quinta-feira, 10 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
História e seus afins...: Stálin. Por Oscar Niemeyer
História e seus afins...: Stálin. Por Oscar Niemeyer: Quando a verdade se impõe (Por Oscar Niemeyer, para a Folha de São Paulo de 09/01) "Estou no Rio, em meu apartamento em Ipanema, alheio ...
DOUTRINANDO AS ESCOLAS PÚBLICAS POR MEIO DA"LÍNGUA PORTUGUESA" - NADA ESCAPA DOS ESQUERDOPATAS
Por Adilson J. da Silva
Meus amigos, nesta edição o nosso colaborador Adílson J. da Silva nos fornece mais uma denúncia sobre doutrinação ideológica em livros e revistas didáticos. Vejam por si mesmos os abusos que seus editores cometem!
Há um grupo de homens pensantes neste país, como em muitos outros, que sempre se mantiveram - e se mantêm - em constante esforço para nos revelar a real natureza da mentalidade revolucionária no Brasil: seu funcionamento, suas estratégias, sua vigilância e suas aspirações.
Pessoas como Olavo de Carvalho, Julio Severo, Pe. Paulo Ricardo, Nivaldo Cordeiro, Percival Puggina, Graça Salgueiro, e muitos outros de igual dedicação, vêm, com justiça, realizando uma grande produção intelectual de boa qualidade, beleza racional e dentro de uma ética rigorosa. Ao contrário das mentes esquerdistas, as quais, lançando mão de todo tipo de mentiras, perversidades e infâmias, continuam distorcendo os fatos da maneira que lhes bem lhes convêm. Mas, o que esperar deles, se são herdeiros e árduos amantes do modelo revolucionário de Gramsci? Como nos advertiu o Esposo da Igreja, o objetivo do Maligno é matar, roubar e destruir; e tais tipos não são outra coisa que não servos do Maligno.
Mas ainda que nossos grandes intelectuais supracitados tenham colaborado arduamente para nos deixar a par da hostilidade esquerdista, este que escreve, na categoria de leitor deles, sempre nutriu a ideia de que nós, defensores da tradição ocidental, da ordem e da liberdade, devemos, ao lado deles, desenvolver e alimentar a boa observação sobre tudo que a mente vermelha vem disseminando em nosso país. Nesse sentido, recentemente me lancei sobre algumas publicações, isto é, verdadeiros instrumentos da ideologia marxista, que desde o governo Lula vêm compondo o catálogo do material doutrinador enviado às escolas públicas. Algumas dessas publicações de que tenho conhecimento, além dos livros, são os periódicos “Carta Na Escola” e “Língua Portuguesa”, ferramentas macabras, custeada com dinheiro público pelo MEC, através do FNDE. Lembrando que a primeira é uma versão da revista esquerdista Carta Capital, e a segunda é uma publicação da UOL, que pertence ao grupo FOLHA, que todos sabem ser de tendência esquerdista.
Compartilho aqui algumas das perversões intelectuais impressas na edição de dezembro de 2011, número 74, desta revista.
Como aqui não há espaço para abordar toda a extensão da publicação em questão, quero me ater duas seções: Retrospectiva 2011 e Oratória. Na seção Retrospectiva 2011, os editores não estão nem aí para discutir a estrutura da língua portuguesa, pois o objetivo é a velha ladainha: perverter os fatos e hostilizar os americanos, o conservadorismo, a direita, e por aí se vai. Nessa seção, de forma vaga os autores das coluninhas fingem que abordam algumas notícias (manchetes em 2011) para fingir discutir a etimologia de algumas palavras e, por fim, impor suas ideias vermelhas ao leitor. Mas não é qualquer notícia que lhes serve, mas aquela cujo contexto lhes interessa, funcionando como plataforma para destilarem o velho veneno vermelho: eles contam com a desinformação dos estudantes e dos professores, alvos das publicações.
Vejamos algumas amostras de como as notícias que foram manchetes internacionais em 2011 são relembradas. Sobre a posse da presidente Dilma, os autores fingem abordar a etimologia da palavra “posse”, para desdenhar as críticas feitas a sua capacidade de governar durante as campanhas eleitorais em 2010. No entanto, a mesma coluna não menciona o autoritarismo da eleita no uso da palavra presidenta, nem tampouco as inúmeras demissões de ministros corruptos.
O site WikiLeaks é tratado pela revista como “especializado” em
vazamento de informação sobre corrupção, violações de direitos humanos e trapalhadas, mas o fato de Julian Assange ter cometido crime contra a segurança de muitos países sequer é levado em consideração, sem falar que o mesmo é muito próximo de organismos que praticam terrorismo no Ocidente.
vazamento de informação sobre corrupção, violações de direitos humanos e trapalhadas, mas o fato de Julian Assange ter cometido crime contra a segurança de muitos países sequer é levado em consideração, sem falar que o mesmo é muito próximo de organismos que praticam terrorismo no Ocidente.
Bin Laden é apenas conceituado como homem que “abriu feridas profundas e sem precedentes no orgulho dos norte-americanos”, mas não como aquele que matou, em nome de seu ódio ao Ocidente, centenas de pessoas inocentes. O estranho que o mesmo tratamento não é dispensado a Muamar Kadhafi. Já com respeito ao caso de Anders Behring Breivik, usa a expressão ultra-conservadorismo para associá-lo ao conservadorismo e o insinua à ideia de extremismo!
Ao falar da ocupação criminosa da reitoria da USP, a edição do texto é demasiadamente perversa: afirma que tudo começou com a prisão de “estudantes”, acusa a polícia de cometer abuso e oculta o envolvimento daqueles estudantes com o tráfico de drogas.
Por fim, na seção oratória do periódico aqui em questão, percebe-se o autoritarismo do MEC em transformar as escolas públicas em verdadeiras academias da doutrina esquerdista. O autor da coluna demonstra ser enfático: disseminar as mentiras e teorias não fundadas contra os governos militares e louvar os dois últimos governos. Contra os militares é sustentado serem seus modelos de discursos presidenciais a causa do desinteresse dos brasileiros pelos discursos dos políticos.
Nas palavras do autor do artigo, os generais faziam uso de termos
eruditos que nada esclareciam. Todavia, ao falar sobre os discursos de
posse do ex-presidente Lula e da presidente Dilma, os elogios chegam
causar ânsia. Escrevendo com exagerada simpatia esquerdista e tentando falar difícil, o autor do artigo se contradiz e nega os fatos da
história: tudo o que Lula e Dilma disseram em seus discursos de posse
só funcionou como meros discursos hipócritas onde as palavras diziam
uma coisa e suas práticas.
eruditos que nada esclareciam. Todavia, ao falar sobre os discursos de
posse do ex-presidente Lula e da presidente Dilma, os elogios chegam
causar ânsia. Escrevendo com exagerada simpatia esquerdista e tentando falar difícil, o autor do artigo se contradiz e nega os fatos da
história: tudo o que Lula e Dilma disseram em seus discursos de posse
só funcionou como meros discursos hipócritas onde as palavras diziam
uma coisa e suas práticas.
Lembro que no seu discurso de posse para o primeiro mandato, o
ex-presidente Lula falou muito em reforma, mas praticamente nada foi feito. Lula falou em combate à corrupção e na defesa da ética no trato da coisa pública, e que isso seriam objetivos centrais e permanentes do seu governo. Todavia, foi no seu governo que houve os maiores casos de corrupção na história desse país. Lula também falou em combater a impunidade, mas até o presente momento nenhum dos mensaleiros foi colocado na prisão. Pelo contrário, na história do Brasil, o governo
Lula foi o que mais incentivou a impunidade.
ex-presidente Lula falou muito em reforma, mas praticamente nada foi feito. Lula falou em combate à corrupção e na defesa da ética no trato da coisa pública, e que isso seriam objetivos centrais e permanentes do seu governo. Todavia, foi no seu governo que houve os maiores casos de corrupção na história desse país. Lula também falou em combater a impunidade, mas até o presente momento nenhum dos mensaleiros foi colocado na prisão. Pelo contrário, na história do Brasil, o governo
Lula foi o que mais incentivou a impunidade.
