Bunker da Cultura Web Rádio

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    terça-feira, 4 de janeiro de 2011

    verdades vindo a tona

    Como já abordei estes assuntos nas minhas séries A América Dividida e O Suicídio da Águia e com mais detalhes no livro O Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial refiro meus leitores a eles. Não obstante, é preciso abordar rapidamente, como é possível num artigo como este as ocorrências na arena política, principalmente as violações constitucionais ocorridas nas Administrações Democratas. A primeira violação da Constituição: Roosevelt, o New Deal e Pearl Harbor
    A crise econômica dos anos 20/30, provocada por Wall Street e pela existência do Federal Reserve, levou o povo americano a eleger quatro vezes seguidas um populista de esquerda, simpático ao comunismo soviético, como se fosse a única esperança de salvação. Roosevelt anunciando que 'tudo o que devemos temer é o próprio medo' pôs em prática a liquidação do liberalismo econômico que imperara por quase dois séculos na nação. E o fez de forma totalmente inconstitucional ao anular os fundamentos do Bill of Rights - as dez primeiras Emendas à Constituição - destruindo a liberdade econômica, estatizando setores vitais da economia e concedendo a si mesmo poderes como nenhum de seus antecessores tivera, salvo Lincoln temporariamente durante a Guerra Civil. A economia parecia se recuperar, mas afundava em seus fundamentos e só a entrada na Guerra contra o Eixo acarretando uma acelerada industrialização, impediu o colapso. Hoje se sabe que Roosevelt provavelmente tinha conhecimento da ameaça japonesa a Pearl Harbor e nada fez, pois interessava convencer a população americana, totalmente avessa a entrar em guerra. As razões para esta atitude estão longe de qualquer idealismo antifascista. Obedeceram às demandas de Stalin, que Roosevelt chamava Uncle Joe, para a salvação da União Soviética ameaçada de total e completa destruição. Em 22 de junho de 1941 Hitler rompia o Pacto Molotov-Ribbentropp e lançava a Operação Barbarossa invadindo a URSS. O Pacto, assinado em 23 de agosto de 1939 tinha sido uma idéia genial de Stalin - dividia a Polônia e ainda salvava o Exército Vermelho da destruição, pois este estava sem Comandantes, assassinados nos Julgamentos de Moscou. O ataque japonês se deu pouco mais de cinco meses depois da invasão alemã e a declaração de guerra pelos EUA fortalecia a Frente Ocidental, praticamente salvando a URSS, para onde Rossevelt mandou quantidades imensas de material bélico de primeira. Roosevelt já havia nomeado para o Departamento de Estado reconhecidos comunistas e agentes do NKVD (futuramente KGB), indicados pelo Council on Foreign Relations, incluindo Alger Hiss que será abordado no próximo artigo.
    A submissão à ONU na Coréia
    Once war is forced upon us, there is no other alternative than to apply every available means to bring it to a swift end. War's very object is victory, not prolonged indecision. In war there is no substitute for victory.
    Douglas MacArthur

    A primeira vez que uma decisão bélica foi submetida e aprovada pela ONU foi a da Coréia. Com o Armistício EUA e URSS assinaram um acordo em que a Península Coreana, libertada dos japoneses, seria dividida no Paralelo 38 em duas diferentes nações. Em 1950 a do Norte, instigada pela China, comunista desde o ano anterior, invadiu o Sul e o Conselho de Segurança autorizou uma força para auxiliar a do Sul. A URSS não teve chance de exercer seu direito de veto porque estava boicotando as reuniões do Conselho. MacArthur, o mais condecorado de todos os Generais americanos e Comandante das tropas americanas no Pacífico durante a II Guerra, foi escolhido para Comandante-em-chefe. As tropas aliadas poderiam facilmente ganhar a guerra liquidando com a ditadura comunista no Norte, mas a ONU, onde a URSS voltou a exercer seu poder de veto, determinou a cessação das hostilidades quando a vitória estava ao alcance. MacArthur insistiu em continuar a ofensiva, com apoio do Estado Maior Conjunto, mas Truman ordenou a obediência à ONU. MacArthur foi dispensado de suas funções. Ao retornar aos EUA foi recebido como um herói pela população. O Chefe do Estado Maior que o demitiu, Omar Bradley, foi o mesmo que impediu outro herói, Patton, de prosseguir até Berlim na ofensiva final, cortando o combustível de seu Exército.
    Importa aqui notar que, pela primeira vez os EUA abriam mão de suas decisões soberanas e se submetiam ao que hoje se chamaria 'comunidade internacional'.
    A segunda violação: Kennedy, a entrega de Cuba e a 'Aliança para o Progresso'
    A primeira Administração Democrata do pós-guerra foi a de John Kennedy, outro populista 'salvador da Pátria'. Verificando o estado deplorável das relações diplomáticas com a América Latina tentou fazer o que hoje Obama tenta no mundo: tornar os EUA mais 'popular' na região e impedir a maior penetração soviética através de um programa com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico mediante a colaboração financeira e técnica em toda a América Latina: a Aliança para o Progresso. Iniciada em 1961 com grande estardalhaço morreu sem aviso fúnebre em 1970 depois do destino inevitável de todo programa falacioso e demagógico: o fracasso. Já em 1962, na crise dos mísseis soviéticos em Cuba, Kennedy entregou a ilha de mão beijada aos russos. Aceitou uma óbvia chantagem de Kruschev que ameaçava uma guerra nuclear - impossível para a URSS que tinha apenas 300 ogivas contra 5.000 americanas - e assinou um Pacto em que os EUA se comprometiam a jamais interferir na ilha. O resto é bem conhecido: percebendo a inépcia de Kennedy os governantes locais receberam as contribuições da Aliança e agradeceram com o incremento do esquerdismo, que só foi debelado pela pronta ação dos militares brasileiros, depois seguidos por outros.
    Johnson, a terceira violação: 'Grande Sociedade' - e a farsa do Vietnam
    A 'Grande Sociedade' era um conjunto de programas domésticos proposto com o objetivo de reforma social, eliminação da pobreza e das diferenças raciais. Tinha algo de parecido com o New Deal, mas diferia em muitos programas dedicados à educação, medicina social, reforma urbana e transportes. Enquanto aplicava estes programas internamente, Johnson aprofundou o envolvimento dos EUA no Sudeste asiático. O envolvimento na área começou com Kennedy atendendo aos pedidos de ajuda de Ngo Dihn Diem, presidente autocrata e posteriormente ditador do Vietnam do Sul. O apelo era sedutor, pois Diem, como Kennedy, era católico e enfrentava uma incipiente guerrilha financiada pela URSS através do Vietnam do Norte e da oposição da maioria budista violentamente reprimida por seu governo. Centenas de milhares de americanos deram a vida, bilhões de dólares foram gastos para, impedidos pelo Congresso de maioria Democrata de usar todo o seu potencial, perder para um ridículo exército de descalços e famintos guerrilheiros e acabar fugindo vergonhosamente pelo teto da Embaixada. O Congresso em Washington, D.C. derrotou os EUA, não Ho Chi Min. Mais uma vez se aplica o discurso de MacArthur: podendo liquidar rapidamente com a guerra com um ataque maciço a Hanói, inclusive se necessário com ogivas nucleares táticas, prolongaram indefinidamente a guerra, transformando-a numa farsa! Lucraram os fabricantes de armamentos e os que internamente queriam desmoralizar as FFAA de seu país, cujo prestígio só foi recuperado vinte anos depois com Ronald Reagan.
    Carter e a traição aos aliados: quarta violação constitucional
    Provavelmente o pior presidente dos EUA - ao menos até Obama - Jimmy Carter violou a Constituição no que há de mais importante: foi o primeiro Presidente a, oficialmente, abandonar o Bill of Rights e implantar o conceito de 'Direitos Humanos' em lugar dos Direitos do Indivíduo. Em função disto, traiu todos os aliados dos EUA, submeteu-se aos inimigos e à ONU. As duas maiores traições foram contra o Xá do Irã e Anastácio Somoza da Nicarágua. Não se nega que eram regimes de força que precisavam evoluir para estado de direito, porém Carter abandonou-os totalmente, entregando o poder no Irã, aos Aiatolás, e na Nicarágua, aos sandinistas. Nos dois casos e população saiu perdendo feio, até mesmo se considerarmos os perversos 'direitos humanos'. E os americanos amargaram uma invasão de sua Embaixada até a posse de Reagan.
    A crise moral do pós-guerra e a rápida industrialização
    Como este assunto será abordado em artigo específico faço aqui apenas uma menção introdutória. Modris Eksteins, em sua magistral obra sobre a I Guerra Mundial, Rites of Spring: The Great War and the Birh of Modern Age (Mariner /Peter Davidson Book, Houghton Mifflin Co.) [[i]], observou que a ida dos soldados para o front gerou uma modificação da moral, das artes e da intelectualidade. Antes, a moral individual (morals) e o moral da tropa (morale) coincidiam. A terrível experiência de uma guerra sem fim, a convivência diária com cadáveres e excrementos, as saudades de casa e a falta de sexo foi paulatinamente minando a moral. Homens casados, noivos ou namorados que foram para a guerra com a intenção de serem fiéis, foram perdendo toda noção de fidelidade, ao ponto de sacrificar-se a moral, em nome de manter o moral das tropas: a visita de e às prostitutas tornou-se um meio semi-oficial de manter o último a custa da primeira. Com isto o idealismo que levou muitos ao combate foi também destruído. Ao mesmo tempo, as mulheres deixadas só e assumindo papéis masculinos na indústria de guerra, experimentaram uma autonomia que em muitos casos levou-as à perda de suas intenções iniciais de fidelidade. Tornaram-se freqüentes as cartas pedindo divórcio, ou pior: o soldado, ao retornar esperançoso, encontrava outro em seu lugar.
    A industrialização forçada também levou a um crescimento da economia em grande escala. Marc Boasson, combatente francês, citado por Eksteins (PP 222-3) comentava profeticamente
    a 'regressão moral e intelectual - nada está sendo criado, tudo destruído. A miséria que se seguirá à guerra trará uma prodigiosa industrialização, um crescimento da praticidade e do utilitarismo. Toda a atividade humana se voltará a finalidades práticas: a Renascença faliu. A fábrica alemã (German factory) absorverá o mundo: a perfeição técnica e as habilidades práticas encorajarão a ilusão'.
    Pode-se dizer algo diferente a respeito do pós II Guerra? Até hoje estamos preocupados muito mais com crescimento econômico, eficiência e utilitarismo do que com princípios morais, éticos e culturais. Pior ainda que após 1919: hoje o detalhismo esotérico das estatísticas nos faz acreditar que um 'crescimento' de 4,9 com inflação de 5,2 é melhor do que um crescimento de 4,8 com inflação de 6,3! Pode? Pode, é assim que 'vivemos' hoje: na euforia do crescimento econômico, das novas descobertas tecnológicas e do 'avanço' nas estatísticas. Se um país passa do 54º para o 51º lugar alguma em estatística da ONU - fico pasmo de ver que tem gente que acredita nelas! - comemora-se como um grande sucesso. Descobertas no terreno da engenharia genética são aplaudidas e aceitas com grande estardalhaço criando, em nome da nobre medicina, monstros - camundongos que piam como passarinhos é a última delas! Se alguém pergunta se será moral e ético fazer isto é olhado com desdém como se fosse de outro planeta. Em breve a 'German factory'substituirá o modo tradicional de reprodução animal - inclusive humana. Caminhamos a passos largos para o Brave New World!
    O Movimento Ateísta
    Religion has caused more misery to all of mankind in every stage of human history than any other single idea.Madalyn Murray O'Hair
    Simultaneamente crescia o movimento ateísta anti-religioso que teve como uma das suas maiores expressões Madalyn Murray O'Hair. Esta ativista conseguiu através do processo Murray vs. Curlett, do qual era a principal litigante, que a Suprema Corte banisse as orações organizadas das escolas públicas americanas em 1963, ano em fundou o grupo American Atheists, permanecendo na cúpula até 1995, quando foi assassinada por um dos seus funcionários que levou todo o dinheiro do grupo (algo em torno de 600,000.00 dólares). Ela tinha o hábito de contratar propositadamente funcionários violentos e com ficha na polícia por agressão. Também tentou impedir os astronautas do Projeto Apolo de rezar no espaço exterior com transmissão pela TV. Além de um programa de rádio, seu programa de TVAmerican Atheist Forum era transmitido por mais de 140 canais a cabo. Definia-se como uma 'libertária sexual' e pregava que as crianças aos 11-12 anos já deviam receber educação sexual e terem permissão para 'praticarem sem qualquer restrição - no quarto dos pais, na grama do jardim, em qualquer lugar', defendendo que 'as relações emocionais ou sexuais entre as pessoas não deveria sofrer nenhuma supervisão por parte de quaisquer outras pessoas, pais, professores ou do governo'. O'Hair foi a principal militante ateísta dos EUA durante as décadas de 60-70. Em 1964 a revista Life se referiu à ela como 'a pessoa mais odiada da América'.
    Isto num País no qual, segundo recente pesquisa realizada pelo Professor David Campbell e publicada pela American Conservative Union, 83% admitem ter uma religião, 40% comparecem aos Serviços Religiosos no mínimo uma vez por semana e 1/3 lê a Bíblia com a mesma freqüência. 80% não têm dúvidas sobre a existência de Deus, embora apenas 52% acreditem na vida após a morte. Neste contexto, os EUA estão bem acima de todas as nações industrializadas e em segundo lugar apenas atrás da Índia nos 'três B's da religiosidade: belonging, behaving, believing.
    No livro American Grace: How Religion Divides and Unites Us, de Robert Putnam, em que Campbell foi co-autor, foram detectadas as três maiores mudanças sociais que atingiram a religiosidade: o choque de 'sexo, drogas e rock and roll' dos anos 60, a reação conservadora dos anos 70 com aumento da religiosidade e a contra-reação contra a politização da religião. Outros pontos importantes podem ser lidos no artigo mencionado.
    O Movimento Abortista
    "O aborto é apenas uma expressão da liberdade da mulher decidir o que fazer com seu próprio corpo."'Católicas pelo Direito de Decidir' e milhões de outros autores
    Basta citar a Planned Parenthood, auto-definida hipocritamente como 'um provedor confiável de saúde. Uma organização que advogada aberta e apaixonadamente políticas que permitam aos americanos total acesso aos cuidados de saúde reprodutiva e sexual, educação e informação'. O site, cheio de belas palavras, todas para enganar, é o de uma das maiores organizações abortistas do mundo. Para entender o que ela representa assista ao vídeo de Gianna Jessen. Além de estar presente em todos os Estados Americanos tem filial em: Costa Rica, Equador, Etiópia, Guatemala, Quênia, Nicarágua, Nigéria, Peru, Filipinas, Sudão, e Trinidad e Tobago.
    As origens dos movimentos pelo aborto livre estão sem dúvida no Partido Comunista Americano. O jornalista Whittaker Chambers em seu livro Witness (Regnery Ed., 1952) diz explicitamente (p. 325 da Edição do 50º Aniversário) que os membros do partido não deveriam ter filhos pela necessidade de viver em clandestinidade e também porque os filhos o(a) distrairiam de suas atividades revolucionárias:

    "os revolucionários profissionais clandestinos tinham isto como um axioma. O aborto era lugar comum na vida do partido. Havia médicos comunistas que prestavam este serviço por preços módicos. Outros comunistas mais exigentes escolhiam médicos particulares que cobravam muito mais. Aborto, que hoje me enche de horror, na época, como todos os comunistas, eu considerava uma mera manipulação física".
    Chambers, comunista e espião da URSS que saiu do partido, foi considerado por Wiliam F. Buckley Jr
    o mais importante desertor do partido. Denunciou o esquema e a infiltração do partido nas mais altas esferas do poder em Washington, D.C., inclusive Alger Hiss, que pertencera à sua mesma célula em 1930. Hiss tinha sido Assessor do Departamento de Estado, Secretário Geral da assembléia de fundação da ONU [[ii]] e Presidente da Carnegie Endowment for International Peace. A fazenda de Chambers está sendo preservada como Monumento Histórico.
    O argumento mais importante do partido para defender o aborto, relatado por Chambers cuja esposa recusou-se a tirar o filho do casal, era de que:

    "a razão, as teorias revolucionárias, tudo sucumbe ao olhar e ao sorriso de um bebê. Se eu pudesse traçar aonde minha ruptura com o partido começou, o nascimento de nosso filho deve ter sido um dos principais, não no nível consciente, mas inconsciente".
    O autor deste artigo por dever de ofício e por ter sido comunista também, não pode menos do que concordar veementemente com este argumento cabal e definitivo!

    Notas:

    [i] Em português A Sagração Da Primavera: A Grande Guerra E O Nascimento Da Era Moderna, Editora Rocco
    [ii] A fundação da ONU, inclusive a Declaração Universal dos Direitos do Homem, foi obra de Stalin, que manipulou Roosevelt para aceitar a sede em New York e a Declaração de Direitos através de sua aliada Eleanor, a Primeira Dama. Quando Truman assumiu, seguiu à risca as instruções de Hiss, sem saber que eram emanadas do Kremlin. A Declaração de Direitos, um documento coletivista, foi uma grande sacada para impedir que fosse introduzido o Bill of Rights onde se defende os direitos do indivíduo! Até hoje, e pelo que parece, para sempre, os liberais, incluídos os brasileiros, seguem defendendo esta idiotice dos 'direitos humanos' sem tomar conhecimento do seu verdadeiro significado e origem.

