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    segunda-feira, 2 de março de 2020

    Como Hitler se livrou da escravidão dos juros

    Este artigo esclarece de forma compreensível, porque uma guerra foi declarada contra o Reich alemão há 73 anos! Podemos entender também que a guerra e o extermínio não foram direcionados exatamente contra o Nacional-Socialismo – o povo alemão conseguiu sair do lodo graças à própria coragem, espírito e vontade de trabalhar. Os nacional-socialistas mostraram apenas a direção e criaram as pré-condições do milagre que se manteve até a eclosão da guerra.
    Preliminares
    O autor deste artigo escreve:
    “Promover uma discussão sobre a Segunda Guerra Mundial e a Alemanha de Hitler, sem mexer com os sentimentos das pessoas, é uma tarefa difícil.”
    Nós queremos tratar deste assunto de forma sóbria. Alguma vez foi reportado algo de positivo sobre o período de 1933 e 1945? Já foi reportado que o governo do chanceler Adolf Hitler construiu mais de 1,5 milhões de moradias, financiou mais de 500.000 propriedades agrícolas de pequeno e médio porte, para que as pessoas – não, mas sim o povo – tivesse um teto razoável sobre as cabeças, ou não precisassem mais passar fome, porque o setor agrícola até aquele momento não produzia mais nada, ele estava prostrado ao chão (vejam hoje em dia!). Sim, a casta política da RFA (República Federal da Alemanha) e da UE (União Europeia) financiam hoje o não-plantio dos campos. Eles almejam monoculturas – por exemplo, canola (colza) para biodiesel, beterraba para biogás etc etc – e com isso acabam com o solo, deixando-os desgastados, desvalorizados e arrasados. Milho transgênico e outras frutas manipuladas geneticamente passam a ter o objetivo adicional de matar os insetos, pois estes garantem a polinização.
    Uma discussão com fatos reais, sem precisar distorcê-los, ou sem entrar nos meandros dos crimes de guerra de todos os participantes da guerra, o povo alemão não precisa recear tal discussão! Nem os alemães nem o governo daquele período queria uma guerra. Nem a primeira nem a segunda guerra mundial. Não há mais dúvida alguma de que uma conspiração judaica contribuiu em grande escala para a eclosão da guerra, mas também os interesses geopolíticos da Inglaterra, França, a União Soviética de Stálin e também por parte dos EUA. Viu-se que a coisa estava indo para o brejo – imitadores são indesejáveis!
    Projetando estes acontecimentos para os dias de hoje, nós estamos no ano de 1922. ESM nada mais é que um banco privado. Ninguém é responsável, imunidade absoluta para todos. É uma coisa lógica negar tudo que esteja relacionado com o governo de Hitler. Alguém poderia ter a ideia de perguntar como a Alemanha da época conseguiu se recuperar – após ter mais de 6 milhões de mortos pela fome. Ou seja, amplifica-se a indústria do “holocausto”, que claramente ainda não existia no final da década de 70!
    E sendo assim, todo mundo se desculpa ao iniciar um debate sobre a Alemanha daquela época. Aqui o autor explica as relações com esmero e pode se dar ao luxo de não se desculpar, pois isso iria anular o efeito de suas pesquisas! E mesmo assim, obrigado!
    Como o chanceler Adolf Hitler conquistou a independência da escravidão internacional pelos juros
    Entrar em uma discussão sobre o tema “Segunda Guerra Mundial” e a “Alemanha de Hitler”, sem mexer com os sentimentos das pessoas é uma tarefa difícil. E compreensível. Nós rejeitamos aqui qualquer forma de violência. Nós não apoiamos a política da guerra ou o extermínio dos povos. Nós nos distanciamos da política do capitalismo, comunismo assim como do fanatismo.
    O texto a seguir almeja esclarecer de onde vem a real ameaça de nossa civilização.
    Nós não podemos confirmar com segurança, que exista uma conspiração mundial de fé judaica com o objetivo de conquistar o mundo. Todavia sabemos que existe uma conspiração levada avante por grandes bancos e instituições financeiras, assim como indústrias multinacionais, que trabalham para controlar todo o planeta (maçonaria, grupo Bilderberg).
    “A história é escrita pelos vencedores” – Winston Churchill
    Nos parágrafos abaixo nós iremos tratar algumas perspectivas interessantes da Segunda Guerra Mundial e das potencias envolvidas.
    Ouvimos de forma recorrente as seguintes palavras:
    “Wall Street e os banqueiros judeus financiaram a guerra de Hilter.”
    Existem muitas provas documentais de que Wall Street e banqueiros judeus estavam dispostos a financiar Hitler, em todo caso no começo da guerra, por um lado devido ao fato dela torna-los mais ricos, por outro lado para poder controlar Stalin. Mas quando a Alemanha se libertou das garras destes banqueiros cobiçosos e criminosos, justamente estes banqueiros (grandes bancos, bancos centrais e particulares, a maioria nas mãos de judeus) declararam guerra contra a Alemanha.
    Se nós analisarmos todos os fatos, então a alegação de que os judeus teriam financiado Hitler, torna-se irrelevante. A advogada Ellen Brown, de Los Angeles, discute este tema em seu livro “Web of Debt” (Rede de dívidas).
    Quando Hitler subiu ao poder, a Alemanha estava totalmente falida. O Tratado de Versalhes tinha sido imposto e os pagamentos das reparações de guerra tiveram consequências destrutivas para o povo alemão, indenizações estas que deveriam ser pagas pelos alemães a todas as nações aliadas. Estes custos atingiram o patamar de três vezes o valor de todos os imóveis na Alemanha. Especuladores particulares provocavam ainda a queda do valor da moeda Reichsmark, motivo de uma das piores crises inflacionárias incontroláveis na era moderna. Um carrinho de mão com 100 bilhões de Reichsmark, em notas, não era suficiente para pagar um pãozinho. A caixa do Estado estava vazia. Inúmeras casas e propriedades agrícolas, assim como várias fábricas, foram desapropriadas pelos especuladores e bancos particulares. Os alemães viviam casebres e se empobreciam. Eles começaram a passar fome. Alie-se a tudo isso, a invasão das tropas francesas e holandesas, com o objetivo de roubar tudo que não estivesse pregado.
    Nunca aconteceu algo tão dramático assim, a destruição total da moeda nacional, assim como a pulverização das poupanças. E adiciona-se a isso tudo, ainda a crise financeira mundial partindo dos EUA, que causou uma depressão global. A Alemanha não tinha outra escolha a não ser se submeter à escravidão das dívidas junto aos banqueiros internacionais, o que durou até 1933, quando os nacional-socialistas chegaram ao poder e tudo mudou.
    A partir deste ponto, a Alemanha frustrou as atividades criminosas dos bancos e cartéis internacionais, assim como dos aliados, através da emissão da própria moeda pelo governo ao invés de bancos particulares.
    A judiaria mundial reagiu convocando um boicote global contra a Alemanha.
    Hitler começou com um programa nacional de crédito através da elaboração de um plano de trabalho público como, por exemplo, proteção contra as enchentes, reformas em prédios públicos e casas particulares, construção de estradas, pontes, canalizações e instalações portuárias. Tudo isso foi pago, desta vez, com dinheiro que não provinha dos criminosos banqueiros internacionais e suas altas taxas de juros.
