Bunker da Cultura Web Rádio

    >

    segunda-feira, 19 de novembro de 2018

    O Anticristo e o Sionismo

    A resposta de S. S. São Pio X ao sionismo foi contundente:
    NON POSSUMUS!























    A religião judaica, ou seja, o judaísmo rabínico e talmúdico que detesta a Jesus Cristo 
    e abomina sua Igreja, não tem mais que um só objetivo, fundado em um só princípio: 
    A ideia nacional. 
    Deste fato, o sionismo, a doutrina nacional que viu o cumprimento de seu plano no século XX, 
    não é mais que a tradução, o cumprimento de um desígnio judaico absolutamente contrário 
    ao plano divino porque opõe-se ao que Deus deseja para os judeus.

    Mas o mais importante, e que é ignorado, é que a ideia nacional,que encontrou no sionismo
    seu modo de realização, é sinônimo da espera de um messias que tem por objetivo 
    assegurar o triunfo mundano dos judeus, destruindo o obstáculo: a Religião Católica. 
    Longe estamos então, neste regresso à terra santa dos judeus, de um milagre que 
    manifeste uma vontade divina, um projeto abençoado por Deus. A esperança messiânica 
    dissimula de fato um desejo secreto: 
    dominar os reinos da terra. Desta sorte, o messias judaico, cuja vinda está ligada à 
    reconstrução da nação judaica é – há que ter o valor de assumir o dever católico de dizê-lo – 
    o anticristo.


    A ideia nacional sionista e seu segredo.


    De fato, um triunfador que garantisse o poder sobre as nações, tal é o retrato do messias 
    esperado pelos judeus. Estamos diante de um plano que nos distancia de maneira i
    mpressionante das intenções de Deus para seu povo, e assistimos, aterrorizados, à 
    execução desta intenção mais que temível para a Cristandade.

    Isto é, em todos os seus pontos, conforme às análises dos Padres da Igreja, os doutores e 
    teólogos e ao que pensaram os Papas.

    Isto também é explicado por Henri Gougenot des Mousseaux (1805-1876), monarquista 
    legitimista, gentil-homem na câmara do rei Carlos X, feito Cavaleiro da Ordem de 
    São Gregório Magno por Gregório XVI, em gratidão por seus escritos, honrado com a 
    cruz de comendador da ordem pontifícia de Pio IX, redigiu um texto em 1869: 
    “O judeu, o judaísmo e a judaização dos povos cristãos”, com o fim de advertir às nações 
    cristãs de uma terrível e temível ameaça: os sonhos quiméricos e as ilusões nocivas dos 
    sionistas e dos que se converteram, por cegueira, em seus aliados:

    “O objeto da missão deste messias será o de libertar o Israel disperso, de libertá-los

    o cativeiro no qual os forçam a gemer as nações, e de conduzi-los à Terra santa

    depois de ter derrotado a Gog e Magog. Reedificar Jerusalém e seu templo,

    a estabelecer e consolidar um reino temporal cuja duração será a do mundo...

    Todas as nações serão então sujeitas aos judeus, e estes disporão à sua vontade

    dos indivíduos que as compõe e de seus bens” (...)

    “Tal é, para os judeus, uma das imagens da felicidade prometida sob o messias que esperam”.[1]

    A ideia nacional, depois de ser edificada – o que é o caso hoje, pois os judeus, 
    empurrados e ajudados por um poder satânico, se apoderaram de Jerusalém pelas armas – 
    está baseada positivamente na espera de um messias vingador:

    “A crença do messias vingador está viva, e está prodigiosamente enraizada nas

    entranhas da nação em toda a terra. Ela é a base da religião judaica, ela é a última

    consolação do judeu. Toda a religião judaica está fundada na IDEIA NACIONAL;

    não há uma aspiração, não há uma pulsação que não seja pela PÁTRIA...”[2]


    A espera do messias vingador.

    Este messias vingador, messias judeu que funda toda a esperança do restabelecimento 
    nacional do Estado de Israel na Palestina, território conquistado pelo crime, a espoliação 
    e os atentados, não é outro, desde o ponto de vista da Escritura, que a abominável figura da Besta do Apocalipse, o sedutor capaz de enganar e cegar, inclusive aos cristãos, fazendo-se passar por um enviado do Senhor:

    “De fato, ainda que a Sagrada Escritura não seja aos olhos do cristão uma tontice

    absurda e obsoleta, ainda permanece nele esta crença indispensável à civilização das

    sociedades humanas: que a Igreja não pode mentir nem equivocar-se, não creiamos

    que o anticristo não é mais que uma fábula, um mito, um símbolo; lembremos

    que seu reino, terrível e fecundo em revoluções iníquas, em prodígios de todas as

    classes, é uma realidade futura, o que equivale a dizer que é um fato que está

    necessariamente em processo de realizar-se, em processo de chegar por meio

    dos acontecimentos que, dia a dia, lhe constroem.

    Não nos esqueçamos que este personagem é um dominador
     tão semelhante ao que os judeus esperam, que será difícil, impossível a estes cegos de 
    não se equivocar, pois ele leva em si a reunião, a síntese perfeita de todas as aspirações 
    anticatólicas que dezoito séculos de judaísmo atribuem ao libertador futuro de Judá”[3].

    Tudo isto é, desgraçadamente, prodigiosamente profético!

    Devem estar conscientes deste fato: a reconstrução nacional de Israel, obtida por meios 
    tenebrosos, prepara, obra e trabalha para a próxima chegada (se é que não já chegou), do 
    messias vingador esperado pelos judeus, ou seja, daquele que deve converter-se em chefe: 
    o anticristo!

    _______________________________
    [1] H.-R. Gougenot des Mousseaux, Le Juif, le Judaïsme et la Judaïsation des peuples 
    chrétiens,Plon, 1869, p. 471.
    [2] Ibid., p. 476.
    [3] Ibid., p. 485.

    Nenhum comentário:

    Postar um comentário