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    terça-feira, 26 de junho de 2018

    Deathride – Cavalgada da morte: a Alemanha atacou diante da iminente agressão soviética

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    Cavalgada da morte: a Alemanha atacou diante da
    iminente agressão soviética
    A visão dominante atual, Adolf Hitler foi um estrategista miserável e somente devido ao generalato alemão teria conseguido manter por tanto tempo a guerra na frente oriental, não procede. Os arquivos revelam antes de tudo que ao contrário do generalato alemão, Adolf Hitler tinha compreendido a essência da guerra moderna, ou seja, o significado de tomar do inimigo as fontes de matéria-prima necessárias para a condução da guerra.
    Cavalgada da morte
    O historiador e autor norte-americano John Mosier publicou uma nova obra de 470 páginas sobre as duas personalidades centrais da última guerra mundial, Adolf Hitler e Josef Stalin. O título do livro: Deathride, ou seja, Cavalgada da morte. O livro foi lançado pela editora Simon & Schuster em Nova York e existe por enquanto somente no idioma inglês. Ele se fundamenta sobre uma pesquisa intensa, principalmente dos arquivos alemães e russos sobre a Segunda Guerra Mundial.
    Joseph Bishop escreveu uma resenha sobre este livro, publicada na página da internet InconvenientHistory.com (História Inconveniente). Ela pode ser acessada aqui. Em suma, Bishop resume a obra de Mosier na seguinte forma:
    1. A visão dominante atual, o ataque da Wehrmacht alemã contra o Exército Vermelho foi um assalto surpresa, não procede. A investida foi mais um golpe preventivo, diante do iminente ataque do Exército Vermelho.
    2. A visão dominante atual, Adolf Hitler foi um estrategista miserável e somente devido ao generalato alemão teria conseguido manter por tanto tempo a guerra na frente oriental, não procede. Os arquivos revelam antes de tudo que ao contrário do generalato alemão, Adolf Hitler tinha compreendido a essência da guerra moderna, ou seja, o significado de tomar do inimigo as fontes de matéria-prima necessárias para a condução da guerra. A incapacidade do generalato alemão em compreender esta premissa e sua permanência nos velhos dogmas, principalmente querer tomar cidades, contribuiu notoriamente para o enfraquecimento dos esforços de ataque da Wehrmacht alemã.
    3. A visão dominante atual, a genial condução de guerra de Josef Stalin e seus generais contribuíram decisivamente para a vitória do Exército Vermelho sobre a Wehrmacht alemã, não procede. Os arquivos comprovam, ao contrário, o desperdício de material e homens foi inúmeras vezes superior do que o produzido pelo lado alemão para a condução da guerra.
    4. A visão dominante atual, a União Soviética teria vencido quase sozinha o Reich alemão e isto por mérito próprio, não procede. Os arquivos e as análises de guerra comprovam que o Reich alemão estava muito perto da vitória contra a União Soviética, porém, o fornecimento maciço de armamentos provenientes dos EUA e da Grã-Bretanha teriam mantido vivos os soviéticos. Além disso, e deve ser avaliado um fator ainda mais decisivo da guerra, Hitler teve que transferir valorosas unidades de combate para outras frentes (França, Bálcãs, Norte da África etc) e com isso diminuiu sobremaneira o poder bélico na frente oriental. A luta em várias frentes contribuiu decisivamente para a derrota do Reich alemão. A vitória da União Soviética não se apóia primariamente em suas próprias forças, mas sim no enfraquecimento forçado da Wehrmacht alemã.
    A obra pode ser adquirida nas livrarias que comercializam livros importados. Dados do livro: “Deathride: Hitler vs. Stalin: the Eastern Front, 1941-1945, by John Mosier, Simon&Schuster, New York, 470 pages, 2010”.
    As novas gerações de historiadores são obrigadas a se render à verdade dos fatos. Fatos estes já revelados há muito tempo pelos revisionistas. Esta nova geração de pesquisadores está cada vez mais livre da influência nefasta da propaganda de guerra, a qual norteou por décadas a fio os estudos acadêmicos das universidades infestadas pelo veneno marxista. É apenas uma questão de tempo para que a luz da verdade também incida sobre o suposto holocausto judeu. A verdade não pode ser determinada através do código penal. A Nova Ordem Mundial Sionista pode prender os revisionistas, mas não a Verdade: esta triunfará. Sempre – NR.
    Sobre os acontecimentos imediatamente anteriores ao início da Segunda Guerra Mundial, vale a pena assistir a palestra do general alemão Gerd Schultze-Rhonhof:
    https://youtu.be/ZrdeGpU0qPs
    https://youtu.be/pisVc3JhNPI
    https://youtu.be/ftKU5HirYnM
    https://youtu.be/830yQvhlqYU
    https://youtu.be/KmQKpjH6UQE
    https://youtu.be/LuWP0LI3fd0
    Artigo publicado pela primeira vez em nosso Portal a 30/01/2012.

    Periódico português entrevista Antonio Caleari

    Um jovem investigador brasileiro escreveu uma tese acadêmica sobre o polêmico tema do revisionismo histórico e as leis que, em diversos países, o condenam. O livro, intitulado “Malleus Holoficarum”, foi publicado em Portugal pela Chiado Editora. O DIABO entrevistou-o.

    “Há todo um processo instituído de caça aos revisionistas. Em Portugal também há controvérsias jurídicas acerca do ‘negacionismo’”

    Quem é Antonio Caleari?

    Sou recém-formado Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (também conhecida como “Largo de São Francisco”, e que é a mais tradicional do país). Sou ex-militar formado pela Escola Preparatória de Cadetes do Exército. Trabalho como funcionário público na Câmara Municipal de São Paulo. Sou militante revisionista já há alguns anos, colaborando no maior portal em língua portuguesa sobre o tema, o www.inacreditavel.com.br (que é também um veículo de mídia alternativa que aborda outros temas, como o 11/9, a farsa da crise climática, questões econômicas e médicas, entre outros). Tenho ascendência italiana e portuguesa, e nutro um sentimento muito genuíno de conexão com a cultura europeia.


    Sabendo das limitações progressivas à discussão revisionista, o que animou esta aposta?

    Animou-me especialmente o fato de que a abordagem do Revisionismo, no seu plano essencialmente jurídico, era uma lacuna a ser preenchida. Além do mais, o tema permanece de uma relevância extrema, tendo em vista que no Brasil há um Projeto de Lei que pretende replicar no nosso território as leis europeias de censura a este movimento. As “limitações” à discussão aberta do tema só reforçam o quanto ele deve ser cada vez mais
    evidenciado.

    “Malleus Holoficarum” é aparentemente uma estranha designação. O que a motivou?

    A ideia original não é minha, e sim do veículo revisionista “National Journal”. Trata-se de uma analogia com o “Malleus Maleficarum”, livro emblemático da época inquisitorial que funcionava como verdadeiro “manual de caça às bruxas”, da mesma forma como, hoje em dia, há todo um processo instituído de “caça aos revisionistas”. Quis fazer uma comparação (heterodoxa) com esse período obscuro, no qual constituía igualmente uma “heresia” questionar “fatos notórios”. Com isso, espero denunciar a hipocrisia das ditas “democracias ocidentais”, que anuem com as caricaturas de Maomé, mas condenam as pesquisas acadêmicas revisionistas.

