Bunker da Cultura Web Rádio

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A Rainha Muda, a matemática homoafetiva, a idiotia politicamente correta e os cadáveres da imprensa

 

Um dos grandes dramas do Brasil hoje em dia é que os ignorantes patrulham os oportunistas. A presidente Dilma Rousseff suspendeu ontem o tal “kit anti-homofobia” que seria exibido nas escolas — se aquilo era “anti” alguma coisa, era anti-heterossexual; tratava-se de proselitismo gay. Dilma pode ter feito por maus motivos o que deveria ter feito por bons. O que quis dizer com isso? O material era de uma impressionante vigarice intelectual, moral, técnica e matemática. Até aí, tudo bem para o Planalto! A Rainha Muda não havia movido uma palha!
Quando a bancada cristã ameaçou chamar Antonio Palocci para o palco, então a presidente se mexeu e descobriu, ora vejam!, que o tal kit era inadequado e entrava na seara das famílias. Desconheço país do mundo que exiba filmes em sala de aula que tenham o objetivo de alertar os alunos heterossexuais para a possibilidade de que eles podem estar perdendo a oportunidade de “ficar” com indivíduos do mesmo sexo. Isso, obviamente, é assédio moral. Mas não é ainda o limite. Abaixo do fundo do poço, há um alçapão.
Divulgados os vídeos — eu já havia publicado um deles aqui, sobre o rapaz que se chama “Bianca” —, assisti a outro, intitulado justamente “Probabilidades”.  Conta a história de Leonardo, que descobriu que gostava de meninas e… meninos.  Aí, relata o filme, “foi copiando a lição de probabilidade que Leonardo teve um estalo (…), gostando dos dois, a probabilidade de encontrar alguém por quem sentisse atração era quase 50% maior. Tinha duas vezes mais chance de encontrar alguém (…)!” Evidenciei o óbvio: trata-se de uma bobagem matemática dupla. Se Leonardo passou a se interessar por todos os bípedes sem pêlos e penas — os tais humanos —, e não apenas pelas fêmeas da espécie, dado que antes só fazia a sua coleta em 50% dos indivíduos, a probabilidade é 100% maior, não 50%; ele não tem duas vezes mais chance, mas uma — já que a primeira sempre esteve dada.
É um troço elementar. Eu não sei se a economista Dilma Rousseff, ainda que destituída de seu falso doutorado, percebeu a falcatrua matemática ao ter vetado o vídeo. O que me causa espanto é que não vi o erro apontado nos sites dos grandes jornais — não havia uma miserável linha a respeito. E a razão é simples. O erro não foi percebido pelo MEC, o erro não foi percebido pelos especialistas, o erro não foi percebido pelos jornalistas. Uma vez denunciado, como foi aqui , fizeram de conta que nada tinha acontecido, que a bobagem não estava lá, que o material era bom pra chuchu e só foi vetado porque Dilma cedeu aos dinossauros cristãos para tentar salvar a pele de Palocci.
Sim, ela, o PT e mais um bando de gente — sobretudo um bando de gente! — está tentando salvar a pele de Palocci, mas não só por intermédio da suspensão do kit gayzista, não é mesmo? O fato de que tenha recorrido também a esse expediente é uma evidência a mais do desespero, mas não torna aceitável ou respeitável o material. É um lixo pedagógico! É um lixo didático! É um lixo matemático!
Setores da imprensa estão indignados! E daí que a matemática homoafetiva seja diferente daquela matemática habitualmente usada par tocar a vida, presente nas pontes, nos prédios, nas calculadores, nas contas em geral? Que se dane! A escola é o lugar em que a gente tem de aprender “cidadania” e “justiça social”!!! Porque esses são dois conceitos respeitáveis, sem dúvida, então eles podem substituir todo o resto.  O Ministério da Educação pode torrar alguns milhões oferecendo uma matemática troncha à patuléia — desde, obviamente, que se o faça por bons propósitos. A canalha considera que a causa da igualdade pode suportar uma língua errada, uma matemática errada, uma ciência errada.
Os alunos pobres podem, sim, ser ignorantes. O importante é que sejam “justos” e pratiquem a igualdade. Dilma suspendeu o material por oportunismo, sem dúvida, mas está sendo patrulhada pelos estúpidos. Ontem, um dos portais trazia a Natalie Lamour do Congresso, Jean Willys (PSOL-RJ), conclamando os gays a não votar mais na petista. O ex-BBB teve pouco mais de 16 mil votos e só está na Câmara porque Chico Alencar foi o seu Tiririca…
Politicamente incorretoAlguns colunistas condenados ao oblívio pelos leitores — em razão da falta do que dizer — esforçam-se para voltar ao debate atacando “essas pessoas politicamente incorretas” que andam aí pela imprensa — um deles ficou a um passo de soletrar meu nome quando defendi a ação da PM contra os maconheiros que fechavam a Paulista, mas não o fez.
Pois é… O que se entende por politicamente incorreto? Saber matemática? Apontar a picaretagem teórica dos vídeos homoafetivos do MEC? Acusar o estado de estar invadindo a esfera privada das famílias? Demonstrar o primarismo do roteiro, do texto e dos conceitos das FÁBULAS ESTATAIS que querem levar às crianças e aos adolescentes? Denunciar um verdadeiro trabalho de molestamento da maioria sob o pretexto de proteger a minoria?
Uma imprensa que se conforma com o fato de que o MEC exiba em sala de aula um filme oficial com um erro grotesco de conceito matemático, mas supostamente aceitável porque ancorado na correção política, é uma IMPRENSA MORTA! Parou de cumprir a sua função e está se comportando como militante política. Uma imprensa que propaga uma mentira estúpida — como a afirmação de que o suposto desmatamento no Mato Grosso teria sido provocado pelos debates sobre o novo Código Florestal — é igualmente uma IMPRENSA MORTA. Perdeu o seu compromisso com a verdade.
Dilma vetou o filme para salvar o couro de Palocci? É só mais uma manifestação da República dos Companheiros. A sua decisão, comprometida pelo oportunismo, não torna aceitável a porcaria que Fernando Haddad preparou para ser exibida nas escolas. Aplaudo a decisão em si. E censuro a Rainha Muda por ter deixado essa estupidez ir tão longe