    Lavagem Cerebral via MEC BY FERNANDO HADDAD

    THE BIBLE KJV

    Nesse clima de circo, Antonio Palloci, o ex-ministro de Lula cujos crimes e corrupções viraram piada que não faz ninguém rir, já está no governo de Dilma para mostrar que o show continua. Num país onde a lei valesse alguma coisa, ele estaria atrás das grades, sem mencionar sua atual chefona com horrendo histórico de terrorismo marxista. Mas pergunte para Tiririca se o Brasil é um país sério. O povo brasileiro, moralmente anestesiado por uma propaganda ideológica alicerçada no engano e na mentira, não se importa mais se um homem ou mulher é uma vergonha para o governo brasileiro e para a ética, pois o que impera no Brasil é a lei do circo. É a desordem e o desprogresso sustentados em palhaçadas políticas.
    No Brasil de hoje, o caráter e a integridade são tratados com deboche e a desonestidade vale ouro. Criminosos que lutaram no passado para impor no Brasil o mesmo sistema da ditadura comunista soviética podem hoje se gabar de terem feito parte de uma resistência "democrática". Podem até mesmo desconversar, durante as eleições, suas reais posturas sobre aborto e união civil gay, para não entrarem em choque com os óbvios sentimentos conservadores da vasta maioria do povo brasileiro. Depois das eleições, mostram que foi tudo piada e voltam à obsessão pró-aborto e pró-homossexualismo.
    Dilma Rousseff é a coroação desse circo, onde o horrível tem de ser considerado bonito e doce e onde a honestidade e a ética são tratadas com repugnância. Nesse paraíso das inversões, os terroristas marxistas são heróis.
    No Brasil de Tiririca, o show das trambicagens e malandragens deve continuar, e o único papel do povo é chorar e lamentar o circo de horrores, depois de votar nos atores do espetáculo.
    Tiririca, Lula e Dilma do pão e circo só tiveram muita popularidade porque jumentos e outros animais ainda não podem se candidatar a cargos públicos. O dia que isso acontecer, todos verão quem é que o povo realmente escolherá para ser campeão de popularidade no Brasil!
    Onde foi que o Brasil errou? Onde poderia ter acertado?
    A maior referência de transformação individual e nacional é a Bíblia Sagrada, que guia pessoas e nações ao Rei Jesus Cristo, Deus único e verdadeiro.
    Nenhum outro livro moldou mais a fundação e história dos Estados Unidos e de outros países de língua inglesa do que a Bíblia KJV, ou a King James Version of the Bible (Bíblia Versão do Rei James).
    A Bíblia KJV leva esse nome porque sua tradução para o inglês foi comissionada pelo Rei James I (1566-1625), da Inglaterra. A tradução foi completada em 1611, e neste ano de 2011 ela faz 400 anos! Sobre essa Bíblia, todos os presidentes dos Estados Unidos juraram na posse. Durante séculos, enquanto a Bíblia KJV era levada a sério, tudo foi bem para os Estados Unidos e para a Inglaterra. Seu nível de prosperidade estava diretamente ligado ao grau de importância que davam para ela.
    "Righteousness exalteth a nation." (Provérbios14:34 KJV) A tradução dessa passagem da Bíblia KJV é: "A justiça exalta uma nação". A história passada dos EUA não é prova disso? George Washington (1732-1799), o primeiro presidente dos EUA, disse: "Sem Deus e a Bíblia é impossível governar com justiça o mundo". (William Federer, America's God and Country Encyclopedia of Quotations, pág. 660) Não existe justiça sem Deus e a Bíblia, e isso Washington compreendeu muito bem. Por isso, os Estados Unidos prosperaram sob a presidência dele, e a Bíblia KJV era amplamente lida pelo povo. Aliás, era o livro mais lido nos EUA.
    É bem simples: a nação ou família que dá atenção à Bíblia e ao seu Autor prospera e se distingue. Não deu atenção, sofre decadência, como a própria Inglaterra experimentou ao perder o outrora poderoso Império Britânico. Os EUA estão no mesmo caminho. E o Brasil, que está longe de ser uma potência, está determinado a desafiar a Deus ao se aliar aos hostis inimigos islâmicos de Israel.
    Os ingleses decadentes de hoje, que estão ocupadíssimos assistindo, de boca aberta, à acelerada colonização islâmica de seu país, não conseguiriam fundar colônias prósperas, porque eles não mais têm o que tinham quatro, três ou dois séculos atrás. Tudo o que sobrou são memórias do passado.
    Em 1620, poucos anos depois da tradução da Bíblia KJV em 1611, ingleses evangélicos, mais conhecidos como os Peregrinos, fundaram a primeira colônia no que são hoje os Estados Unidos e criaram, com base na Bíblia, a primeira constituição americana. Na mesma época, o Rei James I já tinha enviado exploradores e soldados ingleses ao rio Amazonas, fundando vários fortes e se preparando para o envio de colonos. Mas os portugueses acabaram massacrando-os.
    O que o Brasil perdeu com o extermínio dos ingleses enviados pelo Rei James I? Não sabemos. Mas sabemos o que "ganhamos" ficando com os portugueses, que não tinham nenhuma KJV e não tinham, ao contrário dos colonos ingleses, a consciência de que a leitura da Bíblia deveria ser plenamente acessível ao povo.
    Um povo que não lê e estuda a Bíblia é um povo no escuro e vulnerável a toda e qualquer doutrinação e escravidão. Um povo que lê e segue a Bíblia é um povo que avança contra o mal e contra a tirania, seja de que espécie for.
    A Bíblia Sagrada ajuda um indivíduo e nação a não se tornarem bobos de exploradores: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará". Isso explica por que em sua história passada os americanos conseguiram lutar contra impostos exagerados e evitar palhaços na presidência. Mas quando se perdeu o respeito por esse livro sagrado e seu Autor, a presidência dos EUA se tornou mero palco de oportunistas, onde hoje os impostos não param de crescer.
    No caso do Brasil, o brasileiro gosta de ver o português como burro. Se isso for verdade, o Brasil então tem um sério problema hereditário. Esse DNA da estupidez garante elevada popularidade para qualquer trambiqueiro que consiga fazer os brasileiros de bobos. Os Tiriricas, os Lulas e as Dilmas não nascem do nada. São fruto de uma herança maldita.
    O brasileiro herdou também de Portugal a ambição de viver nas mamas de um governo explorador, em vez de produzir num trabalho independente. E o Estado brasileiro herdou de Portugal a ganância voraz de sobrecarregar os cidadãos com impostos altos e exagerados e de sufocar pequenas e médias empresas livres com cargas opressivas e abusivas de taxas e tributos.
    Desgraçadamente, até os líderes cristãos do Brasil alimentam a ambição herdada de Portugal de viver nas mamas do governo! A alma de Portugal paira e reina sobre o Brasil e suas igrejas e, por mais que os brasileiros façam piada de Portugal, não conseguem se livrar de sua herança maldita.
    Se Portugal continua motivo de piada no Brasil, lembremo-nos de quem o Brasil é filho.
    Como herdeiro de Portugal, o Brasil tem hoje uma região amazônica onde a pobreza predomina em grande parte da população. O Brasil nem sonha em chegar perto da prosperidade que tiveram os EUA no passado. Mas poderia, se a Inglaterra do Rei James I tivesse podido concretizar seu plano de enviar famílias de colonos ao rio Amazonas, com suas KJVs. Afinal, se os colonos ingleses nos EUA tiveram sucesso, por que não no Brasil também? Aliás, quem dera não só o Brasil, mas também a própria Inglaterra e os EUA tivessem hoje esses ingleses de fibra e Bíblia do passado!
    Não dá para entender como, mesmo depois que a Bíblia se tornou amplamente acessível no Brasil, os evangélicos brasileiros nunca a deixaram levá-los à mesma postura de ação política que tiveram os primeiros evangélicos dos EUA. Por que eles não aceitavam tiranias e nós até hoje sim?
    Eles leram a Bíblia, e agiram contra os lobos, chacais e abutres governamentais. Os americanos de hoje têm muito que aprender com seus antepassados.
    Os brasileiros de hoje leem a Bíblia, mas não conseguem agir e muito menos se desacomodar do marxismo no governo, que vem se alastrando de forma assombrosa. Eles são totalmente submissos aos lobos, chacais e abutres, com os quais até bispos e pastores se aliam em troca de favores. Dá para se dizer que eles têm algo para aprender com os portugueses do passado?
    Em vez de comemorar 400 anos de KJV e seu extraordinário progresso e liberdade para os EUA, tudo o que o Brasil pode fazer é recordar o que os portugueses fizeram com os ingleses do Rei James I há 400 anos.
    Maldito o dia em que Portugal os assassinou no rio Amazonas!

