Bunker da Cultura Web Rádio

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

O adversário camuflado

 

Ao contrário do adversário visível, já não é possível apanhar o adversário camuflado de forma organizada. Ele trabalha ilegalmente, nós podemos denominá-lo talvez de aparato invisível do grande adversário já caracterizado (Maçonaria e grande parte de uma casta sacerdotal politizada, que se baseia no fundamentalismo religioso – NR). Seu objetivo é destruir a unidade da liderança no Estado e no partido, tornando impossível cumprir os objetivos cosmovisionários do Nacional-Socialismo. O povo deve ser mantido inseguro e distante de sua liderança, os líderes devem se tornar nervosos e desconfiar uns dos outros.


Reinhard Heydrich, Chefe do Departamento de Segurança do Reichsführer da SS

Para chegar a estes objetivos, existe uma rede de ligações cruzadas em quase todos os níveis do aparato estatal, da vida pública e do movimento. Este sistema de canais alerta o adversário diante de um perigo iminente. Ele esta ciente a tempo de todas as medidas do Estado, suas ordens e leis. O mesmo sistema de canais serve, por outro lado, para preparar as medidas mais importantes do adversário. Os órgãos deste sistema trabalham parcialmente cientes de sua traição, por outro lado sofrem exploração de seus pontos fracos pessoais.

O principal ponto de sustentação deste trabalho adversário sabidamente traidor são os elementos inimigos remanescentes no aparato do Estado, os quais aparecem todos de uma vez, em um só instante. Para eles são irrelevantes as leis do funcionalismo. Acreditando-se na veracidade e na convicção de seu juramento, eles foram deixados em suas posições como profissionais da área.

Enquanto nós, nacional-socialistas, entendemos sob o termo burocracia, no bom sentido, toda precisão do excelente e coordenado trabalho de um aparato comercial e administrativo, diversos elementos desalmados e inimigos desvirtuam a mesma burocracia para impedir, travar e distorcer nossas tarefas nacional-socialistas.

A ramificação desta rede é monstruosa. Uma descrição sem lacunas é impossível aqui. Uma pessoa de fora só consegue identificar as ramificações em seus efeitos:

Aqui são feitas tentativas para reinterpretar medidas legislativas. Em outra parte tentam estrangular o financiamento de determinadas áreas vitais para o movimento e o Estado.

Nas universidades tenta-se distorcer através da “ciência pura e racional” o tratamento da herança cultural nacional-socialista, em prol do liberalismo.

A cosmovisão Nacional-Socialista envolve mais do que apenas a ciência formal. Abrangendo todo o legado místico das tradições nórdicas, ela vai mais além, promovendo o estudo incessante da correspondente esfera metafísica – NR.

Na pesquisa da pré-história tenta-se unilateralmente colocar nas mãos de elementos estranhos ao povo a liderança das escavações, para que possa ser mantida intacta a afirmação da “falta de cultura” de nossos antepassados.

Através da tentativa de uma política pessoal antinacional-socialista é almejado tomar de volta posições chaves do Estado, e caso uma lei nacional-socialista seja aprovada, sua execução é sabotada e as portas do fundo podem ser abertas através de regulamentações maliciosas do texto da lei. No caso de homens nacional-socialistas de boas intenções, através de interações sociais (convites, clubes etc) é tentado ganhar influência sobre eles. Diante da forte vontade dos líderes nacional-socialistas em ajustar a legislação e administração pública alemã à natureza e sensibilidade do povo, eles distorcem na execução e tentam com isso levar estes homens a atuar contra o movimento.


Reinhard Heydrich ao lado do Reichsführer-SS Heinrich Himmler

Para distorcer as medidas do Führer ou um de seus representantes, ou para facilitar a queda de uma organização incômoda ou perigosa do movimento e do Estado, eles lançam mão da sistemática fabricação de boatos e da incitação através da mídia. Por milhares de canais são espalhados boatos sobre os supostos “perigos” da política do Führer, que ameaçam através destas medidas ou organizações e, ao mesmo tempo, estabelece-se uma onda de reclamações. A diversidade destas reclamações permite reconhecer rapidamente o sistema de canais do adversário. Sob o comando freqüente da maçonaria suíça ou de um jornal de emigrantes “alemães”, o ataque se materializa através de uma série de artigos sistemáticos das piores mentiras. Simultaneamente é colocado em movimento o aparato para manipulação das fraquezas de cada indivíduo. O ser humano é inclinado facilmente a acreditar em boatos inverídicos e inacreditáveis, mais do que em fatos técnicos. Conhecendo estas fraquezas e vontade de imitar, estes boatos são lançados contra personalidades que têm certa simpatia ou antipatia a estas organizações e com isso se encarregam da disseminação no sentido positivo ou negativo.

Uma opinião pronta é criada rapidamente, que prepara então o caminho para a execução dos objetivos imediatos do adversário.

Assim é tentado por toda parte destruir o corpo do Estado e lançar uma cunha entre a liderança e seus seguidores. Acentuando as tarefas ainda não executadas, as ações e desempenhos dos dois primeiros anos devem ser esquecidos e tenta-se retirar do Führer e de seus fiéis seguidores todo chão construído pelos excelentes trabalhos, e também a confiança do povo. Nós devemos ver esta ação e tática do adversário, para poder confrontá-las.

Como o adversário vê a situação na Alemanha e qual caminho lhe parece ser mais o correto, deixa-se mostrar pela seguinte frase proveniente de um relatório secreto do adversário:

“A situação na Alemanha permanece na tentativa em anular o NSDAP através da burocracia e outros adversários secretos do Nacional-Socialismo.”

Reinhard Heydrich – Wandlung unseres Kampfes, 1936.

Esta abordagem do chefe de departamento de segurança do Reichsführer da SS, Reinhard Heydrich, mostra claramente que a luta interna após a tomada de poder pelo partido de Hitler nunca acabara. Mesmo estando no poder há 3 anos, depois de levantar a economia alemã a patamares que só provocava inveja a qualquer dirigente de qualquer outra nação do ocidente, mesmo fornecendo melhores perspectivas de vida a todos os alemães, a cosmovisão nacional-socialista ainda era combatida por aquelas velhas forças destrutivas que sempre se instalam em um organismo saudável.

Mais tarde, já durante a guerra, não há dúvidas que a possibilidade de traição foi um dos motivos que levou milhares aos campos de concentração, cuja atividade vil certamente ajudaria/ajudou na derrota do Terceiro Reich. Não surpreende, portanto, que nos dias atuais a figura do traidor da Pátria seja cultuada na BRD – NR.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

George Soros e seu plano para o extermínio dos povos

 

O especulador judeu, George Soros,
se intrometendo onde não é chamado

Temos mais uma vez notícias de George Soros. O temido investidor e administrador de fundos de investimentos, que se ocupa entrementes do financiamento das revoluções coloridas e derrubada de governos no Oriente Médio e na Ucrânia, redigiu agora um artigo para o jornal Die Welt, apresentando ali sua agenda para a substituição dos povos.

