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    quarta-feira, 3 de julho de 2019

    Google Chrome Transformou-se em Nada Mais que um "Software de Vigilância"

    Se você estiver usando o Chrome, toda vez que navegar na Web, as empresas de anúncios e dados estarão navegando com você. Quer esteja comprando ou lendo as notícias, os Web sites que visita no Chrome estão etiquetando discretamente o seu navegador e invadindo a sua privacidade.

    "Visto de dentro, seu navegador Chrome se parece muito com o software de vigilância", afirma Fowler. O Google, ele afirma, é o “maior espião de todos”.

    O Google é o maior anunciante do mundo. Ele também possui o navegador mais popular. Como Fowler afirma, essa foi uma má ideia. Em seus experimentos, Fowler descobriu que o Google Chrome coleta muitos milhares de cookies rastreadores que a maioria dos outros navegadores da web bloqueia.

    Os cookies são arquivos que os dados e as empresas de anúncios (como o Google) usam para rastrear os sites que você visita - e cria um perfil sobre seus interesses, renda e personalidade. Até mesmo os sites que você supõe serem privados, como os das empresas de seguros e financeiras, estão definindo cookies para o Facebook e o Google no Google Chrome.

    Toda vez que Fowler acessava a página de login do site Federal Student Aid ou de sua companhia de seguros, o Google sabia disso.

    Se isso soa como o Big Brother, é porque é isso mesmo.

    Para piorar a situação, o Google Chrome agora automaticamente faz o login no navegador toda vez que você abre o Gmail, permitindo que o Google monitore silenciosamente sua atividade na web.

    Se você usa o Chrome em seu telefone, ele também envia sua localização toda vez que você faz uma pesquisa. "Se você desativar o compartilhamento de localização, ele ainda envia suas coordenadas, com menos precisão", diz Fowler.
    O Google Chrome não rastreia apenas os usuários, mas faz com entusiasmo. Esse "software de vigilância" discreto permite que o Google saiba mais sobre seus usuários do que qualquer empresa deveria - e direciona-os.

    O Chrome foi criticado no ano passado por digitalizar os arquivos nos computadores dos usuários - incluindo fotos pessoais.

    Em 2015, o Google também foi denunciado por instalar software de rastreamento de áudio no Chrome para gravar conversas particulares das pessoas.

    O Google cometeu muitos crimes, desde censura e supressão de conhecimento até interferência eleitoral e fraude. Não é de admirar que tantas pessoas estejam procurando por navegadores alternativos.

    Brave é uma dessas opções. Escrevendo para The Verge, Vlad Savov afirma que o Brave é "a alternativa ideal ao Chrome".

    “Se suas razões para manter o Chrome foram (a) extensões, (b) compatibilidade, (c) sincronização entre dispositivos ou (d- improvável) velocidade, o Brave possui todas essas características. Além disso, é apenas um de um número crescente de opções realmente boas que não são feitas pelo Google”, escreve Savov.

    Como Savov observa, ele mudou do Chrome para o Brave porque estava desconfortável com o Google, sabendo tudo sobre ele e suas atividades diárias. Os recursos que costumavam tornar o Chrome único, como a opção de economia de senha, agora estão amplamente disponíveis em outros navegadores, incluindo o Brave.

    Savov relata que o Brave possui bloqueador de anúncios e rastreadores, alta velocidade e possui aplicativos móveis e de desktop. Gab, uma rede de mídia social, também criou seu próprio navegador, o Dissenter.

