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    segunda-feira, 29 de agosto de 2011

    ONDE ESTÃO OS AVC, CANCER, ENFARTO, HEIN? DR. DRAUSIO A SERVIÇO DOS ESQUERDOPATAS

    PETRALHAS E DRAUSIO VARELA: CIGARRO MATA MESMO OU VCS TÃO TENTANDO ENGANAR QUEM?

    104 ANOS, FUMOU A VIDA TODA E ONDE TÁ OS MALES DO FUMO DR. DRAUSIO?

    História, meta-história, e os métodos de investigação

    Nesse particular, a metodologia do estudo historiográfico consistiria na espiral de inúmeras ressurreições dos acontecimentos sucessivos, entendidos dentro do cenário concreto das relações de poder. História, diante disso, seria uma “história” dos fatos decisivos que acarretaram mutações e/ou manutenções de padrões morais e políticos.
    Evidentemente, para o historiador analítico, o acesso ao conjunto dos acontecimentos encontra no legado documental e na força dos símbolos da cultura sua raiz primogênita. Não obstante isso, em toda “interpretação da história” há, em última análise, uma filosofia da história subjacente à análise que acaba por permear toda a abordagem empreendida. Por isso, percebemos olhares tão antagônicos entre os historiadores com relação aos temas e acontecimentos que marcaram a civilização. Por exemplo, a análise de um marxista sobre a revolução francesa é bastante distinta daquela realizada por um liberal. Ambos apóiam-se no mesmo acontecimento. Até sobre o mesmo conjunto de fontes documentais, oficiais e biográficas. Porém, sedimentados num determinado “paradigma norteador”, observam o “sentido” do acontecimento segundo uma cosmovisão subjacente. Assim, a tarefa de historiador transfigura-se no de um agente intelectual movido sobre um fio que separa dois mundos: o mundo dos fatos e o terreno das ideologias. Poderíamos até dizer assim: de um lado, seu compromisso frente aos acontecimentos e as fontes primárias e secundárias; de outro, sua tentação de transformar-se num filósofo da história, procurando encontrar nela uma fisionomia determinadora do sentido da realidade concreta. Como se o historiador vivesse na tangente, sendo por vezes um regente analítico e n´outras ocasiões apenas um refratário condutor, em suma, entre alguém que está na história e, no instante a seguir, salta a um patamar superior. Essa tensão é, talvez, a própria expressão de uma das maiores dificuldades na vida de um historiador. Manter-se fiel ao conjunto dos fatos, ou então saltar para além de si mesmo e de suas circunstâncias, assumindo a falsa identidade de um demiurgo do tempo histórico. Chega a patologia espiritual e cognitiva de fazer crer a todos quantos que a narrativa temporal da história é de autoria suya.
    O dilema contemporâneo da investigação histórica encontra raízes profundas na erosão ocasionada pelo fetichismo do método. Se há método, há validade! A correspondência entre método e validade implicou na fratura visceral do tecido investigativo. Então, ou é historicismo ou teoria da história. Ou pragmatismo ou ideologismo. A frontal redução da análise investigativa aos aclamados “métodos de investigação das ciências sociais” acalentou a dispersão de inúmeras teorias “válidas” no ambiente universitário. Atualmente, visualizamos uma multidão generalizada de “demiurgos da história”, possuidores da “fórmula universal”.
    É um princípio evidente o de que o sentido da história só é percebido pela inteligência e não pela conjunção dos fatos e narrativas históricos desconexos entre si. É na percepção da unidade articuladora entre a narrativa e a ordem, ou seja, no confronto da memória com o entendimento que se afigura uma fisionomia potente, sem a qual a narrativa não teria qualquer senso unitivo. Mutatis mutandis, só discirno o recorte entre diversos tempos e narrativas quando salta aos olhos um chamariz litúrgico que me faz mergulhar na história sem condicionamentos: uma empresa substancial por debaixo da superfície existencial.
    Hoje, porém, boa parte dos cursos universitários não forma historiadores cientes da tensão de que falamos. Pelo contrário, o estudante é incentivado a dar o salto para além de si desde o primeiro semestre, não para “reconhecer” a verdadeira fisionomia inserida na substância da realidade, mas para “determinar” de acordo com sua ideologia barata o quadro da validade analítica. Quando as mentalidades acadêmicas da atualidade, acostumadas na sedução fisionômica da filosofia da história marxista, encontram na dialética materialista da luta de classes a espiral sobre a qual toda a ordem de acontecimentos históricos se sucedeu, e então temos um impasse: ou o estudante migra direto para a fisionomia potente, estudando toda a ordem de acontecimentos segundo a pseudo cosmovisão orientadora, mesmo que a história em si mostre a impossibilidade de a teoria marxista explicar todo o orbe de fatos, ou então o estudante rejeita essa porcaria, vinculando-se desde o início de sua vida intelectual à realidade e não a uma teoria qualquer sem fundamento da ordem das coisas.
    Portanto, caros investigadores, não caiam nesse engodo. Mantenham-se fiéis à realidade, e não àquilo que lhes impõem como certo e absoluto. Por “maravilhosos” que os “formadores de opinião” possam ser, nunca esqueçam de que eles não são superiores a história. Suas opiniões podem corresponder a realidade de algum modo, mas ainda assim são “opiniões”. A história é maior do que a existência deles. E o emotivismo deles, o fato de serem “pessoas maravilhosas” e/ou “respeitadíssimas no círculo universitário” não quer dizer que sejam fiéis à verdade e ao conhecimento. Não procurem a amizade, mas sempre a verdade em primeiro lugar. Se o sujeito quiser ser seu amigo, ele o será por seu vínculo com a verdade e não por emotivismo ou por interesse. Ademais, não se valham de ideologias - seja qualquer que seja - para abordar a realidade da história. Sua sede pelo conhecimento deve ser permeada pela realidade. É ela quem deve conduzir sua inteligência, não falsificações mascaradas e produtos ideológicos de massa.

    A instrumentalização das Forças Armadas


    A partir da década de 1970 foi sendo popularizado o conceito de Aparelhos Ideológicos do Estado (AIE) desenvolvido pelo filósofo marxista Louis Althusser. No livro Aparelhos ideológicos de Estado, um livro muito popular entres os marxistas, Althusser defende a tese que o Estado é uma entidade autônoma e quase absoluta, uma espécie de semi-Deus. Por causa disso o Estado controla, planeja e orienta tudo dentro da vida social. E o Estado realiza essa gigantesca tarefa por meio dos Aparelhos Ideológicos do Estado (AIE). Para Althusser, o Estado usa os AIE para orientar e controlar a cultura e as consciências individuais. Para ele os principais AIE são a escola, a religião, a família, o poder político, especialmente o parlamento, e a mídia. No entato, Althusser faz uma ressalva em sua teoria. Para ele os Aparelhos Ideológicos do Estado estão a serviço apenas da burguesia e da elite econômica. As outras classes sociais, sejam quais forem, por algum princípio que o próprio Althusser não explicou, se, por acasso, tomarem o poder político não usarrão os Aparelhos Ideológicos do Estado.

    É claro que a burguesia faz uso dos Aparelhos Ideológicos do Estado. Desde a antiguidade greco-romana que o Estado faz uso de estruturas não estatais para colocar em prática suas políticas e sua forma de organização social. Por causa disso, desde o mundo antigo existe uma luta antagônica entre o Estado e a sociedade civil. Todavia, há duas possibilidades de se compreender a tese de Althusser. Primeira, ele é um filósofo muito ingênuo, pois acredita que apenas o Estado burguez faz uso dos Aparelhos Ideológicos do Estado. Segunda, na condição de filósofo marxista e, logo, preocupado com a tomada do poder pela esquerda, ele está dando conselhos de como a esquerda deve controlar o Estado e, quase que ao mesmo tempo, a sociedade.

