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    segunda-feira, 5 de abril de 2021

    COMO O NEOLIBERALISMO DA ESCOLA DE CHICAGO VEM CORROMPENDO A AMÉRICA LATINA

     Em 2018 o povo Brasileiro votou não somente em um homem, mas também em uma promessa. Uma promessa de virar a direção na qual o Brasil estava se encaminhando e impedir que o mesmo colidisse com um  iceberg que afundaria de vez o nosso país para um abismo sem volta. Assim surge Jair Bolsonaro, deputado federal conhecido por suas posturas e opiniões polêmicas contra o establishment petista. Viralizando nas redes sociais, era exatamente o tipo de político em que o povo precisava apoiar, ou ao menos achavam que deveria. Agora o ano é 2021 e então surge a grande questão, o Brasil melhorou? A resposta é infelizmente não, mas por que? 

    Se o objetivo é acabar com a ameaça “socialista” o liberalismo só adiciona mais lenha na fogueira. E esse é o motivo principal pelo qual o Brasil não avança. Bolsonaro, durante sua campanha tinha um grande defeito, a carência de um plano econômico, com o próprio admitindo publicamente que não entendia nada de economia. Seus adversários usavam isso como um grande trunfo contra Bolsonaro até que ele encontrou diretamente da Escola de Chicago o economista liberal Paulo Guedes. Esse se tornou o guru econômico de Bolsonaro, que conseguiu preencher a falta de competência do candidato sobre essa questão. Com isso todos aguardavam que Guedes seria o responsável pela reviravolta econômica Brasileira, com suas propostas de privatizações, desregulamentações, e diminuição da influência do estado sobre a economia. 

    A Escola de Chicago, com sua vertente neoliberal econômica, trabalha justamente para favorecer o grande capital financeiro internacional. Não é por acaso, já que Guedes é o cofundador do maior banco de investimentos do Brasil, o BTG Pactual. Guedes é descrito por muitos como o ministro dos banqueiros, e não deixa de ser uma crítica certeira, porém a hipocrisia é que parte dessas críticas vem justamente dos apoiadores de Lula, presidente que em seu governo foi o responsável pelo maior lucro dos bancos na história desse país, fazendo com que os bancos lucrassem 8 vezes mais do que o governo anterior de Fernando Henrique Cardoso. O que isso nos informa? Que o Brasil continua a servir aos banqueiros internacionais, exatamente por isso que Bolsonaro não vai solucionar o problema do Brasil ele só está continuando o que os outros governantes já faziam. 

    Bolsonaro está cometendo o mesmo erro que o ditador chileno Pinochet cometeu, ambos no poder com intenções de destruir o inimigo internacional socialista, mas ambos se entregaram para os mestres dos mesmos, o capital internacional.  Pinochet com seus “Chicago Boys” impôs no Chile o mesmo neoliberalismo que Guedes está a implementar no Brasil, mesma escola, mesmos objetivos. A indústria nacional se torna a mercê da economia mundial que hoje é controlada pelos EUA e pela China, dois lados da mesma moeda que se apresentam como oposição mas trabalham para os mesmos mestres globalistas (exatamente como aconteceu na Guerra Fria). Enquanto isso nosso país continua a ser escravo da nossa dívida internacional que já foi paga a muito tempo e que hoje continuamos pagando os juros sobre os juros. Isso não acontece só no brasil mas em toda a américa latina, que possui em dívida externa mais milhões de dólares que são arrancados dos países para parar na mão do capital internacional. Os juros internacionais são uma armadilha para escravizar os países. Principalmente os subdesenvolvidos.

    Hoje quase metade do nosso PIB serve para pagar juros, e nenhum político parece falar sobre esse roubo que vem acontecendo em nosso país desde o primeiro reinado. Gustavo Barroso em uma de suas principais obras chamada “Brasil Colônia de Banqueiros” demonstra as transações imperiais e mais tarde republicanas com os bancos internacionais, bancos Rothschild que estavam situados na Inglaterra sendo esta o centro financeiro mundial na época. Empréstimos esses com absurdos juros eternos que fazem sofrermos com as consequências até hoje. Claro que o brasil possui um problema com a administração pública, e não dá para discordar que sim o governo se mete em assuntos que não deveriam, mas essa narrativa só serviu até agora para dar palanques para os liberais expandirem suas ideias que causaram o problema em primeiro lugar. 

    Muitos então erroneamente acreditam que para combater o liberalismo é necessário então altas regulamentações, grandes estatais e socializar a economia, porém é preciso pensar além, o Brasil sendo um país infantil ainda no quesito política acredita que a economia se trata de uma escolha binária, ou você adota o livre mercado liberal ou o modelo socialista marxista. A função de um estado, idealmente, é de colocar a economia em seu lugar de subordinação ao poder político, retornando a hierarquia natural dos poderes, primeiro vindo o poder religioso, depois o político e só então vem o poder econômico. O liberalismo assim como o marxismo sendo ideologias materialistas negam isso, colocam a economia na frente da força política e ignoram totalmente o poder espiritual. Assim temos então uma nação não preocupada com o seu próprio bem estar mas preocupada somente com o lucro. 

