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    domingo, 26 de fevereiro de 2012

    A verdade sobre a Revolução Russa





    Segundo um testemunho do Congresso dos Estados Unidos de outubro de 1919 [20] o apoio financeiro do John D. Rockefeller (à Lenin e Trotsky) provocou a 
    (fracassada) Revolução Comunista de 1905. A biografia do Rockefeller omite um 
    detalhe «insignificante», isto é, a afirmação feita em público por parte do banqueiro 
    investidor da família Rockefeller e presidente da empresa de investimentos de Nova 
    Iorque,  Kuhn,  Loeb & CO, o jesuíta Jacob Schiff, também fundador da Reserva 
    Federal, de que sem sua influência financeira a revolução russa nunca teria êxito. 
    Quer dizer, segundo os documentos do Congresso do doutor Sutton, na primavera 
    de 1917, Jacob Schiff começou a financiar ao Trotsky  com o propósito de que 
    prosperasse a Revolução Socialista na Rússia. A maneira em que Sutton descobriu 
    esses incríveis documentos é realmente surpreendente! Esses preciosos 
    documentos se encontraram  
    145  
    em um expediente a mais do Departamento de Estado dos Estados Unidos 
    (861.00/5339). O documento mais importante data de 13 de novembro de 1918. 
    Entretanto, o que é mais incrível ainda é o fato de que em privado Schiff estava 
    contra o apoio ao Regime Bolchevique, como se demonstrou, e de novo, 
    documentos reservados, descobertos pelo doutor Sutton (como o Documento nº 
    3), demonstram que Jacob Schiff, do  Kuhn, Loeb e Company, também tinha 
    financiado secretamente aos japoneses em sua guerra contra a Rússia.  
     Outro fato omitido é que o emissário pessoal do John D. Rockefeller, 
    George Kennan, passou vinte anos promovendo a atividade revolucionária contra o 
    czar da Rússia segundo o livro Rape of the Constitution: Death of Freedom de Gyeorgos 
    C. Hatonn. Quem financiou ao Kelman e por que? A que custo? Além do desejo de 
    criar um monopólio globalizador tinha, John D. Rockefeller, alguma razão pessoal 
    para desejar a queda do czar e apoiar a revolução? Depois, Rockefeller já não era 
    nenhum adolescente idealista.  
     A resposta segue hoje tão atual como há cem anos: pelo petróleo! Antes da 
    Revolução Bolchevique, a Rússia sucedeu aos Estados Unidos como o maior 
    produtor de petróleo do mundo. [21] Em 1900, os campos de azeite de Bakú, na 
    Rússia, produziam mais petróleo cru que todo os Estados Unidos e em 1902 mais 
    da metade das extrações mundiais eram russas.  
     O caos e a destruição da revolução destruíram a indústria petrolífera russa. 
    Em seu livro, Wall Street and the Bolshevik Revolution, o doutor Sutton escreve: «Por 
    volta de 1922 a metade dos poços estavam parados» [22] e a outra metade apenas 
    funcionava devido a falta de tecnologia para fazer os produtos.  
     A outra razão, que tampouco se menciona na biografia de Rockefeller, é a 
    concorrência. Como afirma Gary Alien, «a revolução eliminou durante vários anos 
    a concorrência russa de Standard Oil nos quais a empresa americana pôde mover as 
    peças e fazer-se com parte do negócio do petróleo russo».  
    Movendo as peças do tabuleiro  
     Quando a revolução de 1905 fracassou, os banqueiros reagiram. Em seu 
    livro, Rape of the Constitution; Death of Freedom,  146 
    Gyeorgos C. Hatonn explica como «Lenin foi "armazenado" na Suíça até 1907 
    [fora de perigo]. Trotsky foi levado aos Estados Unidos, onde viveu sem pagar 
    aluguel em uma propriedade da Standard Oil em Bayonne, Nova Jersey» [24] Como 
    anedota, o doutor Anthony Sutton explica em Wall Street and the Bolshevik Revolution
    que Leon Trotsky visitou a Espanha depois de ser expulso da França, em setembro 
    de 1916, por escrever artigos «incendiários» em um periódico parisino escrito em 
    russo. Foi, segundo Sutton, «escoltado educadamente até a fronteira espanhola». 
    Alguns dias depois, a polícia de Madrid deteve-o para interná-lo em uma «cela de 
    primeira classe» a um preço de uma peseta e meia ao dia. Depois, Trotsky foi 
    transladado ao Cádiz e depois à Barcelona, «onde finalmente subiu a bordo do 
    Montserrat, um vapor da Companhia Transatlântica Espanhola. Trotsky e sua família 
    cruzaram o Atlântico e desembarcaram em Nova Iorque em 13 de janeiro de 1917.  
     Quando o czar abdicou em 1916, Trotsky ─ com dez mil dólares de 
    Rockefeller para gastos de viagem ─ foi conduzido ao Kristianiafiord (deixou Nova 
    Iorque em 26 de março de 1917) com trezentos revolucionários comunistas de 
    Nova Iorque. De onde tirou Trotsky seu passaporte? Quem o pagou? Quem lhe 
    arrumou o trâmite e por que? Foi o mesmo Rockefeller quem conseguiu um 
    passaporte especial para o Trotsky através de Woodrow Wilson, o presidente dos 
    Estados Unidos, e enviou Lincoln Steffens, um comunista americano a serviço de 
    Rockefeller, «com ele para assegurar-se de que retornaria são e salvo à Rússia». [25]  
     Segundo arquivos desclassificados do Governo canadense, em 13 de abril de 
    1917, quando o navio se deteve no Halifax, funcionários do Serviço Secreto 
    canadense e pessoal da marinha britânica levaram imediatamente ao Trotsky (sob 
    instruções oficiais recebidas por cabograma de Londres em 29 de março de 1917) 
    para confiná-lo em Amherst, Nova Escócia, como prisioneiro de guerra alemão. O 
    cabograma advertia da presença de Trotsky em «Kristianiafjord [dizendo que deveria 
    ser] retido à espera de mais instruções, [já que] esses socialistas russos viajam com o 
    propósito de começar uma revolução contra o atual governo russo, em razão do 
    qual, Trotsky levava consigo 10.000 dólares doados pelos socialistas».  
    147  
     Mas por que foi detido? «Porque o serviço secreto fora informado que 
    Trotsky tiraria a Rússia da guerra, liberando assim aos exércitos alemães para atacar 
    às tropas (...) da frente ocidental», matiza Eustace Mullins. [26]  
     O que aconteceu depois, assemelha-se ao clima político atual no 
    erroneamente chamado o «Canadá Livre». Como no Canadá de hoje ─ a influência 
    dos Rockefeller está atrás dos movimentos separatistas de Quebec, os políticos de 
    então estavam sob a influência da família Rockefeller.  
     Gyeorgos C. Hatonn no já citado livro  Rape of the Constitution;  Death of 
    Freedom explica: «O primeiro-ministro Lloyd George enviou ordens urgentes, por 
    cabo, de Londres ao Serviço Secreto canadense para que liberassem imediatamente 
    ao Trotsky, mas aquele fez caso omisso. Trotsky foi finalmente liberado graças à 
    intervenção de um dos escravos mais fiéis ao Rockefeller, o ministro canadense 
    Mackenzie King, um antigo "especialista em laborismo" dos Rockefeller. King obteve pessoalmente a liberação de Trotsky e destacou-o como emissário dos 
    Rockefeller com a missão de ganhar a Revolução Bolchevique. Portanto, o doutor 
    Annand Hammer, que proclamava em voz alta sua influência na Rússia, como 
    amigo do Lenin, teve um papel insignificante, em comparação com o respaldo que 
    deu Rockefeller ao comunismo mundial.»  
     Por que o implacável John D. Rockefeller apoiou ao  Trotsky? Porque 
    Trotsky, o revolucionário bolchevique, como John D. e  o resto de sua família 
    advogava pela «revolução e pela ditadura mundial, por sua uniformidade ideológica 
    e seu compromisso com o internacionalismo liberal. Os bolcheviques e os 
    banqueiros, então, têm algo em comum: o internacionalismo», explica uma e outra 
    vez Anthony Sutton. Tanto Alien como o doutor Sutton chegam a mesma 
    conclusão: a revolução e as finanças internacionais têm os mesmos objetivos 
    comuns: a erradicação dos poderes descentralizados, muito mais difíceis de 
    controlar, e o estabelecimento de um Governo Mundial Único, um monopólio do 
    poder que se perpetue no tempo.  
     Graças ao heróico trabalho das outras impressionantes obra do doutor 
    Sutton, as provas da implicação dos Rockefeller na  
    148  
    «organização, patrocínio e apoio à revolução bolchevique são tão inumeráveis e 
    avassaladoras que simplesmente não admitem discussão». [27]  
     Possivelmente, poderia resumir o grau de crueldade com um exemplo: «Para 
    os Rockefeller o socialismo não é um sistema para redistribuir a riqueza (e muito 
    menos para redistribuir sua própria riqueza), a não ser um sistema para controlar às 
    pessoas e à concorrência. O socialismo, põe todo o poder nas mãos do governo. E 
    como os Rockefeller controlam os governos, isso significa que eles têm o controle. 
    de fato, mesmo que você não saiba, não significa que eles não saibam!» [28] Como 
    curiosidade, Trotsky se casaria depois com a filha de um dos banqueiros mais ricos, 
    Livotovsky, quem também respaldou a Revolução Bolchevique.  
    Tecnologia americana nas mãos dos comunistas  
     Em 1926, a Standard Oil de Nova Iorque, do Rockefeller, e sua subsidiária, a 
    Vacuum Oil Company, através do Chase National Bank, [29] «fechou um acordo para 
    vender petróleo soviético nos países europeus». [30] Nesse momento se informou 
    que John D. Rockefeller fazia um empréstimo aos bolcheviques de 75 milhões de 
    dólares, «parte do preço do acordo». Como resultado do trato, diz Alien, «em 1927, 
    o sócio secreto da Rússia, a Standard Oil de Nova Iorque, construiu uma refinaria de 
    petróleo na Rússia». Portanto, John D. Rockefeller, conclui o autor, o caudilho do 
    capitalismo, ajudou «à recuperação da economia bolchevique». O Governo dos 
    Estados Unidos não reconheceu oficialmente ao Estado soviético até 1933. Como 
    é possível que cidadãos privados, por mais ricos e influentes que sejam, tenham 
    colaborado com o regime soviético assassino, quando isso ia, explicitamente, contra 
    da lei, segundo o Congresso dos Estados Unidos? Além disso, não eram só 
    cidadãos privados os que colaboraram na criação do monopólio soviético, mas sim, mesmo o presidente Wilson aprovou tal colaboração. O doutor Sutton acrescenta 
    em seu livro, «este foi, o primeiro investimento dos Estados Unidos na Rússia da 
    revolução».  
     Isto é o que o congressista dos Estados Unidos Louis McFadden, presidente 
    do Comitê Bancário da Câmara de  
    149 
    Representantes, que se opôs corajosamente aos manipuladores do sistema da 
    Reserva Federal na década de 1920 e 1930, tinha que dizer em um discurso aos 
    congressistas em 10 de junho de 1932: «Abram os livros do Amtorg, a organização 
    comercial do Governo soviético em Nova Iorque; os do Gostorg, o escritório geral 
    da Organização do Comércio Soviético; e os do Banco Estatal da URSS, e se 
    surpreenderão de quanto dinheiro americano saiu do Tesouro dos Estados Unidos 
    em benefício da Rússia. Averíguem que transações se efetuaram entre o Banco 
    Estatal da URSS e o  Chase Bank de Nova Iorque.» Como nota à parte cabe  
    assinalar que a persistente oposição do McFadden à Reserva Federal, uma entidade 
    ilegal que controla o Tesouro dos Estados Unidos, custou-lhe três atentados. 
    Finalmente, morreu em condições ainda não esclarecidas.  
     Como se sentiria se lhe dissessem que os Estados Unidos financiaram e 
    ajudaram a construir o imponente poder dos soviets, o mesmo estado comunista que 
    assassinou a uns setenta milhões de seus cidadãos?  E que o poder na sombra 
    responsável por isso era também a primeira família banqueira dos Estados Unidos 
    que representa os ideais da sociedade capitalista? Que os Estados Unidos 
    transferiram secretamente à Rússia a tecnologia mais  sofisticada e cara do 
    momento, para assim criar um inimigo visível, para justificar os novos métodos de 
    coerção e terror; e agora o fazem com a China, as custas de seus próprios 
    compatriotas?  
     Tristemente, tudo isso forma parte do grande desenho da Nova Ordem 
    Mundial. Para conseguir o Governo Mundial Único, controlado pelos 
    globalizadores, devem unir-se diferentes nações. Para que o público geral aceite 
    inicialmente os «benefícios» do Governo Mundial Único/CE, deve vender a idéia 
    de que tal união tem vantagens e benefícios, como que o bloco de comércio livre 
    não suporá uma perda de soberania. O problema é que já hoje perdemos nossa 
    soberania. O CE invadiu todos os aspectos de nossa vida, atando-nos uns tratados 
    desconhecidos, umas leis e umas regulações obscuras,  muito difíceis de 
    compreender. O  Tratado de Maastricht é muito complexo e para entendê-lo 
    minimamente deve ler-se em conjunção com o Tratado de Amsterdam, o Tratado de 
    Roma e a Lei Única Européia. Será que  
    150  
    os membros das Cortes tiveram tempo e os conhecimentos necessários para 
    estudá-los? Quantos sabem realmente o que implicam? Como ilustração só direi 
    que no debate parlamentário, que houve na Inglaterra, a respeito dos tratados 
    mencionados (um passo que supunha, nada menos, que subtrair as liberdades aos 
    cidadãos, para transferí-las ao organismo europeu), deu aos membros do 
    Parlamento britânico um resumo de duas páginas de ditos tratados e supõe-se que deveriam tomar uma decisão que se baseasse nesse único material.  
     Como se crê nessa cacarejada igualdade entre nações e simultaneamente se 
    converte aos Estados Unidos em uma província mais da Nova Ordem Mundial? 
    Em primeiro lugar, usando o dinheiro dos contribuintes, o saber tecnológico e, tal 
    como explica Gary Alien, «o equipamento do que só a gente dispõe, para alimentar 
    à concorrência, e ao mesmo tempo, usar todas as matreiras estratégias imagináveis 
    para debilitar e empobrecer a seu país» [31]; ao mesmo tempo, que se fortalece ao 
    inimigo, assusta-se à população dizendo-lhe que a cooperação é necessária porque 
    sem acordos bilaterais o inimigo atacar-nos-á.  
     Agora já sabe por que, da Revolução Russa ─ que não foi um levantamento 
    espontâneo ─ [32] os defensores da Ordem Mundial defenderam e efetuaram as 
    políticas dirigidas a incrementar o poder da União Soviética. Em essência, a 
    Comissão Trilateral de Rockefeller foi fundada para acelerar a consecução do 
    objetivo globalizador.  
     O professor Anthony Sutton, o maior perito no estudo da contribuição da 
    tecnologia ocidental à criação do Estado Soviético,  oferece uma evidência 
    irrefutável, [33] de que a capacidade industrial e militar soviética plasmada em 
    «caminhões, aviões, petróleo, ferro, petroquímicas, alumínio, ordenadores e demais, 
    foi construída, às custas dos contribuintes americanos, para benefício da União 
    Soviética, o mesmo país que tinha jurado destruir aos Estados Unidos. Tudo com o 
    propósito de fabricar um inimigo e criar a paridade que permitiria, eventualmente, a 
    convergência em um Superestado, conhecido como Governo Mundial Único». 
    Como diz Gary Alien, «ninguém tentou sequer refutar as fortes palavras desse 
    estudioso chamado Sutton». [34]  
    151  
     Em  Wall Street and the Bolshevik Revolution, Surton, afirma: «A tecnologia 
    soviética não existia na realidade. 90-95 % procedia direta, ou indiretamente, dos 
    Estados Unidos e seus aliados.» Quantos bilhões gasta os Estados Unidos para 
    defender-se contra um inimigo fantasma, criado, alimentado e mantido por eles 
    mesmos? Os custos justificam os meios? Supostamente sim! Recorde, a Grande 
    Fusão será controlada pelo mesmo Grupo Bilderberg-CFR-CT que está orquestrando 
    entre os bastidores os blocos regionais e as uniões monetárias «temporários» .  
     «Embora pareça estranho ─ reflete Surton ─ parece que os Estados Unidos 
    querem que o inimigo continue inimigo.» Sem um inimigo visível e justificável, 
    nenhuma população, apesar da manipulação, cederá voluntariamente seus direitos e 
    liberdades individuais. Sutton oferece milhares de provas documentadas de seus 
    achados. Por exemplo, a Marinha Mercante Soviética, no momento de escrever seu 
    livro, era a maior do mundo, com 6.000 navios. Anthony Sutton declarou em 1972 
    ante um subcomitê do Partido Republicano para dizer: «Uns dois terços foram 
    inteiramente construídos fora da União Soviética e quatro de cada cinco motores 
    desses navios foram construídos também fora do país.  
     E continua Sutton, «todos os automóveis, caminhões, [armas, tanques, 
    aviões] e tecnologia soviética procede do Ocidente. A organização Gorki, construída 
    pelas empresas Ford e Austin, produziu a maior parte dos caminhões utilizados para levar o armamento subministrado pelos soviéticos ao Ho Chi Minh. As empresas 
    de automóveis também podem utilizar-se para construir tanques. A mesma 
    organização Gorki, sob o disfarce de um "comércio pacífico", produziu  em 1964 o 
    primeiro sistema antitanque guiado. Os soviéticos têm a maior montadora de ferro 
    e aço do mundo. Foi construída pela Corporação McKee. É uma cópia de uma fábrica 
    de aço de Indiana, nos Estados Unidos». [36]  
     Surton sustenta que o governo dos Estados Unidos é responsável direto pelo 
    assassinato de 100.000 soldados americanos, mortos por meio de tecnologia 
    americana, como afirma de maneira cortante: «A única resposta de Washington e da  
    152  
    Administração [dos Estados Unidos] é esforçar-se para esconder o escândalo.» [37]  
     Nada do que digo tem sentido, se acreditarem nas mentiras propagadas pelo 
    poder a respeito dos «malvados» comunistas. A não ser, é óbvio, que o comunismo 
    seja um chamariz necessário, a ferramenta de uma conspiração muito maior para 
    deixar o mundo nas mãos de multimilionários ávidos de poder, então tudo aparece 
    perfeitamente lógico. [38]  
     Rockefeller, entretanto, não é absolutamente um poder independente. Como 
    explica Eustace Mullins em Murder by Injection: The Medical Conspiracy against America, 
    «os Rockefeller operam sob esferas de influência claramente definidas. As 
    organizações "caridosas", as empresas e os grupos de influência política, trabalham 
    sempre conjuntamente. Nenhum departamento do Grupo toma iniciativas por si 
    mesmo ou formula uma política independente. Não há  justificação para isso, 
    porque tudo funciona sob o controle da estrutura financeira mundial, o que 
    significa que, qualquer dia, toda a abundância de uma pessoa ou organização pode 
    ver-se reduzida a zero, mediante uma hábil manipulação financeira. Este é o 
    controle final que assegura que ninguém possa sair da organização. Não só lhe 
    retirariam todos os seus recursos, mas também, entraria imediatamente na lista de 
    um capanga». [39]  
     O congressista Larry McDonald, em seu prólogo ao livro  O expediente 
    Roekefeller, escreveu: «Esta é uma exposição concisa e arrepiante, da que foi 
    certamente a história mais importante de nosso tempo: a idéia dos Rockefeller e 
    seus aliados de criar um Governo Único Mundial que combine o super-capitalismo 
    e o comunismo sob um mesmo teto, tudo sob seu controle [...] os Rockefeller e 
    seus aliados levam ao menos cinqüenta anos seguindo um cuidadoso plano para 
    controlar os Estados Unidos e o resto do mundo; fazendo-se com o poder político 
    através de seu poder econômico.» Em 31 de agosto de 1983, McDonald morreu em 
    um «acidente» a bordo de um avião comercial do Korean Airlines 007 em espaço 
    aéreo soviético.  

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