quinta-feira, 14 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Cavaleiro do Templo: A SINUOSA “VENEZUELIZAÇÃO” DO BRASIL
Cavaleiro do Templo: A SINUOSA “VENEZUELIZAÇÃO” DO BRASIL: O COYOTE Esta entrada foi publicada em 11/06/2012, in OPINIÃO . POR EWERTON ALÍPIO A Rede Globo catapultou a carreira de uma ex-model...
domingo, 10 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Não é crime negar a existência do holocausto
Cada vez mais podemos observar como toda classe acadêmica, principalmente juristas, se indignam contra a idéia prepotente de certos grupos de interesse que visam ceifar a liberdade de discussão em torno do suposto genocídio que teria sido perpetrado contra a população de judeus europeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Ainda existem pensamentos razoáveis
A 2 de março de 2009, apareceu na revista Consultor Jurídico, o artigo intitulado “Não é crime negar a existência do holocausto”, de autoria do advogado Fábio Tofic Simantob. No artigo, o profissional de Direito abordou o episódio em torno das declarações do bispo Richard Williamson, que contrariavam de forma contundente a versão “oficial” sobre o holocausto.
O artigo original pode ser lido aqui e destacamos a feliz colocação do advogado, ao apontar com precisão que
“Em pleno século XXI não podemos admitir o crime de opinião, por mais vil e torpe que possa ser a ideia manifestada.”
Sendo um relato baseado apenas nos depoimentos altamente suspeitos dos detentos, e também dos funcionários dos campos de concentração, onde muitos destes alemães sofreram todo tipo de tortura física e psicológica para endossar a versão dos vencedores da guerra, a lenda estapafúrdia das câmaras de gás homicidas não consegue sobreviver à mínima análise racional e criminalística.
Portanto, estamos totalmente de acordo com o jurista:
“Não há melhor antídoto contra as ideias estapafúrdias do que o debate, amplo, aberto e democrático. As verdades históricas, assim como os fatos da natureza, estão aí para serem contestados, basta que se apresentem argumentos convincentes, capazes de infirmar as verdades pré-existentes.”
A íntegra do artigo foi publicada originalmente em nosso portal a 04/03/2009, porém, no início de junho de 2012, o advogado nos solicitou gentilmente para que sua publicação fosse excluída do portal inacreditável.com.br.
Íntegra do artigo publicada em nosso site até o início de junho de 2012
Como não nos foi fornecido qualquer motivo para tal solicitação, acreditamos que isso deve ter acontecido por pressão do politicamente correto (o leitor pode imaginar aqui aqueles atos derivados da ordem hipócrita dos dias atuais), pois o título do artigo no site do Conjur foi modificado para “Contra ideias estapafúrdias melhor antídoto é o debate”.
Gostaríamos apenas de alertar o nobre advogado para um rastro do “crime” ainda presente em seu site: na seção de “publicações”, podemos ler o antigo título do artigo discutido aqui – NR
Título original do artigo ainda transpira na rede…
Será que o pucano Dr. Tofic tem ciência de que seu corajoso e louvável artigo também foi citado nas referências da franciscana monografia Malleus Holoficarum? Desejaria ele igualmente se desvencilhar desta menção contida em um trabalho acadêmico “politicamente incorreto”, mas aclamado na mais tradicional faculdade do país? – NR
Fonte: http://inacreditavel.com.br/wp/nao-e-crime-negar-a-existencia-do-holocausto/
Fonte: http://inacreditavel.com.br/wp/nao-e-crime-negar-a-existencia-do-holocausto/
quinta-feira, 7 de junho de 2012
A economia das falácias
ESCRITO POR UBIRATAN IORIO
O governo brasileiro vem promovendo uma verdadeira marcha à ré em termos de intromissão nas liberdades individuais e econômica. A "coisa" chega a impressionar pela intensidade, pela atrocidade e — naturalmente — pela necedade (um eufemismo para burrice). Semanalmente, para não dizermos diariamente, somos surpreendidos por medidas governamentais que nos fazem pensar que voltamos à metade do século passado, àquele período em que ainda se acreditava que as teorias ditas "desenvolvimentistas" da Cepal poderiam produzir resultados bons. Haja paciência!