    No Brasil parece que a segunda possibilidade está sendo posta em prática, desde que o PT chagou ao poder. O PT é um partido que está tentando aparelhar o Estado, ou seja, tornar amplos setores do Estado como parte integrante, íntima, do próprio partido. Com isso, não haverá mais diferença entre o PT e o Estado. Será o PT-Estado ou o Estado-PT. O PT abandonou o velho jargão que dizia que apenas o Estado burguês faz uso dos Aparelhos Ideológicos do Estado e, por sua vez, está aparelhando o Estado a seu gosto. O PT está transformando o Estado na sua própria imagem e semelhança.
    O mais recente capítulo da tentativa de instrumentalização do Estado por parte do PT diz respeito às Forças Armadas. E esse capítulo teve seu ponto mais forte com a nomeação e posse de Celso Amorim como ministro da defesa. Celso Amorim é um velho marxista, que sempre acreditou e lutou pelas teses de dominação de classe pregadas pelo marxismo.
    É preciso recordar o velho sonho, nutrido pela elite esquerdista nacional, de transformar o Brasil numa espécie de grande Cuba. O Brasil seria, em tese, a grande nação marxista da América Latina e talvez do mundo. Essa elite pensa da seguinte forma: o marxismo trouxe fome, morte e destruição para diversos países no mundo, mas no Brasil será tudo diferente. O Brasil será finalmente o paraíso marxista, onde haverá uma saudável ditadura do proletariado e a democracia, um valor burguês decadente, será esquecida e enterrada.
    Uma das estruturas sociais que podem atrapalhar os planos da esquerda nacional e internacional para o Brasil são as Forças Armadas. Apesar de todos os problemas que as Forças Armadas enfrentam (baixos salários, falta de equipamentos, deficiência na formação dos oficiais, etc), elas ainda são um fator de proteção nacional e um empecilho ao projeto de dominação total do Estado por parte do PT e da esquerda.
    A ida de Celso Amorim, um estrategista da esquerda e um marxista radical, ao comando das Forças Armadas visa, entre outras coisas, minar essa resistência. Na verdade o PT está colocando em prática o plano de infiltração e controle das altas esferas do Estado. E, com isso, instrumentalizar o Estado em seu próprio benefício, criando o tão sonhado “Estado-PT”.
    O projeto de Celso Amorim não é o de reequipamento e modernização das Forças Armadas. Pelo contrário, ele deseja fazer com que elas deixem de ser forças de segurança nacional e, por isso, defensoras do povo brasileiro, e passem a ser partes do PT – serão as FA do PT – e, por causa disso, defendam os interesses do PT e não da nação. Estamos diante do maior projeto de instrumentalização das formas armadas nacionais. Parece que a tese de Louis Althusser de que os Aparelhos Ideológicos do Estado (AIE) estão a serviço apenas da burguesia, está errada. No Brasil, o PT está usando a tese de Louis Althusser para instrumentalziar o Estado em seu próprio benefício. E o mais recente capítulo dessa instrumentalziação é das Forças Armadas.    


    Ivanaldo Santos, filósofo e professor na Universidade Federal do Rio Grande do Norte

    Mais uma tramóia de Lula na Bolívia.

    Tudo começou em 2007, quando a OAS assumiu obras da Queiroz Galvão, que Evo Morales ameaçava expulsar do país por problemas em uma obra. No pacote de conciliação, Lula prometeu e deu um financiamento de U$ 332 milhões do BNDES para construir uma estrada ligando Beni a Cochabamba, cortando ao meio um território indígena. Ocorre que, hoje, as populações afetadas pela estrada não querem a obra e Evo Morales está radicalizando, colocando em risco todo o empreendimento. Quem é chamado para resolver? Ele, Lula, que está indo à Bolívia negociar com o ínido cocalero, para proteger os interesses da OAS. Aliás, uma das maiores doadoras de campanhas do PT. Aliás, o evento em que Lula vai palestrar e, provavelmente, ganhar U$ 200 mil, também é da OAS. Lula é um excepcional negociante: ganhou dando o financiamento a juros amigáveis, agora vai ganhar cobrando o financiamento. É um especialista em levar vantagem em tudo e o grande inspirador da atual situação da corrupção desenfreada que tomou conta do setor público do Brasil. Lula não tem vergonha na cara.

    JOSÉ NÊUMANNE LOUVA LULA

    O segredo do demagogo é se fazer passar por tão estúpido quanto sua platéia, para que esta imagine ser tão esperta quanto ele.
    Karl Kraus

    Quando comecei a ouvir e a ler os comentários sobre o livro de José Nêumanne Pinto, editorialista do Jornal da Tarde e articulista do Estadão, eu inicialmente me recusei a acreditar. Nêumanne é um dos orgulhos da comunidade nordestina em São Paulo, homem inteligente e talentoso escritor. Sempre o tive na mais alta conta e até então era, para mim, um pilar da imprensa livre no Brasil.

    Eu já havia percebido nos artigos recentes que costuma publicar no Estadão certa tolerância com o PT e a Dilma Rousseff. A isso atribuí a natural acomodação que um grande jornal por vezes faz com o poder do dia. Afinal, as gordas verbas não podem parar de fluir. Sem vender a alma de todo um jornal faz concessões aqui e ali. Mas a publicação do livro (O Que Sei de Lula, Editora TopBooks) foi um rebaixamento e um gesto subserviente sem igual. A resenha publicada no próprio jornal O Estado de São Paulo disse que o autor procura mostrar “o homem atrás do mito”. Na verdade, o livro cultiva ainda mais o mito.

    Foi aberto imediatamente intenso debate na minha página no Facebook. A maior parte dos amigos que a integram são simpatizantes e leitores de longa data do jornalista, como eu mesmo sou. O próprio Nêumanne integra a relação dos meus amigos naquele sítio. O repúdio foi geral ao encômio feito a Lula no livro e Nêumanne se manifestou em tom defensivo/acusatório, alegando que na verdade fazia até denúncias, como a de Lula dizer-se admirador de Hitler, declaração que o ex-presidente deu a uma antiga edição da revista Playboy, fato sobejamente conhecido.

    Nêumanne deu uma entrevista a um site da internet e a ouvi com atenção. Frases como “Lula é um gênio”, “Lula nunca foi de esquerda” e “Lula é um enorme talento” me levaram a concluir que José Nêmanne Pinto não escreveu mais do que uma peça de propaganda, convenientemente em momento bem próximo às eleições. Lula é precisamente o oposto de tudo que Nêumanne enxergou nele. O livro virou notícia em toda parte e tem sido objeto de intensos debates. As eventuais “denúncias” contra Lula, todas velhas notícias requentadas, parecem-me meras escoras para aumentar a credibilidade do escritor e o imunizar contra as críticas de puxa-saquismo e de propagandista da causa.

    Mas foi exatamente isso que José Nêumanne fez: puxou o saco de Lula e fez propaganda da sua personalidade e do PT. Um gesto lamentável, um opróbrio para uma biografia que tinha sido até agora uma exaltação inerente. Uma obra maldita. José Nêumanne caminhou além da linha vermelha.

    Eu, pensando comigo: em 1933, Thomas Mann exilou-se, foi o primeiro exilado, aquele que não compactuou com a Alemanha de Hitler, enquanto toda a gente, as “Zelites” inclusive, toda a imprensa, todos os ricos, o Exército, todos os alemães (menos alguns, os insubstituíveis, os restos de Israel, como Voegelin. Excluo os judeus por óbvio, como Strauss) aderiram de mala e cuia ao novo regime. Algo semelhante acontece entre nós, mas onde anda o nosso Thomas Mann, aquele que poderia dizer: onde eu estou está a cultura brasileira? Ninguém, ninguém. Ou tem? Acho que vi um: Olavo de Carvalho, que presentemente se encontra no exílio. Em 1933 era apenas um. Em 2011 é apenas um. A classe letrada, toda ela, pôs-se a serviço dos revolucionários. Tempos de grandes perigos

    O resultado da gestão do Lula beijador-de-mão de ditadores e outros seres asquerosos: EUA devem superar Brasil nas exportações de etanol

    EUA estão para passar o Brasil nas exportações de etanol. Agradeçam ao Lula, que proibiu plantar na Amazônia e interveio no mercado!

