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terça-feira, 26 de abril de 2016

HITLER A ETERNA FASCINAÇÃO


“Ele foi esculpido naquele tipo de madeira onde lendas são feitas!”
O espírito de Adolf Hitler simplesmente não desaparece. Ele é utilizado e abusado em qualquer situação política. A simples lembrança de Adolf Hitler é explorada amplamente em toda situação imaginável, por diferentes grupos de interesse. A menção a Hitler é praticada em todas as correntes políticas, seja qual for a discussão ou ocasião, seja a favor ou contra. Hitler serve como algoz ou santo, dependendo do viés ideológico. Mas qual foi a opinião de grandes nomes da história sobre Hitler, como ele é avaliado por judeus fiéis à Tora e como uma historiografia isenta sobre o Terceiro Reich abordaria o personagem histórico Adolf Hitler?
Hitler foi um enviado de Deus
Para os judeus seguidores e fiéis à Torá, Adolf Hitler foi um enviado (anjo) de Deus que devia punir os judeus por seus pecados:
“É de conhecimento geral que todos os sábios e santos da Europa da época de Hitler explicavam sua subida ao poder, que se tratava de uma mensagem da ira de Deus, que ele foi enviado para conduzir os judeus, devido ao desvio da fé por parte dos sionistas, até a prometida redenção messiânica.”[http://www.nkusa.org/Historical_documents/tenquestions.cfm]

Adolf Hitler e um de seus inúmeros quadros
“Mãe Maria”, Pintura a óleo, 1913
Hitler possuía uma inteligência altíssima
Até 1933, Visconde Rothermere foi diretor do Ministério britânico para Informação; ele representava alguns dos mais poderosos editores do mundo e após 1945, fazia parte da diretoria da Reuters. Portanto, Rothermere não tinha motivo algum para proferir qualquer elogio a favor de Adolf Hitler e com isso advogar contra si próprio. E a vista disso, sua avaliação sobre Hitler foi positiva e ele destacou o desejo de Hitler pela paz:
“Na Inglaterra, muitas pessoas imaginam Hitler como um canibal. Por isso eu quero esclarecer como eu o avalio. Ele incorpora a boa camaradagem. Ele é modesto, natural e claramente sério. Não é verdade que em um encontro individual, ele conversa da mesma forma como discursa para um grande público.
Ele possui uma inteligência altíssima. Eu conheço apenas dois homens com os quais poderia fazer uma comparação: Lord Northcliffe e Lloyd George. Quando alguém pergunta alguma coisa a Hitler, imediatamente este recebe uma resposta clara e brilhante. Não existe qualquer pessoa viva neste mundo, cujas promessas em relação aos grandes acontecimentos eu dispensaria mais credibilidade do que na palavra de Adolf Hitler. Ele acredita que o povo alemão foi incumbido de uma missão divina e que a ele foi determinado proteger a Europa do ataque revolucionário do comunismo. Ele coloca no mais alto pedestal o valor da família, enquanto o comunismo é seu maior inimigo. Ele restabelece os saudáveis preceitos morais e os bons costumes na Alemanha. Ele proíbe livros com conteúdos obscenos assim como representações discutíveis sobre o palco e em filmes.
Eu conversei com Hitler há um ano e meio, quando eu lhe disse que determinados círculos sociais ingleses o denominavam um aventureiro. Sua resposta foi: aventureiros foram aqueles que construíram o império britânico.
Nenhuma palavra pode descrever seus bons modos; tanto para homens e mulheres, ele está da mesma forma desarmado e conquista ambos os gêneros com seu sorriso conciliador e amigável. Ele é um homem de uma cultura rara. Seu conhecimento em relação à música, arte e arquitetura é completo.
Muitos podem imaginar apenas com muita dificuldade tal homem, que ao mesmo tempo é capaz de tratar com firmeza os mais diversos assuntos.
Caso fossem fazer uma pesquisa de opinião sobre quem teria sido o maior político da história britânica, Cromwell estaria disparado bem no topo da lista. Mas também Cromwell foi um homem de grande determinação e se serviu de métodos e medidas inescrupulosas.”[V. Rothermere, “Warnings and Predictions”, Pág. 180-183]
Hitler era contra a violência
“A política de Hitler baseava-se na conquista de seus objetivos políticos sem derramamento de sangue. Ele conseguiu conquistar a mais alta posição política na Alemanha, um país com 68 milhões de habitantes, sem um considerável derramamento de sangue ou sacrifício de vidas humanas. A Áustria foi anexada sem que um único tiro tenha sido disparado. Na Palestina, nos últimos cinco anos, mais pessoas foram mortas nos distúrbios do que na Alemanha desde a tomada de poder por Hitler.” [Daily Mail, 20/05/1938]
A força do espírito de Hitler

