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sábado, 16 de setembro de 2023

O crime monetário mundial entra em sua fase final

 

Cabeças do lobby judaico mundial como o ex-secretário da fazenda dos EUA, Larry Summers e o ex-economista do FMI, Kenneth Saul Rogoff, fomentam nos bastidores – a todo vapor – a eliminação do dinheiro em espécie. Seus fantoches para tal empreitada criminosa são Mario Draghi, como presidente do Banco Central Europeu, assim como Angela Merkel e Wolfgang Schäuble, capatazes da escravidão do povo alemão. Aqui no Brasil, este ponto da cartilha mundial sionista é cumprida por um deputado do PT.

Com o maior ato terrorista das finanças mundiais, a humanidade deve ser controlada 100%, subjugada, interditada, desapropriada e completamente escravizada. Apenas dinheiro eletrônico nas contas bancárias, que a qualquer momento pode ser confiscada ou encerrada. Em português claro, isso significa que nenhuma pessoa pode possuir seja lá o que for, pelo qual ela tenha trabalhado duro sua vida toda. Como tudo acontece pela via digital, qualquer posse material passa a não ter mais valor, pois os dominadores-666 podem apagar uma conta eletrônica (onde a posse de dinheiro é feita ou onde é administrada suas posses) ou desapropriar um cidadão apenas através de uma tecla do computador

Com a eliminação do dinheiro em espécie, intenção esta levada a cabo com toda energia pelo judaísmo financeiro mundial, os juros podem ser reduzidos ao seu bel prazer e as coisas ajustadas através de juros negativos, pois toda a quantidade monetária existiria apenas na forma virtual. Os serviços médicos entram em colapso, pois os recursos dos planos de saúde não são mais usados para o tratamento de seus membros, mas derretem através dos juros negativos como uma pedra de gelo sob o sol do Sahara.

Os bancos centrais do mundo ocidental, que pertencem em sua totalidade aos Rothschild ou são controlados por estes, se transformaram nos senhores das pessoas. Eles decidem no futuro se nós iremos viver ou morrer. Pois nossa existência depende de nossos bens conquistados com bastante trabalho, mas que não existirá mais quando for colocado em prática o dinheiro eletrônico.

Quem ainda não entendeu que as finanças judaicas mundiais criaram a União Europeia para parir o Euro, onde a posse monetária das pessoas pode ser transformada em algo eletrônico sem valor, tais cabeças devem servir apenas para que a palha não cai sobre o chão. Quem ainda participa das eleições deste sistema partidário, não é apenas um suicida, mas também um assassino de suas próprias crianças.

Leiam o texto abaixo do jornal FAZ sobre este crime monetário mundial, assim você poderá entender o que este bando de reptilianos fazem com os seres humanos. Reconheçam os seres que se parecem como humanos, que se deixam passar por políticos e assim podem manipular vocês como ração financeira reptiliana.

Dinheiro em espécie e a fantasia dos Bancos Centrais

Os planos para impor limites nos pagamentos com dinheiro em espécie ou a eliminação das notas de 500 Euros podem ter consequências desastrosas. Não apenas a confiança no Euro está em jogo.

Dinheiro em espécie é mais que liberdade, pois ele faz mais pelos cidadãos do que “apenas” protegê-los do controle pelo Estado ou conglomerados financeiros. Para muitos, o dinheiro em espécie é uma reserva de valor. Em países em crise ou com moeda fraca, onde as pessoas – por boas razões – não têm confiança no Estado ou no dinheiro, o patrimônio procura se salvaguardar em Dólar, Euro ou em Franco suíço.

E não se trata aqui de principalmente de criminosos, como é considerado pelo Ministério da Fazenda, mas de pessoas normais que querem proteger através das notas seu patrimônio conquistado com trabalho duro – seja ele pequeno ou grande – da desvalorização ou desapropriação. Na antiga Iugoslávia, o Marco alemão era bastante apreciado, hoje é o Euro no Kosovo ou na Turquia ou até mesmo na Argentina existe mais notas de 500 Euros do que em muitos países da União Europeia. Sim, os criminosos também preferem notas grandes, mas atividades ilícitas são a exceção, não a regra.

Quem ainda acredita no Euro?

Os amigos desta loucura de controle total colocam nas mãos dos simpatizantes do dinheiro em espécie, que eles seriam amigos de criminosos. O presidente do Bundesbank alemão, Weidmann, insuspeito destes atos criminosos, externou suas dúvidas, se terroristas ou criminosos seriam impedidos de cometer seus atos, à medida que dinheiro em espécie fosse proibido a partir de um determinado valor ou que notas de grandes valores fossem suprimidas. Ele lembra também sobre o importante papel das notas de 500 Euros na crise financeira, quando quase aconteceu uma corrida aos bancos.

O que teria acontecido naquela ocasião, caso não tivéssemos dinheiro em espécie? Os planos para limitação de pagamentos em espécie e eliminação de notas de grande alto valor minam a confiança no Euro. Quem ainda acredita no Euro, se considerarmos que suas grandes notas irão perder sua validade em algum momento? Quem poderá ser ainda convencido que a União monetária irá existir ainda?

Muitos apoiadores da ideia “cidadão de vidro” apontam as preocupações diante do emprego de juros negativos, com todos os motivos geopolíticos para a despedida passo a passo do dinheiro em espécie, como algo pertencente ao reino das teorias da conspiração. E também Weidmann, com sua objetividade contrastando com qualquer conspiração, falou algo pertinente. A difícil situação econômica dá margem para muitas fantasias, como a total liberdade para qualquer tipo de política monetária. Através do dinheiro vivo, existe um limite inferior para os juros. Caso este abaixe muito, na área dos juros negativos, torna-se atrativo aos clientes dos bancos manter consigo dinheiro em espécie. Elimina-se o dinheiro em espécie, os juros poderiam ser reduzidos ao seu bel prazer.