    Do Valor Econômico, com introdução de Klauber Cristofen Pires

    O que é que eu mais tenho falado aqui no meu blog? Que me acusem de ser um neurótico da teoria da conspiração e eu mando tomar no etanol! Qualquer brasileiro que se põe a besta para trabalhar e produzir, especialmente na Amazônia, terá diante de si o MST,  uma infinidade de ONG's, laboratoristas sociais do mundo inteiro, uma plêiade de órgãos de regulação e de fiscalização, o governo falando grosso e a polícia de braços cruzados (isto é, a não ser se for para prendê-lo, quando então usará de todo o seu arsenal de recursos que alega faltar quando o problema for proteger o cidadão). 

    Vou repetir, sim, mais uma vez, feito doido: a indústria medeireira foi falida na marra com os créditos ao Greenpeace, que deixou milhares de brasileiros desempregados e passando fome em Breves; a pimenta-do-reino sucumbiu aos gafanhostos do MST e o Ministério do trabalho; os agricultores não estão recebendo licença ambiental para produzir milho, fazendo que que as avícolas da região entrem em processo de falência, por conta do milho subsidiado ao centro-Oeste e ao Nordeste; Os pecuaristas estão sendo perseguidos impiedosamente pelo Ministério Público. A indústria pesqueira decresceu cerca de 85%. O Pará, que já teve um pólo produtor de grãos com altíssima produtividade, agora vê seus campos tomados pelo mato e pela devastação praticada pelas favelas rurais criadas pelo governo. E claro, tornou-se proibido plantar cana-de açúcar na Amazônia, porque "Seu Lula" não queria ferir as suscetibilidades dos seus padrinhos Fidel Castro e  Al Gore. 

    Na contramão, toda sorte de merrecas estão sendo inventadas para o produtor doméstico - especialmente o amazônico - não trabalhar e não produzir:  é seguro-defeso do peixe, seguro-defeso do caranguejo, PGPM, PGPMBio, e toda sorte de bolsas já extensíveis aos cidadãos urbanos. O negócio é dar "dezral" para cada um comprar um quilo de farinha e se virar com o que a floresta deixar cair no chão. Estão transformando o povo amazônico numa horda de esmoléus e nenhum, mas absolutamente nenhum político ou cidadão que ocupe uma posição de relevo denuncia esta calamidade!

    Agora imaginem sermos ultrapassados por álcool de milho! Pra quem não sabe, a cana-de açúcar é de longe muito mais eficiente em produzir álcool do que o milho, mas mesmo assim estamos perdendo mercado para os EUA, por conta de políticas intervencionistas entreguistas estabelecidas pelo PT, o partido que mais do que todos os outros na história cantou em prosa e verso sobre "soberania", inclusive a alimentar!  Foi o Brasil que inventou o álcool como solução de combustível automotivo; somos nós quem temos a natural vocação de fornecer o mundo, e olhem que hoje a cana-de-açúcar ocupa apenas cerca de 1% da área plantada!

    Eu não sou nenhum especialista de coisa nenhuma! Sim, devo dizer, até para justamente diferenciar-me destes que assim se proclamam!  A única coisa que eu fiz foi parar e olhar em volta o que está acontecendo! Às vezes, as coisas que parecem ser as mais óbvias, olhem só, são exatamente como se nos mostram! Mas então por quê raios estou sempre acertando em minhas previsões? Abaixo, CQD, para quem quiser conferir...

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    EUA devem superar Brasil nas exportações de etanol





    Os Estados Unidos caminham para ultrapassar o Brasil nas exportações de etanol este ano, depois de figurarem como importadores significativos entre 2006 e 2008. Entre janeiro e maio, os americanos embarcaram 533 milhões de litros do biocombustível, segundo a Renewable Fuel Association (RFA).

    A previsão de consultorias internacionais é de que as exportações americanas alcancem algo entre 1,9 bilhão e 2 bilhões de litros até o fim do ano. Se a expectativa se confirmar, os EUA vão superar os embarques brasileiros - estimados entre 1,2 bilhão e 1,6 bilhão de litros - e assumirão a liderança nas exportações do produto.

    Nesta semana, o Departamento de Energia americano (EIA, na sigla em inglês) divulgou relatório em que reforça essa reversão da posição do país de importador para exportador de etanol em 2011. No documento, o órgão destaca que isso só será possível por causa do "relaxamento" das restrições comerciais por parte de países parceiros, como o Brasil, que reduziu a zero a alíquota de importação do etanol, que era de 20%.

    O Centro-Sul do Brasil, que representa 89% da produção de cana do país, já chegou a exportar 4,2 bilhões de litros na safra 2008/09. Os embarques recuaram diante de um mercado doméstico aquecido e de escassez de cana, atingindo 1,9 bilhão de litros na safra 2010/11. A comercializadora de etanol Bioagência prevê que no ciclo atual, 2011/12, esse número cairá para algo entre 1,2 bilhão e 1,4 bilhão de litros. A Datagro aposta em 1,56 bilhão de litros.

    Desde o ano passado os americanos avançam sobre os antigos clientes brasileiros de etanol. Parte deles está na Europa e na Ásia. Mas, segundo o Departamento de Energia americano, o etanol de milho avança no México e no Canadá.

    Ainda não há consenso sobre quanto o Brasil deve importar de etanol na atual safra que vai até março de 2012. Para a consultoria Datagro, esse número ficará em torno de 1,9 bilhão de litros.

    Segundo a Bioagência, desde abril até agora entraram no país 190 milhões de litros e já estão contratados mais 600 milhões de litros que devem entrar no país até março, totalizando até o momento uma demanda importadora de 790 milhões de litros.

    Mas o real tamanho da safra brasileira é incerto. O último número oficial da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) estimou um processamento de 510 milhões de toneladas de cana, queda de 8,39% em relação ao ciclo passado (556 milhões de toneladas). Mas já há consultorias que projetam moagem abaixo de 500 milhões de toneladas, número que vem sendo encarado como "realista" pelo mercado.

    Ontem, a Unica divulgou que a produção de etanol acumulada desde o início da safra, em abril, até 16 de agosto foi de 12 bilhões de litros, 18,74% menor do que a registrada em igual intervalo do ciclo passado. Somente na primeira quinzena de agosto a quebra foi de 16,25% com produção de 1,61 bilhão de litros.