    Como surgiu a ideia, pouco comum, de uma publicação conjunta em Portugal e no Brasil?

    A ideia de lançamento em ambos os países tem várias justificações, mas a principal delas reside no fato de que a polêmica sobre o tema tem sua origem na Europa, então nada mais natural que eu quisesse ver a minha obra publicada no “centro” das controvérsias. Além disso, tenho uma conexão familiar e pessoal com a cultura portuguesa, sendo para mim motivo de grande orgulho publicar um livro na terra de origem dos meus antepassados. Quanto mais puder divulgar o meu trabalho, melhor! E já estrear com uma publicação em dois países é algo muito gratificante.

    Há reações a esta obra?

    A primeira reação veio do professor de História da USP, Sean Purdy, através do artigo “Negacionismo do Holocausto na USP”, colocado no portal “Carta Maior”, que me negou o direito de resposta, demonstrando assim a sua falta de ética jornalística. Esta investida foi amplificada por toda a comunicação social de esquerda que sempre recusou o contraditório e na própria academia (Faculdade de Filosofia e Letras) levou a uma moção condenatória da minha obra, numa movimentação tal que o meu próprio orientador de tese se viu na necessidade de publicar um verdadeiro ato de contrição… Gostaria ainda de referir que na véspera da publicação do meu grau, dois alunos judeus da Faculdade de Direito, onde eu estava prestes a me formar, tentaram recolher um abaixo-assinado para convencer o Diretor da Faculdade a impedir que eu me formasse, tão somente por divulgar um trabalho contrário ao “establishment“. Tal mobilização causou uma inesperada reação contrária entre os alunos, os quais maciçamente se opuseram a tal absurda medida que violava o direito de me tornar Bacharel. O Diretor da Faculdade, então, despachou negando o pedido dos alunos judeus e seus comparsas, por absoluta falta de fundamento legal ao pedido e pela impossibilidade de “barrar” a publicação de grau, uma vez que a tese já havia sido regularmente aprovada (com grau máximo) pelo próprio corpo docente da Faculdade e inclusive indicada para um prêmio.

    Uma palavra final aos investigadores portugueses.

    Espero sinceramente poder contribuir para a discussão científica sobre este tema tão apaixonante: a Revisão Histórica da Segunda Guerra Mundial e suas consequências (especialmente o suposto “Holocausto Judeu”). Devemos todos nos questionar quando uma dita “verdade oficial” é protegida pela Lei Penal, de uma forma tão violenta e dogmática. Foi este ânimo questionador que me motivou a tomar parte ativa nesta discussão. Tenho certeza que a comunidade acadêmica portuguesa também poderá apreciar o meu trabalho e contextualizá-lo à sua própria realidade, tendo em vista que em vosso país também há controvérsias jurídicas acerca do “negacionismo”. Espero poder estreitar, cada vez mais, meus laços com os investigadores revisionistas em Portugal.


    Só esquerdista estupido acredita nessa balela de universalismo!

