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sábado, 26 de setembro de 2015

“Ou o Brasil acaba com a impunidade ou ...”


O maior inimigo da IMPUNIDADE é a consciência. Se a consciência é menosprezada, a IMPUNIDADE é privilegiada; se a consciência é correta, a IMPUNIDADE é expurgada.
A IMPUNIDADE no País acoberta pequenos, médios, grandes e os monumentais patifes.
O pequeno fura uma fila, passa na frente dos outros, e seu ego infla de orgulho.
O médio ou o grande obtém uma aposentadoria por falsos atestados médicos, e pode ser incluso nos benefícios da indenização financeira por ter lutado pela glória do comunismo como SUBVERSIVO, e assim por diante.
Os monumentais, magna invenção do PT, que faturam milhões e trilhões apenas entregando obras e negociatas para as empreiteiras cooptadas a troco de colossais benefícios financeiros.
As empresas aceitam, pois, os recursos pagos aos monumentais agiotas serão incluídos nas costas do Tesouro Nacional, que pagará pelo conjunto da obra ou da negociata, com o povo assumindo a gigantesca falcatrua.
As cifras envolvidas causam espanto, pelo volume de dinheiro que alguns delatores se comprometem a devolver para diminuir a sua eventual punição pelo roubo.
Com as detalhadas denúncias, emergiram as maracutaias do petrólão, e de outras áreas, em sua maioria com o mesmo golpe envolvendo grandes empreiteiras, e até a do BNDES, que em prejuízo da infraestrutura nacional emprestava dinheiro a baixo custo para a construção de faraônicas obras em países “amigos”.
Hoje, de acordo com os economistas, o País levará dez anos para se recuperar. Pode ser, contudo, em que contexto este milagre ocorrerá?

Pipocam nas denúncias os nomes do Renan, do Cunha, do Dirceu, do Palocci, do Collor e de muitos outros, criando nos membros da nossa alta “cópula”, uma série de divergências que envolveram a inútil e o metamorfose Pixuleco, numa série de atritos que sinalizavam para os otimistas que a casa iria explodir.
Porém, os meses foram passando e a IMPUNIDADE florescendo, membros da nossa alta “cópula” do judiciário adotando soluções benéficas para qualquer dos lados.
Depois, começaram os diálogos, “tudo para o bem do Brasil”, e caminhamos para que as partes sofram pequenas mossas, nada de monta, e assistiremos como se constrói com engenho e arte a estratégia da IMPUNIDADE.
“Você me livra que eu te …”
No Brasil, não nos faltam os elevados tribunais de justiça, o STF, o STJ, o TCU, o TCE e outros, o que permite aos adoradores da IMPUNIDADE, se acobertarem em diversas instancias.
Muitos aguardam com esperança que a inútil se vá, pelas pedaladas, pelo impeachment, ou por sua renúncia.
   Contudo, a cada dia, uma novidade, sempre alvissareira para os canalhas, como o desmembramento da Lava - Jato pelo STF, além de outros subterfúgios e providências legais que veremos em breve.
    E assim, nada mudará, a não ser que sejamos a consciência dos canalhas e anulemos a sua imbatível IMPUNIDADE.
          “Ou o Brasil acaba com a IMPUNIDADE ou ...” 
 
Brasília, DF 26 de setembro de 2015
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira