As pessoas com quem contato diariamente ou mesmo esporadicamente, comentam, que o hospital em sua historia, mais viveu em crise do que em saúde plena, e o momento atual parece ser de crise.
No momento que a direção do hospital solicita recursos públicos, inconstitucionais pela sua condição privada e filantrópica, é porque a situação está complicada.
O desgoverno do hospital ao que tudo leve a crer, está tomando um formato desfavorável à saúde publica local, que vinha até 2007 numa ascendência favorável e elogiável pela opinião publica.
Em encontro com a imprensa na manhã de hoje, o repórter Marcelinho questionou o prefeito sobre o aporte de verbas publicas para dar fôlego à gestão do hospital, colocando inclusive que o poder público teria obrigação neste socorro.
O desconhecimento legal e até parcial da imprensa em prol de um dos lados foi visível.
O poder público se não tomar a atitude esperada pela gestão do hospital estará agindo de forma legal e idônea perante a lei e inclusive para a sociedade neo petropolitana.
Ajudando o hospital que é privado, dará o direito de qualquer empresa ou entidade privada querer aportes emergenciais o que é ilegal.
Em suma, a novela do hospital está desenrolando e não temos boas expectativas.
Fica aqui a pergunta: o que a professora Mariana pensa a respeito da crise? Ela afinal é responsável e a entidade depende das atitudes dela e do próprio capital em momento de buscar aporte financeiro em instituições financeiras. Talvez por isso recorrer ao poder público seja mais fácil, para não colocar em risco o seu capital privado em prol da saúde da instituição.
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