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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Você Sabia que os Democratas(Esquerda) Fundaram a KKK, Iniciaram a Guerra Civil, Celebraram a Escravidão e Lutaram contra a Lei dos Direitos Civis?


Apesar de toda a sua existência, o Partido Democrata Americano representou princípios e valores distintamente antiamericanos, mas graças a uma “mídia convencional” totalmente cooptada que serve como divisão de propaganda do partido, muitos cidadãos não sabem disso.

Por exemplo, eles não sabem que o Partido Democrata, recentemente, “abraçou” minorias, parecendo abraçar a verdadeira “igualdade” e começou a vocalizar o apoio aos direitos civis - todas as posições que o partido veementemente e conscientemente se opôs por mais de 200 anos. 

Como observado pela professora Carol Swain, que ensina ciências políticas na Universidade de Vanderbilt, o Partido Democrata defendeu a escravidão, iniciou a Guerra Civil, fundou a Ku Klux Klan e lutou contra todas as grandes ações de direitos civis na história do país.


Veja o vídeo de Swain, neste link.

Quando você pensa em igualdade racial e direitos civis, que partido político vem à mente - os republicanos ou os democratas? A maioria das pessoas provavelmente diria os democratas. Mas esta resposta está incorreta. Desde a sua fundação em 1829, o Partido Democrata lutou contra todas as grandes iniciativas de direitos civis e tem uma longa história de discriminação.

O relatório de Swain é particularmente relevante no ambiente político de hoje, pois a extrema-esquerda, que está assumindo o Partido Democrata, procura não apenas esconder a história do partido, mas marcar o Partido Republicano como um partido de racistas, fanáticos, homofóbicos e autoritários.

O Partido Democrata defendeu a escravidão, iniciou a Guerra Civil, se opôs à Reconstrução (o período pós Guerra Civil), fundou a Ku Klux Klan, impôs segregação, perpetrou linchamentos e lutou contra os Atos dos Direitos Civis dos anos 50 e 60”, observou Swain.

Em contraste, o Partido Republicano foi fundado em 1854 como um partido antiescravagista. Sua missão era impedir a disseminação da escravidão nos novos territórios ocidentais com o objetivo de aboli-la completamente”, disse ela.

Democratas: é agora o partido da re-escravização de negros e minorias 

Swain observou que os primeiros esforços republicanos para impedir a propagação da escravidão foram realmente frustrados pela Suprema Corte dos Estados Unidos por meio de Dred Scott contra Sandford. Scott era um escravo que residia em um estado e território livre onde a instituição era proibida. Mas o tribunal, em uma decisão 7-2, decidiu que não poderia reivindicar sua liberdade porque os escravos eram propriedade e nunca poderiam ser cidadãos sob as provisões atuais da lei.

A professora de Vanderbilt observou que todos os sete juízes que votaram contra Scott eram democratas e que os dois juízes dissidentes eram republicanos.

A Guerra Civil, a um custo de mais de 700.000 vidas americanas, resolveu a questão da escravidão; o comandante-chefe da União que liderou o bem-sucedido esforço de guerra foi o primeiro presidente do Partido Republicano, Abraham Lincoln; ele foi assassinado logo após a rendição dos confederados por John Wilkes Booth, um democrata.

Seu sucessor, Andrew Johnson, um democrata, se opôs ao plano de Lincoln de reintegrar ex-escravos no sul e no resto do país. Johnson e seus democratas também se opuseram às 13ª, 14ª e 15ª emendas, que proibiam a escravidão, davam cidadania aos negros e permitiam que eles votassem.

"Todas as três emendas passaram apenas por causa do apoio republicano universal", observou Swain.

Avance rapidamente para a década de 1960. Depois de manter os negros escravizados, impedindo-os de se tornarem cidadãos e impedindo-os de votar, "os democratas apresentaram outra estratégia: se os negros vão votar, eles também podem votar nos democratas”, observou Swain.

Swain observou que, desde então, as políticas democratas essencialmente reescravizaram a maioria dos negros - na dependência do governo, bem-estar e ciclos de violência, amontoando-os em favelas e guetos com escolas pobres e sem esperança ou oportunidades.