    Muitos podem argumentar que as medidas econômicas de Pinochet ajudaram o Chile a crescer, prosperar, entrar investimentos para dentro do país e ter um papel participativo no comércio mundial. Mas a qual preço? Perda da soberania nacional. E o culpado é o próprio pinochet e seus Chicago Boys. 

    Não podemos confundir o controle político sobre o controle econômico com medidas de socialização da economia, não, esse não é o objetivo. O inimigo da nação sempre será o capital financeiro internacional e não o capital industrial. O economista Gottfried Feder em seu livro “Manifesto para a abolição dos Juros” vai nos ensinar essa diferença além de mostrar que essa é uma das maiores contradições marxistas, já que todos em sua luta contra o capitalismo, miram para o capitalismo industrial enquanto são financiados pelo capitalismo financeiro internacional. Por isso o Comunismo é uma arma ideológica de destruir nações e não libertá-las como Marx propunha. A total libertação política só virá quando o capital financeiro parar de controlar os interesses das nações e ele voltar para as mãos da mesma. Medidas protecionistas podem ser criadas para limitar os grandes bancos e outras forças influentes sobre o grande capital.

    O Liberalismo e o Socialismo (Marxista) andam de mãos dadas, dois filhos do mesmo pai. A diferença entre eles é somente seu modo de operação. Após o colapso do modelo econômico comunista, é adotado o neoliberalismo como substituto, e esse será adotado até mesmo por aqueles que são intitulados como Socialistas Fabianos. Sabemos que influência global é o que os globalistas querem, e para isso eles necessitam de um comércio internacional “livre” em comum para dominar. Já quando se trata do mercado interno a história já muda, com várias intervenções estatais desnecessárias e um aumento desproporcional de impostos sempre favorecendo uma elite financeira dominante. 

    Agora nós vemos porquê Bolsonaro assim como Pinochet foram incapazes de realmente salvar seus países, pois se recusam a atacar o verdadeiro inimigo. Ou Bolsonaro muda sua política econômica abandonando o liberalismo de Guedes, colocando em risco sua base eleitoral para o melhor do país, ou ele não passa de um fanfarrão trabalhando em favor do sistema que jurou destruir. 


    Referências bibliográficas

    VEJA. Bancos lucraram 8 vezes mais no governo de Lula do que no de FHC: Segundo levantamento do jornal Valor Econômico, retorno sobre patrimônio líquido das instituições financeiras subiu com Lula, mas caiu com Dilma. Redação, 12 set. 2014. Disponível em: https://veja.abril.com.br/economia/bancos-lucraram-8-vezes-mais-no-governo-de-lula-do-que-no-de-fhc/

    Outras Palavras. Paulo Guedes: o banqueiro e seus tentáculos: Investigação sobre o banco fundado pelo ministro indica: age para os super-ricos, ajudando-os a esconder dinheiro em “paraísos fiscais”. Não é natural que queiram abocanhar a Previdência e enterrar políticas sociais?. Le Monde Diplomatique Brasil, 16 abr. 2019. Disponível em https://outraspalavras.net/outrasmidias/paulo-guedes-o-banqueiro-e-seus-tentaculos/

    Orlando Letelier. The ‘Chicago Boys’ in Chile: Economic Freedom’s Awful Toll: Repression for the majorities and “economic freedom” for small privileged groups are two sides of the same coin. The Nation, DISASTER CAPITALISM, 21 set. 2016. Disponível em https://www.thenation.com/article/archive/the-chicago-boys-in-chile-economic-freedoms-awful-toll/

    LOCKDOWN: NÃO, NÃO É “A CIÊNCIA”

     A reação pública condena aquele que enxerga a situação atual (das mortes pelo Covid-19) friamente, condena aquele que, em seu discurso, aparenta “não se comover” com o número de mortos. Se você defende o prosseguimento das atividades econômicas e esportivas e/ou não está arrancando a carne do rosto com as próprias unhas, olham-te como a um genocida. Acham estranho ou errado as pessoas “se acostumarem” com as mortes e desejarem seguir a vida — seu trabalho, seu comércio, seus projetos — a despeito delas. Mas adaptar-se às circunstâncias — seguindo em frente e assumindo riscos — é algo genuinamente humano. Se o homem sempre se afetasse emocionalmente e se desesperasse em momentos assim, sua existência seria impossível. Há países que não suspendem suas atividades nem em situações de guerra, ou países que vivem em guerra perpétua e ainda assim têm seu comércio, sua música, seu esporte, sua vida.