O curioso tornou-se há muito tempo a nova normalidade

Quem ainda acredita que não será atingido pelos juros negativos dos Bancos Centrais, deve estar contaminado com a cegueira. No mercado de capital, títulos no valor de cerca de sete trilhões de Euro tiveram rendimentos negativos. O curioso tornou-se há muito tempo a nova normalidade. Há muitos anos os investidores pagam para poder ter um crédito junto À União. Através da previdência, seguros de vida ou fundos, o pequeno investidor também contribui. Entrementes até os fundos de saúde são alvos destes juros escorchantes.

As esperanças dos Bancos Centrais enganam quando tenta através dos juros negativos levar a uma transformação positiva da conjuntura e conter a inflação. Cada vez mais aumenta-se o desamparo, até mesmo o desespero. O que os diretores dos Bancos Centrais podem ainda fazer, se avizinha-se uma recessão?

Aqui aparecem as propostas para eliminação do dinheiro em espécie, que dentre outros são promovidas pelo ex- Secretário do Tesouro dos EUA, Summers, e o ex-diretor do FMI, Rogoff. Assim poder-se-ia pressionar ainda mais estes juros punitivos pela direção dos juros negativos. Seria o sonho de todos os devedores e um paraíso para os pecadores da dívida da União Monetária. Desta forma força-se o poupador ao consumo e desapropria-se lentamente os credores, pois ninguém poderia se refugiar mais portado dinheiro em espécie.

Pode aumentar o perigo de uma guerra monetária

Um efeito semelhante poderia acontecer em uma reorientação dos Bancos Centrais quanto ao dinheiro eletrônico, simulada em uma análise recente feita pelos Fundos Monetários. Ali pode-se ler que quais consequências teriam se todos os preços e salários fossem atrelados ao novo modelo – dinheiro eletrônico – e o dinheiro em espécie fosse depreciado ao bel prazer pelos Bancos Centrais.

Para aqueles onde tais considerações não são esquisitas o suficiente, ele pode seguir o debate sobre o helicóptero de dinheiro, em seus voos da América do Norte para a Europa. Se caso nada mais ajudar, Os Bancos Centrais levam ao povo simplesmente mais dinheiro recém impresso. Tais propostas não são teorias da conspiração, mas podem acabar em políticas monetárias radicais – como mostram os juros negativos.

Antes de já vermos o presidente do BCE, Draghi, diante de nossos olhos espirituais, jogar dinheiro lá do helicóptero, deveríamos perceber brevemente espiar o estrondoso efeito colateral. Na espiral de desvalorização, aumenta-se o perigo de uma guerra monetária, os bancos ficam ainda mais sob pressão, nos mercados de bens de capital eleva-se o volume das aplicações e formam-se bolhas. Mas principalmente as pessoas perdem aquilo que restou de confiança no Euro.

Holger Steltzner

National Journal, 07/03/2016.

Deputado do PT propõe eliminação do Dinheiro em espécie

E para aqueles que ainda se iludem com nossa classe política e seu sistema multipartidário – onde a maioria esmagadora dos “representantes do povo” não defende o país e sua população, mas apenas cumprem as determinações de grupos de interesse transnacionais – um deputado do PT propõe através do PL 48/2015 extinguir “a produção, circulação e uso do dinheiro em espécie, e determina que as transações financeiras se realizem apenas através do sistema digital.”

Não podemos mais relativizar e achar que “esse é menos pior que aquele”. Vamos deixar claro que a maioria destes penicos partidários não apenas abrigam os piores excrementos apátridas, mas pior que isso, eles nunca pretenderam defender os vitais interesses da população.

A possibilidade do cidadão ter todo seu dinheiro na forma digital e sendo assim, passar a estar totalmente dependente de alguma instituição bancária e/ou do governo, é o maior desejo das hienas internacionais. E a desculpa é sempre a mesma: a ação ilícita de uma minoria. Por causa destes, a maioria deve ter sua liberdade restringida: segundo a justificativa para aprovação deste PL, a eliminação do dinheiro em espécie ajuda em nosso dia a dia, “sem falar que terroristas, sonegadores, lavadores de dinheiro, cartéis de drogas, assaltantes, corruptos estariam na mira fácil do controle financeiro.”

O combate à liberdade de expressão no Brasil

 

No ano de 2023, o cenário nacional tem sido marcado por um esforço crescente dos agentes estatais em direção a tentar, de diversas formas, limitar a liberdade de expressão. Tudo começou com indicativos de um verdadeiro vilipêndio à Constituição Federal por parte de uma entidade que é definida pela própria Carta Magna como responsável por ser sua guardiã.



Houve um tempo em que professores universitários, como aqueles das cadeiras de Direito Constitucional, de Direito Penal e de Direito Processual Penal, denunciavam os desmandos causados ao arrepio da Constituição Federal por diversos agentes estatais, políticos, legisladores e juristas, apontando-os como autoritários ou antidemocráticos.

É significativa a indignação, e a saudade, por parte de muitos de nós brasileiros, de um período em que a violação dos Direitos Fundamentais não passava despercebida. Há uma sensação de abandono em relação àqueles que teciam críticas fundamentadas àqueles órgãos e aosrepresentantes estatais que fizessem uso de uma interpretação demasiadamente alargada ou de uma ponderação forçada entre princípios constitucionais visando atingir interesses escusos.

A crítica feroz aparecia justamente pelos métodos de “interpretação” utilizados o serem atingindo, de forma contraditória, a essência daqueles próprios princípios que se afirmava implementar. Ninguém, afinal, considera algo de uma certa excentricidade tentar preservar a democracia a partir da limitação estatal à liberdade de expressão dos cidadãos aos quais este existe para servir?

São tempos sombrios. Existem, há muito, mecanismos penais e processuais penais suficientes para combater crimes de difamação, injúria ou calúnia, ou crimes contra a honra em geral. Não se trata de combater atentados contra a honra de indivíduos, trata-se de punir a mentira, pura e simplesmente. Há um potencial danoso considerável na empreitada em questão. É trabalhoso encontrar algo mais subjetivo, ou sujeito a manobras ocultas, do que um controle estatal daquilo que poderia vir a ser de caráter mentiroso.