    Os EUA são o maior terrorista do planeta

    Todo ano, a 3 de julho, o Irã homenageia os 290 passageiros do voo 655 Airbus, que foi abatido em 1988 sobre o Golfo Pérsico pelo cruzador norte-americano USS Vincennes. O ministro dos transportes, Mohammad Eslami, disse que o abate proposital de um avião iraniano de passageiros pelos Estados Unidos provou o caráter terrorista do governo de Washington.
    “Com certeza este incidente mostra que o governo dos EUA é de fato expansionista e terrorista”, disse Eslami nesta terça-feira, em uma cerimônia em homenagem às vítimas que viajavam de Bandar Abbas, Irã, para Dubai, Emirados Árabes Unidos.
    Ele alertou para a intenção dos americanos em saquear as riquezas de outras nações, e disse:
    “Os EUA não têm nada que procurar no Ira. Os EUA tentam paralisar a modernização do República do Irã através de sanções ilegais e continuam a saquear nosso país, à medida que voltam com tal prática, mas isso nunca irá acontecer e nosso país aplainará o caminho do progresso através da vigília de seu povo.”
    Todos passageiros perderam suas vidas e seus cadáveres boiavam nas águas do Golfo Pérsico. A aeronave foi abatida pelos norte-americanos sobre o espaço aéreo iraniano e neste local os parentes jogam flores todos os anos no mar.
    Após o incidente, Teerã entrou como uma nota de protesto nos grêmios internacionais, entre eles a ONU.
    Embora as provas existentes sobre o ataque mostrem que foi intencional, os fóruns internacionais ignoraram os fatos. O Conselho de Segurança da ONU se reuniu por dois dias e o pronunciamento do primeiro-ministro iraniano informou ao mundo sobre a mentira dos representantes dos Estados Unidos.
    Para limitar os efeitos negativos de suas ações criminosos, os EUA afirmaram que o avião de passageiros iraniano era um avião militar que queria atacar o cruzador americano.
    Como se a tripulação do USS Vincennes não estivesse em condições de distinguir a diferença de velocidade e tamanho entre um avião de passageiro e um caça de combate. Além disso, o avião fazia diariamente aquela rota.
    O presidente norte-americano na época, Ronald Reagan, elogiou o ataque do USS Vincennes. Alguns membros da tripulação, aqueles que abateram o avião, receberam posteriormente algumas condecorações, e os EUA nunca se desculparam oficialmente até hoje pela morte de 290 pessoas.
    Ao contrário, percebam o drama que Washington fez pelo abatimento do drone de espionagem não-tripulado, que adentrou em espaço aéreo iraniano. Trump até teria dado a ordem para atacar o Irã, mas recuou no último minuto.
    O ministro Eslami está coberto de razão, pois o que um navio de guerra norte-americano está fazendo no Golfo Pérsico? Os EUA não compram petróleo algum desta região, como Trump confirmou a poucos dias.
    Não há qualquer interesse de segurança de Washington no Oriente Médio. Trata-se apenas de imperialismo e domínio mundial. Além disso, o aparato militar americano serve como tropa mercenária de assalto para a Arábia Saudita e Israel.
    E para entendermos a posição do Irã, basta trocar os papéis. Como iria reagir os Estados Unidos e o próprio ocidente, se um navio de guerra iraniano aparecesse no Golfo do México e abatesse um avião americano com 290 pessoas a bordo?
    Uma chuva de bombas nucleares cairiam sobre o Irã, mas há mais de 40 anos os iranianos devem aceitar tudo e ficar calados.
    Como se já não tivesse sido bastante criminosa a guerra de oito anos que os EUA conduziram contra entre 190 e 1988 o Irã, utilizando o Iraque de Saddam Hussein como proxy.
    No último dia 28 de junho, os iranianos prestaram homenagem aos civis mortos pelo ataque com armas químicas em 1987, na cidade de Sardasht. Eles nunca esquecerão que o ocidente apoiou e armou Saddam Hussein – inclusive com armas químicas. O Conselho de Segurança da ONU nunca condenou o gaseamento do povo iraniano.
    Ou seja, quem é o verdadeiro estado terrorista neste planeta? Quem deveria ser punido com as sanções mais severas e levado aos tribunais por causa de crimes de guerra? Quem deve finalmente desaparecer e acabar de vez com suas agressões?
    A comunidade internacional e principalmente os europeus com seus conhecidos “valores” são um bando de covardes puxa-sacos, que apenas se curvam diante de todos os crimes dos EUA, Arábia Saudita e Israel.
    Foi nos dito que um dos motivos para a criação da União Europeia seria servir como potência independente em contrapartida às outras potências. Por isso os 28 países membros deveriam abrir mão de sua soberania e deixá-la a cargo do governo central em Bruxelas.
    Justamente o contrário foi criado. A União Europeia é colônia de Washington e a Europa uma zona de ocupação, composta de voluntários cúmplices em aterrorizar o mundo. Eles não merecem respeito e eu cuspo neles!!!