    PORNOGRAFIA À BRASILEIRA

    A composição do novo governo deu mostras de sexo explícito, com os diferentes partidos da base aliada numa disputa desenfreada por cargos políticos. Nenhum pudor ou vergonha presidiu a ação desses partidos, como se tal busca desenfreada pelo poder não se devesse mascarar. O "prazer" que cada um almeja se mostrou da forma mais crua, mais nua, não se fazendo necessária uma "mise-en-scène", uma encenação. Formas simbólicas de encenação da política, como apresentação de programas, justificativas do que é pretendido fazer com as novas posições de poder e ideias orientadoras da ação nem se fizeram presentes. Foi o deserto da sedução.
    A pornografia distingue-se do erotismo. Ela se caracteriza pela crueza, pela apropriação do corpo do outro, pela ausência de qualquer encenação. Desaparecem quaisquer formas de simbolismo, de aproximação gradativa, de sedução. Os corpos já aparecem nus, em ato. Não há propriamente jogo, salvo o jogo da submissão, da busca imediata do prazer, do objetivo a ser alcançado. Ninguém aparenta algo diferente do que é, assim, apresentado. A política brasileira torna-se, nessa perspectiva, cada vez mais "pornográfica", pois os partidos partem imediatamente para a satisfação dos seus desejos mais imediatos, particulares, procurando mostrar que o poder é somente um instrumento de sua satisfação.
    Noções como bem coletivo, validade de ações numa ótica universal e ideias do que seria feito com o poder conquistado são simplesmente descartadas. Cada partido apresenta suas posições de "força", número de deputados, senadores e governadores, como se aí apenas se justificasse a sua ação. Alguns, de forma mais elaborada, poderiam dizer que se trata da própria natureza do "presidencialismo" brasileiro. Este necessitaria desse tipo de aliança, de coalizão, como se outras formas de negociação não fossem possíveis, como, por exemplo, acertos com as oposições em torno de alguns projetos e ideias essenciais para a Nação, independentes de qualquer componente partidário. Ideias de interesse nacional são, por definição, suprapartidárias. Em vez disso, temos a "orgia" das alianças em torno do poder.
    O erotismo, por sua vez, encena a aproximação com o outro, joga com formas simbólicas, os corpos não aparecendo nus. Há todo um processo de "despir-se", de acariciar-se, de encenações que devem ser feitas, podendo estas concretizar-se ou não pela "conquista". Os dizeres, as formas de expressão das frases e as palavras utilizadas têm todo um papel essencial, porque delas depende o tipo de aproximação, reservando ao outro o papel de responder com um sim ou um não. Não há imposição. A crueza da abordagem, aqui, se traduziria por seu fracasso. O simbólico preenche uma função essencial no erotismo, sendo um componente central da ação.
    Algo análogo se pode dizer da política não pornográfica. Ela se traduziria pela utilização de formas simbólicas, por dizeres implícitos que esconderiam, num primeiro momento, a intenção declarada. A encenação da aproximação é aqui o principal, pois ela se faz sob a forma de discursos e ideias que comprometem os agentes. Há uma "mise-en-scène", uma encenação do coletivo, do universal, do que é o bem de todos, criando parâmetros que devem ser seguidos. A natureza da busca do poder muda, pois, embora ele permaneça o objetivo, se coloca a questão do que fazer com ele. Uma vez de posse desse instrumento, como justificar o seu uso?
    Quero dizer com isso que a encenação "erótica" da luta pelo poder obriga os contendores a apresentarem ao público, no caso, os cidadãos, as ideias que dizem defender, as ideias que justificariam suas ações. Estabelecem-se, desta maneira, formas de cobrança pública, obrigando os parceiros a prestar contas de suas ações. Se isso não ocorre, vale somente a conquista crua e a distribuição de privilégios e favores aos que galgaram essas posições. Os que não participam da pornografia política estão fora. Os "vitoriosos" vão usufruir o poder exclusivamente para si.
    Velhas oligarquias alternam-se com as novas. O jeito lulista de governar terminou produzindo uma afinidade entre oligarquias alicerçadas na tradição patrimonialista e clientelística brasileira e oligarquias "modernas", disputando entre si espaço num governo de "unidade", capaz de preservar os interesses de ambas. "Peemedebistas" maranhenses tornam-se companheiros de "socialistas" cearenses, cada qual apresentando suas "demandas" por favores e privilégios. O aparentemente novo nada mais é do que a reapresentação de uma velha forma de fazer política.
    O PMDB tem sido apresentado como o partido com maior "voracidade", uma amostra da "pornografia política" vigente entre nós. Um olhar mais detalhado talvez nos permitisse colocar uma outra questão. Em que esse partido se distingue dos demais? Os escândalos dos últimos anos, os mensalões, os sanguessugas, as cuecas e os aloprados não foram "peemedebistas", atingindo o PT e outros partidos. A própria palavra mensalão começa também a ser utilizada para caracterizar escândalos de partidos oposicionistas. Ou seja, a "voracidade" tem uma conotação pluripartidária, um nome que serve para distintas agremiações, da situação e da oposição, pondo em cena uma forma de fazer política carente de valores e ideias, carente de qualquer compromisso com o bem coletivo.
    É bem verdade que o PMDB fez, particularmente, por merecer. O episódio de nomeação do deputado Pedro Novais, do Maranhão, para o Ministério do Turismo veio acompanhado da descoberta de que verbas de representação, exclusivas da atividade parlamentar, foram utilizadas para gastos num motel. Sua atividade "parlamentar" terminou por produzir indignação pública, porém uma reflexão mais aguçada mostra que sua orgia - vários casais teriam sido convidados para a festividade - se enquadra perfeitamente ao quadro geral da pornografia política. Na verdade, ela faz sentido.

    Publicado no site do jornal O Estado de São Paulo.
    Denis Lerrer Rosenfield é professor de filosofia na UFRGS

    O exemplo da Bolívia deve inspirar os venezuelanos E EM BREVE BRASILEIROS TAMBEM!

    O presidente Evo Morales e o vice-presidente Álvaro García Linera quiseram desqualificar os protestos, vinculando-os aos governos do passado, ao golpismo e à oligarquia, porém as pessoas fizeram caso omisso aos insultos e seguiram protestando pacificamente até conseguir seu objetivo.
    Este exemplo deve servir de inspiração ao povo venezuelano, porque a partir de 17 de dezembro passado aprovou-se um pacote de leis inaceitáveis, entre elas a Lei Habilitante que constitui um golpe de Estado, porque na prática dissolve a nova Assembléia.
    Em resposta, o povo venezuelano deve sair às ruas como fizeram os bolivianos, de maneira pacífica, generalizada, simultânea e sustentada, até conseguir que Chávez deixe tais leis sem efeito.
    Muitos venezuelanos se perguntam como aplicar o Artigo 350 da Constituição, querem saber como exercer o direito à desobediência civil. Pois bem, nossos irmãos bolivianos nos deram um exemplo claro, vigente e atualizado de como fazê-lo.
    O governo tratará de desqualificar os que impulsionem esta proposta, dizendo que são "golpistas, direitistas, fascistas e agentes da CIA", porém deve-se fazer caso omisso desses insultos, se aferrar à Constituição e defender nossos direitos pacificamente, porém, com determinação e firmeza.
    Protestar tem seus riscos, como todos sabemos, mas é preciso vencer o medo. Não há coisa pior do que viver acovardados e humilhados por medo de um tirano que a cada dia destrói mais a nossa pátria.
    Para acessar o livro "350", clique aqui.


    * Alejandro Penã Esclusa, colaborador do MSM, é preso político na Venezuela, e preside as ONG's Fuerza Solidaria e UnoAmérica.

    ROSARIOS DA MARIA

    Favorável ao aborto e ao casamento homossexual, a Secretária Nacional de Direitos Humanos, Maria do Rosário, petista radical, garante que vai implementar o PNDH 3.

    Também promete fazer de tudo para que o Congresso aprove a formação da Comissão da Verdade para apurar as violações de direitos humanos durante o regime militar.

    Alguém tem dúvidas que a Dilma Rousseff apóia os rosários ideológicos da Maria?

    MAS QUEM É MARIA DO ROSARIO PARA TER TAMANHA AUTORIDADE E RESPALDO?
    RESPONDO: MAIS UMA PEDABOBA FABRICADA NA UFRGS, PÓS GRADUADA NA USP A SERVIÇO DA ESQUERDA BRASILEIRA. E VEJAM QUE COMEÇOU CEDO A LAVAGEM CEREBRAL, AINDA NO MOVIMENTO SECUNDARISTA DE VERANOPOLIS/RS ONDE CURIOSAMENTE EXISTE UMA ESCOLA DE FORMAÇÃO PARA O MST(ITERRA).

    segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

    DROGAS X ALMAS

    A.D. Sertillanges em "A Vida Intelectual".


    Os recentes acontecimentos na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, com a subseqüente reação da Polícia Militar e das Forças Armadas Brasileiras levou observadores internacionais a algumas perguntas, entre elas o que o tráfico ganhou com a baderna imposta por eles antes da intervenção da polícia? Nada, só perdeu.
    Então, por que toda aquela confusão com carros e ônibus queimados? Há os que digam que o Comando Vermelho não esperava tamanha reação das forças do Estado. Que eles estavam apenas protestando contra as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) instaladas em várias favelas da cidade e que, com os atos de violência essas Unidades iriam perder um pouco o fôlego. Pode ser, é um argumento plausível.
    Mas alguns observadores que conhecem bem a cidade, como eu que lá vivi como correspondente, aventam outra possibilidade. É notório que as FARC comandam as drogas na América Latina. As FARC comandam o Comando Vermelho. As ordens para a baderna geral partiu dos líderes do movimento presos nas prisões de segurança máxima (sic) do Paraná. Uma organização como as FARC, filiada ao Foro de São Paulo, é prioritariamente hierárquica, as ordens vem de cima e ponto. "Manda quem pode, obedece quem tem juízo", um ditado brasileiro muito conhecido por lá. Conclui-se que a ordem para as rebeliões tenha vindo das FARC. Pode ser que as FARC estivessem protestando contra as inclusões das UPPs em "seus" territórios. Mas pode ser que o objetivo tenha sido outro. Senão vejamos.
    As FARC dependem da esquerda continental e vice-versa, mas o Foro de São Paulo está acima das Forças Armadas Revolucionárias de Colombia. Portanto, outra conclusão inevitável é que tudo tenha partido do Foro, assim como todas as ações políticas que regem a maioria dos países da América Latina. Neste espectro especulativo, qual o interesse do Foro de acabar com o tráfico de drogas? Vejo dois possíveis e interligados. 1- Liberação das drogas e conseqüente engajamento político dos ex-traficantes. 2- Maior dependência da população no Estado superprotetor que carrega a população from craddle to grave.
    Com o afastamento do tráfico de drogas das favelas, a mídia se encarrega de fomentar a necessidade da presença do Estado, com UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) e UPPs, numa troca de vocabulário digna da novilíngua de Orwell, por que não chamá-los pelos nomes já existentes, hospitais e delegacias, sem dúvida necessários? Isso aumenta na população uma dependência já exacerbada no poder constituído do Estado, que cresce a olhos vistos no Brasil, onde a educação oficial reza que é assim que tem que ser. Juan Domingo Perón, ditador argentino dos anos 50, dizia: "Los trabajadores argentinos nacieron animales de rebaño y como tales morirán. Para gobernarlos basta darles comida, trabajo y leyes para rebaño que los mantengan en brete". Assim vêm se conduzindo os governantes brasileiros há décadas.
    Uma matéria publicada no Globo G1 há três dias chamou minha atenção: "Com 1ª moeda social do estado do RJ, Silva Jardim agita sua economia". Silva Jardim é uma cidade serrana do Estado do Rio de Janeiro próxima à Capital. A moeda chama-se Capivari e, segundo a Secretária Municipal de Turismo, Indústria e Comércio (Semtic), Vera Lúcia Brito, "Nosso objetivo, em primeiro lugar, é promover a economia solidária, valorizando o comércio local e ajudando o pequeno empreendedor com o microcrédito. Agora, o dinheiro fica aqui no município. Antes, a gente enchia uma lata furada". A moeda (ver figura abaixo) é garantida pelo Banco Comunitário Capivari (BCC) garante a circulação da moeda desde o dia 16 de novembro.
    Moeda fajuta inventada pelos comunas
    O suporte técnico e a consultoria para a implantação da moeda, que circula apenas no município, foram dados pelo Instituto Palmas, que já implantou moedas sociais em várias cidades brasileiras e administra uma moeda própria, o Palmas, no Conjunto Residencial Palmeira, em Fortaleza (no estado nordestino do Ceará). A ONG, que se define como "agente de transformação nas dinâmicas sociais" mantém o Banco Palmas, "voltado para a implantação de sistemas econômicos alternativos na perspectivada de inclusão social". Ambas definições geralmente não passam de eufemismos para esconder objetivos socialistas.
    Mas a idéia não é nova, já foi implantada na Venezuela, outro país dominado pelo Foro de São Paulo, como se pode ver no filme abaixo:

    Na época a jornalista independente brasileira Graça Salgueiro, de quem tomei conhecimento através das publicações do Coronel Villamarín Pulido, publicou em seu blog, NOTALATINA os seguintes comentários:
    "Outro assunto grave que quero abordar hoje e que não se fala por estas terras brasilis, é sobre o novo projeto de Chávez para a economia popular, que é uma cópia do modelo comunista do ditador Robert Mugabe do Zimbabwe. No projeto de Mugabe, ídolo de Chávez e de Lula, se a pessoa não utilizar seus bônus no prazo de um ano, eles perdem a validade e o valor correspondente em dinheiro que fora depositado no banco na hora da compra, fica para o governo. Quer dizer, com isto o indivíduo não tem como fazer poupança, não pode crescer economicamente e melhorar de vida, além de pagar duas vezes pelo mesmo "bem" adquirido, fortalecendo compulsoriamente os cofres do Estado. Não lhe resta alternativa!" O Zimbabwe, como se sabe, é um excelente centro difusor de novas idéias democráticas.
    (Leia o comentário completo aqui).
    Com estas informações voltei a examinar o ocorrido no Complexo da Penha, que inclui um mínimo de 450 mil pessoas, e descobri que foi publicado no Diário Oficial do Município em 30/11/2010 que a "Prefeitura investirá R$ 17,6 milhões nas obras de complementação do Plano inclinado da Penha", em 2/12/2010 "GEO-RIO investe R$ 10 milhões em obras emergenciais no Complexo da Penha". O dinheiro investido em "comunidades" (nome politicamente correto no Brasil para as populares e velhas conhecidas favelas) é exorbitante. É o clássico pensamento esquerdista de distribuição de riqueza.
    Já na edição do dia primeiro de dezembro leio: "Município lança projeto de economia solidária (RIO ECOSOL)", onde se lê: "(...) O projeto (...) fará um levantamento das práticas econômicas (...), promoverá oficinas de formação em economia solidária e comércio justo, e implantará o primeiro banco comunitário carioca, com sistema de crédito e moeda social em quatro comunidades, entre elas o Complexo do Alemão". E continua, "(...) Participa da solenidade, (...) o professor Paul Singer, titular da Secretaria Nacional de Economia Solidária, um dos grandes teóricos da economia solidária, no Brasil e no mundo, que fará palestra sobre o tema".
    A "economia solidária sustenta-se em práticas coletivas, justas, solidárias esustentáveis de geração de trabalho e renda. É um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar". "Um modelo de desenvolvimento que permite, com práticas de organização coletiva do trabalho, distribuir riqueza e gerar mudança, transformação social. Um sistema que se apóia na auto-gestão, não tem a figura patrão, e assegura, na produção, o respeito à diversidade étnica e ao meio ambiente".

    Será que Karl Marx gostaria disso?
    "RIO ECOSOL atua em duas frentes: a Pesquisa-Ação, metodologia participativa a cargo do Núcleo de Solidariedade Técnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Soltec/UFRJ), e a Formação, desenvolvida pelo Centro de Ação Comunitária (Cedac), ONG com 30 anos de experiência no campo da educação popular para o trabalho". Governo federal e ONGs, tudo de que precisam os brasileiros!
    "(O Projeto) prevê a realização de feiras de economia solidária em todos os territórios e também uma viagem de intercâmbio dos participantes do projeto à Feira Latinoamericana de Economia Solidária, que acontece em julho, na cidade de Santa Maria, Rio Grande do Sul".Este é o Foro de São Paulo atuando.
    "A metodologia (da moeda social) vem do Ceará. Para implantar o primeiro banco comunitário carioca (...) (buscou-se) capacitação no Instituto Palmas (ver acima), gestor da Rede de Banco Popular do Brasil. Além de operar sistema alternativo de crédito, especialmente adequado ao perfil da economia local, o banco comunitário estará preparado para realizar operações de câmbio com moeda social, de circulação restrita aos limites do território, para apoiar o sistema de trocas local". Por acaso isso cheira a algo como um laboratório do Governo Mundial?. "O banco comunitário é um sistema financeiro alternativo. Veja como ele funciona: "A gestão, que inclui coordenação e operação dos recursos, é da própria comunidade".
    Não se fala em indivíduo, ser humano, mas numa pasta deles, uma idéia nitidamente coletivista.
    "A emissão de meio circulante local, a moeda social, complementar à moeda brasileira oficial, o real, aceita por produtores, comerciantes e consumidores cria um mercado alternativo e solidário e promove a geração de trabalho, emprego e renda". Note-se a deliberada confusão com os termos clássicos da economia de mercado. "(...) economia solidária é estratégia eficiente de enfrentamento da exclusão social, do desemprego e do trabalho precário nas megacidades do mundo. Voltado para a promoção de uma sociedade capaz de criar oportunidades, acolher diálogos, promover parcerias, ampliar mercados, distribuir riquezas.Uma sociedade menos desigual, mais justa". Que maravilha: o propalado mundo melhor possível! É claro que o resultado disso nunca vai ser avaliado e, não obstante, vão ampliá-lo para outras comunidades, e mais outras.
    O que é melhor: o tráfico de drogas numa sociedade livre ou o total e inapelável seqüestro das liberdades individuais da população?
    Pode-se imaginar que o Foro de São Paulo tenha ordenado a baderna com o fito da ocupação do território pelas forças do estado, e assim, lá implantar a tal Economia Solidária, pois já existem UPPs em outros morros e bastaria utilizá-los para tal experimento. Não se trata de causa e conseqüência. O que fizeram foi, segundo parece, uma arruaça tão grande, levantando tal horror na mídia e na população para que se reforçasse a necessidade da presença do Estado em nossas vidas. A tendência e o conteúdo subliminar em todas as matérias e entrevistas, seja do povo atingido, seja de "especialistas", foi exatamente clamar por uma mão que ampare a população que não saberia viver por si mesma.
    Comecei falando de violência visível e tráfico de drogas, e acabo por uma violência invisível e disfarçada (a mão invisível do Estado) e tráfico de almas. E tudo remete à dicotomia direita x esquerda na política. Um país democrático é essencialmente um país livre em que, à medida que os problemas vão surgindo, soluções vão sendo encontradas individualmente. Num país totalitário, o Estado cria as dificuldades e, do alto de sua ampla sabedoria, impõe facilidades coletivamente. De um lado temos um Estado livre com seus problemas intrínsecos e de outro temos um Estado soberano e totalitário, onde a violência e os problemas são partes indissociáveis do próprio Estado. E fica a pergunta: qual você escolhe? Uma dica: pessoas fogem do segundo em direção ao primeiro.


    Jonathan Knight, jornalista independente escocês, foi correspondente de vários jornais no Brasil e hoje é freelancer.

    domingo, 2 de janeiro de 2011

    OPOSIÇÃO A ISSO AÍ, SEMPRE!

    Nos opomos ao governo de Dilma Rousseff desde o primeiro dia de seu governo.

    Esclareceremos a seguir esta posição assumida pelo Blog BUNKER DA CULTURA para que fique transparente e claro para todos que a oposição a um novo governo desde o primeiro dia não se baseia em preconceitos.

    Nos opomos ao governo de Dilma Rousseff pelos seguintes motivos:
    1. No ministério nomeado por Dilma Rousseff há elementos que se destacaram na sua vida pública pela falta de ética, de honestidade e de princípios morais, como é o caso de Antônio Palocci e Fernando Pimentel entre outros.

    2. Dilma Rousseff assume a presidência da república ainda sem esclarecer o esquema de corrupção montado na sua pasta, a Casa Civil, envolvendo seu braço direito, Erenice Guerra.

    3. Dilma Rousseff participou e se propõe a dar continuidade ao governo mais corrupto que este país jamais teve.

    4. O apoio que Dilma Rousseff dá a países governados por ditadores e genocidas como é o caso de Cuba, Coréia do Norte, Sudão e outros.

    5. A aliança que o governo Dilma Rousseff tem com o fisiologismo do PMDB e com a antiga política do coronelismo e de currais eleitorais representada por José Sarney, Jader Barbalho, Renan Calheiros, Romero Jucá, Fernando Collor de Mello e tantos outros.