A interpretação da Constituição Federal, dos Direitos e das Garantias Fundamentais, hoje, varia conforme o grupo político que está no poder, assim como as leis são interpretadas conforme quem está sendo submetido a julgamento. Há uma clara fuga, do objeto levado à análise, para o sujeito sob julgamento. O pretenso combate às “fake news” (notícias “falsas”) é mais um exemplo de uma conhecida tática utilizada por inúmeros regimes ditatoriais no decorrer da história.

A sociedade tem regredido, atingindo o momento em que ouvir o outro não é mais prioridade. O pretexto é o de combater o “discurso de ódio”, o decombater as “fake news”. Boa parte da sociedade e dos pretensos intelectuais fecham os olhos, no entanto, para quem costuma ser aquele que é acusado de proferir o discurso de ódio, para quem costuma ser o acusado de propagar “fake news”.Os mesmos agentes esquecem-se de verificar se determinado grupo político convenientemente não se encontra isento de acusações semelhantes.

A disposição de atacar criticamente e de forma fundamentada tendências autoritárias, por parte de determinados “intelectuais”, parece ser reduzidaquando tais tendências provêm de grupos políticos de seu interesse. O aspecto subjetivo, o agente, subitamente passa a interessar mais do que o objetivo, suas ações. Não é só: Quando o grupo político em questão assume o poder, parece que também aqueles que atuam ao seu redor, no seu interesse, ou prejudicando o grupo político contrário, ganham uma carta branca para violar o diploma constitucional. É a defesa “intelectual” da violação da democracia “em prol da democracia”.

Eis que pergunto: Até quando “os fins justificam os meios”? Um jogo de palavras que se encaixa muito bem na temática em questão. Afinal, é equivocadamente atribuído à obra prima de Nicolau Maquiavel, “O príncipe”. Mais um exemplo das danosas “fake news”. Talvez devamos procurar o responsável pelo equívoco e excluí-lo das redes sociais.

É inadmissível que um sujeito ofusque a verdade, mais um mentiroso em meio à sociedade. Aparentemente, não há como permitir que o cidadão brasileiro, ao que indicam as pretensas medidas, um autômato desprovido de senso crítico,leia o conteúdo em questão e o interprete de forma equivocada. É impressionante como muitos indivíduos têm a tendência a ver a verdade como algo absoluto e de fácil acesso, não como algo relativo, ou, muito menos, como algo que pode ser manipulado visando a preservação de interesses escusos.

A imagem de uma figura central infalível, quase sobre-humana, bondosa, desprovida de interesses materiais, escusos, sem nenhum interesse contrário ao bem-estar do “povo”, da “sociedade”, ainda se faz muito presente entre as massas. Não teria sido justamente esta a visão de muitos alemães durante a Alemanha de Hitler, de muitos Soviéticos durante parte da União Soviética de Lenin e de Stalin, de boa parte da Cuba de Fidel Castro? Sim, a visão endeusada, de infalibilidade e bondade ilimitada por parte de determinadas figuras políticas. Uma visão, no mínimo, perigosa.

Dar o poder de separar a verdade da mentira não seria uma dádiva pertencente apenas aos deuses? Sim, no entanto, na terra, no Brasil, vivem apenas humanos, perfeitos apenas na universalidade de sua imperfeição. Às vezes, esquecemos disto. Em algumas ocasiões, como em Cuba, na União Soviética e na Alemanha Nazista, com efeitos desastrosos.

No século XV, um padre dominicano e pregador de Florença, Girolamo Savonarola, promoveu aquelas que ficaram conhecidas como “fogueiras das vaidades”, termo que, desde então, não sem razão,passou a ser usado em sentido pejorativo. O mencionado padre liderou uma queima maciça, por parte de seus seguidores, tanto de livros quanto de obras de arte, e de tudo aquilo que representasse o sacrilégio em que consistiriam itens tidos como luxuosos. Entre tais aspectos, destaque-se o próprio “luxo” de diversos e selecionados livros, o “luxo” do acesso ao conhecimento. Há algo aparentemente pecaminoso em itens que permitam que o povo escape de ser transformado em massa de manobra.

Hoje, o que se promove, em discursos políticos, projetos de lei e decisões judiciais no mínimo duvidosas, mais uma vez, é a criação de várias fogueiras da vaidade. As chamas, hoje, começam a atingir a democracia e a liberdade de expressão, sob os aplausos dos pretensos “intelectuais”. A polarização política atingiu um ponto em que até alguns abolicionistas penais, defensores do Direito Penal Mínimo e constitucionalistas rigorosos defendem a restrição à liberdade de expressão. O cenário é de cegueira deliberada. Em alguns casos, de má-fé, pautada por claros interesses políticos. A hipocrisia é comparável a um caso hipotético de feministas que hoje em dia defendessem a antiga queima das bruxas de Salém.

Ora, atualmente, quem são as bruxas? Quem virá a ser queimado? A cegueira deliberada atinge, no momento, apenas interesses de um grupo político contrário àquele que ocupa o coração dos pretensos “Intelectuais”. Esquecem-se que a liberdade de expressão é um direito fundamental de caráter amplo, e inclui a liberdade dos próprios. Pelo menos, por enquanto. Afinal, a titularidade de ditar o que pode ou não ser expressado vem se tornando cada vez mais estatal. Até quando os próprios “intelectuais” serão imunes às possíveis arbitrariedades estatais?