    Como o socialismo matou milhões de pessoas de fome na África e no restante do mundo

    Muito de nós já vimos imagens das crianças etíopes com fome, com barrigas inchadas e olhos cobertos com moscas. O que poucos sabem é que elas foram vítimas inocentes do Derg, um grupo de militares marxistas que tomou o poder na Etiópia e usou a fome para chantagear partes rebeldes do país.
    Entre 1983 e 1985, mais de 400 mil pessoas morreram de fome. Em 1984, o Derg utilizou 46% do PIB para gastos militares, criando o maior exército da África. Em contraste, o gasto com saúde diminuiu de 6% do PIB em 1973 para 3% em 1990.
    Previsivelmente, o Derg culpou a seca pela fome, mesmo com a escassez de alimentos tendo sido precedida por meses de chuva. Em 1991, o Derg foi derrubado e seu líder, Mengistu Haile Mariam, escapou para o Zimbabwe, onde mora sob proteção do governo e dos pagadores de impostos até hoje.
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    Consumo de quilocalorias por pessoa, 1961-2013. Fonte: Banco Mundial
    Falando em Zimbabwe, em 1999, Robert Mugabe, o ditador marxista que assumiu o poder há 35 anos, criou um catastrófico programa de reforma agrária que tinha como objetivo estatizar fazendas privadas e expulsar fazendeiros e empresários não-africanos. O resultado foi um colapso na produção agrícola, a segunda maior hiperinflação já registrada no mundo – 89,700,000,000,000,000,000,000% por ano (sim, 89,7 sextilhões) – e 94% do país sem emprego.
    Milhares de zimbabweanos morreram de fome e doenças, apesar da massiva ajuda internacional. Como no caso da Etiópia, o governo do Zimbabwe culpou o clima, roubou grande parte do dinheiro da ajuda internacional e negou alimentos e medicamentos aos seus adversários políticos.
    A tabela abaixo mostra que seis das dez piores matanças por fome no Século XX aconteceram em países socialistas. Além disso, Nigéria, Somália e Bangladesh tiveram escassez de alimentos como resultado de sucessivas guerras e má gestão estatal.
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    Maiores matanças do Século XX por fome, em proporção da população. Fontes: Zycher and Daley (1989); US Bureau of the Census; World Bank; populstat.info; Institute of Development Studies.
    Hoje não há um único caso de fome em massa em andamento no mundo – nem mesmo em locais devastados pela guerra como a Síria, e por quatro motivos. Primeiramente, o nível produção agrícola está mais alto do que nunca, o que fez os preços caírem: entre 1960 e 2015, a população mundial aumentou 143% enquanto o preço dos alimentos diminuiu 22%. Além disso, as pessoas têm mais renda e podem comprar mais comida: nos últimos 55 anos, a renda per capita média mundial aumentou 163%. Houve também desenvolvimento maciço dos transportes e das comunicações, o que tornou possível entregar ajuda alimentária em qualquer parte do mundo de forma relativamente rápida. E, por fim, a globalização e o comércio garantem que os alimentos possam ser adquiridos por qualquer pessoa e em qualquer lugar.
    A África foi a principal beneficiária desse desenvolvimento, Em 1961, cada africano consumia, em média, 1993 quilocalorias por dia. Em 2011, último ano que o Banco Mundial forneceu os dados do continente, o consumo de cada africano era de 2618 quilocalorias. Globalmente, o consumo aumentou de 2196 para 2870 quilocalorias ao dia. Na Etiópia não foi diferente. Dois anos depois da deposição do Derg, cada etíope consuma 1508 quilocalorias por dia e, em 2013, o consumo por etíope já estava em 2131 quilocalorias por dia.
    O Zimbabwe, que ainda sofre com um ditador socialista marxista, não teve a mesma sorte. Em 1961, cada zimbabuano consumia 2115 quilocalorias por dia e, em 2013 – 52 anos depois – esse consumo se manteve praticamente o mesmo (2110 quilocalorias por dia).
    Onde quer que tenha sido instalado, da União Soviética até a Venezuela, o socialismo falhou. O socialismo é a fábula que promete igualdade e abundância para trazer tirania e fome.
    Tradução: Rafael Cury

    Comemorar 25 anos do Plano Real? Nem pensar!

