concluída)

Desestabilização (evidente, 2-5 anos)

Crise (6 semanas)

Mudança violenta e normalização (pode levar anos, continua para sempre)

Tudo isso foi implementado com o objetivo de tornar o Ocidente coletivista e se alinhar com a Nova Ordem Mundial.

A questão é: quanto funcionou?

Quaisquer que sejam como boas intenções que o politicamente correto possa ter ao tentar impedir a homofobia, o racismo, o sexismo e a discriminação de qualquer tipo, ela já ultrapassou o limiar do absurdo. Considere os seguintes exemplos do que o pessoal do PC está tentando fazer as pessoas dizerem com sua “linguagem livre de preconceitos”:

idosos, anciãos, velhos => “pessoas de idade avançada”

sobrepeso, obeso => ​​“pessoas de tamanho”

ricos => “pessoas de riqueza material”

Americano => cidadão americano

Este último é especialmente interessante, visto que o Governo dos Estados Unidos é uma corporação que reivindica a totalidade dos Estados Unidos da América, enquanto americano denota um indivíduo natural da República. A polícia do PC também deseja eliminar as seguintes palavras:

homem, mulher, pai, mãe também, trabalhador, terceiro mundo, louco, demente, retardado, gay, tirania, trapaceiro, estrangeiro ilegal, bicha, gueto, raghead (um termo depreciativo para árabe)

… E gírias como “Eu quero morrer” e “aquele teste me estuprou”.

Donald Trump recentemente foi questionado por usar o termo “bebê âncora” por um jornalista do PC, que queria que ele dissesse “o filho americano nascido de um imigrante sem documentos”. Que boca cheia. Curiosamente, o suficiente para que o jornalista esteja quebrando suas próprias regras do PC, já que agora nos declaramos que “American” não é permitido. Lembra da campanha “banir o mandão”? Adultos que se entregam à estupidez absoluta. Mais correção de política e controle de linguagem. Como você pode banir uma palavra? Quem ainda tem esse direito?

Não são apenas palavras ou frases específicas que o pessoal do PC deseja obliterar. Em algumas universidades, elas estão proibindo formas de comportamento. Confira essas regras ridículas da universidade, retiradas do livro Escolhendo a faculdade certa 2012-2013, que foram além do controle da fala para o controle total do comportamento:

  • Brown University: proibiu qualquer discurso que “fizesse as pessoas ficarem com raiva, impotentes e privadas de direitos”
  • Colby College: proibiu qualquer discurso “levando à perda de auto-estima”
  • Bryn Mawr College: “looks sugestivos” proibidos
  • Haverford College: banido “flerte indesejável”
  • Universidade de Connecticut: proibição do “riso impróprio”
  • West Virginia University: proibiu o uso das palavras “namorado” ou “namorada”, mas disse aos alunos que usam como palavras “amante” ou “parceiro”.

Veja o que a Grand Valley State University recomenda que façamos para supostamente remover “preconceitos” de nossa linguagem:

Evitando Racismo e Ageismo

Mencione a raça ou idade de uma pessoa apenas se for relevante para a história.
Tendencioso: Um homem estranho falou comigo no supermercado.
Melhor: um homem estranho falou comigo no armazém.

Deficiência e doença

Concentre-se nas pessoas e não nas condições.
Tendencioso: encontrei um epiléptico no ônibus hoje.
Melhor: conheci uma pessoa com epilepsia no ônibus hoje.

Desde quando ser descritivo (“velho” ou “epiléptico”) equivale a discriminatório? Desde quando tornar-se menos descritivo equivale a menos discriminatório? Fale sobre uma perversão da fala direta e comum! O politicamente correto está colocando a realidade de ponta-cabeça.

Para este fim, aqui está uma citação arrepiante de 1984:

“‘Você não aprecia a Novilíngua, Winston’, disse ele quase com tristeza … ‘Em seu coração, você prefere ficar com a Oldspeak, com toda a sua imprecisão e nuances inúteis de significado. Você não compreende a beleza da destruição das palavras. Você sabia que a Novilíngua é a única língua do mundo cujo vocabulário fica menor a cada ano?’

‘Você não vê que todo o objetivo de Novilíngua é estreitar o campo de pensamento? No final, faremos o crime de pensamento literalmente impossível, porque não haverá palavras para expressá-lo …’”

Todas as palavras são potencialmente ofensivas. Cada palavra pode potencialmente ser associada a algo “ruim”, então cada palavra pode ficar sob o escrutínio da polícia do PC. Calúnias, insultos e linguagem depreciativa sempre existiram, desde que os humanos podiam falar. Você não pode simplesmente aniquilá-los. Até mesmo os conceitos de “microagressão” e “discurso de ódio” são noções falhadas, tentando fazer com que “ter seus sentimentos magoados” ou “ser ofendido” moral ou legalmente equivalente a assédio. Não há equivalência! Paus e pedras podem quebrar meus ossos, mas nomes nunca vão me machucar …

Foda-se politicamente correto.Eu encorajo qualquer um que tenha um leve interesse em uma humanidade livre com completa liberdade de expressão e total liberdade de pensamento, a resistir ao politicamente correto com cada fibra de seu ser. Se você está preocupado em ferir os sentimentos das pessoas desnecessariamente, sempre poderá encontrar maneiras de expressar algo da maneira certa. Nesse tipo de situação, o que realmente importa é a maneira como você diz as palavras, não o que você diz.