    E o pior é que hoje tudo se apresenta como sendo “embasado cientificamente”: “Não sou eu falando, é a Ciência!” Para começar, no âmbito em que estamos falando, não existe algo como “a” Ciência: o que existem são cientistas! que se digladiam, competem, guerreiam; nunca há consenso; as universidades e centros científicos são campos de batalha. E nem sempre as teses que “vencem”, ou seja, que vêm à consagração pública, são as mais corretas e verdadeiras, e sim geralmente aquelas com mais força, com mais poder de fascinação coletiva ou com mais poder político. Um exemplo é o debate sobre a suspenção do futebol — que já vinha sendo jogado sem público. Os clubes fazem testes a todo momento. É um dos ambientes mais seguro para se trabalhar. Os números de infecções no futebol são irrelevantes, pífios, insignificantes. Mas nos debates se apresenta a decisão do Ministério Público como sendo embasada pela “Ciência”. Quando se mostra que a decisão não tem nada de “científica”, o apelo é emotivo: “Mas há tantas mortes…” Ora, então não é “Ciência”, é luto. Eis o perigo. A vida não pode se tornar um luto. Ela pode ser luto por certo tempo, mas é humano superar também isto, erguer-se e seguir em frente. Se for para ser “científico”, suspendamos as indústrias alimentícia e farmacêutica, que matam mais do que qualquer pandemia que já tenha assolado a humanidade.

    Do que eu disse, pode-se discordar de algumas coisas, claro. Mas o fato é que isto que estamos vivendo é uma oportunidade para enxergar como nossa sociedade funciona, em especial a brasileira: nada é “científico”, tudo é político, e de uma política movida pela emoção. O brasileiro médio, que na manhã e no fim de tarde, ao acordar para ir trabalhar e ao chegar do trabalho, já era fustigado pelo sensacionalismo televisivo das mortes violentas, mantido nesse estado de medo durante todo o dia, nesse estresse constante, não poderia reagir bem a isto tudo. As condições mentais do brasileiro já não eram muito boas. Já liderávamos rankings de depressão, e nos de QI éramos os últimos (igualando pessoas com síndrome de Down). A alta nas taxas de morte do Covid-19, quase na contramão do mundo, não é só culpa do governo federal, é retrato de uma excepcional — e genuinamente nacional — incapacidade estrutural de lidar friamente com os problemas.


    Fonte: Medium

    sexta-feira, 2 de abril de 2021

    OS DELIRIOS DA ESQUERDA

     “EUA vão aumentar impostos para mais ricos e ameaçam pôr fim à orgia neoliberal”. Eu nem vou entrar em detalhe sobre a má-utilização da palavra “neoliberal” – palavra essa que é o novo “fascista” da esquerda, pois usam o termo para definir tudo que eles não gostam -, mas sim sobre a proposta de Joe Biden.

    O que não falta na esquerda americana é gente querendo taxar os mais ricos através do que no Brasil conhecemos como IGF – Imposto sobre Grandes Fortunas. Elizabeth Warren, defendeu na sua pré-campanha um imposto de 2% anuais sobre qualquer americano com patrimônio acima de 50 milhões de dólares, chegando a 6% em patrimônios acima de 1 bilhão.

    Ela não está sozinha. O senador Bernie Sanders também defendia uma proposta similar, dizendo que só afetaria 75 mil famílias americanas. Alexandria Ocasio-Cortez é ainda mais radical: ela defende que seja taxado 70% da renda de qualquer americano que ganhasse acima de 10 milhões de dólares anuais para pagar pelo seu “Green New Deal” – uma besteira que eventualmente escreverei sobre.

    O grande problema da proposta de Sanders e Warren é a palavra “patrimônio”. As pessoas que defendem um IGF, acham que a riqueza dos multimilionários está em barras de ouro escondidas debaixo de suas respectivas camas – mais ou menos como na história do Tio Patinhas. Obviamente, isso não é verdade.

    De acordo com o economista Chris Edwards, do The Cato Institute, em média apenas 2% da riqueza dos bilionários está em patrimônio pessoal: casas, carros, iates, etc. A imensa maioria na verdade está em ativos produtivos – que geram emprego e renda para o restante da sociedade. Vance Ginn, do Texas Public Policy Foundation, vai além: “Tributar a riqueza é apenas outra abordagem falha de redistribuição de renda mascarada como boa política fiscal. Isto irá destruir a criação de riqueza e os incentivos para economizar e investir, que são fundamentais para o florescimento humano”.

    Com menos riqueza, haverá menos dinheiro disponível para o sistema financeiro e, consequentemente, será mais difícil e mais caro para a sociedade financiar casas, empresas, bens de consumo, etc. Em outras palavras, pode parecer que apenas os mais ricos sofrerão com a taxação de grandes fortunas, mas isto é falso.

    É importante ressaltar que o IGF tem caído em desuso ao redor do mundo. Na Europa, 12 países europeus chegaram a ter alguma coisa parecida com um IGF, mas hoje apenas três possuem: Noruega, Espanha e Suíça. Merece destaque a França, que acabou com o IGF em 2017, alegando que “10.000 pessoas com um patrimônio total de 35 bilhões de euros, saíram do país nos últimos 15 anos”, e que a cobrança e fiscalização era muito trabalho para pouco resultado.