É preciso que os pretensos “intelectuais”, os“especialistas”, se recordem e entendam, de uma vez por todas, que Galileu Galilei e Giordano Bruno não foram perseguidos por expressarem opiniões falsas. Eram falsas apenas para aqueles que tinham o poder de escolher a verdade mais conveniente, Eram falsas apenas para aqueles que detinham o poder de assim defini-las. As “fakenews” eram punidas desde aquele período tão distante. Não se pode esquecer, assim, que nossa civilização já sofreu muitos efeitos do combate às “fake news”. Giordano Bruno, as bruxas de Salém, e tantos outros acusados de heresia terminaram em cinzas.

Não é difícil, usando inúmeros exemplos históricos, demonstrar em quantas ocasiões uma política voltada à restrição da liberdade de expressão levou a regimes autoritários e verdadeiramente ditatoriais. Também não é difícil pesquisar no “google” sobre Holodomor ou sobre a carnificina das perseguições da Santa Inquisição. É possível, ainda, partir para uma abordagem literária e, ao mesmo tempo, metafórica. Cabe falar sobre hipocrisia, e, para tanto, usemos um conto de Edgar Allan Poe.

Em 1842, Edgar Allan Poe, o autor de “O Corvo”, publicou o conto denominado “O Baile da Morte Vermelha”. Começa apresentando a peste conhecida como “a morte vermelha”, que devastava o país, sendo que nunca “nenhuma praga jamais fora tão fatal ou tétrica”, “provocava dores agudas, torturas repentinas e, por fim, uma profusa hemorragia”, sendo que, durando apenas meia hora para dar início aos sintomas e matar os contaminados, era vermelha como o sangue que fazia jorrar.

O protagonista da obra, o “Príncipe Próspero”, observando a desgraça que recaía sobre os cidadãos ao seu entorno, menosprezando seus efeitos, construiu uma fortaleza com muros altos e fortificados para se isolar junto com parte da nobreza, com seus favoritos, escolhidos à dedo, deixando o restante da população para sofrer com os horrores da peste dos lados de fora de suas altas muralhas fortificadas. Após aguardar a entrada dos seus cortesãos, trancou os cadeados do castelo, deixando que a população se virasse com a peste.

Em sua fortaleza, o príncipe próspero realizava diversas celebrações, vivendo em estado de fartura junto a seus protegidos, com bailarinos, músicos, e gostos considerados excêntricos, tudo regado à “Beleza e vinho”. Toda a fartura ocorria enquanto a morte vermelha atingia a população que se encontrava dos lados de fora de sua construção fortificada, com altas taxas de transmissibilidade. Não havia esforço algum para tentar buscar uma cura para a peste. Havia apenas a sensação de segurança, de privilégio, e uma vontade voltada à celebração constante.

Em uma determinada ocasião, no ápice de seu contentamento, o Príncipe resolve convidar os seus mil membros da nobreza para participarem de um luxuoso baile de máscaras, com cômodos de diversas cores, além de tudo o que sua alta posição social e sua excentricidade pudessem lhe garantir. Houve, no entanto, um participante inesperado, que se vestia de forma bastante excêntrica até mesmo para o curioso príncipe. Era uma figura de porte esquelético, trajando “da cabeça aos pés as vestes da morte”, com um figurino que terminava em uma máscara de trejeitos cadavéricos.

Para enorme surpresa do príncipe, ao ordenar, indignado com a ousadia do suposto convidado, que o estranho indivíduo retirasse sua máscara, constatou, com horror, que o visitante era a própria morte vermelha, que finalmente se infiltrara em suailusória fortaleza. A morte vermelha havia atingido toda a população alijada dos muros construídos pelo príncipe, para, após seis meses, levar a vida do príncipe próspero e de todos os seus convidados, que, por muito tempo, imaginaram-se inatingíveis pela peste.

O conto em questão tem o potencial de trazer muitas reflexões e questionamentos interessantes. Apenas um desses bons questionamentos, fazendo jus à liberdade, pelo menos temporária, de poder se expressar de forma metafórica, é aquele referente à quando os “intelectuais” se levantarão contra a peste que circunda seus muros.Continuarão em silêncio, isolados em suas fortalezas, sentindo-se inatingíveis, esperando a chegada da morte vermelha? Fica a lição: não endeusem a si ou a outros, a liberdade é preciosa. Na omissão, na inércia, o autoritarismo, a arbitrariedade, a peste, sempre chega para todos.

*André Polido

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Cruzando o Rubicão

 

Ao final de sua declaração, o professor estava atônito. Nunca havia recebido uma objeção deste tipo. Então apelou para acusar o estudante de racista, anti-semita e outros porretes lingüísticos. Mas de nada adiantou, já que Júlio se manteve como um colosso, inflexível em sua postura. Vendo-se sem saída, o comunista saiu de sala ameaçando que não toleraria tal afronta e que informaria o fato à reitoria. Os colegas de turma olhavam perplexos. Uma minoria de alma lavada, pois nunca tiveram tal coragem e desenvoltura.

“Seus ouvidos doíam com as besteiras marxistóides…

Júlio era um rapaz como tantos outros no Brasil. Era o filho mais novo de uma família de origem portuguesa. Estava no auge de seus 25 anos de idade e era um jovem dedicado aos pais e aos estudos. Havia alguns anos, trabalhava em um escritório de administração para ajudar nas despesas domésticas e estudava à noite. Cursava universidade de história em busca de seu sonho: tornar-se um renomado historiador, autor de livros reconhecidos no meio acadêmico.

Na faculdade, Júlio era tido como um dos mais aplicados e inteligentes da turma. Com uma perspicácia afiada, muitas vezes conseguia inquirir e encurralar seus professores em vários temas. Diversas foram as vezes em que ele os havia deixado até mesmo em uma situação constrangedora perante os outros alunos. Dois assuntos estavam dentre os seus preferidos: história romana e a segunda grande guerra.

No ambiente acadêmico, ele era exposto às mais absurdas adversidades. Seus ouvidos doíam com as besteiras marxistóides que muitos de seus professores vociferavam. O sangue lhe fervia nas acaloradas discussões que ocorriam, quando, muito a contra gosto, era forçado a constatar os supostos mestres colocando seus controversos ideais a frente da verdade histórica.