Churchill sobre Hitler: “…um ser humano extremamente competente, tranquilo e bem informado,
com modos agradáveis e um sorriso que desarmava as pessoas.
“Quinze anos depois (término da guerra contra a Alemanha), o ‘cabo e pintor’ conseguiu colocar a Alemanha novamente na posição mais poderosa da Europa. Ele não apenas conseguiu conquistar essa posição para seu país, mas também conseguiu tirar de cena os resultados da Grande Guerra […] Os vencidos tornaram-se vencedores e os vencedores, os vencidos. […] Seja como for o pensamento de cada um sobre estas proezas, elas pertencem certamente às mais surpreendentes de toda a história mundial.
As conquistas de Hitler, as quais são responsáveis por as coisas terem se voltado contra os satisfeitos, inúteis e meios-cegos vencedores, merecem ser reconhecidas como maravilhas da história mundial. E estas maravilhas não podem ser separadas do esforço pessoal de um único homem. […] Toda pessoa que ficou frente a frente com Hitler, seja em público, em seu local de trabalho ou em eventos sociais, estiveram confrontados com um ser humano extremamente competente, tranquilo e bem informado, com modos agradáveis e um sorriso que desarmava as pessoas. E muito poucos permaneceram intocados pelo seu penetrante magnetismo pessoal. Não se deve acreditar que essas impressões derivam da fachada do poder. Estas características deixaram seu efeito em todos os adversários durante a conquista do poder. Mesmo então quando sua sorte esteve soterrada. […] Pode-se reprovar o sistema de Hitler, mas é inevitável não admirar seu desempenho patriótico. Caso nosso país venha a ser vencido, então eu espero que apareça um salvador deste mesmo calibre, que nos devolva novamente a coragem e nosso lugar perante as nações.
Em nossa liderança não deve faltar o espírito do cabo austríaco que, quando tudo ao seu redor estava em ruínas e parecia que a Alemanha estaria afundada no caos para sempre, não hesitou a marchar avante. Ele marchou contra o tremendo despotismo das potências vencedoras e hoje alterou as coisas contra elas de forma decisiva.” [Winston Churchill, citado por E. Hughes, “Churchill – British Bulldog – His Carrer in War and Peace”, Página 140, 141, 144, 167]
Hitler criou uma nação feliz: “Heil Hitler”