PT FAZENDO BARRO EM BRASILIA, E SE ENTERRANDO NA LAMA

Nos últimos dias, Lula reassumiu o governo. E a cara de todos ficou sorridente. Tanto a companheirada como os mamadores e chupins estavam sentindo saudades da esperteza do velhaco. Dilma, por sua vez, preferiu ser cabo eleitoral da Marina Silva e advogada do enlameado Palocci,  comprovandoo, à primeira dificuldade política, ser mesmo o poste que sustenta a luz do Lula.
Fica cada vez mais claro que Antônio Palocci Filho, o ministro petista que ficou multimilionário da noite para o dia, sendo a noite a campanha eleitoral da Dilma e o dia a sua posse, é o homem dos novos negócios do lulopetismo. Agora aparece o Santander como cliente da vasta carteira do Palocci. O banco contratou o Palocci para palestras e logo depois fechou um negócio revolucionário e inovador: comprou seis jatos da Embraer e alugou para a Azul, que também aparece como cliente do ministro. Mesmo sendo um dos maiores bancos do mundo, o dinheiro não saiu dos  cofres espanhóis do Santander: 80% da bufunfa veio dos cofres brasileiros do BNDES.
Quem manda é Lula. E ele costuma matar os companheiros enquanto os abraça. Mas Dilma, se quisesse governar, deveria fazer uma reforma no seu governo, agora mesmo. Em vez de Fernando Haddad na Educação, chamaria o Garotinho, que mostrou ter mais autoridade do que ele. O tal Luiz Sérgio, da Articulação, poderia ser substituído por ninguém, pois não faz a mínima falta. Que tal um vaso de ficus? Já que é tão contra a Agricultura do país, Dilma poderia demitir o ministro Wagner Rossi, colocando no seu lugar o Carlos Minc, aquele dos coletes, que anda prestigiadíssimo no Planalto. Em vez de soja, o Brasil poderia se transformar em grande exportador de maconha. Claro, também mandar para a Agricultura o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira, para implantar aquele seu incrível projeto das cooperativas para plantio da erva. O Cândido Vaccarezza, petista que lidera o governo, aquele que acha que a Casa perde quando o governo não consegue impor a sua vontade e verdade, poderia substituir o Luiz Sérgio e levar a sua truculência e ignorância para uma sala ao lado da Dilma, pois os dois são muito parecidos na forma de fazer política. Por fim, Antônio Palocci poderia sair da Casa Civil e ser nomeado para a Justiça, onde faria, com certeza, uma verdadeira revolução na área de inteligência, já que é o maior especialista brasileiro em espionagem, em técnicas de infiltração e rastreamento de dinheiro frio. O problema seria o que ele faria com a grana encontrada, mas isto é apenas um detalhe. Com Palocci na Justiça, para onde enviar o atual ministro José Eduardo Cardozo? Ora, nomeia para o novo ministério que o Lula disse para a Dilma criar: o Ministério do Vai dar Merda. Na qualidade de porquinho, ninguém reúne melhores competências do que ele para assumir pasta tão estratégica.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Lula dá os primeiros passos para se recandidatar em 2014. EU SABIA QUE O HONORIS 51 IA VOLTAR, OU QUERER VOLTAR

Depois trato da questão com mais vagar, mas o fato é que Lula está dando um chega-pra-lá em Dilma Rousseff, como a dizer: “Não dá! Você não é do ramo”. E quem funciona como uma espécie de porta-voz dessa sua reinserção na política miúda, do dia-a-dia, que é aquela que acaba importando, é ninguém menos do que José Sarney, presidente do Senado (AP), mas já um tantinho em decadência no PMDB. Há muita coisa a ser vista aí. Lula farejou — ele pensa de modo muito olfativo — o risco de o partido tentar se desgrudar do PT, buscando vida própria.
Leiam trecho de reportagem da Folha Online.
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), afirmou nesta quarta-feira que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse aos líderes governistas que deseja uma “aproximação maior” com a classe política.
Segundo Sarney, Lula disse que após a série de palestras que tem se dedicado desde que deixou o Palácio do Planalto em janeiro, quer participar mais dos debates políticos, especialmente da reforma política.
No encontro, Lula pediu aos senadores encaminhem as propostas da reforma política que estão em discussão para que ele possa se posicionar.
“Ele tratou das relações do governo com o Senado. Relatamos que as relações são normais e eficientes. Ele quer uma aproximação maior com a classe política. Ele disse que está cumprindo agenda internacional intensa, mas que logo depois quer ter encontros mais frequentes com todos nós.”
Sarney negou que o ex-presidente tenha tratado da crise em torno da evolução patrimonial do ministro Antonio Palocci (Casa Civil).

GENIALMENTE SIMPLES

América bissexual versus islâmicos: quem vence?

A sra. Baumgardner revela a profundidade de seus sentimentos pelas mulheres, especiamente por sua ex-namorada, Amy Ray, integrante da dupla de música folk Indigo Girls. O relacionamento, em sua visão, era "o de duas esposas: afetuoso, saudável e igualitário." E no entanto, as emoções não foram fortes o bastante para que nenhuma das duas "estivesse disposta a abrir mão da própria cidade pela cidade da outra" - já que uma vivia em Nova Iorque e a outra em Atlanta. Elas se separaram após cinco anos juntas.
A sra. Baumgardner então se apaixonou por um homem, ficou grávida, deu à luz, terminou com aquele namorado, conheceu Michael, viveu com ele, ficou grávida de novo -- e aí subiu ao altar. No final, a autora revela que não está se declarando heterossexual, mas que estas categorias são totalmente irrelevantes: "Meu companheiro de vida é homem, mas isto não mudou minha sexualidade. Eu acredito que minha sexualidade emana de mim e não me é conferida por meu parceiro." Ela não "escolheu um time" ao se casar com Michael, explica ela; ela só "faz parte de um time."
Este é o novo mantra da América bissexual: você é que faz seu próprio corpo e pode ter parceiros de ambos os gêneros. Não há leis naturais ou morais; o universo é simplesmente o que quer que você ache dele.
Há, entretanto, um problema fundamental com esta análise, a aceitarmos a história de vida da autora como um modelo. Seus filhos têm, em última análise, pais por homens e não mulheres. Logo, devemos nos perguntar até que ponto um parceiro realiza, de fato, papéis essenciais como o de mãe e o de esposa. Mas isto significaria que temos que aceitar limites em relação ao que temos a permissão de fazer -- e para uma feminista radical como a sra. Baumgardner, isto é inaceitável, pelo menos na teoria (evidentemente, não na prática).
Este não é um simples artigo isolado. Esta ideologia bissexual torna-se cada vez mais corrente. Estamos testemunhando atualmente uma crescente promoção do estilo de vida bissexual. Seu mais notório proponente é a celebridade classe "A" Angelina Jolie. Ela atualmente é mãe de seis filhos e coabita com seu namorado, Brad Pitt. E no entanto, em várias entrevistas, ela explicou seu amor por mulheres, como a modelo Jenny Schimizu, com quem ela teve um caso apaixonado. Em sua visão, é a pessoa que ama, seja homem ou mulher, e o gênero é irrelevante. E no entanto, devemos observar que um de seus namorados é pai biológico de alguns de seus filhos (três de seus filhos têm por pai o sr. Pitt; três são adotados).
Há abundância de outros exemplos deste culto à bissexualidade. No Video Music Awards de 2003 da MTV, Madonna trocou beijos no palco com Britney Spears e Christina Aguillera. Todas as três importantes damas do pop estiveram casadas com homens e têm filhos de seus ex-maridos, mas tiveram casos passageiros com mulheres. Além disto, em 2008, a ex-cantora cristã transformada em estrela do pop Katy Perry lançou uma canção que atingiu o topo das paradas, chamada "I kissed a girl" [Beijei uma garota], que celebrava flertes de mesmo sexo enquanto se permanece em um relacionamento heterossexual. Recentemente, até a assim chamada "namoradinha" da América, a atriz premiada pela Academia Sandra Bullock, conhecida como heterossexual, se exibiu em público trocando beijos com mulheres: ela beijou a atriz Scarlett Johansson no palco, durante o Generation Award de 2010 da MTV e beijou Meryl Streep no mesmo ano no Critics Choice Awards. Portanto, a promoção da bissexualidade está disparada.