Não precisamos da polícia da fala para nos dizer o que podemos e não podemos dizer – ou podemos e não podemos pensar. Não precisamos passar por complicada ginástica verbal e masturbação apenas para dizer o que pensamos ou nos expressar.

É hora de aqueles que se escondem atrás de “sentir-se ofendidos” crescerem. Pare de exigir que as pessoas ao seu redor mudem por causa de sua falta de maturidade. Pare de tentar sequestrar a liberdade de todos por causa de sua timidez. Assim como a beleza está nos olhos de quem vê, a ofensa está na mente, na atitude e na reação de quem vê.

É hora de chamar uma pá de pá. Precisamos do espírito de conversa franca. Precisamos de coragem para falar a verdade ao poder, não ir na direção oposta e ter medo de dizer qualquer coisa. A verdadeira agenda do politicamente correto é sufocar a investigação objetiva e a liberdade de expressão. Em última análise, é para eliminar as críticas aos manipuladores da NOM sob o pretexto de impedir o “discurso de ódio” e tornar tudo justo e igual.

Uma pesquisa recente descobriu que o politicamente correto é extremamente impopular na América, mesmo entre moderados e independentes, o que me fez pensar sobre o assunto. Existe uma antiga citação de um famoso psiquiatra britânico chamado Anthony Daniels a respeito do politicamente correto. É a melhor citação que conheço sobre o assunto, e venho refletindo sobre ela há algum tempo, considerando seu significado e suas implicações. A citação diz:

O politicamente correto é propaganda comunista em pequena escala. Em meu estudo das sociedades comunistas, cheguei à conclusão de que o propósito da propaganda comunista não era persuadir ou convencer, nem informar, mas humilhar; e, portanto, quanto menos correspondesse à realidade, melhor.

Quando as pessoas são forçadas a permanecer em silêncio enquanto ouvem as mentiras mais óbvias, ou pior ainda, quando são forçadas a repeti-las elas mesmas, perdem de uma vez por todas o senso de probidade. Aceitar mentiras óbvias é cooperar com o mal e, de alguma forma, tornar-se o próprio mal. A capacidade de resistir a qualquer coisa é, portanto, erodida e até destruída.

Uma sociedade de mentirosos castrados é fácil de controlar. Eu acho que se você examinar o politicamente correto, tem o mesmo efeito e é pretendido.

Desta forma, o politicamente correto pode ser visto não apenas como uma forma de controle narrativo e supressão da verdade, mas como um tipo de intimidação implacável. Códigos de discurso e propaganda persistente que ninguém tem permissão para objetar (como a adoração da diversidade ou as ficções que ouvimos constantemente sobre a igualdade humana), reforçam o senso de impotência da sociedade. Se você conseguir fazer as pessoas concordarem com mentiras óbvias, ou melhor ainda, repeti-las, ou melhor ainda, absorvê-las, ou seja, mentir para si mesmas, não há virtualmente nada que você não possa obrigá-las a fazer. Você quebrou o selo, como dizem os bebedores.

É como se você tivesse obrigado um homem a assassinar um inocente ou a estuprar sua própria irmã. Você destruiu um pouco de sua alma, você o obrigou a se render, a se submeter, a escolher o pragmatismo em vez da retidão, a abandonar sua razão em prol da sobrevivência social ou profissional. Uma vez que um homem perdeu seu senso de vergonha, de orgulho, de arbítrio, de integridade, uma vez que ele deve abandonar sua própria consciência e se apresentar para que todo o mundo veja apenas para que seja socialmente aceito, ele é uma ovelha sendo levado para o massacre naquele ponto. Ele foi subjugado completamente. Seu coração é uma ferida aberta. Ele foi deformado e degradado em seu âmago, em sua essência.

Devemos ver o politicamente correto, então, como uma forma muito intensa de guerra psicológica e espiritual. O objetivo disso não é apenas censurar ideias e palavras e manter as pessoas no escuro. O objetivo final é destruir o senso de direito do sujeito e o senso de vergonha do sujeito e, o mais importante, a vontade do sujeito de resistir, de viver uma vida de autenticidade, de honra, de virtude. Uma vez que essas barragens são rompidas, o vício flui sem esforço morro abaixo para o indivíduo e para as sociedades que vivem à sombra dessas barragens, conhecidas coloquialmente como princípio, consciência, probidade, integridade, honra e virtude cívica – as coisas que sustentam a civilização humana.