    Outros casos dignos de nota são a Alemanha e a Irlanda. Em 1952, o primeiro fez um IGF e voltou atrás em 1997. Resultado: um efeito positivo na poupança interna alemã. A Irlanda aboliu o imposto apenas 3 anos depois de criado porque, assim como na França, os custos administrativos eram altos e o resultado financeiro, baixo.

    Como já disse aqui outras vezes, o Brasil tem a mania de importar as piores ideias do mundo, como por exemplo, a tese da “Substituição de Importações”. Porém, vários economistas brasileiros já explicaram essa barca furada que é um IGF no Brasil. Vou transcrever aqui o que disse em tweet Rodrigo Zeidan, professor da Fundação Dom Cabral: “Sobre imposto sobre grandes fortunas nessa crise (da COVID): NÃO SERVE PRA NADA.”

    ALEX PIPKIN

    quinta-feira, 1 de abril de 2021

    UM OLHAR PARA O PODEROSO LOBBY JUDEU

     A maior parte do mundo considera as políticas de Israel, e especialmente sua opressão aos palestinos, ilegais e ultrajantes. Este consenso internacional se reflete, por exemplo, em numerosas resoluções da ONU condenando Israel, que foram aprovadas por maioria esmagadora. [1] “O mundo inteiro”, disse o Secretário-Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, em 2002, “está exigindo que Israel se retire [dos territórios palestinos ocupados]. Eu não acho que o mundo inteiro… pode estar errado”. [2]

    Entre as nações do mundo, os Estados Unidos se destacam como o patrocinador mais dedicado de Israel. Com muito poucas exceções, mesmo aqueles políticos americanos e figuras da mídia que às vezes podem criticar uma política israelense em particular são, no entanto, partidários vigorosos de Israel – e não apenas como um país, mas como um Estado étnico-religioso enfaticamente judeu. Apesar de disputas ocasionais sobre políticas específicas, os EUA continuam, como há anos, a fornecer a Israel apoio militar, diplomático e financeiro crucial.

    Por que os EUA são um bastião de apoio tão ferrenho ao Estado judeu?

    Uma pessoa que falou abertamente sobre isso foi o bispo Desmond Tutu, da África do Sul, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1984. Dirigindo-se a uma audiência em Boston, ele disse:

    “Mas você sabe tão bem quanto eu que, de alguma forma, o governo israelense é colocado em um pedestal [nos Estados Unidos], e criticá-lo é para ser imediatamente apelidado de antissemita… As pessoas estão com medo neste país, dizer que errado é errado porque o lobby judeu é poderoso – muito poderoso”. [3]

    O bispo Tutu falou a verdade. Embora os judeus representem apenas dois ou três por cento da população dos Estados Unidos, eles exercem um imenso poder e influência – muito mais do que qualquer outro grupo étnico ou religioso.

    Como observou o autor judeu e professor de ciências políticas Benjamin Ginsberg: [4]

    “Desde a década de 1960, os judeus passaram a exercer uma influência considerável na vida econômica, cultural, intelectual e política americana. Os judeus desempenharam um papel central nas finanças americanas durante a década de 1980 e estavam entre os principais beneficiários das fusões e reorganizações corporativas daquela década. Hoje, embora apenas 2% da população do país sejam de origem judia, quase metade de seus bilionários é judeu. Os diretores executivos das três principais redes de televisão e dos quatro maiores estúdios de cinema são judeus, assim como os proprietários da maior rede de jornais do país e do jornal mais influente, o New York Times… O papel e a influência dos judeus na política americana é igualmente marcante […] Os judeus representam apenas três por cento da população da nação e constituem onze por cento do que este estudo define como a elite da nação. No entanto, os judeus constituem mais de 25 por cento dos jornalistas e editores de elite, mais de 17 por cento dos líderes de importantes organizações voluntárias e de interesse público e mais de 15 por cento dos funcionários públicos de alto escalão.”

    Stephen Steinlight, ex-diretor de Assuntos Nacionais do Comitê Judaico Americano, da mesma forma observa o “poder político desproporcional” dos judeus, que é “libra por libra o maior de qualquer grupo étnico / cultural na América”. Ele continua explicando que “a influência econômica e o poder judaicos estão desproporcionalmente concentrados em Hollywood, na televisão e na indústria de notícias”. [5]

    Dois escritores judeus conhecidos, Seymour Lipset e Earl Raab, apontaram em seu livro, Judeus e a Nova Cena Americana:  [6]

    “Durante as últimas três décadas, os judeus [nos Estados Unidos] representaram 50 por cento dos dois primeiros cem intelectuais… 20 por cento dos professores nas principais universidades … 40 por cento dos sócios dos principais escritórios de advocacia em Nova York e Washington … 59 por cento dos diretores, escritores e produtores do movimento 50 de maior bilheteria imagens de 1965 a 1982 e 58 por cento dos diretores, escritores e produtores em duas ou mais séries de televisão no horário nobre”.