    Apenas a produção de anidro, que é misturado à gasolina, cresceu na safra para 4,49 bilhões de litros (+16%). A Unica também divulgou números acumulados para açúcar. Foram fabricados 17,42 milhões de toneladas do produto, 10,84% menos do que em igual intervalo do ano anterior. A moagem de cana somou no acumulado do ciclo 297,60 milhões de toneladas, 12% menos do que o observado em igual período da safra 2010/2011. 
    Fonte: Libertatum.blogspot.com

    sábado, 27 de agosto de 2011

    IDIOTICE A FLOR DA PELE

    Discurso sobre o Nada: o neurônio e a crise

    Jornais e revistas nunca publicam o que disse a presidente em dilmês ─ arcaico, rústico ou castiço. Publicam a versão em português do que acham que a presidente quis dizer no estranho subdialeto que inventou. Essa preciosidade linguística só pode ser encontrada em dois lugares: nesta coluna (sobretudo nos grandes textos de Celso Arnaldo) e no Blog do Planalto. Talvez por temerem um pito, talvez por não entenderem nada, os redatores federais não ousam mexer no palavrório da chefe. Transcrevem o que ouvem nas gravações, reimplantam os erres amputados dos verbos no infinitivo e ponto final.
    Contemplado em sua inteireza, o dilmês em estado bruto escancara os labirintos percorridos pelo neurônio solitário quando acionado para discorrer sobre qualquer tema. Na entrevista coletiva desta semana, por exemplo, um repórter quis saber o que a presidente tem a dizer sobre a crise econômica internacional. O que saiu na imprensa não tem nada a ver com o que saiu da cabeça da entrevistada. Conforme a assustadora transcrição feita pelo Blog do Planalto, foi o seguinte:
    “A crise internacional deve nos preocupar sempre, mas a gente tem sempre de ter consciência de uma coisa. Sabe qual é? Nós, hoje, estamos em muito, mas em muito melhores condições para enfrentar. Ela é uma crise de outra característica, é a mesma crise, começou lá atrás. Na verdade, começou no final de 2007, inicio de 2008. Ela é uma crise financeira profunda do sistema financeiro dos países envolvidos. É uma crise de confiança porque não se recupera o consumo, nem o investimento. O dinheiro está empossado, ela pode durar mais tempo do que se espera. Agora, o Brasil nessas condições deu vários passos. Hoje, nós demos mais um passo. Qual é o passo? É contar com a imensa força dos 190 milhões para investir, para consumir, para trabalhar e para empreender. Além disso, nós temos 350 bilhões de reserva, da última vez que eu vi, e temos quase 420 bilhões de depósitos compulsórios”.
    Oremos.

    O GOVERNO PARALELO DE DIRCEU. E DILMA SABE DE TUDO!

    Dá pra entender o estresse de ontem de José Dirceu. A reportagem de capa da revista VEJA revela que membros do primeiro escalão do governo, dirigentes de estatais e parlamentares - INCLUSIVE UM DA OPOSIÇÃO - se ajoelham aos pés do cassado, a quem ainda chamam de “ministro” e prestam reverências. É isto mesmo: o deputado defenestrado, o homem processado pelo STF e acusado de ser chefe de quadrilha é tratado por figurões de Brasília como um chefão — o Poderoso Chefão. Dirceu está bravo porque a reportagem é devastadora para a reputação da República e deveria ser também para ele e para aqueles que fazem a genuflexão. Vamos ver. Uma coisa é certa: a presidente Dilma sabe de tudo; tem plena consciência de que seu governo é assombrado e monitorado — às vezes com tinturas claras de conspiração  — por um ficha-suja.
    A reportagem de Daniel Pereira e Gustavo Ribeiro está entre as mais importantes e contundentes publicadas nos últimos anos pela imprensa brasileira. Ela desvenda o modo de funcionamento de uma parte importante do PT e os métodos a que essa gente recorre. E traz detalhes saborosos: podemos ver as imagens das “autoridades” que vão até o “gabinete” de Dirceu, montado no Naoum, um hotel de luxo de Brasília, onde se produz, nesse caso, o lixo moral da República. VEJA conseguiu penetrar no cafofo do  Muammar Kadafi da institucionalidade brasileira. Eis alguns flagrantes.
    Dirceu chegando ao bunker. Pimentel e os senadores Walter Pinheiro, Delcídio Amaral e Lindbergh Farias: operação derruba-Palocci
    Dirceu chegando ao bunker. Pimentel e os senadores Walter Pinheiro, Delcídio Amaral e Lindbergh Farias: operação derruba-Palocci
    Anotem alguns nomes, cargos e dia do encontro:
    - Fernando Pimentel, Ministro da Indústria e Comércio (8/6);

    - José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras (6/6);
    - Walter Pinheiro, senador (PT-BA) - (7/6);
    - Lindberg Farias, senador (PT-RJ) - (7/6);
    - Delcídio Amaral, senador (PT-MS) - (7/6);
    - Eduardo Braga, senador (PMDB-AM) - (8/6);
    - Devanir Ribeiro, deputado (PT-SP) - (7/6);
    - Candido Vaccarezza, líder do governo na Câmara (PT-SP) - (8/6);
    - Eduardo Gomes, deputado (PSDB-TO) - (8/6);
    - Eduardo Siqueira Campos, ex-senador (PSDB-TO) - (8/6)

    Esses são alguns dos convivas de Dirceu, recebidos, atenção!, em apenas 3 dias — entre 6 e 8 de junho deste ano. Leiam a reportagem porque há eventos importantes nesse período. É o auge da crise que colheu Antonio Palocci. Ele caiu, é verdade, por seus próprios méritos — não conseguiu explicar de modo convincente o seu meteórico enriquecimento. Mas, agora, dá para saber que também havia a mão que balançava o berço. Uma parte da bancada de senadores do PT tentou redigir uma espécie de manifesto em defesa do ministro, mas encontrou uma forte resistência de um trio: Delcídio Amaral, Walter Pinheiro e Lindbergh Farias - os três que foram ao encontro de Dirceu no tarde no dia 7. À noite, Palocci pediu demissão.
    Dirceu, então, mobilizou a turma para tentar emplacar o nome de Cândido Vaccarezza para a Casa Civil. O próprio deputado foi ao hotel no dia 8, às 11h07. Naquela manhã, às 8h58, Fernando Pimentel já havia comparecido para o beija-mão. A mobilização, no entanto, se revelou inútil. Dilma já havia decidido nomear Gleisi Hoffmann.
    VEJA conversou com todos esses ilustres. Afinal de contas, qual era a sua agenda com Dirceu? Gabrielli, o presidente da Petrobras, naquele seu estilo “sou bruto mesmo, e daí?”, respondeu: “Sou amigo dele há muito tempo e não tenho de comentar isso”. Não teria não fosse a Petrobras uma empresa mista, gerida como estatal, e não exercesse ele um cargo que é, de fato, político. Não teria não fosse Zé Dirceu consultor de empresas de petróleo e gás. Dilma não tem a menor simpatia por ele, e Palocci já o havia colocado na marca do pênalti. Mais um pouco de interiores?
    Sérgio Gabrielli, Eduardo Braga e Devanir Ribeiro. Atenção! Este último é lulista...
    Sérgio Gabrielli, Eduardo Braga e Devanir Ribeiro. Atenção! Este último é lulista...
    Não está na lista de hóspedes. E a máfiaO governo paralelo de Dirceu ocupa um quarto no hotel Naoum. Seu nome não consta da lista de hóspedes. A razão é simples. Quem paga as diárias (R$ 500) é um escritório de advocacia chamado Tessele & Madalena, que também responde pelo salário de Alexandre Simas de Oliveira, um cabo da Aeronáutica que faz as vezes, assim, de ajudante de ordens do petista. Um dos sócios da empresa, Hélio Madalena, a exemplo de Oliveira, já foi assessor de Dirceu. O seu trabalho mais notável foi fazer lobby para que o Brasil desse asilo ao mafioso russo Boris Berenzovski. Essa gente sempre está em boa companhia. Foi de Madalena a idéia de instar a segurança do Hotel Naoum a acusar o repórter de VEJA de ter tentado invadir o quarto alugado pela empresa, mera manobra diversionista para tentar tirar o foco do descalabro: um deputado cassado, com os direitos políticos suspensos, acusado de chefiar uma quadrilha, montou um “governo paralelo”. A revista já está nas bancas. Leia a reportagem, fartamente ilustrada, na íntegra.
    Abaixo, segue um quadro com todas as áreas de “atuação” do “consultor de empresas privadas” e “chefe de quadrilha”, segundo a Procuradoria Geral da República. Se Dilma não agir, será engolida. Poderia começar por demitir Pimentel e Gabrielli. Ou manda a presidente, ou manda José Dirceu.
    dirceu-tentaculos
    Por Reinaldo Azevedo

    A quadrilha não mudou de chefe.