    Tom Kent era o principal burocrata e estrategista político do Canadá quando o Medical Care Act [decreto que estatizou e “universalizou” o acesso ao sistema de saúde canadense] foi aprovado em 1966. Ele descreveu abertamente o objetivo do governo:
    O objetivo daquela política pública era clara e simplesmente garantir que as pessoas pudessem receber tratamentos médicos sempre que necessitassem, sem levar em conta quaisquer outras considerações ou empecilhos.
    Já o Ministro da Saúde e do Bem-Estar Social, Allan J. MacEachen, foi ainda mais direto:
    O governo do Canadá acredita que todos os canadenses têm o direito de obter serviços de saúde de alta qualidade de acordo com sua necessidade e independentemente de sua capacidade de pagar. Acreditamos que a única maneira prática e efetiva de se fazer isso é por meio de um esquema de atendimento universal, pré-pago, e bancado pelo governo.
    À época, o governo federal se responsabilizava por bancar 50% dos gastos em saúde das províncias do país.
    Já o Canada Health Act (Decreto de Saúde do Canadá), aprovado em 1984, estabeleceu cinco programas decisivos: administração pública, abrangência, universalidade, portabilidade e acessibilidade. Este ato, em efetivo, proibiu os pacientes de serem diretamente cobrados pelos serviços médicos fornecidos, o que levou, na prática, à socialização da medicina no país.
    Ou seja, atualmente, no Canadá, o financiamento para a saúde advém dos impostos. Os hospitais são entidades privadas — ou seja, não são instituições públicas —, porém seus profissionais são pagos pelo governo e suas receitas também advêm do governo. Na prática, portanto, funcionam como estatais.
    No Canadá, menos de 30% dos serviços de saúde são financiados particularmente. E quais são esses serviços? Odontologia, cirurgias cosméticas, medicações e serviços de optometria.
    Após meio século do surgimento desta política, o governo ainda não honrou seu compromisso. Apesar do contínuo aumento dos gastos estatais com saúde, o desempenho dos serviços médicos no país cai a cada ano. O que é pior: o governo tornou ilegal — ou seja, é crime — aos cidadãos pagar a agentes privados para receber serviços de saúde que o governo fracassou em fornecer.
    Esperando por um atendimento – até morrer
    De acordo com uma pesquisa do canadense Instituto Fraser, o tempo médio de espera para pacientes canadenses que necessitam de tratamentos médicos — desde a consulta a um clínico geral, o qual indica um especialista, até a data efetiva do tratamento — foi de 21,2 semanas em 2017.
    Ou seja, quase cinco meses de espera.
    Esse tempo de espera observado em 2017 foi 128% maior que o observado em 1993, quando era de “apenas” 9,3 semanas.
    Se um canadense sofrer queimaduras de terceiro grau em um acidente automobilístico e precisar de uma cirurgia plástica reconstrutora, o tempo médio de espera pelo tratamento será de 20 semanas. O tempo de espera para uma cirurgia ortopédica no Canadá também é de quase cinco meses. Para uma neurocirurgia é necessário esperar três meses completos. E leva-se mais de um mês para uma cirurgia cardiovascular.
    Pense nisso: se o seu médico descobrir que suas artérias estão entupidas, você terá de esperar na fila por mais de um mês, com a possibilidade iminente de uma morte por ataque cardíaco. Não é à toa que tantos canadenses vão para os EUA em busca de tratamento médico.
    Quem é da área médica sabe muito bem que o tempo de espera para tratamentos médicos necessários não é apenas uma inconveniência benigna. Tempos de espera podem ter, e têm, severas consequências, dentre elas aumento das dores excruciantes, do sofrimento e da angústia mental. Em alguns casos, podem também gerar resultados médicos piores do que seriam caso o tratamento fosse realizado a tempo — transformando lesões ou doenças potencialmente reversíveis em situações médicas crônicas e irreversíveis, podendo até mesmo causar invalidez permanente.
    Ou até mesmo a morte.
    Um estudo de 2014 do Fraser Institute declarou:
    Ministros da Suprema Corte do Canadá afirmaram que os pacientes do país estão morrendo em decorrência das listas de espera utilizados para os serviços de saúde universalmente acessíveis.
    É estimado que entre 25.456 e 63.090 (com um valor médio de 44.273) mulheres canadenses morreram em decorrência do aumento do tempo médio de espera entre 1993 e 2009.
    Pegando-se o dado mais conservador, pode-se dizer com certeza que aproximadamente 1.500 mulheres morreram anualmente, entre 1993 e 2009, como resultado do aumento do tempo de espera no Canadá.
    O jornal The Toronto Star publicou uma carta endereçada ao Cancer Care Ontario (CCO – Tratamento do Câncer de Ontário), uma agência estatal responsável pelo financiamento. A carta foi assinada por cinco cirurgiões especialistas em transplante, claramente frustrados com a escassez de financiamento estatal (o sublinhado é meu):
    Eis o efeito líquido das crescentes listas de espera: pacientes tendo recidivas e morrendo enquanto esperam por um transplante; pacientes fazendo sessões extras de terapia para tentar sobreviver até que se consiga marcar uma data para o transplante; fadiga, exaustão e depressão das equipes médicas, neste que é um problema nacional. […]
    Estimativas anteriores do CCO quanto às instalações e às equipes médicas necessárias para transplantes não levaram em consideração todos os fatores operacionais, o que resultou em instalações deficientes, com baixa capacidade e aquém da demanda, o que aparentemente surpreendeu a todos do governo, exceto a nós médicos, que já havíamos antecipado esse problema, pois o vivenciamos nos centros de transplante há vários anos. […]
    Os programas de transplante requerem recursos que permitam um aumento da capacidade instalada em pelo menos 35%, sendo o ideal talvez 50%, apenas para reduzir as listas de espera e assim haver tempos de espera mais saudavelmente apropriados para uma pessoa que necessita de um transplante.
    Nada de novo
    A realidade é que a situação canadense não só é antiga, como também é muito bem documentada. Infelizmente, de uns tempos para cá, com a intensificação do debate sobre o ObamaCare nos EUA, a mídia adotou uma ideologia pró-medicina socializada, o que dificultou a divulgação de informações sobre a falência da medicina estatal canadense.
    No entanto, se regredirmos alguns anos, as informações se tornam bem mais abundantes. Um artigo no The New York Times de 16 de janeiro de 2000, intitulado Full Hospitals Make Canadians Wait and Look South [Hospitais Lotados Fazem os Canadenses Esperar e Olhar Para o Sul], fornece alguns bons exemplos de como o controle de preços no Canadá criou sérios problemas de escassez.
    Uma senhora de 58 anos esperava por uma cirurgia cardiovascular no saguão de um hospital de Montreal junto a outros 66 pacientes. As portas elétricas abriam e fechavam durante toda a noite, permitindo a entrada de correntes de ar com temperaturas em torno de -18°C. Ela estava em uma lista de espera de cinco anos para sua cirurgia.
    Em Toronto, em um único dia, 23 dos 25 hospitais da cidade deixaram suas ambulâncias paradas por causa de uma escassez de médicos.
    Em Vancouver, ambulâncias permaneciam abandonadas por horas enquanto vítimas de ataques cardíacos aguardavam dentro delas, à espera de serem adequadamente atendidas.
    Pelo menos 1.000 médicos canadenses e dezenas de milhares de enfermeiras canadenses migraram para os EUA em busca de maiores salários e melhores condições de trabalho.
    Concluiu o jornalista: “Poucos canadenses recomendariam seu sistema como modelo de exportação”.
    E isso em 2000. De lá para cá, tudo piorou.
    Per capita, os EUA têm oito vezes mais máquinas de ressonância magnética, sete vezes mais unidades de radioterapia para tratamentos de câncer, seis vezes mais unidades de litotripsia, e três vezes mais unidades de cirurgia cardiovascular.
    Existem mais scanners de ressonância magnética no estado de Washington, cuja população é de cinco milhões de pessoas, do que em todo o Canadá, cuja população é de mais de 30 milhões de indivíduos (Veja John Goodman e Gerald Musgrave, Patient Power).
    Indiferença política e burocrática
    Políticos e burocratas, obviamente, não mostram nenhuma preocupação em relação às dezenas de milhares de vítimas de seu falido sistema universal de saúde. O caso da jovem Laura Hillier, de apenas 18 anos de idade, e que se tornou uma mera estatística para o governo, é um exemplo clássico.
    Laura estava sofrendo de leucemia mieloide aguda, e necessitava desesperadoramente de um transplante de células-tronco. Vários doadores compatíveis estavam disponíveis, mas não havia nenhum leito hospitalar disponível. O jornal The Toronto Star noticia:
    Em julho de 2015, Frances (mãe de Laura) enviou cartas para Kathleen Wynne [primeira-ministra da província de Ontário] e para Eric Hoskins (Ministro da Saúde da província de Ontário) em nome de Laura e de todos os outros pacientes submetidos às “cruéis, desumanas, e potencialmente letais” listas de espera para transplantes. Nem Wynne nem Hoskins responderam, diz Frances.
    Em julho de 2015, a Ministra da Saúde federal Rona Ambrose também se recusou a comentar sobre o assunto quando questionada pela rede CTV News.
    O silêncio de Ambrose, Wynne e Hoskins é, de certa forma, compreensível, pois não há como argumentar em prol da eficácia da saúde estatal. Ademais, em alguns casos, uma resposta é pior do que o silêncio. Em uma declaração à CTV News, Shae Greenfield, porta-voz do Ministro Eric Hoskins, disse:
    É nossa expectativa que os hospitais priorizem pacientes com urgência médica. No entanto, essas decisões são tomadas por cada hospital, individualmente.
    Essa declaração insensível foi, obviamente, uma tentativa de abdicar de suas responsabilidades e transferir a culpa para terceiros. No entanto, a questão não é de “prioridade”, mas sim de falta de recursos. Há vários pacientes que são prioridade porque suas necessidades são urgentes do ponto de vista médico; no entanto, todos estão presos em uma lista de espera.
    A culpa das listas de espera e da baixa capacidade operacional não está nos hospitais, mas sim no governo: sendo a medicina estatal e sendo o governo o único financiador, é fato que ele não forneceu aos hospitais o financiamento necessário para, como havia prometido Tom Kent, “garantir que as pessoas pudessem receber tratamentos médicos sempre que necessitassem, sem levar em conta quaisquer outras considerações ou empecilhos.”
    Forçada pelo governo a esperar, a situação de Laura se deteriorou e ela morreu seis meses depois, no dia 20 de janeiro de 2016, ainda esperando por um leito.
    Cirurgias de transplante de células-tronco, outras cirurgias de câncer, cirurgias de catarata, cirurgias de joelho e quadril, cirurgias bariátricas, cirurgias cardíacas — há uma lista de espera e um atraso de vários meses para todas essas cirurgias. Com isso, a saúde e o bem-estar de vários canadenses vai se deteriorando — e muitos vão morrendo — enquanto o governo os obriga a esperar meses para receber um serviço que o próprio havia prometido entregar rapidamente.
    O fracasso estatal era previsível
    Os gastos do governo com os serviços de saúde estão subindo continuamente, mas isso não tem como durar:
    Após anos aumentando os gastos com saúde a um ritmo insustentável, tudo indica que os governos provinciais começaram a chegar ao seu limite nos últimos 5 anos: a continuação desta política levará ou a uma redução em outros gastos, ou a mais impostos, ou a mais déficits e maior endividamento. Ou uma combinação dos três.
    Sobre o sistema de saúde universal no Canadá, sua insustentabilidade foi prevista ainda em 1970 pelos próprios responsáveis por sua implantação. Na página 288 do seu livro, o canadense William Gairdner mostra que:
    Em 1970, a Comissão de Saúde de Ontário profeticamente alertou que “a sociedade nunca considerará como suficiente a quantidade de bens e serviços de saúde que poderão ser ofertados pelo estado, mesmo que todos os recursos da sociedade sejam direcionados para a provisão de cuidados médicos”.
    Previsão bastante acurada. Não importa quanto seja aumentada a quantidade de dinheiro jogada no sistema de saúde estatal; no final, a administração burocratizada e sem concorrência irá simplesmente desperdiçar este dinheiro.
    E este é o grande problema dos sistemas de saúde estatizados: é impossível fazer uma administração racional dos recursos.
    De um lado, dado que o dinheiro advém de impostos e não da qualidade dos serviços ofertados, não há um sistema de lucros e prejuízos a ser seguido. Logo, não há racionalidade na administração. Com efeito, nem sequer é possível saber o que deve ser melhorado, o que está escasso e o que está em excesso. Não há como inovar ou se tornar mais eficiente.
    De outro, quando algo passa a ser ofertado “gratuitamente”, a quantidade efetivamente demandada sempre será maior que a ofertada. E aí escassez e racionamento tornam-se uma inevitável rotina.
    Ou seja, a oferta, além de ser limitada, é ineficiente e irracional, pois não segue um sistema de preços. Já a demanda tende ao “infinito”, pois o custo é zero.
    Tem-se, assim, a tempestade perfeita. Como os recursos para a saúde são limitados e gerenciados de maneira burocrática, mas a demanda é crescente e “gratuita”, filas de espera para tratamentos, cirurgias, remédios e até mesmo consultas de rotina viram a norma. No extremo, pacientes são abertamente rejeitados, cirurgias são canceladas e pessoas são deixadas para morrer sem tratamento.
    No caso do Canadá, trata-se de um fato inegável que, quanto mais recursos (impostos) foram direcionados para gastos em saúde, mais a provisão de serviços de saúde declinou, como mostram as crescentes listas de espera. Quanto mais o governo (supostamente) tenta ajudar, mais as coisas pioram.
    Efeitos econômicos
    Os gastos do governo com o sistema universal de saúde no Canadá, em 2016, foram de aproximadamente US$ 4.000 por capita. Mas há os custos não-vistos que recaem desproporcionalmente sobre os mais pobres.
    Por exemplo, se considerarmos as horas de uma semana de trabalho normal, estima-se que o custo de ‘espera’ por paciente foi de aproximadamente US$ 1.759 em 2016. Quem sofre mais? É claro que os mais pobres: quando eles estão impossibilitados de trabalhar por estarem presos em uma lista de espera do governo para receber tratamento médico, não auferem renda.
    Ou seja, embora o governo canadense tenha decretado a saúde estatal em nome da “ajuda aos mais pobres”, o fato é que ele não só não cumpriu sua promessa, como ainda está tornado os pobres e doentes em doentes ainda mais pobres.
    Conclusão
    Em um sistema de saúde controlado pelo governo, é o estado quem determina quem pode receber tratamento, como e quando. Assim como em uma economia sob controle de preços, a oferta sempre irá se exaurir perante a demanda.
    Os canadenses mais ricos recorrem à medicina americana. Os mais pobres morrem enquanto aguardam seu nome nas crescentes listas de espera.

