Uma apresentadora do SBT, da Paraíba, desanca o pau no Carnaval. Faz um discurso bonitinho de socialista de botequim, que jamais iria ao ar se a sua emissora transmitisse a festa, patrocinada justamente pelas cervejarias que ela coloca como as grandes vilãs do evento. Quem não conhece o mascate Sílvio Santos , a sua bolinha de papel e o seu Banco Panamericano que compre. O vídeo enganador faz sucesso entre os ingênuos que criticam a única coisa boa que existe no Carnaval: o fato de ser uma festa capitalista e, por isso mesmo, democrática, que gera lucro e riqueza. Inclusive para a Rede Globo que, gostem ou não gostem, é uma das emissoras de TV mais competentes do mundo. O discurso da moça do SBT caberia bem em assembléia de grêmio estudantil. Ou num quadro " Quem Pode Mais Chora Menos", apresentado pelo chefe. Tem gente que gosta. Petralhas que odeiam o PIG, por exemplo.
Não levemos tudo tão a sério. Brasileiro não gosta de gente carrancuda e radical. Por isso, gostemos ou não, o Carnaval é a grande festa do país. E assim será, a não ser que o coreano, o cubano ou o iraniano assumam o comando.
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