Os palestrantes da noite de abertura do 4º Seminário Internacional de Mídia Online (MediaOn), a vice-presidente executiva da CNN News Services, Susan Grant, e o editor de conteúdo interativo do New York Times, Aron Pilhofer, brincaram com a discussão sobre o fim dos veículos tradicionais, como jornal e rádio. Ambos concordam que a extinção é improvável, mas divergem sobre a importância do papel do jornalista na nova realidade.
Pilhofer afirmou gostar de jornais, mas "enxergar" no futuro "um mundo sem eles". No entanto, para o editor, o debate sobre a extinção de jornais é tão improdutivo quanto "questionar a lei da gravidade". "Não deveríamos nos importar tanto com isso, quando nos focamos nesta possibilidade perdemos a oportunidade de inovar nas plataformas", afirmou.
Já Susan disse não acreditar na possibilidade e questionou se algum veículo já desapareceu em função do surgimento da internet. "Por acaso o rádio desapareceu? Até os discos voltaram só que agora chamamos eles de 'vinil'", disse rindo.
Apesar de concordarem sobre a improbabilidade da extinção dos veículos, os executivos divergem sobre a importância do papel do jornalista na nova realidade. Susan afirma que "todos e qualquer" usuário pode ser jornalista na qualidade de produtor de conteúdo e que cabe ao profissional "pinçar" o que tem qualidade ou não para ser publicado, sem editar. "É basicamente uma questão de enxergar o mundo como repórter e abrir as possibilidades da cobertura", disse.
Pilhofer defende a categoria dizendo que é necessário que os engenheiros "pensem como jornalistas" para desenvolverem aplicativos que funcionem para "contar uma história" melhor que apenas o texto faria. "Colocamos nossa equipe na redação para que sintam melhor as necessidades dos jornalistas e pensem como eles", declarou.
Pilhofer afirmou gostar de jornais, mas "enxergar" no futuro "um mundo sem eles". No entanto, para o editor, o debate sobre a extinção de jornais é tão improdutivo quanto "questionar a lei da gravidade". "Não deveríamos nos importar tanto com isso, quando nos focamos nesta possibilidade perdemos a oportunidade de inovar nas plataformas", afirmou.
Já Susan disse não acreditar na possibilidade e questionou se algum veículo já desapareceu em função do surgimento da internet. "Por acaso o rádio desapareceu? Até os discos voltaram só que agora chamamos eles de 'vinil'", disse rindo.
Apesar de concordarem sobre a improbabilidade da extinção dos veículos, os executivos divergem sobre a importância do papel do jornalista na nova realidade. Susan afirma que "todos e qualquer" usuário pode ser jornalista na qualidade de produtor de conteúdo e que cabe ao profissional "pinçar" o que tem qualidade ou não para ser publicado, sem editar. "É basicamente uma questão de enxergar o mundo como repórter e abrir as possibilidades da cobertura", disse.
Pilhofer defende a categoria dizendo que é necessário que os engenheiros "pensem como jornalistas" para desenvolverem aplicativos que funcionem para "contar uma história" melhor que apenas o texto faria. "Colocamos nossa equipe na redação para que sintam melhor as necessidades dos jornalistas e pensem como eles", declarou.
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