Certa tarde, em um ensolarado sábado, Júlio atentamente degustava um livro sobre a vida de Júlio Cesar. Do grande ditador, ele herdara o segundo nome e a vontade de sempre ir além. O livro contava toda a trajetória do Cônsul romano, desde seu nascimento, passando por suas proezas militares até o episódio em que retornou a Roma e preparou o caminho para a glória imperial e a era dos Césares.

Dias depois, estava ele assistindo atentamente a uma aula sobre as guerras do século XX. Naquele dia, em particular, o tema seria o desenrolar da 2º Guerra Mundial. Sendo este um dos assuntos que mais lhe aguçavam a curiosidade, seus sentidos estavam totalmente concentrados nas palavras do mestre. Em dada altura da aula, iniciou-se um debate sobre o holocausto e as atrocidades cometidas pelos alemães. O professor, um notório comunista, era incisivo em suas afirmações de que o povo alemão era, como um todo, culpado pelas barbaridades perpetradas contra as minorias étnico/sociais e, particularmente, o povo judeu.

Um ou outro aluno tentava argumentar contra o acadêmico filo-comunista, mas de nada adiantava. Por mais que esses alunos falassem em um tom de voz normal e mesmo com uma fraca argumentação, o sujeito, furioso, esbravejava. Foi então que, segundo suas próprias palavras, “para silenciar e acabar com toda dúvida”, o mesmo apagou a luz da sala e iniciou uma exposição de slides. As cenas chocavam. Pilhas de corpos caídos no chão. Prisioneiros esqueleticamente debilitados. Fotos dos sapatos das supostas vítimas e etc. A tenebrosa exibição seguiu por quase 15 minutos. Quando as luzes acenderam, não houve ninguém a argumentar – fosse a dúvida ou a coragem havia se dissipado.

Quando argumentos racionais e lógicos desaparecem, entra em cena a emoção num claro exemplo de aplicação daquela “técnica infalível” – NR.

Já era tarde da noite quando Julio retornou para casa. Sentado à mesa, jantava. Seu olhar se dissipava no vazio. Ele sentia certa vergonha de ter ficado calado no debate, pois não possuía conhecimento suficiente, fosse para concordar com o professor ou para discordar dele. Refletindo, percebeu que tudo o que conhecia sobre o suposto extermínio de judeus era o que tinha lido em livretos de escola e revistas penduradas em bancas de jornal. Outra coisa que atormentava seu pensamento era se realmente todas aquelas atrocidades eram verdade ou não e, se fossem, que tipo de gente era capaz de algo assim.

Um novo dia amanheceu e ele estava decido: iria estudar por sua própria conta sobre os fatos que lhe perturbaram o sono na noite passada. No intervalo para almoço, foi diretamente a uma livraria e procurou livros sérios sobre o holocausto. Encontrou dois títulos consagrados mundialmente, impressos por grandes editoras. Questionando o idoso dono da loja se havia algum outro material disponível, este lhe apresentou uma edição simplória. A capa, de cor cinza, era bem modesta. O autor, assim como a editora, desconhecidos para Júlio. Porém, devido à recomendação do velho italiano, levou-o juntamente com os outros dois.

Era quase final do semestre e o período de recesso universitário encaixava-se perfeitamente com as férias no trabalho. Além do mais, seria uma ótima oportunidade para ler as três novas aquisições. Aproximadamente vinte dias depois, Júlio concluía a leitura de dois volumes. Os mais famosos, dos quais ele já havia ouvido falar antes. Apesar da imensa quantidade de páginas, parecia que algo não se encaixa perfeitamente.

Foi então que ele tomou o último e anônimo artefato. O livro parecia apresentar outra face das alegadas atrocidades nazistas. A argumentação era racional e lógica. O autor realizava o cruzamento de informações e apresentava os grosseiros absurdos contidos nos outros dois livros que Júlio havia lido. Erros grotescos que lhe passaram despercebido. Página após página, as palavras lhe soavam como relâmpagos iluminando a cortina de treva intelectual em que vivia.

Desde então, Júlio se tornou obcecado em buscar a verdade dos fatos. Ele sabia, devido a sua formação religiosa, que a verdade liberta. Mas, porém, se esta traz a liberdade, quem teria interesse em escravizar através da mentira? Que diabólica determinação moveria os discípulos da falsidade e do engano? E foi justamente em busca de tais respostas, e pela realidade histórica que ele se aprofundou nos estudos.

As férias terminaram e assim se dava o retorno à rotina diária. As atividades universitárias recomeçaram a todo vapor. Logo na primeira semana, ele assistiria novamente às aulas do bolchevique tupiniquim. O tema agora seria especificamente o holocausto. Apesar de apreensivo, Júlio não vacilou. Decidiu que ouviria atentamente e dessa vez contestaria com a luz do conhecimento e da razão.

A aula já se iniciaria com um pequeno vídeo e em seguida, a tradicional tortura com a sessão de fotos. O assecla de Lênin sabia muito bem o que estava fazendo. Esta era uma ótima tática para quebrar toda barreira racional e preparar o ânimo da audiência. Deixar a todos em um clima extremamente emocional, essa era a chave para o triunfo de suas idéias sobre o público presente.

Terminado o circo de horrores, perguntou se alguém tinha dúvida ou questionamento a fazer. Com acelerado batimento cardíaco, Júlio ergueu a mão. Era o único. Falou sobre o que aprendera nos livros. Denunciou as várias fotos falsificadas. Interrogou sobre a procedência do vídeo, da falta de proposições lógicas e sobre o estado de estupor que essas exibições macabras, porém desprovidas de evidências, causavam nas pessoas.

