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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

DEUTSCHLAND UBER ALLES!!!

A Alemanha se reerguerá, da mesma forma como sempre se reergueu no passado. A alma de seu povo é muito poderosa para ser apagada, isso ela já mostrou nos séculos passados. Mantenhamos firmes naquilo que vale a pena, escutemos nosso interior, deixemo-nos guiar por ele.
Mantenhamos firmes naquilo que vale a pena, escutemos nosso interior, deixemo-nos guiar por ele.
Os judeus têm realmente um gene especial? A pergunta é supérflua porque a resposta é: muitos deles compartilham determinados genes que os árabes e principalmente os palestinos também possuem. Inúmeros judeus são de fato semitas, muitos outros o são através de conversão, conseqüentemente estes nem são semitas nem possuem o “gene judaico”. Thilo Sarrazin citou ainda outro grupo, os bascos. Ele poderia muito bem ter escolhido os gauleses ou até os westfálicos. Entretanto, o que não está correto é a palavra “todos”.
Diretor do banco central alemão: “Todos os judeus compartilham um determinado gene”
Antigamente as pessoas se casavam dentro de seus próprios vilarejos, ou pelo menos dentro de sua vizinhança. Se bascos se casavam entre si ao longo dos séculos, então surge uma “genética basca”, uma específica distribuição dos grupos sangüíneos, determinadas características. Isto é pura genética de Mendel. Uma determinada distribuição de tais características encontra-se nos antigos bávaros, nos westfálicos, os escoceses, bascos, judeus. Quem vive em regiões isoladas (ou como os judeus que foram segregados), este forma sua própria genética; em grandes cidades ou ao longo de rotas comerciais os genes se misturam com mais facilidade.
Todavia existem duas estruturas genéticas que são herdadas de forma patrilinear e matrilinear. Como homem eu carrego em mim um cromossomo Y, o mesmo cromossomo que tinha meu pai, assim com o pai dele e seu pai… Cromossomos Y são transmitidos de pai para filho, pois estes cromossomos fazem da criança gerada um homem. Em minhas células eu carrego mitocôndrias, os únicos organelos celulares com DNA próprio. Eles começaram há bilhões de anos como algas azuis (cyanobactérias) e se inseriram clandestinamente nas células. Minhas mitocôndrias eu tenho por parte de minha mãe, a qual teve de sua mãe e assim por diante… Células de sêmen paternas não contêm mitocôndrias, somente os óvulos femininos as possuem. Concluindo, cada um de nós carrega as mitocôndrias das bisavós e os cromossomos Y dos bisavôs.
Chineses compartilham determinados genes, japoneses compartilham determinados genes, africanos – não. Em lugar algum a variedade genética das pessoas é tão grande quanto na África. Não existe portanto “o negro”. As tribos africanas se diferenciam mais do que os povos europeus. Mas – qualquer pessoa pode gerar uma criança com outra pessoa independente da genética, qualquer pessoa pode receber sangue de outra pessoa e até um órgão. Quer dizer, a genética diferencia as pessoas somente em uma pequena escala.
A genética é responsável pelo fato de nós possuirmos dois braços e mãos com cinco dedos. Ela nos dota de olhos azuis ou castanhos, cabelos louros ou pretos. Os genes decidem também se toleramos beber leite (lactose) ou se teremos alergia. Não foram os genes que transformaram Josef Stalin em genocida, e não são os genes que formam o caráter de Thomas Gottschalk ou Michel Friedman.
Depois desta determinação bem vinda aos socialistas (“Todas as pessoas são iguais”), eu gostaria de esclarecer o segundo fator material de influência: a educação na sua forma geral. Seja igreja ou comunistas, todos eles são educadores fanáticos. Crianças foram retiradas de seus pais para serem educadas como boas pessoas soviéticas. Na Austrália, os filhos dos aborígenes foram levados para serem educados como bons australianos, os espanhóis escondiam os filhos dos índios nas escolas das missões, os norte-americanos aqueles de seus índios – e em nenhuma parte esta educação teve sucesso. Judeus que foram escondidos pelos católicos, ou seja, gozaram de sua educação, se transformaram apesar disso em judeus fanáticos.
Agora, caros socialistas, eu sinto muito: educação e o meio ajudam certamente um chinês a se tornar um bom chinês, mas eles não transformam um cubano em russo. Por vocês, caros aliados, ao contrário, eu não sinto nada: assim como vocês não conseguiram transformar os índios em americanos aculturados, tampouco vocês conseguirão reeducar os alemães numa coisa neutra desprovida de caráter. Queiram vocês conseguir isso com os políticos, mas não com a maioria do povo. E eu digo àqueles alemães desanimados: os indolentes consumidores televisivos, que por nada se interessam, não são o povo alemão, mas apenas uma geração perdida.