Afirmo ao leitor, que desde que me lancei a observar o material acima citado, tenho me espantado. E embora Olavo sempre nos advirta a não subestimar a mente revolucionária, dada à sua absoluta perversão, creio que meu espanto se deve ao velho hábito de desprezar os limites da dedicação dos esquerdistas em usurpar o Estado de Direito para alcançar seus objetivos.
Saindo da crise com o “Nazismo”
Mostramos aqui alguns princípios básicos da política financeira e econômica que levou ao “milagre econômico” pós-1933. Diferentemente da estruturação econômica atual que se estabelece em torno do capital, para o capital e através do capital, os fundamentos econômicos do Nacional-Socialismo alemão valorizavam a trabalho produtivo, o capital produtivo.
Caminhos para sair da crise
Após diversos governos autoritários (através dos parágrafos de exceção), quando o presidente do Reich Paul von Hindenburg resolveu respeitar novamente a Constituição e nomeou, a 30 de janeiro de 1933, o vencedor das eleições para chanceler do Reich, a Alemanha estava destruída de forma não muito diferente de uma situação que a atual RFA se avizinha rapidamente. O povo alemão estava à beira da bancarrota, havia cerca de 13,5 milhões de desempregados e trabalhadores com jornada reduzida, destes, 6,2 milhões de desempregados, a economia estava prestes a entrar em colapso, a agricultura diante da ruína, comércio e fábricas com atividade reduzida, o transporte naval parado. Dentro de um impressionante período até 1935, o problema do desemprego foi vencido, dominava quase a ocupação total! Qualquer chanceler alemão só pode sonhar com tal série de sucesso.
O suposto democrata Roosevelt, que chegou ao poder também em 1933, não alcançou nem de perto algo parecido apesar das melhores condições iniciais de seu governo. A economia dos EUA avançou somente depois da política bélica de Roosevelt a partir de 1941. Despesas com a indústria bélica foram usadas para justificar a recuperação alemã, mas elas foram ampliadas somente a partir de 1935, como conseqüência da rejeição por parte dos países da Liga das Nações em cumprir seu único compromisso do Ditado de Versailles: o desarmamento. Ao contrário, a Alemanha conseguiu pacificamente em apenas seis anos, até 1938, criar um estado socialista que o mundo invejou, com uma pujança econômica onde todos os trabalhadores aproveitaram. Imperava nesta transformação um pensamento básico: a economia para o povo e o capital para a economia. Hoje vale o contrário na RFA: o povo alemão incluindo os milhões de povos estrangeiros sobre seu solo existe para a economia e a economia existe para o capital.
“O povo existe para a economia e esta para o capital”: sem dúvida alguma, uma grande conquista das assim auto-denominadas democracias ocidentais – NR.
Existe uma diferença entre a categoria “capital” e “economia”. Esta foi criada pelo espírito solidário do povo alemão. O neto de rabinos, Karl Marx, foi incumbido por Adolphe Crémieux (Alliance Israélite Universelle, Paris) a deturpar esta diferença e, com isso, colocar o trabalhador contra o empresário, desviando sua atenção do capital bancário (que vive do empréstimo de dinheiro – compare com a Grécia e França neste ano, 2010). Que o empresário também toma dinheiro a crédito – claro, contra o pagamento de juros – junto aos bancos, isso Marx não nos conta. O “capitalista” não é portanto o empresário que criou as bases de subsistência para os trabalhadores através de postos de trabalho, mas sim o Bankster que empresta dinheiro recém-criado (Fiat-money). Aqui se diferencia a essência das concepções econômicas na Alemanha e o bolchevismo. O trabalhador da Siemens não foi explorado pela Siemens, mas sim por Rothschild. Ao contrário. A empresa Siemens assegura-lhe as condições para sua subsistência. Hoje, imersa no globalismo, a RFA teria exterminado estas condições, pois a Siemens produz por todo o globo, mas não mais em Berlim.