Neste artigo, vamos apenas mencionar algumas falácias que serviram de base para muitas dessas medidas, ressaltando a tristeza com que escrevemos isso, já que coisas assim deveriam fazer parte apenas de livros de história, para servirem como exemplo daquilo que não deve ser feito.
A primeira é a ideia de que A é pobre porque B é rico, A e B podendo ser pessoas, regiões, países, etnias, gêneros, etc. Tal bobagem, derivada da teoria da exploração de Marx, simplesmente desconhece (ou finge desconhecer) que a história é dinâmica. Conduz, por exemplo, à política externa do PT, que parece guiada por um pretenso teorema, segundo o qual o somatório das pobrezas seria igual à riqueza...
A segunda deriva da primeira. É a crença de que a tributação deve ser "progressiva", algo como um "corolário ou lema de Robin Hood"... Ora, todo e qualquer tributo nada mais é do que uma extorsão praticada por um agressor, no caso, o estado, contra cidadãos e empresas. Se você é rico, a agressão deverá ser maior do que se você for pobre, segundo os gênios que defendem essa teoria (e não são poucos). Se assim é, para quetrabalhar ou empreender para ser rico, então? Mas essa pergunta não passa pela cabeça dos que acreditam nesse conto da floresta de Sherwood...
Estas duas primeiras falácias ilustram perfeitamente como é grande a ignorância a respeito das causas da riqueza, que são as recíprocas das causas da pobreza, bem como a absoluta falta de compreensão de que a economia não é um jogo de soma zero.
Uma terceira falácia é a ideia de que a legislação trabalhista e seus penduricalhos, como o salário mínimo, os encargos e os sindicatos protegem os trabalhadores, o que, em um governo que tem nos sindicalistas uma de suas bases de apoio, tem sido levado às últimas consequências. Na verdade, como escreveram Mises, Rothbard, Hayek e praticamente todos os austríacos, essa legislação apenas prejudica os trabalhadores, além de provocar desemprego.
A quarta é que políticas industriais seriam boas para o crescimento da economia. Ora, essas políticas nada mais representam do que escolhas, por parte dos que detêm o poder, de quais setores serão beneficiados e, consequentemente, de quais serão prejudicados. Além disso, partem do pressuposto teórico de que os burocratas são mais bem informados do que o processo de mercado, para ditarem quais setores são merecedores da ajuda do governo e quais devem ser punidos. Claramente, é um convite a lobistas, um desvio da função empresarial e um convite à corrupção.
A quinta é que o protecionismo é bom para enfrentar a concorrência estrangeira. Sem dúvida, esta é uma proposição que mostra que o mercantilismo está mais vivo do que nunca. Querem que você, consumidor, compre, digamos, um carro ou um computador produzido no Brasil, de qualidade duvidosa e preço exorbitante, quando poderia comprar um modelo importado, melhor e mais barato. Ou que voe em duas empresas que oferecem serviços precários e cobram caro, quando poderia voar em outras empresas estrangeiras, com serviços melhores e mais baratos. Sua opção restringe-se a: aceita uma balinha ou uma barra de cereais, senhor?