Isto revela como a revolução sexual leva, não a uma maior liberdade para os assim chamados grupos oprimidos, mas por fim a maiores níveis de perversão entre todos os cidadãos -- confirmando assim os piores medos dos tradicionalistas. Nos anos 80, quando o assunto da homossexualidade tornou-se mais corrente nos Estados Unidos, seus proponentes insistiam que o homossexual simplesmente "nasceu assim" e que se opor a este estilo de vida era cruel e impiedoso. De sua parte, os tradicionalistas sustentavam que os gays já tinham direitos suficientes nos Estados Unidos e que eles buscavam maior tolerância a fim de tornarem seu estilo de vida aceitável -- e pervasivo.
Os conservadores sociais há décadas alertam que os homossexuais em geral não buscam apenas "ser eles mesmos" mas convencer os outros a se juntarem a seu partido. Esta perspectiva é muitas vezes atacada como sendo "homofóbica". No entanto, quando examinamos nossa cultura popular atual, é óbvio que há muito passamos do ponto de simplesmente discutirmos se podemos tolerar e aceitar a homossexualidade. Ao invés disto, este comportamento agora está sendo ativamente promovido entre os heterossexuais como uma aventura exótica. Esta é uma América do vale-tudo -- uma terra onde se pode tudo.
Mas este padrão de comportamento não é tão novo quanto pode parecer. Durante os anos de declínio do Império Romano, tanto a homossexualidade quanto a bissexualidade estiveram em voga, especialmente entre as classes altas e dirigentes. Isto resultou em um nível geral de decadência que tornou o Império maduro para ser tomado - por culturas que davam mais ênfase à bravura militar e aos objetivos comunais do que à auto-gratificação individual. A história mostra que o resultado final do hedonismo coletivo não é uma maior liberdade, mas a escravização -- ao pecado, ao vício, e por fim aos inimigos exteriores. A decadência moral leva inevitavelmente ao colapso social.
Atualmente, enquanto nos imergimos em nossa glória carnal e nos consideramos "progressistas" e "livres", há um vento islâmico soprando no horizonte. Um poderoso credo de subjugação está sendo promovido firmemente por aqueles que tramam, planejam e oram enquanto saltitamos em torno alegremente.

'Antes tarde do que nunca', diz Bolsonaro sobre suspensão de kit

Brasília
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) disse nesta quarta-feira que a presidente Dilma Rousseff merece ser cumprimentada pela decisão de suspender a produção e distribuição de um kit anti-homofobia oficialmente nas escolas públicas. "Eu devo cumprimentar a presidente Dilma. Antes tarde do que nunca. Com essa decisão, foi vetado que as escolas fossem inundadas com um material que não ia combater a homofobia, mas sim estimular o homossexualismo".
O parlamentar afirmou ainda que o combate ao kit vai continuar. "Esse é um típico projeto que o governo não vai apontar, vai guardar na gaveta e pode voltar em algum momento".
Bolsonaro quer que o Tribunal de Contas da União faça uma auditoria dos recursos que tenham sido empregados na elaboração do kit. Acrescentou que também devem continuar as críticas a propostas relacionadas a cotas voltadas ao público LGBT em escolas, para alunos e professores. Ele busca ainda, assinaturas para apresentar uma proposta de emenda à Constituição proibindo o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adoção de crianças por casais homossexuais

Marxismo sem polilogismo - há algo aproveitável em Marx?