Se as pessoas nem mesmo estão dispostas a se levantar e rejeitar a mais flagrante das falsidades, o que elas enfrentarão? Eles vão concordar com quase tudo nesse ponto. Pessoas condicionadas a usar uma máscara todos os dias de suas vidas, para apresentar ao mundo um eu perfeitamente falso, para celebrar coisas que nenhuma pessoa decente ou sensata poderia ou gostaria de celebrar, já consentiram com o intolerável.

Quando as atrocidades mais impensáveis ​​chegarem, eles estarão mais do que prontos para tolerá-las. Eles já tiveram ampla prática em tolerar o impensável. Eles já concordaram muitas vezes em negar a realidade bem diante de seus próprios olhos e em admitir o que sabem em seus corações como puro mal.

Se entendermos a Correção Política desta forma, devemos entender a Correção Política não apenas como um ataque à verdade, o que é claro, mas como a principal frente de uma guerra contra a própria liberdade humana, sobre mentes livres, sobre povos livres, em nações livres. O politicamente correto abre caminho para o exército de horríveis por trás dele, transformando a loucura em evangelho, a mansidão em moda e a rendição em hábito.

Os povos vencidos e desmoralizados não revidam, não se levantam e se livram da tirania marxista. Eles aplaudem em vez de se encolher (como todas as pessoas de sã consciência fariam) quando seus senhores feudais exibem, em rede nacional, uma dragqueen de 11 anos vestida como uma prostituta de rua. Eles não fazem nada quando informados de que meninos de 9 anos são perfeitamente capazes de decidir começar a transição física para meninas por meio de medicamentos poderosos que alteram a mente e o corpo permanentemente. Eles jogam junto quando oligarcas do marxismo cultural e personalidades da mídia nos dizem que inundar o país com criminosos e imbecis do terceiro mundo levará ao progresso moral e social.

Eles permanecem em silêncio quando são informados de que os asiáticos do leste e os brancos são os verdadeiros racistas por não quererem ser sistematicamente discriminados racialmente nas contratações e admissões nas universidades em todo o país. Porque quem concordaria com o absurdo já está a meio caminho da atrocidade. Ele sacrificou um pedaço de sua alma por segurança, mas não o receberá. O universo nunca recompensou e nunca recompensará tal barganha.


Autores: Makia Freeman e Amalric de Droevig


quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

A tragédia do pensamento coletivista

 O ano de 2020 marca o início de um novo tempo, desastroso, do foco na irrealidade e no acessório. Desgosto dos gurus das novas tendências e da enfadonha retórica sobre o novo normal de uma era pandêmica e de pós-vírus.

Genuinamente vivemos, e viveremos, pragmaticamente um novo ANORMAL, recheado de juras de preocupação com o outro, de altruísmo, de filantropia, mas de verdadeira ode ao coletivismo, prejudicial ao progresso e ao desenvolvimento de todos. 2020 foi o início sem igual do protagonismo do coletivo acima do individual, do valor supremo do indivíduo, e que fez a humanidade avançar e prosperar em todas as esferas da vida humana.

A pandemia exacerbou a suprema “preocupação” estatal com a “saúde” do coletivo. Uma série de medidas “bem-intencionadas” foram implementadas sob a justificação de que “é para o seu bem”. Não saia de casa, não procure contato com o ar puro e com a necessária vitamina D; mantenha-se afastado de outras pessoas para não ser contaminado nem contaminar.

É pertinente reforçar que o vírus é real e seu poder de contaminação elevado. Não se trata de negacionismo. Entretanto, uma coisa é o respeito e o seguimento dos protocolos de saúde e segurança estabelecidos. Outra, bem distinta, é a imposição estatal do fechamento da economia, supostamente para proteger a saúde física da população (esqueceu-se da saúde econômica e social).

A ordem é ser humano e pensar no coletivo. Portanto, o indivíduo foi privado de trabalhar e garantir o seu sustento e de sua família, teve seu acesso bloqueado a parques ao ar livre, foi proibido de praticar esportes e, inclusive, chegou-se ao cúmulo de sofrer ameaças de prisão por trabalhar e de invasão policial à sua propriedade caso estivesse com “estranhos”. Fique em casa rezando, porém, é proibido frequentar sua igreja, sinagoga…

O mantra: não se preocupe consigo mesmo, pense na humanidade do coletivo e do seu bem. Um ano em que emergiu como nunca antes a consciência coletiva contra o racismo estrutural. Aqui e acolá, ecoou o “vidas negras importam”. A narrativa identitária intolerante, que parte da premissa equivocada de que os seres humanos são definidos por sua fisionomia, pela sua cor, foi comprada e endossada por líderes sociais, empresariais, políticos e parte da “bondosa” população.