Na introdução do panfleto propagandístico de Soros, repete-se novamente o mito da catástrofe demográfica: “Mesmo se os populistas afirmam outra coisa: diante do envelhecimento da população na Europa, as vantagens associadas à imigração superam em muito os custos da integração”. Como o mega especulador e presidente da Open Society Foundation sabe disso? Por que ele se prende a essa crença, apesar das muitas vozes contrárias? A resposta é simples: Soros apoia aquilo que lhe traz vantagem. Como representante da nova e liberal Ordem Mundial, lhe traz vantagem a introdução de mão de obra barata e a geração de conflitos sociais nas nações homogêneas. A ordem global surge a partir do caos da política de asilo.

Soros também critica os países da UE que “levantaram as cercas”, a exemplo do que fez a Hungria recentemente. Com tais atitudes, as nações provam que elas perseguem “uma política de imigração em proveito próprio, com desvantagens para seus vizinhos”, diz o texto. Uma clara inverdade, pois o acordo Schengen obriga os países de fronteira da União Europeia a proteger suas fronteiras externas e, em segundo lugar: se os países da UE, antes de terem entrado na União Europeia, tivessem sido informados que no futuro eles não teriam mais a soberania sobre sua política de imigração, muitos chefes de Estado teriam refletido mais sobre o tema. Mesmo a Grã-Bretanha pós-Brexit está propensa a direcionar e comandar de forma inteligente a questão da imigração. A Hungria tenta fazer o mesmo.

A argumentação de Soros reside na suposição de que uma política imigratória nacional pesaria “contra seus vizinhos”. Mesmo isso é pura inverdade, pois não são os supostos egoístas parlamentos nacionais que prejudicam outros países através de sua possível rejeição na questão dos imigrantes. Os governos nacionais têm sim o dever de tomar a melhor decisão em prol de seus respectivos países – agrade ou não ao sr. Soros. Na verdade, todavia, é a comissão europeia que exige uma justa distribuição dos imigrantes no continente europeu – parece ser indiferente se os países membros concordem ou não. Depois que Merkel decidiu de forma ditatorial que os alemães querem de qualquer forma uma enchente de imigrantes pobres, ela passou a pressionar outras nações europeias para que adotem esta política suicida. Verifica-se isso quando a cada cinco minutos volta-se a falar de uma solução europeia para a crise dos refugiados. Isso significa nada mais do que eliminar a autodeterminação das nações sobre a política de imigração e transferir este poder para os comissários e funcionários da UE. (O que eles almejam parece esta claro após a afirmação do vice-presidente da comissão europeia, Frans Timmerman. [1]

De volta ao planos de sete pontos de Soros. Eles falam por si só e iremos comentá-los com a devida atenção:

1. “Primeiramente a União Europeia deve receber um grande número de refugiados diretamente dos países em conflito bélico, de forma segura e ordeira”. (Atentemos ao termo “deve”)

2. “Segundo, a UE deve reconquistar o controle sobre suas fronteiras. Não existe nada que assuste mais e cause pânico na opinião pública do que cenas de caos”. (Com controle sobre as fronteiras, Soros não se refere naturalmente a rejeitar imigrantes. Deve-se apenas evitar cenas caóticas e assegurar uma imigração ordenada)

3. “Terceiro, a UE deve disponibilizar os meios financeiros suficientes para promover uma ampla política de imigração. Segundo estimativas, são necessários 30 bilhões de Euros anuais”. (Novamente aqui a palavra “deve”. Pergunta: será que o endividamento adicional das nações europeias por causa desta crise de refugiados ajudam o especulador Soros e seus amigos das Altas Finanças?)

4. “Quarto, a UE deve desenvolver mecanismos comuns para proteção das fronteiras, para avaliar os pedidos de asilo e realocação dos refugiados”. (Favor atentar com cuidado ao termo “realocação”. Soros não prevê que os refugiados ou asilados, após o término dos conflitos em suas respectivas pátrias, devam retornar a elas. Ele quer fixá-los no continente europeu, – para sempre)

5. “Quinto, necessita-se um mecanismo espontâneo de votação para a realocação dos refugiados. A UE não pode forçar os países membros a aceitar refugiados, ir a lugares onde eles não são bem vindos”. (Mencionar espontaneidade é uma piada de mau gosto, pois a realocação é fato consumado para Soros. Através do mecanismo de votação, o imperativo para aceitar refugiados deve ser vestido por um manto de democracia)

6. Sexto, os países da UE deve apoiar maciçamente os países que receberem refugiados, e deve ser mais grandiosa em seus princípios de ajuda à África. Ao invés de aplicar a ajuda financeira em proveito próprio, a UE deveria oferecer uma “ampla solução” que se concentre nas necessidades dos países destinatários”. (O que Soros quer dizer aqui: devem ser oferecida uma motivação financeira para recebimento de refugiados, tornando assim a substituição dos povos algo lucrativo. Fica em aberto o que ele quer dizer com “ampla solução”)

7. O último pilar é a criação duradoura de um cenário favorável para os imigrantes econômicos. A vista do envelhecimento da população na Europa, as vantagens aliadas à imigração superam em muito os custos da integração do imigrantes”.

Sim, vocês ouviram bem. Os imigrantes econômicos também devem ser convidados para a Europa e mesmo que estes venham até nós apenas para aproveitar da segurança do sistema social, nenhum país da UE deve protestar, pois sem estes inúmeros imigrantes nós iríamos logo logo estar extintos. Esta honestidade é revigorante, e da mesma forma criticável. O que há pouco tempo atrás era visto como teoria da conspiração – ou seja, a alegação de que os ultra ricos globalistas, como este apoiador de Clinton, estão apoiando e desejando a imigração em massa – não pode ser mais contestada após esta declaração.

Compact irá oferecer dura resistência contra esta agenda destrutiva. Não apenas porque os planos do sr. Soros ameaçam a existência de nossa Alemanha e de outras nações europeias, mas também porque sua desejada transformação da população é o motor central para o perigoso fluxo migratório em direção à Europa. Pessoas morrem na tentativa de chegar ao continente, traficantes inescrupulosos ganham uma fortuna com o desespero das pessoas e ao final da história, os países de origem sofreram muito com o desaparecimento de seus habitantes mais jovens e competentes. Isso não pode ser a solução! Em prol de um mundo das pátrias – contra a loucura dos ideólogos multiculturalistas!

[1] https://www.youtube.com/watch?v=by_qX8BxSOM)

Marc Dassen

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Soros, Chávez e a Urna de Pandora




-De Caracas a Manila, passando por Washington e Brasília, a Smartmatic não vende urnas. Vende resultados. E quem controla o código, controla a história.-

Há mentiras descaradas, daquelas que coram até um monge trapista. Há mentiras convenientes, que lubrificam as engrenagens da política cotidiana. E há a história de origem da Smartmatic — uma mentira tão pornográfica, tão insolente, que insulta a inteligência de qualquer ser humano que saiba contar até dez sem usar os dedos dos pés.

A narrativa oficial, repetida ad nauseam pela mídia domesticada, é quase comovente: após o caos das "hanging chads" (cédulas penduradas) na eleição Bush vs. Gore de 2000, três engenheiros venezuelanos visionários teriam fundado a Smartmatic para "salvar a democracia" com tecnologia de ponta.