     


    Desde que foi abatido pelo escândalo do mensalão, em 2005, tudo em que o ex-ministro José Dirceu se envolve é sempre enevoado por suspeitas. Oficialmente, ele ganha a vida como um bem sucedido consultor de empresas instalado em São Paulo. Na clandestinidade, porém, mantém um concorrido “gabinete” a 3 quilômetros do Palácio do Planalto, instalado numa suíte de hotel. Tem carro à disposição, motorista, secretário e, mais impressionante, mantém uma agenda sempre recheada de audiências com próceres da República – ministros, senadores e deputados, o presidente da maior estatal do país. José Dirceu não vai às autoridades. As autoridades é que vão a José Dirceu, numa demonstração de que o chefão – a quem continuam a chamar de “ministro” – ainda é poderoso.

    Dirceu: chefão do PTA edição de VEJA que chega às bancas neste sábado revela a verdade sobre uma das atividades do ex-ministro: mesmo com os direitos políticos cassados, sob ameaça de ir para a cadeia por corrupção, ele continua o todo-poderoso comandante do PT. E agora com um ingrediente ainda mais complicador: ele usa toda a sua influência para conspirar contra o governo Dilma – e a presidente sabe disso.
    A conspiração chegou ao paroxismo durante a crise que resultou na queda de Antonio Palocci da Casa Civil, no início de junho. Na ocasião, Dirceu despachou diretamente de seu bunker instalado na área vip de um hotel cinco estrelas de Brasília, num andar onde o acesso é restrito a hóspedes e pessoas autorizadas. Foram 45 horas de reuniões que sacramentaram a derrocada de Palocci e nas quais foi articulada uma frustrada tentativa do grupo do ex-ministro de ocupar os espaços que se abririam com a demissão. Articulação minuciosamente monitorada pelo Palácio do Planalto, que já havia captado sinais de uma conspiração de Dirceu e de seu grupo para influir nos acontecimentos daquela semana.

    Imagens obtidas por VEJA e que estão na galeria que ilustra esta reportagem mostram que Dirceu recebeu, entre 6 e 8 de junho, visitantes ilustres como o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, os senadores Walter Pinheiro, Delcídio Amaral e Lindbergh Farias, todos do PT, e Eduardo Braga, do PMDB, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e os deputados Devanir Ribeiro e Cândido Vaccarezza, do PT, e Eduardo Gomes, do PSDB. Esteve por lá também o ex-senador tucano Eduardo Siqueira Campos.

    Apesar de tantas articulações, Dirceu não conseguiu abocanhar cargos para seus indicados no governo. A presidente Dilma já havia sido advertida por assessores do perigo de delegar poderes a companheiros que orbitam em torno de Dirceu. Dilma também conhece bem os caminhos da guerrilha política e não perde de vista os passos do chefão. “A Dilma e o PT, principalmente o PT afinado com o Dirceu, vivem uma relação de amor e ódio”, diz um interlocutor da confiança da presidente e do ex-ministro.

    Dirceu anda muito insatisfeito com o fato de a legenda não ter conseguido, como previra, impor-se à presidente da República. Dilma está resistindo bem. Uma faxina menos visível é a que ela está fazendo nos bancos públicos. Aos poucos, vem substituindo camaradas ligados a Dirceu por gente de sua confiança. E o chefão não tem gostado nada disso. Procurado por VEJA, Dirceu não respondeu às perguntas que lhe foram feitas.

    A suíte reservada permanentemente ao “ministro” custa 500 reais a diária. Quem paga a conta é o escritório de advocacia Tessele & Madalena, que tem como um dos sócios outro ex-assessor de Dirceu, o advogado Hélio Madalena. Na última quinta-feira, depois de ser indagado sobre o caso, Madalena instou a segurança do hotel Naoum a procurar uma delegacia de polícia para acusar o repórter de VEJA de ter tentado invadir o apartamento que seu escritório aluga e, gentilmente, cede como “ocupação residencial” a José Dirceu.

    O jornalista esteve mesmo no hotel, investigando, tentando descobrir que atração é essa que um homem acusado de chefiar uma quadrilha de vigaristas ainda exerce sobre tantas autoridades. Tentando descobrir por que o nome dele não consta na relação de hóspedes. Tentando descobrir por que uma empresa de advocacia paga a fatura de sua misteriosa “residência” em Brasília. Enfim, tentando mostrar a verdade sobre as atividades de um personagem que age sempre na sombra. E conseguiu. Mas a máfia não perdoa.

    Fim de semana para os apaixonados por fuscas em Nova Petrópolis

    Neste final de semana, 27 e 28 de agosto, Nova Petrópolis recebe novamente os apaixonados por fuscas e outros Volks a ar no oitavo encontro organizado pelo Volks Club de Nova Petrópolis. Com entrada franca e aguardando mais de 400 veículos, o encontro acontecerá no Centro de Eventos. Com expositores confirmados de várias cidades do Estado como Passo Fundo, Porto Alegre, Marau, Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Ijuí, Novo Hamburgo, Santa Maria, Rio Grande, Camaquã e de algumas cidades de Santa Catarina, o evento espera receber a visita de cerca de oito mil pessoas.
    A exposição no Centro de Eventos premia os veículos em várias categorias, tais como veículo mais original, mais antigo, mais personalizado, melhor interior de veículo, melhor motor, maior distância percorrida para chegar ao encontro e clube com maior número de integrantes presentes.  A premiação nos segmentos de veículos é separada por décadas e acontecerá no Centro de Eventos, domingo, às 15h30min.

    Festival da Cultura Serrana é atração em São Francisco de Paula

    São Francisco de Paula promove o Festival da Cultura Serrana sábado e domingo (27 e 28 de agosto). Nestes dias os melhores pilotos do Brasil estarão na cidade, participando do Enduro Fim, o campeonato gaúcho e brasileiro de enduro que será uma das atrações deste evento.
    As atrações são diversas: encontro de carros antigos (veteran car club), feira de artesanatos.
    exposição de livros, quadros e fotografias, mostra da gastronomia serrana, praça de alimentação, mateada, produtos coloniais, parque infantil, apresentações de escolas e invernadas do CTG Rodeio Serrano.

    Entre os show, tocam Exata Escolha, Jardel Ramos e Banda, César Oliveira E Rogério Mello,
    Os Pipocas e Brasil De Bombacha.

    No sábado, a partir das 22h, tem baile com os grupo Rainha Musical e Código Secreto.
    Ingressos:
    Dia 27 (sábado) até as 18h entrada franca, após R$10 antecipados e R$13 na hora.
    Dia 28 (domingo) R$5 – Crianças até 10 anos e pessoas com mais de 60 anos não pagam.

    Horário de ônibus gratuito:
    Dia 27 sábado: 14h, 18h e 22h – retorno 15h, 19h e 4h.
    Dia 28 domingo: 11h, 13h e 15h – retorno 12h, 14h e 19h30min
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    sexta-feira, 26 de agosto de 2011

    Acesso por Nova Petrópolis é o mais procurado



    A proximidade do final de semana amplia o movimento nas estradas de acesso a Gramado, na Região das Hortênsias. A expectativa para sábado e domingo é que pelo menos dois mil carros leves passem por dia no pedágio de Gramado, na rodovia Nova Petrópolis-Gramado (ERS-239).
    É principalmente esta rodovia que está absorvendo os carros desviados da ERS-115. O acesso pela outra via asfaltada, por São Francisco de Paula e Canela, tem movimento médio de mil carros por dia.