Ao final de sua declaração, o professor estava atônito. Nunca havia recebido uma objeção deste tipo. Então apelou para acusar o estudante de racista, anti-semita e outros porretes lingüísticos. Mas de nada adiantou, já que Júlio se manteve como um colosso, inflexível em sua postura. Vendo-se sem saída, o comunista saiu de sala ameaçando que não toleraria tal afronta e que informaria o fato à reitoria. Os colegas de turma olhavam perplexos. Uma minoria de alma lavada, pois nunca tiveram tal coragem e desenvoltura. Outros fitavam o estudante, com um tenso olhar de reprovação.

O temor de represálias rondava os pensamentos de Júlio, mas, naquele momento, ele tinha uma certeza – tal qual Cesar, há mais de dois mil anos atrás – acabara de cruzar o Rubicão e não havia mais retorno…

Viktor Weiß

Nota: Em 50 a.C., o senado liderado por Catão ordenou o regresso de César e a desmobilização de todas as suas legiões, ao mesmo tempo que o proibia de se candidatar ao segundo cargo de cônsul in absentia. César sabia que, sem o seu imperium de procônsul e o poder das suas legiões, seria processado e eliminado da vida política assim que regressasse a Roma. Por este motivo, César recusou obedecer e atravessou o rio Rubicão, no norte da península Itálica, a 10 de Janeiro de 49 a.C., dizendo, segundo a lenda, “alea jacta est” (“a sorte está lançada”). Era o primeiro ato da guerra civil que haveria de pôr fim ao normal funcionamento das instituições políticas da República. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Julio_cesar

terça-feira, 12 de setembro de 2023

11 de setembro – A lenda do aço derretido

 Mais de 1.500 arquitetos e engenheiros duvidam da explicação oficial sobre os desabamentos. Certamente dois aviões atingiram as torres. Mas o que nós não sabemos é o tipo de avião, pois o FBI se nega a identificá-los. E o WTC 7 não foi atingido por qualquer avião, mas ele foi o terceiro arranha-céu que desabou naquele dia. Ou seja, a teoria “o fogo enfraqueceu o aço” não vale neste caso.

“Na apuração, edição e publicação de uma reportagem, seja ela factual ou analítica, os diversos ângulos que cercam os acontecimentos que ela busca retratar ou analisar devem ser abordados. O contraditório deve ser sempre acolhido, o que implica dizer que todos os diretamente envolvidos no assunto têm direito à sua versão sobre os fatos, à expressão de seus pontos de vista ou a dar as explicações que considerar convenientes” [Princípios Editoriais das Organizações Globo]

Devido à proximidade do 10º aniversário dos acontecimentos de 11 de setembro de 2001, eu gostaria de relembrar alguns fatos, os quais contradizem completamente a explicação oficial do governo norte-americano. Por exemplo, a afirmação de que o choque dos aviões e o fogo originado pelo combustível teriam enfraquecido a construção metálica e por isso as torres desabaram.

A afirmação de que a queima do querosene seria tão forte, ocasionando a perda de rigidez dos perfis metálicos e até seu derretimento, é uma tolice completa e fisicamente impossível. Em primeiro lugar, grande parte do combustível já se queimara durante a primeira explosão e em grande parte fora do prédio. Pode-se observar a bola de fogo em todas as imagens exibidas. O restante que permaneceu queimou durante 5 minutos, e então restou apenas o material de escritório. Para queimar 100.000 toneladas de aço seriam necessários vários dias e muita energia, pois o aço é um bom condutor de calor, e este se dissipa rapidamente.

Segundo, a afirmação de que um fogo normal derrete o aço é tão absurda, que me leva a perguntar por que minha churrasqueira não derrete, quando a aqueço por horas a fio? As chamas são até otimizadas pelo bico. Ou por que um motor de carro não derrete ou então uma turbina onde o combustível é queimado sob alta pressão? Isso não acontece e por isso esta afirmação – o combustível dos aviões e o material de escritório levaram as espessas barras de aço ao colapso – é totalmente ridícula.

Mas o que esperar deste espetáculo hollywoodiano, encenado em plena Nova York, reduto maior das Altas Finanças e do “Santo Holocausto”? Mais uma vez devemos relembrar as proféticas palavras do judeu Vidal-Naquet: “Não se deve perguntar como foi tecnicamente possível um extermínio em massa. Foi tecnicamente possível porque aconteceu. Este é o ponto de partida obrigatório para toda investigação histórica sobre este tema. Esta verdade queremos simplesmente lembrar: não existe debate sobre a existência das câmaras de gás, e não deve haver nenhum.”. Portanto, senhores, todos nós devemos engolir bravamente os esclarecimentos do honesto governo norte-americano. E se armaram um circo após a Segunda Guerra que deixaria vermelho de vergonha até o Barão de Münchhausen – e o mundo todo acreditou – por que oras não deveria funcionar agora? – NR.

Antes e depois do 11 de setembro, inúmeros edifícios pegaram fogo de cima a baixo, durante horas a fio, e nenhum entrou em colapso. Em 1946, um bombardeio quadrimotor colidiu com o Empire State Building, em Nova York, e alguns andares superiores se danificaram e se incendiaram. O edifício está em pé até hoje.

Existem boas provas de que a temperatura nos andares onde os aviões se chocaram, era bem baixa, sim, até haveria tido um resfriamento. Pois pessoas apareceram nos buracos e acenaram da fachada. Isso seria impossível se dominassem temperaturas propícias para o derretimento do aço. O ponto de fusão do aço, segundo o tipo de liga metálica, pode chegar até a 1.536 ºC. O porém é que não se desenvolveu qualquer alta temperatura e o período de alguns minutos também foi muito breve para abalar a estrutura.

E caso aqui residisse o motivo, então apenas a parte superior teria se inclinado e a intacta parte inferior teria permanecido. Massas se movimentam na direção de menor resistência; isso é um princípio físico. Quando se serra uma árvore ao meio, então a parte superior se inclina e a base permanece. A parte superior não desaba sobre a inferior, restando apenas serragem. Isso eles nos contam, assim deve ter acontecido.