Pequeno detalhe para estragar o jantar: a Smartmatic foi fundada em 11 de abril de 2000. A eleição Bush-Gore que supostamente a inspirou aconteceu em novembro de 2000 — seis meses depois. Expliquem essa inconsistência temporal. Eu espero. Quando o mito fundador de uma corporação é literalmente impossível, quando a cronologia não fecha, tudo o que vem depois merece não apenas ceticismo, mas investigação criminal. E o que vem depois, caro leitor, é a genealogia documentada de uma das operações de subversão democrática mais eficazes da história moderna. Não estamos falando de teorias de chapéu de alumínio. Estamos falando de contratos, transferências bancárias, indiciamentos federais e a biografia de uma ferramenta criada por Hugo Chávez para perpetuar sua ditadura, que se metamorfoseou em uma rede global de manipulação eleitoral com tentáculos em mais de 30 países — incluindo o Brasil e os Estados Unidos — e conexões umbilicais com George Soros. Respire fundo. O habbit hole é profundo. Ato I: O Pecado Original Venezuelano Em 2004, uma empresa de fundo de quintal chamada Smartmatic, sem portfólio nem história, abocanhou um contrato de US$ 128 milhões para o referendo revogatório de Hugo Chávez. Para quem entende de licitações públicas, isso não é sorte; é acerto. O consórcio SBC (Smartmatic, Bizta, CANTV) implantou 10.000 máquinas. O referendo aconteceu. Chávez "venceu". Imediatamente surgiram denúncias de anomalias estatísticas impossíveis. O Centro Carter, aquela lavanderia de reputações de tiranos de estimação, deu seu selo de aprovação. Mas a verdade sempre vaza. Chávez reuniu-se pessoalmente com os executivos antes do contrato. A Smartmatic não ganhou a licitação por competência; foi escolhida para entregar um sistema projetado, desde o código-fonte, para ser manipulado. Ato II: A Invasão Silenciosa da América Com o bolso cheio de petrodólares chavistas, a Smartmatic fez seu movimento mais audacioso em 2005: comprou a Sequoia Voting Systems, uma gigante americana que operava em 17 estados. Pensem na gravidade disso: uma empresa financiada por uma ditadura antiamericana comprou o acesso direto à infraestrutura eleitoral dos EUA. O governo americano, via CFIUS, percebeu o absurdo e forçou a Smartmatic a "vender" a Sequoia em 2008. Mas aqui está o truque de mestre: eles venderam a carcaça, mas retiveram a propriedade intelectual. Venderam o hardware, mantiveram o software. O cavalo de Troia já estava dentro das muralhas. Ato III: A Confissão do Crime Entre 2004 e 2017, a Smartmatic operou 14 eleições na Venezuela. Em 2017, a fraude foi tão grotesca na eleição da Assembleia Constituinte que a própria empresa, num surto de autopreservação (ou cinismo calculado), admitiu publicamente que 1 milhão de votos falsos foram injetados no sistema. A empresa que criou a máquina confessou o crime. E o que o mundo fez? Nada. Ato IV: O Barão Globalista entra em Cena Para limpar sua imagem suja de petróleo venezuelano, a Smartmatic criou a holding SGO Corporation em Londres. E quem eles trouxeram para dar respeitabilidade? Lord Mark Malloch-Brown. Gravem esse nome. Malloch-Brown não é apenas um burocrata britânico. Ele foi vice-presidente do Grupo Quantum de George Soros e membro do conselho da Open Society Foundation. A conexão não é sutil. É explícita. O homem de confiança de Soros presidiu a empresa que fabrica as urnas, enquanto as ONGs de Soros "monitoram" as eleições. É o lobo cuidando do galinheiro e vendendo os ovos. Ato V: A Conexão Brasileira A Smartmatic não esqueceu do Brasil. Entre 2012 e 2016, a empresa forneceu tecnologia e serviços para nossas eleições, cobrindo quase meio milhão de seções eleitorais. Lembram-se da apuração de 2014? Aquela virada matemática estatisticamente curiosa? Pois é. A empresa venezuelana estava lá, operando satélites e treinando técnicos. Contratos com irregularidades, empresas de fachada no consórcio... o padrão é sempre o mesmo. A Smartmatic não vende tecnologia; vende opacidade. Ato VI: A Máfia das Filipinas Em 2024, a casa caiu. Roger Piñate, cofundador da Smartmatic, foi indiciado nos EUA por pagar mais de US$ 1 milhão em propinas nas Filipinas. O esquema envolvia superfaturamento de máquinas e lavagem de dinheiro para comprar imóveis de luxo. Não é um "caso isolado". É o modus operandi. A empresa opera como um cartel: suborno, superfaturamento e manipulação. Ato VII: A Convergência Dominion E aqui chegamos ao clímax. Em 2010, a Dominion Voting Systems comprou a Sequoia — a mesma empresa que a Smartmatic havia comprado e vendido, mas mantendo o software. Ou seja: o código-fonte desenvolvido na Venezuela, pago por Chávez, testado em fraudes confessas, acabou dentro das máquinas da Dominion que operaram em estados-chave nas eleições americanas de 2020. Geórgia, Pensilvânia, Arizona. Onde quer que houvesse contagens estranhas, paradas na madrugada e viradas inexplicáveis, lá estava o DNA digital da Smartmatic, rodando no hardware da Dominion. Conclusão: A Engenharia do Consentimento A Smartmatic não é uma empresa de tecnologia. É uma empresa de engenharia de resultados. O ciclo é perfeito: Chávez financia o desenvolvimento. A Venezuela serve de laboratório. Soros fornece o verniz de legitimidade global. A Dominion distribui o vírus nos EUA. E a mídia trata qualquer questionamento como "teoria da conspiração". Se a Smartmatic foi criada com mentiras, financiada por ditadores, flagrada pagando propina e admitiu fraudar 1 milhão de votos, por que ela ainda existe? Porque ela é útil. Porque em um mundo onde a vontade popular é um obstáculo para as elites globais, ter uma máquina que ajusta a realidade à necessidade do poder não é um crime. É o ativo mais valioso do planeta.
Eles não roubaram as eleições. Eles as privatizaram.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Katyn – Vitória do Revisionismo Histórico

 

Qual será a desculpa agora?

A alegada “mentira da direita radical” é comprovadamente correta: o massacre de milhares de oficiais poloneses no cativeiro soviético, que aconteceu na Segunda Guerra Mundial, foi cometido pelos soviéticos e os vencedores tentaram juntos, até o final do conflito, jogar a culpa deste crime – sempre através da mentira – ao seu arqui-inimigo, a fim de desviar a atenção de seus próprios crimes.

Falácias provenientes das névoas do pântano do fanatismo ideológico

Em 1940, os soviéticos executaram na floresta de Katyn milhares de prisioneiros poloneses. No livro “In Auschwitz wurde niemand vergast : 60 rechtsradikale Lügen und wie man sie widerlegt” ( Em Auschwitz ninguém foi gaseado. 60 mentiras da extrema-direita e como revidá-las), o autor alega que o crime de guerra de Katyn seja de responsabilidade da “extrema-direita”, embora as tropas russas sejam culpadas. Ele tenta vender esta tese como uma das “60 mentiras da extrema-direita”, e por isso escreve sobre a “mentira 18”:

a. o argumento é tomado “diretamente da Propaganda nazista”
b. o argumento procede, “mas o que isso prova, um crime anula outro?”
c. Ao final, ele cita crimes de guerra alemães na Polônia ocupada.