Nós estamos acostumados com o mecanismo do mundo material, nós pensamos de certa forma na seqüência mecânica de uma máquina automática de refrigerantes. Nós jogamos o dinheiro (fecundação, genética), apertamos um botão (educação) e aparece uma cerveja lá embaixo. A máquina automática não fornece nenhum buquê de flores, ela não fornece nenhum porquinho da índia, só aparece cerveja, ou seja, justamente aquilo que nós determinamos previamente. É claro que existem nas pessoas alguns parafusos de ajuste. Se nós deixamos um basco crescer junto aos bascos, todavia não lhe permitir qualquer escolarização, cresce daí naturalmente um basco “ignorante”. Coloquemos a mesma pessoa na escola e universidade, permitamos a ela todos os incentivos, então ela será um basco “educado”, um basco “esperto”. O caráter se altera aqui minimamente.
Agora imagine você, por favor, que ao encher a lata de cerveja algo aconteça. Você retira da máquina automática sempre uma lata de cerveja, que parece exatamente como tal, como qualquer outra lata de cerveja. O conteúdo é sempre cerveja, mas algumas vezes é pilsen, outra vez é tipo exportação. Você recebe cerveja de trigo ou sem álcool, escura ou bockbier, sem que você saiba isso previamente. Isso se torna um pouco caótico, não é verdade? Eu ainda forneço à máquina automática um identificador de rostos. Você vai até lá, coloca o dinheiro, aperta o botão – e recebe sempre sua cerveja pilsen. Eu faço exatamente a mesma coisa e recebo sempre uma bockbier. O senhor Meyer de Bielefeld recebe sempre aquela tipo exportação. Isso é mágica?
É o componente não-material que o mundo de hoje tende a ignorar: a alma. Isto é como a hipotética máquina automática com identificador de rostos: pais judeus não recebem nenhuma alma de índio para suas crianças. A alma basca funcionará em um ambiente espanhol; para um alemão, ele teria diante de si um espanhol, porém, existem pequenas diferenças de comportamento que revelariam finalmente os bascos.
Embora a alma atinja patamares ainda mais profundos. Se você lê este texto a partir do monitor, você utiliza um computador de 32 ou 64 bit. 32 bit significa um espaço numérico de 4.294.967.296 valores, números, que são escritos preferencialmente na forma digital como “3E2F.1DD6”. Considere este número apenas como “código da alma”. Cada posição pode assumir um valor entre 0 e F, ou seja, de 0 a 15. O valor decimal deste número, 1.043.275.222, tem aqui pouca importância. Aceite simplesmente que este número descreva de alguma forma a qualidade de sua alma. Seu(sua) parceiro(a) deveria ser o mais semelhante possível, senão acontecem as brigas e o casamento acaba.
Você irradia este “campo da alma” no seu entorno, você encontra os amigos adequados e recebe as crianças correspondentes, pois somente as almas que são adequadas a você, se predispõem a se tornar seus filhos. Infelizmente nós não podemos capturar nenhuma alma e perguntá-la por que ela teria escolhido justamente aquela mãe. Nós nem podemos colocar na mãe uma série de medidores para medir estas características. Nós temos apenas as crianças dos antigos habitantes da Austrália, os índios e os índios norte-americanos, que apesar da educação forçada não se tornaram “brancos” australianos, espanhóis ou norte-americanos. Onde “branco” se refere ao comportamento, não à cor da pele.
3E2F.1DD6 – isso é apenas um exemplo, se o código da alma possui de fato oito ou ainda 75 cifras, eu não quero com isso fixá-lo, da mesma forma se uma posição tem dois valores ou pode receber 28 valores. A escrita em grupos de quatro corresponde à convenção e apóia a leitura que nos permite ao mesmo tempo introduzir uma diferenciação: imaginemos simplesmente que a primeira quádrupla descreva o “caráter do povo”, ou seja, 3E2F aparece freqüentemente nos alemães.
Nós vamos precisar um pouquinho ainda da escrita digital. Se você irradia 3E2F.1DD6, você atrai almas que estão próximas de 3E2F.1DD6, ou até idênticas. Almas em sua vizinhança, com as quais você se relaciona amistosamente, se diferenciam entre si somente em poucos aspectos. 3E3F.1DD6 se diferencia de fato em muito no valor numérico, mas somente em uma posição na cifra. 3E2F.1DDA se diferencia de forma ainda muito mais forte. Não se trata de valor numérico, mas sim em variação das posições. 2F3F.1DD6 seria, por exemplo, um “turco de seu gosto”, que você acha muito simpático, enquanto 3E2F.7246 é um alemão que você nem quer ter contato.