    Lee Friday, canadense.

    quinta-feira, 8 de junho de 2017

    O mito do “milagre econômico de esquerda” em Portugal

    De 21 de junho de 2011 a 26 de novembro de 2015, Portugal foi governado pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, do Partido Social-Democrata. Em Portugal, o Partido Social-Democrata é considerado de direita.
    Sob os social-democratas, políticas de austeridade — no caso, corte de gastos e aumento de impostos — foram implantadas. Vários indicadores melhoraram, sendo o principal deles a forte queda nas taxas de juros de longo prazo, que desabaram de astronômicos 15% para irrisórios 2,5%.
    A economia, após três anos de recessão — 2011, 2012 e 2013 — voltou a crescer em 2014 e 2015.
    No dia 26 de novembro de 2015, António Luís Santos da Costa, do Partido Socialista, se tornou o novo primeiro-ministro. Desde então, ele se tornou o novo — e único — bibelô das esquerdas mundiais, que não se cansam de repetir que a atual coalizão de esquerda que governa Portugal está obtendo resultados espetaculares em termos de crescimento econômico, criação de emprego e redução do déficit fiscal após haver abandonado a insuportável austeridade imposta pela Troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e FMI).
    Qual o problema com esta narrativa? Simples: ela é completamente mentirosa. O atual governo de esquerda de Portugal não só não abandonou as políticas de austeridade, como ainda as aprofundou em alguns aspectos.
    Portugal, mais austeridade que na Espanha
    Como dito, a coalizão de esquerda liderada por António Costa começou a governar Portugal em 26 de novembro de 2015. Para agradar à sua base eleitoral, suas primeiras medidas realmente implicaram a reversão de algumas reformas recomendadas pela Troika: a jornada de trabalho dos funcionários públicos foi reduzida de volta para 35 horas semanais [quando funcionários públicos trabalham menos, a economia produz mais], as aposentadorias voltaram a ser reajustadas pelo índice de preços, algumas privatizações foram paralisadas e o salário mínimo foi aumentado em 5% em 2016 e mais 5% em 2017 (o atual e já reajustado salário mínimo português, de 649 euros, é 21% menor que o espanhol).
    Só que nada disso significa uma reversão das políticas de austeridade.
    Para começar, os gastos públicos do governo português encolheram nada menos que 9% sob o governo de Passos Coelho, de 2010 ao final de 2015. Em 2016, já sob António Costa, mantiveram-se absolutamente estáveis.
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    Gráfico 1: evolução dos gastos governamentais em Portugal
    Vale ressaltar: não foi uma mera "redução na taxa de crescimento", como fazem em vários outros países. Foi corte de gastos, mesmo. Se um corte de 9% nos gastos do governo não é mais considerado austeridade, então a esquerda ficou moderada.
    Como consequência deste brutal corte de gastos, o déficit do governo, que estava em astronômicos 11,1% do PIB, caiu para míseros 4,4% do PIB sob Passos Coelho. Já o socialista António Costa aprofundou ainda mais a redução do déficit, levando-o para míseros 2%.
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    Gráfico 2: evolução do déficit público em Portugal
    Em decorrência da redução dos gastos do governo e do acentuado encolhimento dos déficits, as taxas de juros de longo prazo (determinadas pelo mercado e essenciais para que haja investimentos produtivos em vez de especulativos) desabaram:
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    Gráfico 3: evolução dos juros dos títulos de 10 anos em Portugal
    Para efeitos comparativos, peguemos um país semelhante: a Espanha.
    Durante este mesmo período, o governo espanhol cortou gastos até o final de 2012, voltando a aumentá-los a partir dali. Do início de 2013 até hoje, o governo espanhol — sob o comando do "direitista" Mariano Rajoy — já aumentou seus gastos em mais de 10%.
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    Gráfico 4: evolução dos gastos governamentais na Espanha

