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    terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

    É fácil entender por que os jovens tendem a defender mais socialismo

    Há um fenômeno ocorrendo nos países mais prósperos do mundo: os jovens afirmam ter sentimentos positivos em relação ao socialismo.
    Em uma pesquisa de 2017, 51% dos millennials se identificavam como socialistas, com adicionais 7% dizendo que o comunismo era seu sistema favorito. Apenas 42% preferiam o capitalismo.
    Em alguns casos, a defesa do socialismo ocorre abertamente, como nos EUA, onde os jovens que apóiam o Partido Democrata — principalmente Bernie Sanders e Alexandria Ocasio-Cortez — abertamente se auto-rotulam como socialistas. Em outros, a defesa é menos explícita, como nos recentes protestos do Chile.
    Em comum, vemos jovens de países prósperos, que vivem em meio a uma abundância nunca antes alcançada na história do mundo, exigindo mais poder estatal e mais intervenções, e menos liberdade de mercado — o mesmo mercado que lhes forneceu toda esta abundância.
    O que explica essa contradição?
    Quem melhor explicou o fenômeno foi a sempre interessante crítica cultural Camille Paglia (feminista e de esquerda).
    Segundo ela, a atual juventude é ignorante em história econômica, e por isso mesmo enxerga suas atuais liberdades de escolha (inéditas na história da humanidade) e a atual riqueza de bens de consumo à disposição (algo também inédito na história da humanidade) como um fato consumado, como algo que sempre foi assim e que jamais irá mudar.
    Diz ela:
    “Tudo é muito fácil hoje em dia. Todos os supermercados, lojas e shoppings estão sempre plenamente abastecidos. Você pode simplesmente ir a qualquer lugar e comprar frutas e vegetais oriundos de qualquer lugar do mundo.
    Esses jovens e universitários acreditam que a vida sempre foi fácil assim. Como eles nunca foram expostos à dura realidade de seus antepassados, eles não têm idéia de que essa atual abundância é uma conquista muito recente, a qual foi possibilitada por um sistema econômico muito específico.
    Foi o capitalismo quem produziu esta abundância ao redor de nós. Porém, os jovens parecem acreditar que o ideal é ter o governo gerenciando e ofertando tudo.
    Nossos antepassados tinham uma noção da realidade da vida. Já a juventude de hoje foi criada em um período muito mais pujante. Perderam o senso da realidade”
    Em outras palavras, indivíduos ignorantes sobre história e economia acreditam que a abundância atual sempre existiu e sempre foi assim. Daí é compreensível que se sintam atraídos pela idéia de um socialismo idílico: eles genuinamente acreditam que, sob o socialismo, toda esta abundância será mantida, mas agora simplesmente será gratuita para todos.
    Haverá MacBooks, smartphones, roupas de grife, comida farta e serviços de saúde amplamente disponíveis a todos, e gratuitamente. Como resistir?
    Acreditando que poderão seguir usufruindo toda esta fartura, eles sonham que terão ainda mais coisas luxuosas sob um governo que confisque a riqueza alheia.
    Como disse Cynara Menezes, a famosa “Socialista Morena”:
    “No socialismo TODOS terão iPhone!"

    domingo, 23 de fevereiro de 2020

    Discurso de Hitler a 6 de outubro de 1939


    Propostas de paz após conflito com a Polônia
    “Só uma coisa é certa: Nunca houve na história do mundo dois vencedores, mas frequentemente somente vencidos! (…) Queiram aqueles povos e seus líderes tomar a palavra, que sejam da mesma opinião, e queiram rejeitar minha mão estendida aqueles que acreditam ver na guerra a melhor solução!”
    Neste discurso quase profético no Reichstag, após a vitoriosa campanha na Polônia, Adolf Hitler dirigiu um apelo de paz aos países que declararam guerra contra a Alemanha. As propostas neste discurso assemelham-se muito ao plano de sete pontos de Rudolf Hess, em sua missão aérea até a Inglaterra a 10 de maio de 1941, dezenove meses depois.
    Hitler aborda as consequências do chamado Tratado de Versailles, que segundo sua visão não trouxe desgraça somente à Alemanha, mas também às outras nações vitoriosas da Primeira Guerra Mundial.
    Mais além, ele aponta a revisão pacífica de uma das mais tenebrosas consequências do tal “tratado” através do Acordo de Munique e a ratificação das fronteiras com uma série de países europeus e assegurou que a separação de territórios alemães estabelecidos em Versailles, em prol da Dinamarca, permanece inalterada. O mesmo disse ele em relação ao território alemão de Eupen-Malmedy em prol da Bélgica.
    Textualmente ele acrescenta:
    “Com a Hungria nos une um longo e tradicional laço de calorosa amizade.”
    O pedido da Eslováquia para proteção através do Reich alemão ante a hegemonia tcheca, ele descartou veementemente.
    Em relação à França, ele apenas se prende ao retorno do território alemão do Sarre, anexado pela França após a Primeira Guerra Mundial. No mais, ele não teria qualquer outra exigência à França. Ele aceita como agora franceses os territórios do Reich Alsácia e Lorena como consequência do famigerado Tratado de Versailles, “para evitar uma guerra!” A antiga inimizade entre França e Alemanha devem “ser enterradas para sempre, para caminharem na história conjunta.”