Nem o terrível vírus foi capaz de impedir manifestações e aglomerações provocadas por gente que foi às ruas afirmar que vidas negras importam. Inacreditavelmente, o establishment se converteu à Bíblia grupal da danosa e iníqua preocupação com grupos minoritários, em detrimento da saudável lógica de que todas as vidas humanas importam. Nunca a grande mídia operou tão eficientemente na direção de doutrinar sobre tal falácia destruidora.

Mais do que isso, todos eles se voltaram contra – consciente e inconscientemente – a virtuosa preocupação com o ser individual – concreto -, ao invés do abstrato coletivo de um determinado grupo específico. Ironicamente, quanto mais diferenças identitárias são enfatizadas e são pleiteados direitos grupais, menor é a probabilidade de que os outros se sintam indignados com as injustiças que sofrem tais grupos.

Foi o ano do ápice do coro em favor do coletivismo econômico, da nobre ajuda aos descamisados, justa, porém acompanhada do ódio e do rancor ao espírito empreendedor, do verdadeiro estímulo à liberdade e ao talento humano individual para empreender e estabelecer relacionamentos colaborativos e voluntários com outras pessoas no mercado.

De forma inatacável, foi o ano glorioso do massivo ataque ao capitalismo, o comprovado sistema econômico capaz de gerar a riqueza que, compulsoriamente, precisa ser criada, a fim de que seja possível distribuí-la de maneira racional e inteligente. Terá sido o início do fim?

De forma grotesca, assistimos impotentes ao abandono das ideias de progresso comprovado, aquelas lógicas que nunca poderiam ser descartadas e que deveriam nortear os incentivos, ou seja, a essência da liberdade individual, da autonomia pessoal, da razão, do conhecimento e da ciência e, acima de tudo, do protagonismo do indivíduo frente ao coletivo!

Sem tais ideias e ideais liberais, da liberdade individual da ação humana com suas respectivas responsabilidades, não creio que nosso futuro seja promissor. O foco no coletivo sem rosto é e tem sido perigoso e improdutivo. Ninguém enxerga o que não se vê! Parece mesmo que estamos caminhando para o abismo – abismo este de uma universidade que não educa, mas doutrina, e discrimina pela diversidade, de uma empresa que desfoca da maximização dos lucros, em prol da mesma diversidade, exclusivamente calcada na cor e no gênero, e na ovação do capitalismo das partes interessadas, de uma política que se centra nas “facilidades” para o coletivo e seus (des)incentivos perversos, e de uma mídia que não noticia os fatos, mas faz apologia ao genuíno racha social.

Bem, o foco no grupal, ironicamente, faz com que os vários e distintos grupos minoritários exijam e passem factualmente a serem tratados de forma diferente, destruindo os valores igualitários necessários a uma real cidadania. Enfim, 2020 foi o ano em que não se perdeu um minuto para perder de vista a base do sucesso da civilização ocidental: O VALOR DO INDIVÍDUO! O novo ano ainda pode ser pior: o pensamento e as ações coletivistas irão nos engolir.

Alex Pipkin

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Princípio da Autoridade ou Democracia

 A Democracia almeja atender a vontade popular. Para se inteirar desta vontade, a Democracia, na forma como é representada nas culturas milenares da nova história, formulou sistemas que finalmente levam ao impedimento da realização da vontade do povo produtivo e trabalhador, e asseguram o domínio do Estado às negociatas políticas.

A história da moderna Democracia – pode-se deixar fora desta consideração a história da Democracia da antiguidade, pois ela tinha outro sentido e outros motivos – começa na Inglaterra. As instituições democráticas se estenderam rapidamente após a dissolução da robusta monarquia francesa, por toda Europa Ocidental e se alastraram para a América do Norte através da língua e costumes ingleses. Também a Alemanha foi inundada com esta ideia, mas no fundo ela permaneceu apenas na periferia de todas as ramificações germânicas.

Em 1804, Schiller escreveu com suas últimas forças uma grande obra e trouxe ao mundo um verso, um verso imortal sobre as decisões parlamentares e democráticas:

“O que é Maioria? Maioria é a falta de sentido,
Razoabilidade foi encontrada sempre em poucos…
Deve-se pesar os votos e não contá-los;
O Estado deve sucumbir, cedo ou tarde,
onde a Maioria vence e a ignorância decide.”

Quando então no meio do século passado [século XIX], o Liberalismo e a Democracia festejam seu aparente triunfo mais alto, o novo Reich alemão é unificado não pelos homens da Igreja de Paulo, mas sim por Bismarck, um homem, um líder, um expoente da liderança natural.

A Democracia encontrou seu desabroche político no parlamentarismo, que foi festejado como um santo remédio, uma expressão da vontade popular. Como uma cópia mal feita, este parlamentarismo foi estendido às cidades, à menor das corporações, adentro dos mais profundos canais da vida do povo. Era lógico que deveria ter uma ação venenosa, pois sua essência foi – e ainda é – retirar o peso da decisão e das determinações do indivíduo. A Maioria decide, as decisões da Maioria são executadas…

Imagem de coombesy por Pixabay

Mas sempre quando a ação se faz imperativa, quando responsabilidade e decisão devem entrar em cena, então a Democracia fracassa e o Führertum [1] deve tomar as rédeas.