Nas fotos seguintes nós podemos notar uma mulher em pé, no canto do local do impacto na Nordturm, olhando para fora. Isso significa que nunca houve temperaturas tão altas neste andar, ao contrário do que nos dizem, pois senão a sola de seus pés estaria queimada e ela nunca teria conseguido estar naquele local.

Onde está o inferno no local do impacto? O fogo praticamente não existe. Bem ao centro podemos observar a mulher em destaque no contorno vermelho:

Aqui o destaque ampliado:



Segundo seu marido, acenando na foto se trata de Edna Cintron, uma secretária da empresa Marsh & McLennan. Ela até sobreviveu ao impacto do avião no seu escritório:

Aqui nós podemos até ver outro homem em pé, à esquerda, com Edna à direita:



Nós vemos que aquilo que afirmam o governo dos EUA, os meios de comunicação e os chamados especialistas, é completamente falso e não aconteceu.

Nestes próximos dias teremos a oportunidade de ver novamente as mentiras sendo repetidas à exaustão pelo Sião-Eletrônico. No caso das Organizações Globo, é com bastante satisfação que recebemos seus Princípios Editoriais, onde declaram aquilo que qualquer bicho de jornalismo já sabe: tem que ter correção, isenção, pluralismo!

E sendo assim, durante o 10º aniversário dos atentados de 11 de setembro, podemos esperar um indignado Sr. Bonner anunciando as mentiras do governo dos EUA. Alguém duvida? – NR.

Só pode ter ocorrido uma implosão planejada e as inúmeras explosões ouvidas pelas testemunhas confirmam isso. Somente assim poderia ser criada a enorme quantidade de energia suficiente para derrubar ambos gigantescos prédios e transformá-los em pó.

Caso seja verdade aquilo que afirmam o governo dos EUA e o NIST, ou seja, um simples fogo pode amolecer estruturas metálicas e levar um arranha-céu ao colapso, por que não reagiram imediatamente as companhias de seguro e as autoridades para prevenção a incêndios? Por que não foram evacuados imediatamente todos os prédios do mundo para reformá-los, pois não são inseguros? Estas conseqüências deveriam ser levadas a sério. Isso não aconteceu e o motivo reside no fato de que nenhuma destas empresas acredita na lenda.

Mas não somente a afirmação, onde a explicação oficial alega que o fogo teria derrubado as torres gêmeas, é falsa, mas também aquilo que afirmam certos extremistas da cena do 11 de setembro (No-Planer) é totalmente absurdo. A saber, não havia qualquer avião, eles foram inseridos depois nos vídeos. Uau, mas que trabalho. Mas como foram então encontrados tantos fragmentos de aviões nos escombros? Claro, alguém os espalhou posteriormente. Ridículo.

Partes dos aviões foram parar bem no interior das torres, pois alguns trajes de salvamento e assentos foram encontrados no teto do banco Trust. Um trem de pouso foi parar na esquina da West e Rector Street, cinco quadras ao sul do WTC.

Aqui uma parte da fuselagem do vôo 175 sobre o teto do WTC 5:

Parte do trem de pouso:

Uma turbina na Murray Street, próximo ao Ground-Zero:

Certamente dois aviões atingiram as torres. Mas o que nós não sabemos é o tipo de avião, pois o FBI se nega a identificá-los. E o WTC 7 não foi atingido por qualquer avião, mas ele foi o terceiro arranha-céu que desabou naquele dia. Ou seja, a teoria “o fogo enfraqueceu o aço” não vale neste caso. Nós necessitamos e exigimos uma nova investigação, para que seja esclarecido o que realmente aconteceu neste dia.

Mais de 1.500 arquitetos e engenheiros duvidam da explicação oficial sobre os desabamentos. 

Alles Schall und Rauch, 17/08/2011.

Federal Reserve: prejudicando a economia americana há mais de um século

Desde a sua fundação em 1913, os burocratas planejadores centrais não eleitos do Federal Reserve (Fed - banco central dos Estados Unidos) têm o incrível privilégio de legalmente criar dinheiro a partir do nada, o que meros mortais como nós não estão autorizados a fazer. Foi-lhes dado também a tremenda responsabilidade de manter (i) o pleno emprego, (ii) um nível de preços estável e (iii) as taxas de juros baixas.



Como eles se saíram até agora?

Desde 1913, os burocratas do Fed ajudaram a causar:

  • Mais de 20% de inflação de preços ao imprimir dinheiro para a Primeira Guerra Mundial;
  • A depressão no início da década de 1920, com uma deflação de preços superior a 15%;
  • A Grande Depressão da década de 1930, com 25% de desemprego e um colapso de mais de 10% no produto interno bruto (PIB) dos Estados Unidos;
  • A “estagflação” dos anos 1970, com inflação e juros de dois dígitos;
  • A bolha imobiliária da primeira década do século XXI;
  • A Grande Recessão de 2008-09;
  • Um aumento de 40% na oferta monetária em resposta ao Covid;
  • Aumentos agressivos das taxas de juros ao longo do ano passado, o que provavelmente causará a vigésima primeira recessão desde a fundação do Fed.

É claro que houve ciclos econômicos de expansão e queda antes da criação do Fed, devido às leis governamentais que permitiam aos bancos com reservas fracionárias criarem dinheiro a partir do nada, bem como em função das várias intervenções governamentais nos setores monetário e bancário.

No entanto, dizem-nos que o Fed foi criado para ajudar a suavizar o ciclo econômico e a criar uma economia mais estável e próspera.

Abaixo, analiso alguns dados econômicos importantes antes e depois da criação do Fed para ver cinco formas importantes pelas quais o Fed tornou a economia pior do que seria sem ele.

 

O desemprego tornou-se muito maior

Infelizmente, os dados sobre o desemprego não estão disponíveis durante a maior parte do século XIX, mas os dados disponíveis mostram que o desemprego era geralmente muito baixo, uma vez que todos os que quisessem trabalhar poderiam arranjar um emprego se estivessem dispostos a aceitar salários de mercado.