“Mentira” nr. 18

Os fatos

A Wehrmacht, o exército alemão, venceu militarmente em poucas semanas a vizinha Polônia, no outono de 1939. Pouco antes da capitulação polonesa, conforme o anexo secreto do pacto com a União Soviética, tropas russas invadiram a Polônia oriental. Um ano e meio depois começou o ataque preventivo alemão contra a Rússia soviética, a chamada operação Barbarossa.

Katyn, situada nos arredores de Smolensk e local da descoberta da cova coletiva de milhares de oficiais poloneses que desapareceram desde a capitulação polonesa, foi tomada pelo primeiro ataque alemão em julho de 1941 e, no verão de 1943, reconquistada pelos soviéticos.


Capelão militar polonês Zielkoski. Carrega consigo ainda o rosário

Não foram encontradas 4.100 vítimas como o autor alega, mas sim 4.143. O local também não foi descoberto pelos soldados alemães em abril de 43, mas sim pelos trabalhadores da organização Fritz Todt. Colegas trabalhadores poloneses indicaram o local da cova coletiva na floresta. Junto ao monte Kasegory, 20 km ao leste de Smolensk, perto da estrada para Witebsk, eles encontraram de fato restos humanos e colocaram ali uma cruz de madeira. A primeira indicação obtida do interrogatório do prisioneiro russo Merkulaff, no início de agosto de 1941, não mereceu a devida atenção da comissão da Wehrmacht para crimes de guerra. [1]

Início das investigações

Somente no inverno de 1942/1943, quando o Tenente-Coronel Ahrens do regimento de informação 537 rastreava um lobo na floresta de Katyn, uma região procurada para passeios, começou-se a desvendar o crime. Ahrens investigou um local cavoucado por um animal junto à cruz de madeira e relatou a descoberta ao oficial alemão encarregado dos sepultamentos. Com isso o Prof. Buhtz, do Exército central, iniciou as investigações. Formou-se um comitê de investigação internacional composto por doze médicos legistas de diversas nacionalidades, representantes da Cruz Vermelha polonesa, assim como prisioneiros de guerra norte-americanos e ingleses. A comissão realizou a autópsia de 100 cadáveres encontrados. [2]


Prof. Palmieri, nepalês, autopsia cadáver nr. 800, um major de 50 anos : três tiros na nuca e estilhaços no cérebro

A época da morte foi avaliada pela perícia médica por volta de maio de 1940. Os assassinos falharam em esvaziar os bolsos das vítimas, mortas com um tiro na nuca, antes de enterrá-las. Desta forma não foi apenas identificado o cadáver nr. 490 como sendo do Major Adam Solski, mas também encontrado outros indícios como um diário preenchido até 9 de abril de 1940, com indicações sobre a prisão dos oficiais através do serviço secreto soviético. Podia-se desde o início eliminar qualquer culpa das tropas alemãs nesta execução em massa, que aconteceu mais de um ano antes dos alemães marcharem para o local em território sob jugo soviético.

Sabedoria mortal?

A culpa dos soviéticos já era conhecida dos aliados desde 1943 através de uma comissão de investigação do embaixador britânico Owen O’Malley junto ao governo polonês do exílio na Inglaterra. O relatório podia ser impresso, mas não revelado ao público. Churchill tentou convencer Sikorski ao silêncio com o argumento “de que nada traria de volta os oficiais poloneses executados.” Porém, Sikorski manteve sua posição de culpar os soviéticos, e veio a falecer no mesmo ano através da queda de um avião perto de Gibraltar, cujas circunstâncias não foram esclarecidas. [3]

O promotor polonês de Krakau, Dr. Roman Martini, se encontrou logo após a guerra em uma investigação onde se encontrava o comissário Burjanow, enviado de Moscou em 1940 e chefe do massacre de Katyn. Poucos dias depois que seu relatório de investigação foi entregue ao Ministério da Justiça, ele foi assassinado a 12 de março de 1946 por dois membros da “Sociedade para amizade polaco-soviética“, por assim dizer um “favor de amigo”… [4]

Conto mentiroso

Um mês antes do assassinato de Martini a 14 de fevereiro de 1946, se apresentou no processo de Nuremberg o substituto do principal promotor soviético, Coronel Pokrowsky, que disse as seguintes palavras diante do tribunal:

“Eu gostaria agora de me ocupar com as atrocidades cometidas pelos hitleristas contra os membros do exército polonês. Nós vemos no texto da acusação que a execução em massa dos prisioneiros de guerra poloneses foi um dos mais importantes crimes executado pelos intrusos fascistas alemães nas florestas de Katyn, região de Smolensk.” [5]

O advogado de Göring, Dr. Otto Stahmen, interrogou tão magistralmente as testemunhas soviéticas durante duas semanas que a partir de 26 de fevereiro, não se ouviu mais qualquer palavra sobre Katyn e estes pontos da acusação simplesmente desapareceram dos autos, sem qualquer pronunciamento. O promotor principal dos EUA, Jackson, revelou mais tarde que o Tribunal teria percebido da culpa dos soviéticos pelo crime.


Trabalho da comissão de investigação anulado pela propaganda de guerra

Acusações contra o lado alemão já foram levantadas durante a primeira nota à imprensa em 1943. Não é de se estranhar que primeiramente foi através do soviético “Pravda”. [6] Juntou-se a este discurso o governo inglês na pessoa de seu Ministro do Exterior, Anthony Eden, que explicou claramente a 4 de maio de 1943,

“… a Grã-Bretanha não deseja de forma alguma colocar a culpa em qualquer um que não seja o inimigo comum (Alemanha).”

Já naquela época e através dos britânicos, foi introduzida a moral demagógica que não se pode falar sobre um determinado crime, caso a averiguação dos verdadeiros executores pudesse interferir nos próprios interesses políticos. Eden reclama do

“… cinismo, com qual os nazistas tentam utilizar a história do assassinato em massa, onde os próprios executaram centenas de milhares de inocentes poloneses e russos, para atrapalhar a unidade entre nós aliados.” [7]

Uma verificação dos arquivos britânicos do Ministério do Exterior, deste ano, resultou que ninguém supunha seriamente outra culpa pelo crime a não ser que ele tenha sido cometido pelos próprios russos, mas isso não foi divulgado por motivos táticos-políticos. [8] Comunicação análoga da emissora britânica BBC a 15 de abril de 1943:

“As mentiras alemãs indicam o destino que recaiu sobre os oficiais, os quais foram usados pelos alemães em 1941 nas construções da vizinhança.” [9]

Ainda em 1976, a União Soviética conseguiu, através de veemente protesto, impedir a participação de membros do governo na inauguração do Memorial de Katyn no cemitério londrino de Gunnersbury. Como anteriormente nos tempos de guerra, o irresponsável oportunismo político na Inglaterra obedeceu os esforços dos criminosos para camuflar, aqui com posicionamento oficial:

“Nunca pôde ser comprovado para satisfação do governo de Sua Majestade, quem foi o responsável por isso.” [10]

A alegada “mentira da extrema-direita” é comprovadamente correta. O massacre de milhares de oficiais poloneses no cativeiro soviético aconteceu na Segunda Guerra Mundial, foi cometido pelos soviéticos e os vencedores tentaram juntos, até o final do conflito, jogar a culpa deste crime – sempre através da mentira – ao seu arquiinimigo, a fim de desviar a atenção de sua própria culpa.