    Os custos previstos dos diferentes programas foram fixados em um bilhão de unidades monetárias do país. E para cobrir estes custos, o governo alemão (não os banqueiros internacionais) utilizou letras de câmbio assim como certificados de trabalho e títulos. Desta forma, os nacional-socialistas criaram trabalho para milhões de pessoas, e pagaram-nas com os novos títulos. Sob o regime nacional-socialistas, o dinheiro não estava coberto pelo ouro (este estava nas mãos dos banqueiros internacionais e outros pilantras). Este dinheiro tratava-se na sua essência de um recibo dos produtos e serviços prestados e fornecidos ao governo.
    Hitler disse:
    “Para cada marco em circulação, nós temos que disponibilizar a contrapartida na forma de serviços e/ou produtos”.
    Desta forma, o governo pagava os trabalhadores com estes novos certificados. Os trabalhadores, por sua vez, trocavam estes certificados contra outros produtos e serviços, onde então novos postos de trabalho eram criados.
    Desta forma, o povo alemão se libertou do peso da divida que lhe foi imposta pelos bandos criminosos e corruptos do estrangeiro.
    Dentro de dois anos, o problema do desemprego foi resolvido, e a Alemanha ficou de pé novamente. Havia uma moeda sólida e estável; não havia mais dívidas e inflação, e isto numa época onde milhões de pessoas nos EUA e outros países ocidentais (controlados pelos banqueiros apátridas) ainda estavam desempregadas e à beira do abismo. Dentro de cinco anos, a Alemanha se transformou da nação mais pobre para a mais rica da Europa. A Alemanha conseguiu até retomar o comércio exterior, e isso apesar da rejeição de crédito por parte dos banqueiros internacionais, e apesar do boicote a nível mundial das indústrias judaicas. A Alemanha conseguiu isso através da troca direta de bens de consumo com outros países, ou seja, uma espécie de escambo que evitava os banqueiros criminosos. A Alemanha florescia, pois o comércio de troca eliminou o endividamento do Estado assim como o déficit na balança comercial. (A Venezuela faz o mesmo, trocando petróleo por matérias-primas assim como ajuda médica e assim por diante. Agora entendemos porque os banqueiros pressionam o país).
    A liberdade econômica da Alemanha foi breve, mas ela deixou muitos monumentos, dentre eles as famosas autoestradas alemãs, a primeira rede ampla de ligações viárias do mundo desta natureza.
    Hjalmar Schacht, um conhecido agente dos Rothschild, que comandava pela segunda vez o banco central alemão, resumiu assim… Um banqueiro norte-americano comentou a ele:
    “Dr. Schacht, você deve vir para a América. Nós temos muito dinheiro e isso é um verdadeiro Banking (negócio bancário).”
    Schacht respondeu:
    “Você deve vir a Berlim. Nós não temos dinheiro. Isso sim é um verdadeiro Banking.”
    O agente Rothschild Schacht apoiou de fato os banqueiros internacionais privados em sua cruzada contra a Alemanha, e foi recompensado no final da guerra ao ser inocentado de todos os pontos da acusação no processo de Nuremberg.
    Ao alcançar esta nova liberdade econômica, Hitler tornou-se bastante querido pelo povo alemão. A Alemanha foi libertada na teoria econômica inglesa, teoria esta que prevê que todas as moedas devem ser emprestadas contra o ouro em posse do banco, ou seja, emprestadas por cartéis de bancos privados e secretos – como o Federal Reserve Bank nos EUA ou o Banco Central Europeu – ao invés de ser emitido pelo governo em prol do bem estar do povo.
    O pesquisador canadense Dr. Henry Makow (de fé mosaica), disse que o principal motivo para que os banqueiros fossem a favor de uma guerra mundial contra a Alemanha, era que Hitler evitava os banqueiros à medida que imprimia seu próprio dinheiro, e com isso alcançava a liberdade do povo alemão. Pior ainda, os bancos se sentiam ameaçados, pois esta liberdade e bem-estar poderia se disseminar para outros países. Tornou-se imperativo parar Hitler!
    Aqui segue uma citação de Makow extraída do interrogatório de C. G. Rakowski, fundador do bolchevismo soviético e amigo íntimo de Trotski: Rakowski foi levado aos tribunais em um processo teatral na União Soviética sob Stalin. Segundo Rakowski, Hitler teria sido primeiramente financiado pelos banqueiros internacionais, através do agente Hjalmar Schacht. Os banqueiros financiaram Hitler para controlar Stalin, que por sua vez tomou o poder com ajuda do agente Trotski. Então Hitler tornou-se uma ameaça maior do que Stalin, quando ele começou a imprimir seu próprio dinheiro. (Stalin chegou ao poder em 1922, 11 anos antes da tomada de poder por Hitler).
    Rakowski disse:
    “Hitler conquistou o privilégio de criar o dinheiro, e não na forma de papel moeda, mas também na forma de produtos financeiros. Ele tomou das mãos dos bancos particulares e das instituições financeiras o diabólico mecanismo de falsificação de dinheiro e o colocou nas mãos do povo alemão para seu bem-estar. Você podem imaginar o que aconteceria se uma série de outros países fossem infectados por isso?” (Henry Makow, “Hitler não queria a guerra”, 21 de março de 2004).
    Henry C. K. Liu, economista, escreveu sobre esta sensacional mudança na Alemanha:
    “Os nazistas chegaram ao poder em 1933, quando a economia alemã tinha entrado completamente em colapso, com obrigações reparatórias ruinosas da Primeira Guerra Mundial e sem perspectivas de investimentos estrangeiros ou crédito. Através de uma política monetária independente de crédito soberano (crédito que era concedido pelo Estado, todavia não financiados de antemão por bancos privados, mas sim pelo próprio capital estatal) e um programa público de plena ocupação, o Terceiro Reich esteve na condição de transformar uma Alemanha falida e cujas colônias haviam sido roubadas, na mais forte economia na Europa dentro de quatro anos, e isso antes de iniciar o rearmamento alemão.” (Henry CK Liu, ‘Nacional-Socialismo e o milagre econômico alemão’, Asia Times – 24/05/2005).
    No livro “Bilhões para os bancos, dívidas para os cidadãos” (1984, Sheldon Emry comentou:
    “A Alemanha disponibilizou a partir de 1935 um dinheiro livre de dívidas e sem juros, que foi responsável pela surpreendente recuperação da Alemanha de uma profunda recessão, levando-a à condição de potência mundial, e isso em apenas cinco anos. O governo alemão financiou todas suas atividades de 1935 até 1945, sem ouro e sem dívidas. Foi necessário todo o mundo capitalista e comunista para destruir a revolução alemã e trazer a Europa novamente para o purgatório dos banqueiros criminosos de bancos centrais golpistas.”
    Infelizmente estes fatos não aparecem em NENHUM livro escolar desde o final da Segunda Guerra Mundial. O que aparece é a inflação catastrófica de 1923 durante a República de Weimar, que existiu na Alemanha durante 1919 até 1933. Os livros escolares atuais utilizam esta inflação para distorcer a verdade. Eles citam a desvalorização radical do Marco alemão como exemplo para aquilo que acontece, quando governos imprimem seu próprio dinheiro, ao invés de emprestar de cartéis conspiratórios ateístas (os bancos atuais) e indivíduos criminosos a troco de juros exorbitantes.