Normalmente, não havia restrições legais que proibissem transações de trabalho voluntário. Assim, permitiu-se que os salários flutuassem de acordo com a oferta e a procura, tal como qualquer outro preço no livre mercado, o que geralmente conduzia ao pleno emprego.

O gráfico abaixo mostra as taxas de desemprego dos EUA de 1890 a 1988. A principal conclusão é que, antes da criação do Fed, o desemprego nunca atingiu os níveis incrivelmente altos observados durante a Grande Depressão da década de 1930, que ocorreu mais de 17 anos após a criação do Fed com o objetivo de “suavizar” o ciclo de negócios. Não esqueçamos também que o desemprego aumentou para 10% ou mais durante a Grande Recessão de 2008-2009 e o pânico da Covid de 2020.

A inflação se tornou muito maior

A inflação é onde o histórico de fracasso do Fed é mais óbvio.

O gráfico abaixo mostra o Índice de Preços ao Consumidor dos EUA de 1775 a 2012. Fora os breves picos inflacionários impulsionados pela impressão de dinheiro para financiar guerras, a inflação era praticamente inexistente antes da criação do Fed, em 1913. Desde então, a inflação disparou, particularmente depois que todos os laços entre o dólar americano e o ouro foram cortados, em 1971. Como resultado dessa inflação de preços devido à criação de dinheiro pelo Fed, o dólar perdeu 97% do seu valor desde 1913.

As taxas de juros se tornaram muito mais altas

O gráfico abaixo mostra as taxas de juros de longo prazo dos EUA entre 1790 e 2011. Embora as taxas de juros sempre tenham sido voláteis antes do Fed, nunca atingiram os níveis recordes que atingiram no início da década de 1980. Essas taxas de juros elevadas foram a reação do mercado à inflação de dois dígitos da década de 1970, causada pela criação agressiva de moeda por parte do Fed.

O crescimento econômico tem sido mais lento

Embora seja difícil comparar a economia em séculos diferentes, o fato é que o crescimento econômico foi maior antes da criação do Fed. O gráfico abaixo mostra o crescimento real do PIB entre 1800 e 2020. O crescimento foi maior de 1800 até a criação do Fed, como mostra a inclinação mais acentuada do crescimento real do PIB antes de 1913 em comparação com depois de 1913.

Durante este período de liberdade econômica sem precedentes (exceto para os óbvios males da escravatura) e de tributação mínima, os EUA deixaram de ser um país atrasado economicamente para se tornarem talvez o país mais rico da história do mundo.

Embora outras intervenções econômicas governamentais e impostos tenham contribuído para um crescimento mais lento desde 1913, o Fed partilha grande parte da culpa. O Fed contribui para um crescimento econômico mais lento ao ajudar a provocar o ciclo econômico de boom e bust, que provoca o desperdício de recursos escassos em maus investimentos, reduzindo a produtividade dos trabalhadores e o crescimento dos salários reais abaixo do que teria sido de outra forma.

 

Os déficits e a dívida governamental dispararam

Ao criar dinheiro do nada para comprar a dívida do governo dos EUA, o Fed permite ao governo federal gastar muito mais do que arrecada com impostos.

Os gráficos abaixo mostram os déficits e a dívida do governo dos EUA como porcentagem do PIB desde 1857. Antes da criação do Fed, em 1913, déficits orçamentários consideráveis ​​só ocorriam durante guerras, como a Guerra Civil. Houve excedentes orçamentários (sim, excedentes!) na maior parte dos outros anos.

No entanto, desde a criação do Fed, os déficits orçamentários têm sido a regra, atingindo 30% do PIB durante a Segunda Guerra Mundial e 15% durante o pânico da Covid. Os déficits estão atualmente em 5,4% do PIB. Antes de 1913, esse nível só foi ultrapassado durante a Guerra Civil.

Como resultado de toda esta despesa deficitária, a dívida dos EUA em relação ao PIB disparou desde a criação do Fed. A dívida em relação ao PIB aumentou para 30% durante a Guerra Civil, antes de retornar a 0% antes da Primeira Guerra Mundial. Ela tem sido superior a 30% durante a maior parte dos anos desde 1913, ultrapassando os 112% durante a Segunda Guerra Mundial. A dívida pública em relação ao PIB está atualmente em 93% e segue aumentando.

Conclusão

Junto com a União Soviética, o Federal Reserve prova que o planejamento central da economia por um pequeno grupo de burocratas governamentais não funciona.

O fato é que o Fed não foi criado para ajudar a economia. Foi criado por banqueiros para ajudar os bancos com reservas fracionárias a criarem ainda mais dinheiro do nada e para salvá-los quando se deparam com problemas.

A moeda e as taxas de juros são a força vital do nosso sistema econômico e fornecem sinais fundamentais para os consumidores e as empresas. Ao manipular constantemente tanto a oferta monetária como as taxas de juros, na crença de que se tem mais conhecimento do que milhões de pessoas, o Fed cria uma tremenda instabilidade econômica, que desperdiça recursos escassos e reduz os padrões de vida, especialmente para os mais pobres entre nós.

O dinheiro é apenas um meio de troca para tornar a vida mais fácil e produtiva do que o escambo. A oferta de dinheiro que temos agora realiza esse trabalho. Não há necessidade de alterar a oferta monetária.

Com 100% de reservas bancárias, não teríamos de nos preocupar com corridas bancárias, declínio na oferta monetária, como na década de 1930, com inflação ou ciclo econômico de boom bust. Também não precisaríamos de burocratas governamentais como Jerome Powell fingindo que podem planejar centralmente a economia.

Se a economia algum dia fosse libertada da manipulação constante do dinheiro e das taxas de juros por parte do Fed e dos bancos com reservas fracionárias, isso levaria a uma estabilidade e prosperidade econômica sem precedentes.