Lógica premiada

Curioso que o autor queira então desvendar uma alegada mentira, à medida que ele objetiva confirmar a veracidade de suas afirmações; de forma concreta: a culpa indiscutível do oponente soviético. Reconhecer isto é necessário, desperta no leitor superficial a convicção de que alguém analisa a coisa objetivamente. Ele também não considera que após a Segunda Guerra Mundial, os vencedores tentaram de fato jogar o peso deste crime nas costas do exército alemão. Uma análise seletiva ao invés de objetividade pode ser considerada. Mas então se acostumou – até o momento passa despercebido, que nenhum dos vencedores foi levado ao tribunal para ser responsabilizado pelas milhões de vítimas civis.

Se as alegadas afirmações da “extrema direita” estão corretas, como elas poderiam ser uma mentira? Os argumentos que seguem levam ao entendimento desejado:

a. “Este argumento é uma adoção direta da propaganda nazista

É correto que a mídia nacional-socialista procurou tirar vantagens do descoberto massacre diante da opinião pública mundial. Na figura abaixo, o título de uma brochura de 1943, da editora da revista NS “Signal”. Aqui na língua francesa para a região correspondente: “Se os soviéticos ganharem a guerra, é Katyn por toda a parte”.


“Se os soviéticos ganharem a guerra, Katyn por toda a parte”

A prova drástica em texto e fotos chocantes de que as tropas soviéticas executaram milhares de indefesos prisioneiros de guerra, poderia ter contribuído para legitimar a luta dos alemães contra a Rússia, e para retirar dos cansados soldados da frente de batalha a ilusão sobre um tolerável cativeiro russo.

Durante a investigação, Goebbles citou em seu diário a exagerada cifra três vezes maior de 12.000 vítimas. Os artigos da mídia alemã citaram uma cifra menor, mas ainda assim muito exagerada. Um sucesso internacional mensurável não aconteceu aparentemente até o final da guerra. Ou os observadores neutros consideraram o caso como inexplicável, graças à contra-propaganda aliada, e muito propícia como objeto de propaganda devido às hostilidades de guerra. Ou eles não viram grande relevância em alguns milhares de poloneses mortos, à vista das montanhas de cadáveres nos campos de batalha e nas cidades alemãs bombardeadas. A documentação publicada pelo Ministério do Exterior alemão, no verão de 1943 – “Amtliches Material zum Massenmord von Katyn” – não teve credibilidade no exterior.

Para a discussão apresentada, esta conexão é fundamentalmente irrelevante. Ela não acrescenta nada sobre a questão, se a “afirmação do extremismo de direita” é uma mentira ou não. Se houvesse uma afirmação que a lua seja redonda, isso permaneceria também verdadeiro, mesmo se o autor tenha se revelado um mentiroso em outros casos. Enquanto houver a possibilidade de se comprovar factualmente uma afirmação, não se necessita de um sofrível achismo sobre a credibilidade do autor. Quando se desvia do assunto desnecessariamente, pode-se levantar a suspeita que os próprios argumentos sobre o tema são pouco convincentes, que então torne-se imperativo levantar suspeitas contra outros pontos.

O argumento foge do tema. Como é considerado hoje comprovado e indiscutível que a representação da mídia NS sobre os culpados do massacre de Katyn corresponde à verdade, as legítimas desconfianças sobre a reputação desta máquina de propaganda são sem importância para a avaliação objetiva do tema.

b. Uma coisa não desmente a outra

Inconscientemente, o autor da obra citada usa como outro argumento uma ligação usual do pós-guerra alemão segundo o princípio: “sim, foi um crime russo contra os poloneses, mas com isso não se pode encobrir qualquer crime alemão na Polônia”. Pode ser isso. E segundo esse método são calcados muitos argumentos sobre a Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, os quais por hora ninguém contradiz fundadamente na mídia.


Prof. Hájek, de Praga, e representante da Cruz Vermelha polonesa Wodzinski examinam o uniforme de um cadáver de Katyn

Problema aqui é que se usa uma lógica ambígua: se A não pode refutar B, então contrariamente B também não pode ser uma refutação de A. Caso contrário, ambas as afirmações são inválidas. Da mesma forma no contexto: se aconteceu crimes alemães na Polônia, isso não pode encobrir qualquer crime russo contra os poloneses, eles permanecem reais. Pode-se então discutir livremente sobre o crime e os acusados. Sobre a controvérsia também, a tentativa de um empurrar sua culpa no outro. E com isso ir-se-ia novamente discutir o crime russo de Katyn em 1940, o qual não é negado pelo autor, mas incompreensivelmente ainda se quer avaliá-lo como “mentira da extrema direita”, sem poder fundamentar esta alegação.

Sua argumentação só tem sentido se assumirmos que o autor quer impossibilitar a relativização dos crimes alemães através da citação dos crimes dos aliados, através do cerceamento da discussão. Este conceito poder-se-ia legitimamente inverter da mesma forma. Se a princípio, numa guerra, o crime de um lado justificasse proibir a indicação do crime cometido pelo outro lado, então seria fácil proibir aos vencedores da Segunda Guerra Mundial, com seus inúmeros crimes, a propagação sensacionalista dos crimes do perdedor. Ao final, a ética de tal controvérsia seria reduzida à disputa de poder, sobre quem pode reprimir a opinião de quem. Esse jogo de ranço ideológico tem pouco a ver com objetividade perante fatos históricos. Mas uma vez a obra premiada ressente de argumentação sobre o tema e, com isso, de provas de uma suposta “mentira da extrema direita”. Um comprovado fato não pode ser refutado ou objeto de dúvida (“mentira”), que existam outros fatos sem que estes estejam, entretanto, em ligação básica com contexto principal.

O argumento se auto-refuta no mesmo plano lógico. Se considerarmos que crimes de guerra soviéticos não refutam crimes alemães, então crimes de guerra alemães não podem refutar crimes soviéticos, os quais foram imputados aos alemães de forma mentirosa. E, ao final, esse é o motivo original da discussão.

c. Refutou a si próprio

O autor do questionável texto tropeçou por completo em suas próprias pernas, quando ele tenta revelar a descoberta de uma “mentira da extrema direita”, à medida que cita crimes da ocupação alemã na Polônia. O assim aprisionamento injusto de civis, a inanição premeditada de grupos específicos de prisioneiros através de deficiente abastecimento de víveres e o massacre dos Grupos de Ação de Ohlendorf.