por ,                                 

Ludwig von Mises acreditava que o tópico do polilogismo era importante o bastante para ser abordado ainda na introdução de Ação Humana:
O marxismo afirma que a forma de pensar de uma pessoa é determinada pela classe a que pertence.  Toda classe social tem sua lógica própria.... Este polilogismo, posteriormente, assumiu várias outras formas.  O historicismo afirma que a estrutura lógica da ação e do pensamento humano está sujeita a mudanças no curso da evolução histórica. O polilogismo racial atribui a cada raça uma lógica própria.
Embora ele estivesse escrevendo em 1949, Mises já havia notado para onde as tendências estavam se encaminhando: o pensamento polilogista — a crença de que há uma multiplicidade de irreconciliáveis formas de lógica dentro da população humana, subdivididas em algumas características grupais — viria a se tornar uma característica predominante da ciência social moderna. 
E, de fato, praticamente toda a atual política moderna se baseia de alguma forma nessa ideia.  Falamos sobre interesses grupais não apenas quando nos referimos a classes, mas também nas áreas de raça, sexo, religião, aptidões, aparências e muito mais.  Mesmo políticas ambientalistas podem ser entendidas nesses termos: que a própria natureza funciona de acordo com uma lógica distinta da lógica da população humana, de modo que estamos explorando a natureza a todo o momento e sequer sabemos disso.
Um ponto adicional sobre o polilogismo: acredita-se não apenas que exista uma variedade de formas de estrutura lógica no mundo, como também que essas formas de lógica criam um conflito, baseado na exploração, que é a base da sociedade e que necessita urgentemente de uma correção através de alguns meios externos.  Assim, todas essas formas de polilogismo geram uma suposta necessidade de alguma ação social (estatal) para acomodar essas variedades de pensamento.  Os exploradores devem ser destruídos, mesmo no caso do meio ambiente.  Tão predominante é essa abordagem, que ela praticamente define toda a ciência social que é praticada atualmente no meio universitário.[1]
Tornando-se ciente de tudo isso ao ler Mises, o leitor pode ficar extremamente surpreendido ao ler a apresentação de Hans-Hermann Hoppe sobre as teses centrais da teoria de classes marxista e sua conclusão sumária: "Afirmo que todas elas, em sua essência, estão inteiramente corretas."
Como podemos explicar a aparente suavidade de Hoppe em relação à ideia marxista quando se sabe que Mises é tão completamente contrário a ela?  Há uma resposta: o que Hoppe fez foi depurar o marxismo de suas presunções epistemológicas e reter apenas sua análise do mundo material.  Isso nos permite absorver do marxismo várias constatações importantes ao mesmo tempo em que desconsideramos todo o seu polilogismo, o qual tanta retórica pérfida gerou no passado e continua gerando no presente.
Um exemplo clássico do uso do polilogismo pode ser encontrado no livro Karl Marx and the Close of His System, de Eugen von Böhm-Bawerk [2], de 1896.  Böhm-Bawerk oferece uma argumentação meticulosamente detalhada, que se estende por mais de 150 páginas, mostrando que Marx jamais conseguiu explicar completamente por que é que os bens não são precificados de acordo com a quantidade de trabalho contida neles, mas, ao contrário, o lucro do capital se dá em proporção à quantidade de capital investida.  Tivesse Marx tentado explicar isso, como ele sempre prometeu que faria, imediatamente ficaria óbvio que toda a sua teoria da mais-valia é inteiramente contraditória em relação aos fatos reais.
Este é um erro fatal na obra de Marx, pois ele não permite ao leitor testar de maneira lógica ou empírica sua alegação a respeito da mais-valia extraída pelo capitalista e não repassada aos trabalhadores.  Böhm-Bawerk adicionalmente escreve que o marxismo aparentemente encravou no sistema a estratégia de desvirtuar qualquer tentativa de refutar sua teoria.  Toda discordância é rejeitada e desprezada com argumentos ad hominem, dizendo que o crítico é alguém irremediavelmente desvirtuado pelo pensamento burguês.  "Seria muito pedir que, se ele quer introduzir interpolações subjetivas em seu sistema, estas devem ser corretas, bem fundamentadas e não contraditórias?  E essa demanda razoável e sensata Marx continuamente não apenas ignorou como também contestou."  Esse foi o protesto de Böhm-Bawerk contra o uso de afirmações polilogistas embutidas nas táticas de defesa marxista.
O teórico marxista Rudolf Hilferding respondeu a Böhm-Bawerk de uma maneira que apenas ressaltou o problema com o polilogismo: ele fez exatamente aquilo que Böhm-Bawerk previu que um marxista faria.  Ele desdenhou a fonte e, incorrendo em um enfadonho e prolixo discurso, ignorou todas as críticas a Marx da mesma forma que o próprio Marx o fez.  Em relação à detalhada tentativa do grande Böhm-Bawerk em atacar os detalhes da teoria marxista, Hilferding escreve: 
Como porta-voz da burguesia, ele entra na discussão apenas nos pontos que a burguesia tem interesses práticos em defender.  Nas batalhas econômicas e políticas da época, ele fielmente reflete o conflito de interesses das camarilhas dominantes, porém evita a tentativa de considerar a totalidade das relações sociais, pois corretamente sente que qualquer consideração desse tipo seria incompatível com a continuada existência do modelo econômico burguês.[3]
Hilferding ainda diz que o argumento de Böhm-Bawerk pode ser desconsiderado porque ele não lidou com o marxismo "em sua totalidade" como um sistema integral de pensamento que, é de se supor, deve ser aceito pela fé.  Enquanto Böhm-Bawerk fala sobre valores subjetivos, preços individuais e sua relação com o capital investido, Marx, segundo Hilferding, "considera a teoria do valor não como um meio de determinar preços, mas como o meio para descobrir as leis do movimento da sociedade capitalista".
Escreve Hilferding:
Em vez de utilizar as relações econômicas ou sociais como o ponto de partida de seu sistema, eles escolheram para representar esse ponto de partida a relação individual entre homens e coisas.  Eles consideram essa relação, desde uma perspectiva psicológica, como uma que é sujeita a leis naturais e inalteráveis.  Eles ignoram as relações de produção em sua determinação social, e a ideia de uma evolução das situações econômicas é estranha à mentalidade deles.[4]
A crítica de Hilferding pode ser resumida como sendo uma aplicação desse repúdio polilogista: como um membro da classe dominante apegado aos métodos burgueses de pensamento, Böhm-Bawerk simplesmente não é capaz de pensar da maneira correta sobre essas coisas.  O pensamento marxista, o qual se resume inteiramente às leis da história e aos determinantes sociais que conduzem o mundo material, é estranho a ele simplesmente porque sua mente é incapaz de ver a verdade.   
E essa continua sendo a tática utilizada em vários argumentos políticos.  É claro que hoje a retórica está em um nível muito mais baixo, porém essa é a maneira usual na qual a discussão política ocorre em nossa sociedade pós-marxista, em que as pressuposições polilogistas conduzem o debate.  Por exemplo, é impossível os capitalistas entenderem a lógica do debate ambientalista, pois eles estão fora de sintonia com a natureza e suas necessidades.  Os brancos não podem sequer tentar entender as demandas dos negros por privilégios e redistribuição, pois a experiência negra e sua maneira de pensar são estranhas à experiência branca e sua maneira de pensar.  O mesmo é válido para questões relacionadas a sexo, sexualidade, religião e capacidades físicas.
Hoje é normal pressupor que um indivíduo não pode sequer se atrever a falar sobre as controvérsias de nossa época caso ele não pertença ao "grupo oprimido" sendo discutido.  Ainda assim, se uma mulher, ou um negro ou um gay oferecer um ponto de vista que vai contra a agenda política daqueles grupos poderosos que se pretendem porta-vozes desse coletivo, tal pessoa será desprezada como sendo alguém que, por algum motivo, não possui uma consciência mais elevada e que está irremediavelmente contaminada por uma mentalidade obscurantista.  Ela não é uma mulher genuína, ele não é um negro genuíno, ele não é um gay genuíno, eles não são deficientes físicos genuínos, ele não representa a genuína visão do Islã etc.
