Existem níveis de sensibilidade da realidade para cada ser humano. Esses são definidos por uma série de fatores, como cultura geral, estudo, análises profundas e autoconhecimento advindo de profundas horas de práticas de individuais ou coletivas de aprofundamento pessoal. Mesmo para aqueles que possuem um nível muito baixo de sensibilidade, é notório há algo de muito errado em relação ao aos acontecimentos catastróficos na organização moral da sociedade, bem como a debacle cultural promovida por grupos políticos organizados, formadores de verdadeiros “exércitos ideológicos” ou até mesmo “guerrilhas ideológicas”, como é o caso de pequenos grupos de pressão politica e social.
Muitos conseguem sentir essa anormalidade, mas a confusão mental em que eles mesmos estão mergulhados impossibilita a visão clara dos acontecimentos, sua natureza efetiva, o fluxo e o destino das ações executadas. Diariamente vejo pessoas comuns que afirmam categoricamente a incoerência do mundo e a sua subversão.
Com efeito, a própria nuvem de maldade é capaz de turvar ou até mesmo obscurece completamente a visão do que de fato acontece com o mundo a sua volta. Este fato certamente ocorre por conta de diversos fatores. Sonegação de informações vitais, uniformidade no discurso midiático, massificação de práticas adversas a verdadeira vontade popular, supressão dos direitos de correta expressão e visão politica deturpada são apenas alguns desses muitos fatores.
A missão do site é guardar a fé, combatendo tudo aquilo que de alguma forma agride ou ameaça sua plena divulgação e impede que seja semeada da maneira correta. A crise de fé enfrentada hoje pela Igreja sem dúvida alguma é um dos fatores determinantes para esta confusão mental e social que a sociedade brasileira passa.
Infelizmente a Igreja de Cristo no Brasil sofre com a maldita Teologia da Libertação (Heresia da Libertação melhor definida pelo Pe. Paulo Ricardo). A interpretação marxista do evangelho danifica profundamente a mensagem mística do Cristo e transforma a Igreja num grande braço comunista para propagação de politicas sociais absolutamente disformes e contrárias a doutrina social da Igreja. Basta citarmos exemplo como as perniciosas pastorais da terra, pastoral dos excluídos, etc.
Não basta tentarmos entender as causas motivadoras dos movimentos revolucionários durante o tempo. É preciso entender como eles atuam e seus modus-operantis independente das suas motivações. Apenas com esta postura somos capazes de entender o que está a nossa volta e assim combater de maneira efetiva e contundente.
O filósofo Olavo de Carvalho define o movimento revolucionário como “Qualquer projeto de futuro auto-adiável /ou modificação social profunda a ser realizado mediante concentração de poder". Isto significa que qualquer tentativa de reorganização social a ser obtida mediante a delegação do poder Estatal na a uma pessoa ou a um grupo restrito é o que realmente a causa por trás de todo potencial atroz que pode culminar no genocídio auto-justificado.
A história nos mostra que “iluminados” dotados das mais boas intenções foram responsáveis pelo maior número de vítimas já conhecido pela história humana. Segundo o prof. Rudolph J. Rummel, não há nada comparável na história humana em termos de destruição em maça do que os massacres provocados pelos movimentos revolucionários desde o século XVIII. Para você, querido leitor, ter uma breve noção do que isso significa, Segundo os estudos do prof. Rummel, todos os conflitos que aconteceram entre o século II e o século XIX mataram aproximadamente 137.000.000 de pessoas. Apenas os movimentos revolucionários no século XX ceifaram 260.669.000 vidas, sendo aproximadamente 70.000.000 delas mortas apenas pela fato de serem cristãos.
Lembro que esses números não contemplam o número de bebês assassinados em abortos clandestinos ou “legais”, morte de pessoas por drogas, vitimas de AIDS e demais pragas tão “valorosamente”defendida por guerrilhas ideológicas. Se adicionarmos esses números, a contagem ultrapassará em muito toda e qualquer estatística a ser computada em conflitos passados.
Não há dívidas que um movimento que em apenas 100 anos matou quase o dobro do que se matou em 1900 é sem dúvida alguma o verdadeiro e maior mal da humanidade. Fica então a pergunta crucial, a qual sem dúvida nos colocará diante de uma linha. O que fazer para acabar com o movimento revolucionário?
Não basta apenas combater o movimento. É preciso acabar com ele de uma vez por todas, pois a história nos mostra que ele não é algo inerente a natureza humana, mas algo que teve um inicio e quanto mais rápido tiver um fim melhor para nós será.
Lutar contra esse mal é a verdadeira batalha que toda cristandade e as pessoas que amam a vida precisam travar no seu dia-a-dia. Combatendo a influência revolucionária no cotidiano e aos poucos tentando curar nossa mente dessa chaga aberta para o mal e pelo mal.
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