    A revista Vanity Fair em 2007 publicou uma lista do que chamam de “as pessoas mais poderosas do mundo” – uma lista dos cem chefes de mídia mais influentes, banqueiros, editores, criadores de imagens e assim por diante, que determinam como vemos a nós mesmos e o mundo, e quem – direta e indiretamente – molda nossas vidas e nossos futuros. Os judeus representavam mais da metade dos homens e mulheres poderosos da lista da Vanity Fair, relatou um importante jornal israelense, The Jerusalem Post. [7] Da mesma forma, uma lista dos indivíduos mais ricos da América compilada em 2018 pela revista de negócios Forbes mostrou que cinco dos dez primeiros eram judeus. [8]

    O papel dos judeus na vida política americana é igualmente desequilibrado. Uma pesquisa da agência de notícias judaica JTA em setembro de 2020 descobriu que “15 dos 25 maiores doadores políticos neste ciclo [eleitoral] são judeus ou de origem judaica”. Proeminentes entre esses 15 estavam Sheldon e Miriam Adelson, Michael Bloomberg, George Soros e Tom Steyer. [9]

    Nos últimos anos, os maiores doadores individuais para os políticos republicanos, de longe, foram Sheldon e Mariam Adelson, um casal judeu bilionário veementemente pró-sionista. Os Adelson doaram mais de US $ 100 milhões para causas e candidatos republicanos no ciclo eleitoral de 2016 e outros US $ 123 milhões no ciclo eleitoral de 2018. [10] No ciclo eleitoral de 2020, o magnata do cassino e sua esposa doaram cerca de US $ 250 milhões para apoiar Donald Trump e outros candidatos republicanos.  [11]

    Da mesma forma, os judeus foram os maiores doadores para os principais candidatos do Partido Democrata nos últimos anos. Entre esses doadores, destacam-se George Soros e Haim Saban. [12] Em um artigo descrevendo o perfil do bilionário israelense e magnata da mídia global Haim Saban, o The New York Times observou seu importante papel na política americana e sua ardente devoção ao Estado judeu. “Desde então, ele emergiu como talvez o magnata mais politicamente conectado de Hollywood”, relatou o jornal, “investindo seu peso e dinheiro em Washington e, cada vez mais, no mundo, tentando influenciar todas as coisas israelenses. ‘Sou um cara com um só problema e meu problema é Israel’, disse ele”. [13] MJ Rosenberg, analista de assuntos políticos do The Nation observado em 2014: “Adelson e Saban são os principais financiadores, respectivamente, dos partidos Republicano e Democrata, embora, como Adelson aponta, quando se trata de Israel estamos do mesmo lado”. [14]

    Um aperto em Hollywood

    “Não faz sentido tentar negar a realidade do poder judaico e da proeminência na cultura popular”, reconhece Michael Medved, um conhecido autor e crítico de cinema judeu. “Qualquer lista dos executivos de produção mais influentes em cada um dos principais estúdios de cinema produzirá uma grande maioria de nomes reconhecidamente judeus”. [15]

    Uma pessoa que estudou cuidadosamente este assunto é Jonathan J. Goldberg, editor do influente semanário da comunidade judaica Forward. Em seu livro, Jewish Power, ele escreveu: [16]

    “Em alguns setores-chave da mídia, notadamente entre os executivos dos estúdios de Hollywood, os judeus são tão numericamente dominantes que chamar essas empresas de controladas por judeus é pouco mais do que uma observação estatística…

    Hollywood no final do século XX ainda é uma indústria com um forte toque étnico. Praticamente todos os executivos seniores dos grandes estúdios são judeus. Escritores, produtores e, em menor grau, diretores são desproporcionalmente judeus – um estudo recente mostrou o número de até 59% entre os filmes de maior bilheteria.

    O peso combinado de tantos judeus em uma das indústrias mais lucrativas e importantes da América dá aos judeus de Hollywood um grande poder político. Eles são uma importante fonte de dinheiro para os candidatos democratas”.

    Joel Stein, colunista do Los Angeles Times, escreveu:

    “Como um judeu orgulhoso, quero que a América saiba sobre nossa conquista. Sim, nós controlamos Hollywood… Não me importo se os americanos pensam que estamos comandando a mídia, Hollywood, Wall Street ou o governo. Eu só me importo com que possamos continuar administrando-os”. [17]

    Um fator bem estabelecido

    Ao longo dos anos, essa influência teve um impacto profundo em como os americanos sentem, pensam e agem. Uma figura política proeminente que reconheceu publicamente essa realidade é o presidente Joe Biden. Em um discurso notável em maio de 2013, quando era vice-presidente, ele disse que o papel “imenso” e “descomunal” dos judeus na mídia de massa e na vida cultural dos EUA é o fator mais importante na formação das atitudes americanas no século passado, e na condução de grandes mudanças político-culturais. [18] “Aposto que 85% dessas mudanças [sócio-políticas importantes], seja em Hollywood ou nas redes sociais, são uma consequência dos líderes judeus da indústria”, disse Biden. “A influência é imensa”. Ele prosseguiu, dizendo: “A herança judaica moldou quem somos – todos nós, nós, eu – tanto ou mais do que qualquer outro fator nos últimos 223 anos. E isso é um fato”.