O lucro do capital financeiro internacional organizado através do empréstimo de dinheiro foi imposto mundo afora através das moedas lastreadas no ouro. O comércio exterior só acontecia através do depósito em ouro ou outras garantias com juros embutidos. A Alemanha se livrou desta escravidão após 1933, com a conseqüência que o comércio exterior voltou a ser à base do escambo, ou seja, produto contra produto. Por exemplo, locomotivas alemãs foram trocadas por carne argentina. Para isso não foi mais necessário qualquer tipo de carta de crédito. Os plutocratas perderam com isso bilhões e bilhões em juros que arrecadavam também através da dívida pública. O “capital produtivo” venceu na Alemanha. Por isso o “capital especulativo” da Inglaterra declarou guerra contra a Alemanha a 3 de setembro de 1939, e o da França a 4 de setembro.
O ouro alemão era a força produtiva alemã.
Segundo este mesmo princípio se estabelecerá em breve entre a China e a Turquia, com o desligamento da moeda internacional US Dólar. Há pouco tempo foi rejeitada a tentativa de Angela Merkel em convencer os socialistas chineses a entregar seu mercado interno aos plutocratas de Wall Street. A Alemanha também permaneceu firme na independência de seu mercado interno na época o padrão-ouro das moedas. Pois uma nova concepção econômica se firmou na Alemanha, onde o ouro não representava mais um valor padrão. A política econômica alemã reconheceu que apenas o trabalho cria, mas de forma alguma o ouro. O ouro alemão era a força produtiva alemã. Com este “ouro”, a Alemanha livre bateu qualquer nação deste mundo. Teoricamente a economia daquela época foi relacionada unicamente com o termo trabalho. Ao final, a determinação e capacidade do trabalhador alemão, dos engenheiros, dos economistas e dos – organizadores do povo alemão, asseguraram a moeda interna da nação alemã, o Reichsmark alemão.
O instrumento político-financeiro para criação do dinheiro com a finalidade de dar o ponta-pé inicial da atividade econômica segundo o princípio “trabalho é o valor da moeda”, foi dado pela introdução da assim chamada Nota Promissória MEFO (Metallforschungsges. m.b.H.) no valor de 5,5 bilhões de Marco, complementando a base monetária existente. Até 1933 valia as regras determinadas rigidamente pelo Ditado de Versailles, que limitava a quantidade de moeda a 4,5 bilhões. O lastro desta Nota Promissória foi feita principalmente pelas grandes indústrias alemãs como Siemens, Krupp, AEG etc na forma em que seus parques industriais representassem a garantia para este recém-criada moeda. Com isso foi possível aumentar a base monetária para 10 bilhões de Marcos, que era o mínimo necessário para fomentar a atividade econômica como meio de troca do trabalho contra trabalho. Imediatamente foi possível iniciar os programas da casa própria, rodovias, assim como modernização da agricultura. Não se deixe levar pela propaganda de guerra inimiga, que prega o rearmamento da Alemanha como motivo da redução do desemprego. Ela mente. Atualmente na Alemanha, bilhões são destinados à indústria bélica, também para ataques nucleares, que são doados a países em regiões de conflito ou em guerra; mas não há qualquer rastro de aquecimento econômico ou uma situação de pleno emprego.
Na estruturação econômica foi utilizada a força propulsora da livre iniciativa com suas idéias inovadoras e outros trabalhos criativos para o bem-estar da economia social alemã. O novo Estado se voltou contra todo igualitarismo. Se alguém apresentava um desempenho extraordinário para a comunidade, este era premiado com apoio financeiro e também com honras. No entanto, os ganhos e dividendos foram receberam um teto superior como elemento social da política. Por exemplo, os lucros da indústria de armamentos, que nos países democráticos representa de 70 a 160% do capital investido, estava limitado a 6% na Alemanha. Destes 6%, a metade destinava-se à comunidade na forma de imposto. Mas também sobre sua outra metade, os grandes industriais não podiam se disponibilizar livremente do capital produzido pelo povo. Era esperado que ele fosse investido novamente de forma sensata na comunidade do povo alemão. Caso ele fizesse isso, muito bom. Caso contrário (por exemplo, como hoje quando se transfere o capital para o estrangeiro e elimina-se postos de trabalho para alemães), o Estado intervinha.