    Na realidade, a crise financeira de Weimar começou com o pagamento excessivo das reparações de guerra estipuladas no Tratado de Versalhes. Hjalmar Schacht (que nunca foi um membro do NSDAP) – o agente Rothschild e comissário da moeda da República – rejeitou categoricamente a impressão do próprio dinheiro por parte do governo alemão…
    “O Tratado de Versalhes é um modelo de medidas bem elaboradas com o objetivo de eliminar economicamente a Alemanha. Entre 1918 e 1935, a Alemanha não encontrou outro meio para evitar a certa bancarrota, a não ser imprimindo dinheiro, e isso em quantidades inflacionárias…”
    Schacht repete as mentiras dos livros escolares, que a inflação da República de Weimar foi ocasionada pela impressão do próprio dinheiro por parte do governo alemão. Em seu livro “The magico f Money” (1967), Schacht deixou escapar, todavia, que foi o Reichsbank, na posse de particulares e não do governo alemão, que injetou somas incalculáveis de moeda na economia.
    Ou seja, um banco particular ocasionou a hiperinflação da República de Weimar.
    Ralf Engel

    domingo, 1 de março de 2020

    UM EMBUSTE QUE EXTERMINA UM POVO E MUDA O MUNDO

    Lembro bem o dia em que vejo a então recém empossada chanceler da REPÚBLICA (ilegítima) FEDERAL DA ALEMANHA, Angela Merkel, afirmar a irrestrita e eterna fidelidade ao Estado de Israel e que o povo alemão nunca esquecerá a pavorosa culpa que pesa sobre os seus ombros. Referia-se ao pretenso extermínio de 6 milhões de judeus, que teria sido praticado pelos alemães durante a II Guerra Mundial. Recebeu o nome de Holocausto. E o alemão não poderia ser esquecido mesmo, o sistema todo trabalhou para impregnar sua memória com esta diabólica mentira. Unidos, governo, legislativo, judiciário e imprensa fizeram parte do sistema. Leis proibiam duvidar, ou negar o fato. Até hoje as prisões na Alemanha abrigam praticantes deste tipo de crime, entre eles até uma mulher de 90 anos. Assim a Merkel vem cumprindo sua promessa. O povo que ela dirige há 14 anos politicamente mais parece um amontoado de zumbis. Não querem saber de história, acham que são devedores, seus pais e avós foram assassinos. Um sentido de penitência parece que tolhe qualquer reação natural à privação de direitos. Em suma são vítimas de uma guerra psicológica conduzida.

    Esta guerra psicológica acompanhou as duas guerras mundiais contra a Alemanha. A primeira não foi contra o Kaiser e a segunda não foi contra Hitler. Alguma outra razão fez com que o objetivo fosse a erradicação desse povo. Com o progredir do processo migratório, hoje a substituição étnica programada está próxima e a meta funesta quase alcançada.

    Tarde talvez, para ainda ocasionar alguma mudança, estão começando a aparecer provas de que os “6 milhões” foi uma grande mentira. Sob o título “Registro Oficial de Prisioneros del Campo de Concentracion de Auschwitz” encontram-se na internet em

    https://elcasopedrovarela.wordpress.com/2020/02/16/y-ahora/?fbclid=IwAR1LyDz0jE-hU9yLClhH2V8t3ezUCUqdmcGQltn108k1M9qxPZRcUggY_Uc

    informações detalhadas sobre o que ali realmente aconteceu no tempo em que esteve sob administração alemã. Para os que não têm tempo de se aprofundar nos dados ali oferecidos, encerro com um resumo do essencial: Entre 1941 e novembro de 1942 passaram por Auschwitz 173.000 judeus. Faleceram de morte natural 2.064, vítimas de tifo 58.240, executados 117.
    Certamente estes números não podem ser considerados absolutos, mas, baseados em documentos, são mais honestos do que os mirabolantes SEIS MILHÕES, número que ocasionou e ainda justifica profundas mudanças na organização social do planeta.

    A Base da História Europeia - Madison Grant

    Nas formas democráticas de governo, a operação do sufrágio universal tende à seleção do homem comum para o cargo público, em vez do homem qualificado por nascimento, educação e integridade. Resta ver como este esquema de administração acabará por funcionar, mas de um ponto de vista racial, ele irá inevitavelmente aumentar a preponderância dos tipos inferiores e causar uma correspondente perda de eficiência na comunidade como um todo.
    A tendência em uma democracia é para uma padronização do tipo e uma diminuição da influência do gênio. A maioria deve ser necessariamente inferior a uma minoria escolhida, e sempre se ressente de especializações nas quais não pode participar. Na Revolução Francesa, a maioria, chamando-se “o povo”, procurou
    deliberadamente destruir o tipo superior, e algo do mesmo tipo foi, em certa medida, feito depois da Revolução Americana pela expulsão dos Lealistas e pelo confisco de
    suas terras.
    Na América, quase conseguimos destruir o privilégio do nascimento, ou seja, a vantagem intelectual e moral que um homem de boa raça traz consigo ao mundo.
    Estamos agora empenhados em destruir o privilégio da riqueza, ou seja, a recompensa da inteligência e da indústria bem-sucedidas, e em alguns quadrantes há uma tendência para atacar o privilégio do intelecto e privar um homem das vantagens de uma educação precoce e completa. A ortografia simplificada é um passo nesta
    direção. A ignorância da gramática inglesa ou da aprendizagem clássica não deve ser apontada como uma censura ao aspirante político e social.
    A humanidade emergiu da selvageria e da barbárie sob a liderança de indivíduos selecionados, cuja proeza pessoal, capacidade ou sabedoria lhes deu o direito de liderar e o poder de obrigar à obediência. Tais líderes sempre foram uma fração minúscula do todo, mas enquanto a tradição de sua predominância persistiu, eles foram capazes de usar a força bruta do rebanho impensante como parte de sua própria força, e foram capazes de dirigir à vontade o cego impulso dinâmico dos escravos, camponeses ou classes mais baixas. Esse déspota tinha a sua disposição um enorme poder que, se fosse benevolente ou mesmo inteligente, poderia ser usado,
    e mais frequentemente era usado, para a elevação geral da raça. Mesmo os governantes que mais abusaram desse poder derrubaram com rigor impiedoso os elementos antissociais, como piratas, bandidos ou anarquistas, que prejudicam o progresso de uma comunidade, pois doenças ou feridas paralisam um indivíduo.
    Verdadeira aristocracia ou verdadeira república é o governo pelo mais sábio e melhor, e sempre uma pequena minoria em qualquer população. A sociedade humana é como uma serpente arrastando seu longo corpo no chão, mas com a cabeça sempre um pouco mais adiantada e um pouco elevada sobre a terra. A cauda da serpente, na
    sociedade humana representada pelas forças antissociais, foi no passado arrastada por pura força ao longo do caminho do progresso. Tal tem sido a organização da humanidade desde o início, e tal ainda está nas comunidades mais antigas que as nossas. O progresso que a humanidade pode fazer sob o controle do sufrágio universal, ou a regra da média, pode encontrar outra analogia nos hábitos de certas cobras que balançam lateralmente e desconsideram a cabeça com seus cérebros e olhos. Tais serpentes, no entanto, não são conhecidas pela sua capacidade de progredir rapidamente.
    Para usar outra analogia, em uma organização aristocrática enquanto distinguida de uma organização plutocrática ou democrática, as classes intelectuais e talentosas formam a ponta da lança, enquanto o eixo maciço representa o corpo da população que adiciona seu volume e peso ao impacto penetrativo da ponta. Num
    sistema democrático, esta força concentrada no topo está dispersa por toda a massa,
    fornecendo, sem dúvida, uma certa quantidade de fermento, mas, a longo prazo, a força e o gênio da pequena minoria são dissipados, se não totalmente perdidos. Vox populi, tão longe de ser Vox Dei, torna-se assim um lamento interminável por direitos,
    e nunca um cântico do dever.