É fácil reconhecer que esse contexto nada tem a ver com a questão, sobre o crime cometido pelos soviéticos na Polônia e da forma com que tal mentira foi jogada nas costas dos alemães. Aqui tenta-se buscar ajuda falando sobre outros acontecimentos e outros culpados, sem ter que se ocupar com a matéria em questão. Esta é a tática exata para oprimir um tema indesejado, o qual o próprio autor criticou com suas próprias palavras:

“mas o que isso prova, um crime anula outro? “

Resumo

A pedagógica obra mencionada quer ser um manual missionário para refutar as “mentiras da extrema direita”. De fato, porém, ele apresenta aqui, nos sintomáticos exemplos discutidos, a impressionante arte de como a gente não apenas pode se deixar conduzir a um beco sem saída com os próprios equívocos, mas ao mesmo tempo também ressalta involuntariamente a verdade contida na alegada mentira.

Indiscutível indício como vocabulário de combate político da categoria “nazista” e avaliações generalizadas como “extrema direita” deixam-se já reconhecer que o autor e texto originam-se das névoas do pântano do fanatismo ideológico.

A obscura lógica argumentativa não ultrapassa o nível onde seja possível o convencimento, do tipo, que um pepino seja verde devido ao fato dele ter sido um marciano na vida anterior. Justamente esta confusão que ignora a lógica ou talvez não a domine, quer segundo o site Amazon, publicar logo um livro sobre “Orientação ética para jovens”

Não é compreensível onde a Editora Goldmann encontra coragem para inundar o mercado literário alemão com isso, que o autor malhe sua cabeça de palha e atola brilhantemente a capacidade mental do correspondente texto. Talvez a coragem se explique no reconhecimento que a superação moral do passado alemão possa funcionar como tema de uma escolha evolutiva. Ao final, os companheiros ideológicos permanecem cabeças-ocas entre si e tratam os objetos da discussão sem competência, mas sim com a mesma e batida ladainha missionária. Talvez também com o objetivo do mundo renascer, novamente, a partir do espírito alemão.

Nós poderíamos ainda estar inclinados a investigar a descoberta destas “60 mentiras” em outros artigos. A intitulação inevitável de outros 60 artigos sobre estas pérolas poderia levar à impressão limitada, mas muito propagada, que a vasta história alemã se restringe apenas a 12 anos…

Fonte: http://histor.ws/seppdepp/index.htm

[1] Alfred M. de Zayas, Die Wehrmacht-Untersuchungsstelle. Dokumentation Alliierter Kriegsverbrechen im Zweiten Weltkrieg, Munique 1979, pág. 38. Nota de rodapé 1 sob uso do arquivo do acervo de Marburg RW 2/v. 146, pág. 124, 168

[2] Descoberta segundo J. Heydecker/J. Leeb, Der Nürnberger Prozeß, 1958, capítulo sobre Katyn. Ch. Zentner, Katyn Ungesühntes Verbrechen, Das Dritte Reich Bd. 3, Hamburg o.J., pág. 238-243, passim. De Zayas: ob.cit., pág. 38.

[3] Zentner, ob.cit., pág. 243. O diário de Solski se encerra no início da inspeção dos cadáveres e do confisco dos objetos de valor como alianças de casamento e dinheiro em espécie, às 6:30hs do suposto dia da execução a 9 de abril de 1940; Nassauische Landeszeitung, 6 de julho de 1972, “O embaixador inglês Owen O’Malley reconheceu em 1943 junto ao governo polonês no exílio em Londres, que se sabia na Inglaterra, já em 1943, sobre o assassinato em massa dos bolchevistas em Katyn. Ele reconhece: Para não atrapalhar o bom relacionamento com a União Soviética, nós impedimos os poloneses de propagar sua versão do caso Katyn ilimitadamente na mídia e abafar qualquer tentativa da imprensa em investigar o assunto.’ O Secretário do Foreign Office, Sir Alexander Cadogan, complementou na nota do embaixador: ‘eu reconheço que me retirei covardemente da cena de Katyn, com receio de encontrar algo… à vista das provas diante de nós, a impressão de evitar a culpa soviética’.”; – Churchill, após a descoberta do massacre para os políticos poloneses no exílio: “’Os bolchevistas podem ser muito cruéis’. Ele complementou, todavia, que sua desumanidade era uma fonte da força, e isso é interessante para nós enquanto significar a morte de alemães.” Citado segundo E. Raczinski, Allied London. London 1962, pág. 141

[4] Zentner, ob.cit., pág. 243

[5] Zentner, ob.cit., pág. 238. citado a partir dos autos do tribunal de Nuremberg, volume 7, pág. 469. Em relação à acusação oficial segundo autos do processo: “Em setembro de 1941 foram mortos 11.000 oficiais poloneses prisioneiros de guerra na floresta de Katyn, nos arredores de Smolensk”. Tribunal de Nürenberg, volume 1, pág.58

[6] Edição do jornal do regime soviético “Prawda” (“verdade” em russo) de 20 de abril de 1943 com a machete: “Cúmplices poloneses de Hitler”. O título refere-se ao chefe do governo exilado polonês na Inglaterra, o qual os soviéticos responsabilizam pelo crime. Churchill: “Se eles estão mortos (oficiais poloneses), nada que você (Sikorski) fizer poderá revivê-los“. Isto também foi usado por Rolf Hochhuth na peça teatral “Soldaten”, première em 1967. Segundo a versão soviética, trata-se de um operário da construção rodoviária que não pode escapar em tempo na ocasião do avanço alemão e foi descoberto anos depois pelos alemães na cova coletiva, ou seja, claramente morto pelos soldados alemães.

[7] Zentner, ob.cit. pág. 239

[8] Zentner, ob.cit., pág. 243. Segundo Lord Nicholas Bethell, no âmbito de suas pesquisas para a biografia Gomulka, que investiga os arquivos do Ministério do exterior britânico.

[9] L. Fitzgibbon, Unpitied and Unknown. Londres 1975, pág. 218

[10] “It has never been proved to Her Majesty´s Government´s satisfaction who was responsible.” Frankfurter Allgemeine Zeitung, 18 de setembro 1976, pág.1

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

ARVORE DE NATAL

 


Um amigo meu, nascido no Peru, reclama que as árvores de Natal se tornaram populares em seu país de origem. Considerando que os abetos-de-Douglas não fazem exatamente parte da flora indígena peruana, os abetos e pinheiros (em sua maioria artificiais) usados como árvores de Natal nas casas espalhadas pelo país lhe parecem completamente incongruentes com os costumes locais e com o ambiente natural peruano.