Na guerra, quando todo um povo se levanta e defende sua terra e o sagrado patrimônio de seu sangue, a decisão recai apenas no Líder. O homem determina o instante. Se uma “Alta Comissão de Guerra” tivesse que decidir, se a batalha deve ser realizada ou não, se o risco de morte é aceitável…, então, nós sabemos que a batalha, o exército e o país estão perdidos…

Os povos querem viver em paz. O camponês deseja trabalhar em paz suas terras ancestrais, e o trabalhador deseja pão e moradia para si e sua família e evolução e espaço vital para si e suas crianças. Porém, todas as Democracias do mundo impeliram para a guerra. Quem não se recorda da histórica cena do parlamento em Paris em 1870, quando um, da própria eloquência, gritou à massa de deputados: “Para Berlim! Para Berlim!” Democracias não evitaram a guerra, nem garantiram a paz, elas também não puderam representar nem da forma mais primitiva a opinião de um povo. Além disso, elas nunca conseguiram despertar o sentido para o todo, que apenas o líder verdadeiro pode mostrar.

Quando Bismarck seguiu o apelo de seu rei e tornou-se Ministro de uma Prússia arruinada pela exaltação democrática, ele escreveu no parlamento a Motley, seu amigo de juventude:

“Aqui no parlamento, enquanto escrevo a você, sou forçado… a escutar discursos estranhos vindos da boca de políticos infantis e excitados… Os senhores aqui não estão uníssonos quanto às motivações de suas futuras decisões, por isso a disputa… Estes tagarelas não podem governar de fato a Prússia, eu tenho que lhes oferecer resistência, eles têm pouca inteligência e muita complacência, estupidez e insolência. Estupidez em sua forma genérica não é a expressão correta; as pessoas são em parte medrosas, bem informadas, com formação universitária, porém, eles sabem tão pouco de política, assim como nós sabíamos enquanto estudantes… em todas as questões eles se tornam infantis assim que aparecem juntos em corpore.”

Esta é a imagem desenhada esplendidamente em todos seus traços, que representa todos os parlamentos do mundo.

Contra esta Democracia, que não representa a vontade do povo, contra esta economia de partidos, que nem ao menos entendeu o próprio sentido de partido, se levanta o Movimento nacional. Adolf Hitler utilizou os métodos exteriores e golpeou a Democracia, mestre na condução das armas, com suas próprias armas.

O Princípio da Liderança Autoritária cresceu em solo germânico. Na realidade é o princípio de todos os povos que possuem sangue germânico, e também os ingleses, que são nossos primos, provaram em sua hora mais aguda, quando o “lado de ferro” de Cromwell, o Führer (líder), limpou o país. O povo deve ser participativo em todos os acontecimentos. Com seu sangue são pagas as batalhas, com seu suor é adubada a terra. Mas não são aquelas pessoas que não querem se envolver totalmente, que deverão tomar as decisões. O Princípio da Autoridade não é uma coisa simples, ele exige grande sacrifício de quem lidera, o sacrifício de toda atuação de uma pessoa, sua responsabilidade completa e com todo o peso da decisão.

O Führer deve decidir, em todo círculo sempre deve haver apenas um que decide. Assim foi nos antigos tempos germânicos, quando os reis movimentavam suas espadas e conduziam suas tropas, […]

Também nos últimos 14 anos, entre os povos, a Democracia esteve submetida ao princípio parlamentar e às palavras mentirosas daqueles que faziam as negociatas políticas e aos oportunistas de plantão. Sempre onde alemães e franceses se encontraram, ou alemães e ingleses, ou ingleses e franceses, eles sempre escutaram seus parlamentos durante as conversações mútuas e, às vezes, até tinham uma ideia da real situação dos acontecimentos mundiais. Eles temiam enganar estes parlamentos, e estes parlamentos os enganavam com falsas votações, através de um sistema sujo de discursos e tapas nas costas, comum a todos os países. A falta de coragem foi o decisivo na face da Democracia. Não para o bem, para o mal, não pelo amor e não pelo ódio, eles não estavam lá para tomar uma decisão, para procurar uma saída, todos eles se prendiam ao lucro que a Democracia lhes proporcionava. Eles até imaginavam em suas cabeças poluídas, que Deus seria democrático. Até a esta profundidade eles ignoravam a imagem divina do ser humano.