O que está em jogo aqui é a determinação de toda uma base para qualquer tipo de discussão intelectual.  Se nós não conseguimos concordar em seguir regras universais para estabelecer a veracidade de alegações, então todas as discussões são reduzidas a uma série de demandas seguidas de ataques ad hominem a qualquer um que resista a essas demandas.  O próprio Mises entendeu que, se quiséssemos evitar esse destino, teria de haver algum entendimento e concordância quanto à regras da lógica.  George Koether relata[5] que Mises dizia a seus alunos que o primeiro livro de economia que eles deveriam ler era um livro sobre lógica escrito por Morris Cohen, um livro que, com efeito, é um dos últimos textos completos sobre lógica publicado para uso universal nas salas de aula universitárias.[6]
Enquanto isso, crescem as reclamações de que atualmente a lógica como uma disciplina deixou de fazer parte do currículo do ensino médio ou até mesmo do ensino universitário, o que significa que, após 16 anos de estudo formal, é difícil encontrar algum estudante que saiba até mesmo as regras básicas sobre como pensar.
Esta é mais uma evidência de como esse aspecto específico do marxismo — seu ataque radical ao núcleo do pensamento lógico, um assunto que (junto com a gramática e a retórica) tem sido parte do "trivium" desde a Idade Média — triunfou no pensamento convencional atual, chegando a tal ponto que, caso algum professor seja suspeito de estar exigindo que seus alunos apliquem lógicas universais e se recusem a aceitar o argumento do 'interesse de classe' como uma verdade autoevidente, pode ser excluído do meio acadêmico meramente por ser defensor de opiniões "politicamente incorretas".
A abordagem feita por Hoppe sobre o marxismo, entretanto, abstém-se totalmente da questão polilogista, preferindo abraçar os princípios lógicos universais como sendo o método essencial com o qual reaplicar a teoria política marxista em um contexto completamente diferente.  Em seus escritos sobre a teoria de classes, Hoppe discorre sobre toda a lista familiar: a história é definida pela luta de classes; a classe dominante possui um interesse em comum; o domínio de classe é definido pelas relações de propriedade que envolvem exploração; há uma tendência à centralização do interesse de classe; e a centralização e a expansão dos domínios exploradores levam a uma inevitável tentativa de dominação global.  O que Hoppe está abordando aqui não é o polilogismo como tal, mas sim um aspecto mais restrito da política marxista e suas alegações a respeito das forças sociais da história.  E ele afirma que todas estão, em sua essência, corretas.  A base para essa afirmação de Hoppe reflete sua visão da teoria marxista da exploração, a qual ele considera correta em suas características analíticas, mas não em sua aplicação.
Hoppe lida com o erro da aplicação da teoria marxista de maneira direta e decisiva.  A visão marxista diz que é exploração o trabalhador trabalhar cinco dias e receber como salário o equivalente a apenas três dias do valor do produto que criou.  E, ainda assim, é uma verdade incontestável dizer que os trabalhadores voluntariamente aceitam contratos salariais.  Trata-se, portanto, de um tipo bastante estranho de exploração, uma que é mutuamente benéfica para ambos os lados e a qual é praticada voluntária e alegremente por bilhões de pessoas diariamente.  Os interesses do trabalhador e do capitalista são concordantes: o trabalhador prefere receber uma fatia menor de bens no presente do que uma fatia maior no futuro, ao passo que o capitalista possui a preferência oposta.  Marx não enxergou isso porque foi incapaz de entender que é impossível trocar bens futuros por bens presentes sem que haja um desconto no valor.
Mas o que dizer quanto à teoria da exploração que realmente existe no mundo?  Hoppe argumenta que ela é fornecida pela abordagem austrolibertária da análise global, e pode ser entendida tão logo compreendemos que a classe dominante é aquela que possui acesso aos poderes do estado.  Essa abordagem advém da nova definição de exploração criada por Hoppe, a qual ocorre quando um indivíduo exitosamente adquire o controle parcial ou total de recursos escassos que ele não produziu, não poupou, não adquiriu por meio de contratos com seu proprietário/produtor anterior ou dos quais ele não se apropriou originalmente.  O estado pode ser visto como uma empresa totalmente voltada para praticar a exploração nesse sentido do termo.  Essa exploração cria vítimas, que podem derrubar seus exploradores tão logo elas desenvolverem uma consciência da possibilidade da existência de uma sociedade livre de exploração, na qual a propriedade privada é universalmente respeitada ao invés de ser sistematicamente violada por uma classe dominante.
O que é interessante nessa abordagem hoppeana da teoria marxista, e sua remodelação da teoria à luz da teoria austrolibertária, é que ela contorna completamente o núcleo polilogista da teoria marxista.  Não há necessidade de postular que os exploradores e os explorados estão, de alguma forma, socialmente obrigados a pensar de maneira distinta sobre princípios lógicos irreconciliáveis.  Muito pelo contrário: a abordagem de Hoppe assume a aplicabilidade universal de um único conjunto de princípios lógicos.
Eis aqui o principal ponto de partida, um que esclarece a aparente diferença entre Mises e Hoppe, e ressalta uma importante agenda ideológica para o futuro.  De quais maneiras a reconstrução hoppeana do marxismo se aplica aos desdobramentos modernos do marxismo?  Tão logo removemos a suposição polilogista que fundamenta as políticas atuais, podemos ver que várias relações de grupos de interesse são de fato caracterizadas exatamente por esse tipo de exploração descrita por Hoppe.  E são precisamente as leis e a legislação que tornam esses tipos de exploração possível.  Leis que privilegiam uma raça, uma religião, um sexo ou uma classe de aptidões sobre outras geram um grupo de vítimas e consolidam uma forma de solidariedade grupal que antes poderia existir no máximo em forma muito embrionária.  Ao passo que diferenças grupais podem ser resolvidas por meio de trocas, comércio e mercado, a entrada do estado para "arbitrar" essa relação apenas amplifica e institucionaliza o conflito entre grupos.
Isso é verdade no que concerne, por exemplo, à sexualidade.  Uma vez que o estado começa a subsidiar a manifestação de uma determinada forma de preferência sexual, ele faz com que os indivíduos possuidores de outras preferências sexuais tenham a correta impressão de que estão sendo pilhados ou explorados de alguma forma, e o único método de defesa é se organizar e se unir para impedir que tal exploração continue.  Isso pode se tornar ainda mais explosivo quando envolve assuntos como raça, aborto em hospitais públicos ou até mesmo religião, porém os conflitos também surgem em outras áreas, como legislação ambiental e legislação pró-deficientes.
Da mesma forma que a exploração subsidiada pelo estado levou Marx a perceber, porém diagnosticar erroneamente, a natureza da exploração em sua época, várias formas atuais de exploração estatal podem levar as pessoas a adotar credos anticapitalistas baseando-se em um diagnostico errado quanto às raízes dos conflitos envolvendo raça, sexo, religião, aptidões e meio ambiente.  Não se pode dizer que grupos demográficos estarão sempre em conflitos, pois trata-se de uma característica inerente a eles; essa ilusão é criada pela ausência daquilo que Hoppe chama de "capitalismo limpo", em que todas as relações da sociedade são caracterizadas por associações e trocas voluntárias.
Parte desse erro de diagnóstico leva as pessoas a abraçarem uma abordagem polilogista da estrutura da mente humana.  Porém, tão logo a estrutura hoppeana da exploração e do conflito se torna clara, não há necessidade de se recorrer a extensas explicações para abordá-los.  O problema fundamental não está arraigado de alguma forma na diversidade estrutural da lógica operacional do mundo; a explicação para os conflitos na sociedade está embutida em uma causa muito mais direta e simples: o próprio estado.
Desta forma, portanto, a teoria hoppeana do conflito social tem o potencial não apenas de acabar com as velhas políticas marxistas e seus efeitos destrutivos para o mundo, mas também o de derrubar e extirpar toda a base polilogista das ciências sociais desenvolvidas nos últimos cem anos — e todo o aparato de intervencionismo estatal que resultou delas. 
Quanto a isto ser possível, tudo se resume à pergunta sobre o que é mais fundamental para a visão de mundo marxista: seu polilogismo ou sua teoria da exploração?  O principal objetivo do projeto hoppeano é descartar o primeiro ao mesmo tempo em que retém uma versão do último, de forma que esta possa ser utilizada contra o estado e seus interesses.