    O déficit do governo espanhol também caiu, mas bem menos que o do governo português.
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    Gráfico 5: evolução do déficit público na Espanha

    Como consequência, os juros de longo prazo da Espanha — um país muito mais rico que Portugal — é apenas 1,46 ponto percentual menor, sendo que sua queda também foi bem menos acentuada.
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    Gráfico 6: evolução dos juros dos títulos de 10 anos em Portugal
    Consequentemente, quando se afirma — corretamente — que Portugal reduziu, em 2016, seu déficit público para menos que 3% pela primeira vez desde a crise econômica de 2008 (gráfico 2), vale ressaltar que isso ocorreu inteiramente por meio do corte de gastos.
    Em 2015, o gasto público de todos os níveis de governo de Portugal foi de 48,3% do PIB ao passo que as receitas totais foram de 44% do PIB. Resultado: um déficit equivalente a 4,4% do PIB (déficit este que já era substantivamente menor que o de 7,2% de 2014). Em 2016, sob o governo socialista, as receitas do governo caíram de 44% do PIB para 43,1%, de modo que todo o ajuste, em 2016, se deu por meio do gasto, o qual caiu de 48,3% do PIB para 45,1% do PIB.
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    Gráfico 7: gastos governamentais em Portugal (todos os níveis de governo) em relação ao PIB
    Um gasto público de 45,1% do PIB é o nível mais baixo desde 2007.
    Ou seja, o "superkeynesiano" e "anti-austeridade" governo de esquerda de Portugal reduziu o tamanho do setor estatal em relação à economia portuguesa ao nível mais baixo em uma década.
    Entendido tudo isso, a única argumentação possível seria dizer que esta grande contenção do gasto público não afetou o dinamismo da economia porque o governo luso sabe da importância de se impulsionar a recuperação econômica com aumentos do investimento público. Mas nem isso: o investimento público em Portugal caiu sob o governo socialista. Foi de 2,3% do PIB em 2015 para 1,5% do PIB em 2016, o nível mais baixo desde 1995 (início da série histórica). Com efeito, o investimento público em Portugal, em 2016, foi menor que o espanhol.
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    Gráfico 8: taxa de investimentos públicos em relação em PIB em Portugal (linha vermelha) e na Espanha (linha preta)
    Em definitivo, o governo português "de esquerda" simplesmente manteve e, em alguns casos, até mesmo aprofundou em 2016 a austeridade de seu antecessor Pedro Passos Coelho.
    Por que então este governo está sendo louvado pela esquerda como "anti-austeridade"? Majoritariamente, por causa da retórica: havia alguns cortes de gastos adicionais programados pelo governo Passos Coelho que o atual governo não implantou (em cujo caso a austeridade seria ainda maior). Mas isso de modo significa uma "rebeldia anti-austeridade".
    No mais, o número de empregados já vinha crescendo desde 2013, não havendo qualquer alteração significativa a partir de 2016.
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    Gráfico 9: evolução no número de pessoas empregadas em Portugal
    Igualmente, o número de desempregados também vinha caindo continuamente desde 2013.
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    Gráfico 10: evolução no número de pessoas desempregadas em Portugal

    Finalmente, o ritmo de queda do desemprego apenas manteve a tendência já iniciada em 2013.
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    Gráfico 11: evolução da taxa de desemprego em Portugal
    Conclusão
    Definitivamente, Portugal não é nenhum exemplo de políticas anti-austeridade e de rebeldia à Troika.
    Que a esquerda esteja recorrendo a Portugal como exemplo prático de sua agenda econômica é um grande mistério.
    É claro que o atual governo pode realmente vir a adotar, no futuro, uma agenda econômica realmente de esquerda, passando a aumentar os gastos e o intervencionismo. Isso é algo impossível de prever. Porém, até agora, isso não foi feito.
    O que é certo é que, até o momento, utilizar Portugal de 2016 como exemplo de êxito de políticas anti-austeridade e expansionistas de esquerda é uma grande burla intelectual.

    Juan Ramón Rallo
    é diretor do Instituto Juan de Mariana e professor associado de economia aplicada na Universidad Rey Juan Carlos, em Madri.