    Como Biden observou, o papel dos judeus na vida americana há muito é formidável. Em 1972, durante uma reunião privada na Casa Branca que foi gravada secretamente, o presidente Richard Nixon e o reverendo Billy Graham – o evangelista cristão mais conhecido do país – falaram francamente sobre o controle dos judeus sobre a mídia. Graham disse: “Este estrangulamento tem que ser quebrado ou o país vai para o ralo”. Ao que o presidente respondeu: “Você acredita nisso?” “Sim, senhor”, disse Graham. “Ah, cara”, respondeu Nixon. “Eu também. Nunca posso dizer isso [publicamente], mas acredito”. [19]

    Como tudo isso pode ter acontecido? O estudioso judeu americano Alfred M. Lilienthal forneceu uma resposta em seu estudo detalhado, The Sionist Connection. Ele escreveu: [20]

    “Como a vontade sionista foi imposta ao povo americano?… É a conexão judaica, a solidariedade tribal entre si e a atração surpreendente sobre os nãos judeus, que moldou este poder sem precedentes… A conexão judaica cobre todas as áreas e atinge todos os níveis. A maioria dos americanos pode nem mesmo sentir esse esforço gigantesco, mas dificilmente há um judeu que não seja tocado por seus tentáculos…

    A extensão e a profundidade que o judaísmo organizado alcançou – e alcança – nos Estados Unidos é realmente impressionante… O componente mais eficaz da conexão judaica é provavelmente o controle da mídia… Os judeus, endurecidos por séculos de perseguição, aumentaram a lugares de importância primordial no mundo empresarial e financeiro… A riqueza e a perspicácia judaicas exercem um poder sem precedentes na área de finanças e bancos de investimento, desempenhando um papel importante na influência da política dos EUA em relação ao Oriente Médio… Nas grandes áreas metropolitanas, a conexão judaico-sionista permeia completamente os ricos círculos financeiros, comerciais, sociais, de entretenimento e de arte.

    Papel da Política Externa

    Como o poderio militar dos EUA é o mais formidável e intrusivo do mundo, de longe, o papel judaico-sionista na definição da política americana tem consequências para as pessoas muito além das fronteiras dos Estados Unidos. Na administração do presidente George W. Bush, um grupo de judeus “neoconservadores” de alto nível desempenhou um papel fundamental em incitar os Estados Unidos à guerra no Iraque. Essa cabala incluiu: Paul Wolfowitz, vice-secretário de Defesa; Richard Perle, do Conselho de Política de Defesa do Pentágono; David Wurmser, do Departamento de Estado; e, Douglas Feith, o subsecretário de política do Pentágono. Esses homens agiram de acordo com os planos sionistas de derrubar o regime iraquiano que já existiam bem antes de Bush se tornar presidente no início de 2001. [21]

    Para pessoas bem informadas, essa realidade não é segredo. Na Grã-Bretanha, um membro veterano da Câmara dos Comuns declarou abertamente em maio de 2003 que os judeus pró-Israel haviam assumido o controle da política externa dos Estados Unidos e conseguido empurrar os Estados Unidos e a Grã-Bretanha para a guerra no Iraque. Tam Dalyell, um deputado do Partido Trabalhista conhecido como “Pai da Casa” porque era o membro do Parlamento com mais tempo de serviço, disse:  “Uma cabala judia assumiu o governo dos Estados Unidos e formou uma aliança profana com os cristãos fundamentalistas… Há muita influência judaica nos Estados Unidos”. [22]

    Em Washington, o senador Ernest Hollings foi levado a declarar que o Iraque foi invadido, como ele mesmo disse, para “proteger Israel” e que “todo mundo” sabe disso. Referindo-se à relutância de seus colegas no Congresso em reconhecer abertamente essa realidade, Hollings disse que “ninguém está disposto a se levantar e dizer o que está acontecendo”. Os membros do Congresso, com poucas exceções, apoiam de forma acrítica Israel e suas políticas devido ao que Hollings chamou de “as pressões que recebemos politicamente”. [23]

    Este apoio ilimitado ao Estado judeu por políticos americanos de ambos os principais partidos foi claramente afirmado por Nancy Pelosi, uma importante líder do Partido Democrata no Congresso, e porta-voz da Câmara dos Representantes dos EUA. Em uma conferência em 2018, ela disse: “Eu disse às pessoas quando me perguntam: Se este Capitólio desmoronasse, a única coisa que permaneceria é nosso compromisso com nossa ajuda… e nem mesmo chamo isso de ajuda… Nossa cooperação com Israel. Isso é fundamental para quem somos”. [24]

    Com os líderes sionistas agora estimulando os Estados Unidos a novos conflitos contra os adversários de Israel, o custo para os americanos da aliança dos Estados Unidos com o Estado judeu provavelmente aumentará ainda mais nos próximos anos.