O que o governo quer dizer com isto?

Esta casa (Câmara dos Deputados) corre risco quando o Governo é derrotado.Cândido Vaccarezza (PT-SP), líder do Governo, a propósito do resultado da votação do novo Código Florestal

O que o deputado Cândido Vaccarezza quis dizer com isto?

Que risco corre a Câmara de Deputados em votar contra o governo? Corre o risco de ser fechada?


Corre o risco de ter os deputados de oposição serem lançados nas masmorras? De ser fuzilados como traidores como sugeriu a leitora Olga em seu comentário abaixo? 


E nós? Vamos ficar indiferentes enquanto o PT nos impõe sua ditadura?

AS MALAS FORAM CONDECORADAS TAMBEM!!!!!!!!!! TEM ALGUEM QUE NÃO SEJA OU NÃO APOIA O PT COM MEDALHA NO PESCOÇO?


Em 20 de abril de 2010, Dia do Diplomata, a então chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, foi condecorada com a Grã-Cruz da Ordem de Rio Branco. Também foram contempladas com a mais alta condecoração da diplomacia brasileira Ana Maria Amorim, mulher do chanceler Celso Amorim, Mariza Campos, mulher do vice-presidente José Alencar, e a primeira-dama Marisa Letícia, que aparecem ao lado de Erenice.

A Medalha da Vitória, reservada a “ex-combatentes da Força Expedicionária Brasileira e civis que tenham prestado serviços relevantes ou apoiado o Ministério da Defesa no cumprimento de suas missões constitucionais”, foi entregue a José Genoíno em 8 de maio, quando se comemora o fim da Segunda Guerra Mundial. Mensaleiro de alta patente, ex-guerrrilheiro no Araguaia e agora assessor especial do ministro da Defesa, Nelson Jobim, Genoíno recebeu a honraria no aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.

Em dezembro de 2008, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, foi agraciado com a Medalha Tiradentes, a mais importante insígnia concedida pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. O peemedebista Jorge Picciani, então presidente da Assembleia, aparece na foto acima pouco depois de pendurar a medalha no pescoço de Lobão. Em maio de 2009, cinco meses depois, Lobão foi mais um a ser homenageado por Lula com a Grã Cruz da Ordem de Rio Branco, como mostra a foto abaixo.

Filmete demonstra que objetivo de kit gay é promover assédio moral contra alunos heterossexuais

 

O filme abaixo, que seria distribuído nas escolas, como se nota, não tem o objetivo de fazer com que diminua o preconceito contra alunos gays. Ao contrário: tudo bem-analisado, ele supõe uma espécie oblíqua de preconceito contra quem se sabe hétero. Segundo, então, a Lei das Probabilidades — a real, não aquela coisa estúpida ensinada pela turma de Haddad —, o garoto ou a garota heterossexuais têm menos chances de arrumar alguém para ficar, entenderam? Eles são aqueles a quem falta alguma coisa! A piada de Wood Allen virou norte conceitual no Brasil. Segundo o cineasta, o bom de ser bissexual é que dobram as chances de ter com quem sair no sábado à noite. No MEC, não dobram, claro! Aumentam só 50%. Bando de idiotas!
É evidente que o material pode ser considerado uma espécie de assédio moral contra os alunos heterossexuais. Uma coisa, reitero, é debater a tolerância com a diversidade e a diferença, pregando a aceitação do “outro”. Ok. Outra, distinta, é, ao arrepio das famílias — a quem cabe a orientação moral mais profunda dos indivíduos —, promover esse tipo de questionamento.
Como Dilma tomou uma decisão depois da pressão de parlamentares cristãos, é óbvio que setores majoritários da imprensa — além de “verdopatas”, são também “gayzistas” — verão na decisão manifestação de um atraso insuportável etc e tal.
E, como se nota abaixo, o erro do filme não é só de moral. Ele também viola a matemática. Fora, Haddad!

MP tem de pedir que Haddad devolva o dinheiro do kit gay aos cofres públicos

Quanto custou a produção daquele lixo moral e matemático conhecido por “kit gay”, que acaba de ser suspenso pela presidente Dilma Rousseff? É uma questão que certamente interessa ao Ministério Público. ONGs não trabalham de graça, não! Elas são “não-governamentais” porque estão livres de qualquer controle democrático do estado — que é governado, direta e indiretamente, por pessoas eleitas. Mas costumam ser muito “governamentais” na hora de receber a bufunfa.
Os senhores parlamentares cristãos — nem digo a oposição, que está ocupada com questões  celestes como “guerra interna” — têm de interpelar o Ministério da Educação. E o Ministério Público tem de se ocupar do assunto.
Com que então a Educação usa verba pública para financiar filmetes que caracterizam um claro assédio moral à esmagadora maioria dos estudantes e que, além de tudo, violam a matemática!?
Haddad tem de devolver o dinheiro aos cofres públicos.
Fora, Haddad, o depredador da matemática e da língua!
PS - Lembro que o ministro afirmou aos jornais ter visto o material e não ter encontrado nada de errado.
Haddad, 1 é 50% a mais do que 0,5 ou 100%?

Haddad, quando é 1 mais 1?
Haddad, vai ver se a gente tá lá na esquina.
Por Reinaldo Azevedo

Preta Gil recebe MERDAlha?