    Onde uma raça conquistadora é imposta a uma outra raça, a instituição da escravidão frequentemente surge para obrigar a raça serviçal a trabalhar, e para introduzi-la à força em uma forma mais elevada de civilização. Assim que os homens podem ser induzidos a trabalhar para suprir suas próprias necessidades, a escravidão
    se torna um desperdício e tende a desaparecer. Os escravos são muitas vezes mais afortunados do que os homens livres quando tratados com humanidade razoável, e quando suas necessidades elementares de alimento, vestuário e abrigo são supridas.
    Os índios ao redor dos postes de pele no norte do Canadá eram anteriormente os escravos virtuais da Hudson Bay Company, cada índio e sua índia e seu papoose sendo adequadamente supridos com simples alimentos e equipamentos. Ele também estava protegido contra o rum do homem branco e contra as festas de escalpelamento do homem vermelho e, em troca, deu à empresa todas as suas peltries – o produto
    total do seu trabalho de um ano. Do ponto de vista de um índio essa era quase uma condição ideal, mas era para todos em tendas servidão ou escravidão. Quando, através da abertura do país, a continuidade de tal sistema arcaico se tornou uma impossibilidade, o índio vendeu suas peles ao maior lance, recebeu um grande preço em dinheiro, e então desperdiçou seus lucros em bugigangas ao invés de cobertores, e em rum em vez de farinha, com o resultado de que ele está agora gloriosamente
    livre, mas está no caminho certo para se tornar um doente marginalizado. Neste caso do índio da Hudson Bay, as vantagens do passo ascendente da servidão para a liberdade não são totalmente claras. Uma condição muito semelhante de vassalagem
    existia até recentemente entre os peões do México, mas sem a compensação de uma classe dominante inteligente e previdente.
    Do mesmo modo, a servidão na Europa medieval foi, aparentemente, um dispositivo através do qual os proprietários de terras superaram os instintos nômades de sua propriedade. São necessários anos para levar a terra à sua maior produtividade, e a agricultura não pode ser praticada com sucesso mesmo em distritos
    bem regados e férteis por agricultores que se deslocam continuamente de uma localidade para outra. O servo ou aldeão estava, portanto, ligado por lei à terra, e ele
    não podia sair, exceto com o consentimento de seu mestre. Assim que estes instintos nômades deixaram de existir, a servidão desapareceu. Basta ler as severas leis contra a vagabundagem na Inglaterra, pouco antes da Reforma, para perceber o quão difundido e sério era este instinto nômade.
    Aqui na América ainda não esquecemos os instintos errantes de nossos pioneiros ocidentais, que nesse caso provaram ser benéficos para todos, exceto para os migrantes.
    Deve-se ter em mente que as especializações que caracterizam as raças mais elevadas têm um desenvolvimento relativamente recente, são altamente instáveis e, quando misturadas a caracteres generalizados ou primitivos, tendem a desaparecer.
    Quer admitamo-lo quer não, o resultado da mistura de duas raças, a longo prazo, dá-nos uma raça que reverte para o tipo mais antigo, generalizado e inferior. O cruzamento entre um homem branco e um índio é um índio; o cruzamento entre um homem branco e um negro é um negro; o cruzamento entre um homem branco e um
    hindu é um hindu; e o cruzamento entre qualquer uma das três raças europeias e um judeu é um judeu.
    No cruzamento dos elementos loiros e morenos de uma população, os traços escuros mais profundamente enraizados e antigos são prepotentes ou dominantes.
    Esta é uma questão de observação diária, e o funcionamento desta lei da natureza não é influenciado ou afetado por instituições democráticas ou por crenças religiosas.
    Medidos em termos de séculos, os caracteres unitários são imutáveis, e o único benefício a ser derivado de um ambiente alterado e de melhores condições alimentares é a oportunidade oferecida a uma raça que viveu em condições adversas,
    para alcançar o seu desenvolvimento máximo, mas os limites desse desenvolvimento são fixados para ela pela hereditariedade e não pelo ambiente.
    o índice cefálico, permite-nos dividir a grande maioria
    das populações europeias em três subespécies distintas do homem, uma a norte e uma a sul, ambas dolicocéfalas ou caracterizadas por um crânio longo, e uma subespécie central que é braquicéfala ou caracterizada por um crânio redondo.
    A primeira é a subespécie Nórdica ou Báltica. Esta raça é crânio-longo, muito alta, de pele clara, com cabelos loiros ou castanhos e olhos de cor clara. Os Nórdicos habitam os países em torno dos mares do Norte e Báltico, e incluem não só os grandes grupos escandinavos e teutônicos, mas também outros povos primitivos que aparecem pela primeira vez no sul da Europa e na Ásia como representantes da língua e cultura arianas.
    A segunda é a subespécie Mediterrânica ou Ibérica escura, que ocupa as costas do Mar Interior e se estende ao longo da costa atlântica até chegar às espécies Nórdicas. Também se espalha para leste e para o sul da Ásia. É crânio-longo como a raça Nórdica, mas o tamanho absoluto do crânio é menor. Os olhos e o cabelo são muito escuros ou pretos, e a pele mais ou menos morena. A estatura é atrofiada em comparação com a da raça Nórdica e de musculatura e estrutura óssea fraca.
    A terceira é a subespécie Alpina que ocupa toda a Europa Central e Oriental,  estendendo-se através da Ásia Menor até ao Indocuche
    e aos Pamir. Os armenoides constituem uma subdivisão Alpina e representam o tipo ancestral dessa raça que permaneceu nas montanhas e nos altos planaltos da Anatólia e da Ásia ocidental. Os Alpinos são redondos, de altura média e construção robusta, tanto no esqueleto como nos músculos. A coloração do cabelo e dos olhos era originalmente muito escura e ainda tende fortemente nessa direção, mas muitos olhos de cores claras, especialmente acinzentados, são agora encontrados nas populações Alpinas
    da Europa Ocidental.
    Enquanto os habitantes da Europa traem como um todo sua origem mista, no entanto, as três principais subespécies são encontradas em grandes números e em grande pureza, bem como restos esparsos de raças ainda mais antigas representadas por pequenos grupos ou por indivíduos, e até mesmo por caracteres unitários.
    Estes três grupos principais têm caracteres corporais que os constituem como subespécies distintas do Homo sapiens. Cada um possui ampla variedade, mas, por uma questão de clareza, a palavra raça e não a palavra espécie ou subespécie será usada quase, mas não completamente, exclusivamente. Na zoologia, o termo espécie
    implica a existência de uma certa quantidade definida de divergência em relação ao tipo mais estreitamente relacionado, mas a raça não requer uma quantidade similar de diferença. No homem, onde todos os grupos são mais ou menos férteis quando cruzados, ocorrem tantos tipos intermediários ou mistos que a palavra espécie tem um significado muito limitado para uso amplo. As espécies relacionadas quando agrupadas em conjunto constituem gêneros e subgêneros.
    A velha ideia de que a fertilidade ou infertilidade das raças de animais era a medida das espécies, está agora abandonada. Uma das maiores dificuldades na classificação do homem é a sua perversa predisposição para a miscigenação. Esta é uma questão de observação diária, especialmente entre as mulheres dos melhores
    provavelmente por causa da sua maior variedade de escolha.