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Não havia um líder entre eles, alguém que realmente entendia o povo, que não interpretava o grito do minuto ou da paixão, mas sim podia compreender ao longo dos dias a verdadeira vontade do povo com ouvidos proféticos e um bom coração. Quando Loyd George escapou das inúteis maquinações de Paris no ano de 1918, ele tinha conhecimento, e ele a descreveu, da terrível infelicidade que o Tratado de Versalhes deveria trazer à sua Pátria. Mas quando ele estava em Londres, no recinto do parlamento, lhe tomou por conta o receio da votação, de sua repartição, da Maioria, e ele escreveu as mais inúteis e tolas frases sobre as reparações alemãs para o público da grande cidade transviada, atormentada e decadente. Ele não era um líder. O Princípio da Liderança Autoritária é seleção, Liderança Autoritária é renúncia, e Liderança Autoritária é conhecimento em prol do real sentido de seu tempo. A Liderança Autoritária tem suas raízes no seio do povo, do qual foi criada. E porque cresceu desta forma, ela não necessita temer a opinião proveniente de um momento de excitação, pois ela é mais forte que a ameaça do momento.

Adolf Hitler mostrou em seus anos de luta o gênio deste caminho infalível. A decisão de sua alma nunca pode se enganar, pois ele sentia outra coisa: o caminho, o sucesso, a vitória e o destino.


Fonte: Wilhelm Kube apud Rolf Brandt. Almanach de nationalsozialistischen Revolution. Brunnen Verlag, Berlim 1934, páginas 49-53.

A longa marcha gramsciana

 O frenesi progressista que vem varrendo o mundo começou realmente no final dos anos 1930.  

Naquela época, vivendo em Nova York, minha família, meus amigos e meus vizinhos, todos esquerdistas, haviam chegado ao paroxismo do medo e da raiva por causa da contra-revolução de Franco e da iminente derrocada do governo espanhol esquerdista durante a Guerra Civil Espanhola.  

Superabundavam denúncias e vituperações lacrimosas contra Franco, além de contínuas exortações para que "alguma coisa fosse feita". Houve a criação de organizações especializadas em enviar de tudo para a Espanha, desde leite até armas e soldados. Era a "Brigada Internacional", criada para defender a esquerda espanhola (alcunhada de "Legalistas" pelo sempre simpatizante The New York Times e por outros veículos da mídia "respeitável").

Vale enfatizar que estas pessoas jamais — nem antes e nem durante — haviam demonstrado qualquer tipo de interesse pela história, cultura ou política espanhola.  Logo, por que repentinamente passaram a se preocupar com o país? 

O historiador esquerdista Allen Guttman chegou até a documentar e celebrar esta histeria em relação à Espanha em seu livro A Ferida no Coração (o título já diz tudo). 

Certa vez perguntei ao meu amigo Frank S. Meyer, que havia sido um proeminente comunista americano, a respeito deste enigma. Ele deu de ombros: "Nós [os comunistas] nunca conseguimos entender o porquê. Mas tiramos proveito do sentimentalismo progressista da questão".

A explicação ortodoxa dos historiadores é que os esquerdistas da época — cujo quartel-general, a fonte de financiamento, estava nos EUA — estavam especialmente temerosos quanto à "ameaça do fascismo", e defendiam freneticamente a esquerda espanhola porque viam a Guerra Civil daquele país como um prenúncio de uma inevitável Segunda Guerra Mundial. 

Mas o problema com esta explicação é que, embora a esquerda progressista houvesse defendido entusiasmadamente a "boa" Guerra contra o Eixo, ela nunca realmente arregimentou a mesma emotividade, a mesma exaltação, o mesmo furor que demonstrava em relação a Franco contra Hitler, por exemplo.

Então, qual a verdadeira explicação para a atual postura da esquerda em relação a temas cultural e economicamente progressistas?

As raízes

Creio que uma pista pode ser encontrada na mini-histeria que a esquerda demonstrou a respeito da contra-revolução ocorrida contra o regime esquerdista da Salvador Allende no Chile, uma contra-revolução que colocou o General Augusto Pinochet no poder.  

A esquerda, até hoje, ainda não perdoou a direita chilena e a CIA por este golpe. Allende ainda é considerado um mártir querido pela esquerda, e sua filha Isabel, um ícone (embora ainda percam para Che Guevara). 

Seria esta raiva tão duradoura só porque um regime comunista foi derrubado? Quase, mas ainda longe. Afinal, a esquerda não demonstrou grandes emoções, não demonstrou nenhum desespero, quando os regimes comunistas entraram em colapso na União Soviética e no Leste Europeu.

Logo, sugiro que 'A Resposta' para este mistério é a seguinte: a esquerda é, em sua essência, "progressista", o que significa que ela acredita, à moda marxista, que a história consiste em uma 'inevitável marcha ascendente' rumo à luz, rumo à utopia socialista. 