    Resumindo: os judeus exercem imenso poder e influência nos Estados Unidos. O “lobby judeu” é um fator decisivo no apoio dos EUA a Israel. Os interesses judaico-sionistas não são idênticos aos interesses americanos. Na verdade, eles frequentemente entram em conflito.

    Enquanto o lobby judeu “muito poderoso” permanecer entrincheirado, não haverá fim para o controle judaico-sionista sobre o sistema político dos EUA e a mídia americana, a opressão sionista dos palestinos e a ameaça israelense à paz.


    Fonte: www.ihr.org

    Notas:

    [1] Esse consenso se reflete em várias resoluções da ONU condenando Israel, que foram aprovadas por maioria esmagadora, muitas vezes com os EUA e Israel virtualmente sozinho na oposição. Ver, por exemplo: UN Press Release, GA / 10179, 21 de outubro de 2003. (http://www.un.org/press/en/2003/ga10179.doc.htm); “UAE, Bahrain, Sudan join huge majority backing anti-Israel moves at UN panel”, The Times of Israel, 5 de novembro de 2020 ( https://www.timesofisrael.com/un-committee-again-passes-annual- anti-israel-resoluções-with-grande-majorities /); “UN Panel Votes 163-5 in Support of Palestinian Statehood, End of Occupation”, The Times of Israel, 20 de novembro de 2020 (https://www.timesofisrael.com/un-votes-163-5-in-support-of-palestinian-statehood-end-of-occupation/).

    [2] Madrid. Em 8 de abril de 2002.  J. Brinkley, “Israel Starts Leaving…”, The New York Times, 9 de abril de 2002.(http://www.nytimes.com/2002/04/08/international/08CND-MIDE.html)

    [3] D. Tutu, “Apartheid na Terra Santa”, The Guardian (Grã-Bretanha), 29 de abril de 2002. (http://www.guardian.co.uk/israel/comment/0,10551,706911,00.html)

    [4] Benjamin Ginsberg, The Fatal Embrace: Judeus e o Estado (Universidade de Chicago, 1993), p. 1, 103.

    [5] S. Steinlight, “The Jewish Stake in America’s Changing Demography: Reconsidering a Misguided Immigration Policy”, Center for Immigration Studies, novembro de 2001. (http://www.cis.org/articles/2001/back1301.html)

    [6] Seymour Martin Lipset e Earl Raab, Judeus e a Nova Cena Americana (Harvard Univ. Press, 1995), p. 26-27.

    [7] N. Burstein, “Jewish power dominates at ‘Vanity Fair’”, The Jerusalem Post (Israel), 12 de outubro de 2007. (http://www.jpost.com/servlet/Satellite?cid=1191257286817&pagename=JPost%2FJPArticle%2FShowFull).

    [8] “Five Jews Make Forbes’ List of Top Ten Wealthiest Americans”, The Times of Israel, 6 de outubro de 2018 (https://www.timesofisrael.com/5-jews-make-forbes-list-of-top-10-wealthiest-americans/)

    [9] R. Kampeas, “Who’s Giving the Most in 2020 Campaigns? Here’s a Rundown of the Biggest Jewish Donors”, Jewish Telegraphic Agency (JTA), 24 de setembro de 2020 (https://www.jta.org/2020/09/24/politics/whos-giving-the-most-in-2020-campaign-heres-a-rundown-of-the-biggest-jewish-donors)

    [10] P. Weiss, J. North, “It Sure Looks Like Trump and Adelson Have Cut a Deal on Annexation”. Mondoweiss, 12 de junho de 2020 (https://mondoweiss.net/2020/06/it-sure-looks-like-trump-and-adelson-have-cut-a-deal-on-annexation/)

    [11] P. Stone, “Billionaire Casino Boss Sheldon Adelson Splashes the Cash in Bid to Help Trump”, The Guardian, 31 de outubro de 2020 (https://www.theguardian.com/us-news/2020/oct/31/sheldson-adelson-trump-republicans-election). Ver também: “Adelsons Pour $75 Million Into Last-Ditch Effort to Save Trump”, Politico, 15 de outubro de 2020 (https://www.politico.com/news/2020/10/15/adelson-trump-super-pac-429688); “Adelsons Said to Pledge Up to $50 Million in Final Trump Campaign Push”, JTA, 18 de setembro de 2020. (https://www.jta.org/quick-reads/adelsons-pledge-up-to-50-million-in-final-trump-campaign-push-according-to-report); Eli Clifton, “Trump Stuck Between Ending Endless Wars and his Hawkish Megadonor”, Responsible Statecraft, 4 de dezembro de 2019. (https://responsiblestatecraft.org/2019/12/04/trump-stuck-between-ending-endless-wars-and-his-hawkish-megadonors/)