    O índice cefálico é de menor valor na classificação das populações asiáticas, mas a distribuição dos crânios redondos e longos é semelhante à da Europa. O vasto planalto central desse continente é habitado por crânios redondos. De fato, o Tibete e os Himalaias ocidentais eram provavelmente o centro de radiação de todos os crânios redondos do mundo. Na Índia e na Pérsia ao sul desta área central ocorre uma longa corrida craniana relacionada ao homem Mediterrâneo na Europa.
    Ambos os tipos de crânio ocorrem, muito misturados, entre os índios americanos, e o índice cefálico é de pouco valor na classificação dos ameríndios.
    Ainda não foi encontrada uma explicação satisfatória para a variabilidade da forma do crânio desta espécie, mas a variação total dos caracteres físicos entre o norte do Canadá e o sul da Patagônia é inferior à variação entre a Normandia e a Provença, na França.
    Na África, o índice cefálico é também de pequeno valor de classificação, pois todas as populações são caracterizadas por um crânio longo.
    A distinção entre um crânio longo e um crânio redondo na humanidade provavelmente remonta pelo menos aos primeiros tempos do Paleolítico, se não a um período ainda mais remoto. É de tamanha antiguidade que quando novas espécies ou raças aparecem na Europa no final do Paleolítico, entre 10.000 e 7.000 a. C., os
    caracteres do crânio entre elas são tão claramente definidos como hoje em dia.
    O fato de duas espécies distintas da humanidade terem ambos crânios longos, assim como o norte europeu e o negro africano, não é uma indicação necessária de relação, e nesse caso é apenas um caso de especialização paralela. No entanto, o fato de o sueco ter um crânio comprido e o saboiardo
    um crânio redondo prova que são descendentes de subespécies distintas.
    As afirmações de que a raça Nórdica é uma mera variação da raça
    Mediterrânea, e que esta, por sua vez, é derivada do negro etíope, assentam numa ideia errada de que uma dolicocefalia em comum deve significar identidade de origem, bem como na não consideração de muitos caracteres somatológicos de valor quase
    igual ao do índice cefálico. A este respeito, é bom observar que esta medição, sendo apenas uma proporção, pode produzir valores idênticos para os crânios que diferem em qualquer outra proporção e detalhe, bem como em dimensão e capacidade absolutas.
    A cor dos olhos é de grande importância na determinação da raça, porque todos os olhos azuis, cinzentos ou verdes do mundo de hoje vieram originalmente da mesma fonte, ou seja, a raça Nórdica do norte da Europa. Este olho de cor clara não apareceu em nenhum outro lugar da Terra, e é uma especialização desta subespécie do homem apenas, e é, consequentemente, uma de extremo valor na classificação das raças europeias. Os olhos de cor escura são quase universais entre os mamíferos selvagens, e inteiramente assim entre os primatas, os parentes mais próximos do homem. É, portanto, uma certeza absoluta que todas as raças originais do homem
    tinham olhos escuros.
    Uma subespécie de homem, e tão somente uma, especializou-se em olhos de cor clara. Esta mesma subespécie também desenvolveu cabelo claro ou loiro, um caractere muito menos profundamente enraizado do que a cor dos olhos, pois as crianças loiras tendem a ficar mais escuras com o avançar dos anos, e as populações
    em grande parte de extração Nórdica, como as da Lombardia, ao se misturarem com raças mais escuras, perdem seus cabelos loiros mais facilmente do que seus olhos de cores claras.
    O cabelo loiro também vem de todas as espécies Nórdicas, e de nenhum outro lugar. Sempre que encontramos loiros entre as raças mais escuras da terra, podemos ter a certeza de que algum Nórdico errante passou por ali. Quando ocorrem indivíduos do tipo louro perfeito, como por vezes nas ilhas gregas, podemos suspeitar de uma recente visita de marinheiros de um navio que passa, mas quando apenas se mantêm caracteres isolados, dispersos por áreas consideráveis, como a loirice dos berberes do Atlas ou dos albaneses montanheses, temos de procurar no passado sombrio a
    origem destes traços desfocados dos primeiros invasores.
    A gama de cores do cabelo louro em povos Nórdicos puros vai desde o linho e vermelho até tons de castanho e marrom. Os tons mais escuros podem indicar cruzamento em alguns casos, mas cabelo absolutamente preto certamente significa um cruzamento ancestral com uma raça negra – na Inglaterra, com a raça Mediterrânea.
    Nas populações Nórdicas, as mulheres têm, em geral, cabelos mais claros do que os homens, o que aponta para um passado louro e um futuro mais sombrio para essas populações. As mulheres, em todas as raças humanas, como as fêmeas entre todos os mamíferos, tendem a exibir os traços mais antigos, mais generalizados e primitivos do passado da raça. O macho em seu desenvolvimento individual indica a direção em que a raça está tendendo sob a influência da variação e seleção.
    Interessante notar, em conexão com o físico mais primitivo da mulher, que, também na esfera espiritual, as mulheres retêm o conhecimento antigo e intuitivo de que a grande massa da humanidade não é livre e igual, mas sim ligada e desigual.
    A cor da pele é um caractere de importância, mas é extremamente difícil de medir, já que o intervalo de variação na Europa entre peles de extrema brancura e aquelas que são extremamente morenas, é quase completo. Em geral, a raça Nórdica em sua pureza tem uma pele absolutamente clara, e é, consequentemente, o Homo albus, o homem branco por excelência.
    Muitos membros da raça Nórdica aparentemente puros têm peles, assim como cabelos, mais ou menos escuros, de modo que o valor determinante deste caractere é incerto. Não há dúvida de que a qualidade da pele e a amplitude extrema de sua variação de cor, desde o preto, marrom, vermelho, amarelo a branco-marfim, são
    excelentes medidas das distinções específicas ou subgenéricas entre os maiores grupos da humanidade, mas ao se tratar de populações europeias, às vezes é difícil correlacionar tons de brancura com outros caracteres físicos.
    Acontece frequentemente que um indivíduo com todos os caracteres Nórdicos em grande pureza, tem a pele de um tom oliva ou escuro, e com muito mais frequência encontramos um indivíduo com traços morenos absolutamente puros na posse de uma pele de brancura quase marfim e de grande clareza. Esta última combinação é muito frequente entre os morenos das Ilhas Britânicas. Que essas são, até certo ponto, combinações desarmônicas, podemos estar certos, mas para além disso, nosso
    conhecimento não conduz. Os donos, no entanto, de uma pele clara sempre foram, e ainda são, objetos de inveja aguçada por aqueles cujas peles são negras, amarelas ou vermelhas.
    A estatura é outro caractere unitário de maior valor do que a cor da pele, e
    talvez que a cor do cabelo, e é um dos de maior importância na classificação europeia porque nesse continente temos as variações mais extremas da altura humana.
    Condições econômicas excessivamente adversas podem inibir uma raça de atingir a medida total do seu crescimento e, nesta medida, o ambiente desempenha o seu papel na determinação da estatura, mas fundamentalmente é a raça, e sempre a raça, que estabelece o limite. Os altos escoceses e os sardos anões devem os seus
    respectivos tamanhos à raça, e não à farinha de aveia ou ao azeite. É provável que o fato de a estatura dos Irlandeses ser, em média, inferior à dos escoceses se deva em parte às condições econômicas e em parte ao efeito depressor de uma população considerável de reservas baixas primitivas.