    O plano Real não continha nenhum milagre. Não precisava ser gênio para colocá-lo em funcionamento. Pelo contrário, todos os economistas brasileiros que resolveram brincar com a genialidade apenas agravaram a situação brasileira. Não existe caso mais icônico do que o do Plano Cruzado que desestabilizou toda a cadeia produtiva com seus congelamentos de preços e caça aos estoques com violação da propriedade privada. Sabem a Venezuela de Maduro? Assim era o Brasil de Sarney e Funaro.
    Depois do plano Cruzado, teve também o plano Collor e seu inédito confisco das poupanças e outros ativos, além da desindexação fraudulenta dos índices de correção monetária que visavam manter o poder aquisitivo das rendas e a atualização dos valores contratados. Sabem a Argentina de Cristina? Assim era o Brasil do Collor, o caçador de marajás.
    Muitos países deixaram para trás políticas inflacionárias apenas fazendo o que é básico, sem fórmulas mágicas, sem pirotecnia, apenas reduzindo o gasto do governo e/ou aumentando os impostos explícitos para não ter que financiar seus déficits imprimindo dinheiro, causa primária da inflação, que nada mais é do que um vergonhoso estelionato oficial.
    O Brasil de 1980 em diante foi transformado em laboratório econométrico e a população em cobaias involuntárias. A cada governo, se esperava com ansiedade quem seria o ministro da Fazenda. Por ali passaram ilusionistas de todos os tipos, desde sádicos messiânicos, até ignorantes perversos, teve Delfim Netto, Dilson Funaro, Bresser-Pereira, Zélia Cardoso de Mello, Guido Mantega, para citar os mais perniciosos.
    Não há a menor dúvida que tivemos todos esses problemas, porque entre os pajés e curandeiros econômicos que buscaram exorcizar a inflação com seus planos heterodoxos, nunca tivemos economistas sensatos, prontos a defenderem a ortodoxia das teorias monetaristas apresentadas pela Escola de Chicago de Milton Friedman, nem os ensinamentos mais radicais de pensadores da Escola Austríaca, como Mises e Hayek.
    Comemorar os 25 anos do Real é contraditório, porque se deixamos a inflação galopante para trás, seguimos inflacionando à trote. A inflação que não passa de carga tributária oculta tornou-se explícita em volume jamais visto. Mesmo assim, da maneira como o poder executivo cria tributos no Brasil, à revelia do Congresso, tanto faz se a transferência de renda dos indivíduos para o Estado se dá de forma camuflada através do imposto inflacionário ou pelos tributos escorchantes que asfixiam a todos, empresários e consumidores.
    O programa de privatização que integrou o Plano Real foi obra dos chamados neoliberais, que deveriam ser chamados de fakeliberais, economistas que tem aversão ao mercado livre e que para privatizarem empresas estatais, todas incompetentes, deficitárias, perdulárias e corruptas, criaram como contrapartida reservas de mercado, agências reguladoras para a proteção dos concorrentes privilegiados, participação dos fundos de pensão dos funcionários das empresas estatais remanescentes e leis e mais leis para controlar ainda mais as decisões estratégicas e até as mais irrelevantes dos que se aventuram a empreender no mercado brasileiro.
    O Plano Real foi uma tapeação que deu um cacife tão grande para o FHC que ele entregou o Brasil nas mãos de ninguém menos que o PT. A satisfação de passar a faixa presidencial para o Lula pôde ser vista na TV, hoje pode ser revista no YouTube.
    25 anos de Plano Real. Para mim, não há o que comemorar, a não ser que você ache que estagnação e atraso são dignos de serem comemorados.