    IMAGENS DO INVERNO EM NOVA PETROPOLIS/RS

     FLORES DO INVERNO
     PÔR DO SOL GELADO
    AMANHECER COM GEADA EM NOVA PETROPOLIS/RS

    O defensor público idiota e a indigência intelectual dos causídicos

    Deixa-me perplexo quando uma trupe de analfabetos engravatados faz rasgados elogios a doutrinaristas e juristas inócuos, como se estes personificassem a mais alta cultura do país. Dentro desse meio de tecnocratas, a técnica é um fim em si mesmo. O direito é tão somente uma expressão formal e pura de códigos e decisões judiciais, sem uma relação direta com o conjunto da realidade.
    Não é por acaso que o funcionário público é visto como uma casta, um clero, um objeto de culto. Dentro desse meio, William Douglas, o juiz e professor de concursos, pode se passar como gente espirituosa e inteligente. Todavia, a aparência de conhecimento jurídico camufla um vazio espiritual. E atualmente ele é ocupado pelas cantilenas ideológicas politicamente corretas e outras asneirices do marxismo cultural. O conhecimento de história, filosofia, sociologia é pura doutrinação comunista travestida de ciência séria e serve de princípio superior na cabeça de muitos desses operadores do direito. O lugar-comum do causídico médio é o socialismo, seja ele econômico, político ou cultural. Neste ponto, os partidos de esquerda conseguiram o inimaginável: conquistar as cátedras de direito do país, formando milhares de acadêmicos de direito sem cérebro, cheios de chavões ocos de racionalidade. OAB, Ministério Público e até o STF, aos poucos, acabam virando verdadeiros escritórios de advocacia do PT e seus congêneres. O Estado, por assim dizer, virou uma espécie grupal e orgânica de ativismo partidário.
    Um exemplo particular dessa indigência de pensamento ocorreu em Ribeirão Preto, São Paulo, quando a Defensoria Pública entrou com uma ação na justiça, obrigando a retirada de versículos bíblicos publicados em outdoors, por uma igreja evangélica, que condenavam o homossexualismo. Se não fosse espantoso o fato de a justiça, junto com a Defensoria, virar censor das idéias religiosas do país, estarreceu-me as declarações do defensor público causador da ação, o Sr. Aluísio Ruggeri, pelas suas justificativas, que são o mais completo cúmulo da imbecilidade jurídica que assola o país. Ou, quem sabe, o cúmulo da malícia disfarçada de imbecilidade.
    O defensor público disse que o problema dos outdoors evangélicos expressam três dilemas constitucionais conflitantes: a liberdade sexual, a liberdade religiosa e de expressão. E finaliza, com uma pérola da incoerência lógica: “Desses valores, penso que deve prevalecer o da liberdade sexual e o combate à homofobia.” Preliminarmente, o Sr. Aluísio transgride os três direitos. Viola a liberdade religiosa, porque criminaliza a fé cristã, que tem um código de ética sexual distinto da patacoada do “combate a homofobia”. Segundo, destrói a liberdade de expressão, já que proíbe qualquer cidadão de fazer juízos de valor sobre qualquer tipo de comportamento ou questão. E o mais paradoxal, viola a liberdade sexual, porque a homossexualidade, sendo uma conduta, é passível tanto de ser aceita, como rejeitada. Ou mais, a conduta sexual cristã é discriminada e rejeitada como “homofóbica”. O Sr. Aluísio, na prática, destrói a liberdade sexual, ao transformar a homossexualidade em algo compulsório, forçado, imposto pelo Estado como uma regra inquestionável. A Defensoria Pública fez algo dignamente orwelliano, na mais distorcida novilíngua politicamente correta. Em nome de uma suposta contradição entre três direitos constitucionais, conseguiu, numa tacada só, destruir todos eles.

    Porém, existe um caso ainda mais grave na argumentação do defensor relapso: a de que a liberdade sexual está da liberdade religiosa e de expressão. Mas o que significa “liberdade sexual”? Desde quando a liberdade sexual pode se dissociar da moral vigente, para que ela seja livre das críticas ou discriminações sobre sua prática? Se a sexualidade está acima das divergências, acima da liberdade de expressão e religiosa, ou mesmo da moral religiosa, o Sr. Aluísio conseguiu reduzir a humanidade ao status de animais andando de quatro. Criou uma hierarquia lógica, no mínimo, bizarra. Porque nenhuma liberdade sexual prescinde de uma conduta ética e moral superior que a eduque e direcione. Nenhuma liberdade sexual prescinde da crítica e mesmo da distinção. Ou será que o Sr. Aluísio vai aceitar também os pedófilos, os zoófilos, os estupradores e outros arautos de notórias liberdades sexuais criminosas acima das críticas ou dos valores morais e éticos amparados pelo direito? Pelo seu raciocínio, tudo leva a crer que sim!

    Por outro lado, querer hierarquizar o sexo, e em particular, o homossexualismo, acima das críticas religiosas ou morais ou mesmo da liberdade de expressão de negá-las, recusá-las ou rejeitá-las, mostra a perversidade moral e psicológica que há por trás da opinião deste defensor. O Estado, na autoridade usurpadora da Defensoria Pública, quer invadir a esfera de privacidade que é o sexo, para controlar nossos desejos e aversões sexuais, determinando aquilo que devemos opinar, desejar ou rejeitar. Criaturinhas insignificantes como o Sr. Aluísio Ruggeri acham que algumas práticas sexuais estão acima de códigos de conduta civilizacionais que moldam o ocidente há pelo menos dois mil anos, em específico, o homossexualismo. Ao exaltar a liberdade sexual acima destes valores, ele a coloca acima do direito e acima das regras de conduta que a própria sociedade criou para o sexo. Aqui, caminha-se para a arbitrariedade mais completa, para um precedente que é, no mínimo, esquizofrênico.

    O Sr. Ruggeri não tem o menor preparo intelectual para a função pela qual foi encarregado, que é o de defender os direitos da sociedade contra os abusos de poder do Estado. Pelo contrário, ele mesmo é a própria encarnação do abuso de poder estatal. Gente como ele deveria ser exonerada, pois representa uma ameaça à democracia, afronta a Constituição Brasileira e os direitos civis elementares de todos os brasileiros. Em outras palavras, o Sr. Roggeri é tão somente um delinquente proto-petista com o título de bacharel em direito, ávido por uma ditadura no país, corroborada por cães de guarda como ele.

    Contudo, os católicos e evangélicos parecem ignorar que os Ruggeris da vida estão espalhados em legiões pelas defensorias e promotorias públicas da vida, querendo ditar regras morais, idéias, comportamentos, gostos e modismos biônicos para a sociedade. Na verdade, eles estão lá justamente para destruir todas as estruturas morais e éticas da sociedade e espalhar o caos. Essas criaturas vazias, sorumbáticas, ocas de espiritualidade e cultura, ocupam sua falta de raciocínio com as ideologias politicamente corretas da moda. Um aparato policial de burocratas medíocres e arrivistas renasce no país. Encharcados de esquemas mentais totalitários, são a caricatura mais grotesca da moral e da justiça. E não é por acaso que a ação judicial do Sr. Aluisio Ruggeri é a expressão característica dessa sociopatia intelectual. Ele é reflexo da nulidade vigente que ocupou as cátedras de direito da nossa sociedade, dominada por uma pseudo-elite estrondosamente inculta, presunçosa e amoral, que ameaça destruir as liberdades civis e constitucionais deste país. Ou mais, destruir as bases culturais e civilizacionais cristãs que ainda formam a consciência da nação brasileira.

    Derretimento do núcleo “multiculti”


    Os índios gozam de grande prestígio junto ao público fã do multiculturalismo e anti-racista. Afinal das contas, brancos os perseguiram e dizimaram. E desta forma não é surpresa alguma que a mídia “multiculti” alemã nos omite aquilo que o segundo maior grupo de índios norte-americanos faz agora: ele se comporta de forma extremamente racista. Todos os cherokees negros são discriminados brutalmente e expulsos da tribo por motivo racial. Pois os cherokees nada querem em comum com os descendentes de escravos negros.


    "Qualé, cara-pálida?"