Um clã familiar compartilha determinadas características simplesmente porque ele possui uma determinada irradiação da alma, onde somente determinadas almas nascem lá. Clãs vizinhos com semelhantes valores da alma selam amizade, clãs com diferentes valores da alma se combatem. A semelhança conduz à formação de linhagens, finalmente forma-se daí um povo, com idioma e cultura comuns. Os membros deste povo são parentes em alma independente de qualquer educação ou genética.
Este parentesco das almas permite uma assimilação. Não confunda por favor assimilação com reeducação. Educação significa beber no copo, embora da garrafa o gosto seja melhor e o copo não precise se lavado na seqüência. Através da educação são adotadas convenções sociais que facilitam o trabalho conjunto. Educação leva as pessoas a aprender uma língua e cantar uma canção, ela leva uma pessoa a ajoelhar diante de uma imagem divina, a cumprimentar os chapéus ou se considerar culpado incessantemente por um crime construído muito antes de seu nascimento. Educação é comportamento adestrado. Assimilação, ao contrário, é verdadeira, é uma adoção dos valores.
Um código da alma não é estável, através de decisões pessoais qualquer um pode alterar suas colocações. Quando Jesus diz: “vai e não peques mais” – então isso corresponde exatamente a esta alteração de comportamento. O que você achou normal anteriormente lhe parece agora falso como “pecado”. Se você não cometer mais este pecado – nunca mais, você se modificou, se tornou outra pessoa. Sejam huguenotes ou os trabalhadores poloneses nas indústrias da região do Ruhr da época imperial, todos se tornaram bons alemães. Semelhantes povos com valores semelhantes podem se acostumar facilmente, assim como os antigos clãs se tornaram linhagens e povos.
A alma do povo não é nenhuma entidade, nenhum “grande espírito”, que é partilhado por todos, mas sim uma determinada quantidade de colocações perante o mundo, que é compartilhada por muitos membros deste povo. Esta alma do povo cria suas expressões, suas ferramentas. A capacidade de expressão da língua alemã é uma conseqüência da alma do povo, da sua concepção de mundo, de seus valores.
Consideremos as ilhas britânicas, nós percebemos que a grande comunidade, pré-condição para a alma do povo, nunca se manifestou. A população celta original foi colonizada pelos romanos, então vieram os anglos e os saxões, depois deles os normandos transformados em franceses. Galeses, escoceses e irlandeses foram forçados no Reino Unido que se espalhou logo por todo mundo e incorporou inúmeros povos. Desta Inglaterra multicultural, a nação sem alma, nasceu ainda outro país sem alma que nunca se tornou uma nação: os EUA.
Por isso os EUA e a Inglaterra consideram o Reich alemão como ameaça, menos por causa de sua força militar ou econômica, mas porque a Alemanha incorporava justamente aquilo que é estranho aos anglo-americanos e por isso era temido: uma nação com uma alma do povo impressionante e altamente desenvolvida.
Lembramos aqui o objetivo de guerra número 1 de Roosevelt: “Abolição da exclusividade racial” alemã (“Abolition of racial exclusivness”).
Daqui surgiu o conflito entre os alemães e judeus: os judeus conseguiram formar uma alma do povo através de severa segregação, formando uma sociedade paralela com regras para a crença, alimentação, convivência e vestuário. Este sacrifício foi justificado pelo “elitismo”, através da promessa de domínio sobre todo o mundo quando o “messias” aparecesse. A Alemanha não precisou disto, ninguém necessitava se auto-flagelar, a comunidade de almas se formou por si própria. Os “clãs” e as “linhagens”, os antigos principados duodecins se uniram sem problemas em um forte império, em um povo de poetas e pensadores.
Atualmente a participação judaica na cultura alemã é escrita com pompas, mas de forma hesitante; em nenhum outro país os judeus correram tanto perigo em ser assimilados pelo povo que lá habitava. Os judeus não apenas desistiram do judaísmo, eles desistiram até de ser judeu. A Alemanha se tornou muito grande, não em território, não no número de pessoas, não economicamente, mas em espírito, na força da alma.
E assim ela foi combatida justamente por isso. Na Bíblia sabemos quem é o povo escolhido e que deve dominar todos os outros – isso foi projetado sobre os alemães, acusaram-nos de termos planos de domínio mundial, rotulados como “raça superior”. Na Bíblia existem atrocidades, genocídios, limpezas étnicas, racismo e incitação a crimes contra a humanidade. Quem hoje publicasse o Velho Testamento colocando o nome de povos atuais, este seria processado certamente por incitação popular. Estes crimes auto-documentados são contabilizados todos eles na conta dos alemães, para lhes destruir a alma do povo, para retirar as raízes de um povo.