    quarta-feira, 7 de junho de 2017

    Um país formado por muitos povos


    No Brasil há aqueles que acreditam na existência de uma “Democracia racial”, principalmente sociólogos e outros expoentes acadêmicos descrevem uma relação harmônica entre as diversas raças existentes no país. Já alguns movimentos sociais e espectros políticos – não tão marginais – apontam para o latente racismo da sociedade brasileira presente em nosso cotidiano. Neste artigo descrevemos a posição do Movimento Nacional Espiritualista frente a esta questão.
    Perdendo o colorido
    Os defensores da “Democracia racial” exaltam uma suposta convivência pacífica basicamente entre brancos, negros e índios, que possibilitou o surgimento do “povo brasileiro”. Este teria sido formado pela miscigenação entre as diferentes etnias que aqui chegaram, resultando na máxima: “O brasileiro é um povo miscigenado”. Paradoxalmente louvam a diversidade de povos espalhados pelos mais diversos rincões do país. Um país colorido e pacífico seria o resultado da aventura brasileira.
    Primeiramente se faz necessário mais uma vez salientar nosso entendimento dos termos “povo” e “população”. Ao contrário da confusão terminológica atual, temos uma definição bastante clara sobre estes termos: não existe “povo brasileiro”, mas sim uma população brasileira, ou seja, o conjunto formado pelos habitantes do espaço geográfico denominado “Brasil”. Estes habitantes são provenientes de povos milenares que aqui chegaram pelos mais diversos destinos. Povos europeus, povos africanos, povos asiáticos e povos semitas aportaram em solo pátrio e, em determinadas regiões, em menor ou maior grau, ou não, se miscigenaram entre si e/ou com os povos indígenas já aqui presentes.
    A diversidade populacional brasileira, em nosso entendimento um fator positivo a ser respeitado, vem sendo atacada e incitada ao ódio mútuo por diversas correntes de pensamento. Por um lado, como já mencionamos acima, ela vem sendo condenada ao desaparecimento através do incentivo à miscigenação pelos defensores da “Democracia Racial”. Através da miscigenação, a riqueza cultural e as tradições inerentes a cada povo em particular tendem a desaparecer juntamente com suas raízes. Se os índios se misturam com os brancos, seus descendentes já não se verão mais como índios, portanto, perderiam o estímulo em manter uma tradição ou cultura indígena. Da mesma forma se um negro se une a um asiático, seus descendentes já não se verão mais como negros ou asiáticos, por que então cultuar os costumes de seus antepassados africanos ou asiáticos?
    Entretanto, tal linha de raciocínio não pode ser vista como uma barreira legal para impedir a miscigenação, pois esta é fruto justamente da pacífica e harmoniosa relação entre os povos. O paradigma encontra-se na velocidade atual desta dinâmica, a qual, diga-se de passagem, sempre existiu entre os mais diferentes povos. O equilíbrio é encontrado dentro de um processo de conscientização espiritual, onde cada ser humano se sente confortável dentro de seu grupo natural, onde sua confiança frente ao seu semelhante é orgânica, algo herdado por gerações unidas pelo destino.
    Nos últimos anos, podemos perceber claramente um ataque sistemático à convivência entre os brasileiros das diversas origens étnicas. Autoridades políticas do mais alto grau proferem declarações maldosas, acusando indiscriminadamente toda uma raça, da mesma forma como já foi feito no passado. Ao invés de evoluírem, parecem estar impregnados de uma inveja e um ranço histórico sem proporções.
    “A crise foi causada por comportamentos irracionais de gente branca de olhos azuis, que antes pareciam saber de tudo, e, agora, demonstram não saber de nada” – disse Luiz Inácio Lula da Silva sobre a crise financeira de 2008, em 26/03/2009.
    A alusão a uma conspiração da suposta “elite branca” contra os “fracos e oprimidos” de outras raças, parece ganhar corpo nos discursos oficiais. Está se definindo uma estratégia de ação que procura canalizar a ira da população pelas mazelas sociais e pela corrupção que abatem sobre o país, contra um determinado grupo racial. O Movimento Nacional-Espiritualista repudia radicalmente este ataque contra os povos brancos – ou qualquer outro – orquestrado principalmente pelo marxismo cultural e grupos revanchistas. Isso ocorre tanto a nível nacional como no plano internacional.
    Tentativa de instrumentalizar a passeata contra o governo federal em março de 2015,
    onde a “elite branca” estaria protestando supostamente contra o “governo popular”.
    Tratamos o assunto com a devida atenção, pois isso pode culminar em atitudes de violência gratuita, jogando brasileiros contra brasileiros, desviando o foco dos principais culpados pela crise econômica. Alguns irão dizer que as penas coletivas estão proibidas apenas em situações de guerra, conforme artigo 33 da Convenção de Genebra IV. Mas já não estaríamos vivendo em uma guerra silenciosa contra todos os seres humanos que queiram continuar a existir dentro de seus respectivos povos?
    “Quem compareceu aos estádios, isso não podemos deixar de considerar, foi […] dominantemente uma elite branca, em alguns casos, 80%, 90%, eram dominantemente elite branca” – afirmou Dilma Rousseff, ao ser questionada sobre as vaias na abertura da Copa, em São Paulo, em 12/06/2014.
    Composição racial da população brasileira
    A composição atual da população brasileira não parece apontar para uma clara “massa miscigenada”. Segundo dados estatísticos fornecidos pelo IBGE, entre 2000 e 2008 – apesar do caráter bastante subjetivo da pesquisa – temos a distribuição populacional apresentada na tabela abaixo:
    Mesmo que sob uma análise genética mais rigorosa pudéssemos chegar a uma distribuição bastante diferente da apresentada, a própria assumpção racial dos entrevistados permite o desenvolvimento de políticas afirmacionistas sócio-raciais a serem desenvolvidas e perseguidas, sempre em respeito e consonância com nossa Doutrina de Solo e Sangue

    http://nacional-espiritualismo.org.br/wp/index.php/um-pais-formado-por-muitos-povos/

    Berço da humanidade volta-se para a Europa

                  
    Dois pedaços de ossos encontrados no sudeste europeu levou o grupo de pesquisadores liderados por Madelaine Böhme, do Senckenberg Centre for Human Evolution and Paleoenvironment (HEP), Tübingen, Alemanha, a considerar o berço da humanidade não mais na África, mas sim na região atual dos Bálcãs.
    Até então, a ciência estabelecida parte da premissa de que a linha evolutiva do homem e dos hominídeos se separou a cerca de 5 até 7 milhões de anos, a partir da África. O número de fragmentos ósseos encontrados e principalmente a idade do mais antigo, apontavam para essa tese. O grupo de cientistas sob a direção de Böhme investigou novamente dois objetos arqueológicos e reconstruíram as condições naturais da época. Eles chegaram à conclusão de que os fósseis encontrados pertenceriam a um tipo de homem pré-histórico até então desconhecido. Eles estimaram a idade dos fragmentos em 7,175 até 7,24 milhões de anos. Isso torna-os mais antigos do que aqueles encontrados na África. A conclusão que se deixa tirar, é que a linha comum do desenvolvimento humano termina antes da época considerada até então, e não a partir da África, mas sim do sudeste europeu, na região mediterrânea.
    Em geral, é temerário traçar conclusões genéricas a partir de alguns fósseis. A cada nova descoberta, antigas teorias caem por terra. Ninguém sabe quais segredos a Terra ainda guarda dentro de si. Para muitos adeptos da ideologia multiculturalista, a teoria “Out of Africa”, onde no fundo todos nós seríamos africanos, é uma bem-vinda justificativa para o dogma “todas as pessoas são iguais”. Independente se nossos antepassados tenham suas raízes na África, Europa ou seja lá onde for, deve estar claro a todos que os diferentes ramos da humanidade se desenvolveram de forma distinta. E é ótimo que seja assim! Biodiversidade é uma característica de todos os seres vivos. Todos os seres vivos estão submetidos a diferentes condições ambientais e também às próprias características genéticas, permitindo assim confrontarem seu habitat. Neste contexto, os seres vivos mais adaptados ao seu ambiente natural, são os que têm mais chance para sobreviver e reproduzir. Podemos então concluir que o negro é mais adaptado ao seu habitat natural, onde a incidência de raios solares é bastante intensa.
    O discurso doentio sob o lema “Colorido ao invés de marrom” dos apoiadores do Multi-Kulti não é na realidade algo tão colorido como acham a maioria das pessoas. Com sua ideologia de miscigenação de todos os povos e raças, o resultado não é algo rico em diversidade, mas muito pelo contrário, ter-se-ia uma única e homogênea massa marrom. Qualquer pessoa fiel às suas raízes apoia a manutenção da diversidade e, portanto, é contra a indiscriminada miscigenação. Esta última teria como resultado, que todas os povos e raças perderiam suas características. O que a natureza formou ao longo dos milênios, militantes internacionalistas cegados ideologicamente tentam destruir através da violência. A simples menção das diferenças entre as raças é rotulada de racismo. O mero pleito pela manutenção das diferentes raças e contra a miscigenação induzida é combatido pelas “boas pessoas” através de perseguição e processo criminal. Ao longo prazo, nenhuma política pode ser impor sobre a natureza das coisas. O comunismo já fracassou ao tentar impor sua construção ideológica artificial e estranha ao mundo. E o Liberal-Capitalismo do Ocidente também está fadado ao fracasso caso ele não consiga burlar a ordem natural através da violência.
    Pelo exposto acima, é legítima a pergunta: qual seria o caminho alternativo para substituir o Comunismo e o Capitalismo – ideologias internacionalistas e contrárias à ordem natural? Deve existir uma TERCEIRA VIA! Uma Cosmovisão que reconheça a diversidade da natureza e a respeita em sua concepção política, ao invés de destruí-la. Uma Cosmovisão que veja na diversidade dos povos um enriquecimento que merece ser preservada.
    Os atuais conflitos culturais induzidos pelo inimigo comum no continente europeu vem reforçar mais uma vez a importância em preservar a IDENTIDADE dos diferentes povos da Terra. A experiência brasileira está ai para comprovar o fracasso da ideologia esquerdista – e também da integralista – que pregam pela ampla miscigenação. Com suas mais de 50 mil mortes por ano (violência e trânsito), o “belo povo brasileiro” não pode servir de exemplo positivo a ninguém. Quem pode afirmar com absoluta certeza que isso não se deve à mistura dos povos e, por consequência, pelo surgimento de um “cidadão” desprovido de suas memórias, raízes e tradições? Estaria certo o inspirador da atual União Europeia, Conde Kalergi, ao afirmar que seu desejado mestiço sob batuta judaica “unirá a ausência de caráter, inescrupulosidade, indolência, desleixo, crueldade e falta de fidelidade, com a objetividade, flexibilidade, o espírito aguçado, ausência de preconceito e amplitude de horizonte”? Podemos discutir sereno e sinceramente – e em profundidade – sobre o assunto, sem histerias e reflexos condicionados? Tarefa hercúlea na atual “liberdade democrática”…