Ele tem razão. Mas talvez esteja travando uma batalha perdida.
Afinal, ao longo dos últimos quatrocentos anos, a árvore de Natal conquistou o mundo, espalhando-se do norte da Europa para as Américas e além.
Embora a adoção relativamente recente da árvore de Natal por alguns sul-americanos possa ser atribuída, em parte, à presença onipresente da cultura popular americana, a árvore de Natal não é de forma alguma uma invenção americana — e era uma raridade curiosa nos Estados Unidos antes do século XIX.
A árvore de Natal é quase certamente uma invenção alemã, e deve grande parte de sua popularidade na América do Norte aos imigrantes alemães — tanto católicos quanto protestantes — que chegaram aos Estados Unidos no século XIX.
De fato, o antigo grupo de protestantes americanos frequentemente olhava com desaprovação para as árvores de Natal, considerando-as excessivamente pagãs. E, claro, os puritanos da velha Nova Inglaterra tinham uma visão negativa do Natal como um todo, chegando até a proibi-lo no século XVII.
Velhos hábitos custam a desaparecer. Já em 1883, a velha guarda mal conseguia conter seu desprezo pela árvore de Natal, com um escritor opinando no New York Times que “a árvore de Natal alemã — um cadáver sem raízes e sem vida — jamais foi digna da data”.
Mas, na América, como na maior parte da Europa, a árvore de Natal acabou vencendo a maioria dos céticos. Hoje encontramos árvores de Natal muito além das fronteiras das antigas terras alemãs, com árvores expostas de forma destacada até mesmo em lugares que não são exatamente conhecidos por suas florestas de coníferas: de Roma à Terra Santa, e até Tucson, no Arizona.
Um mercado para árvores de Natal
Embora exista, sem dúvida, um certo romantismo na ideia de entrar numa floresta e cortar a própria árvore de Natal, poucas pessoas no mundo vivem em lugares onde isso seja realmente viável.
Mesmo em países onde abetos e pinheiros crescem naturalmente, a popularidade contínua das árvores de Natal jamais teria sido possível sem os empreendedores que se dedicaram a fornecer árvores de Natal a um preço acessível. Ao fazer isso, eles tornaram as árvores disponíveis para moradores das cidades e para outros que viviam longe demais de bosques intactos de abetos e pinheiros para permitir a colheita como se fazia “nos tempos antigos”.
À medida que a população urbana americana crescia e à medida que a “árvore de Natal alemã” ganhava popularidade, os empreendedores já estavam encontrando maneiras de levar árvores aos americanos que não tinham acesso às florestas de coníferas da América do Norte. Em seu livro Inventando a Árvore de Natal, o ensaista Bernt Brunner escreve:
“Em 1880, nada menos que 200.000 árvores foram trazidas das Montanhas Catskill e de toda a região da Nova Inglaterra por trem, barco e carroça até o Washington Market, na cidade de Nova York, um lugar popular para comprar alimentos e vegetais no atacado. Ao lado de perus e Papais Noéis, montes de árvores anunciavam a chegada da temporada de Natal. (…) E aquilo que antes era exclusivamente uma tarefa masculina, entrar na floresta em busca de uma árvore adequada, passou cada vez mais para o domínio das mulheres. Elas agora podiam participar da escolha da árvore”.
Assim, graças a esses comerciantes de árvores, as árvores de Natal também se tornaram acessíveis para mães solteiras, pessoas com deficiência e para aqueles que não tinham meios próprios de transporte.
O Desafio de Encontrar uma Boa Árvore
A escassez, porém, sempre foi um problema. Mesmo que as florestas da América do Norte pareçam imensas, colher árvores suficientes nas proximidades das cidades americanas não é tarefa fácil. Isso há muito tempo é especialmente verdadeiro na região das Grandes Planícies ou no sudoeste dos Estados Unidos, onde árvores de qualquer tipo são relativamente raras.
Com o tempo, o problema contínuo de encontrar árvores frescas deu origem à árvore de Natal artificial. Brunner sugere que algumas das primeiras árvores surgiram da escassez em tempos de guerra, quando “alguns pedaços de folhagem, uma vela ou uma lasca de pinho em brasa serviam como lembranças”, e quando “algumas pessoas perfuravam um cabo de vassoura e espetavam ramos de abeto nele”.
E a necessidade de árvores artificiais está longe de ser um problema moderno. Como Brunner observa:
“Na Alemanha do século XIX, comercializava-se uma ‘árvore de penas’: em vez de galhos, ela tinha grandes penas tingidas de verde, destinadas a criar a ilusão de uma árvore ‘real’. Essas árvores também estavam disponíveis nos Estados Unidos, onde podiam ser compradas com frutas vermelhas artificiais que funcionavam como suportes para velas”.
Desde então, o mundo das árvores artificiais se tornou excepcionalmente variado. É possível encontrar árvores de todos os tipos — desde árvores que parecem cobertas de neve até árvores abstratas, com aparência modernista. Árvores metálicas cor-de-rosa, claro, fizeram parte da piada sobre a comercialização do Natal apresentada em A Charlie Brown Christmas.
Quem deseja árvores com aparência “real” pode tê-las. Muitas árvores artificiais hoje parecem bastante reais, a menos que sejam examinadas bem de perto.
Melhor ainda, muitas árvores artificiais são muito menos propensas a pegar fogo do que árvores naturais. A inflamabilidade das árvores de Natal, naturalmente, sempre foi uma preocupação dos proprietários — e um detalhe apontado há muito tempo pelos primeiros críticos da ideia de colocar um “cadáver” de árvore dentro de casa.
Hoje em dia, é possível até comprar um detector de fumaça em formato de enfeite de árvore de Natal para reduzir ainda mais os riscos.
Em Defesa dos Cultivadores, Comerciantes e Vendedores de Árvores
Tornou-se moda menosprezar o “consumismo” do período natalino e reclamar que os americanos gastam dinheiro demais no Natal. Dadas as dívidas que muitos americanos contraem nessa época, não há dúvida de que existe alguma verdade nessa crítica. Mas é importante ter em mente que, sem o mercado e seus empreendedores e trabalhadores, até mesmo o básico de um feriado festivo seria inalcançável. É graças aos mercados que perus, brinquedos e árvores de Natal podem ser produzidos em massa e entregues a tantas pessoas comuns por um preço razoável.
Claro, poderíamos viver sem árvores de Natal e sem muitas outras coisas “comerciais” associadas ao Natal. Isso sem dúvida agradaria aos nossos puritanos contemporâneos, assim como agradava aos puritanos de antigamente. Mas é difícil imaginar que a maioria das pessoas preferiria viver em um mundo culturalmente tão empobrecido.

domingo, 14 de dezembro de 2025

Superação do passado

 

Passado / Futuro

Através de seu fundamento marxista e da estreita ligação de todos seus integrantes com o comunismo – isso fica explícito na pessoa do mais importante espião de Stálin, Richard Sorge – a Escola de Frankfurt estava obrigada com uma concepção histórica comunista. Suas experiências com o Nacional-Socialismo reforçaram esta posição e, após 1945, eles vestiram por completo a camisa do programa de reeducação dos alemães e participaram como parte do movimento antifascista da demonização da história alemã. Sua luta contra todas as tradições alemãs para destruição da identidade e desenraização dos alemães tiveram efeito na mesma direção.

Portanto isso não é mera coincidência, mas sim pura consequência que seus pupilos do Movimento de 68 fizeram da alegada e até então insuficiente superação do passado um de seus principais pontos programáticos. O “Tacape do Fascismo” e o “Porrete de Auschwitz” encontraram portas abertas para adentrar na “cultura política”. As acusações contra a geração dos pais que participaram da guerra deveriam acirrar o conflito de gerações, assim como ampliar as diferenças entre eles. Com isso os pais são culpados, colocados sob acusação e cria-se um clima de insegurança para implodir a família – e como descrito mais adiante – ela deveria ser eliminada como suposto bastião do autoritarismo.