    Nos últimos anos muitas pessoas acreditaram que as diferenças entre os grupos humanos de distintas cores da pele e origens culturais estivessem superadas. A verdade é outra. Nos Estados unidos sob regência do presidente Obama, fala-se cada vez mais sobre “raças” humanas. Pais lutam para que seus filhos não precisem ir a escolas, onde a maioria dos alunos tenha a pele negra. E o prefeito de Filadélfia disse publicamente há alguns dias que os negros, os quais provocassem distúrbios e atacassem outras pessoas com violência, representariam uma vergonha para sua “raça”. Freqüentemente existem agora pesquisas nos EUA sobre o comportamento das “raças” entre si.

    Querer resolver a questão racial forçando o mundo a acreditar que “raça não existe”, só faz aumentar a pressão em torno do tema. Mais inteligente é admitir a existência das diferentes raças e que a coexistência harmônica entre elas é possível – NR.

    E agora explode subitamente como uma bomba: os índios norte-americanos cherokees, o segundo maior grupo de índios dos EUA, expulsam todos os negros de sua tribo. O Apartheid, que os brancos utilizaram outrora nos EUA contra os índios, é praticado por eles dentro de suas próprias fileiras contra os cherokees negros.


    Racismo e Apartheid do século XXI: cherokees expulsam descendentes de escravos

    Muitos leitores talvez nem saibam por que existem cherokees negros: há 8.000 anos, imigrantes da Ásia povoaram o território americano correspondente aos estados da Geórgia, Carolina do Norte e Tennessee. Eram os ancestrais dos Cherokee e outras tribos indianas como os Creeks, Choctaw e Chikasaw. Nos séculos 16 e 17 vieram então os espanhóis, franceses e ingleses, os quais investiram profundamente no interior do continente e através de seus armamentos superiores mataram e expulsaram os índios.

    Durante o mandato do então presidente Andrew Jackson, foram tomadas medidas para realocar as tribos indianas do Tennessee e Geórgia para a deserta região de Oklahoma, através do Indian Removal Act de 1836. Muitas destas tribos de índios possuíam plantações no Tennessee e Geórgia, onde negros escravos tinham sua ocupação. A partir de 1838, os cherokees foram expulsos violentamente pelos soldados, juntamente com seus escravos negros, em direção a Oklahoma. Durante os três meses que durou a expulsão, pereceu um quarto da população cherokee. Cada negro que havia sobrevivido com os cherokees durante a “caminhada das lágrimas”, foram aceitos por um conselho tribal como homens livres dentro da tribo dos cherokees. Durante 169 anos não houve problema. Porém, quando chegou a crise econômica em 2007, os cherokees decidiram que todos os negros deveriam ser expulsos da tribo. E esta decisão foi agora ratificada. Existem por ora 25.000 ex-índios cherokees negros em Oklahoma, que sofrem sérias consequências: a partir de agora eles não têm mais direito ao atendimento médico gratuito que os cherokees possuíam, devem pagar a escola de seus filhos, e recebem menos ajuda social do que os “legítimos” cherokees.

    Os descendentes dos escravos negros não poderão nunca tornar-se Cherokee e possuir seus direitos, decidiu a maior instância dos cherokees. E esta decisão não pode ser alterada pela justiça norte-americana, pois os cherokees são expressamente autônomos nestas questões e possuem sua própria jurisdição no que concerne aos assuntos tribais.

    Agora, pessoas como Claudia Roth são desafiadas a viajarem imediatamente até os cherokees e explicar que eles destroem sua globalizante construção social anti-racista. E todos os índios urbanos alemães devem retirar imediatamente as penas de seus carros. Do contrário eles estariam apoiando os racistas. Verdes e social-democratas devem exigir imediatamente no parlamento europeu, que sanções (p. ex. negação de visto de entrada) devem ser aplicadas aos índios norte-americanos. E os grupos dos direitos humanos devem formam correntes de luzes. Foi assim no caso do Apartheid na África do Sul. E agora o segundo maior grupo indiano introduziu o Apartheid. Vamos apostar que todos os autodenominados anti-racistas do mundo irão desviar seus olhares deste Apartheid?

    Udo Ulfkotte

    Kopp-online, 25/08/2011.

    O desafio também deve ser estendido à ministra Maria do Rosário e outros defensores das “oprimidas minorias”, e que aproveitem a oportunidade para dirimir as incoerências de O sistema e suas contradições – NR.

    FEUDALISMO PETISTA

    É com tristeza que ao vermos o comportamento de nossos governantes e a inércia do povo, concluímos que estamos vivendo um período feudal no Brasil de hoje.

    Nossos governantes, que formam uma classe totalmente divorciada da população brasileira, se serve do povo em benefício próprio.

    Agem como, e estão de fato, acima da lei e da ordem, sem nenhuma preocupação com comportamento ético, moral ou princípios básicos de honestidade,

    José Sarney, senhor feudal do Maranhão, se elege senador pelo estado do Amapá onde não reside - a justiça eleitoral nada diz. Afinal de contas Sarney, como disse Lula, tem biografia e merece um tratamento diferenciado, ou seja as leis não se aplicam a ele.

    Marco Maia e outros parlamentares e ministros viajam em aeronaves de propriedade de empresas privadas, que precisam de favores do governo. Para eles não há problema, afinal de contas são os donos do Brasil.

    José Sarney se utiliza de aeronaves do governo do Maranhão como se fossem propriedade particular sua.

    Dilma Rousseff não vê problema em montar um esquema de tráfico de influência na Casa Civil da presidência da república, que cobra das empresas uma taxa de sucesso, para pagar suas dividas pessoais e de campanha.

    Luiz Inácio Lula da Silva não vê problema de seu filho receber cinco milhões de reais de uma empresa de telefonia, que depois é favorecida por uma penada em uma norma regulamentadora assinada pelo próprio Lula.

    Ministros não vêem problemas em desviar recursos públicos de super faturamento de obras para suas contas particulares no Brasil e no exterior.

    Os senhores e senhoras feudais fazem o que bem entendem e nos resta apenas obedecer e arcar com a conta dos abusos cometidos por eles e elas.

    Precisamos acabar com o feudalismo no Brasil e construir um verdadeiro Estado Democrático de Direito.

    HISTORIADORES NÃO-CONFORMISTAS

    Foi no início do século passado que os grandes complexos de mídia do mundo ocidental passaram a obedecer a uma orientação coordenada, que até os dias de hoje vem persistentemente atuando na consecução dos seus objetivos. É a conspiração em andamento. Tentaram ridicularizar os que a denunciavam, ou, se a denúncia partisse de personalidade importante, esta era eliminada. John Kennedy que o diga...

    Não há como deixar de reconhecer que por algum motivo a Alemanha constituía um obstáculo aos anseios dos maquinadores dessa grande trama. E não foi só a Alemanha nacionalsocialista que representava tal empecilho, esta apenas retardou os efeitos que o Tratado de Versailles deveria ter consumado.

    Assim já na Primeira Guerra Mundial (1914-1918) as baterias da mídia amestrada, esta arma pérfida que deforma a opinião pública, foram dirigidas contra este país, contra o seu povo, seu Kaiser e seus soldados. As ilustrações mostram como eram representados.

    E a História passou a ser uma via de mão única.

    Mas nem todos os historiadores se conformaram com esta obrigação de ver os acontecimentos por uma só ótica. Foi justamente nos Estados Unidos que se uniram no início dos anos vinte do século passado alguns historiadores que pretenderam preservar os fundamentos da verdadeira pesquisa histórica. A partir de então eram chamados de revisionistas, que nada tinham de “nazistas”, alcunha corrente na linguagem de hoje.