    6. O apoio dado por Dilma Rousseff aos operadores do mensalão, principalmente José Dirceu.

    7. O apoio dado por Dilma Rousseff aos programas de desconstrução dos valores familiares, como a união homossexual e a regulamentação da profissão de prostituição.

    8. O apoio de Dilma Rousseff e de integrantes de seu governo a descriminalização do aborto.

    9. O fato de Dilma Rousseff se identificar com o socialismo, uma filosofia já derrotada e comprovadamente perniciosa e contrária a justiça social.

    10. O comprometimento de Dilma Rousseff com o programa do PT em estabelecer no Brasil a censura a imprensa e a liberdade de expressão.

    Há mais motivos, mas vamos focar nestes dez motivos acima listados.  

    O LEGADO DE LULLA

    Lula chega ao fim de seu mandato em meio a um paradoxo que cobra explicações: a política e os que a ela se dedicam despencaram na confiança popular para um índice de rejeição de 92%! Ora, como entender que os políticos valham tão pouco perante a opinião pública enquanto o grande senhor, o chefe, o mandante, o comandante da política, surfa nas ondas de uma popularidade messiânica? Ouço miados nessa tuba. Como pode? Quanto mais crescia a popularidade do presidente mais decrescia o prestígio da política! E ele nada tem a ver? Chefiou durante quase uma década o Estado, o governo, a administração, uma fornida maioria parlamentar, o numeroso bloco de partidos integrantes de sua base de apoio, nomeou 8 dos 11 ministros do STF, estendeu seu braço protetor sobre as piores figuras da cena nacional e é a virgem do lupanar?

    Eu aprecio os governantes realistas. Sei que o realismo se inclui entre as características de todos os estadistas. Seja como homem do governo, seja como chefe de Estado, o estadista lida com os fatos. Ideais elevados e pés no chão. Causas e consequências, problemas e soluções. Realismo. Isso me agrada. Mas há um realismo cínico, desprovido de caráter, que desconhece limites éticos, que se abraça com o demônio se ele puder ser útil. A história está cheia de líderes assim e apenas os olfatos mais sensíveis parecem capazes de perceber o cheiro de enxofre que exalam. Há uma relação de causa e efeito entre a degradação da política brasileira e a ação do presidente Lula. Ele a deteriorou e comprometeu a democracia através do aparelhamento de tudo, da cooptação, da compra de votos com favores, do fracionamento e da descaracterização dos partidos. Assim como atuam os desmanches de automóveis, assim operou a política presidencial com os pedaços dos partidos nacionais, comprados das fontes mais suspeitas e pelos piores meios.
    Quer dizer, senhores e senhoras arrebatados pela retórica lulista, que a democracia perdeu importância e pode ser uma coisa qualquer, apoiada por qualquer arremedo de política? Não se exige mais, de quem governa, um padrão mínimo de dignidade? De coerência e respeito? Não! Pelo jeito, basta encher o bolso dos ricos e distribuir esmolas aos pobres para que surja um novo São Francisco em Garanhuns.
    Ah, Puggina! Mas com ele a economia cresceu, o número de miseráveis diminuiu e se realizaram obras importantes. Vá que seja. Mas convenhamos: era preciso muita incompetência para que a economia ficasse travada em meio a um ciclo mundial extremamente favorável. Pergunto: não estavam diligentemente postas pelos antecessores as condições (privatizações, estabilidade monetária e jurídica, integração ao comércio mundial, credibilidade externa, responsabilidade fiscal e estímulo ao agronegócio)? Estavam, sim. Faltava o que Lula teve a partir de 2005: dinheiro jorrando, comprador e investidor, no mercado internacional. E ainda assim, entre 2002 e 2009, o crescimento do PIB per capita do Brasil teve um desempenho medíocre comparado com outros emergentes e, mesmo, com a maior parte dos países da América Latina.
    O Partido dos Trabalhadores se construiu mediante três estratégias convergentes. Primeiro, a rigorosa adoção da cartilha gramsciana, assenhoreando-se dos meios de formação da cultura nacional, sem esquecer-se de qualquer deles - igrejas, sindicatos, movimentos sociais, universidades, meios de comunicação, material didático, música popular. Segundo, combatendo tudo, mas tudo mesmo, que os governos anteriores buscavam implementar como condição para que o país retomasse o crescimento: Plano Real, abertura da economia, privatizações, cumprimento de contratos, pagamento da dívida, responsabilidade fiscal, busca de superávits, agronegócio e Proer. Tudo era denunciado como maligno, perverso, antinacional, corrupto. Terceiro, destruindo de modo sistemático a imagem de quem se interpusesse no seu caminho para o poder, até restar, do imaginário de muitos, como a grande reserva moral da pátria. Dois anos no poder bastaram para que os véus do templo se rasgassem de alto abaixo e os muitos petistas bem intencionados arrancassem os cabelos num maremoto de escândalos.
    Somente alguém totalmente irresponsável ou com desmedida ganância pelo poder haveria de desejar para a nação um governo social e economicamente desastroso. Não é e nunca foi meu caso. Não escrevo estas linhas para desconsiderar o que andou bem no governo do presidente Lula. Mas não posso deixar de expor o que vi - e como vi! - de sórdido e prejudicial em seu modo de fazer política. Para concluir, temperando os exageros de uma publicidade que custou ao país, na média dos últimos três anos, R$ 900 milhões por ano, considero sensata a observação a seguir. Quando Lula assumiu, em 2003, os principais problemas do Brasil situavam-se nas áreas de Educação, Saúde e Segurança Pública. Passados oito anos, haverá quem tenha coragem de afirmar que não persistem os problemas da Educação e que não se agravaram os da Saúde e da Segurança Pública? Haverá 87% de brasileiros dispostos a se declarar satisfeitos com a situação nacional nesses três pilares de uma vida social digna?

    REALIDADE ACADEMICA

    Hoje em dia, as universidades e os meios acadêmicos de um modo geral, sobretudo no Brasil, acostumados a reduzir as discussões e os debates ao nível da retórica barata e da patifaria lingüística, ensinam aos estudantes menos despertos a cultivarem a canalhice intelectual desde o primeiro momento: achar que se sabe tudo para debater e argumentar. Dizem eles que não existe verdade: assim, acreditam que o discurso retórico substancia-se em si mesmo, não prestando contas nem às suas causas nem às conseqüências. A linguagem não requer a "realidade", dizem eles. Então, tudo é possível. Não há padrões morais nem intelectuais objetivos para essa cultura que se instalou. Estão "libertos" para serem estúpidos e falsos. Ao invés de doutos ignorantes, são "ignorantes profissionais": possuem orgulho de "não saber que não sabem".

    sábado, 1 de janeiro de 2011

    O DEBIL E A PATULÉIA

    Para os Estados Unidos, a reação do governo brasileiro à medida da Bolívia que nacionalizou os hidrocarbonetos em 2006 foi "débil". É o que consta nos telegramas da diplomacia americana em Brasília, vazados pelo WikiLeaks e divulgados nesta quinta-feira pelo jornal Folha de São Paulo . Os documentos sugerem que o presidente venezuelano, Hugo Chávez, teve influência nas ações de Evo Morales que culminaram na nacionalização de refinarias da Petrobras na Bolívia.
    "No âmbito político, Lula e sua equipe de política externa não poderiam estar pior do que estão agora", afirma o comentário enviado pela embaixada em 3 de maio de 2006, dois dias depois da nacionalização boliviana. Com ironia, a diplomacia americana considerou a crise um revés para "a teologia do governo Lula sobre uma nova era de 'integração regional' liderada pelo Brasil". Os documentos sugerem, ainda, que Lula era cada vez mais visto pela "imaginação popular" como um presidente "atropelado, manipulado e enganado pelos 'hermanos' Chávez e Morales". O telegrama inclui a explicação brasileira para a atuação do governo diante da "crise". Nos documentos, Marcelo Biato, então da assessoria internacional do Planalto e hoje embaixador em La Paz, justifica: "Nós não podemos escolher nossos vizinhos. Não gostamos do modus operandi de Chávez ou das surpresas de Morales, mas temos de lidar com esses caras de alguma maneira e manter a ideia de integração regional viva". 

     Ocupaçao da PETROBRAS pelo exército boliviano.
    O vazamento WikiLeaks

    No dia 28 de novembro, a organização WikiLeaks divulgou mais de 250 mil documentos secretos enviados de embaixadas americanas ao redor do mundo a Washington. A maior parte dos dados trata de assuntos diplomáticos - o que provocou a reação de diversos países e causou constrangimento ao governo dos Estados Unidos. Alguns documentos externam a posição dos EUA sobre líderes mundiais.

    Em outros relatórios, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, pede que os representantes atuem como espiões. Durante o ano, o WikiLeaks já havia divulgado outros documentos polêmicos sobre as guerras do Afeganistão e do Iraque, mas os dados sobre a diplomacia americana provocaram um escândalo maior. O fundador da organização, o australiano Julian Assange, foi preso no dia 7 de dezembro, em Londres, sob acusação emitida pela Suécia de crimes sexuais, e solto no dia 16. Agora, Assange espera em liberdade condicional por uma nova audiência de extradição. 
    Como pode  um FDP desses chegar  a 87% de  popularidade?
    Respondo - Porque  quem assim o  considera  é  muito mais FDP do que ele.
    Lula é, foi  e sempre  será o  retrato  do  que  de  pior  existe em um país de analfabetos,ignorantes sem informações.