A esquerda progressista acredita no mito do progresso inevitável; ela acredita que a história está ao seu lado, sempre conspirando a seu favor. Sendo ela formada por social-democratas (mencheviques), primos dos comunistas (bolcheviques) — com quem vivem entre tapas e beijos —, a esquerda progressista possui um objetivo similar ao dos comunistas, mas não idêntico: um estado socialista igualitário, gerido totalmente por burocratas, intelectuais, tecnocratas, "terapeutas" e pela Nova Classe iluminada, geralmente em colaboração com — e sempre sendo apoiada por — credenciados membros de todos os tipos de grupos vitimológicos, aquela gente que se diz perseguida e que vive lutando por "direitos iguais" — sendo que o 'iguais' significa na verdade 'superiores'.  Estes grupos são formados por negros, mulheres, gays, lésbicas, trans, índios etc. 

A esquerda progressista acredita que a história está marchando inexoravelmente rumo a este objetivo. Uma parte vital deste objetivo é a destruição da família tradicional, "burguesa" e composta de pai e mãe, que deve ser substituída por um sistema em que as crianças são criadas e educadas pelo estado e por sua Nova Classe de orientadores, tutores, terapeutas e demais "cuidadores" infantis.

A utópica marcha da história, objetivo dos social-democratas, também é similar à dos comunistas, mas não exatamente a mesma. Para os comunistas, o objetivo era a estatização dos meios de produção, a erradicação da classe capitalista, e a tomada de poder pelo proletariado. Já os social-democratas entenderam ser muito melhor um arranjo em que o estado socialista mantém os capitalistas e uma truncada economia de mercado sob total controle, regulando, restringindo, controlando e submetendo todos os empreendedores às ordens do estado.  

O objetivo social-democrata não é necessariamente a "guerra de classes", mas sim um tipo de "harmonia de classes", na qual os capitalistas e o mercado são forçados a trabalhar arduamente para o bem da "sociedade" e do parasítico aparato estatal.  

Os comunistas queriam uma ditadura do partido único, com todos os dissidentes sendo enviados para os gulags. Já os social-democratas preferem uma ditadura "branda" — aquilo que Herbert Marcuse e a Escola de Frankfurt, em outro contexto, rotularam de "tolerância repressiva" —, com um sistema bipartidário em que ambos os partidos concordam em relação a todas as questões fundamentais, discordando apenas polidamente acerca de detalhes triviais — "a carga tributária deve ser de 37% ou de 36,2%?".

Liberdade de expressão, de imprensa e de ideias é tolerada pelos social-democratas, mas desde que ela se mantenha dentro de um espectro de opiniões pré-aprovadas. Os social-democratas repelem a brutalidade dos gulags; eles preferem fazer com que os dissidentes padeçam da "suave" e "terapêutica" ditadura do politicamente correto, na qual eles forçosamente têm de aprender as maravilhosas virtudes de ser educado na "dignidade de estilos de vida alternativos", sempre submetidos a um intenso "treinamento de sensibilidade". Em outras palavras, Admirável Mundo Novo em vez de 1984. A "marcha ascendente da democracia" em vez da "ditadura do proletariado".

Também típica é a distinção, nas duas utopias, acerca de como lidar com a religião. Os comunistas, como fanáticos ateístas, tinham o objetivo de abolir por completo a religião. Já os social-democratas preferem uma abordagem mais suave: subverter o cristianismo de modo a fazer com que a religião se torne aliada da social-democracia.

Daí a sagaz cooptação da esquerda cristã pelos social-democratas: enfatizando o modernismo entre os católicos e o evangelicalismo esquerdo-pietista entre os protestantes — este último objetivando criar um Reino de Deus na Terra na forma de uma coerciva e igualitária "comunidade de amor". 

Trata-se de uma estratégia muito mais astuta: cooptar religiosos em vez de assassinar padres e freiras e confiscar igrejas — esta última feita pelo regime republicano espanhol e por seus partidários trotskistas e anarquistas de esquerda, algo que não gerou absolutamente nenhum grito de protesto por parte de seus devotos defensores progressistas e social-democratas ao redor do mundo.

Esta distinção nos objetivos — totalitarismo brando vs. radical — também é refletida na acentuada diferença entre as estratégias e os meios utilizados. Os comunistas, ao menos em sua clássica fase leninista, ansiavam por uma revolução violenta e apocalíptica que destruiria o estado capitalista e levaria à ditadura do proletariado. Já os mencheviques — social-democratas ou neoconservadores —, fieis ao seu ideal "democrático", sempre se sentiram um tanto desconfortáveis com a ideia de revolução, preferindo muito mais a "evolução" gradual produzida pelas eleições democráticas. 

Para os mencheviques, o estado deve ser totalmente aparelhado por intelectuais partidários e simpatizantes, de modo a garantir a continuidade da longa marcha gramsciana da conquista das instituições culturais e sociais do país. Daí a desconsideração pelos gulags e pela revolução armada. Por isso o desaparecimento de seus primos (e concorrentes) bolcheviques não ter sido lamentado pelos social-democratas. Muito pelo contrário: os social-democratas agora detêm o monopólio da marcha "progressista" da história rumo à Utopia.