    Entre estes revisionistas se destacaram Sidney Bradshaw Fay, Walter Millis Hartley Graton, Charles Beard, David L. Hoggan  e Harry Elmer Barnes. Este último, falecido em 1968, era um dos mais honrados historiadores americanos. Lecionou nas universidades Columbia, Syracuse e outras de Colorado e Indiana. Era membro da American Historical Association, da Academy of Political Science, da Society of American History. Escreveu mais de 70 livros. Sua produção intellectual estendeu-se às áreas da História Cultural, à Sociologia, à Criminalogia, à Historiografia e, principalmente, à História Política do século 20. Para Barnes o revisionismo implicava em busca honesta da verdade histórica e em desacreditar mitos enganadores, que constituem barreiras contra a paz e boa vontade entre nações.

    Decididamente Barnes combateu a propaganda sobre atrocidades que os soldados do Kaiser teriam cometido, tais como “decepar as mãos de crianças” por onde passavam, citando inclusive o primeiro ministro inglês Lloyd George, que assegurou que nunca alguém teria visto uma criança assim maltratada.

    Barnes atribuiu a responsabilidade pela deflagração das duas guerras mundiais à Inglaterra. Sobre a política alemã precedente à Segunda Guerra Barnes disse: “Hitler estava longe de pretender desencadear uma guerra de agressão precipitada contra a Polônia. Durante a crise de agosto de 1939 ele se esforçou em evitar uma guerra ainda mais do que o Kaiser o fizera na crise de julho de 1914.” Por outro lado Barnes também culpou os dois presidentes americanos, Wilson na primeira e Roosevelt na segunda guerra, de terem incitado as duas nações europeias, Inglaterra e França, ao enfrentamento bélico com a Alemanha. Ambos teriam se guiado principalmente por interesses econômicos.

    A comunidade de historiadores estabelecidos foi acusada por Barnes de seguir a lei do menor esforço, uma vez que estes preferem simplesmente repetir o que a opinião pública deles espera. Isto não se coaduna com o que se exige de uma atitude científica séria.

    Parece que Johann Wolfgang Von Goethe já teve uma premonição quando escreveu em 1828: “Devemos repetir a verdade constantemente, porque o equívoco também é sempre pregado ao nosso redor e isto, não pelo indivíduo, mas pela multidão. Nos jornais e enciclopédias, nas escolas e universidades, em toda parte o equívoco está por cima, sentindo-se bem e confortável em ter a maioria ao seu lado.”

    Toedter

    GRAO MESTRE MARXISTA PETISTA

    José Dirceu prepara álibi. Vem aí alguma bomba na Veja?

    Leia aqui no Blog do Chefe da Quadrilha do Mensalão, segundo denonimação dada pelo Procurador Geral da República. Ao que tudo indica, o Zé está preparando um álibi. Deve estar vindo alguma bomba na Veja.

    AVISO AOS PROFESSORES E PROFESSORAS



    Em face dos resultados do último teste de proficiência dos alunos brasileiros – Prova ABC – cujos resultados são públicos desde ontem, é mister que os mestres recuperem a capacidade de indignação e se rebelem contra os verdadeiros responsáveis pela falência da Educação brasileira.



    Como se sabe, os resultados que mediram a capacidade dos nossos alunos de responderem a questões básicas sobre Matemática (aritmética seria melhor), Leitura e Escrita, revelaram que quase a metade deles na faixa etária dos 8 anos (ou de 3º ano ou 2ª série)  no Ensino Fundamental, fracassou. Os gráficos abaixo mostram o desempenho sofrível dos alunos brasileiros.












    Mais uma vez se prova que o modelo único Paulo Freire ou a “pedagogia” Paulo Freire faliu redondamente. Diz-se isso há anos. Constata-se isso há anos, embora se omita o “sagrado” nome do mentor intelectual, do infeliz educador socialista.



    Este aviso, portanto, se endereça aos mestres. Não há como reclamar para políticos, e muito menos para os autores das infelizes cartilhas emburrecedoras, ricamente remunerados pelo Ministério que leva o nome de Educação. Não há como reclamar para prefeitos que, via de regra, morrem de medo da chantagem governamental que insiste em aplicar o modelo falido, segundo a receita ideológica estrita. A resistência deles ao emburrecimento cobra-se com a suspensão das verbas. Prefeitos só pensam, via de regra, em verbas. Eles não toleram o ônus político. Assim se fecha essa equação iníqua de aceitação do pior em nome do “bom nome” político-eleitoral.



    Professores e Professoras, recusem-se a fazer cursos de capacitação proferidos por intelectuais viciados na fracassada pedagogia Paulo Freire. O diploma assim auferido somente acrescenta vergonha ao seu currículo.



    Professores e Professoras, resistam à repetição das mesmas soluções para o mesmo erro básico. Quem faz sempre a mesma coisa, colhe sempre os mesmos resultados.



    Professores e Professoras, não aceitem pacificamente que a responsabilidade do fracasso pedagógico brasileiro lhes seja atribuído, ou ainda pior, que as famílias sejam culpadas pelo mesmo crime contra a Educação.



    Professores e Professoras, de uma vez por todas gritem e se rebelem contra a destruição programada da Educação brasileira.



    Não permitam que o conceito ideológico de “cidadania” substitua a “Matemática”;



    que os “direitos humanos” substituam o Português;



    que a “democracia” substitua a Geografia;



    que a “consciência” do aluno substitua a História.



    Mais importante de tudo: não permitam que as famílias brasileiras tenham seus filhos subtraídos pelo Estado ideologizador por qualquer aparente bom motivo ou recompensa. A pedagogia Paulo Freire ainda não conseguiu retirar as crianças totalmente do convívio familiar. É sonho de todo totalitário substituir a família pela Escola Total. É sonho de todo ditador autoritário suprimir a educação familiar que prega os bons costumes, a verdadeira ética e moral, tradicionais do povo brasileiro. O Brasil não começou há 15 anos!



    A pedagogia Paulo Freire onipresente e atemorizante destruiu as relações necessárias e imperiosas entre o professor e o aluno. Entre eles a relação deve ser assimétrica, estando o professor acima do aluno, o contrário pregado pela pedagogia fracassada. A Educação é uma atividade penosa para os alunos e por isso deve ser coercitiva para que haja disciplina, obediência e sacrifício. Esses são os três pilares da Educação universal em todos os tempos que a ideologia comunista de Paulo Freire fez abolir. A invenção socialista que vitimiza o aluno e o insufla contra as regras escolares destruiu a autoridade do professor, sem a qual nenhuma pedagogia ou método pode ser útil e proveitoso.



    Os professores são agredidos, ameaçados e mortos diariamente por alunos criados no ambiente escolar Paulo Freire.



    As medidas amenizadoras e facilitadoras são próprias dos covardes e mal intencionados. Um aluno cuja rebeldia é aprovada por covarde omissão destrói a relação mútua entre professor e aluno. Adotar regras facilitadoras, como não permitir a reprovação, é matar o mérito. O resultado é a mediocridade baixar mais ainda negando o esforço individual dos que mereceram passar de ano.



    Um Diretor de Escola que precisa do voto dos alunos para se eleger ou reeleger na pode estar encarregado das funções do Magistério, nem terá moral para exigir do aluno o seu dever básico. Há aqui um conflito de interesses insanável que depõe contra a própria Escola.



    Professores e Professoras, o aluno não deve ter mais poder do que os Senhores, as Senhoras, e a Escola.



    A Escola não deve formar, tratar, ou formatar os alunos. Cabe unicamente à Escola, educar, e sem adjetivos ou complementos. Que se deixe a ideologia para políticos, jornalistas, e intelectuais de miolo mole; que se deixe a ideologia para os interessados financeiramente no jogo da auto-sedução ou do poder.



    Educar é uma missão nobre. Pregar slogans ideológicos na Escola contra crianças de pouca idade é cometer um crime de lesa-humanidade sem reparação. Na Escola não há lugar para o demagogo nem para o profeta, como dizia Max Weber há cem anos.