Leia mais: http://www.anovaordemmundial.com/2019/08/voce-sabia-que-os-democratas-fundaram-a-kkk-iniciaram-a-guerra-civil-celebraram-a-escravidao-e-lutaram-contra-a-lei-dos-direitos-civis.html#ixzz5w1npc7yl

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Entenda a diferença entre a esquerda carnívora e a vegetariana

Existe a esquerda carnívora e a vegetariana. Os carnívoros ou estão na cadeia ou esbravejando no parlamento para soltar os companheiros.
Os vegetarianos tentam se moldar aos novos tempos se travestindo para parecerem o que nunca foram, uns fantasiam-se de liberais e outros de conservadores.
O problema com os vegetarianos é que conservadores tendem a ser mais intolerantes que os liberais que acabam sendo traídos por seus próprios ideais.
Karl Popper já dizia que tolerância tem limite e que ser tolerante com quem pode colocar a nossa existência em risco é algo irracional e condenável.
Ayn Rand também já alertava para a necessidade de polarizar para identificar o preto e o branco que estão escondidos nas zonas cinzas (por favor, isso é figura de linguagem, retórica, não me venham com insinuações sobre racismo).
Os liberais de verdade, não esses que se rotulam usando a expressão “liberal progressista” instituída pelos socialistas democráticos americanos, devem ficar alertas.
Lobos em pele de cordeiro é uma espécie que habita o mundo da política e quando menos se espera eles acabam tomando conta da cena e os tolerantes são empurrados para fora dos próprios movimentos que criaram.
Não é de hoje que esquerdistas vegetarianos tentam se passar por liberais. Lembrem-se dos neo-liberais que por conveniência político-partidária adotaram medidas econômicas que se fossem manter suas convicções não teriam adotado.
Eu acho que as pessoas mudam com o tempo mas sei também que mudar apenas de rótulo é muito mais fácil.
Liberais da terceira geração cuidado, você pode ir dormir com alguém que se diz liberal e acordar com um esquerdista vegetariano ao seu lado.
Roberto Rachewsky

“99% dos testemunhos não podem ser comprovados”

O especialista judeu para Auschwitz, Robert Jan van Pelt, gostaria de ver destruídas as ainda existentes provas de Auschwitz. Aparentemente a pressão do mundo islâmico, diante do excelente relatório de Germar Rudolf, torna-se maior a cada dia que passa. Van Pelt gostaria de evitar a todo custo tal investigação oficial. Ele declarou isso em entrevista a um jornal canadense – THE STAR, sugerindo a demolição de todas as ruínas de Auschwitz-Birkenau.
“Sim, não é verdade. Mas em minha imaginação era verdade.” [Herman Rosenblat]
O especialista judeu para Auschwitz, Robert Jan van Pelt, gostaria de ver destruídas as ainda existentes provas de Auschwitz. Aparentemente a pressão do mundo islâmico, diante do excelente relatório de Germar Rudolf, torna-se maior a cada dia que passa. Van Pelt gostaria de evitar a todo custo tal investigação oficial. Ele declarou isso em entrevista a um jornal canadense – THE STAR, sugerindo a demolição de todas as ruínas de Auschwitz-Birkenau. Somente o prédio do Stammlager deveria ficar em pé, sobre o qual o próprio van Pelt já afirmara em seu livro “Auschwitz: 1270 até hoje”, que lá nunca aconteceu qualquer “gaseamento”.
Robert Jan van Pelt também gostaria que não fosse mais realizado qualquer laudo científico sobre a sede do Holocausto-profissional. E isso, embora o teto das ruínas ainda exista. E este deveria mostrar o “azul cianídrico” e poderíamos mensurar ainda no reboco das paredes os subprodutos das reações com o gás venenoso (cianureto contido no fumigante Zyklon-B).