A sexta é que exportar é "bom" e importar é "ruim", tolice que equivale a afirmar que "vender é melhor do que comprar". Haja paciência para suportar tanta ignorância. Em artigo recente, Leandro Roque mostrou a situação ridícula criada pela Receita Federal, que resolveu intensificar a fiscalização nos aeroportos internacionais brasileiros, para evitar que tragamos produtos de "alta periculosidade para a segurança nacional", como computadores, camisas, vinhos e outros produtos de qualidade superior e que podem ser comprados a preços baixos no exterior. A falácia de que comprar é ruim e vender é bom é, pura e simplesmente, mais um exemplo de mercantilismo regado a teorias "macroeconômicas" de sabor keynesiano. Ou seja, duas bobagens em uma!Mamma mia, será que esses caras não conseguem perceber que países não compram e nem vendem nada? Que quem faz isso são pessoas físicas e empresas? E que, em transações livres, quem compra sai satisfeito, assim como quem vende? Ah, o déficit externo, dirão alguns... Caramba, que se dane o déficit (ou o superávit) externo das "contas nacionais", até porque, se a taxa de câmbio for flutuante, a tendência é que eles sejam eliminados!
Uma sétima falácia vem sendo usada para sustentar diversos pacotes do governo desde o segundo mandato de Lula: a de que as políticas de estímulos ao consumo seriam ótimas para o crescimento da economia e, de tabela, para esconjurar a maldita "crise internacional". Ora, assim como Esaú, que trocou os privilégios de sua primogenitura por um mero prato de lentilhas, essas políticas conseguem no máximo proporcionar um boomartificial, logo seguido por recessão ou por uma mistura de recessão com inflação, conforme a Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos (TACE) não se cansa de ensinar.
Uma derivada dessa falácia é a crença de que o governo é que deve determinar qual deve ser a taxa de juros. E que, se a presidente do país obrigar os bancos oficiais a reduzirem os juros (leia-se, a trabalharem no vermelho), os bancos privados também reduzirão suas taxas de juros. Aquela senhora de Brasília parece desconhecer, primeiro, as verdadeiras causas das altas taxas de juros no Brasil (déficit público, inadimplência, elevada taxa de recolhimento compulsório e altos impostos); segundo, que as taxas reais de juros não obedecem a comandos ou ordens de alguma "sargentona", mas sim a forças de demanda e oferta de fundos; e terceiro, que se pode perfeitamente levar um cavalo até a beira de um rio, mas não se pode obrigá-lo a beber água... Por fim, mostra também absoluto desconhecimento da TACE — o que não é de se estranhar. Juros artificialmente baixos hoje significam necessariamente juros altos amanhã, cara senhora!
Finalmente, a falácia mãe, a de que o estado deve ser o "indutor" do crescimento. Com certeza, os mercados são "burros" e os burocratas iluminados... para quem acredita nisso! Além disso, o conhecimento dos burocratas das circunstâncias de tempo e lugar é infinitamente superior aos dos agentes individuais... Ah, quanta pretensão! Não precisamos mais do que um argumento para rebater prontamente essa falácia: quando alguém lhe disser isso, reaja perguntando a seu interlocutor se ele conhece algum exemplo de economia que conseguiu se desenvolver sob a tutela do estado. Fale da antiga URSS, de Cuba, do caos que está vivendo a Venezuela, da ilusão que foi a Suécia. Enfim, há dezenas de exemplos para refutar essa bobagem estatista.
Dói saber que a economia do Brasil vem progressivamente, sob a batuta do PT, submergindo nessas falácias e nas políticas que elas geram. Vamos precisar, depois, de décadas para consertar tantas asneiras...
Estamos em plena era da economia das falácias. Sinceramente, eu não aguento mais!
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Cavaleiro do Templo: Seria Colombo um judeu secreto? Historiadores afir...
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segunda-feira, 4 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
LEGIO VICTRIX: A Escola e a Política
LEGIO VICTRIX: A Escola e a Política: Por Alain de Benoist Penso que aquela corrente a que geralmente chamamos Esquerda ou Extrema-Esquerda, t...
INDECENCIA E IMORALIDADE POLITICA
A mediocridade politica ronda e avança numa velocidade astronomica nos ultimos tempos. Começou com Tiririca e Romario na Camara, aliança Collor e Sarney no Senado e obvio uma presidanta no poder.