    Roberto Rachewsky

    terça-feira, 2 de julho de 2019

    Efeito Flynn

    Pesquisadores noruegueses, após analisarem mais de 730 mil avaliações de QI (Quociente de Inteligência), chegaram à conclusão de que as pessoas estão cada vez menos inteligentes. O estudo verificou uma diminuição de praticamente 7 pontos de uma geração a outra, sendo a última a que apresentou menor inteligência.
    O fenômeno é uma reversão do chamado Efeito Flynn. Este conceito diz respeito ao aumento constante do índice de acerto nos testes de QI verificado entre a população mundial durante o século XX. A partir de 1900, a humanidade registrava um aumento médio de três pontos de QI a cada década. O efeito foi batizado em homenagem ao cientista James Flynn, que observou esses dados.
    A pesquisa norueguesa, realizada pelo Centro Ragnar Frisch de Pesquisa Econômica, sugere que o ápice do Efeito Flynn foi registrado entre pessoas nascidas no meio da década de 1970. Depois disso, verificou-se um declínio nos índices de QI. "Esta é a prova mais convincente de uma reversão do efeito Flynn", disse o psicólogo Stuart Ritchie, da Universidade de Edimburgo, na Escócia, que não participou da pesquisa. "Se você assumir que o modelo deles está correto, os resultados são impressionantes e preocupantes", completou.
    O estudo sugere que mudanças no estilo de vida podem ser a causa da queda nos índices de QI. Isso inclui fatores como o tipo de educação oferecida às crianças de hoje em dia e as atividades exercidas por elas (menos tempo gasto com leitura, por exemplo). Outra possibilidade é que os testes de QI não se adaptaram para quantificar com precisão a inteligência das pessoas modernas. Essas avaliações favoreceriam formas de raciocínio que podem ser menos enfatizadas na educação contemporânea e no estilo de vida dos jovens.
    Fonte: Science Alert

    Homenagem do Exército a major Otto Maximilian do exercito alemão

    Uma homenagem do Exército Brasileiro a um major alemão, que durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) defendeu o Exército nazista, viralizou nas redes sociais nessa segunda-feira (01/07/2019) e dividiu opiniões. De acordo com a publicação no Twitter, o militar é um ‘sobrevivente guerra e das prisões totalitárias soviéticas’, que foi morto a tiros no Rio de Janeiro em 1968 em uma ação de guerrilha de esquerda, confundido com um boliviano.
    “Prestamos hoje homenagem ao oficial de nação amiga, Major do Exército Alemão Otto Maximilian, aluno da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército que, em 1º de julho de 1968, foi assassinado no Brasil”, diz o texto que acompanha uma reprodução de uma foto do major ao lado de uma página de jornal que noticiava sua morte.
    O tuíte também traz um link para o site do Exército, onde é descrita a história completa do homem, reverenciado como “oficial brilhante, cuja vida foi encurtada por um ato terrorista insano e covarde”. Segundo o texto, Eduard Ernest Thilo Otto Maximilian von Westernhagen, era aluno da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME).
    O jornal em questão seria a Folha de S. Paulo, que segundo o próprio periódico, noticiou a morte do major na edição de 2 de julho de 1968. “A vítima fora condecorada por Hitler quando da ocupação da França e recebera graves ferimentos quando do ataque do Exército soviético a Berlim. Terminada a guerra, permaneceu no Exército alemão, devido às suas qualidades de perito em artilharia”, dizia o texto. O Exército ainda não se pronunciou sobre o assunto.
    Morte por engano
    A morte dele, ocorrida em 1° de julho de 1968, foi por engano, segundo o Exército. Guerrilheiros do grupo armado de esquerda Colina (Comando de Libertação Nacional) assassinaram o major a tiros no Rio de Janeiro. No entanto, o alvo seria o capitão boliviano Gary Prado, para vingar a morte do líder guerrilheiro Che Guevara, morto um ano antes na Bolívia, por tropas comandadas Prado. “Devido à semelhança entre os dois oficiais estrangeiros, os terroristas cometeram um engano. O major alemão foi morto no lugar do boliviano”, diz o texto.
    O tuíte também traz um link para o site do Exército, onde é descrita a história completa do homem, reverenciado como “oficial brilhante, cuja vida foi encurtada por um ato terrorista insano e covarde”. Segundo o texto, Eduard Ernest Thilo Otto Maximilian von Westernhagen, era aluno da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME).
    O jornal em questão seria a Folha de S. Paulo, que segundo o próprio periódico, noticiou a morte do major na edição de 2 de julho de 1968. “A vítima fora condecorada por Hitler quando da ocupação da França e recebera graves ferimentos quando do ataque do Exército soviético a Berlim. Terminada a guerra, permaneceu no Exército alemão, devido às suas qualidades de perito em artilharia”, dizia o texto. O Exército ainda não se pronunciou sobre o assunto.