    O Sarre retorna ao Reich
    Sobre a Inglaterra, Hitler diz que seus esforços em relação à amizade teuto-britânica é “o objetivo de minha vida, trazer ambos os países não somente o entendimento, mas também sentimentalmente.” Também as relações com a Rússia soviética foram finalmente normalizadas, sendo que a revisão pacífica de “Versailles” teria “trazido nenhum caos, mas sim estabilidade”, pois:
    “Nem o povo alemão nem eu juramos pelo Tratado de Versailles!”
    Continuando, Hitler passa a citar algumas das inúmeras propostas alemãs para o problema polonês.
    “A resposta foi a mobilização geral polonesa!”
    Depois ele diz:
    “Se eu ainda agora revelo meus pensamentos sobre este problema, então eu tenho diante dos olhos estas pessoas como covardes ou hesitantes. (…) Hoje, no máximo eu lamento que as pessoas, que em sua sede de sangue nunca viram uma guerra, estivessem lá onde a guerra é combatida… (…) Por que está guerra tem que acontecer? Para o restabelecimento da Polônia? A Polônia do Tratado de Versailles nunca mais vai existir! A questão do restabelecimento de um estado polonês não será esclarecido no ocidente, mas sim através da Rússia e Alemanha. O exemplo da Palestina mostra a incapacidade das democracias ocidentais em resolver tais problemas.”
    (…)
    “A Alemanha colocou alguma exigência à Inglaterra? (…) Esta guerra deverá servir para dar à Alemanha um novo regime, quer dizer derrotar novamente o atual Reich e com isso criar um novo Versailles? Então milhões de pessoas serão sacrificadas sem razão, pois nem o Reich alemão será devorado nem aparecerá um segundo Versailles. Mas mesmo se (…) isso deva acontecer, então este segundo Versailles tornar-se-ia novamente a fonte de novos conflitos. Em todo caso, uma regulamentação dos problemas do mundo sem a consideração dos interesses de seus fortes povos (…) não poderia terminar de outra forma, do que esta regulamentação de 20 anos atrás mudou os dias de hoje. Não, esta guerra no ocidente não regulamenta qualquer problema…”
    Sobre os territórios alemães na Polônia, ele sugere seis pontos:
    1. A criação de uma fronteira do Reich segundo condições étnicas e históricas
    2. Ordenamento segundo as nacionalidades
    3. Ordenamento e regulamentação do problema judaico
    4. Criação de uma conjunta ordem econômica
    5. Garantias de segurança
    6. Restabelecimento do Estado polonês
    Pois, segundo Hitler:
    “A Polônia, dentro do propósito de anular uma tropa de contínuos agitadores, é tarefa para os próximos 50 ou 100 anos!”
    Hitler propõe como solução a formação de uma União de Segurança Europeia.
    O Tratado de Versailles não será mais visto como válido, mas a devolução das colônias alemãs permanece como direito de reivindicação alemão. Mas isso “não é qualquer Ultimatum, mas um apelo à razoabilidade!”
    Hitler propõe negociações conjuntas para desarmamento e repúdio conjunto das armas modernas de destruição em massa. O uso de tais armas deve ser conduzido em acordo com a Convenção de Genebra. As modernas armas como aquelas da aviação, dos submarinos ou uso do gás não poderão ser usadas sob qualquer pretexto contra a população civil.
    Textualmente, ele adverte em relação a essa questão:
    “Hoje não existem mais ilhas! (…) Nem a violência das armas nem o tempo irá dobrar a Alemanha. Um novembro de 1918 não irá se repetir na história alemã. (…) Eu não duvido um segundo sequer, que a Alemanha vencerá. O destino decidirá, quem tem razão.”
    Finalizando, ele fala:
    “Só uma coisa é certa: Nunca houve na história do mundo dois vencedores, mas frequentemente somente vencidos! (…) Queiram aqueles povo e seus líderes tomar a palavra, que sejam da mesma opinião, e queiram rejeitar minha mão estendida aqueles que acreditam ver na guerra a melhor solução!”

    quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

    Máfia dos Bancos: “Nós controlamos o mundo”