Depois que DILMA, a muda recebeu a Ordem de Santos Dumont por relevantes serviços "prestados"(?) a aeronáutica.
E a Grã Cruzcredo da Ordem do Rio Branco, pelo Itamaraty. 
Que também merdalhou as esposas de Celso Tamborim e do finado Zé Alencar.
O Ronaldinho "bocadecavalo" gaúcho foi agraciado com uma medalha da academia brasileira de letras....
O ex presidente LULLA HONORIS 51 DA SILVA recebe medalha  25 de Janeiro da prefeitura de São Paulo, e a Grã Cruz 2 de julho na Bahia.
O dedo duro mór do PT Zé Genoíno, recebeu a medalha da Vitória, que foi criada após a segunda guerra para homenagear os pracinhas.
A presidente Dentuça receber a Medalha da inconfidência em MG.
Agora é a vez da Preta Gil receber a MERDAlha Pedro Ernesto. Considerada a maior honraria da cidade do Rio de Janeiro...
Chego a conclusão que no Brasil dos pés de chinelo, pobretões e emergentes, a distribuiçãoi de homenagens perdeu o sentido cívico e passou a ser tratada como puxa saquismo explícito e sem noçoísmo galopante.
Acredito que em mais alguns anos ser condecorado, homenageado, ou MERDAlhado em terras Tupiniquins será sinônimo de fracasso, safadeza, ou simples oportunismo.
Após o episódio do Bolsonaro o Ibope da Filha do Gilberto Gil não para de crescer, estão inflando a bola dessa mocréia em uma visível e absurda inversão de valores.
O Brasil continua perdendo o bonde da história, transformaram todas as instituições em um imenso puteiro. Distribui-se homenagem a quem quer que seja, não importa o que tenha feito ou não pelo bem do país. O que vale é puxar o saco em uma demonstração patética de mediocridade e arrogância.
Mas...
Se até o Mutley ganhava medalhas por fazer trapalhadas, tramoias e sacanagens, porque os "agraciados" não merecem, afinal, não são lá muito melhores que o canino do desenho animado.

Marchezan faz palestra na UVERGS nesta sexta-feira

O deputado federal Nelson Marchezan Júnior participa, nesta sexta-feira (27), do 54º Congresso Estadual de Vereadores, Diretores, Assessores, Servidores e Técnicos Legislativos de Câmaras do RS. Na oportunidade o parlamentar vai falar, como palestrante, da decisão do STF sobre a lei da ficha limpa. A palestra de Marchezan inicia às 9h15min na sede da entidade.
O que: 54º Congresso Estadual de Vereadores, Diretores, Assessores, Servidores e Técnicos Legislativos de Câmaras do RSQuando: Nesta sexta-feira, 27 de maio
Tema: Decisão do STF sobre a lei da ficha limpaHorário: 9h15min
Local: Rua dos Andradas, 1234 - 8º andar - Edifício Santa Cruz
Realização: UVERGS

SERIA OTIMO PARA O BRASIL

O avião do ex-ditador búlgaro Todor Zhivkov é submergido para formar um recife artificial, em Varna

BEM QUE O BRASIL PODERIA PEGAR O PT E SUA QUADRILHA E TRANSFORMAR NUM RECIFE LÁ EM NORONHA, PARA ESQUECERMOS QUE FOMOS EXPLORADOS POR SAFADOS E IGNORANTES RETROGRADOS COMO ESTES QUE ESTÃO NO PODER.

PT S/A, EMPRESA DE CORRUPÇÃO E PODER

OS SEMIDEUSES DO PT


Da Folha Poder:

A presidente Dilma Rousseff determinou a suspensão da produção e distribuição do kit anti-homofobia em planejamento no Ministério da Educação hoje, e definiu que todo material do governo que se refira a "costumes" passe por uma consulta aos setores interessados da sociedade antes de serem publicados ou divulgados. Segundo o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral), Dilma considerou o material do MEC "inadequado" e o vídeo "impróprio para seu objetivo". A manifestação ocorreu na esteira de uma reunião de Carvalho com a bancada evangélica da Câmara. O grupo de parlamentares chegou a ameaçar o governo com obstrução da pauta no Congresso, colaborar com assinaturas para convocar o ministro Antonio Palocci (Casa Civil) a se explicar sobre sua evolução patrimonial e propor uma CPI para investigar o MEC. 

Ontem, no plenário, o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) chegou a pedir a demissão do ministro da Educação, Fernando Haddad. Mesmo depois das declarações do Planalto, Gilberto Carvalho afirmou que não há "toma lá, dá cá" entre o governo e a bancada evangélica na questão do kit e da convocação de Palocci. O MEC nega que o kit e os vídeos que vazaram na internet tenham sido aprovados pelo ministério. Eles teriam sido produzidos por ONGs que prestam serviços à pasta e estariam em avaliação. Os deputados da bancada evangélica afirmam que os vídeos e a cartilha anti-homofobia "são um estímulo ao homossexualismo". "Mostramos ao ministro Gilberto Carvalho que é virulenta a maneira como o material está sendo aplicado", disse o ex-governador do Rio. 

Assista aqui aos vídeos que seriam exibidos nas escolas.

Seminário sobre Previdência é nesta quinta

O diretório estadual do PSDB, no Rio Grande do Sul, realiza nesta quinta-feira (26), um seminário para analisar a reforma da Previdência no Estado. Já foram confirmadas as presenças do economista Darcy Francisco Carvalho dos Santos, do ex-secretário do planejamento e gestão, José Alfredo Parodi e do ex-diretor de orçamento da secretaria de planejamento e gestão do estodo, Paulo Roberto Dias Pereira. Também serão convidados representantes do governo.

Entre os pontos mais polêmicos estão o aumento de 11% para 16% a alíquota de contribuição para os que recebem além do teto da previdência (R$ 3.689,00) e estabelece para os servidores nomeados após a aprovação do projeto de lei um fundo de capitalização público com contribuição  do estado e dos servidores.

O déficit da previdência estadual do Rio Grande do Sul está em torno de R$ 5 bilhões.
O seminário será aberto à população

O que: Seminário sobre Previdência
Quando: Nesta quinta, 26 de maio
Local: Sala João Neves da Fontoura - Plenarinho da Assembleia Legislativa do RS
Data: 26 de maio de 2011
Horário: 16:00 horas

Lula e o esgoto do PT.

Do Guilherme Fiúza, da Época:

O escândalo de corrupção na prefeitura de Campinas não tem nada de escandaloso. Tudo nesse caso é absolutamente normal. Há uma ordem de prisão contra o vice-prefeito, do PT, que está foragido. Segundo o Ministério Público, ele é uma das cabeças de um propinoduto montado no serviço de águas e esgotos.Qual é a novidade? Nenhuma. É mera repetição do padrão consagrado, que tem no caso Celso Daniel seu emblema máximo: PT, lixo, esgoto, propina. Em meio a essa mesmice, mais uma revelação trivial: no caminho da propina entre a empreiteira e a companhia de saneamento aparece, como suspeito, um empresário.

Adivinhe de quem ele é amigo? Acertou. É amigo do filho do Brasil. Luiz Inácio da Silva, o homem e o mito, é candidato a um verbete no Guinness. Entrará no livro dos recordes como o cidadão com o maior número de amigos acusados de alguma trampolinagem. Até no episódio do dossiê dos aloprados, os principais suspeitos eram amigos de Lula. Tinha o churrasqueiro do presidente, o segurança e personal-chapa do presidente, o sindicalista de fé e irmão camarada do presidente desde os anos 70, e assim por diante.Isso para não falar em Delúbio, Silvinho, Gushiken e grande elenco mensaleiro – todos da cota afetiva de Lula.