    Montanheses de todo o mundo tendem a ser altos e vigorosos, um fato provavelmente devido à eliminação rígida de defeitos pelo ambiente desfavorável.
    Neste caso, a altitude funcionaria como latitude, e produziria as condições severas que parecem essenciais ao vigor humano. A baixa estatura dos lapões e dos esquimós pode ter sido atribuída originalmente às condições difíceis de um habitat ártico, mas,
    em todo o caso, há muito que se tornou um carácter racial.
    No que diz respeito às principais espécies da Europa, a estatura é uma medida muito valiosa da raça.
    Para recapitular quanto a este caractere, a raça Mediterrânea está em toda parte marcada por uma estatura relativamente baixa, por vezes muito deprimida, como no sul da Itália e na Sardenha, e também por uma estrutura óssea relativamente leve e um desenvolvimento muscular débil.
    A raça Alpina é mais alta do que a Mediterrânea, embora mais baixa do que a Nórdica, e é caracterizada por uma composição encorpada e resistente.
    A raça Nórdica é quase sempre distinguida pela sua grande estatura. Quase a estatura mais alta do mundo se encontra entre as populações nórdicas puras das
    fronteiras escocesa e inglesa, enquanto os nativos britânicos de sangue moreno pré- nórdico são, em sua maioria, relativamente baixos; e ninguém pode questionar o valor racial da estatura que observa nas ruas de Londres o contraste entre o cavalheiro Piccadilly da raça Nórdica e o costermonger do antigo tipo Neolítico.
    Em muitos casos em que estas três raças europeias se misturaram, a estatura parece ser um dos primeiros caracteres Nórdicos a desaparecer, mas onde quer que na Europa encontremos uma grande estatura numa população que, de outro modo,
    não possuía características Nórdicas, podemos ter a certeza de uma travessia Nórdica, como no caso de uma grande parte dos habitantes da Borgonha, da Suíça, do Tirol e dos Alpes Dalmácios ao sul da Albânia.
    Estes quatro caracteres unitários, formato do crânio, cor dos olhos, cor do cabelo e estatura, são suficientes para nos permitir diferenciar claramente entre as três principais raças da Europa, mas se quisermos discutir as pequenas variações e misturas, teremos de ir muito mais longe e assumir outras proporções do crânio do
    que o índice cefálico, bem como a forma e posição dos olhos, e as proporções e forma dos maxilares e queixo.
    O nariz também é um caractere extremamente importante. O nariz humano original era, é claro, largo e sem ponte. Esta característica é mostrada claramente nos recém-nascidos que recapitulam em seu desenvolvimento os vários estágios da evolução do gênero humano. Um nariz sem brida com narinas largas e flamejantes é um caractere muito primitivo, e ainda é retido por algumas das maiores divisões da humanidade em todo o mundo. Aparece ocasionalmente em populações brancas de origem europeia, mas é por toda parte um caractere muito antigo, generalizado e reduzido.
    A ponte alta e o nariz comprido e estreito, o chamado nariz romano, normando ou aquilino, são característicos das raças mais especializadas da humanidade.
    Enquanto um caractere aparentemente sem importância, o nariz é um dos melhores ganchos para a origem racial, e nos detalhes de sua forma, e especialmente na forma lateral das narinas, é um determinante racial de maior valor.
    Os lábios, sejam finos ou carnudos, sejam limpos ou revirados, são caracteres raciais. Lábios grossos, salientes e revirados são traços muito antigos e característicos das raças primitivas. Um peito do pé alto também tem sido considerado uma indicação de tipo patrício, enquanto que o pé chato é frequentemente um atestado de origem
    plebeia.
    A ausência ou abundância de pelos e barba e a relativa ausência ou
    abundância de pelos corporais são caracteres de não pouco valor na classificação.
    Os pelos abundantes do corpo são, em grande parte, peculiares às populações das espécies mais altas e das mais baixas, sendo característicos do norte da Europa e também dos selvagens australianos. Significa apenas a retenção, em ambos os grupos, de um traço muito antigo e primitivo que foi perdido pelos negros, mongóis e ameríndios.
    As raças Nórdica e Alpina estão muito mais bem equipadas com pelos da cabeça e do corpo do que a raça Mediterrânica, que é em toda a sua extensão uma raça glabra ou relativamente nua.
    O chamado ramo de cabelos vermelhos da raça Nórdica tem caracteres especiais além dos cabelos ruivos, tais como uma gama esverdeada de olhos, uma pele de textura peculiar tendendo a uma grande clareza ou a sardas, e certos traços temperamentais peculiares. Esta era provavelmente uma variedade intimamente
    relacionada aos loiros, e aparece pela primeira vez na história em associação com eles.
    Na estrutura dos pelos da cabeça de todas as raças da humanidade,
    encontramos uma progressão regular de uma curvatura extrema para uma retidão lisa,
    e esta lisura ou ondulação depende da forma da seção transversal do próprio cabelo.
    Este corte transversal tem três formas distintas, correspondendo às divergências mais extremas entre as espécies humanas.
    Embora as três principais raças europeias sejam o tema deste livro, e embora não seja a intenção do autor de se ocupar dos outros tipos humanos, é necessário, neste momento, afirmar que estas três subespécies europeias são subdivisões de um dos grupos ou subgêneros primários do gênero Homo que, no seu conjunto, devemos chamar ao caucasiano por falta de um nome melhor.
    A grande massa do resto da humanidade pode ser dividida em negros e negroides, e os mongóis e mongoloides.
    A primeira aparentemente originou-se no sul da Ásia e entrou na África a partir do canto nordeste daquele continente. A África a sul do Saara é agora o principal lar desta raça, embora se encontrem vestígios de aborígenes negros em todo o sul da Ásia, da Índia às Filipinas, enquanto os melanésios negros muito distintos e os
    australoides se encontram mais a leste e a sul.
    Um terceiro subgênero da humanidade inclui os mongóis crânio-redondos e seus derivados, os ameríndios, ou índios americanos. Este grupo é essencialmente asiático e ocupa o centro e a metade oriental desse continente. Uma descrição desses subgêneros negros e mongoloides e seus derivados, bem como de certas espécies
    aberrantes do homem, está fora do escopo deste trabalho.
    A considerar esta medida, a seção transversal de cabelo em conexão com esses principais subgêneros, descobrimos que existe uma relação permanente e que cada uma das três principais divisões da humanidade está, na forma da seção transversal do seu cabelo, diferenciado dos demais.
    A seção transversal do cabelo das raças negro e negroide é uma elipse plana com o resultado de que todos os membros deste subgênero têm cabelo crespo.
    A seção transversal do cabelo dos mongóis e seus derivados, os ameríndios, é um círculo completo, e o cabelo deste subgênero é perfeitamente reto e liso.
    A seção transversal do cabelo dos chamados caucasianos, incluindo as subespécies Mediterrânea, Alpina e Nórdica, é uma elipse oval e, consequentemente, é intermédia entre as seções transversais dos negroides e mongoloides. O cabelo desta estrutura é ondulado ou encaracolado, nunca crespo ou absolutamente liso, e é característico de todas as populações europeias, quase sem exceção.
    Confinamos nossa discussão aos caracteres unitários mais importantes, mas existem muitas outras ajudas valiosas à classificação que se encontram nas proporções do corpo e no comprimento relativo dos membros. Por exemplo, é de conhecimento geral que existem entre as mulheres brancas dois tipos distintos neste último aspecto, um de pernas compridas e de corpo curto, e outro de corpo comprido e pernas curtas. Todos estes fatos têm um valor racial ainda não compreendido.