    Brasão da família Rothschild
    “Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importa quem faz suas leis.” Esta frase provém de ninguém menos que Mayer Amschel Rothschild, um daqueles que controlam os fios da política mundial. Nós somos confrontados diariamente com as obras e os efeitos desta quadrilha, não importa se levamos nossos filhos ao zoológico, fazemos compras no supermercado, ou simplesmente apenas sentamos em casa e assistimos os programas da TV.
    Ninguém se iguala a eles, todavia pouquíssimos tomam ciência deles e de suas obras. Mas como poderíamos saber? Trata-se aqui de um plano para estabelecer uma Nova Ordem Mundial, diga-se um domínio mundial, que é perseguido consequentemente há milhares de anos e onde cada um de nós cresce neste pérfido sistema e o considera normal.
    Ninguém pode imaginar hoje em dia um sistema sem conta corrente, cartão de crédito ou pagamento de juros. Isso já nos foi colocado no berço ao nascermos e posteriormente martelado na escola e universidade, que os bancos são absolutamente sérios e de confiança. Eles administram nosso dinheiro e atuam seguramente na sua multiplicação, eles pagam juros, aplicam com dividendos a nosso favor, são nossos consultores financeiros e, quando o bolso aperta, eles nos abraçam calorosamente. Uma grande instituição, não é verdade?
    Mas a realidade é completamente diferente! Pois o que realmente acontece atrás das fachadas dos grandes bancos, para que eles utilizam nosso dinheiro e como eles aplicam nosso dinheiro contra nós mesmos, sobre isso não ficamos sabendo nem através da mídia nem ao menos é ensinado a nossas crianças nas escolas ou universidades. Se acreditamos que o governo de representação popular é escolhido através da eleição “democrática”, que governa a nós todos e nosso dinheiro, então não podemos estar mais longe da realidade. Desde há séculos concentra-se aquilo que deveria de fato estar nas mãos dos povos, nas mãos de uma pequena elite que sustenta ou derruba governos, provoca ou termina as guerras, mantém presas todas as pessoas em um sistema que tem um só objetivo: o completo domínio mundial.
    Inacreditável, mas verdade: desde há mais de dois séculos existe este poder invisível neste planeta, que move a roda da história sem serem de forma alguma molestados. A família Rothschild controla dos bastidores os gargalos entre política, economia e Altas Finanças. Durante muito tempo eles puderam gozar de uma confortável segurança, pois a manutenção do segredo estava no centro de sua estratégia. Mas agora o engodo começa a cheirar mal, o muro do silêncio começa a ruir, cada vez mais pessoas despertam e reconhecem os verdadeiros manipuladores atrás do palco dos acontecimentos mundiais!
    Todo nosso planeta está permeado com os bancos Rothschild. Onde não é assim, emerge a forte suspeita de que o país esteja na lista de objetivos de guerra da OTAN. Forçam os poucos países que ainda restam (Irã, Cuba e Coréia do Norte) a criar um Banco Central Rothschild para que recaia sobre a elite o poder político e econômico do mundo, assim previsto por Adam Weishaupt e Mayer Amschel Rothschild.
    Morte e destruição aguardam aqueles, que como Abraham Lincon e John Kennedy, Saddam Hussein e Muammar Gaddafi, se opuseram a esta tirania, insurgindo contra o surrupiado e abusado monopólio dos Bancos Centrais Rothschild para impressão de dinheiro, assim como o comércio de petróleo em Dólar.
    Diante deste pano de fundo, faz-se a pergunta: como vão proceder com o Irã? Pois este país desafia a NOM de duas formas:
    1. Ele não tem um Banco Central Rothschild
    2. Eles comercializam petróleo em ouro e não em Dólar. Este foi o último pecado de Saddam Husseim no Iraque e Gaddafi na Líbia, assim como custou a vida de vários outros súditos – e transformaram seus países “por motivos humanitários” em pedra e cinzas.
    A Síria tem um Banco Central privado, que trabalha segundo as regras dos bancos centrais globais, todavia mais orientado ao regime de Assad do que à Nova Ordem Mundial. O Afeganistão, Iraque e a Líbia, nenhum deles tinha um Banco Central Rothschild antes da invasão da OTAN; agora eles têm, e a exploração é assustadora. Dinheiro na casa dos bilhões e ouro desaparecem sem deixar vestígios, e até hoje não apareceram.
    A Europa está infestada com bancos dos Rothschild e o efeito nós sentimos diariamente, como as marionetes políticas dançam segundo a música dos Rothschild. A maioria dos Bancos Centrais do mundo pertence aos Rothschild e eles podem utilizá-los para criar uma hiperinflação quando não conseguirem mais continuar com seu jogo de desfalque. E para conseguir exercer mais pressão, Rothschild e Rockefeller se uniram. Por isso é importante desvendar toda verdade sobre as falcatruas e intrigas destas famílias. Assim como o jogo de cartas marcadas das lideranças políticas com esta máfia. Beppo Grillo esclareceu este emaranhado sistema já em 1998.
    É importante saber como funciona o sistema bancário para podermos nos proteger eficazmente contra a vindoura desapropriação. Todo este cenário não é obra do acaso, mas sim um criminoso e pérfido jogo da elite. Ninguém gostaria de ser vítima de tal conspiração. Somente através da investigação e esclarecimento podemos impedir em conjunto esta invasão mortal na humanidade. Nós não podemos esperar qualquer ajuda de nossos políticos eleitos; eles estão sob a regência do Lobby dos bancos, cuja presidência está ocupada por Rothschild e Rockefeller.
    Mr. Marty