Mas as indecencias politicas não ficam por aí....Ontem por exemplo, assistimos uma troca de favores entre Lulla e seu filhote propagandeando competencia e fazendo campanha antes do prazo legal de campanha, mas o eterno presidente, com pinta de chefão da mafia e caras e bocas que tenta intimidar e mostrar o que não é e nunca foi, se mantem cada dia mais.
E tais indecencias não ficam apenas nas bandalheiras dos pessimos politicos que querem se eternizar ou o avanço da praga corruptiva nacional....em pequenos municipios(Nova Petropolis/RS) assistimos a mesma decadencia e indecencia.....ano eleitoral é farpas e acusações que nada trazem a acrescentar, politicos sem ideologia e sem compromisso nenhum, apenas falaciando para adquirir o voto e depois fazer o minimo, quando faz, para cumprir um mandato e ter suas vantagens do cargo.
Comunistas de diversas alas brigam entre si para ter o poder e mamar nas tetas do contribuinte, que ingenuamente ou pela sua ignorancia e ingenuidade politica é enganado e paga caro para essa guerra de egos marxistas se perpetuem de maneiras diferentes mas sempre com o mesmo objetivo....Exemplo: Ricardo Lawrenz(PTB, partido de ordem marxista moderada) sendo criticado por Roberto Kehl(ex prefeito, PMDB, partido marxista de linha revolucionaria, aliada do PT e com braço guerrilheiro até hj, o MR 8) que espetaculo patético.
Mas as indecencias politicas não ficam por aí....Ontem por exemplo, assistimos uma troca de favores entre Lulla e seu filhote propagandeando competencia e fazendo campanha antes do prazo legal de campanha, mas o eterno presidente, com pinta de chefão da mafia e caras e bocas que tenta intimidar e mostrar o que não é e nunca foi, se mantem cada dia mais.
E tais indecencias não ficam apenas nas bandalheiras dos pessimos politicos que querem se eternizar ou o avanço da praga corruptiva nacional....em pequenos municipios(Nova Petropolis/RS) assistimos a mesma decadencia e indecencia.....ano eleitoral é farpas e acusações que nada trazem a acrescentar, politicos sem ideologia e sem compromisso nenhum, apenas falaciando para adquirir o voto e depois fazer o minimo, quando faz, para cumprir um mandato e ter suas vantagens do cargo.
Comunistas de diversas alas brigam entre si para ter o poder e mamar nas tetas do contribuinte, que ingenuamente ou pela sua ignorancia e ingenuidade politica é enganado e paga caro para essa guerra de egos marxistas se perpetuem de maneiras diferentes mas sempre com o mesmo objetivo....Exemplo: Ricardo Lawrenz(PTB, partido de ordem marxista moderada) sendo criticado por Roberto Kehl(ex prefeito, PMDB, partido marxista de linha revolucionaria, aliada do PT e com braço guerrilheiro até hj, o MR 8) que espetaculo patético.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
VERDADE LATINO AMERICANA
Eu gostaria de saber quando é que vocês deixarão de raciocinar em termos estritamentes econômicos, para vislumbrar que a esquerda sabe mais do que vocês que economia comunista/socialista não existe. Existe sim umasimbiose entre economia e estado que serve aos seus interesses, sendo o Brasil, não só, um belíssimo exemplo. Ou seja, é possível manter uma eficiência que baste para custear o estado assistencialista. Quando esse quebrar, a esquerda aparecerá dizendo que foi culpa do capitalismo, aumentando mais ainda o seu domínio sobre o sistema econômico, visto que vocês liberais irão exigir mais regulamentação (!). O verdadeiro objetivo é dominar a sociedade através de leis e regulamentos, os mais absurdos, vide movimento gay, liberaçõa das drogas, sob o rótulo de democracia. Vocês têm que sair da esfera econômica e passar a brigar na cultural, pois só assim se vislumbrará uma “luz no fim do túnel”. O modelo, como você diz, bolivariano da Alemanha Oriental, não funcionou, mas quem não sabe ou não sabia?, mas a esquerda detém hoje a hegemonia na América Latina……
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