    A Grande Depressão - Mitos e Fatos

    segunda-feira, 1 de julho de 2019

    Seja inadequado, porque não se adequar a uma sociedade doente é uma virtude

    A vida contemporânea cheia de regras e adestramento fez com que houvesse uma padronização completa das pessoas, de tal maneira que todos se comportam do mesmo modo, falam das mesmas coisas, se vestem mais ou menos do mesmo jeito, possuem as mesmas ambições, compartilham dos mesmos sonhos, etc.
    Ou seja, as particularidades, as idiossincrasias, aquilo que os indivíduos possuem de único, inexistem diante de um mundo tão pragmático e controlado.
    Vivemos engaiolados, tendo sempre que seguir o padrão, que se encaixar em normas pré-determinadas, como se fôssemos todos iguais. Sendo assim, a vida acaba se transformando em uma grande linha de produção, em que todos têm que fazer as mesmas coisas, ao mesmo tempo e no mesmo ritmo, de modo a tornar todos iguais, sem qualquer peculiaridade que possa definir um indivíduo de outro e, por conseguinte, torná-lo especial em relação aos demais.
    Somos enjaulados em vidas superficiais e nos tornamos seres superficiais, totalmente desinteressantes, inclusive, para nós mesmos. Sempre conversamos sobre as mesmas coisas com quer que seja, ouvindo respostas programadas pelo padrão, o qual nos torna seres adequados à vida em sociedade.
    Entretanto, para que serve uma adequação que transforma todos em um exército de pessoas completamente iguais e chatas, que procuram sucesso econômico, enquanto suas vidas mergulham em depressões?
    Qual o sentido de adequar-se a uma sociedade que mata sonhos, porque eles simplesmente não se encaixam no padrão? Uma sociedade que prefere teatralizar a felicidade a permitir que cada um encontre as suas próprias felicidades. Uma sociedade que possui a obrigação de sorrir o tempo inteiro, porque não se pode jamais demonstrar fraqueza. Uma sociedade que retira a inteligência das perguntas, para que nos contentemos com respostas rasas. Então, por que se adequar?
    Os nossos cobertores já estão ensopados com os nossos choros durante a madrugada. O choro silencioso para que ninguém saiba o quanto estamos sofrendo. Para manter a farsa de que estamos felizes. Para fazer com que mentiras soem como verdade, enquanto, na verdade, não temos sequer vontade de levantar das nossas camas.
    O pior de tudo isso é que preferimos vidas de silencioso desespero a romper com as amarras que nos aprisionam e nos distanciam daquilo que grita dentro de nós, esperando aflitamente que o escutemos, a fim de que sejamos nós mesmos pelo menos uma vez na vida sem a preocupação de agradar aos outros.
    Somos uma geração com medo de assumir as rédeas das próprias vidas. E, assim, temos permitido que outros sejam protagonistas destas. É preciso coragem para retomá-las e viver segundo aquilo que arde dentro de nós, mesmo que sejamos vistos como loucos, pois só assim conseguiremos sair das depressões que nos encontramos.
    É preciso sacudir as gaiolas, já que, como diz Alain de Botton: “As pessoas só ficam realmente interessantes quando começam a sacudir as grades de suas gaiolas”. E, sobretudo, é preciso ser inadequado, porque não se adequar a uma sociedade doente é uma virtude.
    https://www.contioutra.com/seja-inadequado-porque-nao-se-adequar-uma-sociedade-doente-e-uma-virtude/?fbclid=IwAR2J47-PPZVx8gg2S5XkyGRk_2ImYOv2kH1WbRWWbHeZojGoxGfP8YLnYJs