A reprodução espiritual funciona. Em todas as esferas nascem almas correspondentes. Almas 3E2F assim como almas B6A7, as quais se diferenciam ao máximo. As almas podem até se desenvolver no caldeirão multicultural, todavia elas se colidem aqui e lá. Não acontece qualquer aprimoramento, nenhum desenvolvimento superior. Não é a higiene racial que é decisiva, mas sim a pureza da alma.
O multicultural é um ataque à alma do povo alemão, a próxima fase da reeducação. Muitos povos praticaram a desmiscigenação, a limpeza étnica. Com a população, a alma deste outro povo é expulsa. Crianças recebem sua alma no campo de força do pai e da mãe. Casamentos entre diferentes etnias provocam um grande problema em suas crianças: pensem nos números hexa-decimais. Se as quatro primeiras cifras, que se referem à “parte da alma do povo”, são muito diferentes, então a “parte individual da alma” tem que coincidir ainda mais. As crianças recebem um número intermediário, são estranhos a ambos os povos, elas se distinguem também de outras da mesma faixa etária.
No papel parece ser bastante simpático se numa classe irão 25 alunos de 30 nações. São crianças que não desenvolvem entre si nenhuma base comum. Elas não sentem que pertençam a algum lugar, elas não se sentem em casa em lugar algum. A referência são os próprios pais, na melhor hipótese o próprio clã ou a grande família. Uma cultura mestra, que ofereça orientação, só pode preencher esta função se for dominante, ou seja, a cultura da maioria que força à adaptação.
Este ataque, esta tentativa em expulsar da Alemanha a alma do povo alemão, é levado a cabo neste momento com toda violência. Almas do povo já foram expulsas e finalmente sucumbiram. As cidades-estados dos gregos da antigüidade possuíam tal alma do povo, de onde nada mais resta. A Roma antiga, até o início do império, possuía uma alma do povo, a qual se perdeu através do império, através da troca da população entre as províncias.
E a Alemanha? Os saxônicos de Siebenbürgen, suábios de Banovina, alemães do Volga – eles mantiveram ao longo dos séculos a alma do povo alemão. A alma do povo alemão é muito mais robusta do que os inimigos da Alemanha podem imaginar. Se após 65 anos de reeducação os “neonazistas” são pintados como perigo, se os jovens descobrem o saudosismo, a alemanidade e a nacionalidade, embora isso não seja rotulado pela propaganda dos meios de comunicação como “chick” nem “in”, mas é combatido com todos os meios, isso mostra uma profunda necessidade interior.
Nós vivemos num mundo onde o inglês pertence à educação, e certamente não o alemanglês. Nós vivemos num mundo onde o vento ainda sopra da América, onde vale o que vem dos EUA, seja coca-cola ou hambúrguer. Até os nacionalistas usam jeans, calças norte-americanas, quando demonstram pela Alemanha. E daí? O que é útil e se firmou, pode continuar a ser utilizado. Nós não somos chauvinistas, que rasgam tudo que vem do estrangeiro. Spaghetti Bolognaise não estraga a alma do povo, nem mesmo um Döner. Comer no “chinês”, por que não? Isso nada tem a ver com a alma do povo alemão. Nós moramos em casas de pedra como os romanos, nós dirigimos sobre estradas pavimentadas como os romanos e transpomos rios sobre pontes, como os romanos. Nós adotamos aquilo que é útil, sem nos tornar romanos. Nós devemos da mesma forma adotar aquilo que seja útil dos norte-americanos.
Roma sucumbiu, os EUA também irão sucumbir, a alma do povo alemão permanecerá. Todo povo tem vez ou outra um governo ruim, e povos submissos recebem governos contra o povo. O atual governo comporta-se como um administrador de falências, o qual procura colocar em mãos estranhas tudo aquilo que ainda tenha valor. Este governo se preocupa somente com o aspecto material, pois há muito tempo ele não está mais ligado ao povo. Os governos das quatro zonas são corpos estranhos, objetos de um mundo paralelo, que se afirma democrático, mas que pratica tutela. Este governo não tem futuro.
Terá futuro a alma do povo que recupera tudo de volta, pedaço por pedaço, tudo que foi manchado pela reeducação nos últimos anos e décadas. Patriotas constroem, constroem seu próprio Estado, o próprio povo, a própria alma. Chauvinistas são pessoas inseguras, que temerosamente sempre devem olhar ao seu redor, se algum outro constrói ainda mais alto, mais imponente. Patriotas não necessitam disso, eles sabem que constroem o melhor, onde são capazes de fazê-lo. E caso algum outro seja melhor, então este mereceu caso tenha conseguido a partir de seus próprios esforços.
A Alemanha se reerguerá, da mesma forma como sempre se reergueu no passado. A alma de um povo é muito poderosa para ser apagada, isso ela já mostrou nos séculos passados. Mantenhamos firmes naquilo que vale a pena, escutemos nosso interior, deixemo-nos guiar por ele. 

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