    Essa  popularidade  custou  aos cofres  públicos  mais de R$ 10 BILHÕES, mesmo  assim a patuléia o  aplaude.

    Começou o novo circo

    Iniciou um novo ano, com Tiririca, muitos corruptos, escandalos sem soluções, e uma fantoche no poder.
    Nunca na historia desses país, pudemos presenciar uma posse tão artificial, sem representatividade nacional e internacional, com um discurso, dito programatico, que na verdade estava recheado de mentiras e enganações, muitas ainda por serem praticadas.
    A cena do parlatório mais parecia uma discurso no balcão do Kremlin, com os lideres e seus cegos seguidores, chorando e aplaudindo o seu lider da hora.
    Foi dito pela imprensa vendida que se consolidou o projeto de transformação do Brasil, sim, transformar o Brasil num país neo socialista, mais corrupto, mais enganador, e pouco preparado para as mazelas do mundo globalizado.
    Dilma? Bem esta vai fazer o que lhe mandarem assim como foi com Lula, pois o regime socialista, presidenter não manda, é a cupula que decide e o testa de ferro executa. A não ser que o socialismo do PT seja autoritario, aí estamos a beira de uma ditadura do proletariado urbano, como Dilma realmente lutou no regime militar.
    Em breve veremos as mentiras cairem e a decepção ou a confirmação da ignorancia politica dos cidadãos se consolidar a frente de nossos olhos.
    Começamos bem essse novo governo com uma primeira grande mentira dita por Dilma:
    "Dediquei minha vida a causa do Brasil" - A CAUSA DELA SEMPRE FOI O SOCIALISMO MARXISTA LENINISTA E NÃO ME VENHA DIZER QUE DEPOIS DE VELHA MUDOU SUA MENTALIDADE PORQUE COMUNISTA NÃO TRABALHA A CURTO PRAZO, SEMPRE A LONGO PRAZO E PARA ELA HOJE, ESTÁ VIVENDO O TRIUNFO DA SUA CAUSA INICIADA EM 64 COM A VAR PALMARES.

    AMIGOS DA DILMA

    Dilma Rousseff começa a governar no domingo, recebendo alguns chefes de Estado que vieram para a posse: o primeiro é o coronel Hugo Chávez, cujo país enfrenta calamidade pública devido às enchentes e o segundo é Evo Morales, na Bolívia. Lá, os bolivianos estão em pé de guerra contra o governo, que aumentou o combustível, numa tacada só, em 86%. O terceiro é José Mujica, do Uruguai

    HOMENAGEM A LULA

    Chico Buarque, fiel amigo de Lula e cabo eleitoral de Dilma, compos em 1975 a musica Vai Trabalhar, Vagabundo. Alguns trechos: “Vai trabalhar, vagabundo/ Vai trabalhar, criatura/ Deus permite a todo mundo/ Uma loucura”; “Cuidado com o viaduto/ Cuidado com o avião/ Não perde mais um minuto/ Perde a questão/ Tenta pensar no futuro/ No escuro tenta pensar”; “Passa o domingo sozinho/ Segunda-feira a desgraça/ Sem pai, sem mãe, sem vizinho/ Em plena praça/ vai terminar moribundo/ Com um pouco de paciência/ No fim da fila do fundo/ Da Previdência”; “Tua mulher vai suar/ Pra botar outro malandro/ No teu lugar/ Vai trabalhar/ Vai trabalhar”; e por aí vai. SERVE DIREITINHO PARA O STALINLULA.

    DICA DE BRASILEIRO

    "Falar português errado é como ter unha suja, cabelo ensebado ou cheiro de corpo. Seja culturalmente asseado. Quem, tendo a oportunidade de estudar, fala “poblema” e “nóis vamo”, dá uma pista sobre suas prioridades."

    POSSE DA FANTOCHE

    HOJE É O DIA DA POSSE, VOCÊS MERECEM:
    SAÚDE RUIM;
    FALTA DE SEGURANÇA;
    EDUCAÇÃO RUIM;
    CORRUPÇÃO GENERALIZADA;
    OS TIRIRICAS DA VIDA;
    SALÁRIO MÍNIMO DE R$540,00;
    DEPUTADOS 62%;
    PRESIDENTE E MINISTROS 130%
    APOSENTADOS 5%;
    LIXO NAS RUAS;
    LIXO NO PLANALTO;
    A IGNORÂNCIA;
    COPA SUPER FATURADA;
    OLIMPIADAS SUPER FATURADA;
    OBRAS SUPERFATURADAS;
    QUALIDADE DE VIDA SUB-FATURADA;
    HOSPITAIS CAINDO AOS PEDAÇOS;
    POLITICOS RINDO DA TUA CARA;
    ENCHENTES E MAIS ENCHENTES;
    OS MORROS DESABANDO;
    AUTORIDADES INOPERANTES;
    DESONESTIDADE OFICIALIZADA;
    1,8 TRILHÃO DE DÍVIDA INTERNA;
    OS IMPOSTOS MAIS IMORAIS DO MUNDO;
    A POBRESA QUE DIZEM QUE ACABOU;
    A FOME QUE DIZEM QUE ACABOU;
    OS PRESIDENTES MILIONÁRIOS;
    OS FILHOS DOS PRESIDENTES MILIONÁRIOS;
    OS DIRCEUS;
    AS ERENICES;
    OS GENOÍNOS;
    OS NICOLAUS;
    OS SANGUESSUGAS;
    OS ESCANDALOS;
    8 ANOS DE GOVERNO E NADA;
    MAIS 4 ANOS DE GOVERNO E NADA;

    Você sabia que...

    Antes de Lula invadir o terceiro milênio, só Stálin e Hitler disseram no século passado, que eram a "encarnação do povo"?

    O novo messias Lula da Silva diz que vai "desencarnar da presidência" porque, como presideus que sempre se julgou, já prepara o milagre da reencarnação?

    Segundo a Constitutição, o Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos princípios - dentre outros - da prevalência dos direitos humanos, além do repúdio ao terrorismo? E que Cesare Battisti sempre foi um terrorista?

    Não é admitida a interceptação de comunicações telefonicas quando a prova puder ser feita por outros meios disponíveis?

    Todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular?

    A história vai julgar esses "84%" de popularidade.

    Hoje talvez comece uma nova era no Brasil, o pós Sebento.
    O país se livra de um Zémané vendedor de ilusões falastrão, mentiroso, traidor, covarde, cagão e beberrão.
    Um ser tão abjeto que todas as vezes que ouço sua voz esganiçada o palavreado xinfrim e chulo flui naturalmente e começa uma ladainha de xingamentos, impropérios e palavrões.
    Meu problema com esse Mané é pessoal, eu não gosto dele, nunca gostei e após 8 intermináveis anos esse sentimento só cresceu.
    O Sebento jamais me enganou, ele nunca passou de um oportunista que surfou no momento econômico do mundo e herdou um país estabilizado economicamente de seu antecessor. Não teve que administrar crises muito profundas e nem a inflação, coisa que a Sebenta vai ter pela proa. Veremos o quanto está realmente saudável nossa economia.
    Agora saberemos a verdade, a Sebenta não tem o dom do estelionato verbal, ela é uma verdadeira ANTA e vai ter que administrar o país sem conversa mole ou piadinhas xinfrins já que não conta com o apoio da esperteza estelionatária e a malandragem de seu antecessor.
    A história vai julgar esses "84%" de popularidade.

    PRESIDENTA FANTOCHE

    O ouro foi a aplicação mais rentável, em 2010, no Brasil, com ganho de 32,26%. E quem é a dona do nobre metal, no mundo? A Oligarquia Financeira Transnacional, cuja sede econômica é a City de Londres. É a este Poder Real Globalitário que a presidenta Dilma Rousseff irá se curvar e servir, como fantoche, nos próximos quatro anos, se os linfomas políticos não lhe aplicarem algum golpe, por qualquer motivo.

    Luiz Inácio Lula da Silva, agora em permanente saideira, e seu antecessor Fernando Henrique Cardoso, fizeram, direitinho, o dever de casa do esquema globalitário. Ambos, nos últimos 16 anos, seguiram as dietas do Diálogo Interamericano e demais clubes de poder da Oligarquia Globalitária. No campo econômico, Dilma será uma fiel seguidora do status quo dos verdadeiros donos do mundo.

    O mau humor só mudará de faixa. Para servir aos patrões de sempre. Apenas o teor etílico deve diminuir no Palácio do Planalto. Só é preciso torcer muito para que Dilma não exagere na dose – no sentido conotativo. Caso se embriague pela cachaça autoritária, e contrariar grandes interesses, quem manda mesmo no Brasil vai lhe tirar o poder. Os controladores nunca perdem tempo. Logo preparam o retorno de Lula ou qualquer outro fantoche. E PT saudações. Literalmente...

    Traição ao poder globalitário é sempre fatal. Para quem duvida disto, ilustrando este artigo, temos o símbolo de quem manda, realmente, no Brasil. A estátua do Príncipe Charles. Ele mesmo, o pomposo e vaidoso Duque da Cornuália! O Príncipe de Gales foi imortalizado em bronze como um deus alado e musculoso, quase pelado, vestido unicamente com uma tanga. O monumento ao nosso colonialismo econômico-cultural foi feito sob medida para uma praça, com o nome dele, em Palmas, capital do Tocantins. Simboliza o “Salvador do Mundo”.