De forma análoga foi procedido junto às remunerações das Diretorias e Conselhos administrativos. Deputados do Reichstag não podiam de forma algum participar, ao contrário da época da República de Weimar (e hoje na RFA), de cargos de diretoria, a não ser que fossem totalmente não-remunerados. O Nacional-Socialismo exterminou a corrupção, pois os senhores deputados eram (e são) parte do conselho de administração.
Segundo um texto de Gerd Walther
http://xinos.wordpress.com/2010/10/25/wege-aus-der-krise/
Os especialistas e dirigentes atuais deveriam estudar mais a fundo o sucesso que foi alcançado naquela época. Eles não devem se deixar distrair pelos porretes lingüísticos como “racista”, “nazista”, “antisemita” etc. Estes comentários visam apenas desviar a atenção destes aspectos econômicos, pois como vimos, eles eliminam a exploração do trabalho produtivo pelos banksters – NR.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Sindrome de esquecimento ou doutrinamento em massa?
Até o começo da década de 80, nenhum brasileiro, por mais esquerdista que fosse, ignorava que havia uma revolução comunista em curso no Brasil, que essa revolução sempre tivera respaldo estratégico e financeiro de Cuba e da URSS, que ela havia atravessado maus bocados em 1964 e tentara se rearticular mediante as guerrilhas, sendo novamente derrotada.
Mesmo o mais hipócrita dos comunistas, discursando em favor da "democracia", sabia perfeitamente a nuance discretamente subentendida nessa palavra, isto é, sabia que não lutava por democracia nenhuma, mas pelo comunismo cubano e soviético, segundo as diretrizes da Conferência Tricontinental de Havana.
Passada uma geração tudo isso se apagou.
A juventude, hoje, acredita piamente que não havia revolução comunista nenhuma, que o governo João Goulart era apenas um governo normal eleito constitucionalmente, que os terroristas da década de 70 eram patriotas brasileiros lutando pela liberdade e pela democracia.
No Brasil, a multidão não tem memória própria.
Sua vida é muito descontínua, cortada por súbitas mutações modernizadoras, não compensadas por nenhum daqueles fatores de continuidade que preservam a identidade histórica, melhor conhecida e cultivada no meio militar.
Não há cultura doméstica, tradições nacionais, símbolos de continuidade familiar.
A memória coletiva está inteiramente a mercê de duas forças estranhas: a mídia e o sistema nacional de ensino.
Quem dominar esses dois canais mudará o passado, falseará o presente e colocará o povo no rumo de um futuro fictício.
Olavo de Carvalho - Filósofo e Cientista Político
08 de Maio de 1945
O 8 de maio de 1945 foi um dia de desgraça, de martírio, de luto. Na Alemanha, o povo alemão lutou por sua existência durante seis anos na mais gigantesca guerra de todos os tempos.
Quando o diabo venceu
Em 8 de maio de 1945, a Wehrmacht foi vencida. Um povo heróico, sem paralelo na história da humanidade, foi vencido por uma força satânica sobre-humana, após uma luta que durou seis anos. Ao final, o soldado alemão tinha lutado até o último cartucho. Não sobrava mais pedra sobre pedra na maioria das cidades alemãs e sob os escombros encontravam-se milhares de crianças mortas, vítimas do bombardeamento aéreo que transformou as áreas civis urbanas em um inferno – o verdadeiro Holocausto.