    Sem entrar em mais detalhes físicos, é provável que todas as proporções relativas no corpo, as características, o esqueleto e o crânio, que são fixos e constantes e se encontram fora do corpo de variação individual representam heranças fracas do passado. Cada ser humano une em si mesmo o sangue de milhares de antepassados, que remontam a milhares de anos, sobrepostos a uma herança pré-humana de antiguidade ainda maior, e o rosto e o corpo de cada homem vivo oferecem uma intrincada massa de hieróglifos que a ciência um dia aprenderá a ler e interpretar.
    Usaremos os principais caracteres unitários acima mencionados como base da nossa definição de raça e, mais tarde, chamaremos a atenção para traços temperamentais e espirituais que pareçam estar associados a distintos tipos físicos.
    Iremos apenas discutir as populações europeias e não nos debruçaremos sobre as regiões do globo onde as raças humanas são tais que outros caracteres físicos devam ser chamados a fornecer definições claras.
    Um assunto fascinante se abriria se nos debruçássemos sobre o efeito de combinações raciais e desarmonias, como, por exemplo, onde as populações mistas Nórdicas e Alpinas da Lombardia mantêm a forma do crânio, cor dos cabelos e estatura da raça Alpina, com a cor clara dos olhos da raça Nórdica, ou onde as
    populações montanhesas ao longo da costa leste do Adriático, do Tirol à Albânia, têm a estatura da raça Nórdica e um crânio e coloração Alpina.
    AS LEIS que regem a distribuição das várias raças do homem e a sua evolução por meio da seleção são substancialmente as mesmas que as que controlam a evolução e a distribuição dos mamíferos maiores.
    O homem, porém, com sua mentalidade superior, libertou-se de muitos dos elementos que limitam a expansão dos animais. No seu caso, a seleção através da doença e da concorrência social e econômica substituiu a seleção através do ajustamento às limitações do abastecimento alimentar.
    O homem é o mais cosmopolita dos animais, e de uma forma ou de outra prospera nos trópicos e no ártico, ao nível do mar e nos planaltos altos, no deserto e nas florestas fétidas do equador. No entanto, as várias raças da Europa com as quais
    lidamos  têm, cada uma delas, um determinado habitat no qual cada uma atinge o seu maior desenvolvimento.
    ONDE DUAS RAÇAS ocupam um país lado a lado, não é correto falar de um tipo em transformação para um outro. Mesmo se presentes em números iguais, um dos dois tipos contrastados terá uma pequena vantagem ou capacidade que o outro carece para um ajuste perfeito ao ambiente. Aqueles que possuem essas variações
    favoráveis florescerão às custas de seus rivais, e seus filhos serão não apenas mais numerosos, como também tenderão a herdar essas variações. Dessa maneira, um tipo gradualmente gera o outro. Nesse sentido, e somente nesse sentido, as raças mudam.
    O homem passa continuamente pela seleção através do ambiente social. Entre os americanos nativos do período colonial, uma família numerosa era um trunfo, e a pressão social e a vantagem econômica aconselharam o casamento precoce e vários filhos. Duzentos anos de contínua expansão política e prosperidade material mudaram essas condições e as crianças, em vez de serem um trunfo para cultivar os campos e proteger o gado, tornaram-se um passivo caro. Agora eles precisam de apoio, educação e doação de seus pais, e uma família numerosa é vista por alguns como
    uma séria desvantagem na luta social.
    Essas condições não ocorrem inicialmente entre os imigrantes, e as famílias numerosas da população recém-chegada ainda são a regra, exatamente como na América colonial, e hoje são no Canadá francês, onde ainda prevalecem as condições rústicas e florestais.
    O resultado é que uma classe ou tipo em uma população se expande mais rapidamente do que outra e, em última análise, a substitui. Este processo de substituição de um tipo por outro não significa que a raça mude ou se transforme em outra. É uma substituição pura e simples e não uma transformação.
    A redução da taxa de natalidade entre as classes mais valiosas, enquanto a taxa de natalidade das classes mais baixas permanece inalterada, é um fenômeno frequente de prosperidade. Tal mudança torna-se extremamente prejudicial para a raça se não for controlada, a menos que a natureza seja autorizada a manter por seus próprios dispositivos cruéis os números relativos das diferentes classes em suas devidas proporções. Atacar o suicídio racial encorajando a geração indiscriminada não só é inútil, como também perigoso se conduzir a um aumento dos elementos indesejáveis. O que é necessário na comunidade acima de tudo, é um aumento nas classes desejáveis, que são de tipo superior física, intelectual e moralmente, e não apenas um aumento no número absoluto da população.
    O valor e a eficiência de uma população não são numerados pelo que os jornais chamam de almas, mas pela proporção de homens de vigor físico e intelectual. A pequena população colonial da América era, homem a homem, muito superior à média dos habitantes atuais, embora estes últimos sejam vinte e cinco vezes mais numerosos. O ideal de eugenia para o qual o estadismo deve ser dirigido é, obviamente, a melhoria da qualidade e não da quantidade. Isto, no entanto, é na atualidade um conselho de perfeição, e devemos enfrentar as condições tal como elas são.
    A pequena taxa de natalidade nas classes altas é, até certo ponto, compensada pelos cuidados recebidos pelas crianças que nascem e pela maior probabilidade de se tornarem adultas e se reproduzirem. A elevada taxa de natalidade das classes mais baixas é, em condições normais, compensada por uma elevada mortalidade infantil, o que elimina as crianças mais fracas.
    Onde o altruísmo, a filantropia ou o sentimentalismo intervêm com o propósito mais nobre, e proíbem a natureza de penalizar as vítimas infelizes da reprodução imprudente, a multiplicação de tipos inferiores é encorajada e fomentada. Os esforços para preservar indiscriminadamente os bebês entre as classes mais baixas muitas vezes resultam em sérios danos à raça.
    A consideração errônea das leis divinas e a crença sentimental na santidade da vida humana, tendem a impedir tanto a eliminação de crianças defeituosas como a esterilização de adultos que não têm valor para a comunidade. As leis da natureza exigem a obliteração dos inaptos, e a vida humana só é valiosa quando é útil à comunidade ou à raça.
    É altamente injusto que uma minoria minúscula seja chamada a fornecer cérebros para a massa impensante da comunidade, mas é ainda pior onerar os elementos responsáveis e maiores, mas ainda sobrecarregados, com um número cada vez maior de pervertidos morais, deficientes mentais e aleijados hereditários.
    A igreja assume uma séria responsabilidade para com o futuro da raça, sempre que ela pisa e preserva uma estirpe defeituosa. O casamento dos surdos-mudos foi saudado há uma geração como um triunfo da humanidade. Agora é reconhecido como um crime absoluto contra a raça. Um grande prejuízo é feito à comunidade pela perpetuação de tipos inúteis. Essas estirpes tendem a ser mansas e humildes, e como tal, fazem um forte apelo às simpatias dos bem-sucedidos. Antes que a eugenia fosse compreendida, muito poderia ser dito de um ponto de vista cristão e humano em favor da caridade indiscriminada em benefício do indivíduo. As sociedades de caridade, de altruísmo ou de extensão de direitos deveriam ter, no entanto, hoje em dia, na sua gestão, um mínimo de cérebros; caso contrário, poderão continuar a fazer, como por vezes fizeram no passado, mais danos à raça do que a peste negra ou a varíola.