O aparecimento de mais um amigo do ex-presidente no caso do esgoto de Campinas não tem, portanto, qualquer relevância. Será possível que o Ministério Público ainda não entendeu o jeito Lula de fazer amizades? Em vez de ficarem implicando com o ex-operário, deveriam estimulá-lo a ampliar o temário de suas valiosas palestras. Além de ensinar o jeito PT de administrar, Lula poderia discorrer sobre a importância do afeto na política. E explicar como se faz para ter um milhão de amigos fichas-sujas, mantendo intacta a estampa de herói. Seria um sucesso. Ele nem precisaria explicar como ficou amigo de Dilma Rousseff.

Onda empreguista tarsista aumentará o déficit do governo gaúcho

A Folha de São Paulo desta terça-feira denunciou que o governador Tarso Genro criou 500 novos cargos em apenas tres meses de governo.
. 330 são cargos de confiança, portanto de livre nomeação. Eles contemplarão filiados e simpatizantes dos aliados e do PT.
. Além dos 500 novos cargos, o governo do PT resolveu criar cinco novas secretarias. Outros órgãos estatais estão a caminho (leia nota sobre a agência que o governo quer criar em cima de parte do espólio do Daer, conforme informe abaixo).
. O jornal ouviu também o chefe da Casa Civil de Tarso, o vereador Carlos Pestana, que desprezou o impacto das novas despesas sobre os gastos. Ele avisou que elas não alterarão o déficit previsto de R$ 550 milhões. Trata-se de um prejuízo de raciocínio matemático do secretário, porque as novas despesas representam impacto adicional de R$ 50 milhões por ano, portanto quase 10% do déficit que o próprio Tarso Genro quer gerar em 2011.
- Como se sabe, o déficit fiscal de que fala o governo é o déficit orçamentário, resultado da diferença entre o total da receita e o total das despesas do ano. É decisão do governo aumentá-lo ou diminui-lo. A gastança do atual governo produzirá impacto negativo sobre as fianças.

http://polibiobraga.blogspot.com/2011/03/onda-empreguista-tarsista-aumentara-o.html
Quem sabe o nome do partido não passa a ser Partido dos Cargos de Confiança...

terça-feira, 24 de maio de 2011

PARABENS PETEZADA, MARXISTAS LENINISTAS ULTRAPASSADOS

UM TRILHÃO E SETECENTOS E TRINTA BILHÕES!!!!!
E NÃO PARA DE AUMENTAR!!!
NOVO RECORDE BRASILEIRO PARA A DÍVIDA PÚBLICA DO PAÍS DA MAROLINHA.
OU ESSE GOVERNO SAFADO PARA DE GASTAR DINHEIRO, OU VAMOS ACABAR INDO PARA O BURACO.
ESSA É A HERANÇA MALDITA QUE NOS DEIXOU O EX PRESIDENTE LULLA HONORIS 51 DA SILVA.
NÃO TEM QUADRILHA ORGANIZADA QUE SEGURE ESSE ROJÃO!!!!!!!!!!!!!

A DOUTRINAÇÃO TEM UM PREÇO: PALOCCI

 

Da Agência Câmara:
Começou há pouco a reunião da Frente Parlamentar Evangélica para discutir o kit de vídeos e cartilhas anti-homofobia que o Ministério da Educação pretende distribuir nas escolas. O vice-presidente do grupo, deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), propôs que parlamentares cristãos endossem a convocação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, nas comissões como forma de pressionar o ministro da Educação, Fernando Haddad, a suspender a distribuição do material.

“Hoje em dia, o governo tem medo de convocar o Palocci para dar explicações sobre seu aumento patrimonial. Temos de sair daqui e dizer que, caso o ministro da Educação não retire esse material e não cumpra o acordo para permitir a participação de parlamentares no conteúdo do kit, todos os deputados católicos e evangélicos vão assinar um documento para trazer o Palocci à Câmara”, afirmou. Reportagem do jornal Folha de S. Paulo aponta que, de 2006 a 2010, período em foi deputado federal, o patrimônio do ministro da Casa Civil foi multiplicado por 20 - passou de R$ 375 mil para cerca de R$ 7,5 milhões.Os deputados reclamam que o ministro Haddad recuou na posição que tomou na última terça-feira de permitir a participação de parlamentares na discussão sobre o kit e, ao contrário do que disse aos integrantes da frente, manteve a decisão de distribuir o material nas escolas.

DESABAFO DE UM BRASILEIRO DE VERDADE!

LULLA VAI FAZER O QUE DILMA NÃO SABE: DEFENDER A QUADRILHA

Em almoço nesta terça-feira com a bancada de senadores do PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu que não seja colocada em dúvida a conduta de Antonio Palocci (Casa Civil) e disse que cabe a quem acusa provar que houve irregularidade na evolução patrimonial do ministro. "Ele [Lula] defendeu o comportamento do Palocci, dizendo que ele deu uma contribuição muito significativa para o Brasil e para o PT. Que temos razões para confiar no procedimento dele e que é importante que estejamos unidos em defesa do Palocci", disse Eduardo Suplicy (SP). Segundo o senador, Lula também ressaltou a importância de Palocci para o governo de Dilma Rousseff. Leia mais aqui.

Inadimplência e endividamento em em alta no país! INACREDITÁVEL!


 
Cresceu para 64,2% o universo de famílias com dívidas




As famílias brasileiras estão a cada dia mais endividadas com cartão de crédito, carnês de lojas e crédito pessoal. O nível de inadimplência também subiu este mês, segundo a Confederação Nacional de Comércio.  

Resumindo:  a população  acreditou ter melhorado tanto de vida que saiu comprando e gastando.  Agora,  usando palavras do ex-presidente PTista, o povo SIFU.

Comentário de ex-secretário do MEC sobre kit gay causa indignação


O Estado que cuide de suas obrigações, e deixe a família brasileira cuidar de seus filhos. Não será esse BANDO de Comunistas e PSICOPATAS que devem exercer a função de educar sexualmente nossos filhos. Esses deformados moralmente precisam urgente de um grande manifesto do povo brasileiro. Precisamos pedir a demissão em MASSA desses pedófilos, maconheiros, ordinários, terroristas e corruptos. Não sentimos orgulho dessa classe política que está comandando o Brasil, eles degradam a vida de todos nós que, desejamos um Brasil caminhando ao mundo civilizado. Estamos sendo levados ao DEVASSO mundo que eles pertencem. A nossa configuração cerebral está anos luz desses CAFAJESTES do SUBMUNDO. Somos diferenciáveis em nosso grau evolutivo. Canalhas! Quem disse que não?