“O 8 de maio de 1945 foi um dia de desgraça, de martírio, de luto. Na Alemanha, o povo alemão lutou por sua existência durante seis anos na mais gigantesca guerra de todos os tempos. A bravura e o espírito de sacrifício dos soldados, a inquebrantável força de caráter de suas mulheres e homens durante a pulverização pelas bombas aliadas do terror aéreo, as lágrimas das mães, os órfãos; quem envergonha estas lembranças paralisa nossa vontade de afirmação própria. É nisso que deveríamos pensar em 8 de maio. Os vencedores de 1945 explicam que para salvar a humanidade eles empreenderam e ganharam uma cruzada contra a Alemanha. Levada a cabo também por meio da guerra aérea, a qual tratou como inimigo as crianças, mulheres, refugiados e idosos, da mesma forma que os soldados regulares. O dia da capitulação militar do exército alemão trouxe a paz para os aliados. Mas para milhões de alemães, este dia trouxe o inferno na Terra. Os vencedores de 1945 não tiveram qualquer motivo para perguntar com qual crime eles abriram o lacre para o triunfo de sua cruzada em prol dos ameaçados valores humanos?”(Hellmut Diwald)
Após a derrota, foram arrancadas as crianças de milhões de mulheres alemãs e transportadas para a Sibéria em Campos da Morte. A República Federal da Alemanha não presta um minuto sequer de homenagem a esses destinos, nenhum discurso político durante as festas da “libertação” menciona estas antigas ações de extermínio. As vítimas alemãs são sempre assassinadas novamente pelos políticos alemães em toda ocasião daquele conhecido dia de homenagem aos judeus através de repugnantes incriminações.
Depois da luta heróica, heróis alemães sucumbiram ante o genocídio
Para o crime mais assombroso da história mundial, a elite da república tem a postos o termo “libertação”. Mais cinicamente não é possível matar pela segunda vez um povo que se sacrificou tanto.
Como era de se esperar, o antigo chanceler alemão deu seqüência à tradição e viajou para o desfile da vitória de Putin em homenagem ao exército vermelho, em 9 de maio de 2005, em Moscou, e se desculpou perante o povo russo mais uma vez pelo “crime dos alemães”. Presidente Putin e os russos deixaram homenagear, em 9 de maio de 2005, um dos maiores genocidas da história mundial: Josef Stalin. Hoje são construídos na Rússia memoriais seguidos de memoriais em homenagem a este monstro e Putin tem ainda a Chutzpe (cara de pau) de afirmar que o exército de assassinos de Stalin libertou em 1945 a Europa Oriental e uma parte da Alemanha. O chanceler Schröder reforça este disparate e honra a festa com sua presença:
“para a glorificação de um ditador, cujas vítimas são reclamadas por quase todas as famílias russas. Os memoriais, que foram erigidos em quase todas as cidades russas, em homenagem a Josef Stalin, representam um pensamento que possibilitou o pacto entre Moscou e Berlin, entre Molotow e Ribbentrop, e ainda o defende, que festeja o domínio do leste europeu como um grande feito e desmente ainda a ocupação dos estados bálticos.”
(Die Welt, 9.5.2005, Seite 6)
Adolf Hitler antecipou-se, em 22 de junho de 1941, com uma ataque preventivo, somente em três semanas ao plano de ataque de Stalin sobre a Europa ocidental. A marcha da Wehrmacht foi recebida com flores nos países libertados como os do Báltico, a Ucrânia e Bielo-Rússia. A Wehrmacht de Hitler e as Waffen-SSpreservaram com sua ação heróica contra o Exército Vermelho, a Europa Ocidental do mesmo destino imputado aos países do bloco oriental.
Já em 1939, Stalin planejava assolar a Europa Ocidental e subjugá-la. Ele necessitava de uma fronteira comum com o Reich alemão para poder atacar no momento certo e anexar a Europa Ocidental:
“Trata-se de um discurso que Stalin proferiu em 19 de agosto de 1939 ante o Politiburo soviético, em Moscou, e indicava claramente que ele selaria um pacto com a Alemanha Nacional-Socialista para encorajar Hitler a atacar a Polônia e desencadear então a guerra. Seu cálculo: se os soviéticos aceitassem as ofertas britânicas e francesas – uma comissão militar aliada já negociava em Moscou – então Hitler não iria atacar a Polônia e a guerra não eclodiria. Porém, a guerra era necessária, pois o bolchevismo não se alastraria sobre o Ocidente sob o manto da paz”.