O especialista judeu Robert Jan van Pelt:
”Nós não podemos comprovar através de investigação forense
99% dos relatos sobre gaseamento”
O que é inacreditável e equivale a algo sensacional é a declaração de van Pelt no STAR, onde ele disse que nossos conhecidos testemunhos sobre Auschwitz não possam ser comprovados criminalmente (investigação forense). Devido a uma declaração deste porte, inúmeros pesquisadores do Holocausto foram/estão jogados por anos nas masmorras. Em 2009, por exemplo, Horst Mahler foi preso e deve cumprir uma pena de mais de 12 anos. Aqui as passagens mais importantes de Robert Jan van Pelt na entrevista ao STAR:
“Robert Jan van Pelt é arquiteto e especialista sobre Auschwitz. Ele declarou:
’99% daquilo que sabemos sobre Auschwitz não podem ser comprovados através da ciência. Nosso conhecimento é parte do conhecimento herdado… Neste sentido, eu não acredito que o Holocausto seja algo fora do comum. No futuro, quando lembrarmos o Holocausto, nós o faremos da forma que é feito com a maioria das coisas do passado. Nós relacionaremos nosso conhecimento à literatura e aos depoimentos das testemunhas… Nós tivemos muito sucesso em lembrar o passado desta forma. […] Colocar o Holocausto em uma categoria separada e exigir que mais provas materiais sejam fornecidas, significa de fato nos curvarmos diante dos negadores do Holocausto, onde estaríamos disponibilizando um tipo de prova especial’.” [The Star, Canadá, 27/12/2009]
http://www.thestar.com/news/insight/article/742965–a-case-for-letting-nature-take-back-auschwitz
O maior genocídio da história mundial deve permanecer segundo, van Pelt, sem comprovação criminal e ao invés disso, melhor seria se apoiar nos conhecidos testemunhos dos ex-prisioneiros de Auschwitz. Estes testemunhos, caro leitor, cada um de nós deveria conhecer. O livro de Jürgen Graf – “Auschwitz: confissões dos assassinos e testemunhas do Holocausto” – apresenta um relato ímpar sobre o tema.
O que para a maioria das pessoas comuns possa parecer impossível é de fato realidade: ao longo do processo de Auschwitz em Frankfurt (50/Ks 2/63), que durou muitos anos, nunca houve uma autópsia sequer, nem investigações forenses da arma do crime, embora o tribunal tenha acompanhado os relatos das testemunhas em Auschwitz e tenha visitado o local. Uma investigação forense não foi exigida pela justiça, mas esta reclamou no veredicto que tal investigação não foi apresentada:
“Outra dificuldade foi que as testemunhas – compreensivelmente – puderam fornecer somente em raros casos detalhes precisos sobre locais e época de determinados acontecimentos. […] Pois falta ao tribunal quase todas as possibilidades disponíveis de um processo criminal comum para formar um quadro fiel dos reais acontecimentos na época do assassinato. Faltam os cadáveres das vítimas, os protocolos das autópsias, laudos de peritos sobre a causa mortis e o horário das mortes; faltam as pistas dos assassinos, das armas do crime e assim por diante. Uma comprovação dos testemunhos foi somente possível em casos raros.” [Veredicto de Auschwitz 50/Ks 2/63, página 109]
Não é inacreditável? O tribunal confirma que os testemunhos do veredicto, elogiados por van Pelt, não puderam ser comprovados e eram imprecisos. Aqui segue novamente a respectiva passagem do veredicto, página 109:
“As testemunhas – compreensivelmente – puderam fornecer somente em raros casos detalhes precisos sobre locais e época de determinados acontecimentos… Uma comprovação dos testemunhos foi somente possível em casos raros.”
Para elucidação do “maior crime da humanidade” não foi exigido qualquer tipo de investigação criminal. Esta a herança do apagar das luzes a 8 de maio de 1945: com muita propaganda e “no grito”, é possível estabelecer uma Nova Ordem Mundial. Aqui reside farta justificativa para a desordem atual, onde ciência e razão sucumbem diante da emoção e dogmatização – NR.
Com testemunhos imprecisos e sem qualquer comprovação forense: foi desta forma, portanto, como o Holocausto de Auschwitz foi comprovado. E qualquer pessoa, que apresente o Relatório Rudolf e exija um debate livre, vai para trás das grandes por longos anos, até pelo resto da vida. E o Relatório Rudolf permanece irrefutável. Mais de 300 professores de química inorgânica das universidades da Alemanha não puderam ou não conseguiram encontrar qualquer erro no trabalho de Rudolf. O perito judicial suíço, Professor de química Dr. Henri Ramuz, atestou a competência científica de Rudolf e o diretor da Fundação judaica Anne-Frank, Hans Westra, disse a 27 de abril de 1995 na televisão belga (Panorama):
“As análises científicas do Relatório Rudolf são perfeitas.”
National-Journal, 10/01/2010

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Historiador suíço expõe memórias anti-Hitler de Rauschning como fraudulentas