    O político estoniano promete legalizar a negação do Holocausto

    Um político nacionalista estoniano prometeu em sua campanha eleitoral para descriminalizar a negação do Holocausto e, em vez disso, penalizar aqueles que minimizariam o domínio soviético do país.
    Georg Kirsberg, que se candidata a um conselho de legisladores para o Partido Popular Conservador nas eleições da Estônia em outubro, foi citado na quarta-feira pela Estonian National Broadcasting Company.
    "Vamos descriminalizar a negação do Holocausto e entrar em um ensinamento correto da história do Terceiro Reich", disse Kirsberg.
    Militantes de direita apoia a revogação da cidadania e a deportar o que define como "Russos hostis à Estônia" - uma referência a russos étnicos ou falantes dessa língua que vivem na Estônia, incluindo a maioria dos judeus do país. No mês passado, o partido, que foi fundado em 2012 e atualmente tem sete dos 101 assentos no parlamento da Estônia, apresentou um projeto de lei que propõe tais deportações. O partido também apoia a proibição da construção de novas mesquitas e igrejas ortodoxas orientais.
    As expressões do sentimento anti-russo aumentaram dramaticamente nos países bálticos - Estônia, Lituânia e Letônia - e em outros lugares da Europa Oriental e Central. As políticas expansionistas da Rússia sob o presidente Vladimir Putin estão despertando amargura sobre o domínio de Moscou dessa parte do mundo antes da queda do comunismo. O sentimento anti-russo coincidiu com uma onda de nacionalismo, muitas vezes acompanhada de negação da colaboração desses países com os nazistas.
    A Estônia tem uma população judaica de 2.500, de acordo com o Congresso judeu europeu.
    https://www.jta.org/2017/06/02/news-opinion/world/estonian-politician-vows-to-legalize-holocaust-denial

    Elite Paga Abertamente por Sangue de Jovens

    O que uma vez foi conversa de teóricos da conspiração - a rica ingestão de sangue de jovens para promover a longevidade - é agora uma realidade e um negócio real nos Estados Unidos. Não é somente um negócio, mas os bilionários estão realmente admitindo seu interesse nisso.


    "
    Eu estou pesquisando coisas de parabiose, as quais acho muito interessantes. Foi daqui que eles colocaram o sangue jovem em ratos mais velhos e descobriram que teve um efeito rejuvenescedor maciço", disse Peter Thiel, co-fundador bilionário do PayPal e assessor de Donald Trump, à revista Inc. "Eu acho que há muitas dessas coisas que foram estranhamente sub-exploradas".

    Mas não é mais um experimento com apenas ratos. A empresa startup de Jesse Karmazin, Ambrosia, está fazendo isso com humanos, e os ricos estão na fila para obter o sangue de jovens.

    Como a
    Vanity Fair relata, a Ambrosia, a qual compra seu sangue de bancos de sangue, agora tem cerca de 100 clientes pagantes. Alguns são tecnólogos do Vale do Silício, como Thiel, embora Karmazin tenha enfatizado que o pessoal da tecnologia não são os únicos clientes da Ambrosia e que qualquer pessoa com mais de 35 anos é elegível para suas transfusões.

    Como o site The Free Thought Project informou em janeiro,
    um estudo publicado na revista Science and Nature Medicine revelou que a transfusão de sangue de rato jovem em ratos idosos pode realmente prevenir os sintomas do envelhecimento. Esta descoberta inovadora poderia levar a descobertas médicas e ao desenvolvimento de novos medicamentos. No entanto, um relatório do site sobre saúde Tonic, apontou aplicações muito mais sinistras para esse conhecimento.

    Foi sugerido no relatório que as
    elites envelhecidas estão usando o sangue de jovens como um tipo de soro juvenil. Agora, sabemos que eles realmente estão usando isso.

    Uma afirmação semelhante foi feita pelo jornalista Jeff Bercovici no ano passado, depois que ele realizou
    várias entrevistas com os aristocratas do Vale do Silício, incluindo Peter Thiel, e aprendeu sobre esse procedimento de transfusão chamado "parabiose", onde o sangue dos jovens é usado para prevenir o envelhecimento.

    "
    Há rumores generalizados no Vale do Silício, onde a ciência da extensão da vida é uma obsessão popular, que vários indivíduos ricos do mundo tecnológico já começaram a praticar a parabiose, gastando dezenas de milhares de dólares para os procedimentos e sangue de jovens, e repetindo o exercício várias vezes ao ano", relatou Bercovici.

    Em seu artigo, Bercovici também expressou preocupações sobre um mercado negro em desenvolvimento para o sangue dos jovens.

    Embora certamente não haja nada com jovens dispostos a vender seu sangue à elite, o tema subjacente a esta prática tem fortes raízes no
    ocultismo.

    Na maioria das culturas modernas, o assassinato em massa e o sacrifício humano ainda ocorrem às claras sob a capa da guerra, enquanto muitos argumentam que o canibalismo também ainda ocorre, mas por trás de portas fechadas.

    Somente nos últimos cem anos que a prática do canibalismo entre os membros da realeza não foi divulgada. Na Europa, em torno da época da revolução americana, "a medicina do cadáver" era muito popular entre a classe dominante, Charles II
    fazia seus próprios medicamentos.

    O Dr. Richard Sugg da Universidade de Durham
    realizou uma extensa pesquisa sobre a prática de medicina do cadáver entre a realeza.

    "
    O corpo humano tem sido amplamente utilizado como agente terapêutico com os tratamentos mais populares envolvendo carne, osso ou sangue. O canibalismo foi encontrado não só no Novo Mundo, como costuma ser considerado, mas também na Europa", disse Sugg.