    [12] R. Kampeas, “Who’s Giving the Most in 2020 Campaigns? Here’s a Rundown of the Biggest Jewish Donors”, JTA, 24 de setembro de 2020 (https://www.jta.org/2020/09/24/politics/whos-giving-the-most-in-2020-campaign-heres-a-rundown-of-the-biggest-jewish-donors); Y. Katz, “Jerusalem Post 50 Most Influential Jews: Number 1 – Haim Saban”, The Jerusalem Post (Israel), 2 de outubro de 2016 (http://www.jpost.com/Not-Just-News/Jerusalem-Post-50-Most-Influential-Jews-Number-1-Haim-Saban-468975); “Battle of the Billionaires: Wealthy Clinton Backers Pour Money into Trump Fight”, Fox News, 4 de agosto de 2016 (http://www.foxnews.com/politics/2016/08/04/battle-billionaires-clinton-s-uber-rich-backers-pour-money-into-trump-fight.html).

    [13] A. R. Sorkin, “Schlepping to Moguldom”, The New York Times, 5 de setembro de 2004. (http://www.nytimes.com/2004/09/05/business/yourmoney/05sab.html); “Israeli Billionaire Saban is Biggest Donor to US Politicians”, Ynet News (Israel), 23 de janeiro de 2007. (http://www.ynetnews.com/articles/1,7340,L-3355786,00.html)

    [14] M. J. Rosenberg, “Sheldon Adelson and Haim Saban: Billionaire Funders for Israel”, The Nation, 8 de dezembro de 2014. (http://www.thenation.com/article/192065/sheldon-adelson-and-haim-saban-want-be-koch-brothers-israel)

    [15] M. Medved, “Is Hollywood Too Jewish?”, Moment. Agosto de 1996 (Vol. 21, No. 4), p. 37.

    [16] Jonathan Jeremy Goldberg, “Jewish Power: Inside the American Jewish Establishment” (Addison-Wesley, 1996), p. 280, 287-288. Ver também pgs. 39-40, 290-291.

    [17] J. Stein, “How Jewish Is Hollywood?”, Los Angeles Times, 19 de dezembro de 2008. (http://www.latimes.com/news/opinion/commentary/la-oe-stein19-2008dec19,0,4676183.column)

    [18] Jennifer Epstein, “Biden: ‘Jewish heritage is American heritage’”. Politico, 21 de maio de 2013. (http://www.politico.com/politico44/2013/05/biden-jewish-heritage-is-american-heritage-164525.html); Daniel Halper, “Biden Talks of ‘Outsized Influence’ of Jews: ‘The Influence Is Immense’,” The Weekly Standard, 22 de maio de 2013. Ver também: M. Weber, “Vice President Biden Acknowledges ‘Immense’ Jewish Role in American Mass Media and Cultural Life”. Julho de 2013. (http://ihr.org/other/biden_jewish_role)

    [19] “Nixon, Billy Graham Make Derogatory Comments About Jews on Tapes”, Chicago Tribune, 1 de março de 2002 (ou 28 de fevereiro de 2002). (http://www.fpp.co.uk/online/02/02/Graham_Nixon.html); “Billy Graham Apologizes for ’72 Remarks”, Associated Press, Los Angeles Times, 2 de março de 2002; “Graham Regrets Jewish Slur”, BBC News, 2 de março de 2002.

    [20] A. Lilienthal, “The Zionist Connection” (Nova Iorque: Dodd, Mead, 1978), p. 206, 209, 212, 218, 228, 229.

    [21] Ver: John J. Mearsheimer e Stephen M. Walt, “The Israel Lobby and US Foreign Policy”. Nova Iorque: Farrar, Straus & Giroux, 2007.

    [22] F. Nelson, “Anger Over Dalyell’s ‘Jewish Cabal’ Slur”, The Scotsman (Edimburgo), 5 de maio de 2003; M. White, “Dalyell Steps Up Attack On Levy”, The Guardian (Londres), 6 de maio de 2003. (http://www.theguardian.com/uk/2003/may/06/race.politics). Ver também: M. Weber, “Iraq: A War for Israel”. (http://www.ihr.org/leaflets/iraqwar.shtml).

    [23] M. Weber, “‘Iraq Was Invaded to Secure Israel’, Says Senator Hollings”. 16 de julho de 2004 (http://www.ihr.org/news/040716_hollings.shtml)

    [24] P. Weiss, “Pay no attention to Tlaib and Omar, says Pelosi – but she does”, Mondoweiss, 26 de janeiro de 2019 (https://mondoweiss.net/2019/01/acknowledges-pressure-solution/). Pelosi falava na conferência anual do Conselho Israelense-Americano, 2 de dezembro de 2018. Junto com ela estavam duas importantes figuras judaicosionistas: o líder do Partido Democrático no Senado dos EUA, Chuck Schumer e Haim Saban, o empresário bilionário israeloamericano que tem sido um grande financiador dos candidatos do Partido Democrata.