Praticamente todas as principais biografias de Adolf Hitler ou da história do Terceiro Reich fazem citações da memória de Hermann Rauschning, ex-Presidente do Senado Nacional-Socialista de Danzig [1]. No livro publicado na Grã-Bretanha como “Hitler Speaks” (Londres, 1939) e nos Estados Unidos como “The Voice of Destruction” (Nova Iorque, 1940) Rauschning apresenta página após página o que são supostamente as mais íntimas visões de Hitler e os planos deste para o futuro. Elas são supostamente baseadas em uma centena de conversações privadas entre os dois homens.
Agora, depois de mais de quarenta anos, um historiador suíço tem exposto minuciosamente este suposto documento da loucura de Hitler como completamente fraudulenta. Wolfgang Haenel apresentou os resultados de sua pesquisa na conferência anual em maio de 1983 do Centro de Pesquisa de História Contemporânea de Ingolstadt na Alemanha Ocidental.
O Hitler de Rauschning é nada mais que um revolucionário niilista totalmente carente de ideias, objetivos, princípios ou ideologia sistemática, o qual demagogicamente explorou as palavras e os homens para acumular poder para seu próprio bem. Ele era inteligente mas completamente inescrupuloso e oportunista o qual acreditava em nada do que ele próprio dizia. Seu Nacional Socialismo, de acordo com Rauschning, era apenas uma “Revolução do Niilismo”. Ele era supostamente preocupado com a guerra. Suas numerosas propostas de desarmamento e ofertas de paz eram apenas hipócrita retórica designada para enganar suas futuras vítimas.
Do homem que unificou a Alemanha, Hitler é suposto ter dito: Bismarck foi estúpido. Ele era apenas um protestante.” Ele teria repreendido Rauschning por seus escrúpulos: Por que você balbucia sobre brutalidade e se aborrece em relação ao sofrimento. As massas querem isso. Elas necessitam de um pouco de crueldade. Eu quero uma juventude violenta, magistral, sem medo e cruel,” ele é citado como tendo dito. Em outra ocasião, Hitler teria, de acordo com relatos, declarado: “Sim, nós somos bárbaros. Nós queremos ser bárbaros. É um título honroso.”
Wolfgang Haenel passou muitos anos em uma pesquisa detalhada, em comparações do textos e entrevistando testemunhas contemporâneas. Ele descobriu que ao invés de “cerca de uma centena de conversações” com Hitler, Rauschning na verdade se encontrou com o líder alemão somente quatro ou cinco vezes. E estes poucos encontros não foram nem em tempo privado e nem foram longos, mas sempre na companhia de altos funcionários enquanto visitava Hitler em Berlim ou em Obersalzberg. Rauschning nunca teve a oportunidade de ouvir as opiniões íntimas de Hitler ou seus planos secretos para o futuro, conforme ele se vangloriou em suas espúrias “memórias.”
Haenel mostra que algumas palavras atribuídas a Hitler por Rauschning eram na verdade levantadas dos trabalhos de Ernst Jünger [2] e Friedrich Nietzsche. Hitler é citado como tendo feito afirmações as quais não poderiam ter sido feitas na alegada época. Algumas citações supostamente feitas em privado foram de fato retiradas de discursos feitos por Hitler depois de 1935, o ano que Rauschning foi para a França. Haenel também expõe sérias contradições entre eventos conforme apresentados por Rauschning e a forma de como eles realmente ocorreram, como no caso de uma alegada conversação após o incêndio do Reichstag em março de 1933.
Hermann Rauschning (1887-1982), 3º Presidente do Senado da Cidade Livre de Gdańsk. Quatro livros que fizeram a cabeça de leitores no Ocidente a partir dos anos da década de 1960 se utilizaram de uma fraude, a obra de Rauschning, para difamar Hitler e o Nacional Socialismo (‘nazismo‘). William Shirer em “Rise and Fall of the Third Reich”, 1962; Alan Bullock em “Hitler, a Study in Tyranny“, 1952; Joachim Fest, “Hitler”, 1973; e Robert Payne em “Life and Death of Adolf Hitler“, 1973. Os livros de Shirer e Fest continuam inclusive sendo publicados no Brasil em português como obras supostamente sem falsificações. I Imagem: Narodowe Archiwum Cyfrowe, sygn. 1-E-6125, 31 de dezembro de 1932.
Haenel mostra que o livro de memórias espúrias foi encomendado por alguns jornalistas franceses e por editoras de Nova Iorque como uma arma na propaganda de guerra contra a Alemanha Nacional Socialista. Por muitos anos a soma paga para o quase falido Rauschning por seu trabalho permaneceu um recorde na França se tratando de um livro político.
Os meios de comunicação de massa democráticos, os quais devotaram intermináveis colunas de impressão e horas de transmissão em denunciar o livro chamado de “Hitler diaries” [3] como falso, ignoraram caracteristicamente a história desta grande farsa histórica. Uma exceção foi o geralmente sóbrio jornal da Alemanha Ocidental Die Welt (19 de maio) o qual, no entanto, encerrou seu relatório na página 21. A imprensa diária americana não publicou nada.
Para seu crédito, o historiador americano John Toland não fez uso do trabalho de Rauschning em seu detalhado estudo, “Adolf Hitler”. E o historiador alemão Werner Maser colocou a observação em sua biografia de Hitler que “As declarações de Rauschning podem, na melhor das hipóteses, serem consideradas como uma fonte histórica secundária. Elas não têm valor documental.”
É sempre mais fácil produzir um documento forjado ou memórias falsas que provar que elas sejam falsas. Mas é ainda notável que levou tanto tempo para alguém expor o trabalho de Rauschning como fraudulento. Qualquer leitor de mente aberta e familiar com a literatura sobre Hitler pode determinar mais rapidamente que “The Voice of Destruction” é uma imaginativa mistura. O leitor simplesmente sente falta da “sensação” de autenticidade. Em contraste, a genuína memória de Otto Wagener, “Hitler aus naechster Naehe”, fornece prolongados e detalhados esboços dentro do pensamento de Hitler e suas opiniões privadas. Como primeiro chefe da equipe da SA [“os Camisas Pardas] e diretor do Departamento de Econômico Político do Partido Nacional Socialista, Wagener conseguiu conhecer Hitler intimamente. Eles gastaram centenas de horas juntos entre 1929 e 1932, muitos deles sozinhos.
O Centro de Pesquisa de História Contemporânea de Ingolstadt merece crédito por seu papel em expor esta grande fraude. Seu diretor, o Dr. Alfred Schickel, tem escrito numerosos ensaios substanciais de revisionismo histórico.
O desmascaramento que Haenel fez sobre o livro de memórias de Rauschning é uma bem-vinda contribuição para o lento e doloroso processo de esclarecimento em uma época de ofuscação histórica.
The Journal for Historical Review, outono de 1988, volume 4, número 3, página 378 – 380.
Tradução e observações de Mykel Alexander
Fonte da tradução: World Traditional Front 