    Enquanto tais organizações caritativas se limitarem ao alívio do sofrimentoindividual, não importa quão criminosos ou doentes possam ser, nenhum dano será causado, exceto à nossa própria geração, e se a sociedade moderna reconhecer um dever para com os mais humildes malfeitores ou imbecis, esse dever pode ser plenamente cumprido, desde que sejam privados da capacidade de procriar a sua estirpe defeituosa.
    Aqueles que lerem estas páginas sentirão que há pouca esperança para a humanidade, mas o remédio foi encontrado, e pode ser aplicado de forma rápida e misericordiosa. Um sistema rígido de seleção através da eliminação daqueles que são fracos ou inaptos – ou seja, fracassos sociais – resolveria toda a questão em cem anos, além de permitir livrar-nos dos indesejáveis que lotam nossas prisões, hospitais e manicômios. O próprio indivíduo pode ser alimentado, educado e protegido pela comunidade durante sua vida, mas o Estado, através da esterilização, deve fazer com que sua linhagem pare com ele, ou então as gerações futuras serão amaldiçoadas com uma carga cada vez maior de vítimas do sentimentalismo equivocado. Esta é
    uma solução prática, misericordiosa e inevitável de todo o problema, e pode ser aplicada a um círculo cada vez maior de descartes sociais, começando sempre pelos criminosos, doentes e loucos, e estendendo-se gradualmente a tipos que podem ser chamados de debilitados ao invés de defeituosos, e talvez, em última análise, a tipos raciais sem valor.
    Os esforços para aumentar a taxa de natalidade das classes produtoras de gênios da comunidade, embora mais desejáveis, encontram grandes dificuldades. Em tais esforços, encontramos condições sociais sobre as quais ainda não temos qualquer controle. Foi tentado há dois mil anos por Augusto, e seus esforços para
    evitar o suicídio racial e a extinção da antiga raça romana foram singularmente proféticos sobre o que alguns homens de ampla visão estão tentando, a fim de preservar a raça dos americanos nativos de descendência colonial.
    O homem tem escolha entre dois métodos para melhoramento da raça. Ele pode procriar do melhor, ou pode eliminar o pior pela segregação ou esterilização. O primeiro método foi adotado pelos espartanos, que tinham como ideais nacionais a eficiência militar e as virtudes do autocontrole, e segundo estas linhas os resultados
    foram completamente bem-sucedidos. Em condições sociais modernas, seria extremamente difícil, em primeira instância, determinar quais seriam os tipos mais desejáveis, exceto da maneira mais geral, e mesmo que uma seleção satisfatória
    fosse finalmente feita, seria, em uma democracia, uma impossibilidade virtual de limitar por lei o direito de procriar a uns poucos privilegiados e escolhidos.
    As experiências de limitar a criação às classes indesejáveis foram feitas inconscientemente na Europa medieval sob a orientação da igreja. Depois da queda de Roma, as condições sociais foram tais que todos aqueles que amavam uma vida estudiosa e tranquila foram obrigados a refugiar-se da violência dos tempos nas instituições monásticas, e sobre estes a igreja impôs a obrigação do celibato, e assim privou o mundo de descendentes dessas classes desejáveis.
    Na Idade Média, através da perseguição que resultou em morte real, prisão perpétua e banimento, o pensamento livre, progressivo, e os elementos intelectuais foram persistentemente eliminados em grandes áreas, deixando a perpetuação da raça a ser exercida pelo brutal, pelo servil e pelo estúpido. Agora é impossível dizer
    até que ponto a Igreja Romana através desses métodos prejudicou a capacidadecerebral da Europa, mas só na Espanha, por um período de mais de três séculos, do ano 1471 ao 1781, a Inquisição condenou à estaca ou à prisão uma média de 1000 pessoas por ano. Durante estes três séculos, nada menos que 32.000 pessoas foram
    queimadas vivas, e 291.000 foram condenadas a vários termos de prisão e outras penas, e 7.000 pessoas foram queimadas em efígie, representando homens que tinham morrido na prisão ou tinham fugido do país.
    Não se poderia conceber um método melhor para eliminar as estirpesprodutoras de gênios de uma nação e, se fosse esse o seu objetivo, o resultado era eminentemente satisfatório, como o demonstra o espanhol supersticioso e ininteligente de hoje em dia. Uma eliminação semelhante de cérebros e capacidades
    ocorreu no norte de Itália e da França, e nos Países Baixos, onde centenas de milhares de huguenotes foram assassinados ou levados ao exílio.

    Nas condições existentes, o método mais prático e esperançoso de
    melhoramento racial é através da eliminação dos elementos menos desejáveis na nação, privando-os do poder de contribuir para as gerações futuras. É bem conhecido entre os criadores de gado que a cor de um rebanho pode ser modificada pela eliminação contínua de tons inúteis, e isso é verdade para outros caracteres. As ovelhas negras, por exemplo, têm sido praticamente destruídas ao cortar geração após geração todos os animais que apresentam essa fase de coloração, até que, em rebanhos cuidadosamente mantidos, um indivíduo negro aparece apenas como um raro gracejo.
    Na humanidade, não seria uma questão de grande dificuldade assegurar um consenso da opinião pública quanto ao menos desejáveis, digamos, dez por cento da comunidade. Quando este resíduo humano desempregado e inempregável tiver sido eliminado, juntamente com a grande massa de crime, pobreza, alcoolismo e fraqueza de espírito associada a ele, seria fácil considerar a conveniência de restringir ainda mais a perpetuação dos tipos menos valiosos remanescentes. Por esse método, a humanidade poderia finalmente tornar-se suficientemente inteligente para escolher deliberadamente as estirpes mais vitais e intelectuais para continuar a raça.
    Além da seleção pelo ambiente climático, o homem está agora, e esteve por muito tempo, em processo de seleção pela doença. Foi dizimado ao longo dos séculos por pestilências como a morte negra e a peste bubônica. Nos dias dos nossos pais, a febre amarela e a varíola amaldiçoavam a humanidade. Essas pragas estão agora sob controle, mas doenças semelhantes, agora consideradas como meros incômodos à infância, como o sarampo, a caxumba e a escarlatina, são flagelos terríveis para as populações nativas sem experiência prévia com elas. Adicione a estas a varíola e outras doenças de homens brancos, e ter-se-ão os grandes construtores de impérios de ontem. Não foram as espadas nas mãos de Colombo e seus seguidores que dizimaram os índios americanos, foram os germes que seus homens e seus sucessores trouxeram, implantando as doenças do homem branco no mundo do
    homem vermelho. Muito antes da chegada dos puritanos à Nova Inglaterra, a varíola tremeluzia para cima e para baixo pela costa até os nativos não serem mais do que um remanescente quebrado de seus números anteriores.
    Atualmente, a raça Nórdica está passando por uma seleção pelo alcoolismo, um vício particularmente Nórdico, e pelo consumo, e ambos estes flagelos temíveis, infelizmente, atacam os membros da raça que, de outro modo, seriam mais desejáveis, diferindo a este respeito de doenças sujas como o tifo, a febre tifoide ou a varíola. Basta procurar entre as classes mais desejáveis que as vítimas do rum e de tubérculo para perceber que a morte ou a deficiência mental e física por essas duas causas custaram à raça muitos de seus mais brilhantes e atraentes membros.