“Sim, Heil Hitler. Eu também digo isso, porque ele é verdadeiramente um grande homem.” [1]
“Com justiça, ele (Hitler) explicou em Nuremberg que seu movimento criou em quatro anos uma nova Alemanha.
Não é mais a Alemanha da primeira década após a guerra, prostrada aos pés dos vencedores, sem coragem e rebaixada pela dor e impotência. A Alemanha atual transborda esperança e confiança. Está permeada com uma nova confiança em si mesma e decidida a viver sem interferência estrangeira.
Pela primeira vez desde a guerra, se estabeleceu um sentimento comum de segurança e paz. As pessoas estão felizes. Por todo país nos deparamos com um povo satisfeito e cheio de vida. É uma Alemanha renovada. Eu observo por toda parte. E ingleses, que encontrei durante minha viagem pela Alemanha, que conhecem o país e as pessoas, também estavam bastante impressionados diante desta enorme mudança. Este fenômeno maravilhoso foi realizado por apenas um homem. […]
Este é o espírito do jovem alemão. Como possuídos por uma nova fé, eles acreditam no movimento e em seu novo líder.
Mais do que tudo, foi esta renovada atmosfera que impressionou nesta minha breve viagem pela Alemanha. Uma atmosfera de despertar preencheu toda a nação.
Católicos e protestantes, prussianos e bávaros, patrões e empregados, ricos e pobres estão unidos em um único povo. Orientações religiosas, grupos e classes sociais não podem mais dividir a nação. Uma paixão pela vida, um fogo sagrado, a vontade pela união, surgidos de uma amarga necessidade.” [2]
[1] Disse Lloyd George, K. Hierl, “Im Dienst für Deutschland°, Página 163
[2] Lloyd George escreveu em um artigo para o “Daily Express”, 17/9/1936
Lloyd George (Primeiro Ministro britânico 1916-1922) foi reconhecido por ter sido um homem duro contra a Alemanha na Primeira Guerra Mundial.
A admiração de Winston Churchill por Hitler desapareceu durante a guerra. Em suas memórias, ele esclareceu porque havia difamado Hitler durante a guerra, chamando-o da encarnação do mal: “Durante a guerra, a verdade é algo tão valioso, que ela deve ser protegida da mentira com uma guarda-pessoal”. (Churchill em seu livro “The Second World War”, Livro 5, Vol. II, “From Teheren to Rome”, Página 338)
Após o término da 2ª Guerra Mundial, Churchill deve ter lido “Mein Kampf”, pois disse publicamente: “Nós matamos o porco errado”, (spiegel.de, 01/01/2006)
Após 1945, Churchill defendeu a política de Hitler
Após uma reunião de oito horas com Winston Churchill ao final de maio de 1945, Joseph e. Davies, enviado especial de Truman e ex-embaixador norte-americano em Moscou, relatou:
“Eu digo espontaneamente – após eu ter ouvido como ele se irritou sobre a ameaça do domínio soviético e sobre a expansão do comunismo na Europa e após eu ter me convencido da falta de sinceridade da liderança soviética – eu teria me perguntado se ele (Churchill), o primeiro-ministro, iria revelar ao mundo que ele e a Inglaterra teriam cometido um erro ao não ter apoiado Hitler; pois ele defendia agora – como eu compreendi – a doutrina que Hitler e Goebbels anunciaram e haviam sempre repetido nestes últimos quatro anos… Justamente as mesmas condições, como ele descreveu, e as mesmas conclusões foram apresentadas por eles, como ele agora parece confirmar…” [Foreign Relations of the United States – The Conference of Berlin – The Potsdam Conference – Vol. I, pág. 73]
Somente um homem extremamente capaz pode realizar o que Hitler realizou
“Ele (Stalin) não compartilha da visão do presidente dos EUA, que Hitler teria uma alma instável. Ele salientou que somente um homem extremamente capaz poderia ter feito o que Hitler realizou: Unir o povo alemão dentro de um espírito solidário, independente daquilo que pensemos sobre seus métodos.”
Esta foi a opinião de Stalin durante a Conferência de Teerã, em novembro de 1943, quando a guerra com a União soviética alcançou seu ápice. [T. Heuss, “A Guerra de Hitler”, pág. 5.]
“Ele foi esculpido naquele tipo de madeira onde lendas são feitas!”
“De Frankfurt nós voamos para Salzburg, onde o rei Leopold fora retido, e seguimos para a cidade de Berchtesgaden. É uma cidade maravilhosa, nas montanhas – as casas foram construídas seguindo um estilo alpino… Seguimos para o lendário ninho da águia de Hitler. A vista é maravilhosa de qualquer direção, visto da sala. Após a visita, podemos concluir facilmente, como Hitler pode sair em poucos anos do ódio que o circunda agora, para se sobressair como a personagem mais significante que já existiu. Ele empreendeu uma infinita força de vontade em prol de seu país, o que o tornou uma ameaça à paz mundial, mas havia um mistério sobre ele, na forma como vivia, no modo como morreu, um mistério que mantém sua chama acessa e crescerá. Ele era feito daquela matéria-prima onde lendas são construídas.. […] Os russos duvidam que Hitler está morto.” [JFK, “Prelude to Leadership – Diário de J. F. Kennedy, Verão de 1945”, Regnery Publishing, Washington DC, pág. 74 – Em Die Welt, 21/11/2003, pág. 10]
“Hugh Sidey, o colunista de longa data do ‘Time’ e antiga pessoa de confiança de JFK na Casa Branca, descreveu como ‘bizarra’ a admirável profecia sobre Hitler. Sidey lembra-se de um fato estranho contado pelo amigo de Kennedy, ‘Lem Billing’: ‘Jack’ (JFK) confidenciou a ele uma vez, como ele era fascinado por Hitler, principalmente pela Juventude Hitlerista, ‘jovens com um objetivo em um mundo desorientado’.” [Die Welt, 21/11/2003, pág. 10]
John F. Kennedy desprezava aqueles que eram submissos aos vencedores, as garotas que se jogavam nos braços dos invasores, aqueles que hoje são adeptos do politicamente correto e aqueles que lideram e formam os partidos licenciados:
“Ele rejeitava a ‘luxúria, como as garotas alemãs, que podiam ser bastante atraentes, se atiravam nos braços dos americanos’. […] Kennedy também desprezava a submissão dos funcionários públicos alemães a serviço dos norte-americanos.” [Die Welt, 21/11/2003, pág. 10]

“Judiaria declara guerra contra a Alemanha. Judeus de todo o mundo unidos na luta.
Boicotes dos produtos alemães…”
 [Daily Express, Londres, 24/03/1933]
“Com esta política de exílio ateísta, eles (os sionistas) provocaram o aumento do antissemitismo na Europa, que foi o estopim para a 2ª Guerra Mundial… O boicote mundial contra a Alemanha em 1933 e a posterior declaração de guerra contra a Alemanha foram iniciadas pelos líderes sionistas e pelo Congresso Mundial Judaico…” [3]
[3] Rabino Schwartz dos Judeus fiéis à Torá, New York Times, 30/09/1997!