Notas:

[1] Nota do Tradutor: Danzig é uma cidade que durante o período entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial foi o centro de muitas disputas, de teor histórico e de questões urgentes na época, entre o Reich Alemão e a Polônia. O insucesso em resolver estas disputas pacificamente resultou no conflito entre o Reich Alemão e a Polônia, resultando na reincorporação de Danzig ao território alemão.
[2] Nota do Tradutor: Ernst Jünger (1895-1998). Foi um escritor e ex-combatente alemão da Primeira Guerra Mundial. No período nazista serviu no exército e também como administrador de uma província da França quando esta estava ocupada pelas forças alemãs. Esteve perifericamente envolvido com a oposição à Hitler que havia dentro do Reich, e, anteriormente, em 1938, foi proibido de publicar livros.
[3] Nota do Tradutor: Refere-se ao evento ocorrido em 1983 quando foi anunciado nos meios de comunicação a descoberta de documentos que seriam diários de Adolf Hitler. Contudo duas semanas depois esta descoberta foi classificada como uma fraude devido a muitas inconsistências tais como o texto ter sido escrito em papel e com tinteiro de época posterior à Hitler, e também devido a muitas incoerências históricas.

Foragido, que frequentou a casa de Olavo de Carvalho, é preso

Publicado em 2 agosto, 2019 
Olavo e Carvalho e Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho, neto do ex-ditador João Batista Figueiredo. Foto: Reprodução
Athos Moura na Coluna de Lauro Jardim no Globo informa que Paulo Renato Figueiredo Filho, neto do ex-presidente João Figueiredo, foi preso em Miami. O empresário, alvo da operação Circus Máximus — desdobramento da Greenfield — estava foragido desde janeiro.
De acordo com a publicação, apesar de ter um mandado de prisão em aberto no Brasil, expedido pela 10ª Vara Federal do DF, Paulo Renato foi preso pelas autoridades americanas porque havia um alerta da Interpol em seu nome. Ele foi detido na semana passada e ainda está nos EUA.
Figueiredo participou de um fundo de investimentos que pagou propinas a ex-dirigentes do Banco de Brasília em troca de aportes, como no Trump Hotel, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Trump saiu do negócio em 2016, quando Figueiredo começou a ser investigado. E o hotel mudou de nome, completa o jornal.
Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho, neto do general João Batista Figueiredo. Foto: Reprodução/Facebook
Paulo Figueiredo e o antigo sócio Trump
Paulo Figueiredo e Flávio Bolsonaro