Já no início da década de (19)60 aconteciam literais caçadas de personalidades pelos esquerdistas, as quais tinham se voltado contra essa forma unilateral de superação do passado. Por exemplo, podemos citar o caso do psicólogo Peter R. Hofstätter. Este renomado professor da Universidade de Hamburg, em um extenso artigo no jornal semanal Die Zeit de 14 de junho de 1963, sob o título “Passado superado?”, demonstrou dúvidas sobre a natureza das ações e a forma como se lidava com o passado nacional-socialista. No artigo ele abordou os intermináveis processos sobre as ações conduzidas durante a guerra, criticou o currículo exagerado sobre esse tema adotado nas escolas desde 1959, avaliou a morte dos judeus como ações de guerra e assim deveria ser tratado, resumindo assim: “Não existe na face da Terra um povo que tenha superado seu passado… Me parece não ser tão inteligente, que nós nos ocupemos com uma tarefa em princípio insolucionável”.

Como consequência a mídia caiu sobre ele, e iniciou-se uma campanha de difamação contra o cientista e seu “perigoso ensinamento para a coletividade”. Ele foi denunciado criminalmente e abriu-se um processo disciplinar contra um professor internacionalmente conceituado. Apesar do arquivamento da denúncia e de o professor ter escapado por pouco de uma condenação, e até mesmo de uma demissão, o Senado da Universidade de Hamburg viu-se obrigado a desaprovar publicamente a forma como Hofstätter “tratou questões sensíveis de nossa vida pública política” (FAZ, 20/10/1983).

Este caso serviu como exemplo e assim teve seu efeito: foi “um sinal assimilado pelo professorado da Alemanha Ocidental. Desde então, até hoje, nenhum professor tratou de forma crítica e publicamente a Superação do Passado”. (Mohler 1987, pág. 40)


À esquerda: o cientista político Udo Walendy (1965). Por causa de suas publicações
na série Historische Tatsachen (Fatos históricos), ele foi condenado a 14 meses de prisão.
À direita: Hellmut Diwald: “A História dos Alemães não foi verificada e interpretada factualmente,
mas sim desqualificada moralmente.”

Dois anos depois, o cientista político Udo Walendy foi demitido de seu posto como docente de uma escola profissionalizante, por ele ter publicado um pouco antes (1963) a obra Verdade para a Alemanha, com muitos documentos sobre a questão da culpa pela Segunda Guerra Mundial e ter chegado ali a conclusões diferentes da dominante opinião reeducada. A autoridade competente de Deltmond escreveu ao docente expulso a 10/05/1965: “É claro que … deve ser visto por parte da diretoria da escola, … apenas contratar docentes que estejam completamente no mesmo plano de nosso atual Estado e principalmente que reproduzam sem muito desvio das visões e concepções defendidas pelos governos federal e estadual… (É sabido), que você escreveu um livro onde toma uma posição sobre nossa recente história alemã, mas de uma forma que não corresponde ao atual conhecimento histórico em todos seus detalhes e principalmente em suas consequências, e que em todo caso, não pode ser admitido.” (Freies Forum nr. 5, 1966, pág. 7 et seq)

Os acadêmicos da ciência histórica “devem estar alinhados – sem muito desvio – às visões e concepções defendidas pelo governo” – INACREDITÁVEL ! – NR.

Nos anos seguintes, outros docentes foram demitidos por terem se pronunciado na forma de artigos, livros ou declarações sobre a história contemporânea, contra a opinião reinante sobre a Superação do Passado do Terceiro Reich, e porque teriam aliviado os atos e até mesmo porque exaltavam o regime Nacional-Socialista. Vale destacar que nenhum caso é conhecido onde um docente ou professor tenha sido punido por ter comprovadamente exagerado a culpa alemã ou falsificado a história em detrimento dos alemães.


Início do grande processo de Auschwitz a 20/12/1963, no tribunal de Frankfurt,
um ano depois do assassinato de Adolf Eichmann em israel.
21 membros da SS foram acusados. As sentenças foram anunciadas somente em 19/08/1965.

Com o Movimento de 68, a superação do passado – mas deformadora da história, atua de forma mais forte na Alemanha, e adota a visão histórica dos Antifas comunistas originários de Moscou, e suas versões distorcidas são divulgadas cada vez mais ao público pelas grandes mídias. Ao se ajoelhar na Polônia, o gesto do chanceler Brandt foi uma das consequências, outra a renúncia e traição política em relação às províncias alemãs do leste. Um rígido controle foi anunciado e qualquer desvio punido severamente assim que se manifestassem. Segue o exemplo do caso do historiador Hellmut Diwald, em 1978.

O professor de história em Erlanger, que já havia escrito uma série de livros históricos muito bem avaliados, publica neste ano na respeitada editora Propyläen sua obra mais extensa, Geschichte der Deutschen. Este professor para História Contemporânea da Universidade de Erlangen, que era avaliado até então como “peso para a esquerda” e “neutro”, e autor preferido em grandes jornais assim como acadêmico nos programas de TV, tratou de forma diferente nessa obra a história do século XX, bem distante da concepção de seus demais colegas. Ele expos e corrigiu algumas das mentiras históricas bastantes populares da reeducação e exageros das cifras em relação aos campos de concentração da Segunda Guerra Mundial, e  escreveu sobre a Solução Final: “O que aconteceu de fato naqueles anos, apesar de total literatura atual, ainda não está claro.” (Diwald 1978, pág. 165) Com isso ele lança dúvidas na opinião formada até então pelas investigações e pesquisas, principalmente através do extenso Processo de Auschwitz dos anos (19)60, que teria esclarecido tudo sobre este assunto.

Com isso, após amistosas conversas e retrospectivas de sua obra – na forma característica anti-cronológica – iniciou-se uma campanha de difamação contra o historiador alavancada principalmente pela revista Der Spiegel. Ele foi pressionado pela sua editora a modificar o parágrafo atacado. Embora ele tenha explicado em dezembro de 1978, em uma entrevista na TV da Bavária, que não aceitaria nenhuma mudança do conteúdo de sua obra e finalmente tenha cortado o vínculo com sua editora, esta deixou em seu estoque a primeira edição e permitiu que terceiros modificassem as passagens incômodas em uma nova edição. Diwald deve agradecer à sua reputação acadêmica, que ele tenha saído desse episódio apenas com uma repreensão por parte da direção da universidade e que estes tenham se contentado com um certo afastamento. Digno de nota neste episódio contra o professor de Erlanger, foi o fato de alguns protagonistas que o atacaram terem pertencido ao quadro de oficiais da SS e também atuaram no Reichssicherheitshauptamt.

Para outros semelhantes casos, indicamos as obras de Mohler, Armin – Der Nasenring, 1996 e Kosiek, Rolf  – Historikerstreit und Geschichtsrevision, Tübingen,1987.

Extrato do livro de Kosiek, Rolf – Die Machtübernahme der 68er, 2009, pág. 92 a 96.