    O Brasil não precisa de salvadores, nem de fantoches dos que se autoproclamam “salvadores”. Precisamos, sim, é de um projeto de desenvolvimento, democracia, soberania e educação, para que sejamos uma Nação digna de nossas potencialidades. Dilma no poder é uma incognita. Se der certo, ruim para Lula, que será logo ofuscado e pode ser esquecido. Se der errado, melhor para Lula, que posará de bom antecessor, com direito a retorno. Se nem feder nem cheirar, pouco importa. Terá servido ao esquema que a colocou no poder.

    Que venha a Dilma, disposta a vencer os cânceres políticos e ideológicos que ameaçam sua existência política, a partir deste primeiro de janeiro do novo ano.  Que a faixa lhe seja leve! Que ela não se transforme em uma PRESIDANTA. E as Legiões que se cuidem, porque o salto alto tem tudo para pisar nos coturnos.

    Com que roupa eu vou para a festa da posse que ninguém me convidou? Segredo... O bom penetra não berra! Nem revela seus trajes. Só avisamos que, nos próximos quatro anos, continuaremos cumprindo a desagradável missão diária de desnudar a nova poderosa de plantão. Tomara que ela fique mais bonitinha que o pretenso Salvador peladão aí de cima.
    Por Jorge Serrão

    ADEMÃ, QUE VOU EM FRENTE!

    Por Jorge Serrão
    Exclusivo - Uma prova de grandes negócios sempre acontecem em fins de governo. Por volta das 14h 30min desta quinta, final de feira, nada menos que US$ 53 milhões de dólares foram transferidos de Brasília para Paris. Todo mundo achou isto esquisito no Banco Central. Pode ser que a grana acabe na África ou em bancos de paraísos fiscais. Claro, depois de ser dividido com parceiros franceses.

    Só falta ao inteligente investidor faturar os R$ 200 milhões da Mega Sena da virada. Pode ser que o transferidor de dólares esteja protegendo o patrimônio, temendo medidas de impacto na economia brasileira até março. Investidores com informações privilegiadas se resguardam contra pequenas traições em grandes negócios. O certo é que houve um movimento de troca de Real por moeda norte-americana, pagando impostos dentro da lei e da ordem econômica, para enviar muito dinheiro para fora.

    Pequenos governos e grandes negócios à parte, nem deixou o poder – ou o poder lhe deixou -, Luiz Inácio Lula da Silva já vocifera contra o risco imediato de ser vítima de traições. Ouvidos sempre atentos e indiscretos da Ilha da Fantasia cercada de políticos por todos os lados escutaram Lula esbravejar que não vai toletar traidores, tão logo passe a Presidência para Dilma.

    Lula mandou um recado ameaçador aos agora inimigos – até ontem pretensos aliados ou parceiros de negócios político-econômicos. Advertiu, iradamente, que será capaz de produzir e soltar na mídia catálogos de dossiês revelando esquemas montados por aqueles que ousarem atacá-lo ou a seus familiares.

    Lula perdeu a estribeira com o vazamento da informação, na Folha de S. Paulo, de que seu filho Fábio Luiz – conhecido como Lulinha – mora há três anos em um apartamento alugado por R$ 12 mil reais, com tudo pago pelo Grupo Gol, que faturou milhões vendendo livros didáticos ao governo federal. Lulinha admitiu que o pagamento do aluguel era feito por Jonas Suassuna, dono do Grupo Gol, mas que também é seu sócio na próspera empresa Gamecorp.

    Lula que se cuide! E seus inimigos que se cuidem mais ainda. Quem deve se preocupar muito é o ex-ministro Ciro Gomes. Espiões de Lula identificaram que Ciro pode ser uma fonte de ataques ao Presidente-saideira. O cearense, que agora trabalhará no governo do irmão Cid, ficou revoltado e ameaçou rebeldia verbal contra Lula e parceiros próximos, só porque a quase-Presidente Dilma e o PSB lhe rifaram do pretendido Ministério da Saúde. Pobre Ciro!

    Rico Lula! Cada vez mais se vangloriando. Ontem proclamou que “fez o impossível ao eleger uma mulher para a Presidência da República”. Termina seu governo triunfante na verborragia. Mas preocupante em seu íntimo. Sem o poder Presidencial, ele perde o foro privilegiado. Vira um réles mortal. E precisa tomar cuidado ao cantar de galo. O $talinácio de ontem será o frágil Galinácio de amanhã. C´est la vie...

    Lula não joga para perder. Só gosta de ganhar. Sabe muito bem que brigar é sempre muito perigoso. Quem tem a perder tem medo de prejuí$o$. Ainda bem que o ano termina logo mais. Tomemos todas as saideiras com o Lula. De preferência com as melhores champanhes e frases francesas, adequadas á conjuntura e perfil de quem sai e de que, entra. São traduzidas não por pedantismo, mas porque o sóbrio leitor $talinácio não domina o francês:

    Abondance de biens ne nuit pas. (Dinheiro nunca é demais).

    Plus on a, plus on veut avoir. (Quanto mais se tem, mais se quer).

    Petit à petit l’oiseau fait son nid. (De grão em grão a galinha enche o papo).

    Plaie d’argent n’est pas mortelle. (Quem perde só o dinheiro, não se perde por inteiro).

    Selon le vent, la voile. (Não procures mais do que podes).

    À l’oeuvre on reconnaît l’artisan. (Queres conhecer o vilão, põe-lhe a vara na mão).

    Enfim, como diria o imortal Ibrahim Sued (1924-2005), em seu excelente francês da Praça Paris carioca: “"Ademã, que eu vou em frente”. Será que Lula, também?

    JÁ FOI TARDE!




    Deve ser desesperador pra esse megalopata saber que não apita mais nada,mas o FDP no ultimo Dia confirma sua COVARDIA acoitando o assassino Batistti,Lulacorleone sai cagando em cima da civilização e da justiça, é um FACÍNORA NATO.Deve ser deprimente concluir que ficou para a história como o maior delinquente, o maior velhaco, o maior bandido e o maior mentiroso do planeta, nenhum feito marcante que possa chamar de seu. A não ser uma corrupção avassaladora. Nenhuma realização no País que fique para a história como sua marca, que possa ter valido a pena, que o povo possa relacionar como trabalho deixado pelo boquirroto pinguço. Não adianta registrar em cartório o que outro já registrou na história.
    Um zero à esquerda, um fanfarrão ridículo, uma matraca insandecida, um usurpador das glórias alheias. Um nanico incompetente, sem valor próprio tentou o tempo todo se igualar a grandes figuras para ver se marcava presença na história. Já quiz ser um Jesus Cristo, Getúlio, Jucelino, ... e agora quer pegar carona no sucesso do nosso bravo Ayrton Senna. Nada mais estapafurdio do que descer a rampa ao som da música consagrada pelas vitórias de Senna. Bravateiro,boçal,béocio, babaca. ESQUIZOFRÊNICO irresponsável. Vai voltar pros botecos onde suas sandices não terão eco.
    Mas tenha uma certeza, os corruptos que te mantiveram no poder a fim de usar sua imbecilidade para enriquecer, já não se interessam mais pela sua babaquice, não tem mais valia, porque tu não apita mais nada, com certeza manterão grande distância porque a partir de agora é você quem vai pagar o pato pelas cagadas feitas.
    Sem microfone e sem poder, teu lugar é o ostracismo e na LATA DO LIXO DA HISTORIA!
    E não se esqueça do WIKILEAKS em 2011 que vai mostrar a tuas sujeiras todas!!
    Daqui para frente o Diabo te espera , lullacorleone Filho da Puta!!!

    A nossa Carla Bruni.

     




    Pediram? Aí está Marcela Temer, a nossa Carla Bruni, quando era Miss Paulínia.O número dela é 38. Deve ser em homenagem ao manequim.

    "Sou a presidenta de todos os brasileiros".

    E soluça para o Brasil. Que treino, hein! Chegou a soluçar um tiquinho antes. Bom, segundo ela mesmo disse ao senador Agripino, certa vez, tem que saber mentir. Bacana ouvir ela dizer que pegou em armas para buscar um Brasil democrático. Não é o que diziam os manifestos e os documentos do seu grupo guerrilheiro. Eles  pregavam a  implantação de uma ditadura socialista no Brasil. Ela mesmo era professora de marxismo. Fica aqui o desafio para qualquer petralha que passe por aqui: CITEM QUALQUER FONTE ONDE EXISTA UM DOCUMENTO ONDE OS TERRORISTAS COMO A DILMA LUTAVAM PELA DEMOCRACIA. SÓ SE FOR AS FONTES FABRICADAS PELO HADDAD PARA DOUTRINAR A NAÇÃO EM SALA DE AULA OU PARA ENGANAR OS POBRES BOLSEIROS QUE NUNCA SAIRÃM DA POBREZA.

    RETORNAMOS!

    Nunca antes o Brasil teve um presidente tão movido a ódio como Lula. Vestindo um daqueles casacos recebidos de Evo Morales, o maior exportador de cocaína para o Brasil, que dele recebeu duas refinarias de petróleo de presente, Lula disse que usa a expressão "nunca antes" porque os "adversários" ficam irritados. Que adversários? Ao fim de oito anos, este sujeito nojento e baixo não poderia ao menos ter uma palavra de paz, de fraternidade, de solidariedade e evitar falar em política? Lula não tem grandeza. É um homem público raso, movido pelos piores sentimentos. Tanto que deixou para o último dia a liberação de um assassino., para chocar as democracias do mundo inteiro. Não há dúvida alguma que a distância do palanque, do microfone, dos flashes, vai fazer muito mal à sua alma pequena. Nunca antes na história ele vai sofrer tanto. Ele merece.