A Resposta

O que me traz de volta à minha 'Resposta' sobre o porquê da histeria da esquerda progressista: ela se torna histérica sempre que percebe a ameaça de uma pequena reversão na Inevitável Marcha da História.  

Ela se torna histérica quando visualiza alguns empecilhos e, principalmente, retrocessos nesta sua inexorável marcha ao poder total, retrocessos estes que sempre são rotulados, obviamente, de "reações".

Na visão de mundo tanto de comunistas quanto de social-democratas, a mais alta — desde que "progressista" — moralidade é se mostrar não apenas um defensor, mas também, e principalmente, um entusiasmado fomentador da 'inevitável próxima fase da história'. É ser a "parteira" (na famosa expressão de Marx) desta fase. 

Da mesma forma, a mais profunda, se não a única, imoralidade é ser "reacionário", ser alguém dedicado a se opor a este inevitável progresso — ou, pior ainda, alguém dedicado a fazer retroceder a maré, a restaurar costumes enraizados, a "atrasar o relógio". 

Este é o pior pecado de todos, e ele gera todo este frenesi justamente porque qualquer retrocesso bem-sucedido colocaria em dúvida aquele que é o mais profundo e o mais inquestionavelmente aceito mito "religioso" da esquerda progressista: a ideia de que o progresso histórico rumo à sua Utopia é inevitável. 

Trata-se, no mais profundo sentido, de uma guerra não apenas cultural e econômica, mas religiosa. "Religiosa" porque social-democracia/progressismo de esquerda é uma visão de mundo passional, uma "religião" no mais profundo sentido, pois guiada unicamente pela fé: trata-se da ideia de que o inevitável objetivo da história é um mundo perfeito, um mundo socialista igualitário, um Reino de Deus na Terra, seja este deus "panteizado" (sob Hegel e os adeptos do Romantismo) ou ateizado (sob Marx). 

Esta é uma visão de mundo em relação à qual não deve haver concessões ou clemência. Ela deve ser contrariada e combatida veementemente, com cada fibra de nosso ser.

O Brejo

Quem vai vencer essa guerra? Não se sabe. De que lado está a maioria da população? Certamente perdida, disponível para quem chegar primeiro. A maioria está confusa, vagando de um lado para o outro, dividida entre visões de mundo conflitantes. Ela pode pender para qualquer lado. 

Durante suas inúmeras batalhas faccionárias dentro do movimento marxista, Lênin certa vez escreveu que há dois grupos batalhando, cada um formado pela minoria da população, sendo que a maioria está no centro, e é formada justamente pelas pessoas confusas, às quais ele se referiu como O Brejo. A maioria da população hoje está confusa e constitui O Brejo; estas pessoas estão no terreno no qual a maioria das batalhas será disputada. 

E a metáfora é corretamente militar. A batalha iminente é muito mais ampla e profunda do que apenas discutir alíquotas de impostos. Trata-se de uma batalha de vida e morte pelo formato do nosso futuro. Daí se compreende o frenesi que acomete a esquerda sempre que uma medida "reacionária" parece ser favorecida pela sociedade.

A esquerda progressista não se importa muito com — na verdade, ela até gosta de — pequenos revezamentos de poder: uma década de governos abertamente progressistas, nos quais a agenda esquerdista é avançada, seguida de alguns anos de governo "oposicionista" ou "conservador", no qual há apenas uma consolidação ou simplesmente uma redução na velocidade do avanço. O que ela realmente teme é a perspectiva do conservadorismo se tornar reacionário, no sentido de realmente fazer retroceder alguns ganhos "progressistas".  É isso que a apavora.  

Daí a histeria em relação a Franco e a Pinochet; daí o linchamento de Joe McCarthy, que realmente ameaçou ser bem-sucedido em fazer recuar não apenas os comunistas, mas até mesmo os progressistas e social-democratas. Ameace retroceder "direitos" obtidos por grupos de feministas, de gays, de negros, de desarmamentistas, de funcionários públicos, de sindicalistas ou de qualquer outro do ramo vitimológico, e você verá o que é uma fúria progressista.

O que fazer

Portanto, o combate requer, principalmente, coragem e nervos para não ceder e não se dobrar perante as totalmente previsíveis reações caluniosas e difamantes dos oponentes. Acima de tudo, o objetivo não deve ser o de se tornar querido e bem aceito por progressistas ou pela Mídia Respeitável. Tal postura irá gerar apenas mais rendição, mais derrotas.  

Igualmente, o objetivo não é apenas o de fazer retroceder o estado leviatã, sua cultura niilista e estas pessoas que querem se apossar do estado e impor sua agenda sobre nós. O objetivo tem de ser a eliminação completa e irreversível deste monstruoso sonho de um Perfeito Mundo Socializado gerido por "pessoas de bem".

Que a reação ocorra, que os "direitos" sejam retrocedidos, que esta gente recue, entre em órbita e finalmente perceba que, na realidade, sua religião é maléfica.