    "
    Uma coisa que raramente ensinamos na escola que é evidenciada em textos literários e históricos da época é a seguinte: James I recusava remédios de cadáver; Charles II fazia seus próprios remédios de cadáver, e o cadáver de Charles I foi transformado em remédios. Junto com Charles II, usuários ou prescritores eminentes incluíram Francis I, o cirurgião de Elizabeth I, John Banister, Elizabeth Gray, a condessa de Kent, Robert Boyle, Thomas Willis, William III e a rainha Mary", acrescentou.

    Se isso não fosse estranho o suficiente, a atual família real da Inglaterra afirma ser descendentes diretos do
    Príncipe Vlad III da Valáquia (Romênia moderna). Este era o governante doente e depravado, Vlad, o Empalador, que era conhecido como um assassino e que eventualmente tornou-se a inspiração para as histórias de vampiros mais famosas da história.

    Além dos horríveis antecedentes históricos e ocultos de tais práticas, há uma falta de dados que sugerem que o processo ainda funciona. Apesar das afirmações de Karmazin de que "
    o sangue jovem está causando mudanças que parecem reverter o processo de envelhecimento", os cientistas ainda não identificaram um vínculo entre as transfusões de sangue dos jovens e quaisquer benefícios tangíveis para a saúde.

    "
    Não há nenhuma evidência clínica [de que o tratamento será benéfico], e basicamente você está abusando da confiança das pessoas e da emoção pública em torno disso", disse o neurocientista da Universidade de Stanford, Tony Wyss-Coray, que realizou um estudo de 2014 sobre o plasma sanguíneo jovem em camundongos, à revista Science no verão passado, conforme relatado pela Vanity Fair.

    terça-feira, 6 de junho de 2017

    ESTUDAR? PRA QUE?

    O advogado Paulo Silas Taporosky Filho publicou um texto muito interessante no site Empório do Direito tratando da forma como o estudantes de Direito hoje constroem o próprio conhecimento.
    Segue o interessante texto e, depois, algumas considerações sobre ele.
    Poucos querem aprender direito!
    O que me levou a escrever o que segue foi uma postagem realizada em uma página de humor jurídico no Facebook. O que era para se tratar apenas de uma piada, pelo menos aparentemente (e assim espero), evidenciou um problema gritante que permeia o ensino jurídico: o total descompromisso de alguns estudantes. É o direito sendo levado nas coxas.
    O problema vem sendo denunciado de maneira contumaz por nomes como Lenio Streck, Alexandre Morais da Rosa e André Karan Trindade, cujos autores demonstram toda a problemática existente no ensino jurídico. Professores mal preparados, cursinhos preparatórios que ensinam apenas decoreba e “macetes infalíveis” para passar em concursos, além ainda de faculdades que não passam muito longe disso, estão entre as causas do caos que vem se alastrando na academia. No entanto, para além de tais aspectos que contribuem para o declínio da coisa, temos também como fator responsável parte daqueles que deveriam querer aprender, mas optam pelo conforto epistêmico. Ali, onde tudo é mais fácil, onde se obtém o “conteúdo” mastigado por meio de resumos, onde os manuais facilitados são puramente objetivos (irrefletidos), é que residem os alunos preguiçosos, os quais não estão preocupados em aprender, mas meramente em decorar o suficiente para passar na prova – e posteriormente no concurso.
    Quanto à postagem em questão, assim dizia a imagem: “QUEM GOSTA DE ESTUDAR DETALHADAMENTE É ALUNO DE MEDICINA… ALUNO DE DIREITO GOSTA MESMO É DE RESUMÃO DA INTERNET”. A frase é de causar um reboliço no estômago. Particularmente, achei a piada de mau gosto. No entanto, sou forçado a reconhecer que a postagem apenas traduz a realidade de grande parte dos estudantes de direito. Os comentários realizados na postagem corroboram para com tal análise. Dentre os diversos, dos quais poucos se salvavam pela irresignação com o conteúdo ali exposto, eis alguns dos mais escabrosos:
    “Depois que descobri o passei direto, com um mundo de resumos a minha disposição, estudar jamais kkkk”
    “vou ler não que tem resumo na internet. Vou copiar não que tem resumo do e-mail”
    “kkkkkkkkkkkkkkkkk, tão eu…”
    “ler doutrina é para os fracos.. a gente gosta mesmo é de vídeo aula kkkkkkkkk”
    “”livro grande de letra pequena” ai esse professor de civil é iludido”
    “Vivendo de sinopses e códigos comentados hahahahahaha”
    “Já inicio a busca com “resumo de…””
    “Estudar Direito é: chegar um dia antes da prova e procurar vídeos no Prova Final do Youtube”
    “noix gosta mesmo é de uma doutrina esquematizada, umas vídeos aulas, um resumo massas”
    “Pura verdade. Eu adoro um resumão, resuminho até mesmo um resumo kkkkkk”
    E por aí vai… Escabroso. Assustador. Indigesto. Faltam-me palavras. Manifestar-se publicamente que não se estuda como deveria, que está se levando o curso nas coxas, que finge que aprende, pior, demonstrando orgulho por tal modo de (não) agir, é tão ignóbil quanto aqueles indivíduos que publicam fotos se gabando do crime que praticaram.
    O curso de direito, atualmente bastante saturado, está cheio de “alunos” assim. Busca-se muitas vezes apenas o status de “Estudante de Direito” (com E e D maiúsculos). A pose é necessária para sustentar o próprio Ego. Fabiano Oldoni publicou há pouco em sua página no Facebook: “Não basta tirar foto ao lado do jurista famoso, é preciso ler suas obras”. Corretíssimo! O tipo de estudante de direito preguiçoso quer apenas o glamour de receber curtidas dos amigos na foto que tirou ao lado do jurista famoso, mas não quer aprender sobre o que sustentam ou como se posicionam os autores que “admira”. Pura busca por status, mas também mero engodo.
    Estudar direito não é fácil. Pelo menos para aqueles que de fato estudam. Aos que se enganam e logram terceiros fingindo que estudam, resta o pesar. Tal cenário caótico há de mudar. A esperança é a última que morre.
    Mais de uma vez escrevi que estudar dói, e dói porque demanda tempo e concentração. Dói porque há muito o que se estudar, em especial no universo jurídico, onde a densidade dos conteúdos é grande.
    Isso gerou um campo propício para esquemas e estudos facilitados, métodos revolucionários de aprendizagem que NÃO entregam o prometido, tudo em busca da otimização do tempo, o mais precioso e caro artigo de luxo no universo dos estudos.
    Estudar toma tempo. E muito!
    É verdade que os modelos de provas aplicados hoje em dia facilitam o surgimento de aulas e doutrinas direcionados para objetivos específicios, como o Exame de Ordem e certos concursos públicos. E é natural que seja assim, pois o estudante que atingir seu objetivo primário com eficiência. Jamais recomendaria a leitura de um Curso de Direito Civil para quem está estudando essa disciplina para a OAB. A equação conteúdo x tempo nunca fecharia, e o candidato negligenciaria as demais disciplinas.
    A reprovação seria praticamente certa.