(Die Welt, 16.7.1996, S. 6)
Quando a Wehrmacht empurrava através de seu ataque preventivo os soviéticos para fora dos países do leste, alistavam-se milhares de voluntários dos países do Báltico e do leste europeu às forças da Waffen-SS, para combater a máquina assassina dos soviéticos. Esta é a realidade e não o contrário, como o consenso dos vitoriosos insiste em nos fazer acreditar e, se necessário, com o apoio do código penal.
Adolf Hitler não tinha freqüentemente somente razão quanto à sua avaliação da situação mundial, mas é ainda hoje confirmado oficialmente:
“Três anos antes do 8 de maio de 1945, ou seja em 8 de maio de 1942, os protocolos das conversas junto à mesa na ‘Wolfsschanze’ registram a seguinte observação de Hitler: ‘A Terra é como um ambulante troféu e almeja sempre estar nas mãos do mais forte’.” E hoje, em 2005, a opinião de Hitler é confirmada: “Com a vitória interina do ocidente não houve uma paz em 1990 como aquela de 1945. A luta pelo domínio mundial, pelo menos em sua forma, ainda não foi decidida. Queira a mão do mais forte lidar cuidadosamente com o troféu ambulante! Ele pode quebrar”.
(Die Welt, 7.5.2005, S. 9)
O partido político NPD se colocou de forma transparente contra a infâmia e as mentiras do regime republicano da Alemanha perante seu povo de mártires na demonstração de 8 de maio de 2005, em Berlin, com o lema “60 anos de mentira da libertação – Basta com este culto de culpa”, pois os fatos são:
“Nas declarações aliadas nunca foi mencionada a intenção de ‘libertar’ os alemães ou os japoneses, assim como deveriam ser libertados aqueles em 1964 no Vietnam, 2002 no Afeganistão e 2003 no Iraque. Os alemães e os japoneses deveriam ser neutralizados antes de tudo de uma vez por todas”.
(Die Welt, 7.5.2005, S. 9)
É claro que as boas-pessoas odeiam esta verdade assim como o diabo a água benta, por isso elas tentam impedir com todos os meios a marcha dos dignos em Berlin. Enquanto o “libertador” Eisenhauser deixou assassinar mais de um milhão de prisioneiros de guerra alemães – após a capitulação, nos campos de prisioneiros junto ao Reno –Rheinwiesenlager, os salvadores soviéticos assassinaram não somente as mulheres e crianças alemãs, mas também aqueles povos cujos países eles então ocuparam e oprimiram por mais de 50 anos.
“Na descrição relativista de Putin, não é mencionado nem a brutalidade do regime de Stalin nem o assassinato, a liquidação de milhões de pessoas”.
(Die Welt, 9.5.2005, S. 6)
“A população [alemã], ao contrário, não tinha motivo verdadeiro para saudar o exército vermelho como libertador”.
(Die Welt, 9.5.2005, S. 6)
Justamente o senhor dos exércitos, George Bush, estampou durante sua visita em 7 de maio de 2005, na Estônia, abertamente os crimes do império soviético.
“mencionou que os Estados bálticos e da Europa oriental como da Polônia até a Romênia, tiveram de se submeter ao ‘domínio ferrenho de um outro ipmério’…’A prisão de milhões da Europa central e oriental será lembrada na História como uma grande injustiça’, disse Bush”.
(Die Welt, 9.5.2005, S. 2)
Assim eram as ordem diárias de Ilja Ehrenburg para o exército vermelho, o incitador de Stalin ao genocídio. Com suas desculpas perante o exército vermelho, qualquer chanceler alemão festeja também o incitador ao genocídio Ehrenburg:
“Matem, seus bravos soldados do exército vermelho, matem! Não existe nada que seja inocente nos alemães. Sigam as diretrizes do camarada Stalin e massacre o animal fascista em sua toca. Rompa com violência o orgulho racial das mulheres alemãs, tomem-nas como presas de direito. Matem, seus bravos soldados do exército vermelho, matem”.
(Frankfurter Allgemeine Zeitung, 28.2.1995, Seite 7)
Texto baseado no artigo do National Journal
Artigo publicado originalmente a 08/05/2009.
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